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	<title>Portal Cultura PE &#187; choro</title>
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		<title>Comemorações do Dia Estadual do Choro João Pernambuco de 2024 têm início pelo Mepe</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 20:09:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) é palco, neste domingo (13), às 16hs, da abertura das comemorações do Dia Estadual do Choro João Pernambuco de 2024, com o lançamento do livro Personagens do Choro Pernambucano: Canhoto da Paraíba e João Pernambuco, da escritora Teresa Sales, e da apresentação musical do Conjunto Sapucaia. As comemorações [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113891" aria-labelledby="figcaption_attachment_113891" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Guinné/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Foto2-Conjunto-Sapucaia-Crédito-Guinné.jpg"><img class="size-medium wp-image-113891" alt="Guinné/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Foto2-Conjunto-Sapucaia-Crédito-Guinné-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Conjunto Sapucaia</p></div>
<p>O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) é palco, neste domingo (13), às 16hs, da abertura das comemorações do Dia Estadual do Choro João Pernambuco de 2024, com o lançamento do livro Personagens do Choro Pernambucano: Canhoto da Paraíba e João Pernambuco, da escritora Teresa Sales, e da apresentação musical do Conjunto Sapucaia. As comemorações se estendem por todo o mês de outubro e início de novembro, percorrendo várias cidades.</p>
<p>A programação começa, às 16h, com o lançamento do livro da professora e socióloga Teresa Sales, nascida em Garanhuns (Agreste), intitulado Personagens do Choro: Canhoto da Paraíba e João Pernambuco. Doutora pela Universidade de São Paulo (USP) e professora livre-docente pela Universidade de Campinas (Unicamp) até 2005, a autora traz em seu livro uma biografia sociológica dos dois músicos focando na vida e no contexto social em que viveram e não nas especificidades de suas produções musicais.</p>
<p>Às 17h, o Conjunto Sapucaia se apresenta para o público tocando um repertório com clássicos do choro e composições autorais. O Sapucaia se destaca por sua formação típica dos primórdios do choro, com a flauta transversal atuando como solista e o violão, o cavaquinho e o pandeiro como base principal. O grupo é formado pelo flautista Fábio Santos, o violonista Wellington Nascimento, o cavaquinista Maxwell Bernardo e o pandeirista Danilo César.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira a programação nos demais municípios:</strong></span></p>
<p><strong>Dia 19/10 -</strong> roda de Choro em praça pública em Pesqueira (Agreste);</p>
<p><strong>Dia 26/10 -</strong> Apresentação dos grupos Chorões do Pajeú e Camerata Petronilo Malaquias em Carnaíba (Sertão);</p>
<p><strong>Dia 1º/11 -</strong> 5º Festival do Choro João Pernambuco, em Tacaratu (Sertão), com apresentações de José Arimatea e Kelly Rosa na Praça do Santuário.</p>
<p><strong>Dia 2/11 -</strong> na data de nascimento de João Pernambuco, acontece o segundo dia do 5º Festival do Choro João Pernambuco, em Petrolândia (Sertão), com apresentações de Betto do Bandolim e Bozó 7 Cordas no Instituto de Arte Popular João Pernambuco.</p>
<p>Segundo Betto do Bandolim, um dos diretores do Instituto Isto É Choro!, “a maior satisfação é ver o choro retomando seu protagonismo no cenário cultural e toda uma garotada da nova geração renovando e dando uma cara nova para o nosso querido chorinho”.</p>
<p>A realização das comemorações do Dia Estadual do Choro João Pernambuco é uma iniciativa do Instituto Cultural Brasileiro Isto É Choro!, com o apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>O Instituto Cultural Brasileiro Isto É Choro! é uma organização cultural de músicos e promotores do choro criado para divulgar, promover e salvaguardar o gênero. Enquanto coletivo, Isto É Choro, foi responsável pela iniciativa da instituição do Dia Estadual do Choro João Pernambuco, do Dia Municipal do Choro Luperce Miranda. Entre outras ações estão o Festival do Choro João Pernambuco, Circuito Pernambucano de Choro e Recife Carinhoso.</p>
<p>Segundo Wagner Staden, coordenador do Instituto, “a iniciativa de realizar as comemorações em várias cidades no interior do Estado tem o objetivo principal de descentralizar as comemorações e eventos que geralmente são realizadas na Região Metropolitana do Recife, fortalecer o choro e o movimento cultural no interior aumentando o pertencimento da população local com a produção cultural e proporcionar o intercâmbio entre os músicos e artistas participantes”.</p>
<p>O Dia Estadual do Choro João Pernambuco foi instituído por meio da Lei nº 14.178/2021, de autoria do deputado estadual Waldemar Borges, por iniciativa do Coletivo Isto É Choro!, que depois se tornou o Instituto Cultural Brasileiro Isto É Choro!. Este ano as comemorações têm um significado a mais por conta do choro haver recebido o título de Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro, registrado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).</p>
<p>“A criação da data é um marco importante para o reconhecimento da importância do choro em Pernambuco possibilitando a realização de uma comemoração anual que proporciona a difusão de obras, divulgação dos artistas e formação de público para o gênero, além da geração de renda para músicos, grupos musicais, técnicos, serviços culturais e comércio local”, afirma Wagner Staden, também diretor e produtor das comemorações.</p>
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		<title>País da Música que passa de geração para geração</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 06:30:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um dos motivos da perpetualidade da música pernambucana, com autenticidade, é a passagem do conhecimento e do afeto por essa arte de geração a geração. No Festival Pernambuco Meu País é possível observar esse aspeto em diversos polos. Como no País da Música, que na última noite em Gravatá (Agreste), neste domingo (28), começou e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos motivos da perpetualidade da música pernambucana, com autenticidade, é a passagem do conhecimento e do afeto por essa arte de geração a geração. No Festival Pernambuco Meu País é possível observar esse aspeto em diversos polos. Como no País da Música, que na última noite em Gravatá (Agreste), neste domingo (28), começou e encerrou com atrações que refletem essa paixão hereditária: a dupla de cantadores repetistas Daniel Olímpio &amp; Djair Olímpio, representante do município, e o cantor Taiguara Borges, do Alto José Bonifácio (Recife), sambista com o dom da versatilidade tal qual o pai, Elias Paulino, cavaquinista do gênero instrumental e um dos fundadores do Grupo Terra. A despedida do palco-caminhão da cidade contou ainda com o forró de Lucas Pereira e de Tomás Henrique e o choro e a seresta do grupo Cambucá, todos da terrinha.</p>
<p>Para encerrar um polo como o País da Música tem que ser em grande estilo. E foi assim que Taiguara Borges subiu no palco. Numa espécie de versão 2.0 do Grupo Terra (ou Grupo Terra Júnior), o cantor e sua banda trouxeram sua versão revisitada do samba pós-anos 1990 acrescida das referências de sua geração. Logo na abertura fez uma introdução dando o toque do samba com muito soul e suingue e até uma pitada de rap e hip hop.</p>
<p>No repertório, Taiguara Borges mostrou cações autorais com a mesma desenvoltura de standards de bandas que são referências para seu trabalho, como Grupo Raça e Revelação. E foi além. Acertou muito quando esbanjou versatilidade em versões para temas consagrados de Cazuza, Alceu Valença, Dominguinhos, Chico Sciense &amp; Nação Zumbi, Lenine, Nena Queiroga e André Rio.</p>
<p>E por falar em repertório, taí algo que a dupla Daniel Olímpio &amp; Djair Olímpio de tem de sobra. Encarregados de abrir os trabalhos no País da Música neste domingo, pai e filho deram uma verdadeira aula de tudo o que faz parte do universo dos cantadores. Na base do improviso peculiar ao gênero mostraram repentes, canções, poemas e poesias declamadas despertando a curiosidade do público, sobretudo visitante, pois quem é de Gravatá já conhece bem a dupla e esse estilo musical.</p>
<p>E conhece bem também o forró, que teve no caminhão-palco, na mesma noite, duas atrações locais que colocaram o povo para dançar. A primeira delas foi o cantor e acordeonista Lucas Pereira, que apostou no formato garantido, com clássicos do gênero, do pé de serra aos xotes modernos e estilizados que ficaram famosos nas vozes de Luiz Gonzaga, Flávio José, Petrúcio Amorim, Flávio Leandro e Gilberto Gil e com a banda Mastruz com Leite. Foi outro artista que prestou homenagem a Alceu Valença, atração do polo Pernambuco Meu País, na mesma noite, cantando Maria dos Santos (parceria com Don Tronxo).</p>
<p>O também forrozeiro Tomás Henrique apresentou seu forró bregão, com canções em que prevalece a referência da música brega. O show contou ainda com a participação da cantora Vera Freitas, do município de Pombos (também no Agreste), que agregou ainda mais valor ao repertório com sucessos de Alcymar Monteiro, Jacinto Silva, Elba Ramalho e de seu saudoso conterrâneo Vanildo de Pombos, a quem fez um tributo interpretando Um Galope Galopado.</p>
<p>O clima de reverência também prevaleceu na apresentação do experiente grupo Cambucá, que revisitou com segurança e desenvoltura standards do choro e da seresta com participação da cantora Rosy Aguilar. No repertório, temas de Waldir Azevedo, Sérgio Bittencourt, Sílvio Caldas e Nelson Gonçalves.</p>
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		<title>Projeto Recife Carinhoso leva chorinho de Pernambuco para o MEPE</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2019 19:19:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Criado para celebrar o choro pernambucano, o projeto Recife Carinhoso tomará conta do Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) nos próximos dois sábados, 18 e 25 de maio, sempre a partir das 17h, com entrada gratuita. Esta será a terceira edição da mostra, que surgiu da vontade de comemorar o Dia Nacional do Choro, estabelecido [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68833" aria-labelledby="figcaption_attachment_68833" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Gingadinho-Trio-créd.-divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-68833" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Gingadinho-Trio-créd.-divulgação-607x358.jpg" width="607" height="358" /></a><p class="wp-caption-text">Gingadinho Trio é uma das atrações deste sábado (25) e contará com a participação de Betto do Bandolim</p></div>
<p>Criado para celebrar o choro pernambucano, o projeto <strong>Recife Carinhoso</strong> tomará conta do <strong>Museu do Estado de Pernambuco (MEPE)</strong> nos próximos dois sábados,<strong> 18 e 25 de maio, sempre a partir das 17h, com entrada gratuita</strong>. Esta será a terceira edição da mostra, que surgiu da vontade de comemorar o Dia Nacional do Choro, estabelecido em 23 de abril como homenagem ao aniversário de Pixinguinha. O evento busca revelar a produção da nova geração de chorões do Estado, incluindo também a participação de veteranos como <strong>Betto do Bandolim, que participa da apresentação do Gingadinho Trio, compondo a programação deste sábado (25), ao lado do Granduo Brasil.</strong></p>
<p>O Choro é um gênero musical considerado como o único genuinamente brasileiro. De execução complexa e arranjos sofisticados, é comparado ao Jazz norte-americano pelos improvisos e habilidades exigidas do músico. O movimento musical do Choro em Pernambuco sempre foi muito intenso e de reconhecimento nacional. Grandes nomes, como: João Pernambuco, Rossini Ferreira, Luperce Miranda, Quincas Laranjeiras, entre tantos, colocaram Pernambuco como um dos importantes centros de efervescência do Choro no Brasil.</p>
<p>Com o tema <strong>“Diversidade musical e novas sonoridades do Choro Pernambucano”</strong>, a mostra apresenta a grande pluralidade de músicos e grupos do gênero que existem em Pernambuco na contemporaneidade. A proposta é difundir o estilo, que tem raízes muito fortes em Pernambuco, e reconhecimento nacional pela qualidade dos músicos e da produção musical do Estado. O evento é uma realização do coletivo Isto é Choro, direção musical de Betto do Bandolim e Walmir Chagas, direção geral de Wagner Staden e produção da Mamahuê produções culturais e afins.</p>
<p><strong>Confira a programação completa e saiba mais sobre as atrações abaixo:</strong></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sábado, 18/05: </span></b></p>
<p><b>Granduo Brasil<br />
Choramparo</b><br />
<b>Walmir Chagas</b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sábado, 25/05:</span></b></p>
<p><b>Sexteto Suburbano<br />
Gingadinho Trio<br />
Betto do Bandolim</b></p>
<p><b>SERVIÇO:<br />
III RECIFE CARINHOSO<br />
Quando:</b> Nos sábados de 18 e 25 de maio, sempre às 17h;<br />
<b>Onde:</b> Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) (Av. Rui Barbosa, 960, Graças – Recife/PE)<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>3º Festival de Choro ocupa a Torre Malakoff em homenagem a Henrique Annes</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/3o-festival-de-choro-ocupa-a-torre-malakoff-em-homenagem-a-henrique-annes/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Nov 2018 18:26:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Torre Malakoff, equipamento cultural do Governo de Pernambuco no bairro do Recife, recebe neste fim de semana o 3º Festival do Choro João Pernambuco. A edição deste ano acontece em homenagem a um dos maiores nomes da música pernambucana, o violonista e compositor Henrique Annes. Com mais de 50 anos de carreira, Henrique é reconhecido nacionalmente pela [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Torre Malakoff, equipamento cultural do Governo de Pernambuco no bairro do Recife, recebe neste fim de semana o <strong>3º Festival do Choro João Pernambuco</strong>. A edição deste ano acontece em homenagem a um dos maiores nomes da música pernambucana, o violonista e compositor Henrique Annes. Com mais de 50 anos de carreira, Henrique é reconhecido nacionalmente pela elaboração e sofisticação de suas obras e é carinhosamente considerado a &#8220;Memória do Violão Brasileiro&#8221;.</p>
<div id="attachment_64833" aria-labelledby="figcaption_attachment_64833" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/Foto-Bandolins.jpg"><img class="size-medium wp-image-64833" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/Foto-Bandolins-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto Bandolins para Jacob encerra a programação </p></div>
<p>Durante os dois dias de Festival, oito grupos musicais do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Bahia e Pernambuco farão shows gratuitos. A apresentação do evento ficará por conta do músico, ator e comunicador Walmir Chagas. A programação reverencia o clássico, promove o contemporâneo e proporciona o intercâmbio entre músicos. Entre as atrações confirmadas, estão Henrique Annes, como o homenageado do Festival; o professor e bandolinista Marco César com o Quinteto de Bandolins do Recife, trazendo a participação especial dos violonistas Guilherme Calzavara (PB) e Ezequias Lira (RN); o bandolinista e compositor Betto do Bandolim fazendo um Duo com o acordeonista Julio Cesar Mendes, inovando na sonoridade e na forma.</p>
<p>O concerto contará com a participação especial do percussionista Lucas dos Prazeres; pluralidade de sotaques do Choro trazendo o veterano Murmurando (CE), lançando seu 1º CD “Assovio do Tiê”, e o ecletismo do Patuscada (BA), fazendo a fusão de ritmos com o Choro, lança o 1º CD que leva o mesmo nome do grupo; Dau Barros e seu grupo trazendo a vivência das Rodas de Choro; a jovialidade do Granduo Brasil com a competência de dois jovens músicos que despontam na carreira, Ângelo Lima (clarinetista) e Rafael Meira (violonista); e fechando a programação, o Festival apresenta o projeto Bandolins para Jacob – 100 anos, uma comemoração ao centenário de Jacob do Bandolim. Quatro expoentes bandolinistas de Pernambuco, Betto do Bandolim, Marco César, Moema Macedo e Rafael Marques se reúnem para executar os clássicos do mestre Jacob.</p>
<p><strong>Confira a Programação completa e participe: </strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>III Festival do Choro JOÃO PERNAMBUCO</strong></span><br />
APRESENTAÇÃO: Walmir Chagas<br />
DATA/HORA: 01 e 02/12/2018<br />
LOCAL: Torre Malakoff, pça do Arsenal, Recife/PE<br />
DIREÇÃO MUSICAL: Betto do Bandolim<br />
DIREÇÃO GERAL e PRODUÇÃO: Wagner Staden<br />
REALIZAÇÃO: Isto é Choro!<br />
PRODUTORA: mamahuê &#8211; produções Culturais&amp;Afins<br />
ENTRADA: Gratuita</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO:</strong></p>
<p><strong>Dia 01/12 – 19h</strong><br />
19h30 &#8211; Henrique Annes, o homenageado do Festival (PE)<br />
20h30 &#8211; Quinteto de Bandolins do Recife, (PE) com o maestro Marco César (PE) e os violonistas Guilherme Calzavara (PB) e Ezequias Lira (RN)<br />
21h30 &#8211; Grupo Patuscada (BA)<br />
22h30 &#8211; Duo do bandolinista Betto do Bandolim e o acordeonista Júlio César Mendes, partic. esp. Lucas dos Prazeres (PE)</p>
<p><strong>Dia 02/12 – 16h</strong><br />
17h &#8211; Granduo Brasil, com o violonista Rafael Meira e o clarinetista Ângelo Lima (PE)<br />
18h &#8211; Dau Barros e grupo (PE)<br />
19h &#8211; Grupo Murmurando (CE)<br />
20h &#8211; Projeto Bandolins para Jacob – 100 anos, fechando o ano da comemoração do centenário de Jacob do Bandolim. (PE)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MAIS SOBRE O HOMENAGEADO </strong></p>
<p>Henrique Annes, violonista e compositor com mais de 50 anos de carreira, nasceu no Recife, no bairro de Casa Amarela. Iniciou os primeiros acordes na flauta, passou pelo cavaquinho até chegar às cordas do violão. No Conservatório Pernambucano de Música foi o criador da cadeira de violão erudito e da Orquestra de Cordas Dedilhadas de Pernambuco, na qual gravou disco homônimo lançado em vinil e depois em CD, que inclui sua composição Terra Nova.</p>
<div id="attachment_64835" aria-labelledby="figcaption_attachment_64835" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Edmar Melo/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/henrique-annes.jpg"><img class="size-medium wp-image-64835" alt="Edmar Melo/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/henrique-annes-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Henrique Annes</p></div>
<p style="text-align: justify;">Em 1996, lançou o CD Henrique Annes &amp; Oficina de Cordas de Pernambuco, ficando à frente também da direção musical ao lado do bandolinista Marco César. Com passagens pela Orquestra Sinfônica do Recife e pela Orquestra Armorial de Câmara de Pernambuco, aos 72 anos Henrique Annes tem uma trajetória reconhecida na música erudita e instrumental.</p>
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		<title>Expoentes do gênero se encontram na II edição do Festival do Choro João Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Nov 2017 17:51:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pelo segundo ano consecutivo, o choro vai ocupar o Pátio de São Pedro, no Recife, durante a segunda edição do Festival do Choro João Pernambuco. O festival deste ano conta com diversas apresentações, dentre elas nomes como Walmir Chagas e Sérgio Gusmmão, e homenageia os músicos Jehovah da Gaita e o já falecido Ivanildo Maciel. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_55375" aria-labelledby="figcaption_attachment_55375" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/35361032174_3fc1fd0e3f_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55375 " alt="Fer Verícimo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/35361032174_3fc1fd0e3f_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Betto do Bandolim, ao lado de Bozó 7Cordas, assina a direção musical do evento</p></div>
<p>Pelo segundo ano consecutivo, o choro vai ocupar o Pátio de São Pedro, no Recife, durante a segunda edição do <a href="https://www.facebook.com/Festival-do-Choro-Jo%C3%A3o-Pernambuco-140050499958246/" target="_blank"><strong>Festival do Choro João Pernambuco</strong></a>. O festival deste ano conta com diversas apresentações, dentre elas nomes como Walmir Chagas e Sérgio Gusmmão, e homenageia os músicos Jehovah da Gaita e o já falecido Ivanildo Maciel. O evento será realizado nos dias 30 de novembro, às 19h, e 1º de dezembro, às 19h30, e é aberto ao público.</p>
<p>A direção musical do evento ficou por conta de Betto do Bandolim e Bozó 7Cordas, enquanto a produção geral foi de Wagner Staden, que buscaram dar espaço a atrações que se destacam nos mais variados estilos do gênero musical.</p>
<p>No primeiro dia, o festival terá shows de Rubem França, do instrumentista e educador Alexandre Rodrigues, da gaúcha Kelly Rosa e do veterano Bozó 7Cordas, que estará acompanhado do grupo Jackson Fava. No dia seguinte, Quinteto Arraial, Vinícius Sarmento, Arthur Philipe, Betto do Bandolim e o Brasil Sonoro completam a programação.</p>
<div id="attachment_55373" aria-labelledby="figcaption_attachment_55373" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Guinné/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/20171120204328539696a.jpg"><img class="size-medium wp-image-55373" alt="Guinné/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/20171120204328539696a-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O festival terá expoentes do choro, como os músicos Rubem França, Alexandre Rodrigues, Kelly Rosa, Bozó 7Cordas, Vinícius Sarmento, Arthur Philipe e Betto do Bandolim</p></div>
<p>O Festival do Choro João Pernambuco foi criado para celebrar um dos gêneros musicais genuinamente brasileiros. Além do músico que dá nome ao evento, outros artistas destacaram-se ao investir no ritmo, nomes como Rossini Ferreira, Luperce Miranda, Quincas Laranjeiras, entre outros.</p>
<div id="attachment_55372" aria-labelledby="figcaption_attachment_55372" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/36237428530_17bfd0f53a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55372 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/36237428530_17bfd0f53a_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Chocho, Patrimônio Vivo de Pernambuco, foi o homenageado na primeira edição do evento</p></div>
<p>A primeira edição do festival foi realizada no ano passado, também no Pátio de São Pedro, homenageando o mestre Chocho, chorão instrumentista de 92 anos, considerado o mais idoso em atividade no país e atualmente Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira a programação completa do II Festival do Choro João Pernambuco:</strong></span></p>
<p><strong>30 de novembro (quinta-feira)</strong><br />
Rubem França<br />
Alexandre Rodrigues<br />
Bozó 7Cordas e o Jackson Fava<br />
Kelly Rosa</p>
<p><strong>1º de dezembro (sexta-feira)</strong><br />
Quinteto Arraial<br />
Vinícius Sarmento<br />
Betto do Bandolim e o Brasil Sonoro<br />
Arthur Philipe</p>
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		<title>De fados e choros&#8230; o reencontro entre Brasil e Portugal</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2015 20:38:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Andreia Matias]]></category>
		<category><![CDATA[Beto do Bandolim]]></category>
		<category><![CDATA[chorinho]]></category>
		<category><![CDATA[choro]]></category>
		<category><![CDATA[Emanuel Soares]]></category>
		<category><![CDATA[fado]]></category>
		<category><![CDATA[Kelly Rosa]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro de Santa Isabel]]></category>

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		<description><![CDATA[A dolência que embala o fado português&#8230; o requinte e a sofisticação próprios do chorinho. Tais vertentes musicais possuem similaridades? No ambiente da música contemporânea, esses diálogos são sempre possíveis. Quando Brasil e Portugal se encontram no palco, esse diálogo transcende a língua em comum e transborda ao nível dos sentimentos. Estas possibilidades estarão expostas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_26208" aria-labelledby="figcaption_attachment_26208" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/IMG_1846.jpg"><img class="size-medium wp-image-26208" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/IMG_1846-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os faditas Andreia Matias e Emanuel Soares ladeados pelo músicos Armênio Melo (esq.) e Caetano Francisco (dir.)</p></div>
<p>A dolência que embala o fado português&#8230; o requinte e a sofisticação próprios do chorinho. Tais vertentes musicais possuem similaridades? No ambiente da música contemporânea, esses diálogos são sempre possíveis. Quando Brasil e Portugal se encontram no palco, esse diálogo transcende a língua em comum e transborda ao nível dos sentimentos. Estas possibilidades estarão expostas no show “Tudo Isto é Fado!”, que será apresentado neste sábado (13), às 20h, no Teatro de Santa Isabel. No palco, os brasileiros Kelly Rosa e Beto do Bandolim farão as honras da casa, lançando luz sobre o choro. Os convidados serão os fadistas portugueses Emanuel Soares e Andreia Matias, que levarão toda a emoção do canto lusitano ao público.</p>
<p>A ideia deste encontro foi gestada a partir da incursão da paranaense Kelly Rosa no universo do fado, junto aos músicos Luigi Lagioia e Nelson Novaes. Entre idas e vindas a Portugal, e o contato com artistas locais, o desejo de aproximar as duas culturas era cada vez mais forte. Concretiza-se neste show, que faz parte da programação do I Encontro Internacional de Poesia e Música Luso brasileiras. Kelly vai além e observa semelhanças entre o fado e o choro. “O choro está para o Brasil, como o fado está para Portugal. E a vida inteira em que cantei, eu percebi uma semelhança, um parentesco entre o fado e o choro. Por que não cantá-los juntos?”, conta Kelly lançou, em , o disco Flor Amorosa, de sambas e choros.</p>
<p>Acompanhada de Beto do Bandolim, e dos músicos Alberto Guimarães (7 cordas), George Rocha (pandeiro) e Nelson Brederode (cavaquinho), Kelly vai desfiar um repertório baseado no choro, mas vai lançar o desafio baseado nesse encontro entre Brasil e Portugal. Canção do mar, um fado de Amália Rodrigues (talvez o nome mais representativo do gênero), vai ganhar uma vestimenta típica de choro. Ele sugere, também, o inverso. “Se você for pensar no ritmo do fado, você pode usar um choro, como Carinhoso, por exemplo, e cabe perfeitamente”, destaca.</p>
<div id="attachment_26209" aria-labelledby="figcaption_attachment_26209" class="wp-caption img-width-324 alignleft" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/kelly-Rosa-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-26209 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/kelly-Rosa-1-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora Kelly Rosa encontra correspondências entre o choro e o fado lusitano</p></div>
<p>Nomes que reverenciam a identidade da música portuguesa e as raízes do fado tradicional, os portugueses Emanuel Soares e Andreia Matias se apresentam pela primeira vez no Recife. No repertório, os clássicos do cancioneiro lusitano ganham destaque, num show que promete envolver o público com toda a emoção que desabrocha através das suas vozes. Tanto Emanuel quanto Andreia possuem trajetórias distintas, mas, há cerca de três anos, vem se apresentando juntos, o que resultou no disco Cumplicidade, que define bem o momento atual. Eles se apresentarão acompanhados dos músicos Caetano Francisco (violão) e Armênio Melo (guitarra portuguesa).</p>
<p>Uma das grandes questões que envolvem a percepção do fado é a sua característica dolência. O que não quer dizer, necessariamente, que é, preponderantemente, uma música triste. “O fado é uma mistura de sentimentos, e a tristeza faz parte disso também. Mas não é apenas isso. Existem os fados que falam de paixões, de saudade, sem necessariamente, serem tristes”, explica Emanuel Soares. O show deste sábado será uma oportunidade de desmistificar essa impressão e observar o fado a partir de um novo olhar. “Nós poderemos mostrar ao público que é possível nos apresentarmos por 1 hora e meia ou até duas horas sem tocar um único fado triste”, enfatiza.</p>
<p>O repertório vai passear por canções de Amália Rodrigues, Vasco Rafael, Manuel de Ameida, entre outros nomes do fado. Para Emanuel, é importante que a apresentação transmita e envolva o público com sentimentos. “Trazer verdade para o espetáculo. Esta é a nossa intenção. Conseguir transmitir ao público nossos sentimentos ao cantar o fado, e que elas também se sintam parte do espetáculo. Queremos que o fado aconteça!”, finaliza ele, utilizando uma expressão que explica quando o espetáculo consegue cumprir sua missão: emocionar o público.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>SERVIÇO<br />
<em>Show “Tudo isto é Fado!”</em><br />
<em> com Kelly Rosa e Beto do Bandolim e Emanuel Soares e Andreia Matias</em><br />
Sábado (13), a partir das 20h<br />
Teatro de Santa Isabel | Praça da República, s/n, Santo Antônio – Recife/ PE<br />
R$40 (inteira); R$20 (meia-entrada) | Camarote: R$50 (inteira); R$25 (meia-entrada)</p>
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