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	<title>Portal Cultura PE &#187; ciclope</title>
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		<title>Com experimentações do audiovisual, Teatro de Fronteira lança espetáculo &#8220;Ciclope&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2021 13:43:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/Queerantena-13.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-84099" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/Queerantena-13-453x486.png" width="453" height="486" /></a></p>
<p>O grupo Teatro de Fronteira lança nesta sexta-feira (30), às 19h, o videoteatro inédito &#8220;Ciclope&#8221;. Terceiro trabalho realizado pelo grupo no período pandêmico, a obra, adaptada de conto do mesmo nome, de autoria de Rodrigo Dourado, conta a história de Arges, um gigante contemporâneo que se transforma, sem querer, numa estrela do showbizz. Entre a realidade, &#8211; pois recria material extraído do mundo real-, e o realismo fantástico, a fábula narra, do nascimento ao estrelato, a jornada de um ser que não cabe, cujo corpo ultrapassa os limites das medidas humanas. Seria Arges um monstro? E problematiza a transformação de vidas e corpos em coisas, numa sociedade que adora o exótico, venera o estranho, ao mesmo tempo em que rouba toda a sua humanidade.</p>
<p>Avançando nas relações entre audiovisual e teatro, a obra, dirigida por Ricardo Maciel, presta homenagem ao cinema mudo, criando um anacronismo entre esse gênero que funda as narrativas visuais em movimento e os regimes de visibilidade da cultura digital contemporânea em que vive Arges. Além disso, rende-se também homenagem a esse momento da história do cinema em que o teatro era ainda sua grande referência estética, e que, nalguma medida, é refundado pelos experimentos híbridos videoteatrais do mundo pandêmico.</p>
<p>Para debater essas e outras questões, no mesmo dia, às 20h, haverá um bate-papo entre os integrantes da equipe de “Ciclope” com o escritor pernambucano Marcelino Freire e a dramaturga e diretora teatral baiana Paula Lice, sob o título: “Desnormatizando corpos e linguagens &#8211; cineteatros pandêmicos”. Ambos os eventos acontecem no canal Youtube do Teatro de Fronteira.</p>
<p>“Ciclope” foi contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco e conta com acessibilidade comunicacional (Libras) realizada pela VouVer Acessibilidade. É o segundo experimento do projeto que chamamos de QueerAntena, criado para refletir sobre as dissidência corporais e de gênero em sociedade, e também sobre as dissidências estéticas e artísticas que a pandemia vem produzindo no teatro.</p>
<p>O primeiro deles foi &#8220;Puro Teatro&#8221;, realizado ainda no ano de 2020, com incentivo do Itaú Cultural por meio do edital Arte como Respiro, e relançado em 23/04 último. Na ocasião, ocorreu debate com o ator Ronaldo Serruya e com o diretor e roteirista Hilton Lacerda sobre o tema “Autobixografias: estéticas da quarentena”. Os arquivos estão disponíveis ao público no canal Youtube do Teatro de Fronteira (<a href=" https://www.youtube.com/channel/UCSgF_PLSlib_hL7KxjWDvIg" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UCSgF_PLSlib_hL7KxjWDvIg</strong></a>).</p>
<p><strong>O TEATRO DE FRONTEIRA -</strong> O Teatro de Fronteira atua desde 2010 na cena brasileira, trabalhando com a poética e a linguagem do Teatro Documentário. Seu espetáculo de estreia, “Chat”, tinha texto do venezuelano Gustavo Ott e foi vertido para o português de forma inédita pelo grupo. Além dele, o Fronteira realizou experimento inédito no Brasil com o texto “Strip Tease” (2011), da Argentina Lola Arias. Em 2012 o Grupo inicia uma investigação sobre o Biodrama, gênero criado pela artista portenha Vivi Tellas, com a montagem de “Olivier e Lili: uma história de amor em 900 frases”.</p>
<p>Interessam ao coletivo as experiências/arquivos dos sujeitos invisibilizados, por acreditar que o teatro é um lugar privilegiado para a produção de memória e para a expressão de vozes outrora silenciadas. A partir dessa compreensão política do teatro é que nasceram, em 2014, espetáculos como “Complexo de Cumbuca”, “SoloDiva” e “O Caso Laramie” concentrados nas vidas LGBTs; “Na Beira”, dedicado a homenagear os artistas periféricos; “Luzir é Negro!”, já em 2016, focado no debate sobre as vidas negras e o racismo estrutural; “Ligações Perigosas”, 2018, centrado na discussão sobre o gênero e o papel da mulher na sociedade. Em 2020, nas comemorações de seus 10 anos, o grupo estreou os trabalhos online “Puro Teatro” e “O Evangelho segundo Vera Cruz”, esse último um importante documento sobre a censura que voltou a assombrar o trabalho artístico no Brasil dos últimos anos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
“Ciclope” // Bate-papo “Desnormatizando corpos e linguagens: cineteatros pandêmicos”, com Marcelino Freire e Paula Lice<br />
Quando: 30 de abril de 2021 (sexta-feira), às 19h<br />
Onde: <a href=" https://www.youtube.com/channel/UCSgF_PLSlib_hL7KxjWDvIg" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UCSgF_PLSlib_hL7KxjWDvIg</strong></a></p>
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