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	<title>Portal Cultura PE &#187; CINEMA INDÍGENA</title>
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		<title>16º Festival de Cinema de Triunfo aprofundou debates sobre territórios, ancestralidade e futuros possíveis no quarto dia de programação</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 13:32:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Juana Carvalho/Secult´PE O 16º Festival de Cinema de Triunfo seguiu ampliando espaços de reflexão e escuta ao longo de sua programação. Nesta quarta-feira (17), o quarto dia do evento foi marcado por ações formativas realizadas pela manhã e pela tarde, além de exibições de curtas-metragens no histórico Theatro Cinema Guarany, com encerramento da programação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-6.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122278" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult-PE (6)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-6-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Juana Carvalho/Secult´PE</p>
<p dir="ltr">O 16º Festival de Cinema de Triunfo seguiu ampliando espaços de reflexão e escuta ao longo de sua programação. Nesta quarta-feira (17), o quarto dia do evento foi marcado por ações formativas realizadas pela manhã e pela tarde, além de exibições de curtas-metragens no histórico Theatro Cinema Guarany, com encerramento da programação noturna às 20h, com a exibição do documentário <em>Uma Estrada que Corta o Território do Xerente</em>, de Túlio de Melo.</p>
<p dir="ltr"><strong>FORMAÇÃO -</strong> A agenda formativa teve início das 9h às 12h, na Fábrica de Criação Popular José Manoel Sobrinho, com a masterclass <em>Um Novo Cinema Indígena? Reflexões sobre Produção Audiovisual e Autoagenciamento dos Povos Originários</em>, ministrada pela artista e pesquisadora Fulni-ô Feane Monteiro. A atividade aprofundou o debate sobre o surgimento de novas narrativas indígenas no audiovisual brasileiro e os processos de autodeterminação dos povos originários por meio da imagem e do cinema.</p>
<p dir="ltr">“A oficina serviu para pensar sobre o cinema indígena contemporâneo, a representação dos povos indígenas na mídia, de forma geral. Foi muito rica e construtiva, porque tivemos vários debates sobre esse autogerenciamento dos povos indígenas no cinema”, explicou a oficineira.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Luiz-Felipe-Bessa-Secult-PE1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122279" alt="Foto - Luiz Felipe Bessa - Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Luiz-Felipe-Bessa-Secult-PE1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">O movimento formativo do festival também se expandiu para além do centro de Triunfo. Em uma iniciativa inédita de descentralização, o evento levou oficinas aos quilombos Águas Claras e Santa Rosa, em parceria com a Gerência de Educação e Direitos Humanos (GEDH/Secult-PE). Ministradas por Sandra Silva e Iyadirê Zidanes, as atividades têm como foco o fortalecimento das identidades quilombolas, o estímulo à autonomia criativa e a ampliação do acesso a ferramentas de elaboração de projetos culturais.</p>
<p dir="ltr">“Hoje realizamos a oficina de elaboração de projetos em nosso espaço, que aconteceu na cozinha. Achei ideal, porque o nosso foco é a gastronomia. Receber a oficina aqui é um sonho para a nossa comunidade, pois aprender a elaborar projetos é um desejo antigo nosso. Eu mesma tenho muito interesse: já fiz algumas oficinas, mas até o momento ainda não consegui colocar em prática. Essa oficina, porém, traz muito conhecimento e novos aprendizados, que serão muito importantes tanto para mim quanto para minhas colegas. Temos um grupo de 12 mulheres que trabalham aqui na comunidade, recebem as pessoas e cozinham”, celebrou Gildenice Ferreira, nascida e criada na comunidade quilombola de Águas Claras, e que também compõe o Júri popular dessa edição do festival.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-3.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122280" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult-PE (3)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-3-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">Ainda na quarta-feira, das 14h às 16h, a museóloga Rosélia Adriana acompanhou estudantes das escolas municipais em visitas guiadas aos museus e às casas de mestres da cultura popular, promovendo o contato direto dos jovens com a memória viva do território e com os saberes tradicionais de Triunfo. Os estudantes passaram pelo Museu do Cangaço de Triunfo, no Atelier Chico Santeiro, patrimônio vivo de Pernambuco, que produz esculturas sacras em madeira, além da Casa dos Caretas, que preserva a memória dessa manifestação cultural triunfense.</p>
<p dir="ltr">MOSTRAS &#8211; No período da noite, o festival apresentou a mostra Cinemas para Incendiar Outros Mundos, reunindo obras que provocam reflexões urgentes sobre futuros possíveis, distopias, memórias, territorialidades, ancestralidades e tensões contemporâneas. Foram exibidos os curtas <em>Sertão 2138</em>, de Deuilton B. Junior;<em> Quando em Tuas Veias</em>, de Roberta Laleska e Felipe Espíndola; <em>Cana Queimada de Desejos</em>, de Sávio Sabiá e Ricardo Sékula; <em>Um Dia de Todos os Dias</em>, de Fábio Narciso; <em>Boiuna</em>, de Adriana de Faria; <em>Recife – Enquanto os Monstros Dormem</em>, de Widio Joffre; e <em>Ecos do Tempo</em>, de Renato Izaias. Juntas, as obras abordam temas como tecnologia, colapso urbano, poesia periférica, encantamento amazônico, racismo cotidiano e resistência coletiva, ampliando o repertório do cinema brasileiro ao centralizar corpos e vozes historicamente silenciados.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-11.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122281" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult-PE (11)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-11-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">“Era um sonho estar aqui hoje. Falando brevemente sobre o filme: ele foi realizado por estudantes da UFPE, mas gravado no Sertão do Pajeú. O filme nasce do desejo de ver na tela aquilo que muitas vezes não aparece com tanta frequência no cinema. Nossa protagonista é uma mulher negra, e a obra é uma ficção científica ambientada no Sertão pernambucano, um território e um gênero que sempre me interessaram, mas que raramente vejo dialogar entre si.”, destacou o diretor Deuilton B. Junior, responsável pelo filme <em>Sertão 2138</em>.</p>
<p dir="ltr">Encerrando a programação do dia, às 20h, foi exibido o longa-metragem <em>Uma Estrada que Corta o Território do Xerente</em>, de Túlio de Melo. O documentário indígena convidou o público a refletir sobre território, pertencimento e ancestralidade, além dos impactos da ação humana sobre as terras tradicionais.</p>
<p dir="ltr"><strong>PRAÇA -</strong> Outro destaque foi o início da programação da sessão <em>Cinemas de Brincar</em>, que acontece na Praça do Avião nos dias 17, 18 e 19, a partir das 19h, apresentando uma seleção de filmes voltados à infância e à imaginação, com obras de realizadoras, coletivos, escolas e comunidades indígenas e quilombolas. A programação da quarta-feira destacou ficções que tratam de experiências negras, indígenas e rurais.</p>
<p dir="ltr">Realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o Festival de Cinema de Triunfo segue até o próximo sábado (20), com uma programação que inclui mostras de filmes, oficinas, ações educativas e encontros formativos.</p>
<p dir="ltr">Em sua 16ª edição, o festival se consolida como um dos principais eventos audiovisuais do interior de Pernambuco, promovendo o encontro entre realizadores, estudantes, público e profissionais do setor, além de fortalecer o cinema como linguagem artística, educativa e ferramenta de transformação social. Mais informações estão disponíveis no Instagram @festivaldecinemadetriunfo.</p>
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		<title>Cinema de Indígenas é o tema do Quintal do Bandeira nesta quinta-feira (30)</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Sep 2021 22:20:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vai ao ar nesta quinta-feira (30) mais uma edição do Quintal do Bandeira, série de encontros virtuais organizados pelo Espaço Pasárgada, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe. &#8220;GUATÁ- imaginários caminhantes&#8221; é o tema da conversa que abordará o universo do cinema indígena e sua cultura em Pernambuco e no Brasil. A transmissão será às 19h, no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/35A5710F-4163-45E1-9CB0-3E37B57CDDE1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-88199" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/35A5710F-4163-45E1-9CB0-3E37B57CDDE1-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Vai ao ar nesta quinta-feira (30) mais uma edição do Quintal do Bandeira, série de encontros virtuais organizados pelo Espaço Pasárgada, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe. &#8220;GUATÁ- imaginários caminhantes&#8221; é o tema da conversa que abordará o universo do cinema indígena e sua cultura em Pernambuco e no Brasil. A transmissão será às 19h, no canal <strong><a href="http://youtube.com/SecultPE">youtube.com/SecultPE</a></strong>. O acesso é gratuito.</p>
<p>Para o debate, foram convidados Alice Gouveia, doutora em comunicação e Semiótica na PUC-SP e integrante da equipe de professores do curso de Cinema da UFPE; José Júnior Karajá, assessor do Conselho Indigenista Missionário (Cimi-NE), mestre em Educação, Culturas e Identidades UFRPE/Fundaj; e Graciela Guarani, produtora cultural, comunicadora, cineasta, curadora de cinema, professora pertencente à nação Guarani-Kaiowá. Marília Mendes, gestora do Espaço Pasárgada será a responsável pela apresentação.</p>
<p><em>“O nosso encontro será uma conversa sobre um processo de criação que está em andamento. Um filme, com finalização aprovada pelo Funcultura, realizado por duas mulheres, sendo uma indígena e outra não indígena, sobre a vivência de mulheres indígenas e suas trajetórias. Guajá diz respeito à caminhada que transcende à territorialidade, a um espaço físico”</em>, comentou Marília, mediadora do encontro.</p>
<p>O ponto de partida para este debate que desperta interesse de indígenas e indigenistas é o filme &#8220;Sekhdese &#8211; Mulheres Indígenas&#8221;. O longa estruturado em depoimentos gravados entre 2018 e 2019 durante duas expedições em que foram realizadas duas oficinas de audiovisual em territórios indígenas de Pernambuco. 46 mulheres de diferentes idades foram entrevistadas para compor uma série de retratos de mulheres indígenas e suas relações com a preservação da cultura e as constantes lutas pelas retomadas de terra.</p>
<p><em>Sekhdese</em> em yatê significa sabedoria. A ideia de gravar esse filme nasceu em janeiro de 2018 entre as mulheres fulni-ôs, donas dessa língua. <em>“Estávamos ministrando oficinas de realização audiovisual e fazíamos alguns filmes curtos com um grupo de alunos quando resolvemos começar a entrevistar as mulheres do local&#8221;</em>, comentou Graci, uma das idealizadoras do projeto. Confira um teaser do filme disponível no link: <strong><a href="https://drive.google.com/file/d/1fwPIGnkXOqRxJm7ELv6eFeLnnROWORMe/view">drive.google.com/file/d/1fwPIGnkXOqRxJm7ELv6eFeLnnROWORMe/view</a></strong>.</p>
<p><strong>INICIATIVA -</strong> O projeto <strong>QUINTAL DO BANDEIRA</strong> é um conjunto de encontros virtuais que são realizados, a princípio, de julho a dezembro de 2021, sempre últimas quintas-feiras de cada mês, com pessoas convidadas pelo Espaço Pasárgada, com objetivo de colocar os diálogos a respeito da cultura no centro das atenções. Os encontros abordarão assuntos referentes à cultura de um modo geral, nas linguagens com as quais a Casa de Manuel Bandeira vem se relacionando ao logo dos anos: literatura; poesia; teatro; cinema; patrimônio; museologia, etc.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Quintal do Bandeira – GUATÁ &#8211; imaginários caminhantes<br />
Quando: 30 de setembro de 2021 (quinta-feira), às 19h<br />
Transmissão pelo canal da Secult-PE/Fundarpe no YouTube: <strong><a href="http://youtube.com/SecultPE">youtube.com/SecultPE</a></strong></p>
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