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	<title>Portal Cultura PE &#187; Ciclo de Debates Agreste Telúrico</title>
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		<title>Barro como matéria prima da arte é tema do Ciclo de Debates Agreste Telúrico</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Sep 2018 13:36:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Serviço Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Bienal do Barro do Brasil]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_62992" aria-labelledby="figcaption_attachment_62992" class="wp-caption img-width-428 aligncenter" style="width: 428px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/09/performance_carlos-melo.jpg"><img class="size-medium wp-image-62992  " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/09/performance_carlos-melo-428x486.jpg" width="428" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Numa das atividades da programação Carlos Mélo, idealizador do projeto, fará uma performance nesta sexta-feira (14)</p></div>
<p style="text-align: left;">Até o próximo sábado (15) o Museu do Barro de Caruaru sedia uma série de debates e performances do projeto Agreste Telúrico, idealizado pelo artista Carlos Mélo A proposta da iniciativa é realizar ampliar as discussões levantadas na primeira Bienal do Barro do Brasil, <em>Água mole, pedra dura</em>, realizada em 2014, e também discutir a importância da mostra para a região.</p>
<div id="attachment_62993" aria-labelledby="figcaption_attachment_62993" class="wp-caption img-width-320 alignleft" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/09/MG_9225.jpg"><img class=" wp-image-62993   " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/09/MG_9225-324x486.jpg" width="292" height="437" /></a><p class="wp-caption-text">Além do Agreste Telúrico, Mélo também criou a Bienal do Barro do Brasil, realizada em 2014 com o tema &#8216;Água mole, pedra dura&#8217;, e que será pauta das discussões deste evento</p></div>
<p><em>“Quando comecei a pensar a bienal, lá atrás, existia uma dúvida se chamaria o evento realmente de bienal, devido ao desgaste da palavra. Mas como era a primeira, optei por manter esse nome, numa espécie de contravenção. Criei essa mostra que pretendia discutir a questão do barro, indo além da cerâmica. Agora, voltamos a falar sobre a necessidade e a finalidade de uma bienal e o porquê de ter uma em que o barro seja o ponto central de reflexão”,</em> explica Carlos Mélo, que também fará uma performance nesta sexta-feira (14).</p>
<p>Além do debate que propõe, a iniciativa tem o objetivo de se colocar como um espaço de reflexões sobre as relações do barro, da tradição, da memória, da história com a arte contemporânea, bem como o lugar dos artesãos e o cenário cultural do agreste pernambucano.</p>
<p><em>“A bienal só faz sentido se estiver em total conexão com os interesses da comunidade, e possa assim criar condições, não só para o resgate da tradição, mas também para propor em sua continuidade a ampliação e produção de novos sentidos”,</em> defende Carlos Mélo.</p>
<p>O ciclo de debates também aposta na descentralização, invertendo o fluxo – já que as bienais acontecem normalmente nas capitais, e não no interior. Nesta sexta-feira (14/09), haverá o &#8216;AGRESTE/RESGATE&#8217;, que revela questões relacionadas ao lugar da sua história, memória e tradição. Participam deste encontro os palestrantes José Rufino (PB) e Carlos Mélo (PE), além dos mediadores Juliana Leitão (PE), Sonia Costa (BA) e Abel Carvalho (PE).</p>
<p>Já no sábado (15/09) é a vez do encontro &#8216;Por que uma Bienal do Barro?&#8217;, com palestras de Sonia Costa (BA), Carlos Mélo (PE) e Marcelo Cidade (SP), e mediação de Abel Carvalho (PE) e Paulo Carvalho (PE). A ideia é discutir qual a simbologia da matéria prima do barro e o que ela representa como contribuição para a contemporaneidade.</p>
<p>No primeiro dia do evento, na quinta-feira (13), foi realizada uma discussão com o mote &#8216;Por que uma Bienal?&#8217;, com a participação de Raphael Fonseca (RJ), que foi o curador da primeira edição da mostra, e de Marcus Lontra (SP), outro nome de destaque na cena curatorial brasileira.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em>Ciclo de Palestras e Perfomance Agreste Telúrico</em><br />
Até sábado (15) | 14h às 18h<br />
Museu do Barro de Caruaru<br />
Gratuito</p>
<p><strong>Programação final do Ciclo de Debates Agreste Telúrico</strong>:</p>
<p><strong>Sexta-feira (14/09)</strong><br />
AGRESTE/RESGATE.<br />
O anagrama AGRESTE/RESGATE suscita questões relacionadas ao lugar da sua história, memória e tradição.<br />
Palestrantes: José Rufino (PB) e Carlos Mélo (PE).<br />
Mediadores: Juliana Leitão (PE), Sonia Costa (BA) e Abel Carvalho (PE). Encerramento com performance de Carlos Mélo.</p>
<p><strong>Sábado (15/09)</strong><br />
Por que uma Bienal do Barro?<br />
Qual a simbologia da matéria prima do barro e o que ela representa como contribuição para a contemporaneidade.<br />
Palestrantes: Sonia Costa (BA), Carlos Mélo (PE) e Marcelo Cidade (SP).<br />
Mediadores: Abel Carvalho (PE) e Paulo Carvalho (PE)</p>
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