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	<title>Portal Cultura PE &#187; cinema na mata</title>
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		<title>II Cinema na Mata chega à Amaraji com oficinas e exibições gratuitas</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Feb 2016 17:27:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[Começa nesta segunda-feira (29) em Amaraji, na Mata Sul de Pernambuco, a segunda edição da mostra Cinema na Mata – Curta a Palavra, com oficinas e uma série de sessões na programação. O festival, que conta com incentivo do Governo do Estado, através do Funcultura, exibirá em praça pública, sob a lona de um circo, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/12742665_10207388441683505_3359200596207084153_n.jpg"><img class="size-full wp-image-34178 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/12742665_10207388441683505_3359200596207084153_n.jpg" width="480" height="170" /></a></p>
<p>Começa nesta segunda-feira (29) em Amaraji, na Mata Sul de Pernambuco, a segunda edição da <a href="https://www.facebook.com/Cinema-Na-Mata-Curta-a-Palavra-426351024165744/">mostra Cinema na Mata – Curta a Palavra</a>, com oficinas e uma série de sessões na programação. O festival, que conta com incentivo do Governo do Estado, através do Funcultura, exibirá em praça pública, sob a lona de um circo, curtas-metragens inspirados em obras literárias, tais como poesias, contos e romances. A entrada é gratuita.</p>
<p>Onze filmes compõem a mostra, sendo a maioria de Pernambuco. É o caso do filme ‘Poesia Animada&#8217; (3’14” &#8211; PE), resultado da oficina de Stop Motion para crianças e adolescentes realizada na primeira edição do festival. <em>&#8220;Procuramos nos manter fiel ao propósito do festival, buscando contemplar os filmes inspirados ou adaptados dos vários gêneros literários. Realizar o festival nesta cidade é devolver e agradecer um pouco, o tanto que as pessoas dali representam na minha formação e na minha memória afetiva”</em>, conta Clara Angélica, idealizadora e diretora do Cinema na Mata.</p>
<div id="attachment_34177" aria-labelledby="figcaption_attachment_34177" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Filme</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/Os-filmes-que-moram-em-mim-3.png"><img class="size-medium wp-image-34177" alt="Reprodução/Filme" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/Os-filmes-que-moram-em-mim-3-607x253.png" width="607" height="253" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Os filmes que moram em mim&#8217;, de Caio Sales, está na programação do Cinema na Mata – Curta a Palavra</p></div>
<p>Antes das sessões, que acontecem nesta próxima sexta-feira (4/3) e sábado (5/3), sempre às 20h, serão realizadas duas oficinas de formação. Uma delas, <strong>Mídias Móveis</strong>, orientada pelo cineasta Marlom Meirelles, tem como foco introduzir jovens no meio audiovisual através das novas formas de captação e exibição e disseminar a utilização das mídias móveis. As aulas serão realizadas de segunda (29) a sexta-feira (4), entre 14h e 18h, na Casa das Juventudes de Amaraji.</p>
<p>Já a oficina <strong>Iniciação para Atores</strong>, ministrada pelo dramaturgo, preparador de ator, jornalista, ator e poeta, Manoel Constantino, terá como eixos centrais Improvisação Teatral e os jogos dramáticos enquanto geradores de novos ângulos de enquadramento de uma situação, de um relacionamento, do perfil de uma personagem, do próprio perfil dos indivíduos e dos grupos. O minicurso acontecerá entre os dias 1º e 3 de março, também na Casa das Juventudes de Amaraji, das 18h30 às 22h. Nos dois casos, os interessados devem se inscrever no próprio local de realização.</p>
<div id="attachment_34176" aria-labelledby="figcaption_attachment_34176" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Filme</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/afelicidadenaoedestemundo-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-34176 " alt="'A felicidade não é deste mundo', de Séphora Silva, é também um dos curtas que estão na programação do festival" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/afelicidadenaoedestemundo-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;A felicidade não é deste mundo&#8217;, de Séphora Silva, é um dos curtas que estão na programação do festival</p></div>
<p>O encerramento do festival, no sábado (5/03), vai contar também com show da <a href="https://www.facebook.com/P%C3%AAtib%C3%A3-314473192070731/">Banda Petibã</a>, que mistura música e literatura em suas apresentações.</p>
<p><strong>Confira a programação da segunda edição do Cinema na Mata – Curta a Palavra:</strong></p>
<p><strong>Atividades de formação</strong></p>
<p><em>Oficina Mídias Móveis</em><br />
Orientada pelo cineasta Marlom Meirelles<br />
Segunda (29) a sexta-feira (4) | 14h às 18h<br />
Casa das Juventudes de Amaraji<br />
Inscrições no local</p>
<p><em>Oficina Iniciação para Atores</em><br />
Orientada pelo dramaturgo Manoel Constantino<br />
1º a 3 de março | 18h30 às 22h<br />
Casa das Juventudes de Amaraji<br />
Inscrições no local</p>
<p><strong>Programação de filmes</strong></p>
<p><strong>Sexta-feira (4/03)</strong></p>
<p>Poesia Animada (3’14” &#8211; PE)<br />
Resultado da oficina de stop motion realizada durante a I Mostra Cinema na Mata – Curta a Palavra. Direção coletiva das crianças e adolescentes de Amaraji-PE. Orientação: Quiá Rodrigues.</p>
<p>A chegada de Aninha (GO &#8211; 11’00”)<br />
Rosa Berardo<br />
Sinopse: A Chegada de Aninha, nascimento da poetisa Cora Coralina e sua infância.</p>
<p>Os silenciados não mudam o mundo (20’00”- PE)<br />
Alexandre Alencar<br />
Sinopse: O documentário OS SILENCIADOS NÃO MUDAM O MUNDO, tem como fio condutor o áudio de entrevista inédita e exclusiva, do Educador Paulo Freire, concedida em novembro de 1996, onde ele versa sobre a rebeldia, o autoritarismo, a licenciosidade e o amor. Dois jovens personagens, um do sertão Pernambucano desestimulado com a escola e que trabalha em uma pequena fábrica de gesso em condições precárias e outro das ruas de Recife, capital Pernambucana, que pratica pequenos furtos e pede dinheiro às pessoas</p>
<p>Silêncio (3’00”- RJ)<br />
Monique Monteiro e Ulisses Herdy<br />
Sinopse: Uma garota chega em casa, tranca-se no quarto, toma banho e relaxa. Sozinha, ela experimenta o silêncio e a inexpressividade.</p>
<p>Corpo: cidade (03’11”)<br />
Direção Coletiva<br />
Sinopse: A cidade é como um corpo.</p>
<p>Olhos de botão (18’00” &#8211; PE)<br />
Marlom Meirelles<br />
Sinopse: A vida de um casal de idosos é alterada quando uma menina é abandonada nos arredores de sua casa. Isolados do mundo em um sítio no agreste pernambucano, os dois vão, aos poucos, percebendo que as mudanças trazidas pela criança começam a afastá-los, e podem ser irreversíveis.</p>
<p>Psiu! (20’00”- PE)<br />
Antonio Carrilho<br />
Sinopse: O pernambucano José de Sousa Dantas Filho foi um dos principais compositores a inserir o sertão nordestino na cultura de massas do Brasil na década de 50. Filho da cidade de Carnaíba, no Sertão do Pajeú, em sua breve e intensa existência, Zédantas, como gostava de assinar, foi um artista completo, contador de causos, compositor de baiões, xotes e vários ritmos nordestinos. Autor de letras como Sabiá, Xote das Meninas, Riacho do Navio e Vozes da Seca, Zédantas e Luiz Gonzaga, seu amigo e parceiro, deram vida e emoção a essas e outras dezenas de canções presentes até hoje no cotidiano do país e que marcaram a história da música popular brasileira.</p>
<p><strong>Sábado (5/03)</strong></p>
<p>Poesia Animada (3’14” &#8211; PE)<br />
Resultado da oficina de stop motion realizada durante a I Mostra Cinema na Mata – Curta a Palavra. Direção coletiva das crianças e adolescentes de Amaraji-PE. Orientação: Quiá Rodrigues.</p>
<p>Os filmes que moram em mim (PE &#8211; 14’00”)<br />
Caio Sales<br />
Sinopse: Tenho impressão de que certas imagens com as quais convivo são espécies de fissuras, fendas que, apesar de desconhecer sua profundidade, não me resta escolha senão a de atirar-me dentro delas.</p>
<p>A Felicidade não é deste mundo (20’00” &#8211; PE)<br />
Séphora Silva<br />
Sinopse: Anita busca, numa corrida desenfreada, retornar a um momento onde crê poder recuperar a felicidade perdida ou interrompida. É como se voltando a um determinado lugar-tempo construído apenas no seu imaginário ela pudesse iniciar tudo de novo e mudar o rumo dos acontecimentos.</p>
<p>Incenso (16’30” – PE)<br />
Marco Hanois<br />
Sinopse: Numa imaginária cidade da zona da Mata de Pernambuco, na década de 30, a vida, os costumes, as crenças, o jeito de ser, pensar e falar das pessoas comuns. O coronel, o Padre, o Catimbozeiro, o Cachaceiro, a Beata e uma série de tipos que compõem um contexto cultural e humano. A voz do povo do Nordeste do Brasil, captada pelo poeta Ascenso Ferreira e adaptada para o cinema. O contraste entre o arcaico e o moderno, simbolizado pela Usina, pelo Cinema e o Zeppelin, uma sociedade dividida em classes, um povo emotivo, sentimental e místico, como os versos de Ascenso Ferreira, numa viagem ao coração da alma brasileira.</p>
<p>Dia Estrelado (17’00”- PE)<br />
Nara Normande<br />
Sinopse: Em uma região inóspita, um menino e sua família lutam por sobrevivência.</p>
<p>Encerramento: Show da Banda Petibã</p>
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