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	<title>Portal Cultura PE &#187; cia. devir</title>
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		<title>Cia Devir apresenta temporada gratuita de ‘Isso não é um número de circo’</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2026 17:29:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde sua fundação, a Cia Devir encara o circo como um campo aberto de possibilidades, em diálogo permanente com outras linguagens artísticas, como o teatro, a dança e a música. Essa pesquisa permeia todas as criações da dupla formada por João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima e é a força central de “Isso não é [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Isso-não-é-um-número-de-circo-Credito-Thais-Lima-3.jpg.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123920" alt="Foto: Thais Lima/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Isso-não-é-um-número-de-circo-Credito-Thais-Lima-3.jpg-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Desde sua fundação, a Cia Devir encara o circo como um campo aberto de possibilidades, em diálogo permanente com outras linguagens artísticas, como o teatro, a dança e a música. Essa pesquisa permeia todas as criações da dupla formada por João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima e é a força central de “Isso não é um número de circo”, espetáculo que retorna aos palcos reformulado, com mudanças na dramaturgia e na encenação. A obra ganha sessões gratuitas nos dias 15, 16, 28 e 29 de maio, sempre às 19h, no Teatro Hermilo Borba Filho, seguidas por rodas de diálogos.<b> </b></p>
<p>Interessados na ideia de processo, João Lucas e Vitor iniciaram o processo deste espetáculo com uma série de experimentos em torno da Multicordas, aparelho composto por um conjunto de cordas suspensas. Esses movimentos conduziram a uma versão da obra, o primeiro espetáculo da Cia Devir, que estreou em 2022, mesclando a pesquisa de movimentos com questionamentos da dupla sobre os limites do circo no imaginário coletivo.</p>
<p>Desde então, os artistas permaneceram em estado de criação, neste e em outros trabalhos, que adicionavam novas camadas às suas práticas e poéticas, dando nova roupagem ao agora renomeado “Isso não é um número de circo”. Para a empreitada, convidaram diversos colaboradores, entre eles Marcelo Sena, que assumiu a dramaturgia junto à dupla. Figurinos, cenário e iluminação também ganharam novos contornos, potencializando os processos físicos e estéticos do espetáculo.</p>
<p>“Para nós, é muito importante ter pessoas de fora para contribuírem com seus olhares e, a partir disso, aprofundar essa perspectiva do circo que a gente quer apresentar. Neste novo momento, estamos mergulhando ainda mais nas questões que nos inquietam. Antes, a ideia de número de circo estava muito no formato, mas, hoje, enxergamos que é sobre apresentar às pessoas o tipo de circo que a Cia Devir faz, que tem a nossa cara, que expressa nossos desejos”, explica João Lucas.</p>
<p>Esse “jeito Devir” de fazer circo pensa o contemporâneo como um convite à experimentação, sem focar na ideia de perfeição ou de destreza física, no qual o público é parte fundamental do processo. Assim, a plateia é estimulada a trocar com os artistas, a pensar e sentir junto. É também uma desconstrução da ideia da criação artística como uma prática hermética; ao contrário, João Lucas e Vitor compartilham os altos e baixos da criação, com humor e sensibilidade.</p>
<p>“Ainda existe um imaginário muito fixo sobre o que é circo e nos interessa tensionar isso. Nesta nova versão, aprofundamos a ideia, o esqueleto do espetáculo é o mesmo, mas o recheio é muito diferente, mais robusto. Esse trabalho, para a gente, é processual e está sempre em movimento. Desejamos brincar com o que pode o circo, como potencializar a linguagem, aproximando o público de novas perspectivas. É uma brincadeira, uma provocação, para mostrar que o circo pode ser muitas coisas e discutir muitos assuntos”, enfatiza Vitor.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Acessibilidade e formação:</span></b></p>
<p>A democratização da arte e a formação de público estão entre os pilares das práticas da Cia Devir. Neste projeto, após todas as sessões acontecerão rodas de diálogos com o público, com o intuito de compartilhar processos e ouvir percepções. Em parceria com a VouSer Acessibilidade, acontecerá uma sessão acessível para pessoas surdas, cegas e com baixa visão, no dia 16 de maio, com intérprete de Libras e audiodescrição.</p>
<p>No dia 28, João Lucas e Vitor oferecerão uma palestra aberta ao público, após a apresentação. Aos interessados no universo circense, serão realizadas duas oficinas gratuitas de introdução às Multicordas: dia 9, no Recife, data em que a dupla também oferece um ensaio aberto ao público, com bate-papo; e no dia 23, em Caruaru. Inscrições e informações sobre as atividades estão disponíveis no Instagram da dupla (@ciadevir).</p>
<p>O projeto é uma realização da Cia Devir e conta com incentivo do Funcultura, através da Fundarpe e Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica:</span></b></p>
<p>Concepção e interpretação: João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima<br />
Dramaturgia: Marcelo Sena<br />
Trilha sonora: Samuel Nóbrega<br />
Preparação vocal: Josuel André<br />
Desenho de Luz: Natalie Revorêdo<br />
Figurino: Gabriela Holanda e Sarah Paixão<br />
Consultora de encenação: Francini Barros<br />
Produção executiva: João Lucas Cavalcanti<br />
Coordenação do projeto: Vitor Lima<br />
Assistente de produção: Kali Saxa<br />
Video: Will Oliveira<br />
Fotógrafa: Morgana Narjara<br />
Mídias Sociais: Letícia Pena<br />
Assessoria de imprensa: Márcio Bastos<br />
Designer: Carlos Pontes</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Serviço:</span></b></p>
<p>Espetáculo “Isso não é um número de circo”, da Cia Devir<br />
Local: Teatro Hermilo Borba Filho<br />
Datas: 15, 16*, 28** e 29 de maio de 2026 (sextas e sábados)<br />
* Sessão com intérprete de Libras e audiodescrição<br />
** Sessão seguida por uma palestra<br />
Horário: 19h<br />
Classificação indicativa: Livre<br />
Ingressos gratuitos, com distribuição 1h antes de cada sessão<br />
Informações: @ciadevir (Instagram)</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Cia-Devir-Card-Instagram.jpg.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123921" alt="Cia Devir - Card (Instagram).jpg" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Cia-Devir-Card-Instagram.jpg-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
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		<item>
		<title>Cia Devir apresenta o projeto “Pendular”, com apresentação, lives e oficinas gratuitas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cia-devir-apresenta-o-projeto-pendular-com-apresentacao-lives-e-oficinas-gratuitas/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 17:06:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cia. devir]]></category>
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		<description><![CDATA[A Cia Devir preparou uma programação especial para o mês de agosto, com atividades gratuitas, presenciais e on-line, que colocam em destaque o circo contemporâneo, suas práticas e possibilidades criativas. Com o projeto “Pendular”, a dupla formada por João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima oferece um ciclo de lives com artistas, oficinas e a apresentação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Cia-Devir-João-Lucas-Cavalcanti-e-Vitor-Lima-Crédito-Juliana-Barbosa-da-Silva-6.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-119807" alt="Foto: Juliana Barbosa da Silva/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Cia-Devir-João-Lucas-Cavalcanti-e-Vitor-Lima-Crédito-Juliana-Barbosa-da-Silva-6-607x403.png" width="607" height="403" /></a></p>
<p dir="ltr">A Cia Devir preparou uma programação especial para o mês de agosto, com atividades gratuitas, presenciais e on-line, que colocam em destaque o circo contemporâneo, suas práticas e possibilidades criativas. Com o projeto “Pendular”, a dupla formada por João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima oferece um ciclo de lives com artistas, oficinas e a apresentação do resultado da pesquisa que dá nome ao projeto. As ações virtuais serão transmitidas no YouTube (@ciadevir) e as presenciais acontecerão no Espaço Devir, que fica localizado na Rua Olga, 71, na Encruzilhada.</p>
<p>Desde sua formação, a Cia Devir vem desenvolvendo um trabalho de pesquisa que percebe o circo como potência, colocando-o em diálogo com outras linguagens, como a dança, o teatro e o audiovisual. Os estudos de “Pendular” partiram do desejo de investigar a portagem no trapézio de um ponto com giros, ou seja, de movimentos de rotação, e pêndulos, de translação, no qual há a alternância do papel de quem é portô (aquele que “segura”) e o volante (aquele que é “segurado”) durante as movimentações. Mas, no processo, os artistas foram além, expandindo a pesquisa de movimento e a interseção com a dança.</p>
<p>“O circo é uma arte que está muito ligada à técnica e, nesse sentido, muitas vezes há uma padronização da corporalidade. Por outro lado, sempre nos interessou expandir as possibilidades da criação, principalmente estéticas, na tentativa de encontrar um corpo que fosse menos atlético e mais livre para experimentar. Essa pesquisa parte dessa busca por uma movimentação mais autoral, tanto de João quanto de Vitor, e, para isso, fomos buscar essas ferramentas junto a profissionais de várias áreas, que nos trouxeram formas de criação a partir de várias práticas”, explicam os artistas.</p>
<p>Durante os seis meses de duração da pesquisa, João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima buscaram encontrar corporalidades individuais, com maior liberdade na construção dos movimentos. Nesse processo, focaram na interdisciplinaridade e contaram com a orientação de Amanda Homa (SP), artista do circo que reside na França, com quem eles fizeram uma residência presencial de uma semana, além de encontros on-line. Para a direção de movimento, realizaram encontros semanais com Francine Barros, professora do curso de Dança da UFPE, durante toda a pesquisa.</p>
<p>A dupla também fez uma residência artística com Júlia Franca (RJ), cujo trabalho investiga a articulação entre corpo, técnica e criação, com foco do Sistema Laban/Bartenieff. Em sua passagem pelo Recife, a artista ministrou a oficina gratuita “Corpo &#8211; espaço aéreo”, realizada em junho, no Espaço Devir.</p>
<p dir="ltr"><strong>Atividades:</strong></p>
<p>Para finalizar o projeto, durante o mês de agosto, “Pendular” ganha novo fôlego, com várias atividades on-line e presenciais gratuitas. A dupla abre a programação com o ciclo de lives “O que pode o circo?”, com transmissão no canal da Cia Devir no YouTube, sempre às 19h e com tradução em Libras. A primeira ocorre no dia 13/08 e é intitulada “Criação de pesquisa circense a partir da deficiência visual: desafios, experiências e caminhos para a inclusão”, com a artista Ana Lu. No dia 20/08, o tema é “Pesquisa e construção de corporeidade autoral no circo”, com Diana Salles; e, encerrando o ciclo, no dia 27/08, Maria Carolina Oliveira apresenta a conversa “Pesquisa acadêmica e prática no circo: articulações e possibilidades”.</p>
<p>O projeto também oferece duas oficinas gratuitas ao público: a primeira delas, “Portagem no trapézio pendular: práticas de pesquisa do corpo autoral”, acontece no dia 16/08, às 9h, e será ministrada pela Cia Devir. No dia 23/08, Francini Barros ministra a aula “Princípios somáticos para a prática de aparelhos aéreos no circo”. As oficinas são gratuitas e as inscrições devem ser feitas através de formulário disponibilizado no perfil da Cia Devir no Instagram.</p>
<p>Também no dia 23/08, às 18h30, João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima compartilham com o público o resultado da pesquisa “Pendular”, em uma apresentação aberta e gratuita, no Espaço Devir. A apresentação contará com tradução em Libras.</p>
<p>O projeto “Pendular” tem incentivo do Funcultura, Fundarpe, Secretaria de Cultura e Governo de Pernambuco.</p>
<p><strong>Saiba mais:</strong><br />
<strong>Espaço Devir - Rua Olga, 71, Encruzilhada, Recife &#8211; PE</strong></p>
<p dir="ltr">Acompanhe a Cia Devir nas redes:<br />
Instagram e YouTube – @ciadevir<br />
João Lucas Cavalcanti &#8211; @joaol.cavalcanti<br />
Vitor Lima &#8211; @vaitorlaima</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Card-Instagram.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119808" alt="Card - Instagram" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Card-Instagram-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>&#8220;Zuada: Mostra de Circo Daqui&#8221; reúne 30 artistas em apresentações gratuitas a partir desta terça (8)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/zuada-mostra-de-circo-daqui-reune-30-artistas-em-apresentacoes-gratuitas-a-partir-desta-terca-8/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Oct 2024 15:02:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Região Metropolitana do Recife é um pólo fértil de criação circense, mas, são escassas as oportunidades dos artistas apresentarem seus trabalhos, seja por falta de pautas ou mesmo por conta do formato dos números, que possuem duração mais curta. Pensando nisso, a Cia Devir, formada por João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima, idealizou a Zuada: [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113760" aria-labelledby="figcaption_attachment_113760" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Ju Barbosa/ Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Assum-Preto-da-Cia-Devir-Crédito-Ju-Barbosa-5.png"><img class="size-medium wp-image-113760" alt="Foto: Ju Barbosa/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Assum-Preto-da-Cia-Devir-Crédito-Ju-Barbosa-5-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cia Devir apresenta o número &#8220;Assum Preto&#8221;</p></div>
<p dir="ltr">A Região Metropolitana do Recife é um pólo fértil de criação circense, mas, são escassas as oportunidades dos artistas apresentarem seus trabalhos, seja por falta de pautas ou mesmo por conta do formato dos números, que possuem duração mais curta. Pensando nisso, a Cia Devir, formada por João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima, idealizou a <b>Zuada: Mostra de Circo Daqui</b>, que reúne 16 trabalhos de 30 artistas circenses da Região Metropolitana no Recife, celebrando a diversidade da cena local. Serão três sessões gratuitas, com classificação indicativa livre: dias 8/10, às 19h30, no Teatro Hermilo Borba Filho; 9/10, às 19h30, no Teatro Apolo, e 13/10, às 15h30, no Espaço Devir, em uma ação comemorativa do Dia das Crianças.</p>
<p>Desde sua fundação, a Cia Devir tem como uma de suas diretrizes o fortalecimento da cena cultural de Pernambuco. Essa preocupação se manifesta através da realização de ações formativas e também de atividades que busquem abrir espaço para os artistas apresentarem seus trabalhos e também apreciarem as criações dos seus contemporâneos (e conterrâneos). A Zuada: Mostra de Circo Daqui nasce com a proposta de possibilitar não só esse terreno fértil para os artistas, mas também para aproximá-los do público – e que esse seja o mais diverso possível.</p>
<p>Por isso, a programação tem classificação livre e foi pensada para toda a família, com intuito, também, de formação de plateia. Para aproximar ainda mais os pequenos, oferecendo desde cedo contato com a diversidade da arte circense, a apresentação do dia 13 de outubro acontece em celebração ao Dia das Crianças, com as apresentações realizadas à tarde, no Espaço Devir, sede da dupla e que tem se consolidado como local de formação e apresentações para a arte circense.</p>
<p>“A Zuada, como o nome diz, tem esse desejo do artista de fazer barulho, de ser escutado, de ser barulhento no melhor sentido. O circo é uma arte viva e o daqui é plural, mas, infelizmente, pouco visto. A gente quer estimular as redes circenses e também fazer esses encontros entre os artistas e o público. A mostra reúne artistas de diversas origens, representantes de vários grupos sociais e de diferentes vertentes do circo, desde profissionais até pessoas em processo de formação, com preocupações estéticas e poéticas muito instigantes e plurais. Juntos, podemos crescer e nos fortalecer”, afirmam João Lucas e Vitor.</p>
<p>Na ocasião, a dupla apresenta o número “Assum Preto”, trabalho idealizado quando João Lucas e Vitor ainda eram estudantes na Escola Nacional de Circo Luiz Olimecha, no Rio de Janeiro, e que serviu de base para várias das criações posteriores da Cia Devir. A criação, que ainda não tinha sido apresentada no Recife, leva o nome do clássico composto por Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira e toca, poeticamente, em temas como solidão e inadequação, mesclando técnicas circenses com o teatro, uma marca do grupo, que também é conhecido por adicionar elementos de humor e metalinguagem às suas criações.</p>
<p>Além da Devir, se apresentam na mostra artistas selecionados a partir de um processo de chamamento público, feito nas redes sociais da companhia. São eles: Palhaço Peripécia, Família Malanarquista; Cia Encanto Negro, Carla Cintía Dutra, Petit Lutin, Ariadne Bogo, Natália Lua, Palhaça Dolores Paz, Irmãos Gandaia, Cia Penduricalho, Trupe Circus, Palhaço Gambiarra, Beatriz Nascimento, Ray do Mar e Edu Malanarquista.</p>
<p>Selecionados a partir de uma convocatória, os artistas participantes da Zuada: Mostra de Circo Daqui terão a oportunidade de participar de uma formação sobre acessibilidade focada na criação para o Circo, ministrada pela VouSer Acessibilidade. A acessibilidade comunicacional é uma preocupação constante da Cia Devir e, nas sessões dos dias 9 e 13 de outubro, será oferecida acessibilidade comunicacional, com a presença de intérprete de Libras.</p>
<p>A Zuada: Mostra de Circo Daqui é uma realização da Cia Devir. As apresentações dos dias 8 e 9 de outubro têm incentivo da Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura, Governo Federal, Fundação de Cultura da Cidade do Recife e Prefeitura do Recife. A apresentação do dia 13 de outubro tem incentivo do Funcultura, Fundarpe, Secretaria Estadual de Cultura e Governo de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr"><strong>Confira a programação completa:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>08/10, às 19h30, no Teatro Hermilo Borba Filho:</strong></p>
<p dir="ltr">Mestre de Cerimônia: Palhaço Peripécia (@palhacoperipa)</p>
<p dir="ltr">Números:<br />
&#8220;Assum Preto&#8221; &#8211; Cia Devir<br />
&#8220;Água de Cuia&#8221; &#8211; Família Malanarquista<br />
&#8220;Faixa Negra&#8221; &#8211; Cia Encanto Negro<br />
&#8220;Noturna&#8221; &#8211; Carla Cintia Dutra<br />
&#8220;Sobre uma Roda&#8221; &#8211; Petit Lutin<br />
&#8220;Despertar &#8211; Ariadne Bogo<br />
&#8220;Luzir&#8221; &#8211; Natália Lua</p>
<p dir="ltr"><strong>09 de outubro, às 19h30, no Teatro Apolo (com tradução em Libras):</strong></p>
<p dir="ltr">Mestre de cerimônia: Palhaça Dolores Paz</p>
<p dir="ltr">Números:</p>
<p dir="ltr">“Assum Preto” &#8211; Cia Devir<br />
&#8220;Alavantú&#8221; &#8211; Irmãos Gandaia<br />
&#8220;Gigantesca&#8221; &#8211; Cia Penduricalho<br />
&#8220;Adágio Triple&#8221; &#8211; Trupe Circus<br />
&#8220;Em Cacos&#8221; &#8211; Palhaça Dolores Paz</p>
<p dir="ltr"><strong>13 de outubro, às 15h30, no Espaço Devir (com tradução em Libras):</strong></p>
<p dir="ltr">Mestre de Cerimônia &#8211; Palhaço Gambiarra</p>
<p dir="ltr">Números:</p>
<p dir="ltr">“Assum Preto” &#8211; Cia Devir<br />
&#8220;Song To Rosa&#8221; &#8211; Beatriz Nascimento<br />
&#8220;O Vidente&#8221; &#8211; Palhaço Peripécia<br />
&#8220;Candio na Trama do Adeus&#8221; &#8211; Ray do Mar</p>
<p dir="ltr">&#8220;A vida é Dissociação&#8221; &#8211; Edu Malanarquista<br />
&#8220;Por Amor ou Por Ofício&#8221; &#8211; Palhaço Gambiarra</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Performance da Cia Devir promove diálogos entre o circo e o frevo, em cena</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/performance-da-cia-devir-promove-dialogos-entre-o-circo-e-o-frevo-em-cena/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Mar 2024 13:26:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cia. devir]]></category>
		<category><![CDATA[governo de pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[O circo contemporâneo é um campo fértil, aberto à hibridização de linguagens. É a partir dessa força criativa das experimentações que a Cia Devir, formada pelos pernambucanos João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima, tem desenvolvido seus projetos em circo, dialogando com o teatro, a música e a dança. A performance mais recente da dupla mergulha [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_109028" aria-labelledby="figcaption_attachment_109028" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Will Oliveira/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/03/João-Lucas-Cavalcanti-e-Vitor-Lima-da-Cia-Devir-com-Inaê-Silva.-Crédito-Will-Oliveira-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-109028" alt="Will Oliveira/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/03/João-Lucas-Cavalcanti-e-Vitor-Lima-da-Cia-Devir-com-Inaê-Silva.-Crédito-Will-Oliveira-3-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O projeto promoveu uma investigação das relações cênicas e técnicas entre o frevo e as acrobacias circenses</p></div>
<p dir="ltr">O circo contemporâneo é um campo fértil, aberto à hibridização de linguagens. É a partir dessa força criativa das experimentações que a Cia Devir, formada pelos pernambucanos João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima, tem desenvolvido seus projetos em circo, dialogando com o teatro, a música e a dança. A performance mais recente da dupla mergulha nas possibilidades do encontro entre a arte circense e o frevo, buscando aproximações e particularidades nos movimentos, e enfatizando a resistência cultural dessas expressões culturais. Em parceria com a passista Inaê Silva, a Cia Devir promove uma apresentação gratuita da performance, que não tem título, no evento cultural Melodia de Budega, na Encruzilhada, neste sábado (16), às 19h30.</p>
<p dir="ltr">O desejo de João Lucas e Vitor de se debruçar sobre o frevo nasceu de experiências coletivas, enquanto pernambucanos e apaixonados por Carnaval, e também do interesse pelo corpo proposto pela dança, com seus movimentos vibrantes e sua ligação com a rua. Dessa provocação nasceu “Circo em Fervo”, projeto de pesquisa que conta com incentivo do Funcultura, no qual a dupla se lançou em um processo de pesquisa que envolveu residência artística, aulas na Escola de Frevo Maestro Fernando Borges, trocas com profissionais e estudiosos do campo, entre outras ações.</p>
<p dir="ltr">Na pesquisa, a dupla realizou ainda residência com os passistas e pesquisadores Jefferson Figueiredo e Otávio Bastos; visita guiada ao Paço do Frevo, onde puderam conversar com o historiador do museu, Luiz Vinícius Maciel, além de ter ministrado a oficina “Descobrindo o mundo do circo&#8221;, na Escola de Frevo. Outro eixo importante do projeto foi a parceria com Inaê Silva, passista que é referência nacional, com quem a Cia Devir desenvolveu uma performance como resultado da pesquisa.</p>
<p dir="ltr">“Na Escola de Frevo, tivemos a experiência, enquanto alunos, de aprender os passos da dança, a partir dos ensinamentos do mestre Nascimento do Passo, que permeia a metodologia dos professores. Também pudemos perceber as mudanças da dança, sua transformação em balé popular, ocupando não só as ruas, mas também os palcos. Tivemos contato com a tradição e o contemporâneo. Foram muitas referências para a gente aplicar na parte prática”, reflete João Lucas.</p>
<p dir="ltr">O projeto promoveu uma investigação das relações cênicas e técnicas entre o frevo e as acrobacias circenses. Os artistas buscaram inspiração na dança tipicamente pernambucana para agregá-la ao circo, sem estereótipos ou tentativas de sobrepor uma à outra. Dentre as semelhanças físicas do circo e da dança, os artistas enfatizam os movimentos de impulso, a relação com a terra e o ar, além dos movimentos acrobáticos em si. Todo o processo de criação foi acompanhado por Inaê Silva, que também está em cena na performance.</p>
<p dir="ltr">“O projeto tem diversas camadas, como uma busca de uma corporeidade. No circo contemporâneo, muitas vezes se trabalha com a dança contemporânea como base, que vem de uma realidade muito eurocentrada, ainda que tenha se expandido para o mundo. Queríamos trazer para o nosso circo a influência do nosso cotidiano, da nossa realidade. Daí o frevo. Para mim, também houve uma questão afetiva: moro no bairro da Escola de Frevo, a Encruzilhada, comecei a fazer frevo quando era criança, com Inaê, mas tive que parar. Essa pesquisa acabou sendo um resgate, na perspectiva pessoal, que me emocionou muito”, reforça Vitor.</p>
<p dir="ltr">Desde o início de 2024, a Cia Devir e Inaê têm compartilhado o resultado do projeto com o público, apresentando a performance no Instituto do Autismo, no Centro de Artes e Comunicação da UFPE e na concentração do bloco Escuta Levino, na abertura do Carnaval do Recife. A performance conta ainda com uma característica marcante do frevo e também presente no circo: a abertura para o inesperado, a interação com o público e a paisagem da  cidade.</p>
<p><strong>VIDEOCIRCO - </strong>Além das ruas, a performance de circo e frevo também ganhará as telas. A Cia Devir e Inaê Silva estrelam um videocirco baseado no projeto, que será apresentado no dia 14 de março, às 11h30, na Escola de Frevo Maestro Fernando Borges, seguido de roda de diálogo. Tanto a exibição quanto a conversa contarão com tradução em Libras.</p>
<p dir="ltr">Tomando como moldes as experimentações com videodança, a obra captura a efervescência da mistura proposta pela dupla e pela passista, tendo como cenário a cidade do Recife.</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviço:</strong><br />
Exibição do videocirco da Cia Devir<br />
Data e horário: 14 de março, às 11h30<br />
Local: Escola de Frevo Maestro Fernando Borges (Rua Castro Alves, 440, Encruzilhada)<br />
Classificação indicativa: Livre<br />
Informações: <strong><a href="mailto:companhiadevir@gmail.com" target="_blank">companhiadevir@gmail.com</a></strong></p>
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		<item>
		<title>No Teatro Hermilo Borba Filho, Cia. Devir estreia espetáculo “Nove tentativas de não sucumbir”</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 12:09:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a Cia. Devir estreia o espetáculo “Nove tentativas de não sucumbir”, no próximo dia 7 de junho (quarta-feira), no Teatro Hermilo Borba Filho. Através do circo contemporâneo, a dupla pernambucana formada por João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima, sob a direção do francês [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_101911" aria-labelledby="figcaption_attachment_101911" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Thais Lima/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/Cia-Devir-Crédito-Thais-Lima-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-101911" alt="Thais Lima/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/Cia-Devir-Crédito-Thais-Lima-3-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">A Cia. Devir é formada pela dupla pernambucana João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima</p></div>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a Cia. Devir estreia o espetáculo “Nove tentativas de não sucumbir”, no próximo dia 7 de junho (quarta-feira), no Teatro Hermilo Borba Filho. Através do circo contemporâneo, a dupla pernambucana formada por João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima, sob a direção do francês Jean-Michel Guy, constrói uma obra pulsante sobre como a inadequação atravessa nossos corpos e molda nossas experiências, seja no desejo de fazer parte ou de rejeitar o sistema, assumindo a originalidade como forma de existência.</p>
<p>“Nove tentativas de não sucumbir” é uma peça (termo que tomaram emprestado do teatro) de trapézio. Essa definição revela a maneira multidisciplinar com a qual a Cia Devir desenvolve seus processos e evidencia a forma como os artistas tecem a dramaturgia física e poética da obra. Nela, eles utilizam o trapézio de formas criativas e inusitadas, explorando diferentes alturas, da mais alta permitida pelo espaço cênico até muito próximo do chão, para estudar como seus corpos e movimentos se comportam (e se desorganizam e reorganizam). Em cena, os pernambucanos discorrem, poeticamente, sobre os sentimentos de inadequação, de rejeição social, e também de autoafirmação, de reconhecimento e empoderamento.</p>
<p>A ideia do projeto surgiu em 2016 mas, ao longo dos últimos anos, João Lucas e Vitor enveredaram por diferentes projetos, entre eles um período de formação na Escola Nacional de Circo, no Rio de Janeiro, idealizaram projetos que entrecruzavam diferentes linguagens e capitanearam ações de fomento ao circo, entre eles a abertura da sede da companhia, no Recife. Para auxiliar na construção do trabalho, os artistas convidaram o diretor francês Jean-Michel Guy, uma das maiores referências do circo contemporâneo no mundo, com quem estabeleceram uma instigante dinâmica de trocas poéticas e técnicas.</p>
<p>“Enquanto companhia, sempre tivemos essa inquietação de nos expressar através da linguagem circense, mas para dizer coisas que vão além dela mesmo, do movimento em si, o que, tradicionalmente, não acontece no circo. Foi ótimo trabalhar com Jean-Michel porque ele nos ajuda a colocar no físico as imagens dos temas que queremos trabalhar, respeitando também a nossa forma de criar. Ele traz um universo de ideias, tanto no campo racional quanto na perspectiva das metáforas. É muito intenso e também de expansão do nosso olhar”, explica João Lucas.</p>
<p>Primeira experiência da companhia com um diretor externo (os trabalhos anteriores foram supervisionados pelos próprios intérpretes), o espetáculo traz novos procedimentos artísticos e técnicos para a Devir, sem perder de vista a pesquisa e a poética da dupla. O processo sofreu interrupções por conta da pandemia de Covid-19 e só no início de 2023 foi retomado presencialmente, ganhando novos contornos.</p>
<p>“Para mim, o sentido de um espetáculo de circo só se revela realmente pouco antes da estreia e procede sempre do corpo, da invenção de gestos inéditos: o corpo de um artista de circo é sempre, em si, narrativo e portador de drama. Me interessa entender o que os corpos, sujeitos a restrições técnicas interessantes, e com a ajuda de palavras-chave ou imagens, já estão dizendo por si mesmos. E foi isso que aconteceu: o simples fato de mudar a altura do trapézio sugere um caminho de ascensão, um arranque progressivo das contingências terrestres, e daí, o tema da inadequação social, sempre em segundo plano, tornou-se o esforço artístico para escapar das normas, a busca do significado e da beleza livre”, aponta o diretor Jean-Michel Guy.</p>
<p>O repertório de Jean-Michel Guy, integrante do júri do <em>Circus Next</em>, plataforma europeia que mapeia iniciativas inovadoras no circo, também evidenciou para a dupla a importância do tempo para a criação artística. Se na França, país que mais investe no circo contemporâneo, é comum que artistas se dediquem por cerca de três anos à criação de um espetáculo, no Brasil, com a pouca atenção à área, o cenário é diferente, com pouco tempo e recursos para desenvolver as obras.</p>
<p>“A linguagem circense é baseada em técnicas físicas e, para trazer originalidade para cada obra, é necessário uma pesquisa minuciosa, com o objetivo de encontrar um vocabulário específico, criar universos através desses movimentos. É um processo de encontrar sentido, também fisicamente. O curto tempo para, de fato, conduzir o projeto e construir a dramaturgia física foi um dos desafios para materializar o espetáculo. Nosso desejo é que, no Brasil, o circo contemporâneo tenha mais espaço, estrutura e tempo, por entender que a linguagem necessita desse processo”, reforça Vitor Lima.</p>
<p>Para o diretor francês, a experiência com a Cia Devir foi igualmente instigante e deixou evidente o esforço dos brasileiros em criar um espetáculo pujante e robusto, a despeito de qualquer dificuldade.</p>
<p>“Vitor e João são pessoas que lutam com constância e tenacidade pela arte do circo, que não se deixam abater pelos obstáculos de todos os tipos que comprometem a inventividade artística no Brasil, e que, por outro lado, graças à sua formação intelectual anterior à sua aprendizagem do circo, são capazes de manejar os conceitos com alguma segurança”, afirma.</p>
<p><strong>AÇÕES FORMATIVAS -</strong> Dentro do projeto e da sua missão de fomentar a formação em circo contemporâneo em Pernambuco, a Cia Devir oferece duas ações gratuitas com Jean-Michel Guy. No dia 5 de junho, às 19h30, na Aliança Francesa, acontece a palestra “História e estética do circo contemporâneo na Europa”. O artista francês também conduz a oficina “Exploração prática da responsabilidade dramatúrgica”, na sede da Cia Devir. Todas as atividades são gratuitas.</p>
<p>O espetáculo “Nove tentativas de não sucumbir” conta com o incentivo do Funcultura Geral 2018, apoio do Consulado Francês em Recife e parcerias da Aliança Francesa em Recife e do Centro Cultural Apolo-Hermilo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span></p>
<p>Palestra “História e estética do circo contemporâneo na Europa”, com Jean-Michel Guy<br />
Quando: 5 de junho (segunda-feira), às 19h30<br />
Local: Aliança Francesa Derby (Rua Amaro Bezerra, 466, Derby)<br />
Entrada gratuita<br />
Acessibilidade em Libras</p>
<p>Espetáculo “Nove tentativas de não sucumbir”, da Cia Devir<br />
Quando: Dias 7, 8 (com audiodescrição), 15, 16 (com tradução em libras) e 18 de junho<br />
Horário: às 19h30<br />
Local: Teatro Hermilo Borba Filho (Av. Cais do Apolo, s/n, Bairro do Recife)<br />
Gratuito, com distribuição dos ingressos 1h antes da apresentação</p>
<p>Oficina “Exploração prática da responsabilidade dramatúrgica”, com Jean-Michel Guy<br />
Quando: Dias 10, das 17h às 20h, e 11 de junho, das 15h às 18h<br />
Local: Espaço Devir (Rua Olga, 71, Encruzilhada).<br />
Gratuito<br />
Inscrições: no Instagram da Cia Devir (@CiaDevir), a partir de 31 de maio [vagas limitadas]</p>
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		<title>Cia. Devir oferece oficina gratuita de aperfeiçoamento em aéreos para circenses</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2022 14:15:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cia. devir]]></category>
		<category><![CDATA[Inscrições abertas]]></category>
		<category><![CDATA[No Ar - oficina de aperfeiçoamento em aéreos para circenses]]></category>
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		<description><![CDATA[A Cia. Devir, formada pelos pernambucanos João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima, está com inscrições abertas para o curso gratuito &#8220;No Ar &#8211; oficina de aperfeiçoamento em aéreos para circenses&#8221;. O projeto, que conta com incentivo do Funcultura, oferece aulas gratuitas voltadas para artistas, professores de circo e praticantes de aéreos, ministradas por profissionais de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/MODULO-VIII-CIA-DEVIR-II-FOTO-MICAEL-BERGAMASCHI-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-96065" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/MODULO-VIII-CIA-DEVIR-II-FOTO-MICAEL-BERGAMASCHI-1-607x364.jpg" width="607" height="364" /></a></p>
<p>A Cia. Devir, formada pelos pernambucanos João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima, está com inscrições abertas para o curso gratuito &#8220;No Ar &#8211; oficina de aperfeiçoamento em aéreos para circenses&#8221;. O projeto, que conta com incentivo do Funcultura, oferece aulas gratuitas voltadas para artistas, professores de circo e praticantes de aéreos, ministradas por profissionais de diferentes partes do país, com modalidades presenciais e on-line. Os interessados poderão se inscrever de 16 a 21 de agosto, por meio do formulário disponível no link: <a href="https://forms.gle/z7ZVXHwj26Z5jyiW9" target="_blank"><strong>forms.gle/z7ZVXHwj26Z5jyiW9</strong></a>.</p>
<p>Formada por dois artistas e professores de circo que estão sempre em busca de ampliar seus conhecimentos e fortalecer redes criativas, a Cia Devir sabe bem as dificuldades para ter acesso a ações formativas fora do Sudeste. Por isso, com esse projeto, eles visam diminuir as distâncias e ampliar as pontes entre artistas de diferentes locais, valorizando os talentos de Pernambuco, do Nordeste e outras regiões.</p>
<p>“<em>É um compromisso e um desejo da Cia Devir de que haja cada vez mais formação por aqui para que as pessoas não precisem necessariamente deixar Pernambuco para adquirir conhecimento e experiência com bons profissionais. Nessa oficina, será trabalhada tanto a perspectiva de aperfeiçoamento da técnica em si, dos aparelhos, de modalidades pouco conhecidas, a exemplo da corda lisa, como também a pesquisa e a criação”</em>, explicam João Lucas e Vitor.</p>
<p>Para a dupla, mais do que simplesmente receber um conhecimento, espera-se que os participantes da oficina possam possam refletir sobre o ensino e aprendizagem das técnicas circenses e transmitir essas vivências, a fim de ampliar o alcance dessas experiências. Ao todo, o curso tem carga horária de 125 horas, divididas em oito módulos, cada um deles ministrado por um facilitador.</p>
<p>Estarão à frente dos módulos de aprendizagem especialistas brasileiros em aéreos circenses reconhecidos nacionalmente, como Raquel Karro, Verônica Piccini, Giulia Tateishi, Ana Maira Favacho, Ana Paula Perche, Mainá Souza, Maria Luiza Vieira e Vitor Lima.</p>
<p><strong>AÇÕES COMPLEMENTARES -</strong> Além das atividades da oficina No Ar, a Cia Devir pretende ampliar o acesso à formação na área circense e, para isso, oferecerá duas oficinas para iniciantes. Uma delas será realizada na cidade de Lagoa do Carro, Zona da Mata Norte de Pernambuco, tendo como público-alvo crianças. A segunda ação acontecerá no Recife e é intitulada Braile Corporal Acrobático. Nela, João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima abordarão as artes circenses para o público com deficiência visual ou com baixa visual, adaptando as técnicas de ensino para as especificidades de aprendizagem dos alunos. Ambas as oficinas terão carga horária de 5 horas/aula e maiores detalhes serão divulgados em breve, nas redes sociais da companhia..</p>
<p>Ao longo do período de realização das ações, a página da Devir no Instagram (@ciadevir) contará com conteúdos originais da companhia, além de depoimentos com as experiências de todos os profissionais convidados e dos participantes das oficinas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
No Ar &#8211; Oficina de aperfeiçoamento em aéreos para circenses<br />
Aulas: de agosto de 2022 a fevereiro de 2023 (módulos presenciais e on-line)<br />
Público-alvo: artistas, professores e praticantes de aéreos<br />
Inscrições: <a href="https://forms.gle/z7ZVXHwj26Z5jyiW9" target="_blank"><strong>forms.gle/z7ZVXHwj26Z5jyiW9</strong></a><br />
Mais informações: companhiadevir@gmail.com ou <strong><a href="https://www.instagram.com/ciadevir/" target="_blank">@ciadevir</a></strong> (Instagram)</p>
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		<item>
		<title>Cia Devir apresenta “Experimento VI: Isso (não) é um número de circo”</title>
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		<pubDate>Wed, 11 May 2022 20:09:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cia. devir]]></category>
		<category><![CDATA[Experimento VI: Isso (não) é um número de circo]]></category>

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		<description><![CDATA[O que pode o circo? Quais seus limites, se é que eles existem? Quantas barreiras podem ser cruzadas, promovendo o encontro de linguagens para criar trabalhos originais, por vezes inclassificáveis? Essas foram algumas das perguntas que nortearam a pesquisa da Cia Devir, formada pelos pernambucanos João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima, a partir da investigação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_93634" aria-labelledby="figcaption_attachment_93634" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Thaís Lima/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Multicordas-Vitor-Lima-e-João-Lucas-Cavalcanti.-Credito-Thais-Lima.jpg"><img class="size-medium wp-image-93634" alt="Thaís Lima/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Multicordas-Vitor-Lima-e-João-Lucas-Cavalcanti.-Credito-Thais-Lima-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Vitor Lima e João Lucas Cavalcanti vão aproveitar a ocasião para abrir a sede do Espaço Devir, na Encruzilhada</p></div>
<p>O que pode o circo? Quais seus limites, se é que eles existem? Quantas barreiras podem ser cruzadas, promovendo o encontro de linguagens para criar trabalhos originais, por vezes inclassificáveis? Essas foram algumas das perguntas que nortearam a pesquisa da Cia Devir, formada pelos pernambucanos João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima, a partir da investigação com o aparelho Multicordas. Eles apresentam o resultado desses estudos no próximo sábado (14)io, às 16h, quando compartilham com o público o “Experimento VI: Isso (não) é um número de circo”. O evento, que conta com os recursos do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, também marca a abertura do espaço da dupla, localizado no bairro da Encruzilhada, e, após a sessão, eles conversam com o público sobre o processo criativo.</p>
<p>Formada em 2014, a Cia Devir vem desenvolvendo um trabalho contínuo de estudos em torno do circo contemporâneo. Mais do que apenas aspectos técnicos, João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima se interessam pelas possibilidades de criação artística que o circo pode ter, inclusive em diálogo com outras linguagens, como o teatro. “Experimento VI: Isso (não) é um número de circo” foi desenvolvido dentro da linha de Inovação do Funcultura e parte justamente dessas inquietações, colocando em evidência vários elementos que constituem a identidade da dupla.</p>
<p><em>“Foram quatro meses de uma pesquisa no aparelho Multicordas, pautada não só na técnica, mas também em descobrir como queríamos estar em cena e o que queríamos falar. Queremos afirmar o circo enquanto linguagem e o circo contemporâneo como estética, não nos pa</em>utar pelo lado sobrehumano do circo. Nos interessa a espontaneidade em cena, convidar o público a pensar o circo por outros ângulos”, explica Vitor.</p>
<p>O novo trabalho marca a primeira apresentação presencial da companhia em dois anos e tem sua base de movimentos pautada nas investigações de dois corpos em contato com o aparelho multicordas &#8211; e as possibilidades que essa “cortina” formada pelas cordas de algodão oferecem em termos técnicos e cênicos. A metalinguagem é outro elemento marcante da obra, que conta ainda com uma dramaturgia instigante a respeito do fazer artístico.</p>
<p><em>“Trabalhamos com elementos autobiográficos e nos interessa muito borrar as fronteiras entre o real e o ficcional. A metalinguagem aparece também como uma forma de apresentar à plateia muitos desses elementos do circo que podem ser desconhecidos para alguns, até desmistificando algumas concepções sobre esse universo. Este ex</em>perimento quer pensar para além do virtuosismo técnico e, sim, discutir como muitas vezes as técnicas ficam a serviço da imagem e vice-versa”, completa João Lucas.</p>
<p>Para estreitar esse diálogo com o público, após a sessão os artistas promovem uma roda de diálogo com o público. A ocasião também marca a abertura oficial do Espaço Devir, que funcionará como espaço de apresentações e de atividades artísticas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
“Experimento VI: Isso (não) é um número de circo”, da Cia Devir<br />
Quando: 14 de maio de 2022 (sábado), às 16h<br />
Onde: Espaço Devir (Rua Olga, 71, Encruzilhada &#8211; Recife/PE)<br />
Gratuito, sujeito à lotação do espaço</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cia. Devir exibe apresentação inédita e oferece oficina gratuita</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 11:03:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[apresentação]]></category>
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		<category><![CDATA[Corpo circense em criação]]></category>
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		<description><![CDATA[A Cia. Devir, formada por João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima, oferta a oficina gratuita &#8220;Corpo circense em criação&#8221; e exibe um work in progress de um espetáculo, com roda de diálogo mediada pelo jornalista Márcio Bastos. As ações são a culminância do projeto de residência artística que a dupla realizou na La Grainerie, instituição [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_81196" aria-labelledby="figcaption_attachment_81196" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Pedro Elias/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/Divulgação-Pedro-Elias-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-81196" alt="Pedro Elias/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/Divulgação-Pedro-Elias-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima formam a Cia. Devir, que já se apresentou em várias cidades do Brasil e do mundo</p></div>
<p>A Cia. Devir, formada por João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima, oferta a oficina gratuita &#8220;Corpo circense em criação&#8221; e exibe um<em> work in progress</em> de um espetáculo, com roda de diálogo mediada pelo jornalista Márcio Bastos. As ações são a culminância do projeto de residência artística que a dupla realizou na <em>La Grainerie</em>, instituição dedicada ao suporte e ao fortalecimento das artes circenses sediada em Toulouse (França). A residência teve incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>O <em>work in progress</em>, até então inédito no Brasil, será exibido dia 21 de janeiro (quinta-feira), às 20h, em link a ser disponibilizado nas redes sociais da cia., seguido de um debate com o público. Trata-se do registro de uma apresentação circense realizada na<em> La Grainerie</em>, com direção de Jean Michel Guy e colaborações de Albin Warrete. O trabalho aborda a inadequação a partir da relação de dois homens inquietos com a masculinidade normativa. Segundo Vitor Lima,<em> &#8220;apresentar um projeto em processo é uma potente forma de refletir a criação artística e estimular as interlocuções&#8221;</em>. A apresentação é gratuita e será seguida de roda de diálogo aberta ao público.</p>
<p>Por sua vez, a oficina &#8220;Corpo circense em criação&#8221; será realizada entre 18 e 28 de janeiro, no espaço Casulo, e tem por objetivo oferecer suporte e orientação a artistas circenses. É uma oficina voltada à criação e ao aprofundamento de células de trabalho. Serão oferecidas ferramentas que estimulam qualidades cênicas e físicas, que ampliam as possibilidades criativas dos participantes. Neste sentido, serão momentos de escuta e estímulos, inspirados nas dinâmicas que os artistas realizaram na residência. É importante que os participantes já tenham em mente algum projeto de criação circense a ser executado. Ao todo, serão três encontros semanais, realizados durante quinze dias. As turmas serão reduzidas &#8211; totalizando duas turmas de três vagas cada –, e as aulas serão realizadas em espaço aberto, de modo a garantir uma experiência segura para todos. As inscrições poderão ser realizadas a partir do preenchimento deste formulário <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScvCGjIjLocBtbmD7yiWoWCX5Kt8Mwo_cL-TmZy825ZlbOgHw/viewform" target="_blank"><strong>bit.ly/2XtMXuY</strong></a>, até o dia 15 de janeiro.</p>
<p>A Cia. Devir foi formada em 2014 pelos artistas Vitor Lima e João Cavalcanti, e desde então tem se apresentado em diversos festivais no Brasil e exterior. A dupla também vem realizando pesquisas e participou de projetos internacionais, como o <em>Circus Incubato</em>r, um programa de intercâmbio entre França, Brasil, Suécia e Canadá, e residências no<em> La Grainerie</em> (França) e no<em> La Central del Circ</em> (Espanha).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Oficina gratuita Corpo circense em criação<br />
Quando: 18 a 28 de janeiro, nas segundas, terças e quintas-feiras.<br />
Inscrições: até 15 de janeiro (sexta-feira)<br />
Onde: Espaço Casulo (R. Oscár Pinto, 368 &#8211; Casa Amarela, Recife)<br />
Formulário:  <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScvCGjIjLocBtbmD7yiWoWCX5Kt8Mwo_cL-TmZy825ZlbOgHw/viewform" target="_blank"><strong>bit.ly/2XtMXuY</strong></a></p>
<p>Exibição de <em>work in progress</em> de espetáculo da Cia. Devir, com roda de diálogo mediada por Márcio Bastos<br />
Quando: 21 de janeiro (quinta-feira), às 20h<br />
Onde: <a href="https://www.instagram.com/ciadevir/" target="_blank"><strong>www.instagram.com/ciadevir</strong></a></p>
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