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	<title>Portal Cultura PE &#187; chorinho</title>
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		<title>Mestre Chocho faz festa para celebrar seus 96 anos de vida</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Feb 2020 13:38:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[chorinho]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre Chocho]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Vivo de Pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Mestre Chocho, Patrimônio Vivo de Pernambuco e mestre do choro pernambucano, completa 96 anos de vida neste próximo domingo (16). Para comemorar a data, os familiares convidam o público e amigos a homenageá-lo numa festa, regada a bastante chorinho, que será realizada no endereço Rua Zelindo Marafante, 84, em Jaboatão dos Guararapes, a partir [...]]]></description>
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<div id="attachment_55372" aria-labelledby="figcaption_attachment_55372" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/36237428530_17bfd0f53a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55372 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/36237428530_17bfd0f53a_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Chocho é considerado o chorão mais idoso em atividade no Brasil</p></div>
<p>Mestre Chocho, Patrimônio Vivo de Pernambuco e mestre do choro pernambucano, completa 96 anos de vida neste próximo domingo (16). Para comemorar a data, os familiares convidam o público e amigos a homenageá-lo numa festa, regada a bastante chorinho, que será realizada no endereço Rua Zelindo Marafante, 84, em Jaboatão dos Guararapes, a partir das 13h. A festa é gratuita e já conta com a presença confirmada de vários músicos e artistas como Henrique Annes, Betto do Bandolim, Walmir Chagas, Marco César e Rubem França.</p>
<p>Otaviano do Monte, conhecido como Chocho do Bandolim, ou, de forma mais honrosa, como Mestre Chocho, nasceu no dia 12 de fevereiro de 1924, no Cabo de Santo Agostinho. É hoje considerado o chorão mais idoso em atividade no Brasil.</p>
<p>São mais de 70 anos dedicados à música e ao choro, ao prazer de fazer as pessoas se sentirem bem através da arte, razão pela qual, em 2017, ao lado de outros cinco nomes da cultura popular, recebeu do Governo de Pernambuco o título de Patrimônio Vivo.</p>
<p>A história de Chocho é um clássico da boemia que passou a reinar no Recife em meados da década de 40, com a explosão das rádios e programas de música pela capital pernambucana. Também traz muita amizade, família e referências ao bairro por onde morou e mora há décadas, o bairro de Prazeres, em Jaboatão dos Guararapes. <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/chocho-o-mestre-chorao-mais-antigo-do-brasil/" target="_blank"><strong>Confira aqui</strong></a> uma reportagem sobre o Mestre Chocho.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Aniversário do Mestre Chocho<br />
Domingo (16), a partir das 13h<br />
Rua Zelindo Marafante, 84, Jaboatão dos Guararapes<br />
Gratuito</p>
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		<title>Grupo de chorinho Arranha Céu apresenta-se no MEPE</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/grupo-de-chorinho-arranha-ceu-apresenta-se-no-mepe/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2016 21:12:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Arranha Céu]]></category>
		<category><![CDATA[chorinho]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Estado de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Ouvindo e Fazendo Música no Museu do Estado de Pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[O projeto Ouvindo e Fazendo Música no Museu do Estado Pernambuco (MEPE) recebe, neste sábado (10), o grupo Arranha Céu. O quarteto, bastante conhecido nas rodas de choro da cidade, é formado de músicos que vieram de outras formações. Johnathan Malaquias (acorden), Júnior Teles (pandeiro), Bruno Nascimento (Violão 7 cordas) e Alexandre Rodrigues (Clarinete e flauta) encontram-se [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto <em>Ouvindo e Fazendo Música no Museu do Estado Pernambuco</em> (MEPE) recebe, neste sábado (10), o grupo <em>Arranha Céu</em>. O quarteto, bastante conhecido nas rodas de choro da cidade, é formado de músicos que vieram de outras formações. Johnathan Malaquias (acorden), Júnior Teles (pandeiro), Bruno Nascimento (Violão 7 cordas) e Alexandre Rodrigues (Clarinete e flauta) encontram-se no choro e desenvolvem um repertório com suas particularidades.</p>
<p>Dentre suas referências estão Nailor Proveta, Cacá Malaquias e Bozó, e no repertório tanto músicas autorais quanto de grandes compositores, como Pixinguinha e Jacob do Bandolim e outros mais atuais, como Toninho Ferragutti e Dominguinhos.</p>
<p>Os integrantes do quarteto têm ampla experiência musical. Johnathan começou a estudar aos doze anos, já passou pelo conservatório Tom Jopbim e atualmente acompanha nomes como Geraldo Azevedo. Júnior começou na mesma idade, mas sempre estudou no Conservatório Pernambucano de Música, onde atualmente aprende bateria.</p>
<p>Alexandre se formou pelo Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) e atua na Orquestra Popular do Recife. Por fim, Bruno começou a estudar violão aos 14 anos, trabalha com grupos de choro e desenvolve pesquisa com violão 7 cordas de aço.  A apresentação no MEPE começa às 17h, e os ingressos custam R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada). Conheça um pouco da performance dos músicos:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/LEBnk_1syc8" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong>Ouvindo e Fazendo Música no MEPE, com Arranha Céu</strong><br />
<strong>Quando</strong>: 10/12 (sábado), às 17h<br />
<strong>Onde:</strong> Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 – Graças, Recife – PE)<br />
<strong>Quanto:</strong> R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada)</p>
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		<title>De fados e choros&#8230; o reencontro entre Brasil e Portugal</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/de-fados-e-choros-o-reencontro-entre-brasil-e-portugal/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2015 20:38:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Andreia Matias]]></category>
		<category><![CDATA[Beto do Bandolim]]></category>
		<category><![CDATA[chorinho]]></category>
		<category><![CDATA[choro]]></category>
		<category><![CDATA[Emanuel Soares]]></category>
		<category><![CDATA[fado]]></category>
		<category><![CDATA[Kelly Rosa]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro de Santa Isabel]]></category>

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		<description><![CDATA[A dolência que embala o fado português&#8230; o requinte e a sofisticação próprios do chorinho. Tais vertentes musicais possuem similaridades? No ambiente da música contemporânea, esses diálogos são sempre possíveis. Quando Brasil e Portugal se encontram no palco, esse diálogo transcende a língua em comum e transborda ao nível dos sentimentos. Estas possibilidades estarão expostas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_26208" aria-labelledby="figcaption_attachment_26208" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/IMG_1846.jpg"><img class="size-medium wp-image-26208" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/IMG_1846-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os faditas Andreia Matias e Emanuel Soares ladeados pelo músicos Armênio Melo (esq.) e Caetano Francisco (dir.)</p></div>
<p>A dolência que embala o fado português&#8230; o requinte e a sofisticação próprios do chorinho. Tais vertentes musicais possuem similaridades? No ambiente da música contemporânea, esses diálogos são sempre possíveis. Quando Brasil e Portugal se encontram no palco, esse diálogo transcende a língua em comum e transborda ao nível dos sentimentos. Estas possibilidades estarão expostas no show “Tudo Isto é Fado!”, que será apresentado neste sábado (13), às 20h, no Teatro de Santa Isabel. No palco, os brasileiros Kelly Rosa e Beto do Bandolim farão as honras da casa, lançando luz sobre o choro. Os convidados serão os fadistas portugueses Emanuel Soares e Andreia Matias, que levarão toda a emoção do canto lusitano ao público.</p>
<p>A ideia deste encontro foi gestada a partir da incursão da paranaense Kelly Rosa no universo do fado, junto aos músicos Luigi Lagioia e Nelson Novaes. Entre idas e vindas a Portugal, e o contato com artistas locais, o desejo de aproximar as duas culturas era cada vez mais forte. Concretiza-se neste show, que faz parte da programação do I Encontro Internacional de Poesia e Música Luso brasileiras. Kelly vai além e observa semelhanças entre o fado e o choro. “O choro está para o Brasil, como o fado está para Portugal. E a vida inteira em que cantei, eu percebi uma semelhança, um parentesco entre o fado e o choro. Por que não cantá-los juntos?”, conta Kelly lançou, em , o disco Flor Amorosa, de sambas e choros.</p>
<p>Acompanhada de Beto do Bandolim, e dos músicos Alberto Guimarães (7 cordas), George Rocha (pandeiro) e Nelson Brederode (cavaquinho), Kelly vai desfiar um repertório baseado no choro, mas vai lançar o desafio baseado nesse encontro entre Brasil e Portugal. Canção do mar, um fado de Amália Rodrigues (talvez o nome mais representativo do gênero), vai ganhar uma vestimenta típica de choro. Ele sugere, também, o inverso. “Se você for pensar no ritmo do fado, você pode usar um choro, como Carinhoso, por exemplo, e cabe perfeitamente”, destaca.</p>
<div id="attachment_26209" aria-labelledby="figcaption_attachment_26209" class="wp-caption img-width-324 alignleft" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/kelly-Rosa-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-26209 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/kelly-Rosa-1-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora Kelly Rosa encontra correspondências entre o choro e o fado lusitano</p></div>
<p>Nomes que reverenciam a identidade da música portuguesa e as raízes do fado tradicional, os portugueses Emanuel Soares e Andreia Matias se apresentam pela primeira vez no Recife. No repertório, os clássicos do cancioneiro lusitano ganham destaque, num show que promete envolver o público com toda a emoção que desabrocha através das suas vozes. Tanto Emanuel quanto Andreia possuem trajetórias distintas, mas, há cerca de três anos, vem se apresentando juntos, o que resultou no disco Cumplicidade, que define bem o momento atual. Eles se apresentarão acompanhados dos músicos Caetano Francisco (violão) e Armênio Melo (guitarra portuguesa).</p>
<p>Uma das grandes questões que envolvem a percepção do fado é a sua característica dolência. O que não quer dizer, necessariamente, que é, preponderantemente, uma música triste. “O fado é uma mistura de sentimentos, e a tristeza faz parte disso também. Mas não é apenas isso. Existem os fados que falam de paixões, de saudade, sem necessariamente, serem tristes”, explica Emanuel Soares. O show deste sábado será uma oportunidade de desmistificar essa impressão e observar o fado a partir de um novo olhar. “Nós poderemos mostrar ao público que é possível nos apresentarmos por 1 hora e meia ou até duas horas sem tocar um único fado triste”, enfatiza.</p>
<p>O repertório vai passear por canções de Amália Rodrigues, Vasco Rafael, Manuel de Ameida, entre outros nomes do fado. Para Emanuel, é importante que a apresentação transmita e envolva o público com sentimentos. “Trazer verdade para o espetáculo. Esta é a nossa intenção. Conseguir transmitir ao público nossos sentimentos ao cantar o fado, e que elas também se sintam parte do espetáculo. Queremos que o fado aconteça!”, finaliza ele, utilizando uma expressão que explica quando o espetáculo consegue cumprir sua missão: emocionar o público.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>SERVIÇO<br />
<em>Show “Tudo isto é Fado!”</em><br />
<em> com Kelly Rosa e Beto do Bandolim e Emanuel Soares e Andreia Matias</em><br />
Sábado (13), a partir das 20h<br />
Teatro de Santa Isabel | Praça da República, s/n, Santo Antônio – Recife/ PE<br />
R$40 (inteira); R$20 (meia-entrada) | Camarote: R$50 (inteira); R$25 (meia-entrada)</p>
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