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	<title>Portal Cultura PE &#187; Cida Moreira</title>
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		<title>Palco Dominguinhos celebra os 30 anos do Movimento Manguebeat</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jul 2022 14:52:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<description><![CDATA[O 30º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) nos brinda, nesta quinta-feira (21), com uma infinidades de possibilidades. Dentre elas teatro, performance e música erudita. O FIG tomou conta da cidade disponibilizando 25 polos localizados em diferentes pontos, apresentando atrações das mais variadas linguagens artísticas. PROGRAMAÇÃO DIVERSIFICADA - Nesta quinta-feira (21), às 18h, o Palco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O 30º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) nos brinda, nesta quinta-feira (21), com uma infinidades de possibilidades. Dentre elas teatro, performance e música erudita. O FIG tomou conta da cidade disponibilizando 25 polos localizados em diferentes pontos, apresentando atrações das mais variadas linguagens artísticas.</p>
<div id="attachment_95451" aria-labelledby="figcaption_attachment_95451" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/cida-moreira-um-copo-de-veneno.jpg"><img class="size-medium wp-image-95451" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/cida-moreira-um-copo-de-veneno-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cantora e atriz, Cida Moreira encena o espetáculo &#8220;Um copo de veneno&#8221;, no Palco Estação</p></div>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO DIVERSIFICADA -</strong> Nesta quinta-feira (21), às 18h, o Palco Estação apresenta &#8220;Um copo de Veneno&#8221;, com a cantora, atriz e pianista Cida Moreira, criadora da personagem Dama Cabaré que surgiu nos palcos, migrou para a televisão e agora segue na música.</p>
<p>Já o Palco Conservatório conta com dois momentos: às 16h sobem ao palco o violinista, músico, produtor musical, compositor e arranjador Rogério Caetano no violão 7 cordas e o compositor, pianista e arranjador carioca Cristóvão Bastos no piano. Às 21h, é a vez de prestigiar Hercules Gomes no piano e o Regional de Choro, com o show &#8220;Tia Amélia Para Sempre&#8221;, que homenageia a pianista Amélia Brandão Nery (1897-1983), a Tia Amélia.</p>
<p>O CPC/SESC apresenta, às 20h, o monólogo &#8220;Tragam-me a cabeça de Lima Barreto&#8221;, com interpretação de Hilton Cobra, criador da Cia dos Comuns, do Rio de Janeiro. O espetáculo apresenta uma sessão imaginária de uma autópsia realizada na cabeça do escritor Lima Barreto, conduzida por um Congresso de Eugenistas no Brasil, no início do século XX, com o intuito de investigar como um cérebro como o do escritor, que era considerado inferior por eles, poderia ter produzido e publicado trabalhos de tamanha qualidade. A partir de conflitos íntimos a peça nos apresenta facetas de Lima Barreto atravessando temas como loucura, racismo e outros enfrentamentos políticos e literários da sua época.</p>
<div id="attachment_75183" aria-labelledby="figcaption_attachment_75183" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/nacao-zumbi-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-75183" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/nacao-zumbi-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">No Palco Dominguinhos, Nação Zumbi comanda o show Manguefonia, que terá as participações de Siba, Cannibal, Fred 04, Louise e Fabinho Trummer</p></div>
<p><strong>PALCO DOMINGUINHOS -</strong> Já no Palco Dominguinhos, principal polo cultural do evento, a noite será dedicada aos 30 anos do Movimento Manguebeat, um dos grandes acontecimentos da década de 1990 no Brasil, uma revolução cultural que eclodiu em Pernambuco e seu legado identitário reverbera até hoje. Para apresentação, estão escalados: Hercinho, às 21h; Mundo Livre S/A, às 22h; e, às 23h30, Manguefonia &#8211; com Nação Zumbi e convidados: Siba, Cannibal, Fred 04, Louise e Fabinho Trummer.</p>
<p>Já no Palco Som na Rural, apresentam-se Marília Ferro, às 18h; Verdes e Valterianos, às 19h20; e Juvenil Silva e Dunas do Barato &#8211; Carnaval do Futuro.</p>
<p><strong>ESTREIA NO CINEMA -</strong> O cineasta pernambucano Jura Capela lança nesta quinta-feira (21), às 19h, seu novo filme &#8220;Manguebit&#8221;, no CPC/SESC. O documentário retrata o Manguebeat, movimento musical e estético que nasceu em Pernambuco nos anos 90, mudou a visibilidade das periferias e das manifestações culturais da Região Metropolitana de Recife e colocou o estado na rota do mercado musical mundial, após o lançamento de bandas como Chico Science e Nação Zumbi e Mundo Livre S.A. O filme experimenta a liberdade do pensar do mangue por meio de uma linguagem multifacetada, que reúne ideias e ideais, refletindo a ousadia que deu vazão ao grande símbolo do movimento: uma antena parabólica enfiada na lama dos estuários.</p>
<p>Uma das características mais marcantes do FIG é a pluralidade artístico cultural que engloba atrações locais e nacionais. Sendo assim, a trigésima edição do evento não poderia ser diferente. Após uma pausa de dois anos devido a pandemia de COVID-19, o festival está de volta com mais de 800 atrações das mais variadas linguagens artísticas. O festival segue até o dia 31 de julho. Confira a programação completa <a href="https://docs.google.com/document/d/1QAqWTLjbHExQYwRNELKWLnRSS1B7bg-i5bUTB9APRHM/edit?usp=sharing" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Cabaret Brecht arranca aplausos entusiasmados durante o FIG 2017</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Jul 2017 19:15:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
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		<category><![CDATA[Teatro Luiz Souto Dourado]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Clara Albuquerque Um piano, duas estantes de partitura, dois cabides, um banco de praça, uma lua de papel, luzes e vários rascunhos amassados espalhados pelo chão. O cenário de Cabaret Brecht, canções de Kurt Weill e Bertolt Brecht, convidou o público do Teatro Luiz Souto Dourado a imergir num universo de arte, beleza e verdade [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: right;">Por Clara Albuquerque</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">Um piano, duas estantes de partitura, dois cabides, um banco de praça, uma lua de papel, luzes e vários rascunhos amassados espalhados pelo chão. O cenário de Cabaret Brecht, canções de Kurt Weill e Bertolt Brecht, convidou o público do Teatro Luiz Souto Dourado a imergir num universo de arte, beleza e verdade poética. Estrelado pela atriz, pianista e cantora Cida Moreira, o espetáculo, apresentado na tarde do último sábado (22), contou com as especialíssimas participações da atriz Maeve Jinkings e do ator Arilson Lopes.</p>
<div id="attachment_51256" aria-labelledby="figcaption_attachment_51256" class="wp-caption img-width-357 aligncenter" style="width: 357px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/CABARET-BRECHT.jpg"><img class="size-medium wp-image-51256" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/CABARET-BRECHT-357x486.jpg" width="357" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Cida Moreira interpreta, em voz e piano, canções de Bertolt Brecht e Kurt Weill</p></div>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">Cida Moreira, que já havia encantado o público durante o Tributo a Belchior na última sexta (21), apresentava ali outra personagem. Entrou e acendeu o seu charuto, acomodou-se perto do piano e, com sua postura altiva, deu som ao instrumento. Num clima intimista com a plateia (logo de início ela arrancou gargalhadas), realizou a entrada dos outros dois atores com a dança de seus dedos.</p>
<p dir="ltr">O espetáculo nos remete ao clima dos cabarés alemães dos anos 1920 e as canções oscilam entre o erudito e o popular. A mensagem é forte, social e contemporânea. <em>“Passá-la é a minha obrigação como artista. Faço isso há quarenta anos. Adorei a apresentação de hoje, foi empolgante”,</em> explica Cida Moreira. Maeve e Arilson abrilhantaram e reforçaram as letras, carregadas de dor e de provocações sociais, recitando poemas de Bertolt que intercalaram a atuação acústica de Cida no piano. <em>“É muito atual tudo o que ele escreveu. Estamos vivendo um momento de alerta e a indignação dos textos dele se faz necessária”,</em> opina Arilson. <em>“Eu queria agradecer o Bertolt Brecht por estar, aqui, hoje, através desses poemas. Nada mais precisava ser dito porque ele já disse tudo. Nós estamos vivendo um tempo de entorpecimento com tantos retrocessos em um tempo tão curto”,</em> declarou a atriz.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">O repertório foi escrito pelo dramaturgo e poeta alemão Bertolt Brecht em parceria com o compositor Kurt Weill. Os dois trabalharam juntos, na primeira metade do século XX, na produção e criação de óperas e musicais, como Aufstieg und Fall der Stadt Mahagonny (Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny), Die Dreigroschenoper (A Ópera dos Três Vintens) e Die sieben Todsünden (Os Sete Pecados Mortais).</p>
<div id="attachment_51257" aria-labelledby="figcaption_attachment_51257" class="wp-caption img-width-600 aligncenter" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/CABARET-BRECHT-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-51257" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/CABARET-BRECHT-1-600x486.jpg" width="600" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Os atores Maeve Jinkings e Arilson Lopes recitam poemas de Bertolt Brecht, durante o espetáculo</p></div>
<p dir="ltr">Os atores comentaram também sobre a importância de levar os textos de Brecht ao público do FIG. “<em>É maravilhoso poder juntar um elenco desses num espetáculo necessário em um festival que junta muita gente de vários lugares. É uma alegria poder falar disso, no palco”, afirma Arilson. “Eu acho que um festival tem um caráter forte de encontro entre artistas e com o público. Isso é muito importante porque o artista é um ser solitário em sua atuação de estudar e produzir, então o movimento de um festival é poderoso. Pernambuco tem um grande talento para promover estes encontros. Estou muito feliz”, disse</em> Maeve Jinkings.</p>
<p dir="ltr"><span style="text-decoration: underline;"><strong>A programação de Teatro do FIG 2017 continua. Confira a programação:</strong></span></p>
<p dir="ltr"><strong>TEATRO: Teatro Luiz Souto Dourado</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>2ª MOSTRA DE TEATRO ALTERNATIVO E LITERATURA NA CENA: Galeria Galpão</strong></p>
<p dir="ltr"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Domingo, 23/7</strong></span></p>
<p dir="ltr">LITERATURA NA CENA<br />
20h &#8211; Bate-papo “Cervantes no Contemporâneo”<br />
Com Ivaldo Vasconcelos (PE) e Maksin Oliveira (RJ)</p>
<p dir="ltr">22h &#8211; O Incansável Dom Quixote<br />
Magnífica Trupe de Variedades (RJ)<br />
Com Maksin Oliveira<br />
Classificação indicativa: 12 anosDuração: 1h10<br />
Adaptação do romance de Cervantes, com histórias fantásticas do famoso cavaleiro errante que sai de casa com o desenfreado desejo de transformar o mundo num lugar melhor.</p>
<p dir="ltr">TEATRO PARA INFÂNCIA</p>
<p dir="ltr">10h – Estação dos Contos<br />
Grupo Estação de Teatro (RN)<br />
Direção: Rogério Ferraz<br />
Classificação indicativa: livre<br />
Duração: 45 minutos</p>
<p dir="ltr">Espetáculo de contação de histórias de tradição popular, intercaladas com músicas originais executadas ao vivo, músicas do cancioneiro infantil e brincadeiras populares.</p>
<p dir="ltr"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Segunda-feira, 24/7</strong></span></p>
<p dir="ltr">TEATRO ADULTO</p>
<p>18h – O Açougueiro<br />
Alexandre Guimarães (PE)<br />
Direção: Samuel Santos<br />
Classificação indicativa: 16 anos<br />
Duração: 50 minutos<br />
O espetáculo é uma história de amor no sertão nordestino que também mostra o lado sombrio dos sentimentos humanos, dividindo-se entre diálogos, cantos, toadas e aboios de vaqueiro.</p>
<p dir="ltr">2ª MOSTRA DE TEATRO ALTERNATIVO</p>
<p dir="ltr">22h – A Última Cólera no Copo de Meu Negro<br />
Cia. Experimental de Teatro (PE)<br />
Com Raphael Gustavo<br />
Classificação indicativa: 16 anos<br />
Duração: 1h<br />
A peça fala sobre racismo, amor e a subjetiva liberdade acerca do ser humano e o sexo, sexualidade, religiosidade, cultura e fé. Numa senzala, Bastião está preso com o seu escravizado. O tempo passa, e ele revive as memórias do passado.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Terça-feira, 25/7</strong></span></p>
<p dir="ltr">2ª MOSTRA DE TEATRO ALTERNATIVO<br />
22h – Eu gosto mesmo de pezinho de galinha porque eu como a carninha e limpo o dente com a unhinha<br />
Experimento Pezinho de Galinha (PE)<br />
Com Nínive Caldas e Eric Valença<br />
Classificação indicativa: 16 anos<br />
Duração: 1h<br />
Atores se revezam em personagens que contam histórias horas cliché, horas cruas de realidades escondidas por cidades grandes higienistas: o ponto de prostituição, a Igreja evangélica, o presídio, o subúrbio.</p>
<p dir="ltr"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quarta-feira, 26/7</strong></span></p>
<p dir="ltr">TEATRO ADULTO</p>
<p dir="ltr">18h – A Descoberta de Um<br />
Grupo Claricena (PE)<br />
Direção: Anderson Vieira<br />
Classificação indicativa: 16 anos<br />
Duração: 40 minutos<br />
Dentro de seu momento de reconhecimento enquanto um ser longe de um arquétipo, Antônio não se identifica com a sociedade em que está inserido, nem com os padrões estabelecidos.</p>
<p dir="ltr">2ª MOSTRA DE TEATRO ALTERNATIVO</p>
<p dir="ltr">22h – Que muito amou<br />
Cênicas Cia de Repertório (PE)<br />
Direção: Antônio Rodrigues<br />
Classificação indicativa: 14 anos<br />
Duração: 1h10<br />
Livre adaptação do livro “Os Dragões Não Conhecem o Paraíso” de Caio Fernando Abreu. Contos que falam sobre o amor e sua relação com a morte, saudade e ódio: Sapatinhos Vermelhos, Praiazinha e Dama da Noite.</p>
<p dir="ltr"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quinta-feira, 27/7</strong></span></p>
<p dir="ltr">2ª MOSTRA DE TEATRO ALTERNATIVO</p>
<p dir="ltr">22h – Delicado<br />
Coletivo Grão Comum (PE)<br />
Com Daniel Barros<br />
Classificação Indicativa: 16 anos<br />
Duração: 55 minutos<br />
Baseado na tragédia brasileira presente no conto homônimo de Nelson Rodrigues. Gira em torno dos conceitos morais presentes nas famílias, onde imperam o machismo e o preconceito.</p>
<p dir="ltr"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexta-feira, 28/7</strong></span></p>
<p dir="ltr">TEATRO ADULTO</p>
<p dir="ltr">18h – Mucurana, O Peixe<br />
Construtores de Histórias (PE)<br />
Com audiodescrição e libras<br />
Direção: Carlos Carvalho<br />
Classificação indicativa: 16 anos<br />
Duração: 50 minutos<br />
Com audiodescrição e libras<br />
Adaptação do conto &#8220;O Peixe&#8221;, de Hermilo Borba Filho, a história traz um homem ingênuo, morador de rua, que carrega consigo apenas canções, uma lata de farinha e lembranças do cavalo-marinho.</p>
<p dir="ltr">2ª MOSTRA DE TEATRO ALTERNATIVO</p>
<p dir="ltr">22h – O Velho Diário da Insônia<br />
Alessandro Moura (PE)<br />
Classificação indicativa: 14 anos<br />
Duração: 50 minutos<br />
Tragicomédia costurada com poesias e canções. O ator leva ao público histórias vividas em sua infância e adolescência. Uma atmosfera de saudade e reflexão sobre o tempo. Remonta uma noite de insônia de um homem à beira da loucura.</p>
<p dir="ltr"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sábado, 29/7</strong></span></p>
<p dir="ltr">TEATRO PARA INFÂNCIA</p>
<p dir="ltr">10h – Vento Forte para Água e Sabão<br />
Companhia Fiandeiros de Teatro (PE)<br />
Direção: André Filho<br />
Classificação indicativa: livre<br />
Duração: 55 minutos<br />
Com audiodescrição e libras<br />
O musical narra a história de amizade entre uma bolha de sabão chamada Bolonhesa e Arlindo, uma rajada de vento. Vivem uma divertida aventura, descobrindo o mundo e dando sentido à sua pequena existência.</p>
<p dir="ltr">TEATRO ADULTO</p>
<p dir="ltr">18h – Eldorado<br />
Eduardo Okamoto (SP)<br />
Com audiodescrição e libras<br />
Direção: Marcelo Lazzaratto<br />
Classificação indicativa: 12 anos<br />
Duração: 1h<br />
Com audiodescrição e libras<br />
Acompanhado por uma “Menina”, um cego busca encontrar o que nenhum homem pôde jamais: Eldorado. Toda estória se resume nisto: era uma vez&#8230; um homem que procura.</p>
<p dir="ltr">2ª MOSTRA DE TEATRO ALTERNATIVO</p>
<p dir="ltr">22h – A Máquina<br />
Teatro de Retalhos (PE)<br />
Direção: Djaelton Quirino<br />
Classificação indicativa: livre<br />
Duração:1h45<br />
Adaptação do texto de João e Adriana Falcão, o espetáculo é uma fábula contemporânea que se passa numa cidadezinha chamada Nordestina, distante de qualquer lugar, e aborda o êxodo e a falta de perspectiva, mas também a cultura viva, nossa musicalidade e poesia e sobretudo, a capacidade de transformação da realidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
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