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	<title>Portal Cultura PE &#187; christina machado</title>
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		<title>Christina Machado em exposição que reúne videoarte, pintura, cerâmica e fotografias</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 18:48:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No sábado, 23 de novembro, a artista Christina Machado abriu a individual Insistância, na galeria Águas Belas, na Madalena, no Recife, com incentivo do Funcultura. A exposição, cuja curadoria é de Joana D’Arc, traz a mais recente produção da artista que já tem mais de 40 anos dedicados à arte. A palavra insistância deriva da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/CHRIS-MACHADO_2foto-julia-machado-divulgação-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114801" alt="Foto: Julia Machado/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/CHRIS-MACHADO_2foto-julia-machado-divulgação-1-607x433.jpg" width="607" height="433" /></a></p>
<p>No sábado, 23 de novembro, a artista Christina Machado abriu a individual Insistância, na galeria Águas Belas, na Madalena, no Recife, com incentivo do Funcultura. A exposição, cuja curadoria é de Joana D’Arc, traz a mais recente produção da artista que já tem mais de 40 anos dedicados à arte. A palavra insistância deriva da junção de insistência e distância. Traz a ideia de algo que precisa ser revisitado, cuidado, e essa é a proposta da artista nesta mostra que marca a reabertura da galeria após a pandemia da Covid-19.</p>
<p>Insistância celebra a trajetória da artista e vai ocupar duas salas, apresentando 31 obras, nos mais variados suportes, como vídeoarte, objeto, escultura, pintura, serigrafia, fotografia e, claro, trabalhos com argila/cerâmica, uma referência na sua produção. “Estou nesse espaço desde 1983. É um local muito rico, parte do meu desenvolvimento artístico e as obras que vou expor revelam ao público como se dá o meu processo, como as coisas vão acontecendo e como uma obra vai chamando a outra, dando mote para uma nova criação”, explica a artista.</p>
<p>“Christina Machado é uma artista rara no campo das artes visuais e da produção da arte contemporânea em nosso meio, por ter trilhado caminhos da subjetividade, da arte relacional e dos processos de cura. Ao longo de uma trajetória de mais de 40 anos de atuação completados em 2020, têm desenvolvido uma vasta e inquietante pesquisa com a argila, sobretudo, quando essa passa a colar-se a sua pele, corpo, existência e transforma-se em essência”, comenta a curadora. O recorte que será apresentado em Insistância começou a se desenhar ainda antes da pandemia.</p>
<p>“O Brasil sofre o golpe em 2016, e logo saiu a notícia de uma menina que havia sofrido um estupro coletivo por mais de 30 homens. Isso tudo me fez voltar a pensar nas vaginas, um trabalho antigo que havia iniciado pelos anos 2000”, lembra. Nessa obra das vaginas , Christina tem como matriz de gesso sua pélvis e a molda no barro, criando intervenções das mais diversas maneiras, a partir desse órgão do corpo feminino. As Vaginas são derivações de A pele é o que separa o corpo do mundo, pesquisa que é a base de todo o processo criativo da artista. “A relação entre pele e cerâmica desencadeia a criação da fôrma do corpo-pélvis e consequentemente na revelação da intimidade, tratando-se de um processo em ‘exposição’ do corpo e também da ‘desvelação de um terreno íntimo’”, escreve a artista.</p>
<p>Em 2002, ela apresentou a instalação Impressões sobre minha vagina, na Torre Malakoff, e, em 2004, decidiu quebrar essas peças na performance O que você faria se estivesse em meu lugar? Em 2019, Christina decidiu participar da Marcha das Vadias levando consigo umas das últimas vaginas que havia guardado, num protesto evidente ao contexto daquele momento. Assim nasceu o novo vídeo arte O que você faria se estivesse em meu lugar? Desse processo, foram surgindo desdobramentos. Um vestido que recebeu 33 pregos no seu ventre, numa referência explícita à notícia da garota que havia sofrido o estupro coletivo, foi escolhido para compor a coletiva À nordeste, com curadoria de Clarissa Diniz. Para essa grande exposição, que aconteceu em São Paulo, foi concebida uma nova performance, A Força , agora não mais com o movimento de quebrar vaginas, mas sim de pisar em falos feitos de argila.</p>
<p>Neste caso, era o órgão masculino carregado de simbolismo e opressão que seria amassado durante o ato. Segundo a artista, todo esse processo de revisitar essas pesquisas foi abrindo novas reflexões. Antes de fazer essa performance, por exemplo, ela precisou testar, ver a quantidade de barro que precisaria usar para confecção dos falos, tamanhos, e como iria fazer esse tapete “pêniano”, uma espécie de ensaio que foi feito para ver resultado estético. Nesse processo, ao finalizar, ela enrola o tapete e coloca no braço levando-o para a mesa, sugerindo algo maternal, de repente, sem qualquer intencionalidade chega ao formato de um grande feto. “Eu comecei a modelar e apareceu um feto. Essa experiência trouxe uma conexão sobre o que eu já estava trabalhando, me fez voltar no tempo, para um momento no passado em que tive uma perda, foi como uma provocação, uma insistência para voltar e olhar para esse trauma guardado lá no fundo”, conta Christina.</p>
<div id="attachment_114802" aria-labelledby="figcaption_attachment_114802" class="wp-caption img-width-325 alignnone" style="width: 325px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Clarissa Garcia/ Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/03-Impressões-sobre-minha-vagina-_fotografia_Clarissa-Garcia.jpg"><img class="size-medium wp-image-114802" alt="Foto: Clarissa Garcia/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/03-Impressões-sobre-minha-vagina-_fotografia_Clarissa-Garcia-325x486.jpg" width="325" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Obra Impressões sobre minha vagina</p></div>
<p>“Poeticamente a artista se propõe reviver, revolver, e, talvez até curar-se da perda e curar a todos/as nós, através de um ritual que se inicia com uma semente que germina de uma planta e leva o nome de Davi. Assim, por meio desse processo íntimo, de retorno ao ponto de reviver sua perda, para curar a dor e o vazio, traz simultaneamente à tona o tema sobre o aborto &#8211; do ponto de vista do direito das mulheres decidirem por tal gesto, direito ao seu corpo e aos seus desejos &#8211; esse trabalho no horizonte maior alcança um regime político de visualidade”, pontua Joana D’Arc.</p>
<p>A artista passou a cuidar e a observar atentamente Davi: suas flores, como brotavam e secavam com o passar do tempo. Desse processo de observação surgiu a série fotográfica Morte Natural, que de alguma maneira dialogava com toda essa pesquisa em desenvolvimento. “Essa exposição insere a artista como uma artista-floresta, proposição ou chave interpretativa, uma artista-floresta no sentido que ela não é uma coisa única, é um processo sempre compartilhado, uma semeadura. Semear foi o gesto de cura para trazer a experiência passada para o tempo presente e cristalizar a essência da vida e os sentidos da fertilização, uma semeadura”, explica a curadora. Esse caminho trilhado pela artista terminou sendo costurado no vídeo INSISTÂNCIA &#8211; Documentário Poético do percurso de uma obra. Davi-da (2020/2021).</p>
<p>Nele fica evidente o processo de criação da artista, que saiu de pele, foi para as vaginas e seguiu seu caminho derivando em muitas outras obras, como aquelas em que ela trabalha com o corpo completo de uma mulher. “É como se eu tivesse resgatado histórias lá de trás, dos anos 80, 90, dentro dessa ideia de insistência e distância”, resume a artista. Nesse movimento a artista volta à pele e cria uma nova série chamada Enxerto a partir de lâminas de cerâmica guardadas da obra A pele é o que separa o corpo do mundo e que agora se encapsulam em caixas de acrílico. A galeria Águas Belas foi se moldando a partir de 2017. À época, Christina se juntou a outros artistas, os colegas José Paulo, Joelson Gomes, Maurício Castro, Dantas Suassuana, Rinaldo Silva, Renato Vale e Daniel Santiago para promover atividades em conjunto em seu ateliê, no projeto Ocupe Chris.</p>
<p>Ao final dos trabalhos, eles decidiram realizar uma exposição, Os arrombados, no espaço apresentando a produção realizada até ali. Não demorou muito para a artista iniciar um novo grupo, apenas com artistas mulheres (Alice Vinagre, Ana Flávia Mendonça, Ana Lisboa, Irma Brown, Laura Melo e Lia Letícia) que culminou com a exposição Ocupadas, em 2019. Agora, volta a abrir ao público com a mostra Insistância, que tem também o apoio do Funcultura, e fica em cartaz até 25 de janeiro de 2025.</p>
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		<title>Documentário &#8220;Insistância&#8221; fala sobre a trajetória da artista visual Christina Machado</title>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2021 15:10:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Está disponível gratuitamente no YouTube o documentário &#8220;Insistância&#8221;. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o filme mostra o percurso de uma obra/vida da artista visual Christina Machado e apresenta, segundo a sua sinopse, &#8220;histórias vestidas de ferramentas artísticas revisitando o passado para entender o presente e se abrir para o futuro&#8221;. Uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/u7wUxpDYehs" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Está disponível gratuitamente no YouTube o documentário &#8220;Insistância&#8221;. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o filme mostra o percurso de uma obra/vida da artista visual Christina Machado e apresenta, segundo a sua sinopse, &#8220;histórias vestidas de ferramentas artísticas revisitando o passado para entender o presente e se abrir para o futuro&#8221;. Uma investigação que se inicia nos anos 90 e traz seus desdobramentos impulsionados pelo diálogo com a sociedade. Aperte o <em>play</em> e confira.</p>
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		<title>Exposição coletiva “Ocupadas” reúne obra de sete artistas mulheres</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Oct 2019 15:51:35 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_72265" aria-labelledby="figcaption_attachment_72265" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Sofia Lucchesi/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/exposicao-ocupadas-foto-sophia-luchessi.jpg"><img class="size-medium wp-image-72265" alt="Sofia Lucchesi/Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/exposicao-ocupadas-foto-sophia-luchessi-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A mostra será inaugurada no próximo dia 9 de novembro (sábado), no Ateliê das Águas Belas</p></div>
<p>Com um time renovado, agora composto por sete mulheres artistas, o projeto &#8220;Ocupe Chris&#8221;, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, chega à sua segunda edição. Há oito meses, as artistas Alice Vinagre, Ana Flávia Mendonça, Ana Lisboa, Irma Brown, Laura Melo e Lia Letícia se juntaram à Christina Machado para vivenciar coletivamente seus processos de criação no Ateliê das Águas Belas, lar e espaço de trabalho de Chris há mais de 30 anos. Tendo a argila como matéria-prima, as sete mulheres artistas desenvolveram obras que dão vida à exposição coletiva “Ocupadas”, com abertura no dia 9 de novembro (sábado), das 16h20 às 21h, no Ateliê das Águas Belas (Madalena). A mostra segue aberta até 14 de dezembro deste ano, e durante período acontecerão outras ativações no ateliê.</p>
<p>Assim como na primeira edição do projeto, que contou com os artistas José Paulo, Renato Valle, Rinaldo, Maurício Castro, Joelson, Dantas Suassuna e Daniel Santiago, além da própria Christina, as artistas se reuniram semanalmente, sempre às quintas-feiras, para produzir. Ao longo desses oito meses de vivência, elas desenvolveram trabalhos que resultaram não apenas em peças de barro, mas também em instalações e vídeos.</p>
<p>Há um importante componente nesse processo: a espontaneidade própria à experimentação com a argila, popularmente conhecida como barro. Desde o contato com a água, com o ar e o calor das mãos, passando pela adição de outros materiais como óxidos e pigmentos, até a queima da peça no forno, existe uma incerteza quanto ao que realmente acontecerá com o barro, que é conhecido também como a técnica que une o equilíbrio entre os quatro elementos. Assim, a partir de um processo de criação potencializado pela coletividade, entre conversas, afetos e acolhimentos, cada artista desenvolveu suas poéticas individuais, que são atravessadas pelas mais diversas pulsões criativas e discursivas, como questões políticas sobre direitos individuais e coletivos das mulheres e dos seres humanos como um todo.</p>
<p>Já o nome escolhido para a mostra, “Ocupadas”, tem relação com a própria condição de ser mulher: “O nome veio de Laura Melo, que é mãe e artista, assim como muitas de nós. Vem dessa ideia de que nós, mulheres, estamos constantemente ocupadas, seja trabalhando, estudando, cuidando dos filhos. É uma jornada de trabalho dupla, tripla. Estamos sempre nos desdobrando para fazer tudo”, diz Christina.</p>
<p><strong>ALICE VINAGRE</strong><br />
Alice Vinagre (João Pessoa, 1950) vem construindo sua trajetória artística desde 1980. Durante o Ocupe Chris, bastante levada pelo processo intuitivo da argila, Alice desenvolveu uma série de peças de cerâmica similares à cavernas, que lembram tempos pré-históricos.</p>
<p><strong>ANA FLÁVIA MENDONÇA</strong><br />
Ana Flávia nasceu em 1988, no Recife, e trabalha como Artista Visual desde 2016. A artista desenvolveu uma cobra de cerâmica, que, para ela, representa uma relação com a energia vital presente em todos os seres humanos, como se o animal estivesse dentro de todos nós. O embate entre essas forças representado pelo animal abre múltiplas possibilidades de interpretação e relação com a obra, que possui cerca de dois metros.</p>
<p><strong>ANA LISBOA</strong><br />
Ana Lisboa (Recife, 1960) é artista desde os anos 1980. É também professora do curso de Artes Visuais da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Além de uma instalação com peças de barro, Ana trouxe para o Ocupe Chris um vídeo, o registro da performance “Celebração”, realizada durante a vivência no Ocupe Chris, onde a artista serviu um jantar com pratos de barro feitos por ela, reativando gestos cotidianos num ritual de partilha e afeto, em que a arte é a própria vida.</p>
<p><strong>CHRISTINA MACHADO</strong><br />
Christina Machado nasceu em Belém (PA), em 1950, mas é radicada no Recife desde 1961. Trabalha como artista desde os anos 1980, quando começou a cultivar sua relação com o barro, técnica que até hoje é a base de seu trabalho, gerando fotografias, performances, vídeos, instalações, além de objetos. Para “Ocupadas”, Christina criou a instalação “Afeto”. A partir de 30 falos construídos com argila para uma performance apresentada no Sesc 24 de Maio (São Paulo-SP) no começo deste ano, em que faz menção ao caso de estupro coletivo praticado por 30 homens no Rio de Janeiro em 2016, a artista deu vida ao objeto que remete a um feto humano. O vídeo da performance realizada em São Paulo, onde Christina caminha em cima dos 30 falos, também estará na exposição.</p>
<p><strong>IRMA BROWN</strong><br />
Irma Brown (Recife, 1980) é artista visual e atriz. Está à frente da Maumau Galeria, no bairro do Espinheiro (Recife), espaço cultural independente que há mais de 10 anos realiza exposições, festas, oficinas, shows e outras atividades culturais. No Ocupe Chris, a artista construiu diversas peças que se assemelham a bocas e línguas, e evocam o constante processo de “devorar” e regurgitar, a fala, o “nó na garganta”, e tantas outros processos que passam pela boca.</p>
<p><strong>LAURA MELO</strong><br />
Laura Melo (Recife, 1986) atua como artista desde 2006, quando participou do antigo SPA das Artes. Durante o Ocupe Chris, Laura desenvolveu um “registro constante” dos feminicídios ocorridos no país, construindo 27 peças de barro (quantidade de estados do Brasil, contando com o Distrito Federal) durante todos os oito meses de vivência, registrando pelo menos um feminicídio ocorrido em cada estado em um objetos de cerâmica, em que escreve o número do estado e o mês</p>
<p><strong>LIA LETÍCIA</strong><br />
Lia Letícia nasceu em Porto Alegre, em 1975, mas tem Recife como morada e local de trabalho há mais de 20 anos, flertando com as artes visuais e o cinema desde que integrou o coletivo Molusco Lama, no final dos anos 1990. Para a exposição, Lia preparou uma instalação com obras feitas de barro e alumínio em que questiona os desastres ecológicos e sociais causados pela interferência da empresa Vale do Rio Doce nas cidades de Mariana e Brumadinho (MG).</p>
<p><strong>MÚSICA</strong><br />
A convite do Ocupe Chris, os músicos Vicente Machado e Chiquinho Moreira, ambos integrantes da banda Mombojó (PE), acompanharam o processo de criação das artistas e compuseram peças musicais inspiradas pela paisagem sonora do ateliê, misturando tanto o som de objetos comuns utilizados na produção das artistas, quanto outros sons de instrumentos musicais tradicionais. Como parte de uma das ativações da mostra, os dois artistas também farão uma apresentação ao vivo, com data a ser divulgada.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Abertura da exposição “Ocupadas”<br />
Artistas: Alice Vinagre, Ana Flávia Mendonça, Ana Lisboa, Christina Machado, Irma Brown, Laura Melo e Lia Letícia<br />
Data: 9/11 (sábado), das 16h20 às 21h<br />
Local: Ateliê das Águas Belas (R. Águas Belas, 53 &#8211; Madalena, Recife &#8211; PE)<br />
Visitação: até 14 de Dezembro | Quintas-feiras: 10h às 17h e Sábados: 14h às 19h<br />
Agendamento/informações: ocupechris@gmail.com ou através de mensagem nas páginas do <a href="https://www.facebook.com/ocupechris/" target="_blank"><strong>Facebook</strong></a> ou <a href="https://www.instagram.com/ocupechris/" target="_blank"><strong>Instagram</strong></a></p>
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		<title>Arte Plural comemora dez anos com exposição &#8220;Visões do Outro&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2015 18:10:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para celebrar seus dez anos de existência, a Arte Plural Galeria promove, nesta quarta-feira (20), a exposição Visões do Outro. Com obras dos artistas plásticos Renato Valle e Christina Machado, que recentemente lançou um site com incentivo do Funcultura, a mostra reúne desenhos, pinturas e cerâmicas, que versam sobre memória e transformações. &#8221;Christina e Renato são dois [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para celebrar seus dez anos de existência, a Arte Plural Galeria promove, nesta quarta-feira (20), a exposição <em>Visões do Outro</em>. Com obras dos artistas plásticos Renato Valle e <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/formacaocultural/argila-para-expressar-poeticas-pessoais/" target="_blank"><strong>Christina Machado</strong></a>, que recentemente lançou um <strong><a href="http://christinamachado.com.br/" target="_blank">site</a></strong> com incentivo do Funcultura, a mostra reúne desenhos, pinturas e cerâmicas, que versam sobre memória e transformações. &#8221;Christina e Renato são dois artistas que diferem formalmente mas se unem no conteúdo humano que lhes impulsiona. Eles abordam a condição de existir, de ir-e-vir entre o dentro e o fora, entre o eu e o outro. Há, porém, duas formas de se ver o outro: com os olhos da memória ou com os olhos do agora. Ambos fazem esta viagem de dentro para fora, do passado para o agora&#8221;, disse <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artesvisuais/arte-nao-e-profissao-arte-e-devocao-raul-cordula/" target="_blank"><strong>Raul Córdula</strong></a>, que assina a curadoria da exposição.</p>
<div id="attachment_24995" aria-labelledby="figcaption_attachment_24995" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/11209584_763901133729524_5274015153914241949_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-24995" alt="Visões do Outro marca os dez anos da galeria" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/11209584_763901133729524_5274015153914241949_n-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><em>Visões do Outro</em> marca os dez anos da galeria</p></div>
<p>Nos trabalhos de Renato Valle, a memória se revelerá nos desenhos que o artista fez com uma agulha de crochê que era de sua mãe, e, com isso, trará à tona temas ligados à religiosidade, família e política. Cristina Machadao, artesã de mão cheia, aproveitará a ocasião para expor uma série sobre vida e morte. A mostra segue em cartaz até o dia 20/6.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Exposição Visões do Outro<br />
</em>Quando: 19/5, às 19h, abertura só para convidados.<br />
Período de visitação ao público: de 20 de maio a 20 de junho &#8211; terça a sexta, das 13h às 19h; sábados, das 16h às 20h<br />
Onde: Rua da Moeda, 140, Bairro do Recife.<br />
Tel.: (81) 3424-4431<br />
Site: <a href="http://www.artepluralgaleria.com.br/" target="_blank"><strong>www.artepluralgaleria.com.br</strong></a></p>
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		<title>Argila para expressar poéticas pessoais</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Mar 2015 15:41:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Michelle de Assumpção Apropriar-se do barro, conhecer o barro, deixar que o caminho seja mostrado por esta matéria prima. Descobrir as possibilidades e o universo da argila e criar a partir de experiências íntimas, particulares, são alguns objetivos da oficina Expressões Através da Argila, conduzida pela artista plástica pernambucana Christina Machado. A formação de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Michelle de Assumpção</strong></em></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/christina-machado.jpg"><img class="size-medium wp-image-21901 aligncenter" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/christina-machado-607x414.jpg" width="607" height="414" /></a><br />
Apropriar-se do barro, conhecer o barro, deixar que o caminho seja mostrado por esta matéria prima. Descobrir as possibilidades e o universo da argila e criar a partir de experiências íntimas, particulares, são alguns objetivos da oficina <em>Expressões Através da Argila</em>, conduzida pela artista plástica pernambucana Christina Machado.</p>
<p>A formação de novos artistas faz parte da vida de Christina desde o ano 2000. Com turmas que variam entre 25 a 30 alunos, a experiência ensina que não há metodologia nem prazos definidos para o “término” do curso. Algumas pessoas escolhem o ateliê das Águas Belas (Madalena/Recife) para fazer dele uma extensão da própria vida. Aprendem as primeiras técnicas para transformar argila em objetos de cerâmica e transformam o lugar num espaço especial de trabalho.</p>
<p>Além dos horários já existentes, de segunda à noite e terças à tarde, Christina abriu mais uma turma, nas terças à noite, para um curso de longa duração, com conteúdo e técnica. O objetivo, segundo a artista, é <em>“compreender a estreita relação entre a argila e suas variadas formas de construção, a partir da poética de cada participante”</em>. O curso envolve a queima das peças em forno de lenha, pincéis, instrumentos e esteques, que são oferecidos pelo próprio ateliê.</p>
<p>Qualquer pessoa, iniciante ou com experiência prévia, pode fazer o curso. No mesmo espaço de aprendizado e produção, convivem quem já trabalha com argila há 10 anos e quem descobriu há seis meses. A troca faz parte do aprendizado. Não existe pressão para a transformação ou pelo ingresso do aluno na vida artística, seja como oleiro ou artista plástico da cerâmica. Depois de aprendida a técnica básica da “bola ocada”, por onde geralmente começa o trabalho com a argila, é o diálogo de cada um com a matéria prima que vai construir o caminho. <em>“Observo a relação que a pessoa tem com a vida, com o corpo, se ela está interessada em ser artista ou não, desenvolver uma produção, é o diálogo com a argila que fará esse entendimento chegar à tona”</em>, reflete Christina.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/christina.jpg"><img class="size-medium wp-image-21902 aligncenter" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/christina-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><br />
A argila é a palavra chave para tudo. Apesar desta forma holística de compreender a relação do seu trabalho com o corpo e os materiais, Christina esclarece que não faz do ateliê um espaço de terapia (mesmo que, de alguma forma, atue sim na transformação de cada indivíduo). <em>“Eu não entro muito na intimidade das pessoas, mas sei que estou ajudando elas a encontrarem um caminho próprio. Tem gente que entra aqui muito angustiada, e é quando encontra o mote do trabalho que consegue sair. Porque angústia não se cura só com remédio”</em>, diz a artista, do alto da experiência de ter passado seis anos (de 2008 a 2013) com um ateliê residência para internos do Hospital Psiquiátrico Ulysses Pernambucano, popularmente conhecido como Hospital da Tamarineira, no Recife.</p>
<div id="attachment_21903" aria-labelledby="figcaption_attachment_21903" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/rosa-christina_1.jpg"><img class="size-medium wp-image-21903" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/rosa-christina_1-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A engenheira Rosa Pandolfi já realizou 30 peças baseadas em imagens de telas consagradas</p></div>
<p><em>“O barro não é fácil de trabalhar. A maioria de nós mora em apartamento. O fato de existir um ateliê para praticar e adquirir novos conhecimentos é muito bom. Só acaba no dia que você quiser sair, mas não existe um período, aqui estamos sempre aprendendo”</em>, diz Rosa Pandolfi, engenheira civil que, desde 2010, faz aulas de cerâmica no ateliê das Águas Belas. A experiência de Rosa já lhe rendeu cerca de trinta peças, que guarda em seu apartamento, e sempre oferece de presente aos amigos. O pensamento de Christina sobre a construção deste caminho único e particular fica transparente no caso de Rosa. Ela encontrou uma forma, no mínimo, desafiadora de se expressar através da argila. Buscou em imagens de telas, pinturas como Menino Nu, de Vicente do Rego Monteiro, o mote de suas criações. Tridimensionalizar uma figura que só existia na tela, dar vida a um personagem que só possuía um plano, já é um diferencial do ato de criar, que atinge o ideal das aulas da artista plástica.</p>
<p><strong>VIDA E OBRA NA WEB</strong><br />
Pele, corpo, vivências. A arte de Christina – filha de Belém do Pará que chegou ao Recife em 1961, para viver entre os bairros da Torre e Madalena &#8211; vem das entranhas; é coração, é cabeça, pés, mãos. Formada em artes, em 1979, pela Universidade Federal de Pernambuco, fez da argila a principal matéria prima para seus experimentos no campo artístico. Os anos 80 foram dedicados ao desenvolvimento de técnicas de modelagem. Nos anos 90, quando nasce Júlia Machado, a primeira filha (já tinha dois meninos, Marcelo e Vicente, do primeiro casamento), o corpo e o universo feminino passam a permear sua produção.</p>
<p>Sempre dialogando entre o trabalho artístico e a educação, Christina produziu intensamente. <em>Tempo de Carne e Osso</em>, de 2004, é um marco no seu trabalho de intervenções urbanas. Outra intervenção e ação performática, intitulada Artérias (tanto a primeira quanto a segunda parte, em 2005 e 2006) popularizou ainda mais a artista no universo cultural pernambucano. A história da artista plástica estará em breve ao alcance do mundo: fruto de um projeto patrocinado com recursos do Funcultura, ela aguarda para breve o lançamento do seu site, criado pela web designer Renata Faccenda. Ano passado, foi tempo de mergulhar na própria trajetória para resgatá-la, em fotos, vídeos, depoimentos, memórias alheias, que resultou em mais de três mil imagens, e histórias de trinta anos de ateliê. Quem não conhece a artista que já forrou pedras e vestiu árvores, que já tatuou corações em muros e corpos da cidade, que já se despiu e virou pelo avesso, que aguarde por este mergulho profundo do qual ela sai, surpreendentemente, ainda mais viva.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong> Expressões Através da Argila</strong><br />
<em>Curso de Cerâmica de Christina Machado</em><br />
Segundas | Noite – 19h às 22h<br />
Terças | Tarde – 14h30 às 17h30<br />
Terças | Noite – 19h às 22h<br />
Ateliê das Águas Belas<br />
Rua das Águas Belas, 53, Madalena, Recife.<br />
Informações sobre valores do curso: 81 9626.8989</p>
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