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	<title>Portal Cultura PE &#187; ciclo natalino</title>
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		<title>Encerramento do Pernambuco Terra Natal movimenta a Torre Malakoff e o Maspe neste sábado (20)</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 14:15:21 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/TORRE-MALAKOFF-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122315" alt="Foto: Dani Pedrosa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/TORRE-MALAKOFF-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O ciclo natalino em Pernambuco chega a mais um momento de celebração da cultura popular neste fim de semana com o encerramento da programação do Pernambuco Terra Natal, realizada pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Desde o início de dezembro, a ação vem ocupando equipamentos culturais do Estado com atividades gratuitas que valorizam a memória, a cultura popular e a criação contemporânea, reunindo apresentações artísticas, exposições, recitais literários e grupos da tradição.</p>
<p>As últimas atividades acontecem neste sábado (20), com atrações distribuídas pelo Museu de Arte Sacra de Pernambuco (Maspe) e pela Torre Malakoff, reafirmando o compromisso do Governo do Estado com o acesso democrático à cultura e a valorização das tradições do período natalino. Ao longo do mês, o público acompanhou apresentações de pastoril, reisado, cavalo-marinho, corais, ações literárias e exposições, muitas delas com a participação de Patrimônios Vivos de Pernambuco, fortalecendo a preservação e a difusão do patrimônio cultural imaterial do Estado.</p>
<p>“O Pernambuco Terra Natal reforça a importância de ocuparmos os equipamentos culturais com programações que dialogam com a memória e com a identidade do nosso povo. O encerramento coroa esse movimento de encontro do público com as tradições natalinas pernambucanas”, destaca Priscilla Marques, superintendente de Equipamentos Culturais da Fundarpe.</p>
<p>No Museu de Arte Sacra de Pernambuco, o encerramento acontece no dia 20 de dezembro, às 16h, com apresentação do Pastoril Estrela Brilhante e a abertura da exposição Presépios Regionais, que reúne produções em barro, madeira e fibras, destacando o artesanato tradicional e os símbolos do Natal pernambucano. O pastoril é liderado pela mestra Cristina Andrade, Patrimônio Vivo de Pernambuco, que fundou o grupo em 1958 e desde então mantém viva essa tradição tão pernambucana.</p>
<p>Já a Torre Malakoff recebe, no mesmo dia, às 19h, os grupos Reisado Imperial, Pastoril Profano da Véia Buchecha e Velho Cafuné, fechando a programação com manifestações que conectam ancestralidade, cultura popular e a ocupação dos espaços públicos no Bairro do Recife.</p>
<p>Com o encerramento do Pernambuco Terra Natal, a Fundarpe reafirma o papel dos seus equipamentos como espaços vivos de circulação cultural, encontros e celebração das tradições que formam a identidade de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_122316" aria-labelledby="figcaption_attachment_122316" class="wp-caption img-width-321 alignnone" style="width: 321px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro/ Secult-PE/ Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/mestra-ana-lucia-MASPE-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-122316" alt="Foto: Jan Ribeiro/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/mestra-ana-lucia-MASPE-1-321x486.jpg" width="321" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mestra Ana Lucia, Patrimônio Vivo de Pernambuco</p></div>
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		<title>Casa da Cultura em Movimento: Do Litoral ao Sertão promove encontros culturais em todo o Estado</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 19:11:35 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116297" aria-labelledby="figcaption_attachment_116297" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ronny Colors/SecultPE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/53920935840_78dfb418f5_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-116297" alt="Ronny Colors/SecultPE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/53920935840_78dfb418f5_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Dona Del do Coco</p></div>
<p>Valorizar e difundir a rica diversidade cultural de Pernambuco realizando apresentações culturais e vivências criativas até o coração do Sertão. É com essa proposta que o projeto Casa da Cultura em Movimento: Do Litoral ao Sertão lança mais uma edição, nesta sexta-feira (21), a partir das 14h, na Casa da Cultura Luiz Gonzaga (Cais da Detenção, s/nº, bairro Santo Antônio, Recife).</p>
<p>Para alcançar um público mais amplo, o projeto leva seis grupos culturais que representam os ciclos carnavalesco, junino e natalino para cidades do Agreste e Sertão. No Recife, as apresentações acontecem com o encontro de três grupos culturais da Região Metropolitana: Boi Pintado (carnavalesco), Dona Del do Coco (junino) e a Ciranda Sant’Anna (natalino).</p>
<p>Em Caruaru, no dia 21 de março, acontece a apresentação com grupos do ciclo carnavalesco na sede do Boi Tira-Teima, daquele município. As apresentações acontecem ainda em Lagoa de Itaenga, onde se apresentam grupos do ciclo natalino, Ciranda San’Anna e Grupo Cultural Caboclo; e, em Arcoverde, os grupos do ciclo junino Dona Del do Coco e Coco Trupé encerram a turnê.</p>
<p>Nesta sexta, além da apresentação, a programação conta com vivências criativas e rodas de conversa entre os grupos. As ações proporcionam uma rica troca de saberes e experiências entre grupos de diferentes regiões do Estado celebrando e reforçando as tradições da cultura popular pernambucana.</p>
<p>Com expectativa de público de até 400 pessoas, o projeto também garante a acessibilidade disponibilizando todo o conteúdo no canal do projeto no YouTube com intérprete de libras. A iniciativa visa não apenas o reconhecimento das manifestações culturais, mas também o estímulo à preservação e à difusão desses saberes para as futuras gerações.</p>
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		<title>Mestra Ana Lúcia comanda festa de Reis em Olinda com seu Pastoril Estrela de Belém</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jan 2025 19:59:31 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/16059522746_378744b488_c.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115316" alt="Costa Neto/Acervo Fundarpe/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/16059522746_378744b488_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">Se o dito popular é que o ano começa depois do Carnaval, para muitos fazedores e apreciadores da cultura popular pernambucana os novos tempos se iniciam verdadeiramente no Dia de Reis. Data em que se encerra oficialmente o ciclo natalino, o 6 de janeiro é marcado pelos tradicionais desfiles de pastoris e queimas de lapinhas, com uma forte simbologia de renovação.</p>
<p dir="ltr">Um dos grupos de pastoril mais tradicional é o Estrela de Belém, comandado por Mestra Ana Lúcia, em Olinda. E como todo ano, o grupo irá se apresentar no próximo dia 6, a partir das 20h, num cortejo que se inicia na praça de Amaro Branco e segue até a Praça do Carmo. Patrimônio Vivo de Pernambuco, a mestra segue aos 80 anos guiando o grupo de 30 crianças e adolescentes e mantendo viva a tradição secular iniciada pelo seu avô.</p>
<p dir="ltr">“Estamos na quinta geração já da família que participa do pastoril de minha mãe. Ela começou criança e já faz uns 50 anos que está à frente do grupo. Esse folguedo é muito importante para nós porque é uma cultura que move a comunidade. Sabemos da importância dessa tradição e minha mãe faz de tudo para continuar todo ano. São cerca de 30 meninas pra quem garantimos as idas e vindas aos ensaios, lanche, figurino, tudo”, conta a filha de Ana Lúcia e brincante, Totoca.</p>
<p dir="ltr">A preparação é longa e exige dedicação, mas é feita com muito afeto e estímulo. Os ensaios costumam começar em setembro e acontecem ao longo da semana toda. “Esse pastoril é tudo pra gente, é uma tradição que fala de Jesus, da presença divina, só de coisas boas. Quando a lapinha está queimando é muito emocionante, a gente sente uma saudade já”, ressalta Totoca.</p>
<div id="attachment_115317" aria-labelledby="figcaption_attachment_115317" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Priscilla Buhr/ Acervo Fundarpe/ Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/4601570595_da14c59825_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-115317" alt="Priscilla Buhr/ Acervo Fundarpe/ Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/4601570595_da14c59825_c-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Queima da lapinha</p></div>
<p dir="ltr"><strong>O Pastoril</strong></p>
<p dir="ltr">O Estrela de Belém integra a tradição cristã do pastoril religioso com origem na Idade Média e trazida para o Nordeste durante a colonização. A apresentação encena o nascimento do menino Jesus com muita música, performances teatrais e aguardada queima da lapinha.</p>
<p dir="ltr">O cordão azul, o cordão encarnado e a figura de Diana são elementos imprescindíveis em qualquer pastoril. As cores azul e vermelho do pastoril representam a disputa entre cristãos e mouros, que se referem às lutas travadas na Península Ibérica. E Diana, vestida com as duas cores, traz a harmonia.</p>
<p dir="ltr">Já a queima da lapinha faz alusão à manjedoura onde Jesus nasceu e ao dia em que ele foi visitado pelos três reis magos, Dia de Reis. Feita de folhagens secas e incensos, a Lapinha é queimada para consagrar ao fogo esperanças e desejos. Por isso que as pessoas que estão assistindo à apresentação são convidadas a escrever pedidos em pedaços de papel. Os mesmos são queimados no fogo para espalhar aos ventos os desejos para o ano que acaba de se iniciar.</p>
<p><strong>Mestra Ana Lúcia</strong></p>
<p>Rodeada de mestres e mestras da cultura popular do Amaro Branco, Ana Lúcia Nunes da Silva nasceu em 29 de março de 1944.Coquista de roda, líder do pastoril Estrela de Belém e do Acorda Povo, tradicional procissão dançante que antecede os festejos juninos e recria o batismo de Jesus Cristo por São João Batista, de quem a mestra é devota.</p>
<p>Em sua trajetória como coquista mulher, a Mestra enfrentou machismo por liderar um grupo de coco, função a qual, historicamente, era ocupada por homens. Mas, Ana Lúcia se impôs contra essas barreiras e, com amor e dedicação, insistiu na sua vocação. Por anos, assumiu o Coco do Amaro Branco, e posteriormente fundou o Raízes do Coco. Sua métrica e energia vocal nos embalam ao som da zabumba, do ganzá e do pandeiro.</p>
<p>Por meio de sua música, participou de vários eventos culturais de relevância, como o Festival Brasília de Cultura Popular, Encontro de Coco Pernambucano, São Sambas, na Concha Acústica da UFPE, e o Encontro de Mestres das Culturas Populares – Folclorata, em Minas Gerais. Também está no filme “O Coco, A Roda, O Pneu e o Farol”, dirigido por Mariana Brennand Fortez, realizado no ano de 2007.</p>
<div id="attachment_115321" aria-labelledby="figcaption_attachment_115321" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux / Acervo Secult-PE e Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/51603531941_b4733ec7e2_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-115321" alt="PH Reinaux / Acervo Secult-PE e Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/51603531941_b4733ec7e2_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestra Ana Lúcia</p></div>
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		<title>Festival Viva Reis homenageia centenário de mestra Maria Jacinta, Patrimônio Vivo de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 14:30:44 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115053" aria-labelledby="figcaption_attachment_115053" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Acervo_-Secretaria-de-Cultura-de-Pernambuco_-Mestra-Maria-Jacinta.jpg"><img class="size-medium wp-image-115053" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Acervo_-Secretaria-de-Cultura-de-Pernambuco_-Mestra-Maria-Jacinta-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Mestra Maria Jacinta, Patrimônio Vivo de Pernambuco</p></div>
<p>Santa Maria da Boa Vista, no Sertão de Pernambuco, a 630 km da capital, prepara-se para um momento histórico nesta quinta-feira (12), com a realização do Festival Viva Reis. A edição deste ano é comemorativa pelo centenário de Maria Jacinta, uma das maiores referências do reisado em Pernambuco e Patrimônio Vivo de Pernambuco desde 2021. Dona Maria Jacinta, que há mais de 60 anos dedica sua vida ao folguedo dos Santos Reis, é homenageada com apresentações culturais que reforçam a importância dessa secular tradição do ciclo natalino. A programação, gratuita, tem início às 18h.</p>
<p>O Festival Viva Reis 2024 é coordenado pelo movimento Viva Reis, surgido em 2014, e conta com incentivo cultural do Governo do Estado de Pernambuco por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), além da Prefeitura Municipal de Santa Maria da Boa Vista.</p>
<p>A mestra Maria Jacinta, vanguardista da cultura popular de reis, nasceu em 1924, no Quilombo do Inhanhum, e desde a infância esteve imersa na cultura do reisado, uma prática que une fé, música e dança. Seu primeiro contato com a folia veio por meio dos avós, que celebravam o reisado Reis de Palma no Inhanhum. Na juventude, brincou no Reisado da mestra Antônia Ferro e, inspirada por essas vivências, fundou em 1961 o Reisado de Dona Jacinta, ao lado do marido e dos filhos. Desde então o grupo se tornou um dos principais símbolos dessa tradição, envolvendo quatro gerações de brincantes, incluindo sua tataraneta Ana Cecília.</p>
<p>As apresentações do Reisado de Dona Jacinta &#8211; Patrimônio Vivo de Pernambuco são conhecidas por seu encanto visual e sonoro. Os figurinos coloridos, confeccionados manualmente, somam-se à harmônica melodia de pandeiros, sanfonas, triângulos e zabumbas que embalam as danças de personagens como a borboleta, o boi e a burrinha. O grupo mantém vivas as cantigas e os rituais, primeiro saudando o nascimento de Jesus, depois solicitando licença ao dono da casa em que se apresenta e, por fim, envolvendo o público em um espetáculo de fé e alegria. Um espetáculo imperdível para contemplar e emocionar nas noites de natal no Sertão pernambucano.</p>
<p>Além do Reisado de Maria Jacinta, o festival conta com a participação de outros grupos, que animam as festividades com cortejos, apresentação cultural e exposição: Reisado do Saruê &#8211; Herança Viva de Amarina – Patrimônio Vivo de Pernambuco; Reisado do mestre Pretinho; Reisado da Mata de São José; Reisado do Lambedor; Reisado Mirim do Inhanhum; Reisado da Irmandade; Reisado do Curral Novo &#8211; mestra Leonor; Reisado do Areal &#8211; mestra Socorro; e Samba de Véio da Ilha do Massangano – Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Festival Viva Reis -</strong> <em>quinta-feira (12), a partir das 18h, no município de Santa Maria da Boa Vista–PE</em></p>
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		<title>Ciclo natalino resgata as tradicionais Terreiradas de Cavalo Marinho</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 15:58:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As tradicionais Terreiradas de Cavalo Marinho de Pernambuco ocorrem, este ano, de 7 a 31 de dezembro, em Olinda (Região Metropolitava do Recife) e em cinco municípios da Zona da Mata Norte do Estado (Aliança, Camutanga, Condado, Glória do Goitá e Itambé), cidades que reúnem a maior parte dos grupos dessa manifestação popular, entre eles [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114770" aria-labelledby="figcaption_attachment_114770" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Cavalo-Marinho-Boi-Pintado.jpg"><img class="size-medium wp-image-114770" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Cavalo-Marinho-Boi-Pintado-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cavalo Marinho Boi Pintado, de Aliança (PE)</p></div>
<p>As tradicionais Terreiradas de Cavalo Marinho de Pernambuco ocorrem, este ano, de 7 a 31 de dezembro, em Olinda (Região Metropolitava do Recife) e em cinco municípios da Zona da Mata Norte do Estado (Aliança, Camutanga, Condado, Glória do Goitá e Itambé), cidades que reúnem a maior parte dos grupos dessa manifestação popular, entre eles o Cavalo Marinho Boi Pintado (Aliança) e Estrela de Ouro (Condado), Patrimônios Vivos estaduais. O evento conta com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>As festas de terreiro marcam o momento principal de reunião de brincantes de cavalo marinho, que durante toda a noite realizam o auto natalino em sua totalidade com a presença de seus mais de 70 personagens alternando-se entre músicas, encenações, improvisos e coreografias chegando a uma duração de aproximadamente oito horas até o amanhecer do dia.</p>
<p>O apoio à realização das festas nos terreiros e sedes dos grupos de cavalo marinho, expressão cultural registrada como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco e do Brasil, faz parte das ações fomentadas por meio da Politica Estadual de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial (Decreto nº 47.129 de 14 de fevereiro de 2019).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programação</span>:</strong></p>
<p><strong>Dia 7</strong><br />
Cavalo Marinho Boi Brasileiro (Condado)</p>
<p><strong>Dia 14</strong><br />
Cavalo Marinho Estrela Brilhante (Condado)<br />
Cavalo Marinho Estrela do Oriente (Camutanga)<br />
Cavalo Marinho Boi Maneiro (Itambé)</p>
<p><strong>Dia 21</strong></p>
<p>Cavalo Marinho de Mestre Batista (Aliança)</p>
<p><strong>Dia 22</strong><br />
Cavalo Marinho Boi Pintado (Aliança)<br />
Cavalo Marinho Boi Tira-Teima (Glória do Goitá)</p>
<p><strong>Dia 25</strong><br />
Cavalo Marinho Boi Matuto (Olinda)<br />
Cavalo Marinho Boi da Luz (Olinda)<br />
Cavalo Marinho Flor de Manjerona (Olinda)</p>
<p><strong>Dia 31</strong><br />
Cavalo Marinho Estrela de Ouro (Condado)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Terreiradas de Cavalo Marinho marcam ciclo natalino</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 19:05:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As tradicionais Terreiradas de Cavalo Marinho de Pernambuco acontecem em Aliança e Condado, na Zona da Mata Norte, municípios que reúnem a maior parte dos grupos tradicionais, entre eles o Cavalo Marinho Boi Pintado (Aliança) e Estrela de Ouro (Condado), Patrimônios Vivos do Estado de Pernambuco. O evento tem apoio da Fundação do Patrimônio Histórico [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107036" aria-labelledby="figcaption_attachment_107036" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/32773585788_68d1fc2f3e_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-107036" alt="Jan Ribeiro/Secult PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/32773585788_68d1fc2f3e_o-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Encontro de Cavalo Marinho de Pernambuco na Casa da Rabeca</p></div>
<p>As tradicionais Terreiradas de Cavalo Marinho de Pernambuco acontecem em Aliança e Condado, na Zona da Mata Norte, municípios que reúnem a maior parte dos grupos tradicionais, entre eles o Cavalo Marinho Boi Pintado (Aliança) e Estrela de Ouro (Condado), Patrimônios Vivos do Estado de Pernambuco. O evento tem apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>Além das terreiradas na Mata Norte, acontece na Região Metropolitana do Recife, também com o apoio da Fundarpe, o 28º Encontro de Cavalo Marinho de Pernambuco 2023, na Casa da Rabeca, em Olinda, espaço mantido pela família de Mestre Salustiano (Patrimônio Vivo de Pernambuco, in memoriam), que reúne grupos de cavalo marinho para celebrar o Natal no dia 25 de dezembro.</p>
<p>As festas de terreiro marcam o momento principal de reunião de brincantes de Cavalo Marinho, que durante toda a noite, realizam o auto natalino em sua totalidade com a presença de seus mais de 70 personagens alternando-se entre músicas, encenações, improvisos e coreografias chegando a uma duração de aproximadamente oito horas até o amanhecer do dia. Cada terreirada tem um grupo convidado, que faz a abertura do evento, além do anfitrião do terreio, que se apresenta e celebra com os convidados por toda a noite.</p>
<p>O apoio à realização das festas nos terreiros e sedes dos grupos de cavalo marinho, expressão cultural registrada como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco e do Brasil, faz parte das ações fomentadas por meio da Politica Estadual de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial (Decreto nº 47.129 de 14 de fevereiro de 2019).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programação:</span></strong></p>
<p><strong>Dia 16 &#8211; Chã de Camará (Aliança)</strong></p>
<p>20h &#8211; Boi Matuto de Olinda<br />
21h &#8211; Cavalo Marinho de Mestre Batista</p>
<p><strong>Dia 23 &#8211; Terreiro do Boi Pintado – Chã do Esconso (Aliança)</strong></p>
<p>20h – Boi Tira-Teima de Glória do Goita, do mestre Zé de Bibi (Patrimônio Vivo de Pernambuco)<br />
21h – Cavalo Marinho Boi Pintado (Patrimônio Vivo de Pernambuco)</p>
<p><strong>Dia 23 &#8211; Terreiro do Cavalo Marinho Estrela Brilhante (Condado)</strong></p>
<p>20h – Cavalo Marinho Boi da Luz de Olinda<br />
21h – Cavalo Marinho Estrela Brilhante</p>
<p><strong>Dia 25 &#8211; Casa da Rabeca (Olinda)</strong></p>
<p>28º Encontro de Cavalo Marinho de Pernambuco</p>
<p><strong>Dia 31 &#8211; Terreiro do Cavalo Marinho Estrela de Ouro (Condado)</strong></p>
<p>20h – Cavalo Marinho Boi Brasileiro<br />
21h &#8211; Cavalo Marinho Estrela de Ouro (Patrimônio Vivo de Pernambuco)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/EVOZAf4vucY?si=A4APPECDQw3e5eDU" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Encontro de Reisados abre Ciclo Natalino em Santa Maria da Boa Vista</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Dec 2023 18:13:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste sábado (16), a partir das 18h, o município de Santa Maria da Boa Vista é palco do Viva Reis: Encontro de Reisados do Sertão, evento que reúneo dez grupos de reisado pernambucano fortalecendo laços culturais e promovendo a transmissão de saberes tradicionais. O encontro é uma celebração dessa tradição que faz parte da identidade [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107004" aria-labelledby="figcaption_attachment_107004" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/53064545715_5d6fd276a5_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-107004" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/53064545715_5d6fd276a5_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Reisado da Mestra Maria Jacinta</p></div>
<p>Neste sábado (16), a partir das 18h, o município de Santa Maria da Boa Vista é palco do Viva Reis: Encontro de Reisados do Sertão, evento que reúneo dez grupos de reisado pernambucano fortalecendo laços culturais e promovendo a transmissão de saberes tradicionais. O encontro é uma celebração dessa tradição que faz parte da identidade sertaneja que foi registrada como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco, pelo Decreto nº 54.535, de 5 de abril de 2023, e que homologa a Resolução do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) nº 18, de 22 de dezembro de 2022.<br />
A iniciativa é realizada pelo Movimento Viva Reis, com a produção local do Ponto de Cultura Coripós, e conta com o apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).<br />
Na ocasião os participantes revivem conhecimentos, memórias, tradições e práticas culturais de seus mestres, mestras e grupos de cultura popular.<br />
O evento, que conta com cortejo, encontro de mestres e apresentações, é uma vivência de saberes e memórias que contribui para a salvaguarda valorizando as tradições e seus representantes em seus territórios.<br />
A concentração ocorre na frente da Igreja Matriz de Santa Maria da Boa Vista e é seguida pelo cortejo. Na Praça Xisto Graciliano acontecem as apresentações dos grupos: Reisado do Curral Novo, Reisado da Irmandade, Reisado do Mestre Pretinho, Reisado Mestre João Cicero, Reisado do lambedor, Reisado Mirim do Inhanhum, Reisado do Saruê – Herança Viva de Amarina, Reisado do Areal, Reisado da Mestra Maria Jacinta e Reisado do Inhanhum.<br />
Para a Mestra Leonor, do Reisado do Curral Novo, &#8220;é uma alegria encontrar os grupos de reis e celebrar nossa cultura no Natal&#8221;. &#8220;Todo ano brincamos o reisado e ensinamos os meninos sobre a história dos reisados, como dançar, como fazer as roupas e coroas. Agora, nesse encontro, podemos mostrar nosso trabalho&#8221;, afirma.<br />
Alfredo Neto, do Movimento Viva Reis, destaca que a ação é resultado de uma articulação realizada pelos grupos de reisado. “Eles propuseram à Secretaria de Cultura do Estado um olhar especial para os grupos desse ciclo cultural&#8221;, conta. &#8220;Realizar esse evento é fortalecer as manifestações culturais do ciclo natalino, tradições que guardam memórias importantes para nossa identidade cultural&#8221;.</p>
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		<item>
		<title>Casa da Rabeca promove o 27º Encontro de Cavalo Marinho</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2022 14:14:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos mais tradicionais eventos do Ciclo Natalino de Pernambuco, volta a ser realizado este ano. O 27º Encontro de Cavalo Marinho, retoma no pós-pandemia reforçando a importância da cultura popular e da celebração do Natal. Com diversas atrações já confirmadas, acontecerá no domingo (25.), a partir das 16h, no Espaço Ilumiara; e das 18h, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/Cópia-de-Divulgação_Crédito-Ana-Lira-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97991" alt="Ana Lira/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/Cópia-de-Divulgação_Crédito-Ana-Lira-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Um dos mais tradicionais eventos do Ciclo Natalino de Pernambuco, volta a ser realizado este ano. O 27º Encontro de Cavalo Marinho, retoma no pós-pandemia reforçando a importância da cultura popular e da celebração do Natal. Com diversas atrações já confirmadas, acontecerá no domingo (25.), a partir das 16h, no Espaço Ilumiara; e das 18h, na Casa da Rabeca do Brasil, com entrada inteiramente gratuita.</p>
<p>O Encontro de Cavalo Marinho foi criado pelo saudoso Mestre Salustiano, falecido em 2008 e fundador da Casa da Rabeca, que deixou para filhos e netos o legado de preservar a cultura popular no espaço idealizado por ele. Este ano, participam da festa, os grupos de Cavalo Marinho Boi Matuto, de Olinda; Boi Pintado e do Mestre Batista, ambos de Aliança; Estrela Brilhante, Estrela de Ouro e Boi Brasileiro, os três de Condado; e o Família Salustiano. A iniciativa conta com apoio da Fundarpe, da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco e da Prefeitura de Olinda.</p>
<p><strong>CAVALO MARINHO -</strong> Variação do Bumba-Meu-Boi, o Cavalo Marinho é típico da Zona da Mata nordestina e tem relação próxima com a religiosidade local, atingindo seu ápice na época natalina. Com performances que envolvem música, teatro, coreografias e falas improvisadas, e prestam homenagem aos Reis Magos, que na tradição cristã teriam visitado Jesus logo após o seu nascimento, trazendo presentes para a criança.</p>
<p><strong>CICLO NATALINO -</strong> O Encontro do dia 25 de dezembro marca o ciclo de comemorações natalinas da Casa da Rabeca, e é realizado pelo espaço desde 1995, por iniciativa do Mestre Salustiano, uma das mais emblemáticas personalidades da cultura popular do Estado.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
27º Encontro de Cavalo Marinho<br />
Quando: 25 de dezembro de 2022 (domingo), às 16h (Espaço Ilumiara) e às 18h (Casa da Rabeca)<br />
Onde: Espaço Ilumiara e Casa da Rabeca (Cidade Tabajara – Olinda/PE)<br />
Entrada e estacionamento gratuitos</p>
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		<item>
		<title>Em Santa Maria da Boa Vista, Reisados organizam festa dos Santos Reis</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jan 2022 16:44:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_50786" aria-labelledby="figcaption_attachment_50786" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/inhanhuns-20.jpg"><img class="size-medium wp-image-50786" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/inhanhuns-20-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônio Vivo do Estado, o Reisado Inhanhum será uma das atrações da festa dos Santos Reis de Santa Maria da Boa Vista</p></div>
<p>6 de janeiro é um dia dedicado à tradição de Reisado, folguedo que celebra o encerramento do ciclo natalino. Para marcar a data, Santa Maria da Boa Vista, localizada no Sertão de Pernambuco, prepara uma série de apresentações de Reisados ao longo dos próximos dias (confira a programação completa abaixo). A cidade é conhecida por possuir o maior número de grupos ativos dessa tradição, são cinco grupos tradicionais, três mirins e um juvenil, entre eles, o Reisado do Inhanhum e a Mestra Maria Jacinta, ambos reconhecidos pelo Governo Estadual como Patrimônios Vivos pernambucanos.</p>
<p>Maria Marina, coordenadora do Reis de Maria Jacinta, diz:<em> “Eu me sinto muito feliz em representar esse sentimento religioso, mais feliz ainda porque minha mãe me ensinou, se não fosse coisa boa com certeza ela não ensinava. Então, ensino a outras pessoas, aos jovens e crianças da comunidade, que aprendem a importância dos reisados para nosso povo. O dia de Santos Reis é um dia muito especial para mim, quando coloco a roupa do reisado tudo se transforma, eu me transformo para celebrar a nossa tradição”</em>.</p>
<p>Em 2022, a tradição se atualiza no 6 de janeiro, os brincantes celebram a data em suas comunidades, com os devidos cuidados contra a Covid-19, e com transmissão nas redes sociais do Projeto Reisados do Sertão, produzido pelo Movimento Viva Reis e o Ponto de Cultura Nação Coripós, com direção de Alfredo Neto e produção-executiva de Alice Gericó. Veja a programação:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quinta feira, 6 de janeiro</strong></span></p>
<p>Reis de Maria Jacinta &#8211; Patrimônio Vivo de Pernambuco, 18h, Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, Centro, Santa Maria da Boa Vista &#8211; PE</p>
<p>Reisado do Inhanhum &#8211; Patrimônio Vivo de Pernambuco, 18h, Comunidade Quilombola de Inhanhum, Zona Rural de Santa Maria da Boa Vista-PE</p>
<p>Reisado do Lambedor, 18h, Comunidade Quilombola do Lambedor, Zona Rural, Lagoa Grande-PE</p>
<p>Reisado da Mata de São José, 18h, Comunidade Quilombola Mata de São José, Orocó &#8211; PE</p>
<p>Reisado de Lagoa Comprida, 18h, Sitio Melancia, Zona Rural de Afrânio &#8211; PE</p>
<p>Reisado do Mestre Pretinho, 18h, Ilha de São Felix, Zona Rural de Orocó &#8211; PE</p>
<p>Reisado Mestre João Cicero, 19h, São José do Belmonte &#8211; PE</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Domingo, 9 de janeiro de 2022</strong></span></p>
<p>Reisado do Saruê, 18h, Comunidade Quilombola do Saruê, Zona Rural, Santa Maria da Boa Vista &#8211; PE</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ciclo natalino: Cavalo Marinho é tema de live realizada pela Secult-PE</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/ciclo-natalino-cavalo-marinho-e-tema-de-live-realizada-pela-secult-pe/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2021 15:12:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O programa Cultura em Rede, produzido Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), está de volta depois de uma pausa em novembro. A programação do mês de dezembro envolve uma série de diálogos que lançarão luzes sobre os folguedos populares e espetáculos tradicionais que acontecem no estado durante o ciclo natalino. Nesta terça (7), às 19h, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-02-at-16.33.07.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-89675" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-02-at-16.33.07-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>O programa Cultura em Rede, produzido Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), está de volta depois de uma pausa em novembro. A programação do mês de dezembro envolve uma série de diálogos que lançarão luzes sobre os folguedos populares e espetáculos tradicionais que acontecem no estado durante o ciclo natalino.</p>
<p>Nesta terça (7), às 19h, no canal da Secult-PE no Youtube e também no Facebook, acontece a live &#8220;Brincadeira no terreiro: o Cavalo Marinho celebra o Criador&#8221;. São convidados Mestre Zé de Bibi, Patrimônio Vivo de Pernambuco e responsável pelo Sítio Histórico do Cavalo Marinho, localizado na Zona Rural de Glória de Goitá (Zona da Mata), e Risoaldo José da Silva, o Pino, que é brincante do Cavalo Marinho Estrela de Ouro (também Patrimônio Vivo do estado), que fica em Condado, na Zona da Mata. Ele é o atual presidente da Associação dos Grupos de Cavalo Marinho de Pernambuco. A mediação é de Renata Echeverria, gestora cultural e coordenadora do Núcleo de Comunicação e Memória da Gerência Geral de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe.</p>
<p><em>“Preservar a tradição da brincadeira do Cavalo Marinho é manter viva a história de personagens como Mateus, Bastião, Catirina… tão fortes e vivas no imaginário dos pernambucanos. Os Patrimônios Vivos são uma política pública de fortalecimento de nossa identidade, de enaltecimento da cultura dos brincantes, dos trabalhadores dos engenhos de cana de açúcar e sítios da Zona da Mata Norte de Pernambuco”</em>, diz Renata Echeverria, sobre a importância de reconhecer as tradições do estado.</p>
<p><em>“Fundei esse Cavalo Marinho em 1961 e até hoje eu estou mantendo a tradição. Meu nome está espalhado por todo mundo, como artista. Enquanto eu estiver vivo, o Cavalo Marinho está de pé, e eu representando a cultura popular em toda função que tiver. Hoje sou Patrimônio Vivo de Pernambuco e estou de parabéns por isso”</em>, fala, orgulhoso, Mestre Zé de Bibi, que começou no brinquedo popular ainda menino.</p>
<p>A paixão de Pino também começou cedo, vendo o pai, Mestre Biu de Alexandre, colocando o Cavalo Marinho na rua.<em> “Já vai pra quarta geração da família brincando junto no Cavalo Marinho. Aprendi muito com meu pai. Cavalo Marinho pra mim é tudo. É minha vida”</em>, conta ele, que durante as apresentações integra o banco do maracatu, tocando com os demais músicos, recitando as loas e toadas, e também interagindo com as figuras/personagens do brinquedo.</p>
<p><strong>Dança natalina</strong><br />
O Cavalo Marinho, Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, é uma expressão artística popular típica da Zona da Mata Norte de Pernambuco e também está presente em algumas regiões da Paraíba. O espetáculo, que pode reunir mais de 70 personagens, conta com diálogos engraçados, à base de improviso. Os músicos tocam instrumentos como rabeca, pandeiro, ganzá e reco-reco e puxam toadas (versos cantados) e loas (versos falados). A dança lembra o galope dos cavalos. O Cavalo Marinho está presente em outros ciclos, mas é no Natal que encontra seu ápice.</p>
<p>Veja a programação completa do programa Cultura em Rede do mês de dezembro:<br />
14/12 &#8211; Festa, devoção e arte no Baile do Menino Deus<br />
21/12 &#8211; Azul e Encarnado: o simbolismo no Pastoril<br />
28/12 &#8211; Ancestralidade: a Confraria do Rosário como Patrimônio Vivo de Pernambuco</p>
<p><strong>Webprograma Cultura em Rede</strong><br />
Realizado pelo Núcleo Digital da Secretaria de Cultura de Pernambuco, o webprograma Cultura em Rede traz, sempre às terças-feiras, às 19h, debates sobre temas relevantes da cultura pernambucana e nacional. A live vai ao ar tanto no canal da Secult-PE no Youtube, quanto no Facebook. Os programas ficam gravados e podem ser acessados a qualquer momento.</p>
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