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	<title>Portal Cultura PE &#187; chico science</title>
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		<title>Fliporto 2024 celebra cultura e literatura em novembro com programação diversificada</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Nov 2024 17:37:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A 13ª Festa Literária Internacional de Pernambuco promete novidades e reflexões. Após uma pausa, o evento retorna, de 14 a 17 de novembro, no Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda com força total e promete ser uma celebração cultural definitiva que conecta literatura, música e outras artes com proposta de um importante espaço de intercâmbio multicultural. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114288" aria-labelledby="figcaption_attachment_114288" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Prefeitura de Olinda/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/fliporto_20101_VejaRecife.jpg"><img class="size-medium wp-image-114288" alt="Prefeitura de Olinda/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/fliporto_20101_VejaRecife-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Festa Literária Internacional de Pernambuco acontece em Olinda</p></div>
<p>A 13ª Festa Literária Internacional de Pernambuco promete novidades e reflexões. Após uma pausa, o evento retorna, de 14 a 17 de novembro, no Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda com força total e promete ser uma celebração cultural definitiva que conecta literatura, música e outras artes com proposta de um importante espaço de intercâmbio multicultural. Para isso, a Fliporto 2024 homenageia o renomado escritor Raimundo Carrero e o icônico músico Chico Science, em celebração aos 30 anos do disco <em>Da Lama ao Caos</em>, gravado com a Nação Zumbi.</p>
<p>Realizada com o incentivo da Lei Rouanet, a 13ª Festa Literária Internacional de Pernambuco tem a Livraria do Jardim como livraria oficial e conta com o apoio da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), que lança uma edição especial da revista Continente. Além disso, a Cepe Editora promove a doação de livros para as bibliotecas das escolas de Olinda. O evento, apoiado pelo governo federal, Governo de Pernambuco e instituições culturais nacionais e internacionais, é gratuito e conta com uma estrutura de apoio, incluindo transporte para os visitantes que estacionarem no Shopping Tacaruna. O novo site, Fliporto em Movimento, é lançado trazendo atualizações sobre a programação e notícias relacionadas à literatura.</p>
<p>De acordo com curador geral da Fliporto, Antônio Campos, o evento retorna como um patrimônio cultural de Pernambuco reafirmando sua importância dentro das festas literárias na cena internacional: “A Fliporto volta ao calendário das festas literárias contribuindo para o diálogo entre a literatura e outras artes”, afirma. A programação inclui uma série de atividades, como palestras, exposições e saraus, que têm como objetivo promover a literatura, a música e a arte destacando a relevância das festas literárias na formação de novos autores e na difusão do conhecimento.</p>
<p>Em uma mesa especial, Raimundo Carrero, reconhecido por sua contribuição à literatura brasileira contemporânea, participa de uma mesa no dia 14 de novembro, às 17h, ao lado da cineasta Luci Alcantara, com mediação do jornalista Mário Hélio. A conversa gira em torno da importância das festas literárias na formação de novos autores. Já a homenagem a Chico Science, ícone do movimento mangue, inclui um sarau de abertura no dia 14, com releituras de suas músicas pela DJ Vibra, além de uma conferência especial no dia 16 sobre os 30 anos do álbum <em>Da Lama ao Caos</em>, com a presença da jornalista Lorena Calábria e de Goretti França, irmã do homenageado.</p>
<p>A escritora e acadêmica Rosiska Darcy de Oliveira abre o evento, com a palestra Os Tempos que Correm, abordando a aceleração do tempo na contemporaneidade. Durante a programação também é lançada a nova edição da revista da Academia Brasileira de Letras (ABL), coordenada por Rosiska. E, em uma edição que promete refletir sobre questões contemporâneas, a Fliporto traz discussões sobre a literatura e a inteligência artificial, além de celebrar os 500 anos de Camões e explorar temas como o cangaço e a relação com a geografia da fome, abordados na obra de Chico Science.</p>
<p>“A contemporaneidade da obra de Chico é grande. Vai do homem caranguejo e da Geografia da Fome de Josué de Castro, ainda muito presentes, em um mundo marcado pela desigualdade e solidão na era das redes sociais. É sobre este mundo caótico e de homens famintos, que ele falou e deixou um legado que nos inspira, em seu genial disco Da Lama ao Caos com a Nação Zumbi”, enfatiza Campos.</p>
<p>Outra novidade é o evento paralelo Olinda das Artes/Fliporto, que abre ateliês de artistas da cidade e promove saraus integrando a gastronomia e a cultura local. O pintor Di Farias é o homenageado dessa iniciativa, que ocorre mensalmente, integrando o calendário cultural de Olinda. Durante a festa a exposição de fotografias e textos Pernambuco, Jardim dos Baobás é apresentada sob a curadoria de Antônio Campos.</p>
<p>A Fliporto 2024 é acompanhada pelo Prêmio Caminhos, coordenado pelo renomado Henrique Rodrigues, ex-coordenador do Prêmio Sesc de Literatura, numa iniciativa que busca incentivar novos talentos e promover a produção literária no Estado.</p>
<p>A edição de 2024 também se prepara para um marco internacional, com a Fliporto Portugal, prevista para 2025, que permitirá uma troca cultural entre os dois países de língua portuguesa, ampliando ainda mais os horizontes da festa. “A Fliporto pretende fazer também uma edição Fliporto Portugal simultânea à Fliporto Brasil em 2025, com interação virtual entre programações, provocando uma internacionalização ainda maior de suas atividades”, antecipa Antonio Campos.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Fliporto 2024: 13ª Festa Literária Internacional de Pernambuco -</strong> <em>de 14 a 17 de novembro, no Mercado Eufrásio Barbosa (Varadouro, Olinda). Acesso gratuito. Mais informações no <a title="Fliporto –  Festa Literária internacional de Pernambuco" href="https://fliporto.com.br/" target="_blank">site oficial</a> e no <a title="@fliporto" href="https://www.instagram.com/fliporto/" target="_blank">Instagram</a></em></p>
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		<title>Escritos de Chico Science são restaurados e expostos em plataforma digital</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Mar 2023 14:05:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta segunda-feira, aquele que talvez seja o maior baluarte da música pernambucana contemporânea completaria seus 57 anos de idade. Em 13 de março de 1966, nascia, em Olinda, Francisco de Assis França, que viria a se tornar Chico Science, figura fundamental para colocar Pernambuco de vez como uma das cenas musicais mais instigantes do mundo, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/Selfie.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-99555" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/Selfie-607x408.jpeg" width="607" height="408" /></a></p>
<p>Nesta segunda-feira, aquele que talvez seja o maior baluarte da música pernambucana contemporânea completaria seus 57 anos de idade. Em 13 de março de 1966, nascia, em Olinda, Francisco de Assis França, que viria a se tornar Chico Science, figura fundamental para colocar Pernambuco de vez como uma das cenas musicais mais instigantes do mundo, nos anos 1990.</p>
<p>O legado de uma das principais forças do Manguebeat segue vivo em nossa cultura e o acesso às memórias de suas vivências ganharam um grande reforço nesta data comemorativa, com o lançamento do Acervo Chico Science, iniciativa encabeçada por Goretti e Louise França, irmã e filha de Chico, respectivamente, ao lado da designer Sonaly Macedo, amiga de Science, e Priscila Moreira.</p>
<p>Trata-se de uma plataforma digital que reúne escritos de diversos cadernos e folhas avulsas do músico pernambucano, com ideias, composições, lembranças e trivialidades do dia a dia, disponibilizados pela primeira vez ao público, por meio do site: <a href="https://acervochicoscience.com.br/" target="_blank"><strong>acervochicoscience.com.br</strong></a>. O lançamento oficial da plataforma será nesta segunda-feira (13), com um bate-papo entre Goretti e Louise, mediado por Roger de Renor. O evento começa às 18h, no Cinema do Porto, no Bairro do Recife, com entrada gratuita.</p>
<p>O projeto, realizado com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio de recursos do Funcultura, vem sendo maturado há alguns anos pelos familiares do músico, que vêm cuidando com muito afinco de toda a memorabilia de Chico Science por décadas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/CS_0006_08de38-FOTO-Mauro-Domingues.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-99556" alt="Mauro Domingues/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/CS_0006_08de38-FOTO-Mauro-Domingues-473x486.jpg" width="473" height="486" /></a></p>
<p>“Depois que Chico morreu, eu peguei todos esses caderninhos e folhas avulsas, e entendi logo cedo que se tratava de algo muito precioso. Eu sempre tive essa ideia de torná-los em algo acessível, mas não sabia como. Quando Louise foi ficando mais velha e se interessando pelas memórias e por esse material do pai, a ideia se tornou mais madura. Primeiro, era preciso um restauro e uma preservação desse material, então fizemos um projeto para isso. Como contrapartida, tivemos a feliz ideia de disponibilizar esse material em um site, com acesso universal para o mundo todo poder entrar em contato”, relata Goretti.</p>
<p>Nesse processo, 27 cadernos foram restaurados, catalogados, preservados e digitalizados. Ele foi realizado pela empresa carioca Museo, especializada em projetos de acervos institucionais e particulares. Agora, esse material se encontra em ótimas condições e, mais importante, conservado da melhor maneira para sua preservação, que possibilita inclusive futuras exposições em formato físico.</p>
<p>No site, o público poderá inicialmente folhear sete desses cadernos, dispostos em um fluxo que não segue nenhuma ordem cronológica. O restante também deverá ser publicado gradualmente no site. Mas, esse material inicial já permitirá uma cativante jornada pelas ideias e vivências de uma figura tão fundamental para que a cultura pernambucana seja tão celebrada atualmente como é.</p>
<p>“Ali tem muitas coisas do artista Chico, planejando turnês, com ideias para composições e arranjos, daquela forma de fazer música dele que não era acadêmica, mas que sabia exatamente que misturas queria fazer, de qual guitarra com qual tambor. Mas também vemos anotações do mesmo Chico preocupado em comprar uma bacia grande ou um botijão de gás, que deixava recados para a mãe e o pai ou relatava uma menina bonita que tinha visto, além suas observações sobre a cidade, o estado, a sociedade”, aponta Goretti.</p>
<p>Serviço<br />
Lançamento do Acervo Chico Science. Bate-papo com Goretti França e Louise França, com mediação de Roger de Renor<br />
Quando: 13 de março de 2023 (segunda-feira), às 18h<br />
Local: Cinema do Porto Digital (Avenida Cais do Apolo, 222 – Recife Antigo)<br />
Entrada: gratuita e por ordem de chegada, sujeita à lotação do local</p>
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		<title>Live: Chico Science, Josué de Castro e João Cabral de Melo Neto na pauta do Pasárgada</title>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2022 12:33:48 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-25-at-09.20.47.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-94065" alt="Quintal do Bandeira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-25-at-09.20.47-607x340.jpeg" width="607" height="340" /></a></p>
<p>O que seria a poética do mangue? E onde encontrar elementos dela nas obras de Josué de Castro, João Cabral de Melo Neto e Chico Science? É com esses questionamentos em mente que a Secult-PE/Fundarpe, por meio do Espaço Pasárgada, promovem a edição de maio do projeto Quintal do Bandeira. Com o título &#8220;Antenas no Mangue do meu Quintal: Chico, Josué e Cabral&#8221;, o encontro virtual será transmitido nesta quinta (26), às 19h, no canal <a href="youtube.com/secultpe" target="_blank">youtube.com/secultp</a>e e ficará disponível para consulta posterior.</p>
<p>A conversa vai reunir o poeta e ensaísta Francisco K. e o designer h.d. Mabuse &#8211; uma das cabeças pensantes por trás da formulação do manguebit. O coordenador de Literatura da Secult-PE, Roberto Azoubel, participa como mediador.</p>
<p>Responsável pela apresentação, Marília Mendes, gestora do Espaço Pasárgada, diz que trazer a poética do mangue para o Quintal do Bandeira era um sonho antigo. O desejo surgiu quando, há dois anos, ela conheceu o livro &#8220;Mangue-mundo&#8221;, de Francisco K. A obra seria lançada no centro cultural, mas surgiu a pandemia e &#8220;a ideia foi deixada dormindo como um poema que se faz aos poucos&#8221;, explicou ela.</p>
<p>&#8220;Agora, com os 30 anos do Movimento Mangue, os 25 anos de encantamento de Chico, a chegada de Azoubel, que é especialista no assunto, e parceiro no projeto, e com a presença luxuosa dos dois convidados, parece que tudo se encaixa e vem no tempo certo. Há um rio na Aurora e um mangue no nosso Quintal&#8221;, diz Marília.</p>
<p><strong>Sobre os convidados</strong></p>
<p><strong>Francisco K</strong></p>
<p>Poeta e crítico, nascido no Recife em 1961 e, desde a infância, morador de Brasília. Fez graduação em letras e mestrado em comunicação na UnB, com dissertação sobre o filme &#8220;Limite&#8221;, de Mário Peixoto. Realizou criações multimídia com o Grupo Heleura, de 1982 a 1987, e em outros projetos e eventos. Publicou, entre seus oito livros, &#8220;Aresta/Hagoromo&#8221;, &#8220;Eu Versus&#8221;, &#8220;Poesia e Outras Perguntas &#8211; textos críticos&#8221;, &#8220;Error&#8221; e &#8220;Mangue-Mundo &#8211; poéticas do mangue em Josué de Castro, João Cabral de Melo Neto e Chico Science&#8221;. Seu último trabalho criativo, O Rei Revém dos Infernos, foi lançado em 2021 no site <a href="https://franciscok.com.br" target="_blank">https://franciscok.com.br</a>.</p>
<p><strong>h.d. Mabuse</strong></p>
<p>Consultor em design no CESAR e professor de Filosofia do Design no mestrado do programa MPD da CESAR School. Mestre em Design pelo PPGDesign da UFPE, onde cursa o doutorado. Tem trabalhado desde 1990 com colaboração, comportamentos emergentes e remix de várias linguagens nas áreas das artes visuais, design, música e filosofia. Nos últimos anos tem mergulhado nas transformações nas pessoas humanas e não-humanas que se dão por meio do design, bem como no entendimento do seu potencial emancipador, do vivo e do não-vivo.</p>
<p><strong>Sobre o Quintal da Bandeira</strong></p>
<p>O Quintal do Bandeira é um encontro virtual, transmitido sempre nas últimas quintas-feiras do mês. Nas conversas, convidados e convidadas trocam ideias a respeito de temas literários, realizando interlocuções com outras áreas artísticas, com foco no universo cultural de Pernambuco.</p>
<p>Escrita pelo poeta pernambucano Manuel Bandeira (1886-1968), a crônica “O quintal” (1965) inspirou o nome do projeto. Na obra, o autor descreve sua vivência infantil no quintal da casa dos seus avós maternos – local onde hoje funciona o Espaço Pasárgada, na rua da União, centro do Recife.</p>
<p>(…) “As horas que eu passava no quintal eram de treino para a poesia. Na rua, com os meninos da minha idade eu brincava ginasticamente, turbulentamente; no quintal sonhava na intimidade de mim mesmo. Aquele quintal era o meu pequeno mundo dentro do grande mundo da vida”.</p>
<p>O projeto Quintal do Bandeira é uma realização do Espaço Pasárgada (Fundarpe) em parceria com a Coordenadoria de Literatura (Secretaria de Cultura de Pernambuco).</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>Quintal do Bandeira – &#8220;Antenas no Mangue do meu Quintal: Chico, Josué e Cabral&#8221;<br />
Quando: 26 de maio de 2022 (quinta-feira), às 19h<br />
Transmissão pelo canal da Secult-PE/Fundarpe no YouTube: <a href="youtube.com/SecultPE" target="_blank">youtube.com/SecultPE</a></p>
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		<title>Saraus em Pasárgada homenageia a memória de Chico Science</title>
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		<pubDate>Wed, 11 May 2022 19:53:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Saraus em Pasárgada, iniciativa da Secult-PE/Fundarpe, celebra nesta sexta-feira (13), um dos maiores talentos da cultura pernambucana e nacional. Com o tema &#8220;Rios, Pontes e Overdrives- Homenagem a Chico Science e poetas que cantam o Recife&#8221;, o projeto lembra os 25 anos da partida do maior expoente do movimento manguebit. Para participar da ação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-11-at-16.34.49.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93621" alt="WhatsApp Image 2022-05-11 at 16.34.49" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-11-at-16.34.49-485x486.jpeg" width="485" height="486" /></a></p>
<p>O Saraus em Pasárgada, iniciativa da Secult-PE/Fundarpe, celebra nesta sexta-feira (13), um dos maiores talentos da cultura pernambucana e nacional. Com o tema &#8220;Rios, Pontes e Overdrives- Homenagem a Chico Science e poetas que cantam o Recife&#8221;, o projeto lembra os 25 anos da partida do maior expoente do movimento manguebit.</p>
<p>Para participar da ação virtual, as pessoas interessadas podem gravar um poema, cantando ou declamando, postar no próprio perfil do Instagram e marcar os canais oficiais do Espaço Pasárgada (@manuelbandeira.pasargada) e Secretaria de Cultura (@culturape). Serão bem-vindos poemas que falam do Recife, do rio e da poética do mangue. Na sexta, a partir das 18h, eles serão repostados.</p>
<p>&#8220;A ideia desta edição é homenagear Chico Science e seu legado, aproveitando para lançar uma luz em toda a cena que se construiu com ele e durante estes mais de 30 anos do movimento mangue. A partir daí, lançar um olhar para os poemas que falam da nossa cidade. Para a poesia que veio antes, durante e depois. Que vê a cidade a partir do rio, do mangue, e das suas múltiplas relações&#8221;, explica Marília Mendes, gestora do Espaço Pasárgada.</p>
<p>Francisco de Assis França nasceu em Olinda, no dia 13 de março de 1966. Sob a alcunha de Chico Science, gravou os aclamados álbuns &#8220;Da lama ao caos&#8221; e &#8220;Afrociberdelia&#8221; com a Nação Zumbi.</p>
<p>Chico Science foi considerado um dos Cem Maiores Artistas da Música Brasileira, em votação com especialistas organizada, em outubro de 2008, pela revista Rolling Stone. O malungo ocupou o 16ª lugar. O artista faleceu no dia 2 de fevereiro de 1997, em um acidente de carro.</p>
<p><strong>ESPAÇO PASÁRGADA –</strong> Foi no sobrado nº 263 da Rua da União, hoje Espaço Pasárgada, onde o poeta Manuel Bandeira viveu parte da sua infância, dos seis aos dez anos. O casarão em estilo neoclássico, de propriedade do avô de Bandeira, inspirou vários de seus poemas.</p>
<p>Em 19 de abril de 1986, dia do centenário de nascimento do poeta, a já conhecida Casa de Manuel Bandeira foi inaugurada com o nome de Espaço Pasárgada.</p>
<p>O prédio, construído em 1825 e tombado pelo Governo do Estado, através da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em 1983, passou a funcionar como um espaço de preservação da obra do poeta e de fomento à literatura.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Saraus em Pasárgada: &#8221;Rios, Pontes e Overdrives- Homenagem a Chico Science e poetas que cantam o Recife&#8221;<br />
Quando: 13 de maio (sexta-feira), às 18h<br />
Envie seu poema e marque os perfis: @culturape e @manuelbandeira.pasargada</p>
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		<title>Exposição em homenagem ao Manguebeat entra em cartaz na Torre Malakoff</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Mar 2016 18:20:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Torre Malakoff, equipamento cultural gerido pela Secult-PE/Fundarpe, recebe, a partir deste sábado (12), a exposição &#8220;Do Caos à Lata&#8221;. A mostra, que integra a programação da 8ª edição do Festival Internacional de Graffiti &#8211; Recifusion, revisita a proposta estética do movimento Manguebeat, através dos traços e desenhos de sete grafiteiros pernambucanos: Johny Cavalcanti, Arbos, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_34570" aria-labelledby="figcaption_attachment_34570" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/exposicao-do-caos-a-lata-recifusion-torre-malakoff-foto-rodrigo-ramos.jpg"><img class="size-medium wp-image-34570" alt="Rodrigo Ramos/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/exposicao-do-caos-a-lata-recifusion-torre-malakoff-foto-rodrigo-ramos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A mostra reunirá sete grafiteiros pernambucanos</p></div>
<p>A Torre Malakoff, equipamento cultural gerido pela Secult-PE/Fundarpe, recebe, a partir deste sábado (12), a exposição &#8220;Do Caos à Lata&#8221;. A mostra, que integra a programação da 8ª edição do Festival Internacional de Graffiti &#8211; Recifusion, revisita a proposta estética do movimento <em>Manguebeat</em>, através dos traços e desenhos de sete grafiteiros pernambucanos: Johny Cavalcanti, Arbos, Azul de Barros, Guga Baygon, Rafa B, Skaz e Splash.</p>
<p>&#8220;O <em>Manguebeat</em> influenciou diretamente a cena do <em>hip hop</em> pernambucano, e a busca por elementos de nossas raízes agrega nossa identidade urbana. O graffiti é um agente multiplicador desses elementos, e, nessa exposição, pretendemos reviver as experiências, as estéticas e as características vindas das margens do mangue&#8221;, disse Johny Cavalcanti, idealizador e organizador do Recifusion. A inauguração da exposição contará com uma roda de <em>break</em>, em homenagem a Chico Science, que, antes de estourar como o porta-voz do <em>Manguebeat</em>, era <em>b-box</em>.</p>
<div id="attachment_34571" aria-labelledby="figcaption_attachment_34571" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/exposicao-do-caos-a-lata.jpg"><img class="size-medium wp-image-34571" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/exposicao-do-caos-a-lata-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Arbos, Azul de Barros, Guga Baygon, Rafa B, Skaz e Splash vão expor suas obras na Torre Malakoff</p></div>
<p>&#8220;Do Caos à Lata&#8221; reúne 28 obras (quatro de cada artista), três painéis de 6 metros, que ficarão expostos na fachada do equipamento cultural, e uma sala com dois painéis fixos. &#8220;Além de promover um encontro de gerações do <em>grafitti</em> e seus estilos, a exposição pretende contribuir para formação de uma rede crítica e diálogo em torno da cultura <em>hip hop</em>&#8220;, contou Johny. De acordo com ele, nesses oito anos do Recifusion, o festival ajudou a despertar a verve artística de vários jovens, que começaram a grafitar a partir das oficinas do evento, e ajudou a criar um movimento que ultrapassa as atividades do projeto.</p>
<div id="attachment_34572" aria-labelledby="figcaption_attachment_34572" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/exposicao-do-caos-a-lata-recifusion-torre-malakoff-foto-rodrigo-ramos-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-34572" alt="Rodrigo Ramos/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/exposicao-do-caos-a-lata-recifusion-torre-malakoff-foto-rodrigo-ramos-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Johny Cavalcanti é o idealizador do Recifusion</p></div>
<p>Além da exposição, que ficará em cartaz até o dia 27/3, a Torre Malakoff sediou nesta quinta (10) e sexta-feira (11) a oficina &#8220;Catamisto&#8221;. Ministrada pelo artista plástico André Soares Monteiro, a atividade consiste em recriar, artisticamente, uma impressão ou foto já existente em novas imagens. &#8220;Nesse trabalho, unimos os conceitos de sustentabilidade e arte de forma lúdica e de grande relevância social&#8221;, contou Soares. Autodidata, André é idealizador do “Catamisto” - catar e misturar o lixo, transformando em arte, um movimento que surgiu no fim da década de 70 e que tem como principal característica a transformação de materiais recicláveis em arte socioambiental. Para a atividade, foram convidados estudantes das redes municipal e estadual de ensino, que inauguraram a Sala de Oficinas, um espaço para oficinas voltadas para crianças, desenvolvidas pelo Educativo da Torre Malakoff, com temas que envolvem as exposições em cartaz e também atividades propostas por artistas e arte-educadores convidados.</p>
<div id="attachment_34577" aria-labelledby="figcaption_attachment_34577" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/exposicao-do-caos-a-lata-recifusion-torre-malakoff-foto-rodrigo-ramos-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-34577" alt="Rodrigo Ramos/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/exposicao-do-caos-a-lata-recifusion-torre-malakoff-foto-rodrigo-ramos-3-607x429.jpg" width="607" height="429" /></a><p class="wp-caption-text">O equipamento recebeu os estudantes da rede municipal de ensino para oficina Catamisto</p></div>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Inauguração da exposição coletiva &#8220;Do Caos à Lata&#8221;<br />
Dia: de 12/03 (sábado)<br />
Horário: 16h<br />
Local: Torre Malakoff (Praça do Arsenal, S/N, Bairro do Recife – Recife/PE)<br />
Acesso gratuito</p>
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		<item>
		<title>Exposição sobre Chico Science fica em cartaz até 13 de março</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-sobre-chico-science-fica-em-cartaz-ate-13-de-marco/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Feb 2016 17:20:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[chico science]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[manguebeat]]></category>
		<category><![CDATA[Museu da Cidade do Recife]]></category>
		<category><![CDATA[unicap]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem ainda não foi visitar terá agora mais tempo para conhecer a exposição MangueBeat, instalada no Museu da Cidade do Recife. O encerramento da mostra, previsto para o último domingo (28), foi prorrogado para o dia 13 de março, data em que Chico Science daria 50 anos. Criada com a proposta de marcar o cinquentenário [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_34044" aria-labelledby="figcaption_attachment_34044" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/25224637005_64c9059ec9_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-34044 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/25224637005_64c9059ec9_z-607x445.jpg" width="607" height="445" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra apresenta 28 fotografias que retratam universo criado por Chico Science, um dos fundadores do movimento Manguebeat</p></div>
<p>Quem ainda não foi visitar terá agora mais tempo para conhecer a exposição MangueBeat, instalada no Museu da Cidade do Recife. O encerramento da mostra, previsto para o último domingo (28), foi prorrogado para o dia 13 de março, data em que Chico Science daria 50 anos.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artesvisuais/mostra-inspirada-em-chico-science-segue-no-museu-da-cidade-do-recife/">Criada com a proposta de marcar o cinquentenário do líder do movimento Manguebeat,</a> a exposição apresenta 28 fotografias que retratam o universo temático criado pelo &#8220;caranguejo com cérebro&#8221;, como o cotidiano das ruas e dos mangues da capital pernambucana.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/25106350162_cc77b38125_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-34041 aligncenter" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/25106350162_cc77b38125_z-607x451.jpg" width="607" height="451" /></a></p>
<p>A mostra é uma realização do museu em parceria com a Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) e já contou com mais de 2.500 visitas, entre escolas públicas e privadas, ONGs e grupos especiais. As fotos foram produzidas por 22 alunos concluintes do curso de fotografia da Unicap, e tiveram a curadoria da diretora do Museu, Betânia Corrêa, e das professoras da Unicap, Renata Victor e Germana Soares.</p>
<p>As imagens contam com impressão fine art e variação de tamanho entre 60&#215;40 e 20&#215;30, e são inspiradas nos elementos estéticos presentes no movimento cultural liderado por Chico Science, como a lama e o mangue, o vestuário do folguedo cavalo-marinho e, claro, o famoso chapéu de palha.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/24929017590_665408858c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-34040 aligncenter" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/24929017590_665408858c_z-607x336.jpg" width="607" height="336" /></a></p>
<p>Além das fotografias, ‘Manguebeat’ conta com alguns recursos multimídia. Num dos telões são projetados mais de 40 clipes de bandas que de alguma forma tem envolvimento com o manguebeat, como Sheik Tosado, Mundo Livre S/A, Nação Zumbi e Eddie. Noutro, o público poderá assistir ao documentário Manguebeat – 10 anos de efervescência cultural, lançado em 2003 e dirigido por Alessandro Guedes e Juliano Domingues, e que conta um pouco sobre como surgiu um dos movimentos culturais mais importantes do país nos últimos anos.</p>
<p>A visitação ao Museu da Cidade do Recife pode ser feita de terça a domingo, das 9h às 17h. A entrada é gratuita.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Exposição Manguebeat</em><br />
Até o dia 13 de março<br />
Local: Museu da Cidade do Recife (Forte das Cinco Pontas), São José<br />
Horário de visitação: de terça a domingo, das 9h às 17h<br />
Entrada Gratuita<br />
Informações: 3355.3106 / 3107</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mostra inspirada em Chico Science segue no Museu da Cidade do Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mostra-inspirada-em-chico-science-segue-no-museu-da-cidade-do-recife/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2016 14:43:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[capibaribe meu rio]]></category>
		<category><![CDATA[chico science]]></category>
		<category><![CDATA[doce recife]]></category>
		<category><![CDATA[mangue]]></category>
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		<description><![CDATA[por Marcus Iglesias Criada com a proposta de comemorar os cinquenta anos de nascimento de Chico Science, um dos artistas mais instigantes das últimas décadas, a exposição ‘Manguebeat’, instalada no Museu da Cidade do Recife, segue aberta ao público até o próximo domingo (28). A mostra é uma realização do museu em parceria com a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_34043" aria-labelledby="figcaption_attachment_34043" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/25224614075_a20baee7b5_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-34043 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/25224614075_a20baee7b5_z-607x423.jpg" width="607" height="423" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição inspirada no universo criado por Chico Science já foi visitada por cerca de 2.500 pessoas</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>por Marcus Iglesias<br />
</strong></p>
<p>Criada com a proposta de comemorar os cinquenta anos de nascimento de Chico Science, um dos artistas mais instigantes das últimas décadas, a exposição <em>‘Manguebeat’</em>, instalada no <a href="https://www.facebook.com/MuseudaCidadedoRecife/?fref=ts">Museu da Cidade do Recife</a>, segue aberta ao público até o próximo domingo (28). A mostra é uma realização do museu em parceria com a Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), e apresenta 28 fotografias que retratam o universo temático criado pelo &#8220;caranguejo com cérebro&#8221;, como o cotidiano das ruas e dos mangues da capital pernambucana.</p>
<p><em>‘Manguebeat’</em> foi produzida por 22 alunos concluintes do curso de fotografia da Unicap, e teve curadoria da diretora do Museu, Betânia Corrêa, e das professoras da Unicap, Renata Victor e Germana Soares. As imagens, com impressão fine art e variação de tamanho entre 60&#215;40 e 20&#215;30, são inspiradas nos elementos estéticos presentes no movimento cultural liderado por Chico Science, como a lama e o mangue, o vestuário do folguedo cavalo-marinho e, claro, o famoso chapéu de palha.</p>
<div id="attachment_34040" aria-labelledby="figcaption_attachment_34040" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/24929017590_665408858c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-34040 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/24929017590_665408858c_z-607x336.jpg" width="607" height="336" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Manguebeat&#8217; apresenta 28 fotografias de alunos concluintes do curso de Fotografia da Universidade Católica de Pernambuco</p></div>
<p style="text-align: left;">De acordo com Jadson Barros, gerente de educação patrimonial do Museu da Cidade do Recife, cerca de 2.500 pessoas já visitaram a mostra desde sua abertura, no dia 17 de janeiro desde ano.<em> “Como a inauguração aconteceu na semana pré-carnavalesca, a gente teve uma visitação muita boa nesse período, principalmente de turistas. Só no dia da abertura tinham quase 300 pessoas pelo museu. No geral, tivemos também muita visita de estudantes do ensino público e privado, bem como ONG, projetos sociais ou grupos específicos, como pessoas da terceira idade”</em>, explica.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/25224637005_64c9059ec9_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-34044 aligncenter" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/25224637005_64c9059ec9_z-607x445.jpg" width="607" height="445" /></a><br />
Além das fotografias, a mostra<em> ‘Manguebeat’</em> conta com recursos multimídia. Num dos telões são projetados mais de 40 clipes de bandas que de alguma forma tem envolvimento com o manguebeat, como Sheik Tosado, Mundo Livre S/A, Nação Zumbi e Eddie. Noutro, o público poderá assistir ao documentário Manguebeat – 10 anos de efervescência cultural, lançado em 2003 e dirigido por Alessandro Guedes e Juliano Domingues, e que conta um pouco sobre como surgiu um dos movimentos culturais mais importantes do país nos últimos anos.</p>
<p>Ainda segundo Jadson Barros, no dia 12 de cada mês o museu oferece oficinas e atividades formativas que dialoguem com o equipamento cultural e que tenham alguma relação com a exposição em vigência.<em> “No caso da mostra inspirada em Chico Science e no Manguebeat,  realizamos a Oficina de Ecobrinquedo, em parceria com a Lixiki, que teve a participação de alunos da Escola Municipal Edite Braga, do bairro de Afogados. A atividade estimulou as crianças a utilizarem garrafas PET para criarem seus próprios brinquedos”</em>, comenta Jadson.</p>
<p>Um ponto interessante é que a exposição ‘Manguebeat’ dialoga diretamente com outra mostra, a<em> ‘Capibaribe, meu rio’</em>, numa interação tão sutil que os dois trabalhos parecem ter sido feitos em conjunto. Esta segunda, criada com 50 imagens do acervo próprio do museu, muitas da década de 40 do século passado, retrata o rio em seu curso pelo Recife, desde seus arrabaldes até sua região central. Após um ano em cartaz, seu encerramento também está marcado para o próximo domingo (28).</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/24856910849_8148074663_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-34039 aligncenter" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/24856910849_8148074663_z-607x440.jpg" width="607" height="440" /></a></p>
<p><em>“Nosso próximo passo agora é preparar a montagem da próxima exposição, intitulada ‘Doce Recife’. Esta terá como ponto central a relação da capital pernambucana com o açúcar, desde o engenho até o escoamento pelo porto, e está prevista para ser inaugurada no dia 12 de março que vem”,</em> revela Jadson Barros. Quem quiser visitar o Museu da Cidade do Recife pode ir ao local de terça a domingo, das 9h às 17h. A entrada é gratuita.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong><em>Exposição &#8216;Manguebeat</em>&#8216;</strong><br />
Local: Museu da Cidade do Recife (Forte das Cinco Pontas), São José<br />
Até domingo (28/02)<br />
Gratuito<br />
Informações: (81) 3355.3106 / 3107</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/UVab41Zn7Yc" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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