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	<title>Portal Cultura PE &#187; cida pedrosa</title>
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		<title>Espetáculo &#8220;Solo Para um Sertão Blues&#8221; será encenado no Teatro Fernando Santa Cruz</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 13:50:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O espetáculo &#8220;Solo Para um Sertão Blues&#8221; retorna a Olinda, cidade que recebeu sua estreia em 2021, para cumprir uma curta-temporada no palco do Teatro Fernando Santa Cruz, dentro do Mercado Eufrásio Barbosa, nos próximos dias 17/6 (sábado), às 19h, e 18/6 (domingo), às 16h30. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada). [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_102211" aria-labelledby="figcaption_attachment_102211" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/IMG_5260.jpg"><img class="size-medium wp-image-102211" alt="Divulgação " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/IMG_5260-607x439.jpg" width="607" height="439" /></a><p class="wp-caption-text">Em cena, atrizes reencenam memórias afetivas, musicais, individuais e coletivas descritas no livro da autora pernambucana Cida Pedrosa, que deu origem ao espetáculo</p></div>
<p>O espetáculo &#8220;Solo Para um Sertão Blues&#8221; retorna a Olinda, cidade que recebeu sua estreia em 2021, para cumprir uma curta-temporada no palco do Teatro Fernando Santa Cruz, dentro do Mercado Eufrásio Barbosa, nos próximos dias 17/6 (sábado), às 19h, e 18/6 (domingo), às 16h30. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada).</p>
<p>Baseado no livro &#8220;Solo Para um Sertão Blues&#8221;, escrito por Cida Pedrosa, o musical transita entre o lírico e o épico, e traz na sua narrativa um texto que ecoa através de múltiplas vozes de mulheres catadoras de algodão da região do sertão de Pernambuco. Com direção de Cláudio Lira, a jornada resgata memórias afetivas, musicais, individuais e coletivas da autora pernambucana, contando suas experiências pelos tempos vividos com descrições de clima, fauna, flora, geografia, cheiros, sabores e outras referências pessoais.</p>
<p>No palco, as atrizes brincam na cena entre músicas, coreografias, diálogos, militância e imagens, trazendo nas ações não só as memórias de Cida, mas estando também em reencontro com suas ancestralidades negra e indígena, estando em estado de pertencimento e apropriação na execução da narrativa.</p>
<p>O espetáculo foi um dos selecionados no edital de ocupação de pautas do teatro Fernando Santa Cruz para o primeiro semestre de 2023. Mais informações pelo perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/obandocoletivo/" target="_blank"><strong>@obandocoletivo</strong></a>.</p>
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		<title>Cida Pedrosa vence o prêmio da APCA &#8211; Associação Paulista de Críticos de Artes</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2023 14:47:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A escritora pernambucana Cida Pedrosa conquistou o prêmio da APCA &#8211; Associação Paulista de Críticos de Artes, na categoria Poesia, com o livro “Araras vermelhas”, lançado pela Companhia das Letras, no final do ano passado. A publicação, que sucede o premiado &#8220;Solo para Vialejo&#8221;, vencedor do Prêmio Jabuti (2020), é um longo poema que tem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_98906" aria-labelledby="figcaption_attachment_98906" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/cida-pedrosa-araras-vermelhas.jpg"><img class="size-medium wp-image-98906" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/cida-pedrosa-araras-vermelhas-607x379.jpg" width="607" height="379" /></a><p class="wp-caption-text">A publicação foi editada pela Companhia das Letras</p></div>
<p>A escritora pernambucana Cida Pedrosa conquistou o prêmio da APCA &#8211; Associação Paulista de Críticos de Artes, na categoria Poesia, com o livro “Araras vermelhas”, lançado pela Companhia das Letras, no final do ano passado.</p>
<p>A publicação, que sucede o premiado &#8220;Solo para Vialejo&#8221;, vencedor do Prêmio Jabuti (2020), é um longo poema que tem como mote a Guerrilha do Araguaia, movimento guerrilheiro existente na região amazônica brasileira, ao longo do rio Araguaia, entre fins da década de 1960 e a primeira metade da década de 1970. Ao entrelaçar memórias pessoais, acontecimentos históricos e referências culturais das décadas de 60 e 70, Cida constrói um retrato brutal do autoritarismo e da violência do Estado, e revela também uma inabalável esperança em construir outro futuro.</p>
<p><em>&#8220;Fico muito honrada em receber esse prêmio da APCA, esse grupo que é tão importante para difusão e fomento das artes no Brasil. O livro “Araras Vermelhas” é um obra das memórias dos anos de chumbo do Brasil, no qual narro a história da Guerrilha do Araguaia, período em que muitos jovens foram assassinados e torturados pela ditadura militar. Perceber que esse longo poema está sendo tão bem recebido pela crítica, me dá a sensação de que não é só o meu trabalho que está sendo bem acolhido, como a memória dessas pessoas, tão invisibilizada pela história, está sendo valorizada&#8221;</em>, diz a escritora. Confira <a href="https://www.blogdacompanhia.com.br/conteudos/visualizar/Flip-2022-Leia-um-trecho-de-Araras-vermelhas-de-Cida-Pedrosa" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> um trecho de &#8220;Araras Vermelhas&#8221;.</p>
<p><strong>AUTORA -</strong> Cida Pedrosa nasceu em Bodocó, no Sertão de Pernambuco, em 1963. É autora de &#8220;As filhas de Lilith&#8221; (2009), &#8220;Claranã&#8221; (2015) e &#8220;Solo para Vialejo&#8221; (2020, vencedor do Prêmio Jabuti nas categorias livro de poesia e livro do ano), entre outros títulos. Formada em Direito, Cida foi eleita vereadora do Recife, em 2020.</p>
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		<title>Na Bienal do Livro, Secult-PE realiza um debate sobre Paulo Freire</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2021 19:20:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O patrono da educação brasileira, Paulo Freire, e a poeta Cida Pedrosa, vencedora do Prêmio Jabuti em 2020, são os homenageados da 13ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco. No centenário de nascimento do pedagogo recifense de renome mundial, a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) celebra o “encontro” das duas personalidades na mesa “Paulo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51518" aria-labelledby="figcaption_attachment_51518" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Um-Clarão-Luz-sobre-a-poesia-de-Cida-Pedrosa-conversa-com-a-autora_Elimar-Caranguejo.jpg"><img class="size-medium wp-image-51518" alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Um-Clarão-Luz-sobre-a-poesia-de-Cida-Pedrosa-conversa-com-a-autora_Elimar-Caranguejo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ganhadora do Prêmio Jabuti 2020, Cida Pedrosa é uma das convidadas do debate da Secult-PE sobre Paulo Freire</p></div>
<p>O patrono da educação brasileira, Paulo Freire, e a poeta Cida Pedrosa, vencedora do Prêmio Jabuti em 2020, são os homenageados da 13ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco. No centenário de nascimento do pedagogo recifense de renome mundial, a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) celebra o “encontro” das duas personalidades na mesa “Paulo Freire e o verbo esperançar” neste domingo (10), às 15h, no espaço Nordeste &#8211; Território Encantado. O evento contará ainda com a presença do escritor João Cezar de Castro Rocha, autor do livro &#8220;Guerra Cultural e retórica do ódio. Crônicas de um Brasil pós-político&#8221;, que ficou na lista de mais vendidos da Amazon por algumas semanas. O mediador do debate é Roberto Azoubel, coordenador de Literatura da Secult-PE.</p>
<p><em>&#8220;Vamos ter o encontro de duas pessoas de vidas inteiras ligadas à literatura, uma como agente criativo, que é a poeta Cida Pedrosa, e, o outro como agente mediador, um professor de literatura da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), que é historiador e crítico literário, o João Cezar de Castro Rocha. Ambos têm uma incursão no debate público da situação atual do país muito grande. A ideia é que a literatura debata também a nossa atual conjuntura política. Os dois também têm admiração profunda por Paulo Freire, que pautará a conversa”</em>, diz Beto Azoubel, que comandará o bate-papo.</p>
<p>Para Cida Pedrosa, é cada vez mais importante debater sobre Paulo Freire. <em>“Nós estamos num momento de quebra de direitos, onde a Democracia está sendo ameaçada. Paulo Freire, patrono da educação nacional e também da educação do Recife, se torna vital, porque a pedagogia dele é a pedagogia da libertação contra a opressão. É trabalhar o aluno como o sujeito do seu saber. É trabalhar a sala de aula não como uma jaula, como estão querendo fazer, e, sim, uma sala de aula que seja deleite, que seja a possibilidade de você, a partir de sua realidade de múltiplos saberes, construir, coletivamente, o saber”</em>, defende Cida, vencedora do Prêmio Jabuti 2020 como “Livro do ano” por &#8220;Solo para vialejo&#8221;, editado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe).</p>
<p>Já João Cezar de Castro Rocha lamenta a falta que faz o pedagogo no Brasil de hoje. <em>“Paulo Freire compreendia os seres humanos como sujeitos de sua história e da própria História. Já o bolsonarismo reduz o outro, até o mundo, ao pálido papel de mero objeto. De um lado, o amor à Vida, a tudo que é vivo; de outro, o culto à morte e o desprezo pelo luto alheio. Não tenho dúvida: a generosidade freiriana salvará o Brasil da intolerância bolsonarista”</em>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Secult-PE na Bienal</strong></span><br />
Com acessibilidade e entrada franca para diversas categorias de público visitante, como professores, policiais militares, polícia civil e corpo de bombeiros, escritores associados a UBE e estudantes da rede pública do ensino fundamental, a Bienal é uma oportunidade de formação e inclusão literária e também social, numa importante aliança entre a cultura e a educação.</p>
<p><em>“A presença da Secult-PE na Bienal do Livro de Pernambuco é uma ação que visa fortalecer esse elo entre literatura e educação, entre leitura e cidadania. O legado de Paulo Freire nos dá o entendimento de que a leitura liberta, empodera e possibilita o exercício da cidadania”</em>, analisa a secretária-executiva de Cultura de Pernambuco, Silvana Meireles. <em>“As melhorias econômicas não são suficientes para garantir o pleno exercício da cidadania. É preciso assegurar o acesso ao capital cultural. Necessário e urgente, por conseguinte, fomentar, incentivar e promover a leitura, a literatura e o conhecimento”</em>, defende.</p>
<p>A 13ª edição da Bienal Internacional do Livro de Pernambuco vai até a terça (12) no Centro de Convenções de Pernambuco, localizado no Complexo de Salgadinho, que fica entre Recife e Olinda. Buscando ampliar a visibilidade da cultura pernambucana e enriquecer ainda mais a programação, a Secult-PE montou quatro espaços no evento com uma programação repleta de recitais, lançamentos de livros, debates, sessões de cinema, apresentações artísticas, entre outras atividades.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Debate Paulo Freire e o verbo Esperançar<br />
Convidados: Cida Pedrosa (escritora) e João Cezar de Castro Rocha (escritor)<br />
Mediação: Roberto Azoubel (Coordenador de Literatura da Secult-PE)<br />
Quando: 10 de outubro de 2021 (domingo), às 15h<br />
Local: Nordeste &#8211; Território Encantado<br />
&#8212;<br />
13ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco<br />
Quando: De 1º a 12 de outubro de 2021<br />
Onde: Centro de Convenções<br />
Horário: Das 10h às 21h<br />
Ingressos: R$ 10 (inteira), R$ 5 (meia-entrada) e R$ 7 (ingresso social para quem levar um livro não didático ou 1kg de alimento não perecível). Gratuidade: estudantes da rede pública de ensino fundamental (desde que uniformizado), estudantes em excursão escolar agendada, crianças até 10 anos, professores da rede pública e privada de ensino, policiais militares, civis e do corpo de bombeiros.</p>
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		<title>Recital Viva Miró ocupa instalações do Teatro Fernando Santa Cruz</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2021 17:34:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com a presença e participação dos escritores Fagner Valença, Gleison Nascimento, José Juva, Kerlle de Magalhães, Odailta Alves, Silvana Menezes, Susana Morais, Wellignton Melo, Wilson Freire e Cida Pedrosa, o Teatro Fernando Santa Cruz, localizado dentro do Mercado Eufrásio Barbosa em Olinda, abriga o recital Viva Miró, no próximo domingo (12), a partir das 18h. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60678" aria-labelledby="figcaption_attachment_60678" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41266737405_0dce6ae0b9_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60678" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41266737405_0dce6ae0b9_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cida Pedrosa é uma das autoras convidadas do Recital Via Miró</p></div>
<p>Com a presença e participação dos escritores Fagner Valença, Gleison Nascimento, José Juva, Kerlle de Magalhães, Odailta Alves, Silvana Menezes, Susana Morais, Wellignton Melo, Wilson Freire e Cida Pedrosa, o Teatro Fernando Santa Cruz, localizado dentro do Mercado Eufrásio Barbosa em Olinda, abriga o recital Viva Miró, no próximo domingo (12), a partir das 18h. A iniciativa visa arrecadar fundos e fortalecer uma rede de afeto que se forma em torno do poeta Miró da Muribeca que, por conta de um tratamento de saúde, está afastado das ruas e dos palcos.</p>
<p>O poeta Miró publicou diversos livros de forma independente ou com a colaboração de amigos, entre eles, &#8220;Quem descobriu o azul anil?&#8221; (1985), &#8220;Ilusão de ética&#8221; (1995), &#8220;Pra não dizer que não falei de flúor&#8221; (2004), &#8220;DizCrição&#8221; (Andararte,2012) e &#8220;aDeus&#8221; (Mariposa Cartonera, 2015). Tem poemas traduzidos para o francês e para o espanhol. É uma das vozes mais inventivas da poesia independente do Brasil, tendo sido editado pela CEPE (Companhia Editora de Pernambuco) e dezenas de vezes homenageado e premiado nos mais diversos eventos literários.</p>
<p><em>&#8220;Um poeta completamente focado no seu fazer poético. Dono e senhor da sua narrativa, da sua verve, dos seus feitos-desfeitos-defeitos. Um poeta que sabe o caminho e a dança das palavras. Escreve de si para o mundo e do mundo para si. Um poeta que se acasalou com a poesia desde a juventude e que se diz um cronista lírico do cotidiano. Um poeta Miró e só!&#8221;</em>, declara a amiga e vencedora do Prêmio Jabuti de livro do ano de 2020, Cida Pedrosa.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Recital Viva Miró<br />
Quando: 12 de setembro de 2021 (domingo), às 18h<br />
Onde: Teatro Fernando Santa Cruz – Mercado Eufrásio Barbosa (Largo do Varadouro, s/n – Varadouro, Olinda – PE)<br />
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada), pelo site Sympla: <a href="https://www.sympla.com.br/recital-viva-miro__1324019" target="_blank"><strong>www.sympla.com.br/recital-viva-miro__1324019</strong></a></p>
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		<title>Cida Pedrosa vence o 62º Prêmio Jabuti com livro de poesia editado pela Cepe</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2020 17:29:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_80212" aria-labelledby="figcaption_attachment_80212" class="wp-caption img-width-578 alignnone" style="width: 578px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/cida-pedrosa-divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-80212" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/cida-pedrosa-divulgação-578x486.jpg" width="578" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Solo para vialejo&#8221; é um poema épico-lírico que narra as origens da autora, numa viagem do mar ao Sertão</p></div>
<p>O livro <i>Solo para vialejo</i> da poeta pernambucana Cida Pedrosa, traz o ineditismo de ser o primeiro título pernambucano eleito Livro do Ano pelo Prêmio Jabuti, desde a criação da categoria, em 1991. Publicado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), o poema épico-lírico, de 128 páginas, narra o retorno de Cida  às origens, numa viagem do mar ao Sertão.<em> “Solo para Vialejo é o meu Canto Geral (referência  a uma das obras mais importantes sobre os povos da América e suas lutas, escrito pelo poeta chileno Pablo Neruda)”</em>, disse a autora.</p>
<p>A Câmara Brasileira do Livro (CBL), que promove o evento, entregou duas estatuetas na cerimônia do 62º Prêmio Jabuti, uma à Cepe Editora e outra à autora. Cida também foi agraciada com o valor de R$ 100 mil pela escolha de sua obra como Livro do Ano, título que venceu ainda na categoria Poesia, na qual concorria.</p>
<p><em>“Solo para Vialejo é minha entrega total à literatura. É minha grande viagem de volta à Bodocó (cidade em que nasceu, no Sertão do Araripe) e a mim mesma. A Cepe está construindo um belo trabalho de grande importância para os escritores de Pernambuco e de fora do Estado. É um trabalho de resistência”,</em> ressalta.</p>
<p>Para o presidente da Cepe, Ricardo Leitão, o anúncio feito na cerimônia virtual da 62ª edição do Prêmio Jabuti, realizada nesta última quinta-feira (26), tem um significado especial. <em>“É uma grande alegria para a Cepe, uma editora pública e fora do eixo do Sudeste, ter uma publicação premiada pelo Jabuti. Apesar de Cida Pedrosa ser uma poeta que nunca saiu de Pernambuco, ela conseguiu transformar sua poesia em uma temática internacional. O prêmio é um reconhecimento ao grande talento dela. À editora só coube colocar nas páginas do livro o seu grande dom”</em>, destaca.</p>
<p>Tanto o lançamento quanto a premiação de <i>Solo para Vialejo </i>aconteceram em datas especiais para Cida. Foi publicado pela Cepe em 18 de outubro de 2019, no dia do aniversário da escritora. E, nesta quinta-feira (26), ela comemorava o aniversário de 23 anos do filho Vladimir Pedrosa (estudante de medicina e também poeta), quando teve a obra premiada pelo Jabuti.</p>
<p>O título traz referências estéticas da poesia moderna à cultura pop. Trata-se de uma viagem de retorno às memórias da escritora que recorda a diáspora ancestral do negros e negras, índios e índias, homens e mulheres oprimidos que saíram do litoral para o Sertão após a devastadora chegada dos brancos.</p>
<p><strong>SOBRE A AUTORA -</strong> Aos 56 anos, Cida Pedrosa acaba de ser eleita vereadora do Recife pelo PcdoB. Foi uma das militantes do Movimento de Escritores Independentes de Pernambuco e titular das secretarias da Mulher e do Meio Ambiente na capital pernambucana. Nasceu na cidade de Bodocó, Sertão do Araripe, de onde saiu aos 14 anos, em 1978, para morar no Recife. Dos seus dez livros publicados <i>Solo para Vialejo</i> (2019) é o segundo editado pela Cepe. O primeiro foi Gris (2018).</p>
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		<title>Três livros da Cepe são semifinalistas do Prêmio Jabuti 2020</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2020 21:50:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Cepe Editora conta com três títulos entre os semifinalistas do Prêmio Jabuti 2020, que chega à 62ª edição. A relação geral dos dez finalistas por categoria (20 ao todo) foi divulgada, nesta quinta-feira (22), pela Câmara Brasileira do Livro. Obscuro fichário dos artistas mundanos (1934-1958), com roteiro de Clarice Hoffmann e de Abel Alencar,  ilustrado por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Cepe Editora conta com três títulos entre os semifinalistas do Prêmio Jabuti 2020, que chega à 62ª edição. A relação geral dos dez finalistas por categoria (20 ao todo) foi divulgada, nesta quinta-feira (22), pela Câmara Brasileira do Livro. <i>Obscuro fichário dos artistas mundanos (1934-1958),</i> com roteiro de Clarice Hoffmann e de Abel Alencar,  ilustrado por Maurício Castro, Greg, Paulo do Amparo e Clara Moreira, concorre na categoria Histórias em Quadrinhos; <i>Solo para vialejo</i>, de Cida Pedrosa, disputa a categoria Poesia; e <i>Recife – Fotografias: </i><i>1986-2018</i>, de Fred Jordão, está entre os dez em Fotografia. No dia 5 de novembro, será divulgada a lista dos cinco finalistas por categoria, e, no dia 26, acontecerá a cerimônia virtual que revelará os vencedores.</p>
<div id="attachment_79441" aria-labelledby="figcaption_attachment_79441" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/cepe-semifinalista-prêmio-jaboti.jpg"><img class="size-medium wp-image-79441" alt="Cepe/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/cepe-semifinalista-prêmio-jaboti-607x303.jpg" width="607" height="303" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Solo para vialejo&#8221; disputa a categoria Poesia; &#8220;Obscuro fichário dos artistas mundanos (1934-1958)&#8221; concorre na categoria Histórias em Quadrinhos; e &#8220;Recife – Fotografias: 1986-2018&#8243; está entre os dez em Fotografia</p></div>
<p>Álbum de estreia do Selo HQ da Cepe Editora, <i><strong>Obscuro Fichário dos Artistas Mundanos</strong>, </i>foi inspirado no projeto de pesquisa da jornalista e produtora cultural Clarice Hoffman, realizado entre os anos de 2014 e 2017, e que teve como fonte os arquivos da Delegacia de Ordem Política e Social (Dops). Em 115 páginas coloridas, a HQ apresenta quatro histórias baseadas em fatos reais ocorridas durante a ditadura de Getúlio Vargas. Em 2020, o livro também foi destacado pelo Prêmio Grampo 2020, conferido por jornalistas e críticos especializados no segmento literário, entrando na lista dos dez melhores títulos em quadrinhos publicados no Brasil.</p>
<p><strong><i>Recife &#8211; Fotografias: </i><i>1986-2018</i></strong>, de Fred Jordão, documenta as transformações urbanas sofridas pela cidade ao longo dos 30 anos. Em 175 fotografias, revela os muitos contrastes da metrópole, marcada pela extrema pobreza e opulência, pela riqueza arquitetônica e o passado em decadência. Em textos assinados, o arquiteto e urbanista Luiz Amorim e o pesquisador José Afonso Jr. – ambos professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) -  refletem tais mutações.</p>
<p>Com 128 páginas,<strong> <em>Solo para vialejo</em></strong>, de Cida Pedrosa, é um longo poema épico-lírico que se inicia em percurso (geográfico e sentimental) do litoral rumo ao Sertão. Um retorno às memórias da escritora, natural de Bodocó, em busca de sua própria identidade. Uma narrativa poética que, carregada de referências à poesia moderna, à música e à cultura pop, também reflete fragmentos coletivos, como a diáspora de homens e mulheres que deixaram o litoral migrando para o Sertão com a chegada do branco colonizador.</p>
<p><b>ABEU</b> -A Cepe Editora também é finalista do 6º Prêmio ABEU 2020, concedido pela Associação Brasileira de Editoras Universitárias. O livro  Moema Cavalcanti: livre para voar (2019), coedição da Cepe e da Imprensa Oficial de São Paulo (Imesp), foi selecionado e concorre na categoria Projeto Gráfico. Os vencedores serão conhecidos na próxima segunda-feira (26), em cerimônia transmitida pelo Canal do YouTube da ABEU, a partir das 19h.</p>
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		<title>Cida Pedrosa lança livro seu novo livro &#8220;Solo para vialejo&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Oct 2019 15:26:15 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_72212" aria-labelledby="figcaption_attachment_72212" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/vozes-femininas-foto-ricardo-moura-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-72212" alt="Ricardo Moura/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/vozes-femininas-foto-ricardo-moura-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Durante o lançamento do livro, Cida Pedrosa contará com a participação de Susana Moraes e Mariane Bigio que, juntas, farão leitura dos trechos dos livros</p></div>
<p>“Você que vem, venha com tempo e ouvido atento, que a viagem é em distância e fundura”, convida o prefácio do livro Solo para vialejo, da poeta Cida Pedrosa, editado pela Cepe. Em 128 páginas, um longo poema épico-lírico se inicia versando sobre um percurso que segue do litoral para o Sertão. Foi lá, mais precisamente em Bodocó, que Cida nasceu. Mas será no Recife, dia 18 de outubro, que ela celebrará seu aniversário com o lançamento da nova obra, na Venda Bom Jesus, às 19h. Durante o lançamento, as cordelistas Susana Moraes e Mariane Bigio farão leitura de trechos do livro. Haverá ainda apresentação do projeto Jazz na Venda, com repertório voltado para o blues.</p>
<p>“Cida Pedrosa, esta mulher que sabemos multidão, poeta de palavra-labareda, é quem nos leva pela língua à infância da nossa história, Terra Brasilis, sangue e seiva, suas cores, seus ritmos, e, em cores e ritmos, suas extraordinárias mestiçagens”, continua poeticamente o prefácio assinado pela poeta, ensaísta, crítica e cronista paulista Mariana Ianelli.</p>
<p>A viagem de retorno às memórias da escritora recorda a diáspora do negros e negras, índios e índias, homens e mulheres oprimidos que saíram do litoral para o Sertão após a devastadora chegada dos brancos. “Ao celebrar e refletir esse período, faço um link sobre a música sertaneja e o blues”, revela Cida. Na jornada são descritos o clima, a fauna e a flora, a geografia do caminho, cheiros, sabores e sons que viajam a uma distância tão longa quanto o Sertão do litoral, e também tão profunda quanto a busca pela própria identidade. “É uma narrativa fragmentada, assim como são as nossas memórias. Ninguém se lembra do percurso da vida de forma linear. Tem horas que é pura biografia e tem outras que é pura ficção”, revela Cida.</p>
<p>Referências estéticas da poesia moderna, da cultura pop &#8211; Bob Dylan, Caetano Veloso &#8211; se misturam aos campos de algodão, por exemplo, que aparecem exibindo a dureza do trabalho de plantio e colheita e a memória afetiva desse cenário. “Pode-se afirmar que o poema é todo construído a partir de tensionamentos que assumem diversas configurações: entre o individual e o comunitário, entre racional e o afetivo, e, naturalmente, entre o lírico e o épico. A tensão entre as memórias pessoais e as coletivas funciona como um pêndulo entre o “dentro” e o “fora”, entre o que pertence ao domínio da memória afetiva do indivíduo e o que está fincado numa memória cultural compartilhada”, diz o editor da Cepe, Wellington de Melo, em texto presente no livro.</p>
<p>O vialejo &#8211; como é chamada a gaita no interior &#8211; foi o instrumento que Cida ganhou do pai na infância mas nunca tocou. A música negra perpassa a poesia juntando o blues aos ritmos sertanejos. “O baião é negro, o xote é negro. Havia bandas de blues nos anos 1940 em Petrolina, São José do Egito, Bodocó&#8230;”, garante Cida, que continua tentando tocar a gaita. “Nunca aprendi a tocar. Tento aprender e não consigo”. O poema, no entanto, sugere que ela ainda o pode fazer a qualquer momento, ou que sempre o fez. “A jornada é circular, não há um ponto de chegada, apenas a percepção que a identidade se encontra no próprio ato de resistir/existir”, completa Wellington.</p>
<p><strong>Sobre a autora</strong><br />
A poeta nascida em 1963 no município pernambucano de Bodocó estreou em 1982 com a coletânea Poesias do Fim. Na mesma década coordenou o Movimento de Escritores de Pernambuco, e lançou também O cavaleiro epifania (1986). Em 2000 veio Cântaro, seguido por Gume (2005), e As Filhas de Lilith (2009). Ano passado a escritora lançou Gris, também pela Cepe Editora.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro Solo para vialejo (Cepe Editora), de Cida Pedrosa<br />
Quando: 18 de outubro (sexta-feira), às 19h<br />
Onde: Venda Bom Jesus (Rua Barão Rodrigues Mendes, 5, Bairro do Recife)</p>
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		<title>Cida Pedrosa comemora o título de Cidadã Recifense</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Oct 2018 21:57:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania O plenário da Câmara Municipal do Recife se encheu de admiradores de Cida Pedrosa na última, quinta-feira (18), quando a escritora natural de Bodocó recebeu o título de Cidadã Recifense. O título foi fruto da proposta do vereador Antônio Luiz Neto, que discursou durante a solenidade lembrando da trajetória pessoal e profissional [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_63931" aria-labelledby="figcaption_attachment_63931" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/44716610304_86ee488473_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-63931" alt="Cida Pedrosa recebe o título de Cidadã Recifense da tribuna de honra formada por representantes do povo, como a Secretária de Cultura do Recife, Lêda Alves, o Vice Prefeito do Recife, Luciano Siqueira, o ex-Prefeito, João Paulo, e pelo vereadores Antônio Luiz Neto e Eduardo Marques. " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/44716610304_86ee488473_h-607x364.jpg" width="607" height="364" /></a><p class="wp-caption-text">Cida Pedrosa recebe o título de Cidadã Recifense da tribuna de honra formada por representantes do povo, como a Secretária de Cultura do Recife, Lêda Alves, o Vice Prefeito do Recife, Luciano Siqueira, o ex-Prefeito, João Paulo, e pelo vereadores Antônio Luiz Neto e Eduardo Marques.</p></div>
<p dir="ltr" style="text-align: right;"><strong>Por Camila Estephania</strong></p>
<p dir="ltr">O plenário da Câmara Municipal do Recife se encheu de admiradores de Cida Pedrosa na última, quinta-feira (18), quando a escritora natural de Bodocó recebeu o título de Cidadã Recifense. O título foi fruto da proposta do vereador Antônio Luiz Neto, que discursou durante a solenidade lembrando da trajetória pessoal e profissional da homenageada, que sempre atuou ativamente na vida política e artística da capital pernambucana.</p>
<p>Nascida em uma família simples do sertão do Estado, Cida veio para o Recife em 1978, aos 14 anos de idade, para estudar. Em tempos de Ditadura Militar, se engajou politicamente cedo e deu vazão à indignação com as injustiças sociais também através da poesia. Em 1989, já formada em Direito pela UFPE, foi advogada da Comissão de Direitos Humanos da Arquidiocese de Palmares em defesa dos trabalhadores, inaugurando um currículo vasto de atividades que contribuíram para as conquistas sociais não só do Recife, como também no resto do Estado.</p>
<div id="attachment_63932" aria-labelledby="figcaption_attachment_63932" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/44716613224_7d423b3e17_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-63932" alt="Elimar Caranguejo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/44716613224_7d423b3e17_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Plenário cheio de representantes populares, artistas, familiares e admiradores de Cida Pedrosa.</p></div>
<p>Estão entre os seus trabalhos sua participação na Federação dos Trabalhadores e Agricultores de Pernambuco, a assinatura da Convenção Coletiva dos Trabalhadores Rurais do Vale do São Francisco, a diretoria do Departamento Jurídico de Perdas e Medidas durante o Governo Arraes, sua atuação pelos direitos da criança e dos adolescentes no Centro Dom Helder Câmara e a Assessoria de Direitos Humanos do gabinete do então Prefeito do Recife, João Paulo. “<em>Como bem versa o hino do Recife, esta cidade é precisa de claridade e brilha ao luar. Ela é lendária e eterna. A Casa José Mariano tem a obrigação de estabelecer nos seus anais o registro dos personagens que contribuíram com relevantes serviços para a concretização da lenda e a construção da eternidade citada pelo poeta se faça presente”</em>, disse o vereador Luiz Neto, na ocasião.</p>
<p>Sob aplausos calorosos e gritos de “Cida guerreira, mulher brasileira”, a escritora recebeu o documento após uma homenagem do poeta Miró da Muribeca, quem considera seu filho adotivo. <em>“Recife foi me apresentada com gosto de luta e de busca pela liberdade. Eu, quase uma menina ainda, leitora ávida de uma biblioteca de cidade pequena que não sofria a censura por ser distante do grande centro, logo soube de que lado eu estava. Logo me perfilei ao lado daqueles que acreditam numa sociedade mais justa, mais fraterna, onde homens e mulheres têm os mesmos direitos ao trabalho e aos bens sociais, sem preconceito de classe, raça, gênero, orientação sexual, religião ou de qualquer coisa que venha a causar infelicidade, falta de pertencimento e acolhimento.  Foi assim que me entreguei a ti, minha Recife, com sede de justiça daqueles que aprendem a caminhar juntos</em>”, falou Cida, durante seu discurso.</p>
<div id="attachment_63933" aria-labelledby="figcaption_attachment_63933" class="wp-caption img-width-508 alignnone" style="width: 508px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/44526088555_1413108e04_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-63933" alt="Elimar Caranguejo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/44526088555_1413108e04_h-508x486.jpg" width="508" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Na ocasião, a escritora também comemorou os seus 55 anos e lançou o livro &#8220;Gris&#8221;, que reúne poemas dedicados ao Recife.</p></div>
<p>A plateia presente também cantou os “Parabéns” para a escritora, que, no mesmo dia, também completou 55 anos de idade. A comemoração se completou com o lançamento do livro “Gris”, que reúne 50 poemas dedicados ao Recife. “<em>Acho que esse material dialoga bastante com esse momento tão cinza que a gente vive e precisa das cores da democracia</em>”, resumiu ela, que já lançou oito livros de poesia, além de outros trabalhos em prosa.</p>
<p>A Secretária de Cultura de Pernambuco, Antonieta Trindade, também compareceu à solenidade para prestigiar Cida Pedrosa. “<em>Ela é uma cidadã pernambucana de extremo valor que tem contribuído bastante para o fortalecimento da cultura em nosso Estado. Para o Recife, acolhê-la como cidadã é um momento de reconhecimento importante, porque Cida já tem dedicado a esta cidade grande parte da sua vida não só como escritora, mas também como militante dos direitos humanos e como grande defensora da luta da mulher para ocupar seu espaço na sociedade. Hoje, não só o título, mas também o lançamento do livro e o seu aniversário é um momento de grande felicidade, porque Cida representa muitas pessoas</em>”, concluiu ela.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cida Pedrosa lança seu novo livro &#8220;Gris&#8221; no Recife</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Oct 2018 13:59:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Prestes a completar 55 anos de idade, e dona de uma das mais profícuas trajetórias poéticas da literatura pernambucana, que já ultrapassa três décadas de plena atividade, a sertaneja Cida Pedrosa tem parcela significativa de sua obra reunida em livro a ser lançado pela Cepe, nesta quinta-feira, 18 de outubro (dia do seu aniversário), a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_31138" aria-labelledby="figcaption_attachment_31138" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rick Rodrigs</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/cida_pedrosa__foto__rick_rodrigs.jpg"><img class="size-medium wp-image-31138" alt="Rick Rodrigs" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/cida_pedrosa__foto__rick_rodrigs-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em novo livro, a poeta apresenta 50 poemas &#8211; entre já publicados e inéditos</p></div>
<p>Prestes a completar 55 anos de idade, e dona de uma das mais profícuas trajetórias poéticas da literatura pernambucana, que já ultrapassa três décadas de plena atividade, a sertaneja Cida Pedrosa tem parcela significativa de sua obra reunida em livro a ser lançado pela Cepe, nesta quinta-feira, 18 de outubro (dia do seu aniversário), a partir das 18h, na Câmara de Vereadores do Recife. Em <em>Gris</em>, o primeiro com o selo da Cepe, o leitor encontrará 50 poemas – entre já publicados e inéditos – balizadores do mundo visceral que emerge de seu texto lírico, apaixonado, erótico e, sobretudo, humano.</p>
<p>Com 139 páginas, <em>Gris</em> é apresentado pelo amigo e escritor consagrado Marcelino Freire. Em seu texto (<em>Cida Cidade</em>), Marcelino pontua a amplitude da autora de Bodocó, que nos anos 1980 coordenou o Movimento de Escritores Independentes Pernambucanos: <em>&#8220;Poeta que nos pega pelo braço. Faz tempo. Não tem quem no Recife não conheça os seus verbos, soltos. Sua luta lúcida. Cida, cidadã da vida. Enfrenta de faca na mão a solidão das espécies. Uma alma que dá guarida a todos os versos. Feitos de pedra. De carne e de fogo. Não importa. Dessas obras escritas e inscritas no corpo inteiro. Feito uma lágrima tatuada. Cida é clássica. E ao mesmo tempo popular&#8221;</em>, destaca.</p>
<p>Do livro <em>Cântaro</em>, a nova publicação da Cepe traz os poemas <em>Os meninos da minha cidade</em>, <em>A festa</em>, <em>A casa dos mortos</em>, <em>Geração</em> e <em>Sayonara</em>. Do título <em>Gume</em> (2005), constam os poemas <em>Rainha dos degredados</em>, <em>Milena</em>, Bolas de vidro, <em>Céu de confeiteiro</em>, <em>Vinil</em>, <em>O surfista</em>, <em>São João</em>, <em>Cadê os olhos da menina</em>, <em>Instantâneo</em>, <em>Morte sob carbono</em>, <em>O descobrimento da pólvora</em>, <em>A lágrima tatuada</em>, <em>Poemetal</em>,<em> Engenharia da dor</em>, <em>Carrossel</em>, <em>O caminho da faca</em>,<em> Passeio pelas ruas do espinheiro</em>, <em>Um certo sol sobre São Paulo</em>, <em>Serva das core</em>s, <em>A parede e a flor</em>, <em>Constatações</em>, <em>O punhal e o poema</em>, <em>O oriente da cidade e Mapas</em> (com o título de Absoluto).</p>
<p>Também constam da nova edição poemas publicados em revistas, como a Continente (<em>Diáspora</em>, <em>Historinha urbana</em>, <em>A viagem das águas</em> e <em>Baixa maré</em>) e Palavra (<em>Fotografia de guerra</em>,<em> Ladainha para Alberto da Cunha Melo</em> e <em>Quando o carro era motel ou melô da classe média</em>). Da <em>Antologia dos Sete Pecados Capitais</em> em prosa e verso (2016), que reuniu textos de escritores de todo o Brasil, <em>Gris</em> ganhou o reforço do poema <em>Relicário</em>.</p>
<p>Doze textos inéditos reunidos em <em>Gris</em> ressaltam a poesia singular e contemporânea de Cida Pedrosa, como <em>Empatia</em>, <em>Paisagem matinal</em>, <em>Ninfas</em>, <em>Passos</em>, <em>América</em>, <em>Os flamboyants do Capibaribe</em>, <em>Uma visão de le croisic</em>, <em>Voragem</em>, <em>O calendário da morte</em>, <em>O corpo fede</em>, <em>Tradução e Ato de entrega</em>. <em>&#8220;Os poemas deste Gris trazem uma mostra significativa da produção desta autora cuja obra se alimenta da urbe e se confunde com o estar na cidade e vivê-la. Poemas curtos e cortantes levam o leitor a um passeio por paisagens multicores, a despeito do que sugere o título do volume. O cinza do asfalto e dos edifícios se mistura na paleta poética de Cida e se converte em pele, músculo, nervos, sangue, coração&#8221;</em>, destaca o editor da Cepe, Wellington de Melo.</p>
<p><strong>Cida Pedrosa</strong><br />
Escritora, advogada, militante comunista, ativista cultural, defensora dos direitos civis, e em especial, das mulheres, Cida Pedrosa, além de seus sete livros, participou de várias antologias editadas no Brasil e em outros países. Atualmente é secretária da Mulher do Recife.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro &#8220;Gris&#8221;, de Cida Pedrosa<br />
Quando: quinta-feira (18/10), às 18h<br />
Onde: Câmara de Vereadores do Recife (R. Princesa Isabel, 410 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE)<br />
Aberto ao público</p>
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		<title>Escritoras e poetisas são destaques da programação do FIG 2018</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jul 2018 19:53:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Bell Puã]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Ao propor a liberdade como tema do 28º Festival de Inverno de Garanhuns, a curadoria do FIG joga luz sobre temas importantes, que precisam ser cada vez mais discutidos abertamente, como a igualdade de gênero. Reconhecer privilégios de um lado e buscar soluções para dar o protagonismo necessário e urgente a outros. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51518" aria-labelledby="figcaption_attachment_51518" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Um-Clarão-Luz-sobre-a-poesia-de-Cida-Pedrosa-conversa-com-a-autora_Elimar-Caranguejo.jpg"><img class="size-medium wp-image-51518" alt="Elimar Caranguejo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Um-Clarão-Luz-sobre-a-poesia-de-Cida-Pedrosa-conversa-com-a-autora_Elimar-Caranguejo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cida Pedrosa, secretária de Mulher do Recife, escritora e poetisa, abre um debate importante e intitulado &#8216;Protagonismo Feminino na Literatura&#8217;</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Ao propor a liberdade como tema do 28º Festival de Inverno de Garanhuns, a curadoria do FIG joga luz sobre temas importantes, que precisam ser cada vez mais discutidos abertamente, como a igualdade de gênero. Reconhecer privilégios de um lado e buscar soluções para dar o protagonismo necessário e urgente a outros. Foi pensando nisso que a programação da <strong>Praça da Palavra Raimundo Carrero,</strong> o polo literário do FIG 2018, traz este ano uma programação que busca dar voz e vez a todxs que produzem literatura no Brasil.</p>
<p>Um dos destaques deste ano é a presença de <strong><a href="https://www.facebook.com/cidappedrosa/" target="_blank">Cida Pedrosa</a></strong>, secretária da Mulher do Recife, escritora e poetisa, autora de livros como <strong>As Filhas de Lilith</strong> (2009) e <strong>Claranã</strong> (2015), que abre um debate importante e intitulado Protagonismo Feminino na Literatura. Os encontros começam no dia 22 de julho e vão seguir ao longo de toda a programação da Praça da Palavra.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/35338829853_947fd143fd_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-61860 aligncenter" alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/35338829853_947fd143fd_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Segundo Cida, apesar do título, não é a primeira vez que o FIG trata a literatura feminina com protagonismo. <em>“Eu, por exemplo, já lancei <strong>As Filhas de Lilith</strong>, num projeto com incentivo do Funcultura e que resultou também no lançamento de 26 curtas inspirados nas minhas poesias. Mas acredito que, com este título, sim, é a primeira vez que temos esse debate”,</em> opina ela. Outras autoras que participarão desses encontros são a baiana Daniela Galdino e as pernambucanas Fernanda Limão, Graça Nascimento e Ivonete Batista.</p>
<p>Sobre o que o público pode esperar das conversas entre as autoras, Cida fez algumas provocações. <em>“A presença feminina na literatura brasileira é muito recente. No Brasil, a mulher só começou a ir pra escola há 200 anos. Temos uma Academia Brasileira de Letras (ABL) com seis mulheres e uma Academia Pernambucana de Letras com nove. Isso num total de 40 vagas”,</em> explica.</p>
<div id="attachment_61861" aria-labelledby="figcaption_attachment_61861" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/40802750732_b7e767e643_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61861 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/40802750732_b7e767e643_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O SLAM das Minas PE também atração da Praça da Palavra</p></div>
<p><em>“Existe uma pesquisa que eu adoro citar, feita por uma socióloga que analisou 200 romances. Desse total, 75% dos personagens protagonistas eram homens, apenas 15% mulheres e 3% negros ou homossexuais. Estamos lendo o que? Escrito por quem? Com o olhar de quem? São essas coisas que vamos provocar nesses encontros”</em>, revela a poetiza, que elogiou a companheira de debate no dia 22 de julho, a poetisa Daniela Galdino (BA). “<em>Eu só a conhecia pela internet, mas há dois meses tivemos um Sarau no Pasárgada com a presença dela e foi lindo. Ela tem uma poesia emponderada e voltada para a mulher muito interessante, e usa o corpo enquanto espaço de performance. A poesia está no livro, no gesto, na pele e no olhar. É incrível”.</em></p>
<p>Também na veia poética, no dia 23 de julho, uma atividade inédita aporta no FIG. Haverá uma edição do <strong><a href="https://www.facebook.com/slamdasminaspe/" target="_blank">SLAM das Minas</a></strong>, batalha de poesia voltada para mulheres. Segundo Bell Puã, uma das participantes do SLAM das Minas PE (e que inclusive representou o estado e o país na competição internacional realizada na França, em maio passado), a ideia é fazer um recital entre todas as meninas que já são do movimento.</p>
<div id="attachment_51038" aria-labelledby="figcaption_attachment_51038" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Índia_Morena.jpg"><img class="size-medium wp-image-51038" alt="Renata Pires/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Índia_Morena-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Índia Morena, Patrimônio Vivo do estado, vai lançar um livro sobre sua trajetória no circo durante a programação da Praça da Palavra</p></div>
<p><em>“Mas também teremos uma hora com o microfone aberto pras mulheres que quiserem recitar algo, só não vai ser em formato de batalha”,</em> detalha. Além da Bell Puã, participam do SLAM das Minas PE as poetisas Amanda Timóteo, Lilian Araújo, Olga Pinheiro e Patrícia Naia. <em>“Pra gente é uma felicidade muito grande participar de um festival do porte como FIG, que a gente já curtia como público, e agora vamos aproveitar como artistas”,</em> celebra Puã.</p>
<p>Outro destaque é no dia 25 de julho, o Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha, quando haverá o lançamento do livro <strong>Dramas Circenses</strong>, de <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/patrimonio-cultural/imaterial/patrimonios-vivos/india-morena/" target="_blank">Índia Morena</a></strong>, Patrimônio Vivo de Pernambuco. Contorcionista, trapezista voadora, acrobata, cantora, ginasta, e atriz circense são alguns dos atributos da grande dama do circo pernambucano, Margarida Pereira de Alcântara &#8211; ou Índia Morena, nome artístico deliberadamente escolhido por serem índios o pai e a avó paterna. No mesmo dia, as Secretarias da Mulher e de Cultura de Pernambuco realizam uma mesa com o Comitê de Mulheres Negras.</p>
<div id="attachment_60540" aria-labelledby="figcaption_attachment_60540" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/26534442289_79664c1f65_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60540 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/26534442289_79664c1f65_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Quem também confirmou presença no FIG foi Ezter Liu, a grande vencedora do V Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro &#8216;Das tripas coração&#8217; (2017)</p></div>
<p>Quem também confirmou presença no FIG foi Ezter Liu, a grande vencedora do V Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro <strong>Das tripas coração</strong> (2017). <em>“Participo do Festival em duas ocasiões. Além da Praça da Palavra, no dia 26 de julho, na mesa ao lado dos outros vencedores do Prêmio, estarei também numa edição do Outras Palavras em Bom Conselho, na Escola Cel. José Abílio, no dia 24 do mesmo mês”,</em> comemora a escritora, que após o debate na Praça da Palavra vai assistir, pela primeira, a uma leitura dramatizada feita com alguns de seus contos.</p>
<p><em>“O tema da liberdade que o FIG traz esse ano gera muito pano na manga pra gente e vocês jornalistas escreverem sobre o assunto. Essa leitura dramatizada de <strong>Das tripas coração</strong>, por exemplo, está sendo organizada pelo Angu de Teatro, que teve a ideia de adaptar alguns contos para o palco. Vou ficar sabendo de mais detalhes em breve, mas, por enquanto, é uma surpresa”,</em> conta Ezter.</p>
<div id="attachment_61862" aria-labelledby="figcaption_attachment_61862" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/25962605787_b9b5863110_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61862 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/25962605787_b9b5863110_k-607x477.jpg" width="607" height="477" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Essa abertura nesse espaço, e nessa situação, é pra mim muito honrosa e me deixa bastante feliz”, comemora Raimundo Carrero</p></div>
<p><strong>Homenagem a Raimundo Carrero -</strong> Logo na abertura da Praça da Palavra, no dia 21 julho, às 21h, o escritor vai participar de uma conversa com o jornalista Marcelo Pereira sobre o lançamento de sua tetralogia organizada pela Cepe, intitulada<strong> Condenados à vida</strong>.  <em>“É importante destacar que a homenagem, nessas circunstancias, pra mim é muito importante. Nós da literatura sentimos como a mídia em geral se dirige muito fortemente aos artistas ligados a música durante o FIG. Essa abertura nesse espaço, e nessa situação, é pra mim muito honrosa e me deixa bastante feliz”,</em> destaca o escritor pernambucano.</p>
<p>Ele, que adora contar um causo, lembrou logo de uma situação que aconteceu quando era presidente da Fundarpe – gestão que encerrou em 1998. <em>“Promovi uma vez um seminário literário que reuniu nomes como José Castello, João Gilberto Noll, Luiz Vilela, pra que se debatesse a questão do livro no FIG. Fizemos isso junto aos cordelistas, e lembro que naquela época, enquanto os escritores se queixavam das vendas nas livrarias, os cordelistas diziam que vendiam todo dia e que nem precisavam ir à praça, pois o povo ia na porta de casa comprar”,</em> relembra.</p>
<div id="attachment_61863" aria-labelledby="figcaption_attachment_61863" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/40125287474_94855ecf6e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61863 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/40125287474_94855ecf6e_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Além de ser homenageado deste ano na Praça da Palavra, Raimundo vai lançar durante o FIG sua tetralogia organizada pela Cepe e intitulada &#8216;Condenados à vida&#8217;</p></div>
<p>Além de conversas sobre suas obras como <strong>Maçã Agreste</strong> (1989), <strong>O amor não tem bons sentimentos</strong> (2007), <strong>Somos pedras que se consomem</strong> (1995), e<strong> Tangolomango</strong> (2013), o público pode esperar um bate-papo mais amplo sobre a obra de Carrero. <em>“Pode parecer inacreditável, mas tenho um obra feita, e estou lançado o núcleo da minha obra reunidos sobre o título geral Condenados à vida. São aqueles seres que estão em desacordo com a sociedade e não sabem o que fazer, acabando se comportando à margem. E foi, como sempre, ressaltar a força da literatura pernambucana que merece o maior destaque sempre”,</em> adiantou Raimundo Carrero.</p>
<p><strong>Confira abaixo a programação completa de Literatura no FIG 2018:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sábado, 21/7</span></b></p>
<p><b>10h – Ação Educativa| Brincando e Cantando com Brinquedos Populares, </b>com Marcos Duarte e Andréa Carla<b> (SESC – PE)</b></p>
<p><b>11h – Contação de Histórias| Contar e Contagiar, </b>com Ryan Leivas (PE)<b></b></p>
<p><b>13h – Atividades SEDUC (Secretaria de Educação)</b></p>
<p><b>14h – Atividades da GRE (Gerência Regional de Educação) </b></p>
<p>- Roda de conversa com a Escritora de Marte – Livro: Caberá Só A Mim Esquecer  (EREM Monsenhor João Marques)</p>
<p>- Poesia e Soneto Cantado – Releitura da obra de Augusto dos Anjos , um recorte do “Projeto Uma Tarde Para Augusto dos Anjos” (EREM Prof. Jerônimo Gueiros)</p>
<p>- Literatura e Música em Libras: Igual e Diferente (EREM Nossa Senhora do Perpétuo Socorro)</p>
<p><b>16h –</b><b> Lançamento de Livro| Lampião, O Cangaço e Outros Fatos no Agreste Pernambuco, </b>com Junior Almeida</p>
<p><b>17h – Recital | Jefferson Moisés, O Contador de Histórias, </b>com Jefferson Declamador (PE)</p>
<p><b>18h – Leitura Dramática|Bernarda Soledade: A Tigre do Sertão, uma leitura, </b>com o Grupo Violetas da Aurora</p>
<p><b>19h – Lançamento de Livro| Tetralogia Condenados à Vida, </b>Marcelo Pereira conversa com Raimundo Carrero, homenageado da Praça da Palavra <b>(Cepe Editora)</b><b> </b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Domingo, 22/7 </span></b></p>
<p><b>11h – Contação de Histórias | Caixinhas de Histórias</b>, com Thays Meirely <b>(SESC – PE)</b> <b>13h – Atividades SEDUC (Secretaria de Educação)</b></p>
<p><b>14h – Atividades da GRE (Gerência Regional de Educação)</b></p>
<p>- Teatro Musical e Literatura A Porta Aberta Para a Leitura (EREM Luiz Pereira)</p>
<p>- Vocabulário Nordestino (EREM Henrique Justino)</p>
<p><b>15h – </b><b>Oficina de Fantoche de Papel, </b>com Thays Meirely<b> (SESC – PE)</b><b></b></p>
<p><b>16h – Contação de Histórias | </b>com o Grupo Tapete Voador<b> (Cepe Editora)</b></p>
<p><b>17h – Lançamento de Livro | Diário das Coincidências, </b>com <a href="https://www.google.com.br/search?q=Jo%C3%A3o+Anzanello+Carrascoza&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LVT9c3NEw2rMgtzzE2V-IBcY0Kk9JTkkzKtWSyk630k_Lzs_XLizJLSlLz4svzi7KtEktLMvKLAGltBqc9AAAA&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwjEhZGQpb_bAhVBH5AKHVpiAIEQmxMIqQEoATAR">João Anzanello Carrascoza</a> (SP)<b> </b></p>
<p><b>18h – Lançamento de Livro </b><b>| A Cobrança, </b>Mário Rodrigues (PE) conversa com Nivaldo Tenório (PE) <b>(SESC – PE)</b></p>
<p><b>19h – Protagonismo Feminino na Literatura: Poesia como Espaço de Re-existência na Escrita de Mulheres, </b>Cida Pedrosa (PE) conversa com Daniela Galdino (BA)<b> (SESC – PE)</b></p>
<p><b>20h – Recital | Palavra Suja de Sangue, </b>com David Biriguy (PE)</p>
<p><b>20h40 – Leitura Dramática | Ao Redor do Escorpião&#8230; Uma Tarântula? – Orquestração Para Dançar e Ouvir, </b>com o Grupo Violetas da Aurora</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Segunda-feira, 23/7</span></b></p>
<p><b>10h – </b><b>Contação de Histórias | Histórias para Gestantes e Bebês, </b>com a Cia. Fisa D’arte<b> </b>(PE)<b> </b></p>
<p><b>11h – Oficina de Brinquedos Afro, </b>com Thays Meirely<b> (SESC – PE)</b></p>
<p><b>13h – Atividades SEDUC (Secretaria de Educação)</b></p>
<p><b>14h – Atividades da GRE (Gerência Regional de Educação)</b></p>
<p>- Peça Teatral | Romantismo: Amor e Liberdade (EREM José do Patrocínio Mota)</p>
<p>- As Muitas Faces da Mulher Rural na Literatura (EREM João Fernandes)</p>
<p><b>16h </b><b>– Debate | O Golpe em Curso e Como a Literatura Está Revidando, </b>com Fred Caju, Patrícia Naia e João Gomes (PE)</p>
<p><b>18h – Lançamento de Livro | Dramaturgia Publicada, </b>com Luiz Maranhão Filho (PE)<b></b></p>
<p><b>19h – Protagonismo Feminino na Literatura: A Nudez da Poesia, </b>Fernanda Limão (PE) conversa com Graça Nascimento (PE) <b>(SESC &#8211; PE)</b></p>
<p><b>20h – Recital | SLAM das Minas PE, </b>com Patrícia Naia, Bell Puã e Olga Pinheiro.<b> </b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Terça-feira, 24/7</span></b></p>
<p><b>11h – Contação de Histórias | Evaristo, A Cutia, </b>com Pochyua Andrade (PE) e Viviana Borchardt (PE)<b></b></p>
<p><b>13h – Atividades SEDUC (Secretaria de Educação)</b></p>
<p><b>14h – Atividades da GRE (Gerência Regional de Educação)</b></p>
<p>- Teatro Musica | “Onde o Nordeste Garoa” (EREM Augusto Lucio da Silva)</p>
<p>- Musical | Reconto da História de João e Maria (EREM Virgem do Socorro)</p>
<p><b>18h – Lançamento de Livro | Teresa Costa Rêgo: Uma Mulher em Três Tempos, </b>com Bruno Albertim (PE)</p>
<p><b>19h – Protagonismo Feminino na Literatura: O Olhar Feminino e a Prosa Mística de Luzinete Laporte, </b>Ivonete Batista (PE) conversa com Nivaldo Tenório (PE)<b> (SESC &#8211; PE)</b><b> </b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Quarta-feira, 25/7</span></b></p>
<p><i>DIA INTERNACIONAL DA MULHER NEGRA LATINO AMERICANA E CARIBENHA</i></p>
<p><b>10h – Contação de Histórias | Luanda Ruanda, Histórias Africanas, </b>com<b> </b>Sthephany Metódio<b> </b>(PE) e Marta Alves (PE)<b></b></p>
<p><b>13h – Atividades SEDUC (Secretaria de Educação)</b></p>
<p><b>14h – Atividades da GRE (Gerência Regional de Educação)</b></p>
<p>- Poesia e Música | Uma Homenagem a Raimundo Carrero (Escola Henrique Dias)</p>
<p>- A Releitura da Lenda do Boi Bumbá (EREM D. João da Mata Amaral)</p>
<p>- Teatro Cultura de Dentro Para Fora (EREM Narciso Correia)</p>
<p><b>15h – Lançamento de Livro | Dramas Circenses, </b>com Índia Morena</p>
<p><b>17h – Mesa com o Comitê de Mulheres Negras (SECMULHER – PE/SECULT – PE)</b></p>
<p><b>18h – Mulheres do Candomblé: Resgate Histórico Sobre as Yalorixás Brasileiras, </b>com José Kleberson Rodrigues e Claudeni Lima (PE)</p>
<p><b>19h – Projeto Arte da Palavra Circuito de Autores, </b>Cidinha da Silva (BA), André Sant’Anna (SP) mediação Helder Herik<b> (SESC – PE)</b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Quinta-feira, 26/7</span></b></p>
<p><b>10h – Contação de Histórias | Histórias de Uma Terra Mágica Chamada Índia, </b>com Cinthia Nayara (PE)</p>
<p><b>11h – Contação de Histórias | Histórias da Caixola, </b>com Stephany Metódio (PE)<b></b></p>
<p><b>13h – Atividades SEDUC (Secretaria de Educação)</b></p>
<p><b>14h – Atividades da GRE (Gerência Regional de Educação)</b></p>
<p>- Dança Teatral |Pernambuco Sim Senhor (Escola de Aplicação prof.ª  Ivonita Alves Guerra)</p>
<p><b>15h – Contação de Histórias | Violinha Rio Acima, </b>com Vinicius Viramundos (PE)<b></b></p>
<p><b>17h – Protagonismo Feminino na Literatura: “Um Inferno de Vida Crua” o Intimismo Clariciano como Sintoma de Mal-estar, </b>Klébia Sampaio (PE) conversa com Matheus Rocha (<b>PE) (SESC – PE)</b></p>
<p><b>18h – Recital | O Riso, A Rima e O Cordel, </b>com Altair Leal (PE)<b></b></p>
<p><b>19h – Leitura Dramática | Das Tripas Coração</b></p>
<p><b>19h30 – Nova Literatura Pernambucana: Manual de Instruções, mesa com os vencedores do V Prêmio Pernambuco de Literatura, </b>com Ezter Liu, Enoo Miranda, Amâncio Siqueira, Fred Caju e Walter Cavalcanti Costa (PE), mediação de Matheus Rocha (PE)<b></b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sexta-feira, 27/7</span></b></p>
<p><b>10h – Ação Educativa| Brincando e Cantando com Brinquedos Populares, </b>com Marcos Duarte e Andréa Carla<b> (SESC – PE)</b></p>
<p><b>13h – Atividades SEDUC (Secretaria de Educação)</b></p>
<p><b>14h – Atividades da GRE (Gerência Regional de Educação)</b></p>
<p>- Entre Encantos e Desencantos Pela Prosa e A Poesia, A Paixão e A Cantoria (ETE Governador Eduardo Campos)</p>
<p>- Orquestra “Páginas de Mi Canto” (EREM Garanhuns)</p>
<p><b>15h – Roda de Histórias para Crianças, </b>com Marcilene Pereira<b> (SESC – PE) </b></p>
<p><b>18h – Recital | Lá das Serras do Araripe, </b>com Júnior Baladeira (PE)<b></b></p>
<p><b>19h – Protagonismo Feminino na Literatura: “A Literatura de Cordel Escrita por Mulheres”, </b>Edilene Soares (PE) conversa com Wilson China (PE)<b> (SESC – PE)</b></p>
<p><b>20h – Mesa de Glosas | Mulheres de Repente, </b>com Dayanne Rocha, Elenilda Amaral, Erivoneide Amaral, Francisca Araújo e Luna Vitrolira (PE)</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sábado, 28/7</span></b></p>
<p><b>10h – </b><b>OUTRAS PALAVRINHAS</b></p>
<p><b>13h – Atividades SEDUC (Secretaria de Educação)</b></p>
<p><b>14h – Atividades da GRE (Gerência Regional de Educação)</b></p>
<p>- Teatro | Katirina e Matheus: Em Busca da Ess^sncia da Literatura do São João (EREM Ismênia Lemos Wanderley)</p>
<p><b>15h – Roda de Histórias para Crianças, </b>com Marcilene Pereira<b> (SESC – PE) </b></p>
<p><b>16h – Debate | Três Olhares Para Literatura Infantojuvenil, </b>com Cleyton Cabral, Cícero Belmar e Paulo André Viana (PE)</p>
<p><b>17h – Lançamento de Livro | Victor Moreira, </b>com Marcondes Lima e Carla Denise<b> (PE) (Cepe Editora)</b><b><br />
</b><b>18h – Recital Poético Musical | Lunário Encourado, </b>com Adiel Luna (PE)<b> </b></p>
<p><b>Ações Especiais</b></p>
<p><b>Transeuntes: Palavras da Mata ao Agreste</b></p>
<p><b>De 21 a 28/7 </b></p>
<p>Intervenção poética com Fernanda Limão (Garanhuns – PE) e Ezter Liu (Carpina – PE)</p>
<p>Locais: Praça da Palavra, Parque Euclides Dourado e Palco Cultura Popular</p>
<p><b>Livros Livres</b></p>
<p>Ação inspirada no conceito de book crossing, consiste em criar espaços para trocas de livros em lugares públicos. Durante todo o festival Livros serão “libertados” em pontos diversos da cidade, com selo identificador da ação. As pessoas devem ler os livros e deixá-los em outro lugar público para que mais pessoas o leiam. Os livros são uma doação da Cepe – Companhia Editora de Pernambuco e do Funcultura.</p>
<p>Durante todo o FIG, em qualquer lugar, a qualquer hora.&gt;</p>
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