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	<title>Portal Cultura PE &#187; Cinema da Fundaj</title>
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		<title>Festival Janela de Cinema aposta na nostalgia dos clássicos</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Sep 2014 19:06:51 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_14693" aria-labelledby="figcaption_attachment_14693" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/roberto-carlos.jpg"><img class="size-medium wp-image-14693 " alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/roberto-carlos-607x342.jpg" width="607" height="342" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Roberto Carlos em ritmo de aventura&#8221; é um dos filmes que estão na programação.</p></div>
<p>O festival Janela Internacional de Cinema do Recife mais uma vez realizará uma mostra dedicada aos filmes clássicos. O festival anunciou nesta terça-feira (30) a seleção  da mostra que aposta na nostalgia dos cinéfilos e do público em geral. Estão programadas a exibição de 13 longas-metragens em cópias novas ou restauradas, nos formatos DCP e 35mm. As sessões serão realizadas de 24 de outubro a 2 de novembro, no Cinema da Fundação e no Cinema São Luiz. Esse último é um dos poucos cine-palácios em funcionamento no mundo, que durante o Janela volta a exibir filmes que marcaram diferentes gerações cinéfilas. O 7º Janela Internacional de Cinema do Recife tem incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco, e patrocínio da Petrobras.</p>
<p>O programa, que este ano tem como tema &#8220;Estradas Perdidas&#8221;, promete ser um dos mais esperados e disputados do Janela de Cinema. Desta vez, a mostra traz obras de mestres como David Lean, Nicholas Ray e Wim Wenders (“Paris, Texas”, que completa 30 anos), além de títulos emblemáticos do horror, aventura e ficção-científica, entre eles “Os Caçadores da Arca Perdida”, de Steven Spielberg, “Alien”, de Ridley Scott, “O massacre da serra elétrica”, de Tobe Hooper, “O comboio do medo”, de William Friedkin e “Mad Max 2”, de George Miller.</p>
<p>“Temos a sorte de ter o São Luiz para programar com filmes que fazem parte da história do cinema, das pessoas e, às vezes, do próprio São Luiz”, explica o diretor e curador do Janela Internacional de Cinema do Recife, Kleber Mendonça Filho. “É uma seleção bem impactante, que levou literalmente meses de decisões e indecisões, espera por autorizações e negociações de taxas caras de exibição, com cópias vindas da Austrália, Taipei, Los Angeles, Londres, Bolonha, Rio de Janeiro e Paris. ‘Os Caçadores da Arca Perdida’ terá apenas duas sessões especiais este ano, uma no Festival de Locarno, na Suíça, e outra no Janela”, diz Kleber.</p>
<p>Depois de cinco anos de sessões lotadas, no São Luiz e no Cinema da Fundação, a seleção Clássicos do Janela já aposta em grandes filmes que talvez ainda mereçam ser descobertos por um público maior. “Obviamente, teremos os clássicos que dão alguma certeza de casa cheia, como por exemplo, uma das grandes aventuras já feitas no cinema, por um dos cineastas mais populares da história – Os Caçadores da Arca Perdida. Por isso é bom arriscar um pouco e trazer filmes excelentes como ‘Comboio do Medo’, filme incrível que Friedkin fez após ‘O Exorcista’, exibido em cópia restaurada 4K”.</p>
<p>Kleber Mendonça Filho também destaca “Contos Cruéis da Juventude”, de Nagisa Ôshima (de “O Império dos Sentidos”) e uma descoberta sua feita no último Festival de Locarno, na retrospectiva da produtora italiana Titanus, “I Dolci Inganni”, de Alberto Latuada. “A idéia é fazer o que um bom festival de cinema faz: promover grandes descobertas”.</p>
<p><strong>Prêmio João Sampaio</strong> – O Janela também anuncia a criação do “Prêmio João Sampaio para Filmes Finíssimos que Celebram a Vida&#8221;, homenagem permanente ao crítico baiano falecido no último mês de abril. A honraria será concedida pela organização do festival para um filme contemporâneo ou de arquivo, nos formatos longa ou curta-metragem. &#8220;O que mais me alegra nesse prêmio é todo ano ter que explicar para as pessoas como era João Sampaio, crítico e jornalista que teve trabalho importantíssimo em Salvador e uma voz notável no âmbito nacional. Para além disso, alguém que muitos de nós, em todo o cenário de cinema, amavam como amigo&#8221;, diz Kleber.</p>
<p><strong>Mais informações: <a href="http://www.janeladecinema.com.br" target="_blank">www.janeladecinema.com.br</a></strong></p>
<p><strong>FILMES DA MOSTRA CLÁSSICOS DO JANELA</strong></p>
<p><strong>A Filha De Ryan (Ryan’s Daughter, EUA, 1970, 206 min), de David Lean.</strong><br />
Lançado numa época em que o cinema havia tornado-se jovem e revolucionário, A Filha de Ryan, com seu porte gigantesco e superproduzido, realizado por um David Lean que vinha dos sucessos mundiais A Ponte do Rio Kwai, Lawrence da Arábia e Doutor Zhivago, foi mal recebido e é, até hoje, uma obra injustiçada. Redescoberto ao longo dos anos, suas paisagens espetaculares são panos de fundo para uma história de amor e fidelidade (política e amorosa) que resulta num filme onde são as imagens que contam a história das relações humanas. Francamente, A Filha de Ryan é como pouca coisa vista desde então. De fato, não se faz mais filmes como esse. Em DCP.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/alien.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-14684" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/alien-607x411.jpg" width="607" height="411" /></a></p>
<p><strong>Alien – O oitavo passageiro (Alien, EUA, 1979, 116 min), de Ridley Scott.<br />
</strong>Com o sucesso do bem iluminado e juvenil Guerra Nas Estrelas, em 1977, o ano de 1979 já estava pronto para um filme de horror espacial sombrio e aterrorizante, marcado por suspense extraordinário e um visual biológico-extraterrestre inesquecível. De fato, o organismo vivo trazido para dentro da nave Nostromo revela-se a mais medonha criação cinematográfica do bicho-papão já feita, até hoje. Em DCP.</p>
<p><strong>Contos Cruéis da Juventude (Cruel Story of Youth, Japão, 1960, 96 min), de Nagisa Ôshima.<br />
</strong>O filme que deu início à versão japonesa da &#8216;Nouvelle Vague&#8217;, Nagisa Oshima filma seu país ainda no pós-Guerra, mas olhando para o futuro de jovens que querem romper com o passado e com as regras. No caso, um jovem casal, Makoto e Kiyoshi, menina meio perdida e o estudante rebelde. Uma relação desigual e violenta vai nascer entre estes dois seres marginais.</p>
<p><strong> Il dolci inganni (Itália, 1960, 95 min), de Alberto Lattuada. Em 35mm.<br />
</strong>Proibido pela Liga Católica da Decência e dos Bons Costumes, I Dolci Inganni nos mostra uma adolescente linda, de 17 anos, preferindo alterar sua rota naquele dia: ela faltar a aula para passar o dia com seu namorado, com idade para ser seu pai. Essa espécie de irmão italiano de um filme de François Truffaut tem um olhar elegante e aberto para coisas boas da vida como amor e liberdade, e com um olhar que arrasta uma enorme asa pela belíssima Catherine Spaak, como Francesca. E vejam só o plano dela que encerra o filme. Em 35mm</p>
<p><strong>Juventude Transviada (Rebel Without a Cause, EUA, 1955, 111 min), de Nicholas Ray.</strong><br />
O filme de jovens décadas antes de o cinema de mercado ser feito inteiramente para jovens. Os personagens de James Dean, Nathalie Wood e Sal Mineo viraram ícones. Parecem colocar suas almas para fora num panorama social e cinematográfico arquitetado por Nicolas Ray, panorama que já mostrava os sinais das mudanças que viriam nos anos 60 e que reinventaram o conceito de juventude. Ser jovem significa descobrir novas estradas, e às vezes sair delas rumo ao penhasco. Restauração 4K estreou no último Festival de Berlim. Em DCP</p>
<p><strong>Mad Max 2 (Mad Max 2 – The road warrior, EUA, 1981, 95 min), de George Miller.</strong><br />
Hollywood definiu o gênero “ação” no cinema envolvendo automóveis, mas foram australianos que mostraram como se faz. Nesse espetáculo de coreografia automobilística suicida e insana, de câmera e montagem, realizado sem a ajuda de efeitos especiais digitais, George Miller fez um western pós-moderno e brutal, onde a direção de arte é feita do lixo industrial que restou de um mundo pós-apocalíptico e a agressividade está na ação das estradas e numa câmera que está sempre a bordo de um veículo. Traços gay, sado-masoquistas apenas sublinham um todo realmente impressionante. Em 2015, a saga Mad Max terá continuidade com um filme novo, Fury Road, também dirigido por Miller. Em DCP.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/cacadores.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-14686" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/cacadores-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a></p>
<p><strong>Os Caçadores da Arca Perdida (Raiders of the Lost Ark, EUA, 1981, 115 min), de Steven Spielberg.</strong><br />
Talvez a melhor aventura retro já feita pelo cinema americano, por um cineasta no alto dos seus poderes, com um astro clássico que chama identificação. Indiana Jones toma inúmeras estradas e becos, caminhões e aviões. Começou uma cine-série de quatro filmes, dos quais este é claramente o melhor. 30 anos antes de Bastardos Inglórios de Quentin Tarantino, os nazistas recebem uma vingança cinematográfica como nenhuma outra. Em DCP.</p>
<p><strong>O comboio do medo (Sorcerer, EUA, 1977, 121 min), de William Friedkin.</strong><br />
Refilmagem americana de O Salário do Medo, o clássico francês de Henri George-Clouzot. Uma estrada perigosa, homens são pagos para levar carregamento de explosivos em caminhões. Difícil achar um filme mais tenso do que este, realizado com enorme garra e sentido hitchcockiano de cinema. Em DCP.</p>
<p><strong>O Massacre da Serra Elétrica (The Texas Chainsaw Massacre, EUA, 1974, 88 min), de Tobe Hooper.</strong><br />
Um grupo de amigos numa van, no interior do Texas. Saem da estrada e param numa fazenda. Em 80 minutos, Tobe Hooper fez um museu de horrores de alta voltagem e onde a violência vem bem mais da agressivdade da montagem, do som e dos objetos (por exemplo: uma moto-serra barulhenta) de cena do que de uma violência explícita. Os últimos 20 minutos, em especial, são uma descarga e tanto de terror e energia bruta. Em DCP.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/paris_texas.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-14685" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/paris_texas-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p><strong>Paris Texas (França/Reino Unido/Alemanha Ocidental/EUA, 1984, 147 min), de Wim Wenders.</strong><br />
Palma de Ouro no Festival de Cannes, Paris Texas é um filme como nenhum outro. Wenders, um alemão apaixonado pela paisagem americana, nos conta uma bela história de amor e loucura, doce sem ser piegas, e com a presença forte de Nastassja Kinski, símbolo do amor incondicional. Inesquecível, o clima e o feeling e a musica de Ry Cooder. Versão Restaurada 4K estreou no último Festival de Cannes. Em DCP.</p>
<p><strong>Pelos Caminhos do Inferno (Wake in Fright , Austrália/EUA, 1971, 114 min), de Ted Kotcheff.</strong><br />
O 2o. título da Austrália nesta seleção sugere que o pais da Oceania não é para amadores. Incrível filme de horror onde nenhum ser humano morre, onde não há fantasmas ou monstros, embora isso seja questionável. É a história de um professor primário que tenta sair da cidadezinha do interior onde foi passar a noite. Lá encontra uma cultura masculina assustadora de camaradagem e bebedeira, com perturbadora sensação de que não há leis para homens ou animais. Em 35mm.</p>
<p><strong>Roberto Carlos em ritmo de aventura (Brasil, 1968, 97 min), de Roberto Farias.</strong><br />
O tempo parece ter feito bem a esse produto Roberto Carlos, dirigido por um dos mais competentes realizadores brasileiros do cinema comercial e popular, e que levou milhões aos cinemas. Claramente inspirado nos filmes de Richard Lester para os Beatles, temos imagens de ação com musicas de RC e Erasmo Carlos, na perfeita matinê brasileira. Em 35mm.</p>
<p><strong>Rocky Horror Picture Show (EUA/Reino Unido, 1975, 100 min), de Jim Sharman.</strong><br />
Quando o carro quebra numa estrada escura, Brad e Janet, um casal certinho, vai buscar ajuda numa sinistra casa-castelo que pertence ao Dr. Frank’N’Furter, “um doce travesti da transexual Transilvânia”. Ele irá apresentar para seleto grupo de amigos sua nova criação: um homem objeto e perfeito. O bom humor de uma homenagem afiada aos clássicos do Cinema B de ficção científica e horror, com uma trilha sonora sensacional de música e dança. Em DCP.</p>
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		<title>Janela Internacional de Cinema do Recife divulga curtas-metragens selecionados</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2014 15:51:11 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12321" aria-labelledby="figcaption_attachment_12321" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cleiton Thiele/PressPhoto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/42FestCinemaGramado_3801.jpg"><img class="size-medium wp-image-12321" alt="Cleiton Thiele/PressPhoto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/42FestCinemaGramado_3801-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Depois de premiação em Gramado, Júlio Cavani estreia &#8220;História Natural&#8221; no Recife.</p></div>
<p>Os curta-metragens tem espaço privilegiado na programação do festival Janela Internacional de Cinema do Recife. Todos os anos, o festival atrai muitos realizadores interessados em exibir seus filmes na mostra competitiva. Este ano 1005 trabalhos de 33 países foram submetidos a processo seletivo, um recorde do festival que chega a sua sétima edição. Destes, foram selecionadas 42 obras de doze países, sendo 22 curtas brasileiros e 20 estrangeiros. <strong>Confira a abaixo a lista dos filmes.</strong></p>
<p>Os curtas selecionados vão competir na seleção de nacionais e internacionais nas categorias melhor som, montagem, imagem e melhor filme. Na mostra nacional participam curtas de sete estados. De Pernambuco, foram selecionados quatro trabalhos: “História Natural”, de Júlio Cavani (prêmio de melhor desenho de som no último Festival de Gramado); “Loja de répteis”, de Pedro Severien; e os inéditos “João Heleno dos Brito”, de Neco Tabosa; e “Noites traiçoeiras”, de João Lucas Melo Medeiros. Tanto o festival quanto os quatro curtas pernambucanos selecionados tem o incentivo do Funcultura, do Governo de Pernambuco, o que mostra a importância do fundo público para a produção e difusão do cinema. O Janela é organizado pela CinemaScópio Produções Cinematográficas e Artísticas e conta com patrocínio da Petrobras, além do incentivo estadual.</p>
<div id="attachment_11753" aria-labelledby="figcaption_attachment_11753" class="wp-caption img-width-343 alignright" style="width: 343px"><p class="wp-image-credit alignleft">Celso Hartkopf e Raul Souza.</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/loja_de_repteis.jpg"><img class="size-medium wp-image-11753 " alt="Celso Hartkopf e Raul Souza." src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/loja_de_repteis-343x486.jpg" width="343" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Cartaz do curta &#8220;Loja de Répteis&#8221;, de Pedro Severien, selecionado para o festival.</p></div>
<p>&#8220;Estamos felizes com a seleção de curtas que será apresentada nessa 7ª edição. Sempre é um processo difícil escolher filmes e montar programas a partir de mais de mil inscrições. Mas acredito que chegamos a um equilíbrio interessante de descobertas, somadas a filmes de autores que acompanhamos há vários anos como Miguel Gomes, Marcelo Caetano, Gabriela Amaral Almeida, Gustavo Beck e outros, que têm sido destaques em festivais importantes como Cannes, Locarno, Brasília e Festival de Curtas São Paulo&#8221;, explica Emilie Lesclaux, produtora executiva e fundadora do festival, ao lado do diretor e programador Kleber Mendonça Filho.</p>
<p>Além de Emilie, participaram da seleção de curtas nacionais os jornalistas e pesquisadores Rodrigo Almeida e Luís Fernando Moura, o roteirista Luiz Otávio Pereira e o cineasta Leonardo Lacca. A comissão de curtas internacionais foi formada por Emilie, o ator Fábio Leal e o sócio da Cinemascópio Produções, Winston Araújo.</p>
<p>Para Rodrigo Almeida, a seleção nacional deste ano revela a vocação e o amadurecimento de uma geração de diretores para narrativas ficcionais próprias dos longa-metragens. “Aumentamos a duração de alguns programas, pois a maioria dos curtas oscila entre 20 e 25 minutos”. Como exemplo, ele cita “Estátua”, de Gabriela Amaral, e “A era de ouro”, de Leonardo Mouramateus. Por outro lado, Rodrigo ressalta obras com grande poder de síntese, como “Kyoto”, de Deborah Viegas, com duração de oito minutos.</p>
<p>Este ano, o Janela será realizado entre 24 de outubro e 2 de novembro, no Cinema São Luiz e Cinema da Fundação. A previsão é que 150 filmes serão exibidos, em mostras competitivas de curtas e longas, sessões de grandes clássicos do cinema e mostras não competitivas. A programação completa será divulgada no dia 14 de outubro.</p>
<p><strong>Mais informações:</strong> <strong><a href="http://www.janeladecinema.com.br/" target="_blank">www.janeladecinema.com.br</a></strong></p>
<p><strong>Mostra Nacional</strong></p>
<p>- A Era de Ouro (Ceará), de Leonardo Mouramateus<br />
- Dia Branco (São Paulo), de Thiago Ricarte<br />
- Estátua! (São Paulo), de Gabriela Amaral Almeida<br />
- Gigante (Rio de Janeiro), de Rafael Spínola<br />
- História Natural (Pernambuco), de Júlio Cavani<br />
- João Heleno dos Brito (Pernambuco), de Neco Tabosa<br />
- Kyoto (São Paulo), de Deborah Viegas<br />
- La Llamada (São Paulo), de Gustavo Vinagre<br />
- Loja de Répteis (Pernambuco), de Pedro Severien<br />
- Malha (Paraíba), de Paulo Roberto<br />
- Noites traiçoeiras (Pernambuco), de João Lucas Melo Medeiros<br />
- Nua por dentro do couro (Maranhão), de Lucas Sá<br />
- O Arquipélago (Rio de Janeiro), de Gustavo Beck<br />
- O Bom Comportamento (Rio de Janeiro), de Eva Randolph<br />
- Ocaso (Rio de Janeiro), de Bruno Roger<br />
- O Clube (Rio de Janeiro), de Allan Ribeiro<br />
- Quinze (Minas Gerais), de Maurilio Martins<br />
- Sandra Espera (Minas Gerais), de Leonardo Amaral<br />
- Si no se puede bailar, esta no es mi revolución (São Paulo / Cuba), de Lillah Halla<br />
- Tejo Mar (Rio de Janeiro), de Bernard Lessa<br />
- Vailamideus (Ceará), de Ticiana Augusto Lima<br />
- Verona (São Paulo), de Marcelo Caetano</p>
<p><strong>Mostra Internacional</strong></p>
<p>- A Caça Revoluções/ The Revolution Hunter (Portugal), de Margarida Rego<br />
- Abandoned Goods (Inglaterra), de Ed Lawrenson<br />
- An Der Tur / At the Door (Alemanha), de Miriam Bliese<br />
- Cambodia 2099 (França), de Davy Chou<br />
- En Août/ In August (Suíça), de Jenna Hassej<br />
- La Reina/ The Queen (Argentina), de Manuel Abramovich<br />
- Me Tube (Áustria), de Daniel Moshel<br />
- Nevermind (Canadá), de Jean-Marc E. Roy<br />
- Oh Lucy (Japão), de Atsuko Hirayagi<br />
- Person to Person (Estados Unidos), de Dustin Guy<br />
- Ponto Morto/ Idle Road (Portugal), de Pedro Peralta<br />
- Redemption (Portugal), de Miguel Gomes<br />
- Rio-me porque és da aldeia e vieste de burro ao baile (Portugal), de Stealing Orchestra &amp; Rafael Dionísio<br />
- Tant qu&#8217;il nous reste des fusils à pompe/ As long as shotguns remain (França), de Caroline Poggi e Jonathan Vinel<br />
- The Chicken (Alemanha), de Una Gunjak<br />
- The Dark, Krystle (Estamos Unidos), de Michael Robinson<br />
- Tornistan/ Backward Run (Turquia), de Ayce Kartal<br />
- Triangulo Dourado/The Golden Triangle (Portugal), de Miguel Clara Vasconcelos<br />
- Washingtonia (Grécia), de Konstantina Kotzamani<br />
- Wind (Alemanha), de Robert Löbel</p>
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		<title>Quatro festivais movimentam setembro: Animage, PalhAçaria, Conte Outra Vez, Play The Movie</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2014 15:36:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Circo, audiovisual, literatura e música ganham destaque neste mês de setembro no Recife. Quatro festivais difundem diferentes linguagens artísticas, com o incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco. O 2º festival PalhaçAria tem programação com espetáculos de palhaças (isso mesmo, somente mulheres) de várias partes do mundo. Já o 6ºAnimage é dedicado especialmente a animação e também [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Circo, audiovisual, literatura e música ganham destaque neste mês de setembro no Recife. Quatro festivais difundem diferentes linguagens artísticas, com o incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco. O <strong>2º</strong> <strong>festival PalhaçAria</strong> tem programação com espetáculos de palhaças (isso mesmo, somente mulheres) de várias partes do mundo. Já o <strong>6ºAnimage</strong> é dedicado especialmente a animação e também traz produções internacionais. Em seguida, vem o <strong>3º festival Conte Outra Vez</strong> com foco na contação de histórias, incluindo música e artes cênicas. Finalizando o mês, a <strong>8ª edição mostra Play The Movie</strong> exibe filmes com temática musical e promove cine-concertos com bandas tocando ao vivo durante a projeção de imagens na tela. Além das atividades de difusão, os festivais contemplam a formação cultural, realizando oficinas, workshops de debates.</p>
<div id="attachment_13929" aria-labelledby="figcaption_attachment_13929" class="wp-caption img-width-564 alignnone" style="width: 564px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/mabel-uma-historia-musical-com-maby-salerno-credito-juan-salvarredy.jpg"><img class="size-medium wp-image-13929" alt="Juan Salvarredy" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/mabel-uma-historia-musical-com-maby-salerno-credito-juan-salvarredy-564x486.jpg" width="564" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">“Mabel, Uma História Musical”, de Maby Salerno (Argentina).</p></div>
<p><strong>2º PalhaçAria – Festival Internacional de Palhaças do Recife</strong><br />
O evento é bienal e traz palhaças de várias partes do mundo &#8211; Brasil, Áustria, Japão, França, Espanha e Argentina. A maioria das apresentações é solo e para um público maior de 14 anos. Na quinta (18), a atração no Teatro de Santa Isabel é a palhaça Anna de Lirium (Áustria), que no espetáculo está em um estúdio de gravação esperando pela chegada do produtor. Enquanto espera, ela começa a dormir e a sonhar, com números musicais e coreográficos surpreendentes. Na sexta (19), nos teatros Apolo e Hermilo Borba Filho, serão apresentados os espetáculos “Paraíso na Terra”, de Elke Maria Riedmann (Áustria) e “Spaguetti”, do grupo Seres de Luz Teatro e Lily Curcio (SP), com participação de Vanderléia Will (SC). No sábado (20), o festival termina com “Mabel, Uma História Musical”, de Maby Salerno (Argentina), no Teatro Apolo. O festival é realizado pela Cia. Animée, com o incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco.<br />
<strong>Datas:</strong> de 13 a 20 de setembro<br />
<strong>Locais:</strong> Teatros Apolo, Hermilo Borba Filho, Santa Isabel<br />
<strong>Ingressos:</strong> R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia) &#8211; à venda 1h antes de cada sessão na própria bilheteria dos teatros.<br />
<strong>Informações:</strong> contatopalhacaria@gmail.com</p>
<div id="attachment_13905" aria-labelledby="figcaption_attachment_13905" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Ernest-e-Celestine.jpg"><img class="size-medium wp-image-13905" alt="Animage/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Ernest-e-Celestine-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">“Ernest Et Celestine” do trio belga Stéphane Aubier, Benjamin Renner e Vincent Patar</p></div>
<p><strong>6º Animage – Festival Internacional de Animação de Pernambuco<br />
</strong>Mostra competitiva de curtas, exibição de longas-metragens e sessões temáticas homenagem ao centenário animador escocês Norman McLaren, seleção do Festival Internacional de Ottawa e Mostra Erótica) fazem parte da programação do festival. O foco é no cinema de animação de autor, com as mais diversas técnicas e abordagens. No Cinema São Luiz serão exibidos os longas “Até que a Sbornia nos Separe”, de Otto Guerra; o “O Menino e o Mundo”, de Alê Abreu; “Ernest Et Celestine” do trio belga Stéphane Aubier, Benjamin Renner e Vincent Patar; “CHEATIN”, do norte-americano Bill Plympton, e “Sinfonia Amazônica”, primeiro longa-metragem de animação brasileiro, dirigido por Anélio Latini Filho. A programação ainda conta com duas exposições, oficinas e masterclasses com diretores.<br />
<strong>Data:</strong> de 16 e 28 de setembro<br />
<strong>Locais:</strong> Centro Cultural Correios, Caixa Cultural Recife, Cine São Luiz, Cinema da Fundaj, Alto José do Pinho, Praça do Carmo (Olinda), Parque da Jaqueira, Portomídia, Hospitais IMIP e Barão de Lucena.<br />
<strong>Entrada gratuita</strong><br />
<strong>Informações: <a href="http://www.animagefestival.com" target="_blank">http://www.animagefestival.com</a></strong></p>
<div id="attachment_13403" aria-labelledby="figcaption_attachment_13403" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/cordelandia.jpg"><img class="size-medium wp-image-13403 " alt="Conte outra vez/ Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/cordelandia-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Cordelândia</p></div>
<p><strong>3º festival Conte Outra vez</strong><br />
Os espetáculos de contação de histórias e shows musicais do festival prometem encantar crianças e adultos. Com o tema “A Magia da Tradição Oral”, a programação reúne apresentações dos grupos e companhias Cordelândia (PE), Nóis na Mala (SP), Zumbaiar (PE), Historietas Cantadas (SP), Mafagafos (SC) e das artistas-contadoras de histórias Rosana Mont’Alverne (MG), Mariane Bigio (PE), Ana Luiza Lacombe (SP) e Ana Carolina Lemos (PE). O encerramento  fica por conta do famoso grupo Mawaca (SP). O festival ainda realiza workshops e debates com o objetivo de contribuir para a capacitação de artistas contadores, estudantes e amantes do universo da literatura. O evento é realizado pelo grupo O Tapete Voador e tem incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura.<br />
<strong>Datas:</strong> de 21 a 28 de setembro<br />
<strong>Locais:</strong> Teatro do IMIP, Centro Cultural Correios, NACC, Barchef e Vila 7.<br />
<strong>Entrada gratuita<br />
</strong><strong>Informações</strong><b>:</b> <strong><a href="http://www.festivalconte.com.br/" target="_blank">www.<wbr />festivalconte.com.br</a></strong></p>
<div id="attachment_13405" aria-labelledby="figcaption_attachment_13405" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Guitarra_Armandinho-Documentario.png"><img class="size-medium wp-image-13405  " alt="Play the movie/ Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Guitarra_Armandinho-Documentario-607x379.png" width="607" height="379" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Guitarra Baiana: A Voz do Carnaval&#8221;, de Daniel Talento</p></div>
<p><strong>8ª Mostra Play The Movie </strong><br />
Os filmes &#8220;Guitarra Baiana: A Voz do Carnaval&#8221;, do diretor Daniel Talento, &#8220;Música Serve Pra Isso &#8211; Uma História dos Mulheres Negras&#8221;, de Bel Bechara e Sandro Serpa, são algumas da obras audiovisuais com temática musical que estreiam no Recife durante a Mostra Play The Movie. Na programação estão ainda longas e médias metragens franceses como &#8220;Glenn Gould &#8211; Além do Tempo&#8221; (Dir: Bruno Monsaingeon, 2004), &#8220;Desert Blues&#8221; (Dir: Michel Jaffrenou, 2006) e &#8220;A Rima e a Razão&#8221; (Dir: Francis Guibert, 1992). A Mostra é realizada no Cinema São Luiz e faz parte do festival No Ar Coquetel Molotov. O projeto tem o incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco, e apoio cultural da Cinemateca do Consulado Geral da França.<br />
<strong>Data: </strong>de 30 de setembro a 03 de outubro<br />
<strong>Local:</strong> Cinema São Luiz &#8211; Rua da Aurora, 175, Boa Vista, Recife.<br />
<strong>Informações: <a href="http://www.coquetelmolotov.com.br " target="_blank">www.coquetelmolotov.com.br </a>| <a href="http://www.facebook.com/noarcm" target="_blank">www.facebook.com/noarcm</a></strong></p>
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		<title>Festival Animage exibe filmes de animação do mundo todo</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Sep 2014 21:37:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Renata Claus]]></category>
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		<description><![CDATA[O cinema de animação ganha mais uma vez destaque na agenda cultural do Recife e Olinda. A 6ª edição do Animage &#8211; Festival Internacional de Animação de Pernambuco promove mostras competitiva de curtas, exibição de longas-metragens e mostras temáticas, com produções de vários países. O  foco é no cinema de animação de autor, com as [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13754" aria-labelledby="figcaption_attachment_13754" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/is-the-man.jpg"><img class="size-medium wp-image-13754 " alt="Animage / Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/is-the-man-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Exibição de “Is The Man Who Is Tall Happy?”, do francês Michel Gondry,abre o festival.</p></div>
<p>O cinema de animação ganha mais uma vez destaque na agenda cultural do Recife e Olinda. A 6ª edição do Animage &#8211; Festival Internacional de Animação de Pernambuco promove mostras competitiva de curtas, exibição de longas-metragens e mostras temáticas, com produções de vários países. O  foco é no cinema de animação de autor, com as mais diversas técnicas e abordagens. A programação ainda conta com duas exposições, oficinas e masterclasses com diretores.</p>
<p>O evento ocorre de 16 e 28 de setembro em diversos pontos do Recife e Olinda, com atividades no Centro Cultural Correios, Caixa Cultural Recife, Cine São Luiz, Cinema da Fundaj, Alto José do Pinho, Praça do Carmo (Olinda), Parque da Jaqueira, Portomídia, Hospitais IMIP e Barão de Lucena. O festival tem acesso totalmente gratuito, por ter incentivo do Funcultura, do Governo de Pernambuco, e patrocínio dos Correios, Caixa Cultural Recife e Copergás. A realização é da Rec-Beat Produções Artísticas, com direção de Antonio Gutierrez e curadoria de Nara Normade, Tião e Renata Claus. <strong>Confira a programação completa no site <a href="http://www.animagefestival.com/" target="_blank">http://www.animagefestival.com</a></strong></p>
<p>O festival começa, nesta terça-feira (16), às 20h30, no Cinema São Luiz, com a exibição do documentário “Is The Man Who Is Tall Happy?”, do francês Michel Gondry, diretor de famosos videoclipes da cantora Björk e do filme “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças”. A sessão de abertura será no Cinema São Luiz. No documentário animada, Gondry ilustra as teorias do linguista, filósofo e ativista político norte-americano Noam Chomsky. O longa foi exibido com sucesso no Festival É Tudo Verdade.</p>
<p><strong>LONGAS</strong> &#8211;  As sessões de longas serão realizadas no Cinema São Luiz com os filmes “Até que a Sbornia nos Separe”, do brasileiro Otto Guerra; o “O Menino e o Mundo”, de Alê Abreu; “Ernest Et Celestine” do trio belga Stéphane Aubier, Benjamin Renner e Vincent Patar;“CHEATIN”, do norte-americano Bill Plympton, e “Sinfonia Amazônica”, primeiro longa-metragem de animação brasileiro, dirigido por Anélio Latini Filho. Os realizadores Otto Guerra e Alê Abreu estarão presentes para conversar com o público após a exibição de seus filmes.</p>
<div id="attachment_13755" aria-labelledby="figcaption_attachment_13755" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/O-menino-e-o-mundo.jpg"><img class="size-medium wp-image-13755" alt="Animage / Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/O-menino-e-o-mundo-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">“O Menino e o Mundo”, de Alê Abreu, é um dos longas que serão exibidos no festival.</p></div>
<p><strong>CURTAS</strong> &#8211;  Nesta edição, a Mostra Competitiva de curtas teve um número recorde de inscritos. Foram 611 filmes inscritos oriundos de 52 países. Os selecionados pela curadoria do festival concorrem nas categorias Melhor Curta-Metragem, Melhor Curta Brasileiro, Melhor Curta-Metragem &#8211; Prêmio do Público – esses com prêmios em dinheiro &#8211; Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Direção de Arte, Melhor Técnica e Melhor Som.</p>
<p>Para avaliar essas produções, o festival compôs um júri com renomados profissionais de três países: o canadense Chris Robinson, diretor artístico e curador do Festival Internacional de Animação de Ottawa; Regina Pessoa, animadora e artista plástica portuguesa; e o brasileiro Alê Abreu, ganhador de diversos prêmios, sendo a mais recente conquista a premiação de Melhor Filme no Festival de Annecy com o longa “O Menino e o Mundo”, candidato a representar o Brasil no Oscar. O filme será exibido em uma sessão especial. Alê Abreu também é o responsável pela ilustração e vinheta do festival neste ano, que conta também com trilha sonora de Lirinha.</p>
<p><strong>MOSTRAS ESPECIAIS</strong> – Na programação, além da Mostra Competitiva, ocorrem Mostras Especiais temáticas, a exemplo da homenagem ao centenário do grande animador escocês Norman McLaren. Nasegunda mostra especial, uma seleção de curtas apresentados no Festival Internacional de Animação de Ottawa, organizada pelo curador canadense Chris Robinson. E pelo terceiro ano consecutivo o Animage promove a concorrida Mostra Erótica, com produções que giram em torno da sexualidade, com cores e formas provocativas. E ao lado da exibição de “O Menino e o Mundo”, esta sessão vai contar com o recurso da audiodescrição para pessoas com deficiência visual. Três narradores vão explicar as partes mais importantes da narrativa de cada obra.</p>
<p><strong>PARQUES</strong> &#8211; O Animage se espalha para além das salas de exibição e promove sessões ao ar livre no Parque da Jaqueira, na Praça do Carmo e no Alto José do Pinho. Para estes locais, a curadoria escolheu filmes para todas as idades, predominando produções infantis, com temáticas leves.</p>
<p><strong>EXPOSIÇÕES</strong> &#8211; O festival abre sua programação com duas exposições simultâneas no Centro Cultural Correios e na Caixa Cultural Recife. A artista visual portuguesa Regina Pessoa vai apresentar no Recife com exclusividade uma exposição sobre o processo de criação do curta “Kali, O Pequeno Vampiro”  no Centro Cultural Correios. A segunda exposição, na Caixa Cultural Recife, homenageia Norman McLaren, um dos pioneiros da animação mundial, consagrado ainda por desenvolver uma técnica de desenho direto em película. A mostra destaca alguns de seus filmes mais importantes.</p>
<p><strong>ANIMAGE – VI FESTIVAL INTERNACIONAL DE ANIMAÇÃO DE PERNAMBUCO<br />
</strong><strong>De 16 a 28 de setembro de 2014<br />
</strong><strong>Locais:</strong> Cinema São Luiz, Cinema da Fundação, Centro Cultural Correios, Caixa Cultural Recife, Parque da Jaqueira, Praça do Carmo, Alto José do Pinho, Portomídia, Hospital Barão de Lucena e IMIP.<br />
<strong>Entrada Gratuita<br />
</strong><strong>Programação completa: <a href="http://www.animagefestival.com" target="_blank">http://www.animagefestival.com</a></strong></p>
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