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	<title>Portal Cultura PE &#187; Cine Rio Branco</title>
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		<title>Programação cultural do &#8216;Outras Palavras&#8217; envolve comunidade escolar de Arcoverde</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2016 23:38:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Integrando educação, cultura e cidadania, o projeto ‘Outras Palavras’, desenvolvido pela Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe,  realiza sua 5ª edição nos dias 18 e 19 de novembro, na cidade de Arcoverde, Sertão do Moxotó. Após ter passado por escolas públicas de Araçoiaba, Paulista, Santa Cruz do Capibaribe, Caruaru e Camaragibe, a programação composta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_41820" aria-labelledby="figcaption_attachment_41820" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Outras-Palavras-Caruaru-Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-41820" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Outras-Palavras-Caruaru-Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto segue sua itinerância pelo estado nos próximos dias 18 e 19</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-align: justify;">Integrando educação, cultura e cidadania, o projeto ‘Outras Palavras’, desenvolvido pela Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe,  realiza sua 5ª edição nos dias 18 e 19 de novembro, na cidade de Arcoverde, Sertão do Moxotó. Após ter passado por escolas públicas de Araçoiaba, Paulista, Santa Cruz do Capibaribe, Caruaru e Camaragibe, a programação composta por roda de diálogos com escritores, exibição de filmes e apresentação artística, também fará parte das celebrações do Mês da Consciência Negra no município.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Na sexta-feira (18), a partir das 8h, a Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde (AESA) estará recebendo a programação direcionada para estudantes e professores de oito escolas púbicas da região. Além da entrega de kits literários contendo as obras vencedoras do Prêmio Pernambuco de Literatura, com os escritores <strong>Mário Filipe Cavalcanti</strong>, vencedor do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro ‘Caninos Amarelados’, e<i> </i><strong>Carlos Alberto de Assis Cavalcanti</strong>, professor da AESA-CESA e da Escola Industrial de Arcoverde, também integram as ações do projeto uma homenagem ao símbolo da resistência negra na região, Luiz Eloy de Andrade (Luizão), falecido em outubro do ano passado; uma apresentação artística do grupo <strong>Jaraguá Mulungu Terno de Pífanos</strong>; e a premiação do concurso ‘Afrodescendência, nossa luta, nossa história’, para os estudantes participantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Já no sábado (19), as ações terão início às 9h com a <strong>7ª Marcha Zumbi dos Palmares,</strong> com a participação de estudantes, professores e da sociedade civil sob o tema ‘As lutas de Dandara e Zumbi pela igualdade, trazendo personagens históricos’. Às 16h, a programação segue no Cine Rio Branco, onde serão exibidos o documentário paraibano ‘Praça de Guerra’ (2015) e o longa-metragem ‘Osvaldão’ (2014).</p>
<div id="attachment_41838" aria-labelledby="figcaption_attachment_41838" class="wp-caption img-width-480 alignnone" style="width: 480px"><p class="wp-image-credit alignleft">Still/Praça de Guerra</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Praca_de_guerra-E.jpg"><img class="size-full wp-image-41838" alt="Still/Praça de Guerra" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Praca_de_guerra-E.jpg" width="480" height="360" /></a><p class="wp-caption-text">Curta paraibano &#8216;Praça de Guerra&#8217; venceu o Festival de Cinema de Triunfo 2016 na categoria Sertões</p></div>
<p style="text-align: justify;"><i>&#8220;O projeto <em>Outras Palavras</em> é uma oportunidade da juventude ter acesso à produção cultural pernambucana, por isso, fazemos questão de trazer aos nossos encontros autores e artistas de nosso estado, seja para mostrar suas obras literárias, seja para apresentar a arte de nossos Patrimônios Vivos, que sempre estão presentes em nossas andanças. Além disso, con</i><i>sideramos que o projeto atua no sentido de integrar cultura e educação com um papel fundamental de resistência, levando mais arte e mais cultura para as escolas”</i>, ressalta Antonieta Trindade, vice-presidente da Fundarpe e idealizadora do projeto.</p>
<p><b>Programação:</b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sexta-feira , 18 de novembro</span><br />
</b>Local: AESA- Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde (Rua Gumercindo Cavalcanti, nº 420 – São Cristóvão – Arcoverde).</p>
<p><b>8h |</b> Abertura – boas vindas – Gerente da GRE – Sertão do Moxotó-Ipanema , Prof. Reginaldo Rodrigues de Amorim e a  Vice-Presidente da Fundarpe, prof.ª Antonieta Trindade.</p>
<p><b>8h15 |</b> Exibição de filme “A hora da saída” – Realização dos alunos da Escola Santa Paula Frassinete (Recife), resultante das  oficinas promovidas  pelo projeto  Cine Cabeça, em parceria com a  Secretaria de Educação,  para  as escolas públicas do Estado de PE.</p>
<p><b>8h20 |</b> Diálogo com os escritores:<br />
<b>- Mário Filipe Cavalcanti</b> – advogado e escritor,  vencedor do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro <i>Caninos Amarelados</i> .<br />
<b>- Carlos Alberto de Assis Cavalcanti</b> – professor  da AESA-CESA e  da Escola Industrial de Arcoverde; Menção honrosa no Concurso Literário Nacional promovido pela Academia Pernambucana de Letras, em 2001 com o livro <i>I</i><i>tinerário Poético</i>,  além de uma coletânea mais recente, editada pelo SESC-Arcoverde.<br />
<b>Mediação –</b> Cinthia Henrique (chefe do Ensino Fundamental e Ensino Médio &#8211; UFM)</p>
<p><b>9h20 | </b>Homenagem a Luizão &#8211; Breve fala sobre Luiz Eloy Andrade, símbolo da resistência negra em Arcoverde e região e idealizador da Marcha Zumbi dos Palmares.<br />
<b>- </b>Irailda Leandro da Silva &#8211; técnica de Direitos Humanos da CGDE da Gerência Regional de Educação de Arcoverde, membro do Núcleo de Gênero da UNEGRO-PE e militante do Movimento Negro em Arcoverde e Região.</p>
<p><b>9h30 |</b> Entrega dos kits literários às Escolas<br />
Escola de Referência em Ensino Médio de Arcoverde, Escola de Referência em Ensino Médio Carlos Rios, Escola de Referência em Ensino Médio Senador Vitorino Freire, ETE &#8211; Escola Técnica Estadual Prof. Jonas Feitosa Costa, Escola Estadual Dircelio Ferreira de Paiva Junior (Presídio), Escola Antônio Japiassu, Escola Jornalista Édson Régis, Escola Monsenhor José  Kehrle, CEJA Cícero Franklin Cordeiro e, biblioteca da AESA, Biblioteca Pública de Arcoverde e Biblioteca do SESC/Arcoverde.</p>
<p>- Vice-presidente da Fundarpe – Profª Antonieta Trindade e Gestor da GRE – Sertão do Moxotó- Ipanema &#8211; Reginaldo Rodrigues de Amorim</p>
<p><b>9h40 |</b> Apresentação do grupo artístico Jaraguá Mulungu Terno de Pífanos,<b> </b>que integra o Ponto de Cultura Orquestra Sertão (Coletivo musical que enfatiza a música  das bandas de pífanos tradicionais do Sertão do Moxotó Pernambucano “Arcoverde/PE” e “Nordeste Brasileiro”).</p>
<p><b>10h40 |</b> Premiação do concurso <b>“Afrodescendência, nossa luta, nossa história</b>” aos alunos   de escolas públicas</p>
<p><b>12h |</b> Encerramento</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><b>Sábado,</b> <b>19 de novembro</b></span></p>
<p><b>9h | </b>7ª Marcha Zumbi dos Palmares (Concentração na Estação da Cultura (em direção ao coreto da Praça da Bandeira).<br />
Participantes: sociedade civil, entidades, escolas – estudantes, professores, dentre outros.<br />
Tema:  “As lutas de Dandara e Zumbi pela igualdade, trazendo personagens históricos” &#8211; referência de resistência dos negros escravizados, e evidenciando o protagonismo  das mulheres.</p>
<p><b>16h | CINEMA &#8211; </b>Local: Cine Rio Branco (Av. Cel. Antônio Japiassú, nº 267 – Centro – Arcoverde)<br />
Público: estudantes/gestores/professores das escolas públicas + público em geral</p>
<p>- <b>Praça de Guerra – </b>Documentário, 19 minutos, 2015, PB, de Ed Júnior<br />
<b>Sinopse</b>: Nos anos 60 surgiu em Catolé do Rocha um grupo de meninos que, munindo-se de sonhos e ideias de liberdade, compuseram um ato de resistência genuíno. Tendo como palco uma pequena cidade do sertão paraibano, esses jovens começaram a praticar atividades “subversivas” pelo poder vigente da época, tendo como ápice a a tentativa de organizar um foco de guerrilha armada na serra do Capim-Açú, na zona rural da cidade. Ao serem descobertos, alguns desses jovens foram condenados e presos pelas forças de repressão. Prêmio aquisição Canal Brasil.<br />
Direção: Ed Júnior<br />
Classificação: 10 anos</p>
<p>- <b>Osvaldão</b> – 80min/digital/cor/2014<br />
<b>Sinopse</b>: Osvadão, líder guerrilheiro, está escondido na mata com armas na mão, perseguido por milhares de soldados. Ele é temido pela ditadura militar e adorado pela população. O filme narra a trajetória do mineiro de Passa Quatro, campeão de boxe, que se transformou em comandante da Guerrilha do Araguaia.<br />
Direção: Vandré Fernandes, Ana Petra, Fábio Bardella, André Michiles<br />
Roteiro: Vandré Fernandes<br />
Classificação indicativa: 14 anos</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cineastas, estudiosos e programadores de cinemas de rua discutem futuro das salas no estado</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cineastas-estudiosos-e-programadores-de-cinemas-de-rua-discutem-futuro-das-salas-no-estado/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2015 01:24:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Tiago Montenegro Após uma semana de exibições e diálogos audiovisuais, o Festival de Cinema de Triunfo abriu espaço na programação de seu último dia de atividades, sábado (8), para um debate que mobilizou cineclubistas, realizadores e gestores públicos do estado. O seminário Desafios e perspectivas para os Cinemas de Rua agregou, ainda, pesquisadores e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Tiago Montenegro</em></p>
<p>Após uma semana de exibições e diálogos audiovisuais, o Festival de Cinema de Triunfo abriu espaço na programação de seu último dia de atividades, sábado (8), para um debate que mobilizou cineclubistas, realizadores e gestores públicos do estado. O seminário <strong><em>Desafios e perspectivas para os Cinemas de Rua</em></strong> agregou, ainda, pesquisadores e programadores de salas em funcionamento na capital e no interior.</p>
<p>A conversa, que também foi acompanhada pelo secretário estadual de cultura, Marcelino Granja, trouxe à luz a realidade, oportunidades e desafios de espaços como o Cinema Rio Branco (Arcoverde), Cine São José (Afogados da Ingazeira), Cinema da Fundação e Cinema São Luiz, ambos no Recife.</p>
<div id="attachment_28886" aria-labelledby="figcaption_attachment_28886" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/seminario1.jpg"><img class="size-medium wp-image-28886" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/seminario1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Programadores de cinemas de rua participaram da atividade, mediada pelo jornalista André Dib</p></div>
<p>Há 20 anos, Evanildo Mariano é um dos três voluntários que persistem na lida diária para manter aberto e bem ocupado o Cine São José, fundado em 1942 sob o nome ‘Cine Pajeú’. Atualmente, o prédio do cinema pertence à Diocese de Afogados da Ingazeira e é gerido pelos voluntários graças a um termo de comodato. A sala é climatizada e tem 240 lugares. “Exibimos filmes todos os dias, sempre às 20h. Infelizmente, as salas que existiam em cidades vizinhas como Tabira, Sertânia e São José do Egito foram fechadas nos anos 1980, nosso desafio é manter isso vivo, cada vez mais integrado à rotina da cidade”, comentou.</p>
<p>Apresentando o Cine Rio Branco, atualmente sob gerência da Prefeitura de Arcoverde, o programador Glaudemylton Alves destacou que “apesar de promovermos eventos como a Semana do Cinema Pernambucano, hoje a sala sobrevive de cinema comercial”. O Rio Branco foi reformado e hoje, é acessível a pessoas com deficiência e possui 170 lugares. A sala está registrada na Ancine e é grande a integração com a secretaria estadual de assistência social, além de escolas e comunidades rurais da região, que levam, respectivamente, adolescentes em conflito com a lei, estudantes da rede pública e moradores dos distritos para acompanhar as sessões. Apesar disto, Glaudemylton compartilhou a infeliz notícia de que, hoje, a sala está fechada ao público por falta de filmes a serem exibidos. “Nosso desafio urgente é o da digitalização, porque estamos com cada vez mais dificuldade de conseguir filmes em 35mm com as distribuidoras”.</p>
<p>Luiz Joaquim, do Cinema da Fundação, foi taxativo em sua contribuição para o debate: “Não há outro caminho que não seja a atualização do parque de exposição”. Outro ponto interessante abordado pelo programador do moderno cinema, ligado ao Ministério da Educação e em pleno funcionamento na capital pernambucana, foi a escolha dos filmes. “Temos que avançar nesta relação com as distribuidoras porque elas querem programar as salas do Nordeste como fazem no Sul e no Sudeste, precisamos entender a personalidade de cada ambiente, cada cidade e região”, destacou.</p>
<div id="attachment_28884" aria-labelledby="figcaption_attachment_28884" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/seminario-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-28884" title="seminario triunfo 2" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/seminario-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Geraldo Pinho, programador do São Luiz falou das intervenções pelas quais o cinema passa atualmente</p></div>
<p>Programador do Cinema São Luiz, Geraldo Pinho registrou o longo caminho pelo qual passou o hoje considerado <em>templo do cinema pernambucano</em> até ser tombado e comprado pelo Governo do Estado, em 2008. Atualmente, a sala “passa por intervenções necessárias à instalação do projetor digital e do sistema de som recentemente adquiridos”. Geraldo reforçou a necessidade da sala dialogar com a cidade, ser espaço de convivência, estar atenta ao seu entorno. E apontou, em sua fala, a estratégia da união entre os cinemas de rua: “O caminho é se unir, pensarmos em formato de rede e imaginarmos um circuito de programação que mantenha as especificidades de cada local, mas que atue em parceria e fortaleça até a negociação com as distribuidoras”.</p>
<p>Também convidada a participar do seminário, a arquiteta e pesquisadora Kate Saraiva apresentou na ocasião o resultado de um levantamento que fez sobre os espaços de exibição audiovisual do Recife, desde o início do século 20 até os dias atuais. O livro ‘Cinemas do Recife’ narra detalhes da existência e, infelizmente, do declínio de diversas salas que não resistiram ao desenvolvimento das grandes cadeias exibidoras e da proliferação de salas em shopping centers. Abordou também a mobilização social que existe hoje em defesa de salas que resistem, mas que ainda estão fechadas, como o Cine Olinda.</p>
<p><strong>Contexto globalizado<br />
</strong><br />
Em sua fala à plateia, o professor de Cinema na Universidade Federal Fluminense (UFF), João Luiz Vieira, destacou a pertinência global do tema. “O mundo passa por uma franca alteração na forma como as pessoas vivenciam o cinema e é grande o clamor pela digitalização”, declarou.</p>
<p>O pesquisador, que também integra o Movimento CineRua (RJ), trouxe importantes questões para o debate e que, certamente, vão embasar novas discussões e a definição de estratégias a serem adotadas. Temas como a necessidade do programador “identificar os espectadores das salas e contribuir para que o cinema se firme como um espaço de convivência e sociabilidade”; o diálogo com o cineclubismo e a promoção da vivência cinematográfica como uma experiência coletiva; o cinema itinerante e a realização de sessões a céu aberto; a atualização da gestão e da relação com o mercado exibidor; além da adoção de políticas culturais permanentes, que estimulem “a relação do público com as salas, preservando a memória do cinema”.</p>
<p>Com as intervenções da plateia, surgiram novas questões. Como a levantada por Carla Osório, proprietária da distribuidora Livres Filmes: “Fico feliz com todo esse debate, especialmente porque vai ganhando força a necessidade de repensarmos a relação com as distribuidoras, que estão cada vez mais voltados para o ‘cinemão’. Portanto, é importante, sim, digitalizarmos as salas, mas não abrir mão dos projetores de 35mm, isso significaria a existência de salas modernas, mas que não poderiam exibir a grande maioria dos filmes pernambucanos realizados até aqui, por exemplo”.</p>
<p>Já André Vasconcelos, do Cineclube Caretas, preocupado com a sustentabilidade das salas, trouxe para o debate a possibilidade de ações articuladas com o trade turístico nas cidades e o desenvolvimento de práticas de economia e gestão criativas.</p>
<p><strong>As perspectivas<br />
</strong><br />
Participando de todas as discussões, o secretário estadual de cultura Marcelino Granja fez questão de destacar, ao final, a alegria pela realização do seminário e tecer considerações acerca do planejamento estadual para o setor. “Este é um tema muito caro para a gestão, tanto que integra o rol de ajustes que precisam ser feitos na política cultural. Queremos pautar na política de desenvolvimento das cidades o eixo central da ocupação de seus espaços culturais, incluindo os cinemas. É uma luta política e ideológica, mas para a qual estamos atentos e empenhados em articular, cada vez mais, propostas de ampliação do acesso à cultura com aquelas que humanizam as nossas cidades”.</p>
<div id="attachment_28887" aria-labelledby="figcaption_attachment_28887" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/marcelino.jpg"><img class="size-medium wp-image-28887" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/marcelino-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O secretário estadual Marcelino Granja em sua contribuição para o debate</p></div>
<p>O jornalista e pesquisador André Dib, mediador do debate, encerrou as discussões destacando que “prevaleceu a ideia da atuação em rede e da formação de um conjunto de defensores dos cinemas de rua do estado”. Em breve, um documento produzido pelo coletivo será amplamente divulgado e será intensificada uma campanha pelo engajamento de signatários da causa, sejam cineastas, estudiosos, espectadores, gestores ou ativistas culturais.</p>
<div id="attachment_28885" aria-labelledby="figcaption_attachment_28885" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/seminario-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-28885" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/seminario-3-607x266.jpg" width="607" height="266" /></a><p class="wp-caption-text">Realizadores, cineclubistas, pesquisadores e o secretário Marcelino Granja</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>São João de Arcoverde recebe edição especial do Cultura Livre nas Feiras</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2015 13:11:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Integrando a programação do São João 2015 da cidade de Arcoverde, o projeto Cultura Livre nas Feiras, desenvolvido pela Secult-PE e Fundarpe, estará fortalecendo a 5ª edição da Caminhada do Forró no município. O evento acontece neste sábado (20), com concentração a partir das 10h, no bar Boteco do Chapa, localizado em frente ao Cine [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Integrando a programação do São João 2015 da cidade de Arcoverde, o projeto Cultura Livre nas Feiras, desenvolvido pela Secult-PE e Fundarpe, estará fortalecendo a 5ª edição da Caminhada do Forró no município. O evento acontece neste sábado (20), com concentração a partir das 10h, no bar Boteco do Chapa, localizado em frente ao Cine Rio Branco, na Av. Antônio Japiassu.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o cortejo junino, mais de 20 sanfoneiros e a Trupe Boi Cafuné serão alguns dos artistas e grupos populares que irão festejar o legado do sanfoneiro arcoverdense Nego de Adélia, como ficou conhecido artisticamente o músico Jonas Alexandre, que faleceu no ano passado.<em> “Nego de Adélia participou várias vezes em edições do Cultura Livre nas Feiras na região. A justa homenagem durante o evento, representa para nós um motivo a mais para celebrarmos a sua rica trajetória no Sertão do Moxotó, onde também ficou conhecido como um dos raros tocadores do fole de 8 baixos no interior pernambucano”</em>, ressaltou Cajá Freire, assessor do projeto.</p>
<div id="attachment_26398" aria-labelledby="figcaption_attachment_26398" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/NEGO-DE-ADELIA-23-06-2012-Divulgacao-01.jpg"><img class=" wp-image-26398 " alt="Cultura Livre nas Feiras/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/NEGO-DE-ADELIA-23-06-2012-Divulgacao-01-607x452.jpg" width="607" height="452" /></a><p class="wp-caption-text">Na foto, o sanfoneiro Nego de Adélia durante a realização do Cultura Livre nas Feiras, em 23 de junho de 2012.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Chegando à tradicional feira livre do Centro Comercial Regional de Arcoverde (Cecora), os participantes da caminhada irão conferir as apresentações dos músicos Silênio, Zé do Peba, Dão da Sanfona, Sandoval Vaz, Heleno Delmiro, Lima do Rojão e Zé Coco.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Cajá Freire, esta primeira realização do projeto em parceria com a prefeitura local e o Coletivo Cultural de Arcoverde (Cocar), representa um marco para a continuidade do Cultura Livre nas Feiras no decorrer destes 4 anos de existência. <em>“A parceria com a Caminhada do Forró está sendo realizada desde 2012, sendo de grande importância tanto para o início do ciclo junino no município, como também para que nossa missão prossiga fomentando a arte e a cultura popular&#8221;</em>, comentou.</p>
<div id="attachment_26399" aria-labelledby="figcaption_attachment_26399" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Caminhada-do-Forro-21-06-2014-divulgacao-02.jpg"><img class=" wp-image-26399 " alt="Cultura Livre nas Feiras/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Caminhada-do-Forro-21-06-2014-divulgacao-02-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Realização da 4ª Caminhada do Forró, em 21 de junho de 2014.</p></div>
<p><strong>Programação da 5ª Caminhada do Forró:</strong></p>
<p><strong>Sábado, 20 de junho</strong><br />
<strong>- 10h</strong> | Concentração no Boteco do Chapa (em frente ao Cine Rio Branco, na Av. Antônio Japiassu, centro da cidade)<br />
<strong>- 11h</strong> | Na feira livre do Cecora, apresentações de Silêncio, Zé do Peba, Dão da Sanfona, Sandoval Vaz, Heleno Delmiro, Lima do Rojão e Zé Coco.</p>
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		<title>Arcoverde recebe a 1ª Mostra do Cinema Pernambucano</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mostra-do-cinema-pernambucano-comeca-nesta-quinta-09-em-arcoverde/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2014 20:25:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Arcoverde]]></category>
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		<category><![CDATA[filme “Febre do rato”]]></category>
		<category><![CDATA[FPNC Sertão do Moxotó]]></category>
		<category><![CDATA[longa-metragem]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra do Cinema Pernambucano]]></category>
		<category><![CDATA[Plástico e Barulho]]></category>
		<category><![CDATA[Tatuagem]]></category>
		<category><![CDATA[“Era uma vez eu Verônica”]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante a programação do Festival Pernambuco Nação Cultural – Sertão do Moxotó, acontece de 9 a 11 de outubro, na cidade de Arcoverde, a Mostra do Cinema Pernambucano. Seis produções do Estado serão exibidas no Cine Rio Branco, considerado um dos mais antigos cinemas em atividade na América Latina, em duas sessões, às 19h e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Mostra-de-Cinema-FPNC-Sertao-do-Moxoto.jpg"><img class="size-medium wp-image-15133 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Mostra-de-Cinema-FPNC-Sertao-do-Moxoto-328x486.jpg" width="328" height="486" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Durante a programação do <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/nacaocultural" target="_blank">Festival Pernambuco Nação Cultural – Sertão do Moxotó</a></strong>, acontece de 9 a 11 de outubro, na cidade de Arcoverde, a Mostra do Cinema Pernambucano. Seis produções do Estado serão exibidas no Cine Rio Branco, considerado um dos mais antigos cinemas em atividade na América Latina, em duas sessões, às 19h e às 21h. Longas-metragens premiados como “Era Uma Vez Eu, Verônica”, de Marcelo Gomes; “Tatuagem”, de Hilton Lacerda; e “Febre do Rato”, de Cláudio Assis, são algumas das opções que o público poderá conferir gratuitamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Para assistir a um dos filmes, a retirada do ingresso deve ser feita no dia da exibição, com duas horas antes de cada sessão. Ao final das exibições, serão realizados debates com a participação de produtores e diretores dos filmes exibidos, entre eles João Júnior (produtor de “Era Uma Vez Eu, Verônica” e “Tatuagem”), Renata Pinheiro (diretora de “Amor, Plástico e Barulho”), Daniel Aragão (diretor de “Boa Sorte Meu Amor”) e Cláudio Assis (diretor de “Febre do Rato”).</p>
<p style="text-align: justify;">Os filmes selecionados para a mostra são um recorte da recente produção de longas-metragens produzidos em Pernambuco, com o incentivo do Governo do Estado por meio dos editais do Funcultura. As obras têm participado de muitos festivais de cinema, conquistando boas críticas e prêmios.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Confira abaixo a programação da Mostra de Cinema Pernambucano durante o FPNC Sertão do Moxotó:</strong></p>
<p><strong>Quinta-feira, 09/10</strong><br />
<strong>19h &#8211; <em>Eles Voltam</em></strong> | Dir. Marcelo Lordello<br />
<strong>Classificação indicativa:</strong> 12 anos<br />
<strong>Facebook:</strong> <a title="https://www.facebook.com/elesvoltamfilme" href="https://www.facebook.com/elesvoltamfilme" target="_blank">https://www.facebook.com/elesvoltamfilme</a><br />
<strong>Trailer:</strong> <a title="https://vimeo.com/77663311" href="https://vimeo.com/77663311" target="_blank">https://vimeo.com/77663311</a><br />
<strong>Sinopse:</strong> Cris (Maria Luiza Tavares), 12 anos, e seu irmão mais velho são deixados na beira da estrada por seus pais. Em pouco tempo percebem que o castigo vem a se tornar um desafio ainda maior. &#8220;Eles Voltam&#8221; acompanha Cris em sua jornada de retorno ao lar. Um caminho feito de encontros, em que realidades distintas serão seus guias. Uma fábula de tons realistas sobre as vivências que farão Cris se revisitar.</p>
<p><strong>Quinta-feira, 09/10</strong><br />
<strong>21h &#8211; <em>Era Uma Vez Eu, Verônica</em></strong> | Dir. Marcelo Gomes<br />
<strong>Classificação indicativa:</strong> 16 anos<br />
*Exibição seguida de debate com João Júnior (produtor do filme)<br />
<strong>Facebook:</strong> <a title="https://www.facebook.com/EraUmaVezEuVeronica" href="https://www.facebook.com/EraUmaVezEuVeronica" target="_blank">https://www.facebook.com/EraUmaVezEuVeronica</a><br />
<strong>Trailer:</strong> <a title="http://vimeo.com/53008998" href="http://vimeo.com/53008998" target="_blank">http://vimeo.com/53008998</a><br />
<strong>Sinopse:</strong> Verônica (Hermila Guedes) tem 24 anos e vive uma fase de transição, no Recife. Ela mora com o pai, José Maria, e acabou de se formar em Medicina. Sem tempo para a agitada vida que tinha quando era estudante, ela agora se dedica ao início da vida profissional em um ambulatório de hospital público. As condições são precárias e o cotidiano muito cansativo, não apenas pelo trabalho em si, mas também por ouvir os problemas de dezenas de pacientes todo dia. Uma noite, ao voltar para casa, ela resolve usar o gravador para falar de seus próprios problemas. O início segue o melhor estilo dos contos de fadas, com o clássico &#8220;era uma vez&#8221;.</p>
<p><strong>Sexta-feira, 10/09</strong><br />
<strong>19h – <em>Amor, Plástico e Barulho</em></strong> | Dir. Renata Pinheiro<br />
<strong>Classificação indicativa:</strong> 14 anos<br />
*Exibição seguida de debate com Renata Pinheiro (diretora do filme)<br />
<strong>Trailer:</strong> <a title="https://www.youtube.com/watch?v=NuDv7nn8p4I" href="https://www.youtube.com/watch?v=NuDv7nn8p4I" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=NuDv7nn8p4I</a><br />
<strong>Sinopse:</strong> Shelly (Nash Laila) é uma jovem dançarina que tem o grande sonho de se tornar cantora de Brega (estilo musical popular do nordeste brasileiro). Ela entra para o show business em busca de fama e fortuna mas, inserida em um mundo onde tudo é descartável, incluindo o amor e as relações humanas, ela vai encontrar grandes dificuldades para atingir a fama. Seguindo os passos de Jaqueline, sua companheira de banda e musa inspiradora, ela pretende virar uma grande cantora de música Brega.</p>
<p><strong> Sexta-feira, 10/09</strong><br />
<strong>21h- <em>Tatuagem</em></strong> | Dir. Hilton Lacerda<br />
<strong>Classificação indicativa:</strong> 16 anos<br />
*Exibição seguida de debate com João Júnior (produtor do filme)<br />
<strong>Facebook:</strong> <a title="https://www.facebook.com/pages/Tatuagem-o-filme/" href="https://www.facebook.com/pages/Tatuagem-o-filme/" target="_blank">https://www.facebook.com/pages/Tatuagem-o-filme/</a><br />
<strong>Trailer:</strong> <a title="http://youtu.be/UwSX2SlHpEg" href="http://youtu.be/UwSX2SlHpEg" target="_blank">http://youtu.be/UwSX2SlHpEg</a><br />
<strong>Sinopse:</strong> Brasil, 1978. A ditadura militar, ainda atuante, mostra sinais de esgotamento. Em um teatro/cabaré, localizado na periferia entre duas cidades do Nordeste do Brasil, um grupo de artistas provoca o poder e a moral estabelecida com seus espetáculos e interferências públicas. Liderado por Clécio Wanderley (Irandhir Santos), a trupe conhecida como Chão de Estrelas, juntamente com intelectuais e artistas, além de seu tradicional público de homossexuais, ensaiam resistência política a partir do deboche e da anarquia.<br />
A vida de Clécio muda ao conhecer Fininha (Jesuíta Barbosa), apelido do soldado Arlindo Araújo, 18 anos: um garoto do interior que presta serviço militar na capital. É esse encontro que estabelece a transformação de nosso filme para os dois universos. A aproximação cria uma marca que nos lança no futuro, como tatuagem: signo que carregamos junto com nossa história.</p>
<p><strong>Sábado, 11/10</strong><br />
<strong>19h – <em>Boa Sorte, Meu Amor</em></strong> |Dir. Daniel Aragão<br />
<strong>Classificação indicativa:</strong> 14 anos<br />
*Exibição seguida de debate com Daniel Aragão (diretor do filme)<br />
<strong>Site:</strong> <a title="www.boasortemeuamor.com" href="www.boasortemeuamor.com" target="_blank">www.boasortemeuamor.com</a><br />
<strong>Facebook:</strong> <a title="www.facebook.com/BoaSorteMeuAmor" href="www.facebook.com/BoaSorteMeuAmor" target="_blank">www.facebook.com/BoaSorteMeuAmor</a><br />
<strong>Trailer:</strong> <a title="http://www.youtube.com/watch?v=spi6pgHW_qI" href="http://www.youtube.com/watch?v=spi6pgHW_qI" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=spi6pgHW_qI</a><br />
<strong>Sinopse:</strong> Dirceu (Vinícius Zinn), 30 anos, tem origens que remontam à aristocracia latifundiária do sertão pernambucano. Conformado em uma espécie de amnésia subjetiva, ele tenta enterrar o passado de sua família. Dirceu vive no Recife, cidade cuja paisagem sofre um descontrolado processo de transformação, em parte graças ao seu trabalho em uma empresa de demolição. Maria (Christiana Ubach) compartilha as mesmas origens sertanejas, embora use a cidade para outro propósito. Para ela, é uma despojada estudante de música com alma de artista. Se Dirceu aspira a um mundo estável e presente, Maria vive em discordância com o presente. Para ela, nada é como deveria ser. A presença de Maria, quase uma aparição, desencadeia em Dirceu a urgência por mudanças. Numa rota de fuga e peregrinação pelo deserto, um encontro singular está marcado para acontecer. Boa Sorte, Meu Amor é um anti-romance do impacto entre a música e o silêncio.</p>
<p><strong>Sábado, 11/10</strong><br />
<strong> 21h – <em>Febre do Rato</em></strong> | Dir. Cláudio Assis<br />
<strong>Classificação indicativa:</strong> 18 anos<br />
*Exibição seguida de debate com Cláudio Assis (diretor do filme)<br />
<strong>Site:</strong> <a title="http://www.febredoratofilme.com" href="http://www.febredoratofilme.com" target="_blank">http://www.febredoratofilme.com</a><br />
<strong>Facebook:</strong> <a title="https://www.facebook.com/febredoratofilme" href="https://www.facebook.com/febredoratofilme" target="_blank">https://www.facebook.com/febredoratofilme</a><br />
<strong>Trailer:</strong> <a title="http://youtu.be/ow07S72zhbw" href="http://youtu.be/ow07S72zhbw" target="_blank">http://youtu.be/ow07S72zhbw</a><br />
<strong>Sinopse:</strong> Febre do Rato é uma expressão popular típica da cidade do Recife que designa alguém quando está fora de controle, alguém que está danado. E é assim que Zizo (Irandhir Santos), um poeta inconformado e de atitude anarquista, chama um pequeno tablóide que ele publica as próprias custas. Vivendo em um mundo particular, Zizo se depara com Eneida (Nanda Costa), uma jovem de aproximadamente 18 anos, que instiga e promove a transformação do poeta.</p>
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