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	<title>Portal Cultura PE &#187; cinema de rua</title>
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		<title>Museu do Trem exibe filme em homenagem ao Recife</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Mar 2019 17:29:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para comemorar os 482 anos do Recife, completos no último dia 12 de março, a Estação Central Capiba/ Museu do Trem exibirá a película “A prefeitura a serviço do povo” na próxima quinta-feira (21), das 9h30 às 11h, com entrada gratuita. O filme, gravado em 16mm, foi realizado em 1956 por Firmo Neto. A película [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_67439" aria-labelledby="figcaption_attachment_67439" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/41992759312_ac9474c335_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-67439" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/41992759312_ac9474c335_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A Cine Estação é uma atividade que acontece todo mês na Estação Central Capiba/ Museu do Trem.</p></div>
<p>Para comemorar os 482 anos do Recife, completos no último dia 12 de março, a Estação Central Capiba/ Museu do Trem exibirá a película “A prefeitura a serviço do povo” na próxima quinta-feira (21), das 9h30 às 11h, com entrada gratuita. O filme, gravado em 16mm, foi realizado em 1956 por Firmo Neto.</p>
<p>A película traça o perfil como gestor de Pelópidas Silveira, ex-prefeito do Recife, destacando contribuições relevantes para a cidade. Após a exibição do material, a arquiteta Kate Saraiva participará de uma conversa sobre urbanismo, cinema e apropriação do espaço público, baseada nas pesquisas que fez para seu livro, “Cinema de Rua”. O encontro é mais uma edição do projeto Cine Estação, que é promovido mensalmente pelo equipamento cultural.</p>
<p><em>“As obras inauguradas por Pelópidas repercutem até hoje, por isso, é um filme que fala sobre o desenvolvimento da cidade. O diálogo com o Museu do Trem é que a própria Estação Central também foi, em outra época, um vetor de desenvolvimento na cidade do Recife e, como havia muitos cinemas de rua nos arredores, buscamos fazer esse resgate através do cinema. Convidamos Kate justamente para ela fazer essa conexão entre o amor pela cidade através do espaço público, trazendo essa questão dos cinemas de rua pra essa dinâmica da cidade”</em>, explica Márcia Chamixaes, gestora do Museu do Trem.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><b>SERVIÇO</b></span><br />
Exibição do filme “A prefeitura a serviço do povo” e conversa com Kátia Saraiva<br />
Quando: Quinta-feira, 21 de março, das 9h30 às 11h<br />
Onde: Estação Central Capiba/ Museu do Trem (Rua Floriano Peixoto, s/n, São José – Recife)<br />
Entrada Gratuita</p>
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		<title>Gestores de cinemas de rua se encontram no Festival de Cinema de Triunfo</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Aug 2016 20:21:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma reunião do grupo de trabalho Cinema de Rua, ligado ao Conselho Consultivo do Audiovisual de Pernambuco, gerou bons debates sobre requalificação, atualização e programação dos equipamentos culturais que resistem no estado. A troca de experiências e informações que vai ajudar no desenvolvimento de ações integradas reuniu gestores e programadores desses espaços. A atividade aconteceu [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma reunião do grupo de trabalho <em>Cinema de Rua</em>, ligado ao Conselho Consultivo do Audiovisual de Pernambuco, gerou bons debates sobre requalificação, atualização e programação dos equipamentos culturais que resistem no estado. A troca de experiências e informações que vai ajudar no desenvolvimento de ações integradas reuniu gestores e programadores desses espaços. A atividade aconteceu na última sexta-feira (12/8), integrando a programação do 9º Festival de Cinema de Triunfo.</p>
<p>Mediando o diálogo, a assessora de Planejamento da Secult-PE, Janaína Guedes apresentou o mapeamento dos cinemas de rua já iniciado pelo GT. “O desafio é pensarmos estratégias, discutir ideias que orientem uma política pública de exibição, levantar problemas e potenciais, apontar caminhos para os cinemas”, iniciou Janaína.</p>
<p>Representando a Fundação Joaquim Nabuco no GT, Luiz Joaquim destacou que “o momento é de entender a situação real dos equipamentos, tentar chegar numa plataforma integrada de ações e construção de um circuito que garanta o funcionamento mínimo das salas, promova o acesso da população”. A arquiteta e pesquisadora Kate Saraiva, destacou que o desmonte histórico de muitas das estruturas é um desafio: “Além da reforma dos espaços, precisamos considerar também processos, como tombamentos dos prédios e fomentar o surgimento de uma rede de cinemas no estado”.</p>
<p>A presidente da Fundarpe, Márcia Souto, também participou do diálogo e destacou pontos como a necessidade de fortalecer a política de difusão e circulação das obras, não apenas a produção. “Precisamos avançar nessa questão do fomento público às iniciativas, garantir recursos que contribuam para a difusão dos filmes e também para a manutenção dos espaços, já que muitos deles ainda não contam com planos de gestão”, apontou a gestora estadual.</p>
<p>O acesso de pessoas com deficiência às salas também entrou na pauta de discussões. Osvaldo Emery, especialista e consultor de projetos audiovisuais vinculado ao MinC/RJ, destacou a urgência de ações nesse sentido, “não apenas pelo viés do cumprimento de leis, mas também como estratégia para atração de público, já que há uma grande parcela da população brasileira que vive hoje com alguma deficiência e é excluída”. Osvaldo lembrou ainda que “a legislação atual estabelece que todos os cinemas construídos com recursos públicos devem ser acessíveis, garantir recursos audiodescrição, legendas e tradução em LIBRAS”.</p>
<p>Contribuindo com o debate, o produtor audiovisual e dirigente da Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas de Pernambuco/Associação Pernambucana de Cineastas (ABD/APECI), Igor Travassos destacou que “a questão da acessibilidade não pode ser trabalhada apenas da porta do cinema para dentro, mas deve estar articulada com o debate de acessibilidade urbana e contemplar ações que permitam a presença da pessoa com deficiência não apenas como público, mas como protagonista também, como realizador que precisa ter acesso ao palco, por exemplo”.</p>
<p>Gestores e programadores dos cinemas São José (Afogados da Ingazeira), Apolo (Recife), Rio Branco (Arcoverde), Samuel Campelo (Jaboatão) e Polytheama (Goiana) participaram da reunião apresentando informações atuais sobre a estrutura e o funcionamento das salas e os desafios do momento. Entre eles, a digitalização das salas, planos de manutenção, oferta de programação continuada e consistente, parcerias com cineclubes e outras entidades.</p>
<p><em><strong>Master</strong> <strong>Class<br />
</strong><br />
</em>No sábado, 13/8, as questões foram ainda mais debatidas no encontro &#8216;Cinema de Rua na era digital: Desafios e Perspectivas&#8217;, com Osvaldo Emery. &#8221;A sala de cinema é um lugar de atividade social, o prazer do cinema une as pessoas e precisamos cada vez mais desse tipo de ambiente&#8221;, comentou o especialista. Ainda sobre o assunto, Osvaldo destacou que &#8220;as salas precisam garantir que aquilo que é exibido seja o mais fiel possível ao que foi concebido pelo realizador. Por isso as recomendações técnicas são importantes, precisamos considerar como funciona o cinema e também as tecnologias que temos no momento para captação, produção e reprodução de imagem e som&#8221;.</p>
<p>No debate, os gestores dos cinemas de rua trocaram informações sobre especificidades técnicas das salas, o desafio para elaboração de projetos de reformas e modernização dos equipamentos.</p>
<p>O GT Cinema de Rua vai finalizar as atas dos encontros e, em breve, os documentos estarão disponíveis aqui no portal.</p>
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		<title>Janela Internacional discute cinema de rua</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2015 16:34:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O VIII Janela Internacional de Cinema do Recife sedia um encontro especial nesta sexta (13), às 10h, no Cinema da Fundação, Derby. A mesa “Cinemas de Rua”, que integra o programa convidado Cine Rua, tem como proposta instigar reflexões sobre a resistência de espaços de cinema fora do modelo shopping center, particularmente no Recife. Além [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O VIII Janela Internacional de Cinema do Recife sedia um encontro especial nesta sexta (13), às 10h, no Cinema da Fundação, Derby. A mesa “Cinemas de Rua”, que integra o programa convidado Cine Rua, tem como proposta instigar reflexões sobre a resistência de espaços de cinema fora do modelo shopping center, particularmente no Recife. Além do debate, a programação sob o tema prevê sessões de curtas e um tour pelos endereços dos antigos cinemas no centro da capital pernambucana, já desativados, e também aqueles que ainda resistem.</p>
<p>Convidado do debate, o secretário estadual de Cultura Marcelino Granja vai compartilhar com os presentes as propostas e o planejamento atual da Secult e Fundarpe no que diz respeito à manutenção, modernização e programação dos cinemas de rua que integram a rede estadual de equipamentos. Entre eles, o Cinema São Luiz, que já está com um novo projetor e sistema de som digitais em pleno funcionamento.</p>
<div id="attachment_31552" aria-labelledby="figcaption_attachment_31552" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Victor Jucá/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/cinema-sao-luiz_victor-juca.jpg"><img class="size-medium wp-image-31552" alt="Victor Jucá" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/cinema-sao-luiz_victor-juca-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Equipamentos digitais do Cinema São Luiz foram inaugurados no dia 5 de novembro de 2015</p></div>
<p>Paralelamente à mesa “Cinemas de Rua”, será realizado um grupo de trabalho e oficializado o lançamento do #CineRuaPE, movimento que pretende formar um circuito estadual de salas de rua. O movimento #CineRuaPE surge no ensejo de reunir esforços, promover atividades, estratégias de restauração e preservação, e a consciência de que cinemas de rua são espaços de cultura e memória tão importantes quanto teatros, museus e bibliotecas”, explica o jornalista André Dib, responsável pela mediação do encontro esta sexta.</p>
<p>Na mesa, participam como debatedores Marcelino Granja, secretário de Cultura do Estado de Pernambuco; João Luiz Vieira, professor de Cinema e Vídeo da Universidade Federal Fluminense (UFF), de Niterói (RJ); Marcus Mello, membro da coordenação de cinema, vídeo e fotografia da Sala P. F. Gastal, de Porto Alegre (RS); Cláudio Marques, realizador e diretor do Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha, em Salvador (BA); Geraldo Pinho, programador do Cinema São Luiz, do Recife; e professor Paulo Cunha, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).</p>
<p>As discussões em torno dos cinemas de rua compõem um dos subtemas do Janela de Cinema deste ano. <em>“Converge para esse subtema a própria aura do festival, que desde 2010 apostou no Cinema São Luiz como espaço indissociável da identidade do próprio Janela e também um importante grupo de discussão que teve início no último Festival de Triunfo, capitaneado pelo jornalista André Dib e pela arquiteta e pesquisadora Kate Saraiva”</em>, justifica Kleber Mendonça Filho, cineasta e diretor artístico do Janela.</p>
<p><strong>Tour</strong> – Neste sábado, dia 14 de novembro, das 9h às 13h, o Janela organiza um tour guiado pelos antigos cinemas do Recife, já fechados, mas que permanecem na memória cinéfila de muitos recifenses, e também por cinemas de rua de resistência ainda em funcionamento. No roteiro, estão previstas caminhadas pelos antigos endereços dos cinemas AIP, Moderno, Trianon/Art Palácio, Veneza, além de históricos cinemas da Rua Nova. O percurso começa no Cine Moderno e encerra no Cinema São Luiz, com projeção do cine-jornal da inauguração do Veneza.</p>
<p>A oitava edição do festival Janela Internacional de Cinema do Recife é organizada pela CinemaScópio Produções Cinematográficas e Artísticas, tem patrocínio da Petrobras e incentivo do Funcultura / Fundarpe, Secretaria de Cultura do Governo de Pernambuco e conta com apoio institucional do British Council/Transform, Consulado da França, Cinemateca Francesa de Paris, Institut Français, Instituto Camões/Embaixada de Portugal, Prefeitura do Recife, Portomídia, Canal Curta!, Mistika Finalizadora e Kodak, além da parceria com a Federação Pernambucana de Cineclubes (Fepec), Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas de Pernambuco (ABD/PE), Associação dos Blogs de Cinema de Pernambuco (ABC/PE) e Cachaça Cinema Clube. Mais informações: www.janeladecinema.com.br.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong>Mesa “Cinemas de Rua”, dentro do programa convidado “Cine Rua” do VIII Janela Internacional de Cinema do Recife</strong><br />
Nesta sexta (13), às 10h, no Cinema da Fundação (Rua Henrique Dias, 609, Derby).<br />
Fone: 3073.6688.<br />
Acesso gratuito.</p>
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		<title>Cineastas, estudiosos e programadores de cinemas de rua discutem futuro das salas no estado</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2015 01:24:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Tiago Montenegro Após uma semana de exibições e diálogos audiovisuais, o Festival de Cinema de Triunfo abriu espaço na programação de seu último dia de atividades, sábado (8), para um debate que mobilizou cineclubistas, realizadores e gestores públicos do estado. O seminário Desafios e perspectivas para os Cinemas de Rua agregou, ainda, pesquisadores e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Tiago Montenegro</em></p>
<p>Após uma semana de exibições e diálogos audiovisuais, o Festival de Cinema de Triunfo abriu espaço na programação de seu último dia de atividades, sábado (8), para um debate que mobilizou cineclubistas, realizadores e gestores públicos do estado. O seminário <strong><em>Desafios e perspectivas para os Cinemas de Rua</em></strong> agregou, ainda, pesquisadores e programadores de salas em funcionamento na capital e no interior.</p>
<p>A conversa, que também foi acompanhada pelo secretário estadual de cultura, Marcelino Granja, trouxe à luz a realidade, oportunidades e desafios de espaços como o Cinema Rio Branco (Arcoverde), Cine São José (Afogados da Ingazeira), Cinema da Fundação e Cinema São Luiz, ambos no Recife.</p>
<div id="attachment_28886" aria-labelledby="figcaption_attachment_28886" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/seminario1.jpg"><img class="size-medium wp-image-28886" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/seminario1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Programadores de cinemas de rua participaram da atividade, mediada pelo jornalista André Dib</p></div>
<p>Há 20 anos, Evanildo Mariano é um dos três voluntários que persistem na lida diária para manter aberto e bem ocupado o Cine São José, fundado em 1942 sob o nome ‘Cine Pajeú’. Atualmente, o prédio do cinema pertence à Diocese de Afogados da Ingazeira e é gerido pelos voluntários graças a um termo de comodato. A sala é climatizada e tem 240 lugares. “Exibimos filmes todos os dias, sempre às 20h. Infelizmente, as salas que existiam em cidades vizinhas como Tabira, Sertânia e São José do Egito foram fechadas nos anos 1980, nosso desafio é manter isso vivo, cada vez mais integrado à rotina da cidade”, comentou.</p>
<p>Apresentando o Cine Rio Branco, atualmente sob gerência da Prefeitura de Arcoverde, o programador Glaudemylton Alves destacou que “apesar de promovermos eventos como a Semana do Cinema Pernambucano, hoje a sala sobrevive de cinema comercial”. O Rio Branco foi reformado e hoje, é acessível a pessoas com deficiência e possui 170 lugares. A sala está registrada na Ancine e é grande a integração com a secretaria estadual de assistência social, além de escolas e comunidades rurais da região, que levam, respectivamente, adolescentes em conflito com a lei, estudantes da rede pública e moradores dos distritos para acompanhar as sessões. Apesar disto, Glaudemylton compartilhou a infeliz notícia de que, hoje, a sala está fechada ao público por falta de filmes a serem exibidos. “Nosso desafio urgente é o da digitalização, porque estamos com cada vez mais dificuldade de conseguir filmes em 35mm com as distribuidoras”.</p>
<p>Luiz Joaquim, do Cinema da Fundação, foi taxativo em sua contribuição para o debate: “Não há outro caminho que não seja a atualização do parque de exposição”. Outro ponto interessante abordado pelo programador do moderno cinema, ligado ao Ministério da Educação e em pleno funcionamento na capital pernambucana, foi a escolha dos filmes. “Temos que avançar nesta relação com as distribuidoras porque elas querem programar as salas do Nordeste como fazem no Sul e no Sudeste, precisamos entender a personalidade de cada ambiente, cada cidade e região”, destacou.</p>
<div id="attachment_28884" aria-labelledby="figcaption_attachment_28884" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/seminario-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-28884" title="seminario triunfo 2" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/seminario-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Geraldo Pinho, programador do São Luiz falou das intervenções pelas quais o cinema passa atualmente</p></div>
<p>Programador do Cinema São Luiz, Geraldo Pinho registrou o longo caminho pelo qual passou o hoje considerado <em>templo do cinema pernambucano</em> até ser tombado e comprado pelo Governo do Estado, em 2008. Atualmente, a sala “passa por intervenções necessárias à instalação do projetor digital e do sistema de som recentemente adquiridos”. Geraldo reforçou a necessidade da sala dialogar com a cidade, ser espaço de convivência, estar atenta ao seu entorno. E apontou, em sua fala, a estratégia da união entre os cinemas de rua: “O caminho é se unir, pensarmos em formato de rede e imaginarmos um circuito de programação que mantenha as especificidades de cada local, mas que atue em parceria e fortaleça até a negociação com as distribuidoras”.</p>
<p>Também convidada a participar do seminário, a arquiteta e pesquisadora Kate Saraiva apresentou na ocasião o resultado de um levantamento que fez sobre os espaços de exibição audiovisual do Recife, desde o início do século 20 até os dias atuais. O livro ‘Cinemas do Recife’ narra detalhes da existência e, infelizmente, do declínio de diversas salas que não resistiram ao desenvolvimento das grandes cadeias exibidoras e da proliferação de salas em shopping centers. Abordou também a mobilização social que existe hoje em defesa de salas que resistem, mas que ainda estão fechadas, como o Cine Olinda.</p>
<p><strong>Contexto globalizado<br />
</strong><br />
Em sua fala à plateia, o professor de Cinema na Universidade Federal Fluminense (UFF), João Luiz Vieira, destacou a pertinência global do tema. “O mundo passa por uma franca alteração na forma como as pessoas vivenciam o cinema e é grande o clamor pela digitalização”, declarou.</p>
<p>O pesquisador, que também integra o Movimento CineRua (RJ), trouxe importantes questões para o debate e que, certamente, vão embasar novas discussões e a definição de estratégias a serem adotadas. Temas como a necessidade do programador “identificar os espectadores das salas e contribuir para que o cinema se firme como um espaço de convivência e sociabilidade”; o diálogo com o cineclubismo e a promoção da vivência cinematográfica como uma experiência coletiva; o cinema itinerante e a realização de sessões a céu aberto; a atualização da gestão e da relação com o mercado exibidor; além da adoção de políticas culturais permanentes, que estimulem “a relação do público com as salas, preservando a memória do cinema”.</p>
<p>Com as intervenções da plateia, surgiram novas questões. Como a levantada por Carla Osório, proprietária da distribuidora Livres Filmes: “Fico feliz com todo esse debate, especialmente porque vai ganhando força a necessidade de repensarmos a relação com as distribuidoras, que estão cada vez mais voltados para o ‘cinemão’. Portanto, é importante, sim, digitalizarmos as salas, mas não abrir mão dos projetores de 35mm, isso significaria a existência de salas modernas, mas que não poderiam exibir a grande maioria dos filmes pernambucanos realizados até aqui, por exemplo”.</p>
<p>Já André Vasconcelos, do Cineclube Caretas, preocupado com a sustentabilidade das salas, trouxe para o debate a possibilidade de ações articuladas com o trade turístico nas cidades e o desenvolvimento de práticas de economia e gestão criativas.</p>
<p><strong>As perspectivas<br />
</strong><br />
Participando de todas as discussões, o secretário estadual de cultura Marcelino Granja fez questão de destacar, ao final, a alegria pela realização do seminário e tecer considerações acerca do planejamento estadual para o setor. “Este é um tema muito caro para a gestão, tanto que integra o rol de ajustes que precisam ser feitos na política cultural. Queremos pautar na política de desenvolvimento das cidades o eixo central da ocupação de seus espaços culturais, incluindo os cinemas. É uma luta política e ideológica, mas para a qual estamos atentos e empenhados em articular, cada vez mais, propostas de ampliação do acesso à cultura com aquelas que humanizam as nossas cidades”.</p>
<div id="attachment_28887" aria-labelledby="figcaption_attachment_28887" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/marcelino.jpg"><img class="size-medium wp-image-28887" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/marcelino-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O secretário estadual Marcelino Granja em sua contribuição para o debate</p></div>
<p>O jornalista e pesquisador André Dib, mediador do debate, encerrou as discussões destacando que “prevaleceu a ideia da atuação em rede e da formação de um conjunto de defensores dos cinemas de rua do estado”. Em breve, um documento produzido pelo coletivo será amplamente divulgado e será intensificada uma campanha pelo engajamento de signatários da causa, sejam cineastas, estudiosos, espectadores, gestores ou ativistas culturais.</p>
<div id="attachment_28885" aria-labelledby="figcaption_attachment_28885" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/seminario-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-28885" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/seminario-3-607x266.jpg" width="607" height="266" /></a><p class="wp-caption-text">Realizadores, cineclubistas, pesquisadores e o secretário Marcelino Granja</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cine Trailer: filmes na rua e para a comunidade</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2015 13:53:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/IMG_8008.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-23137" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/IMG_8008-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Era apenas uma rua comum, como tantas por aí, em plena zona Norte do Recife&#8230; Uma rua tímida, pacata, silenciosa, com um trailer instalado num dos lados da calçada e quase sem um pé de gente dando o ar da graça. De repente, num piscar de olhos, tudo se transforma: o trailer abre, acende suas luzes, ganha cadeiras em volta para receber um público que, gradativamente, vai surgindo, e um telão ao lado onde são exibidos filmes. A rua se torna praticamente uma sala de cinema. É o amor de um jovem pela Sétima Arte quem opera essa verdadeira transformação chamada <strong>Cine Trailer</strong>, uma iniciativa que, semanalmente, movimenta a Rua Cruz Alta, no bairro de Campo Grande, levando cinema gratuito e de qualidade ao público da comunidade.</p>
<p>Desde novembro de 2014, o produtor Willamy Tenório, morador da região, vem tocando o projeto. O trailer fica aberto sempre de quinta a sábado, das 20h às 5h, com as sessões de cinema acontecendo na sexta. A ainda pouca idade do rapaz (26 anos) surpreende tamanha a gana e desenvoltura ao colocar em prática a ideia. “<em>Eu quis trazer aqui pra rua uma opção diferente de lazer e cultura. Algo que a gente não está acostumado a ver por aí, pela cidade</em>”. E foi isso: Willamy resolveu fazer do trailer em que sua mãe vendia almoços um <em>point</em> de arte e cultura da sua região. Com o engajamento e colaboração dos amigos, grafitou a unidade inteira (dando um ar mais &#8220;descolado&#8221;, alternativo) e conseguiu doações de mesas e cadeiras. Os equipamentos de som e projeção, assim como o telão, foram um investimento próprio, fruto dos seus 11 anos de trabalho na área do audiovisual.</p>
<div id="attachment_23138" aria-labelledby="figcaption_attachment_23138" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/IMG_7766.jpg"><img class="size-medium wp-image-23138" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/IMG_7766-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O produtor cultural Willamy Tenório, morador de Campo Grande, é o idealizador do Cine Trailer</p></div>
<p>Willamy começou a se interessar por cinema ainda adolescente – por volta dos 15 anos – e contou com o suporte da TV comunitária Canal Capibaribe, que funcionava próximo à sua casa. Lá, ele participou de um curso de seis meses, com abordagem nas mais diversas searas do audiovisual – direção, roteiro, produção, captação, edição – e foi mergulhando cada vez mais nesse universo, profissionalizando-se. Em meio às atividades de realizador e produtor, que abraçou com gosto, ele começou a repassar o que aprendeu a outros jovens. “<em>Comecei a ministrar oficinas em alguns bairros do Recife, em ações itinerantes, e em outras cidades, com apoio do Governo ou pelo Festival Pernambuco Nação Cultural. Além disso, com o pessoal do Canal Capibaribe, levamos mostras de cinema a lugares como Jordão, Hipódromo</em>”, relembra. Entre essas atividades, projetos inscritos (e aprovados) em editais estaduais e nacionais, Willamy se sentiu motivado a transformar essa itinerância em algo fixo. Nada melhor do que o “quintal de casa” para por em prática essa nova etapa da sua vida: assim surgiu o Cine Trailer.</p>
<p>Nessa “primeira etapa” do projeto, a programação é composta por 20 curtas-documentários contemplados pelo edital <strong>Nós na Tela</strong>, do Ministério da Cultura. Willamy e outros jovens de várias partes do Brasil produziram filmes que tem como norte a temática “Cultura e transformação social”, algo que casa bem com a realidade que ele coloca em prática na vida. Todos os realizadores tiveram direito a receber o acervo de todas as produções, assim como de exibi-las. “<em>São filmes que tratam de transformação social, e se passam em comunidades de várias partes do Brasil. É algo bem próximo do que se vive tanto aqui como em qualquer outro lugar</em>”. A ideia é que numa próxima fase sejam exibidos filmes resultantes das oficinas ministradas por Willamy nos bairros da cidade. “A<em> gente pensa em trazer os jovens realizadores que participaram dessas oficinas pra verem seus filmes sendo exibidos para um público, pra que eles conversem com esse público</em>”, adianta.</p>
<div id="attachment_23139" aria-labelledby="figcaption_attachment_23139" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/IMG_8048.jpg"><img class="size-medium wp-image-23139" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/IMG_8048-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O trailer onde a mãe de Willamy vendia almoços se transformou num ponto de exibição de filmes e de lazer</p></div>
<p>Além da exibição dos filmes, o Cine Trailer funciona como point de lazer e interação, com outros atrativos. No local, são vendidas bebidas e comidas, e há sempre um convidado responsável pela trilha sonora ambiente, um DJ. “<em>O público quer algo diferente. Por isso, contamos com essas outras opções para agregar e gerar renda, o que faz o Cine Trailer continuar funcionando</em>”, conta Willamy. Para isso, o envolvimento dele e de alguns amigos e apoiadores é fundamental. Na coordenação geral e realização, Willamy comanda todo o <em>modus operandi</em> que põe o cinema pra funcionar. Sua esposa é responsável pela parte administrativa do espaço. O grafiteiro Caju foi quem coloriu o trailer com sua arte. O amigo Diogo Rogério foi convocado para se encarregar da cozinha do trailer, que serve espetinhos e caldinhos. Há ainda o suporte técnico de amigos como Leandro Silva, morador do bairro e cinegrafista (que foi aluno de Willamy). “<em>Eu o ajudo nas projeções. E faço isso porque acho que está sendo muito importante pro bairro você poder mostrar algo novo, o que pode estimular outras pessoas a mostrar seus filmes aqui</em>”, relata.</p>
<p>O Cine Trailer é um contraponto interessante às salas de cinema comercial, dos <em>blockbusters</em> e dos <em>shoppings</em>. Imerso num ambiente onde o campo de visão se volta mais para o que acontece dentro da comunidade, lá, naquela tela, ela se reconhece, se vê. “<em>Acho que uma das coisas que mais me motiva a fazer isso aqui é poder contribuir com um processo social positivo. E mostrar esses filmes com essa cara, com a cara dessas pessoas, o público se identifica mais. E também poder mostrar aqui filmes que não vemos nos cinemas e nas TVs</em>”, relata Willamy. Alguns moradores do local e da vizinhança, já ligados no Cine Trailer, se juntam em frente ao telão, para acompanhar, atentamente, o que mostram os filmes. Entre eles, o agente de bagagens Fabiano, 28 anos, que, sempre que pode, comparece. “<em>Eu acho muito legal aqui pra comunidade você trazer uma opção diferente de diversão</em>”, atesta.</p>
<div id="attachment_23140" aria-labelledby="figcaption_attachment_23140" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/IMG_7967.jpg"><img class="size-medium wp-image-23140" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/IMG_7967-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O espaço, além da exibição de filmes, também se tornou ponto de encontro dos moradores do bairro</p></div>
<p>Willamy conta que o público está se ampliando e que pessoas de outras localidades já começam a aparecer no local para assistir aos filmes. A editora de vídeo, Raphaella Spencer, que mora na Madalena, foi conferir <em>in loco</em> o Cine Trailer. “<em>O cinema, por si só, já é uma das melhores formas de fazer as pessoas pensarem sobre como a arte pode mudar nossa realidade. E assistir filmes ao ar livre, tomando uma cerveja, em um bairro residencial, com jovens que estão conseguindo quebrar a rotina e reinventar seu próprio lugar, com bons filmes e boa música, só deixa tudo mais especial</em>”.</p>
<p>Com planos de consolidar o Cine Trailer como uma iniciativa de referência no local e na cidade, Willamy conta que abrirá um canal de diálogo com diversos realizadores do estado que estiverem dispostos a exibir seus filmes no projeto. Para isso, pretende, em breve, ampliar os dias de exibição dos filmes e os gêneros a serem exibidos. “<em>Queremos poder exibir, no futuro, clipes, documentários, ficção e até mesmo longa- metragem</em>”, adianta. Os interessados em exibir seu filme no Cine Trailer, podem fazer o contato através do email: <strong>cinetrailerpe@gmail.com</strong>.</p>
<p>O segredo de tamanha garra e disposição para manter esse espaço funcionando, semanalmente, ele resume em poucas palavras: “<em>Eu sou de comunidade humilde, vi e vivi muita coisa. E foi o cinema quem me mostrou que há um outro lado! E eu gosto disso que faço e consegui fazer tudo isso com muita vontade. Basta ter iniciativa e atitude! Se eu consegui, qualquer jovem pode conseguir! Só o cinema salva!</em>”</p>
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