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	<title>Portal Cultura PE &#187; cineclube</title>
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		<title>Cineclube Audiovisão convida o público a sentir o cinema com o corpo, no Centro do Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 19:52:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Unindo o cinema experimental com a música ao vivo de forma acessível, o Cineclube Audiovisão chega à sua terceira edição no dia 2 de agosto, às 18h, na Casa Lontra (@casa.lontra), localizada no Centro do Recife. O evento tem a proposta de transformar filmes raros e experimentais em experiências sensoriais com as trilhas sonoras executadas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Crédito-Danilo-Galvão-2.jpg2_.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119330" alt="Foto: Danilo Galvão/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Crédito-Danilo-Galvão-2.jpg2_-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Unindo o cinema experimental com a música ao vivo de forma acessível, o Cineclube Audiovisão chega à sua terceira edição no dia 2 de agosto, às 18h, na Casa Lontra (<a href="https://www.instagram.com/casa.lontra/" target="_blank">@casa.lontra</a>), localizada no Centro do Recife. O evento tem a proposta de transformar filmes raros e experimentais em experiências sensoriais com as trilhas sonoras executadas ao vivo por duplas de músicos.</p>
<p>Desta vez, o artista Alexandre María (guitarra, teclado e loops) convida Aquilles Albino (baixo e bateria eletrônica) para tocar durante a exibição de dois filmes: Trem, de Carlos Cordeiro (1977-1982, 7 min), um registro sobre a construção do Porto de Suape, em Super 8; e o clássico soviético Encouraçado Potemkin (1925, 85 min), do diretor Serguei Eisenstein. A entrada é gratuita e a iniciativa conta com tradução em Libras e estrutura de som adaptada para pessoas surdas (com subwoofers que transmitem as vibrações).</p>
<p>A proposta do Cineclube Audiovisão é provocar encontros entre o ver, o ouvir e o sentir, criando uma atmosfera de experimentação audiovisual em tempo real. Idealizado pela equipe da Casa Lontra — formada por Beatriz Arcoverde, Beatriz Baggio, Vitor Maciel e Thelmo Cristovam —, o projeto parte do conceito de audiovisão do pesquisador francês Michel Chion, unindo imagem, som e vibração como experiência estética compartilhada.</p>
<p>“A trilha sonora de cada sessão é tocada por artistas convidados, a partir de um processo colaborativo com a curadoria, que terão liberdade para improvisar e reagir aos filmes. A imagem funciona como partitura. O som não ilustra, provoca. Queremos abrir espaço para uma escuta inventiva”, explica Beatriz Arcoverde, que faz a curadoria dos filmes antigos no Audiovisão.</p>
<p>Esta é a primeira de seis sessões do projeto, que acontecerá até janeiro de 2026, com apoio do Funcultura, por meio do Governo de Pernambuco, e da Lei Paulo Gustavo, por meio do Governo de Pernambuco e do Ministério da Cultura (MinC), do Governo Federal.</p>
<p><strong>PARCERIAS E CURADORIA</strong> — A sessão do dia 2 de agosto integra a terceira temporada do cineclube, realizado em parceria com o Institute of Incoherent Cinema (IOIC), da Suíça, que cede cópias restauradas de filmes silenciosos do início do século XX. A escolha de Encouraçado Potemkin, um dos pilares da linguagem cinematográfica mundial, se dá justamente pela raridade e pela qualidade da cópia. “É raríssimo ter acesso a registros tão bem preservados. O IOIC nos fornece material impecável, que nos permite valorizar a memória audiovisual com o cuidado que ela merece”, diz a curadora.</p>
<p>Já os curtas-metragens experimentais pernambucanos tiveram a seleção a partir de outra estratégia. Neste caso, a curadoria decidiu trabalhar com autoras e autores contemporâneos que utilizam a linguagem sem diálogos, propondo novas camadas sonoras sobre obras recentes. Trem, por exemplo, foi restaurado pelo Crônicas de uma Transformação: preservação do acervo fílmico sobre a construção do Porto de Suape, iniciativa do Laboratório de Antropologia Visual da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).</p>
<p>A preparação das trilhas é feita com antecedência, a partir de encontros e trocas entre curadoria e músicos. Algumas propostas surgem de imediato, outras demandam tempo para maturação. O resultado é sempre inédito, imprevisível e construído no tempo presente, diante do público. “É uma tarefa tão estimulante quanto assustadora fazer uma trilha para obras como as que estão na programação. Do inédito ao aclamado, espero fazer jus à grandeza desses filmes e levar ao público uma experiência tão prazerosa como foi para mim”, ressalta o músico Alexandre María.</p>
<p>A curadoria também observa a diversidade dos artistas convidados, mantendo o equilíbrio entre homens e mulheres, e trazendo diferentes olhares para as sessões. Em todos os casos, a Casa Lontra oferece suporte técnico e conceitual durante o processo criativo.</p>
<p><strong>CINEMA PARA TODO MUNDO</strong> — O Cineclube Audiovisão é parte ativa da pulsação artística do Recife e do Nordeste. Nasceu em 2022 dentro da Casa Lontra, espaço independente que se consolidou como polo nacional de arte sonora e experimentação e já realizou mais de cem apresentações de música ao vivo, oficinas, mostras e atividades culturais.</p>
<p>O evento é multissensorial e acessível. Além da tradução em Libras durante a apresentação, a Casa Lontra é equipada com sistema de som de alta qualidade, incluindo subwoofers que possibilitam a percepção tátil das vibrações sonoras — ampliando a escuta para pessoas surdas. O ambiente também é preparado para cadeirantes, além de sofás e colchões para criar um espaço confortável a todo o público.</p>
<p><strong>SOBRE OS MÚSICOS</strong> — Alexandre María (@alexandremaria) é doutorando em Antropologia (PPGA/UFPE/LAV), atua nos campos da cultura e da saúde. Desde 2016, compõe e toca músicas de rock alternativo, noise e brega que exploram vivências no Recife por meio de distorções, solos e melodias marcantes. Aquiles Albino (@albinoaquilesf) é contrabaixista das bandas Decomposed God, Pandemmy e Alexandre María. Já atuou como baterista e compositor em grupos punk e grind. Desde 2017, integra o cenário musical recifense, transitando entre o metal extremo, o rock psicodélico e projetos coletivos experimentais.</p>
<p><strong>Programação:</strong></p>
<p>Trem, de Carlos Cordeiro (1977-1982, 7 min)<br />
Encouraçado Potemkin (1925, 85 min), de Serguei Eisenstein<br />
Músicos: Alexandre María (guitarra, teclado e loops) convida Aquilles Albino (baixo e bateria eletrônica)</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
Cineclube Audiovisão<br />
Sábado, 2 de agosto de 2025, às 18h<br />
Casa Lontra – Rua Bispo Ayres Cardoso, 72, Boa Vista, Recife-PE<br />
Acessibilidade: tradução em Libras e som tátil via subwoofer<br />
Entrada Gratuita<br />
Mais informações: <a href="https://www.instagram.com/casa.lontra/" target="_blank">@casa.lontra</a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Cartaz-do-Cineclube-Audiovisão.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-119331" alt="Cartaz do Cineclube Audiovisão" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Cartaz-do-Cineclube-Audiovisão-388x486.png" width="388" height="486" /></a></p>
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		<title>Cineclube O Canto da Sereia retoma sessões de filmes na Ilha de Itamaracá</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2022 19:38:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, o Cineclube O Canto da Sereia retoma as suas sessões de filmes, na Ilha de Itamaracá. A partir desta sexta-feira (16), o Centro Cultural Estrela de Lia vai exibir dois curtas e um videoclipe que, com diferentes abordagens, pensam as conexões e múltiplas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_97820" aria-labelledby="figcaption_attachment_97820" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/FOTOS_CURTA_ALEXANDRINA-51.jpg"><img class="size-medium wp-image-97820" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/FOTOS_CURTA_ALEXANDRINA-51-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O curta &#8220;Alexandrina&#8221; será um dos filmes que vão ser exibidos pelo Cineclube O canto da Sereia</p></div>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, o Cineclube O Canto da Sereia retoma as suas sessões de filmes, na Ilha de Itamaracá. A partir desta sexta-feira (16), o Centro Cultural Estrela de Lia vai exibir dois curtas e um videoclipe que, com diferentes abordagens, pensam as conexões e múltiplas raízes da nossa formação negro-ameríndia. As obras apresentadas revelam estratégias relacionais que gestos artísticos pensam uma ancestralidade construída no coletivo. As sessões são gratuitas e começam às 19h.</p>
<p>O videoclipe &#8220;Terra preta &amp; Negraíndia&#8221;, da banda pernambucana Casas Populares da BR232, foi dirigido e roteirizado por Naya Lopes. Partindo do provérbio congoles &#8220;os pássaros têm asas porque elas lhe foram passadas por outros pássaros”, a narrativa nasce na criação do universo cósmico, discorre para a Zona da Mata pernambucana e vai até a luta e festa das mulheres negraíndias dentro do território-quilombo do Sítio Ágatha.</p>
<p>O curta &#8220;Eu sou Raiz&#8221;, de Cintia Lima e Lilian Alcantara, apresenta a história da Mestra Mariinha, líder quilombola. Benzedeira e Mestra de Reisado no Quilombo de São José e sua vida-obra dedicada a luta pelo território, cultura e a natureza local.</p>
<p>Já o curta &#8220;Alexandrina &#8211; Um relâmpago&#8221;, de Keila Sankofa, de Manaus (AM), através dos destinos da personagem-titulo, fala sobre os diferentes modos de colonização do povo brasileiro, e de como essa mulher-preta se levanta e contesta.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Cineclube O Canto da Sereia<br />
Quando: 16 de dezembro de 2022 (sexta-feira), às 19h<br />
Onde: Centro Cultural Estrela de Lia (Av. Benigno Cordeiro Galvão, 664-764 &#8211; Jaguaribe, Ilha de Itamaracá/PE)<br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>Em Garanhuns, Diversiclube realiza última sessão no Sesc</title>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2022 19:32:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sábado (4), a partir das 16h, o Diversiclube promove sua oitava e última sessão desta temporada, no Centro de Produção Cultural do Sesc Garanhuns. O cineclube interiorano, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, encerra a primeira fase com uma extensa programação artístico cultural, que envolve exibição de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Diversiclube_Vinicius-Vilela-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-94185" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Diversiclube_Vinicius-Vilela-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Sábado (4), a partir das 16h, o Diversiclube promove sua oitava e última sessão desta temporada, no Centro de Produção Cultural do Sesc Garanhuns. O cineclube interiorano, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, encerra a primeira fase com uma extensa programação artístico cultural, que envolve exibição de curtas, apresentações e debates acerca da diversidade LGBTQIAP+. Os ingressos podem ser reservados, de forma gratuita, por meio do link: <strong><a href="https://www.sympla.com.br/diversiclube---sessao-n-08__1599079" target="_blank">www.sympla.com.br/diversiclube&#8212;sessao-n-08__1599079</a></strong>.</p>
<p>Após sete encontros promovidos desde novembro de 2021, o Diversiclube se consolida como sucesso de público no Agreste Meridional, sempre debatendo temáticas ligadas à vivências da população LGBTQIAP+. <em>“Convidamos a todes para participar do encerramento deste projeto que celebra a pluralidade e diversidade. Vamos ter um sarau lindo, com palco aberto, e sem deixar de lado as discussões tão pertinentes que são a essência do Diversiclube”</em>, completa o realizador e produtor cultural, Joesile Cordeiro.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO -</strong> Durante o sábado serão exibidos dois curtas-metragens. São eles: “Quinze”, de Maurílio Martins, e “Recife é um Ovo”, de Gus Arruda Lins. Além dos filmes, a sessão vai contar com a apresentação da artista caruaruense Gabi da Pele Preta, que traz canções do seu primeiro EP lançado ainda neste mês de maio. O palco do CPC também estará aberto para manifestações artísticas, em forma de música, poesia ou performances. Para mais informações, acesse o perfil do cineclube no Instagram: <strong><a href="https://www.instagram.com/diversiclube/" target="_blank">@diversiclube</a></strong>.</p>
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		<title>Oficina no Recife incentiva a prática cineclubista em escolas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/oficina-no-recife-incentiva-a-pratica-cineclubista-em-escolas/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Aug 2017 18:07:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fundamentos teóricos básicos do cinema e análise fílmica são alguns dos temas a serem abordados na oficina do Programa Educação e Cinema, que acontece nos próximos dias 24 e 25 de agosto, no Recife. A ação é mais um fruto da parceria entre Secretaria de Cultura do Estado/Fundarpe e o Consulado da França no Recife [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Fundamentos teóricos básicos do cinema e análise fílmica são alguns dos temas a serem abordados na oficina do Programa Educação e Cinema, que acontece nos próximos dias 24 e 25 de agosto, no Recife. A ação é mais um fruto da parceria entre Secretaria de Cultura do Estado/Fundarpe e o Consulado da França no Recife para o Nordeste, e conta ainda com o apoio do Porto Digital/Portomídia, Secretaria de Educação de Pernambuco, Federação Pernambucana de Cineclubes e Aliança Francesa de Recife.</p>
<div id="attachment_52674" aria-labelledby="figcaption_attachment_52674" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/KARIM.jpg"><img class="size-medium wp-image-52674" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/KARIM-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O ator e cineasta francês Karim Bensalah vai ministrar a oficina</p></div>
<p>Durante os dois dias de atividades, o cineasta e ator francês Karim Bensalah vai repassar conteúdos adquiridos ao longo de uma década trabalhando com programas de “educação à imagem”, levantando questões como o aprendizado das técnicas de bases de criação de um filme, a reapropriação do espaço político através do cinema, o trabalho de equipe como ferramenta pedagógica, inclusive para a formação de um senso de cidadania.</p>
<p>O programa vai disponibilizar 9 filmes franceses a serem exibidos nas escolas e nos cineclubes do estado, além de fichas pedagógicas elaboradas pelo Centro Nacional do Cinema Francês. Mais detalhes sobre o Programa, que chega pela primeira vez ao Brasil e acontece em 7 cidades do país, podem ser obtidos<strong> <a href="http://cinefrance.com.br/festivais-mostras/programa-educacao-e-cinema-no-brasil" target="_blank">AQUI</a></strong>.</p>
<p>As vagas são limitadas e, para participar, interessados devem entrar em contato com a organização, por meio do telefone (81) 3117.3290.</p>
<p><strong>SERVIÇO<br />
</strong>Programa Educação e Cinema no Recife – 24 e 25 de agosto<br />
Auditório do Portomídia / 9h-12h30 – 14h-17h30<br />
Público-alvo: professores do ensino fundamental e médio, cineclubes.<br />
Não é necessário o domínio do idioma francês.</p>
<p>Dia 24: Fundamentos teóricos básicos do cinema, análise fílmica, apresentação dos conteúdos audiovisuais e pedagógicos do programa de apoio ao desenvolvimento de cineclubes em escola.</p>
<p>Dia 25: Mini-ateliê prático de realização de uma cena.</p>
<p><strong>KARIM BENSALAH</strong></p>
<p>O diretor, roteirista e ator Karim Bensalah nasceu em Alger de um pai argelino e de uma mãe brasileira. Após viver no Haiti e no Senegal, chega à Paris com 18 de idade para estudar literatura, filosofia e ciências sociais, enquanto segue a sua atividade teatral.</p>
<p>Ele integra depois a London Film School, onde realiza Constant Flow, selecionado em numerosos festivais do mundo.</p>
<p>De volta em Paris, trabalha como diretor, roteirista e ator. Seu primeiro curta-metragem, Le secret de Fatima, é selecionado e premiado em diversos festivais (Clermont-Ferrand…) e exibido no canal francês Arte. Logo, ele realiza Racine(s), sequência do longa Paris la Métisse, antes de unir-se ao Coletivo Tribudom que trabalha com adolescentes dos bairros populares de Paris. Com eles, Karim realiza vários curtas, entre os quais o mais recente Chantier(s).</p>
<p>Karim desenvolve em paralelo uma carreira de ator e participa da criação de instalações artísticas. O seu último curta-metragem, Les heures blanches, é a sua primeira colaboração com o roteirista quebequense Sébastien Baril. O filme, exibido no canal francês France 2 foi selecionado e premiado em numerosos festivais.</p>
<p>Karim está desenvolvendo atualmente dois longa-metragens, entre os quais L’Olivier rouge, que recebeu várias bolsas de incentivo para roteiro (CNC, Beaumarchais, etc.) e foi selecionado no Sundance Director’s Lab, e La vie des morts, desenvolvido no ateliê Meditalents, que recebeu a bolsa de incentivo para roteiro do Festival de Amiens, França, e a ajuda para desenvolvimento do CNC.</p>
<p>Em paralelo às suas criações, Karim trabalha há mais de 10 anos em programas de « Education à l’Image ». Esta experiência lhe permiteu desenvolver uma prática pessoal focada em três temáticas principais : o aprendizado das técnicas de bases de criação de um filme, a reapropiação do espaço político através do cinema, o trabalho de equipe como ferramenta pedagógica, inclusive para a formação de um senso de cidadania.</p>
<p>Em parceria com estruturas regionais (ACAP- Pôle régional Image), institucionais, coletivos (Tribudom), associações (Ciclic, La Maison du Film Court, Citoyenneté Jeunesse), Karim trabalhou tanto em cidades grandes, como em zonas rurais e zonas chamadas ZEP (Zone d’Education Prioritaire), o que lhe permitiu adquirir um conhecimento dos diferentes territórios e, assim de propor diferentes tipos de ateliês.</p>
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		<item>
		<title>Cineclube Toca o Terror volta ao MAMAM neste sábado</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Apr 2017 21:49:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A centésima sessão do Cineclube Toca o Terror movimenta o Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães no sábado (22). O filme escolhido é um dos primeiros trabalhos do diretor canadense David Cronenberg: Rabid, que no Brasil ganhou o nome de &#8220;Enraivecida na Fúria do Sexo&#8221;. A sessão é gratuita e tem início às 16h. Estrelado pela [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_47723" aria-labelledby="figcaption_attachment_47723" class="wp-caption img-width-348 alignright" style="width: 348px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Rabid.jpg"><img class="size-full wp-image-47723" title="rabid" alt="reprodução " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Rabid.jpg" width="348" height="458" /></a><p class="wp-caption-text">Sessão gratuita tem início às 16h</p></div>
<p style="text-align: left;">A centésima sessão do Cineclube Toca o Terror movimenta o Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães no sábado (22). O filme escolhido é um dos primeiros trabalhos do diretor canadense David Cronenberg: <em>Rabid</em>, que no Brasil ganhou o nome de &#8220;Enraivecida na Fúria do Sexo&#8221;. A sessão é gratuita e tem início às 16h.</p>
<p style="text-align: left;">Estrelado pela então atriz pornô Marilyn Chambers, Cronenberg nos apresenta uma película recheada de temas relacionados ao desejo sexual, perversão humana e um subtexto que remete aos perigos do avanço da Aids. Como acontece em outros filmes do canadense, a ciência, a medicina e o governo se mostram cúmplices da ameaça que se alastra de forma visceral sobre a humanidade.</p>
<p>No filme, uma mulher (Chambers) sofre um grave acidente de moto e é submetida a uma cirurgia de emergência. A operação, no entanto, é parte de um experimento que consiste em implantar tecidos artificiais em organismos vivos. Após o procedimento médico ser concluído, ela desenvolve uma sede insaciável por sangue e parte em busca de vítimas. O DVD de &#8220;<i>Enraivecida na Fúria do Sexo</i>&#8221; foi relançado recentemente pela Versátil Home Video na caixa &#8220;<i>Zumbis no Cinema &#8211; Vol. 2</i>&#8220;.</p>
<p><b>Eventos – </b>O Cineclube Toca o Terror é o primeiro do gênero no Recife com edições mensais com entrada gratuita ao público sendo um desdobramento do blog e podcast Toca o Terror, que chega a seu 100º episódio neste ano. A equipe do Toca o Terror já realizou sessões especiais no Festival de Inverno de Garanhuns, Janela Internacional de Cinema do Recife e ainda a maratona MEDONHO.</p>
<p><b>CINECLUBE TOCA O TERROR &#8211; ABRIL/2017 </b></p>
<p>Exibição de &#8220;Enraivecida na Fúria do Sexo&#8221;<br />
(Rabid &#8211; Dir: David Cronenberg, 1977)<br />
<b>Data: </b>Sábado – 22 de abril – 16h<br />
<b>Local: </b>Auditório do MAMAM – Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães – Rua da Aurora, 265, Boa Vista – Recife<br />
<strong>Entrada Gratuita</strong><br />
<em id="__mceDel"><em id="__mceDel">Mais informações:<b> </b><a href="http://www.tocaoterror.com/" target="_blank">www.tocaoterror.com</a> | <a href="http://www.facebook.com/tocaoterror" target="_blank">www.facebook.com/tocaoterror<br />
</a></em></em><strong>Trailer:</strong><br />
<iframe src="https://www.youtube.com/embed/yPERE_h6Mxs" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Cineclube &#8216;Toca o Terror&#8217; retoma atividades no sábado (18)</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Mar 2017 15:06:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A primeira sessão da temporada 2017 do Cineclube Toca o Terror vai exibir um clássico do cinema de terror brasileiro. &#8220;O Monstro Legume do Espaço&#8221; (1995), dirigido pelo catarinense Petter Baiestorf, será apresentado no Auditório do MAMAM – Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, no dia 18 de março (sábado) em sessão gratuita, com a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira sessão da temporada 2017 do <strong>Cineclube Toca o Terror</strong> vai exibir um clássico do cinema de terror brasileiro. &#8220;O Monstro Legume do Espaço&#8221; (1995), dirigido pelo catarinense Petter Baiestorf, será apresentado no Auditório do MAMAM – Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, no dia 18 de março (sábado) em sessão gratuita, com a presença do diretor, a partir das 16h.</p>
<div id="attachment_46462" aria-labelledby="figcaption_attachment_46462" class="wp-caption img-width-350 alignright" style="width: 350px"><p class="wp-image-credit alignleft">cartaz</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/tocaoterror.jpg"><img class="size-medium wp-image-46462" alt="cartaz" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/tocaoterror-350x486.jpg" width="350" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Monstro</p></div>
<p>O filme, que ao longo dos anos se tornou um clássico do cinema underground mundial, foi realizado em VHS há 22 anos. Considerado um goremovie escatológico, &#8220;O Monstro Legume do Espaço&#8221; circulou por todos cantos do país. Mias de uma década depois, Baiestorf produziu a segunda parte do filme lançando-o posteriormente na Internet.</p>
<p>A produção mostra um alien do “Planeta Leguminoso” aprisionado pelo Dr. Karloff que conduz estranhas experiências com o tal “Monstro Legume”, um anarquista intelectual cheio de ódio contra os humanos. Com a ajuda de um assistente do cientista, o Monstro aniquila os seus algozes e, entre um e outro monólogo de sua filosofia libertária, vai em busca de uma mulher perfeita para gerar uma criatura híbrida. Os humanos então partem em busca do alienígena e da mulher, dando início à uma matança desenfreada.</p>
<p><b>Diretor </b>- O catarinense Petter Baiestorf, é provavelmente o mais conhecido dentre os cineastas independentes no gênero de horror e <em>exploitation </em>(gênero de filmes com forte apelo mórbido e sensacionalista). Utilizando como ninguém o gore<em> (representações gráficas de sangue e violência)</em> em suas produções, Baiestorf transgrediu a linguagem do cinema brasileiro ao realizar filmes experimentais, anárquicos e políticos.</p>
<p>Fazendo filmes desde 1993, o diretor já realizou mais de 100 filmes entre curtas, médias e longas-metragens incluindo as produções &#8220;Zombio 2&#8243; (2014), &#8220;Eles Comem Sua Carne&#8221; (1996), &#8220;Cerveja Atômica&#8221; (2003) e &#8220;Manifesto Canibal &#8211; O Filme&#8221; (2007), facilmente encontrados para download na Internet. Não à toa o catarinense de Palmitos é considerado uma lenda viva do cinema trash independente brasileiro.</p>
<p><b>Eventos</b> – O Cineclube Toca o Terror é o primeiro do gênero no Recife com edições mensais com entrada gratuita ao público sendo um desdobramento do blog e podcast Toca o Terror, que comenta sobre publicações, filmes, seriados e HQs divulgando a produção nacional e internacional. Com mais de 80 programas gravados sobre diversos temas (vampiros, zumbis, raridades e monstros), o Toca o Terror já realizou sessões especiais no Festival de Inverno de Garanhuns, Janela Internacional de Cinema do Recife e na maratona MEDONHO.<br />
<b><br />
CINECLUBE TOCA O TERROR<br />
Exibição de &#8220;O Monstro Legume do Espaço&#8221; (1995)<br />
</b>Bate-papo com o diretor Petter Baiestorf após a sessão<b><br />
Data: </b>Sábado &#8211; 18 de março &#8211; 16h<br />
<b>Local:</b> Auditório do MAMAM &#8211; Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães &#8211; Rua da Aurora, 265, Boa Vista &#8211; Recife (Entrada pela Rua da União)<br />
<b>Classificação indicativa: </b>16 anos<br />
<b>Entrada Gratuita<br />
Mais informações: </b><a href="http://www.tocaoterror.com/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://www.tocaoterror.com&amp;source=gmail&amp;ust=1489759438893000&amp;usg=AFQjCNGLtEloyFMIoISC05aGC7dXF0d-FQ">www.tocaoterror.com</a></p>
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		<item>
		<title>Projeto de formação lança convocatória nacional para receber filmes</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2016 20:20:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Interessados em compor  a programação de cineclubes do projeto de formação Cartas ao Mundão têm até o dia 20 de janeiro de 2017 para inscrever seus filmes. Realizadores de todo o Brasil poderão inscrever suas produções clicando aqui. Os filmes farão parte do acervo dos cineclubes que acontecem uma vez por mês até  julho de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_43384" aria-labelledby="figcaption_attachment_43384" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Primeira-etapa-Cartas-ao-Mundão-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-43384" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Primeira-etapa-Cartas-ao-Mundão-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto de formação propõe uma vivência prática com cinema em seis unidades socioeducativas do Estado</p></div>
<p>Interessados em compor  a programação de cineclubes do projeto de formação<em> Cartas ao Mundão</em> têm até o dia 20 de janeiro de 2017 para inscrever seus filmes. Realizadores de todo o Brasil poderão inscrever suas produções clicando <strong><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdZxGevghQBBdKWs2Uij7UzFv5o4cC38WRGwSaklxwWo1A2mg/viewform" target="_blank">aqui</a>.</strong> Os filmes farão parte do acervo dos cineclubes que acontecem uma vez por mês até  julho de 2017, quando o projeto será finalizado.</p>
<p><em>Cartas ao Mundão</em> é um projeto que oferece formação em Cinema e Direitos Humanos para adolescentes em conflito com a lei e profissionais que atuam com educação em seis Unidades Socioeducativas de Pernambuco. São elas: Case Santa Luzia, Case Cabo, Case Jaboatão, Case Abreu e Lima, Case Vitória de Santo Antão e Cenip Bongi.</p>
<p>Além das ações formativas, o projeto dedica-se a acompanhar a elaboração, implementação e execução de ações cineclubistas propostas para serem desenvolvidas dentro das Unidades. A programação destas ações é elaborada pelos próprios profissionais de educação que atuam nestes espaços, com suporte da equipe do projeto, e é composta por filmes de várias épocas, gêneros, formatos e durações.</p>
<div id="attachment_43390" aria-labelledby="figcaption_attachment_43390" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Primeira-etapa-Cartas-ao-Mundão-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-43390 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Primeira-etapa-Cartas-ao-Mundão-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Dividido em quatro etapas, &#8220;Cartas ao Mundão&#8221; teve início em novembro e segue até julho de 2017</p></div>
<p>A primeira etapa, realizada em novembro, teve como finalidade a formação &#8220;Cinema, Cineclubismo e Direitos Humanos&#8221; para educadores que trabalham nas escolas anexas às unidades. Neste mês de dezembro, está sendo desenvolvida a segunda etapa, centrada na implementação dos cineclubes dentro das unidades. A partir de fevereiro de 2017 terá início a terceira etapa do projeto, com as oficinas de filme-carta para adolescentes das unidades contempladas.</p>
<p>Durantes seis meses, os internos e internas das escolas das Unidades Socioeducativas serão acompanhados pelos educadores, desenvolvendo dispositivos lúdicos, que não têm como objetivo formar cineastas ou ensinar técnicas específicas (como fotografia, captação de som ou edição),  mas aquilo que o cinema permite experimentar no mundo. A ideia é estimular cada um a narrar o próprio território e a própria vida a partir de imagens e narrativas geradas a partir dessa experimentação. A última etapa, prevista pra julho de 2017, será a exibição dos filmes produzidos pelos adolescentes, em sessão aberta ao público em geral.</p>
<p>O projeto<em> Cartas ao Mundão </em>é realizado pela Zentrum Produções em parceria com o Inventar com a Diferença: Cinema, Educação e Direitos Humanos (Universidade Federal Fluminense – RJ, e Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais) e Gerência Geral de Políticas Educacionais de Educação Inclusiva, Direitos Humanos e Cidadania, da Secretaria de Educação de Pernambuco e com apoio da Funase e Federação Pernambucana de Cineclubes &#8211; Fepec.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Clássico ‘A Grande Testemunha’ ganha exibição no Cine Cabíria</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/classico-a-grande-testemunha-ganha-exibicao-no-cine-cabiria/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2016 15:10:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Proporcionando sessões gratuitas envolvendo gêneros cults e clássicos, o cineclube Cine Cabíria exibe no próximo sábado (2/7), no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam), o filme ‘A Grande Testemunha’ (Au Hasard Balthazar, França/Suécia, 1966), de Robert Bresson. Com entrada gratuita, a sessão começa às 15h, contando com a presença de Luiz Joaquim, crítico e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_37504" aria-labelledby="figcaption_attachment_37504" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/A-Grande-Testemunha-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-37504" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/A-Grande-Testemunha-divulgacao-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Filme se diferencia por trazer como personagem principal um burro de carga.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Proporcionando sessões gratuitas envolvendo gêneros cults e clássicos, o cineclube Cine Cabíria exibe no próximo sábado (2/7), no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam), o filme ‘A Grande Testemunha’ (Au Hasard Balthazar, França/Suécia, 1966), de Robert Bresson. Com entrada gratuita, a sessão começa às 15h, contando com a presença de Luiz Joaquim, crítico e curador do Cinema da Fundação, que estará participando de um debate com o público após a exibição.</p>
<p style="text-align: justify;">No filme, que traz como protagonista o burro de carga Balthazar, são demonstradas as vivências do animal desde a sua infância até a fase adulta, focando a dura exploração desencadeada pelos vários donos. O triste Balthazar, que passa a testemunhar características boas e ruins no convívio com os humanos, encontra em Marie (Anna Wiazemsky), sua primeira dona, pontos em comum em suas perspectivas de vida. Caracterizada pelo jeito ingênuo e reservado, a jovem termina se envolvendo com o sádico e cruel Gérard (François Lafarge), o qual possui um mal temperamento e judia tanto de Marie, quanto de Balthazar.</p>
<p style="text-align: justify;">‘A Grande Testemunha’ é considerado o auge das produções de Robert Bresson, especialmente por envolver a plateia em sentimentos como fúria, compaixão e pena. O Mamam localizado na Rua da Aurora, nº 265, no bairro da Boa Vista, centro do Recife.</p>
<p><strong>Serviço: </strong><br />
<em><strong>Cine Cabíria &#8211; ‘A Grande Testemunha’</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> sábado, 2 de julho<br />
<strong>Horário:</strong> às 15h<br />
<strong>Local:</strong> Mamam (Rua da Aurora, nº 265, Boa Vista – Recife)<br />
<em>Acesso gratuito</em></p>
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		<item>
		<title>CineMAC Tear pomove sessão especial neste sábado, em Olinda</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cinemac-tear-pomove-sessao-especial-neste-sabado-em-olinda/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2016 18:01:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O cineclube CineMAC Tear, realizado quinzenalmente no Museu de Arte Contemporânea (MAC), em Olinda, terá neste sábado (9) uma sessão especial. A última edição do semestre vai contar com a exibição do curta A Flor da Cana (21’59’’), que foi produzido por um coletivo de realizadores parceiros do projeto que acontece no MAC há dois [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O cineclube CineMAC Tear, realizado quinzenalmente no Museu de Arte Contemporânea (MAC), em Olinda, terá neste sábado (9) uma sessão especial. A última edição do semestre vai contar com a exibição do curta <strong>A Flor da Cana</strong> (21’59’’), que foi produzido por um coletivo de realizadores parceiros do projeto que acontece no MAC há dois anos. A entrada é gratuita e o filme começa às 18h, seguido de um debate com os participantes no filme. A ação conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/cm31.850x315.png"><img class="size-medium wp-image-35337 aligncenter" alt="cm31.850x315" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/cm31.850x315-607x224.png" width="607" height="224" /></a></p>
<p>O curta se passa no Nordeste brasileiro, mais precisamente na Zona da Mata Norte Pernambucana, num pequeno vilarejo chamado Gongo. A história gira em torno de uma comunidade rural instalada nas terras da falida Usina Cruangi, que vive na iminência de expulsão da localidade.</p>
<p>Segundo Carlos Lunna, um dos responsáveis pelo cineclube, o filme dialoga com a proposta do CineMAC, que é basicamente, reforçar o caráter mais político da prática cineclubista e de escoar a produção local. <em>“Esta próxima edição será a 31ª e, apenas em quatro delas não foram exibidos filmes pernambucanos&#8221;. </em>Sobre a escolha das produções, Carlos comenta que a prioridade é para <em>&#8220;os curtas que tocam em assuntos relevantes para a sociedade, porque após as sessões há sempre debates”</em>. Todos os debates são gravados e estão disponíveis no site do <a href="http://www.iteia.org.br/" target="_blank"><strong>iTEIA</strong></a>.</p>
<p>Ainda de acordo com Carlos, o interesse dos realizadores em exibir suas produções no Cineclube tem crescido, <em>&#8220;apareceram outros realizadores interessados, desde os mais estabelecidos até gente que está no começo, como estudantes dos cursos de Rádio e TV da UFPE e da AESO”</em>, comemora.</p>
<div id="attachment_24677" aria-labelledby="figcaption_attachment_24677" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcus Fernandes/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/MAC-8-Cópia.jpg"><img class="size-medium wp-image-24677 " alt="Marcus Fernandes/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/MAC-8-Cópia-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Museu de Arte Contemporânea sedia o cineclube há dois anos</p></div>
<p>O envolvimento com o Museu de Arte Contemporânea se deu a partir de uma articulação espontânea, típica dos frequentadores da Cidade Alta de Olinda. <em>“A gente conheceu uma pessoa da Associação dos Amigos do MAC, que sugeriu a ocupação do espaço. Pra gente, foi uma honra! O MAC tem uma referência muito forte e um prédio imponente, um local bem interessante visualmente”</em>, comenta o coordenador do CineMAC. Para ele, um dos desafios é atrair um público cada vez maior, fazer &#8220;a cidade alta abraçar o projeto&#8221;. <em><br />
</em></p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong><em>Cineclube CineMAC Tear #31 | A flor da cana, de autoria coletiva</em></strong><br />
Sábado (9) | 18h<br />
Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (Rua 13 de Maio, Vararoudo, Olinda)<br />
Gratuito</p>
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		<item>
		<title>Projeto leva cinema e debate de gênero à penitenciária no Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2016 18:10:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Filmes nacionais, de diversos gêneros e formatos, chegam à Colônia Penal Feminina Bom Pastor, no Recife, com a programação do Cineclube Alumia &#8211; O Luzir do Cárcere. O projeto, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, vai promover sessões mensais de janeiro a outubro deste ano, sempre com convidados que estimularão o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Filmes nacionais, de diversos gêneros e formatos, chegam à Colônia Penal Feminina Bom Pastor, no Recife, com a programação do <em>Cineclube Alumia &#8211; O Luzir do Cárcere</em>. O projeto, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, vai promover sessões mensais de janeiro a outubro deste ano, sempre com convidados que estimularão o debate com as mulheres reeducandas.</p>
<p>Segundo os realizadores, a escolha do Bom Pastor está atrelada a uma perspectiva de gênero sobre as políticas públicas e a legislação penal que são construídas para os homens e mantém sua infraestrutura, além de oportunidades profissionalizantes e educacionais, desfavoráveis em relação às mulheres. &#8220;No cinema, as mulheres também vivenciam um sistema desfavorável: estão em menor quantidade que os homens dentro do set, recebem menores salários e poucos são os filmes dirigidos, roteirizados e protagonizados por mulheres&#8221;, ressaltam. Para se avançar nessa discussão, a curadoria escolheu filmes dirigidos por mulheres, como “Amor, Plástico e Barulho”, de Renata Pinheiro; “KBELA”, curta-metragem de Yasmin Thayná que ressalta o empoderamento da mulher negra; e “A hora da estrela”, filme de 1985 dirigido por Suzana Amaral e protagonizado por Marcélia Cartaxo.</p>
<div id="attachment_19893" aria-labelledby="figcaption_attachment_19893" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Amor-plástico-e-barulho.jpg"><img class="size-medium wp-image-19893" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Amor-plástico-e-barulho-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O pernambucano &#8216;Amor, Plástico e Barulho&#8217;, de Renata Pinheiro, está na programação</p></div>
<p>Recentes produções pernambucanas como “Avenida Brasília Formosa”, de Gabriel Mascaro; e “Dia Estrelado”, curta-metragem em animação de Nara Normande também estão na programação. Além de “Que horas ela volta?”, mais novo filme de Anna Muylaert, estrelado por Regina Cazé.</p>
<p>“Se o cárcere ainda é um paradigma punitivo penal, que pelo menos seja dotado de condições mais humanas e dignas pras mulheres que passarão qualquer tempo nesse espaço. E o que me motiva com o projeto é justamente poder contribuir pra essa mudança de modelo carcerário, ressignificar esse espaço, transformando-o em um lugar de formação dos sujeitos, de condições mais humanas de desenvolvimento”, afirma Juliana Gleymir, coordenadora e idealizadora do Cineclube Alumia.</p>
<div id="attachment_33112" aria-labelledby="figcaption_attachment_33112" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">still kbela</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/kbela.jpg"><img class="size-medium wp-image-33112" alt="still kbela" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/kbela-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Curta-metragem KBELA retrata beleza e força das mulheres negras</p></div>
<p>O produtor do projeto e estudante de Cinema da UFPE, Igor Travassos, ressalta que “quando o público se sente representado na tela e as pessoas percebem que aquela realidade pode ser as que elas estão inseridas, o cinema pode ser uma ferramenta de empatia, pode tornar as relações mais humanas, pode quebrar normatividades e mudar realidades. E é isso que queremos fazer&#8221;, destaca.</p>
<p>As ações do projeto contam ainda com o apoio da Secretaria de Ressocialização (SERES) e a Secretaria da Mulher. A sessão do mês de março, inclusive, será em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. Em setembro, o grupo de extensão da Faculdade de Direito do Recife, o <em>Além das Grades</em>, fará uma sessão especial para discutir o sistema carcerário brasileiro, ampliando a luta por condições mais dignas no interior dos presídios.</p>
<p>Para mais informações sobre o projeto, acompanhe a <strong><a href="https://www.facebook.com/cineclubealumia" target="_blank">página</a></strong> do Cineclube no facebook.</p>
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