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	<title>Portal Cultura PE &#187; CinemaScópio Produções</title>
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		<title>Assista ao trailer do filme &#8220;Permanência&#8221;, de Leonardo Lacca</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2015 15:06:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O longa-metragem &#8220;Permanência&#8221;, dirigido por Leonardo Lacca, estreia no 28 de maio nos cinemas. O filme mostra um fotógrafo pernambucano (interpretado por Irandhir Santos) que tem sua primeira exposição individual em São Paulo. Ele se hospeda na casa de sua ex (Rita Carelli), hoje casada. Filmes fotográficos são revelados e as manchas de café surgem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O longa-metragem &#8220;Permanência&#8221;, dirigido por Leonardo Lacca, estreia no 28 de maio nos cinemas. O filme mostra um fotógrafo pernambucano (interpretado por Irandhir Santos) que tem sua primeira exposição individual em São Paulo. Ele se hospeda na casa de sua ex (Rita Carelli), hoje casada. Filmes fotográficos são revelados e as manchas de café surgem como memórias permanentes do passado.</p>
<p>&#8220;Permanência&#8221; é uma realização da Trincheira Filmes em parceria com a Cinemascópio Produções. O filme tem o incentivo do Funcultura, Secretaria de Cultura, Fundarpe, Governo de Pernambuco.</p>
<p>&#8220;Permanência&#8221; foi o grande vencedor do festival Cine PE, recebendo cinco prêmios: Melhor Filme, Melhor Atriz, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Direção de Arte. O filme já foi exibido em diversos festivais no Brasil e no exterior. A estreia mundial ocorreu no Festival Internacional do Rio, em seguida foi exibido na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Festival Internacional de Cinema da Fronteira (RS), Fest Cine Video américa do sul (MS), Festival International du Film de Belfort &#8211; EntreVues (França), Mostra &#8220;Une histoire du Cinema Bresilien (França), Festival de Cinema Luso Brasileiro (Portugal), Festival Luso-brasileiro de Santa Maria da Feira (Portugal), Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano (Cuba). </p>
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		<title>“Sem Coração” e “Brasil S/A” abrem a programação do Janela Internacional de Cinema</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Oct 2014 15:02:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A nova “safra” de filmes pernambucanos tem espaço garantido no festival Janela Internacional de Cinema do Recife. A cada ano, o festival abriga estreias de longas e curtas-metragens produzidos em Pernambuco. A sétima edição do evento começa nesta sexta-feira (24) no Cinema São Luiz, na Boa Vista, centro do Recife. Na noite de abertura, dois [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_15922" aria-labelledby="figcaption_attachment_15922" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/BSA-still-04.jpg"><img class="size-medium wp-image-15922" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/BSA-still-04-607x319.jpg" width="607" height="319" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Brasil S/A&#8221; acompanha a saga de um cortador de cana-de-açúcar, após ser substituído por máquinas.</p></div>
<p>A nova “safra” de filmes pernambucanos tem espaço garantido no festival <strong><a href="http://www.janeladecinema.com.br/2014/" target="_blank">Janela Internacional de Cinema do Recife</a></strong>. A cada ano, o festival abriga estreias de longas e curtas-metragens produzidos em Pernambuco. A sétima edição do evento começa nesta sexta-feira (24) no Cinema São Luiz, na Boa Vista, centro do Recife. Na noite de abertura, dois filmes realizados em Pernambuco são exibidos pela primeira vez no estado: o curta “Sem Coração”, de Nara Normande e Tião, e o longa <strong><a href="https://www.facebook.com/brasilsafilme" target="_blank">“Brasil S/A”</a></strong>, de Marcelo Pedroso. Os dois filmes são ficcionais e foram realizados com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura. O festival Janela Internacional de Cinema do Recife também conta com o incentivo estadual. <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/funcultura/assista-aos-trailers-de-brasil-sa-e-sem-coracao/" target="_blank">Assista aos trailers de “Brasil S/A” e “Sem Coração”.</a></strong></p>
<p>A noite audiovisual começa, às 18h30, com filme &#8220;Loulou&#8221;, de Maurice Pialat, na mostra Pós Nouvelle Vague. Às 21h, é realizada a abertura oficial do festival, com os dois esperados filmes pernambucanos, seguidos pelo clássico &#8220;O Massacre da Serra Elétrica&#8221; (23h), que completa 40 anos.</p>
<p>Descobertas e liberdade são os dois tópicos são os catalisadores de &#8220;Sem Coração<i>&#8220;</i>. O curta-metragem<i> </i>conta a história de Léo, um adolescente de classe média urbana que vai passar férias na casa do seu primo, numa pequena vila pesqueira. Lá, ele conhece uma menina chamada de ‘Sem Coração’.É a partir desse encontro que acontece uma imersão, sentimental e sensorial, de Léo em um ambiente mais selvagem, diferente de sua rotina.</p>
<p>Após &#8220;Sem Coração&#8221;, será exibido “Brasil S/A” (Símio Filmes),  terceiro longa de Marcelo Pedroso, diretor de “KFZ-1348″ (dirigido junto com Gabriel Mascaro) e “Pacific”, entre outros. O novo longa de Pedroso será exibido pela primeira vez em Pernambuco, após receber cinco prêmios no último Festival de Brasília: melhor direção e roteiro para Pedroso, montagem para Daniel Bandeira, som para Pablo Lamar e trilha sonora para Mateus Alves. O filme de ficção acompanha a saga de um cortador de cana-de-açúcar, que após ser substituído por máquinas, se engaja em sua primeira missão espacial. “Um pequeno passo para ele, um salto enorme para o Brasil”, diz a sinopse.</p>
<p><strong>CURTA</strong> &#8211; “Sem Coração” estreou mundialmente, em maio, no festival de Cannes, na França. Foi o único filme brasileiro exibido no festival francês e conquistou o Prêmio Illy de Curta Metragem na mostra Quinzena dos Realizadores. “Sem Coração” estreou mundialmente, em maio, no festival de Cannes, na França, conquistando o Prêmio Illy de Curta Metragem na mostra Quinzena dos Realizadores.</p>
<p>Depois de passar por vários festivais na França, Portugal e no Brasil (Brasília, São Paulo, Belo Horizonte, Londrina, Porto Alegre, Goiânia), chegou o momento de exibir o filme no Recife, cidade dos diretores – o pernambucano Tião e a alagoana Nara Normande, que vive na capital pernambucana. “Exibir o filme na cidade da gente é muito bom, a gente fica até mais nervoso que fora do País. Vamos conseguir juntar quase a equipe toda, vários meninos que participaram do filme nunca foram ao cinema. E ainda vai ser no São Luiz, que é um cinema maravilhoso, e no Janela, que é um festival que gosto muito e acompanho desde o início”, afirmou Nara por telefone, enquanto finalizava a organização do transporte do elenco que vem de Alagoas. O curta-metragem foi filmado, em sua maior parte, no litoral norte alagoano, entre as cidades de São Miguel dos Milagres e Porto de Pedras.</p>
<div id="attachment_14336" aria-labelledby="figcaption_attachment_14336" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Nara Normande e Tião</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/sem-coracao2.png"><img class="size-medium wp-image-14336" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/sem-coracao2-607x333.png" width="607" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Sem Coração&#8221; conta a história de Léo, um adolescente de classe média urbana que vai passar férias numa vila pesqueira.</p></div>
<p>O trio de atores principais é formado por estreantes no cinema: Eduarda Samara (Sem Coração), 14 anos; Rafael Nicácio (Léo), 15; e Ricardo Lavenère (o primo, Vitinho), 14. Eles fazem parte do grupo de dez adolescentes que foram selecionados em testes no estado de Alagoas. Rafael e Ricardo são de Maceió; Eduarda e os outros sete são de Porto de Pedras e redondezas. A preparação dos atores foi realizada pela atriz Maeve Jinkings, que atuou nos longas pernambucanos &#8220;O Som ao Redor&#8221;, de Kléber Mendonça Filho, e &#8220;Amor, Plástico e Barulho&#8221;, de Renata Pinheiro.</p>
<p>O filme foi produzido pela Trincheira Filmes, Garça Torta Filmes e Cinemáscopio, com o incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco. &#8221;Sem Coração&#8221; é o segundo filme de Nara Normande, que estreou no cinema com a animação em <em>stop motion</em> &#8220;Dia Estrelado&#8221;, participando de festivais nacionais e internacionais em 2012 e 2013. Já Tião co-dirigiu &#8220;Eisenstein&#8221;, em 2006, em parceria com Leonardo Lacca e Raul Luna. Em 2008,  estreou &#8220;Muro&#8221; em Cannes na Quinzena dos Realizadores, onde ganhou o prêmio <em>Regard Neuf</em>.  Atualmente, Tião trabalha na finalização do seu primeiro longa metragem, &#8220;Animal Político&#8221;.</p>
<p><strong>NOVA &#8220;SAFRA&#8221;</strong> - A programação do festival traz outros filmes produzidos com incentivo do Funcultura/ Governo de Pernambuco, ainda inéditos no Estado. O público recifense poderá assistir pela primeira vez <strong><a href="https://www.facebook.com/ventosdeagosto" target="_blank"><em>Ventos de agosto</em></a></strong>, de Gabriel Mascaro; <a href="https://www.facebook.com/pages/Prometo-Um-Dia-Deixar-Essa-Cidade/606907669371107" target="_blank"><strong><em>Prometo um dia deixar essa cidade</em></strong></a>, de Daniel Aragão;<strong> <a href="https://www.facebook.com/filmepermanencia" target="_blank"><em>Permanência</em></a></strong>, de Leonardo Lacca;  <strong><a href="https://www.facebook.com/ahistoriadaeternidade" target="_blank"><em>A História da Eternidade</em></a></strong>, de Camilo Cavalcante;<i> </i><a href="https://www.facebook.com/pages/Sangue-Azul-O-Filme/451817091613859" target="_blank"><strong><em>Sangue Azul</em></strong></a>, de Lírio Ferreira; e os curtas <strong><a href="https://www.facebook.com/events/1487613531502757/" target="_blank"><em>História Natural</em></a></strong>, de Júlio Cavan; <em>Loja de répteis</em>, de Pedro Severien; <strong><a href="https://www.facebook.com/JoaoHelenoDosBrito" target="_blank"><em>João Heleno dos Brito</em></a></strong>, de Neco Tabosa; e <strong><a href="https://www.facebook.com/noitestraicoeiras" target="_blank"><em>Noites traiçoeiras</em></a></strong>, de João Lucas Melo Medeiros.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong>7º Janela Internacional de Cinema do Recife</strong><br />
<strong>De 24 de outubro a 2 de novembro</strong><br />
<strong>Local:</strong> Cinema São Luiz (Rua da Aurora, 175 – Boa Vista), Cinema da Fundação (Rua Henrique Dias 609 – Derby), Museu Cais do Sertão (Av. Alfredo Lisboa, S/N – Bairro do Recife) e Portomídia (Rua do Apolo, 181 – Bairro do Recife)<br />
<strong>Ingressos:</strong> Cinema São Luiz (R$ 4 e R$ 2); Cinema da Fundação (R$ 4 E R$ 2); Museu Cais do Sertão (R$ 8 e R$ 4, exceto na terça-feira, que terá entrada gratuita). Sessão de curtas: R$ 1.<br />
<strong>Vendas antecipada</strong>s: 40% dos ingressos serão vendidos antecipadamente e 60% serão vendidos duas horas antes de cada sessão. No Cinema da Fundação cinco filmes terão ingressos antecipados: “Sorcerer”, “I Dolci Inganni”, “Brasil S/A”, “Ventos de agosto” e “Biophilia”, na mesma proporção: 40% antes e 60% na hora, mas a bilheteria só abre 40 minutos antes de começar cada sessão.<br />
<strong>Horário bilheteria do São Luiz para vendas antecipadas:</strong> a partir de quinta-feira 23 de outubro, de 14h às 20h.<br />
<strong>Horário bilheteria Cinema da Fundação:</strong> a partir de quinta-feira 23 de outubro, 40 minutos de cada sessão.<br />
<em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><strong>Informações: <a href="http://www.janeladecinema.com.br" target="_blank">www.janeladecinema.com.br</a></strong></em></em></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Janela Internacional de Cinema exibe mais de uma centena de filmes</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2014 18:58:26 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_15026" aria-labelledby="figcaption_attachment_15026" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Brasil-SA-still.jpg"><img class="size-medium wp-image-15026 " alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Brasil-SA-still-607x320.jpg" width="607" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Brasil S/A&#8221;, de Marcelo Pedroso, é um dos filmes pernambucanos que serão exibidos pela primeira vez no estado.</p></div>
<p>O festival <strong><a href="http:// www.janeladecinema.com.br" target="_blank">Janela Internacional de Cinema do Recife</a></strong> chega a sua sétima edição na próxima sexta-feira (24), com mais de uma centena de filmes de várias partes do mundo. Realizado desde 2008, por Kleber Mendonça Filho e Emilie Lesclaux, da Cinemascópio Produções, o festival se tornou um dos mais concorridos da cidade. A programação, que segue até 02 de novembro, conta com 130 filmes de 17 países, além de oficinas, palestras e debates com cineastas brasileiros e estrangeiros. O festival é composto por mostras de curtas e longa-metragens, programa de filmes clássicos e seleções especiais como “Pós Nouvelle Vague”, resultado de parcerias com cineclubes, instituições e eventos internacionais.  Os filmes serão exibidos nos cinemas São Luiz e da Fundação, além de dois novos e importantes espaços da cidade: o Portomídia e Museu Cais do Sertão. As sessões terão projeção em 2 e 4K, DCP (Digital Cinema Package) e 35mm.  A sétima edição do festival tem  incentivo do Funcultura, Fundarpe, Secretaria de Cultura do Governo do Estado de Pernambuco e patrocínio da Petrobras.</p>
<p><em><strong>Acesse a programação <a href="http://www.janeladecinema.com.br/2014/wp-content/uploads/2014/10/PROGRAMA_VII_JANELA_DE_CINEMA_2014_FINAL.jpg" target="_blank">AQUI</a>.</strong> </em><br />
<em><strong>Confira as sinopses dos filmes <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/SINOPSES_JANELA_DE_CINEMA.pdf" target="_blank">AQUI</a></strong>.</em></p>
<p>Os ingressos tem preços populares e começam a ser vendidos na quinta-feira para as sessões de clássicos e demais longas, no Cinema São Luiz. 40% dos ingressos serão vendidos antecipadamente e 60% serão vendidos duas horas antes de cada sessão. No Cinema da Fundação cinco filmes terão ingressos antecipados: &#8220;Sorcerer&#8221;, &#8220;I Dolci Inganni&#8221;, &#8220;Brasil S/A&#8221;, &#8220;Ventos de agosto&#8221; e &#8220;Biophilia&#8221;, na mesma proporção: 40% antes e 60% na hora, mas a bilheteria só abre 30 minutos antes de começar cada sessão.  Os preços dos ingressos são: Cinema São Luiz (R$ 4 e R$ 2); Cinema da Fundação (R$ 4 E R$ 2); Museu Cais do Sertão (R$ 8 e R$ 4, exceto na terça-feira, que terá entrada gratuita). Sessão de curtas: R$ 1.</p>
<p>A programação traz vários filmes produzidos em Pernambuco, com incentivo do Funcultura/ Governo de Pernambuco, mas ainda inéditos no Estado. O público recifense poderá assistir pela primeira vez os longa-metragens <em>Brasil S/A</em>, de Marcelo Pedroso; <em>Ventos de agosto</em>, de Gabriel Mascaro; <em>Prometo um dia deixar essa cidade</em>, de Daniel Aragão; <em>Permanência</em>, de Leonardo Lacca;  <em>A História da Eternidade</em>, de Camilo Cavalcante;<em> Sangue Azul</em>, de Lírio Ferreira; e os curtas <em>História Natural</em>, de Júlio Cavan; <em>Loja de répteis</em>, de Pedro Severien; <em>João Heleno dos Brito</em>, de Neco Tabosa; e <em>Noites traiçoeiras</em>, de João Lucas Melo Medeiros.</p>
<p>Entre os longa-metragens, onze títulos de seis países formam a mostra competitiva: <em>Jauja</em> (Argentina/Dinamarca), de Lisandro Alonso (prêmio da crítica no Festival de Cannes); <em>The Kindergarten Teacher</em> (Haganenet, Israel), de Nadav Lapid; <em>The tribe</em> (Plemya, Ucrânia); de Miroslav Slaboshpitsky; <em>Turist</em> (Suécia), de Ruben Östlund; <em>The fool</em> (Durak, Russia), de Yuriy Bykov; e os brasileiros <em>A misteriosa morte de Pérola</em> (CE), de Guto Parente e Ticiana Augusto Lima (estreia mundial); <em>Sinfonia da Necrópole</em> (SP), de Juliana Rojas; <em>Brasil S/A</em> (PE), de Marcelo Pedroso; <em>Ventos de agosto</em> (PE), de Gabriel Mascaro; <em>Casa Grande</em> (RJ), de Fellipe Barbosa; e <em>Prometo um dia deixar essa cidade</em> (PE), de Daniel Aragão. O júri de longas é composto pelo curador do Wexner Center for the Arts (Ohio) Chris Stults (que vem ao festival com o apoio da Associação Brasil América &#8211; ABA), o produtor pernambucano João Vieira Jr (REC Produtores Associados), o crítico paulista José Geraldo Couto.</p>
<p>Sessões especiais de longas também compõem a programação do Janela. Dez títulos foram selecionados, entre eles <em>Maidan</em> (Ucrania), de Sergei Loznitsa; <em>Björk: Biophilia Live</em> (Inglaterra), de Peter Strickland e Nick Fenton; <em>Branco sai preto fica</em> (DF), de Adirley Queirós (melhor longa no Festival de Brasília); <em>Mes séances de lutte</em> (França), de Jacques Doillon; <em>Ela volta na quinta</em> (MG), de André Novais; <em>Sangue Azul</em> (PE), de Lírio Ferreira (melhor longa no Festival do Rio); <em>Permanência</em> (PE/SP), de Leonardo Lacca;<em> Obra</em> (SP), de Gregorio Graziosi; <em>Sete Corações</em> (PE), de Andrea Ferraz; e <em>A história da eternidade</em> (PE), de Camilo Cavalcante (melhor longa nos festivais de Paulínia e Vitória).</p>
<div id="attachment_14156" aria-labelledby="figcaption_attachment_14156" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Filme</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Permanencia.jpg"><img class="size-medium wp-image-14156 " alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Permanencia-607x340.jpg" width="607" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Permanência&#8221;, de Leonardo Lacca, traz o ator Irandhir Santos, que também atua em &#8220;Obra&#8221; e &#8220;A História da Eternidade&#8221;.</p></div>
<p><strong>3 X IRANDHI</strong>R &#8211; Os três últimos filmes trazem o  atorpernambucano Irandhir Santos no papel principal. No novo filme de Lacca, <em>Permanência</em>, ele contracena com Rita Carelli, reencontro após a marcante atuação da dupla do curta <em>Décimo segundo</em> (2007), do mesmo diretor. Único representante brasileiro no Festival de Toronto, <em>Obra</em> traz Irandhir como um arquiteto que descobre um cemitério clandestino no terreno de sua família. Em<em> A história da eternidade,</em> o ator faz o papel de um artista em busca de meios de se expressar em uma pequena comunidade sertaneja, enquanto desperta a paixão da prima adolescente.</p>
<p><strong>ABERTURA COM PERNAMBUCANOS + CLÁSSICO DO HORROR</strong> &#8211; A sessão de abertura do Janela na sexta-feira (24), no Cinema São Luiz, traz dois esperados filmes pernambucanos. O curta<em> Sem Coração</em>, de Nara Normande e Tião, vencedor do Prix illy du court métrage na Quinzena dos Realizadores, onde estreou em maio passado como único representante brasileiro no Festival de Cannes. Mês passado, o curta também ganhou prêmios de melhor filme, direção e montagem no Festival de Brasília. Logo depois será a vez de<em> Brasil S/A</em>, novo longa de Marcelo Pedroso, que abre a mostra competitiva. O filme estreia em Pernambuco após receber cinco prêmios no último Festival de Brasília: melhor direção e roteiro para Pedroso, montagem para Daniel Bandeira, som para Pablo Lamar e trilha sonora para Mateus Alves.</p>
<p>Logo depois, às 23h, tem início a quinta edição do Clássicos do Janela, com a exibição de <em>O massacre da serra elétrica</em>, de Tobe Hooper, restaurado em DCP 4k. Sobre o filme, diz o curador Kleber Mendonça: “Em 80 minutos, Hooper fez um museu de horrores de alta voltagem e onde a violência vem bem mais da agressivdade da montagem, do som e dos objetos de cena do que de uma violência explícita. Os últimos 20 minutos, em especial, são uma descarga e tanto de terror e energia bruta”.</p>
<p><strong>SESSÃO BOSSA JOVEM</strong> – Este ano o Janela promoverá exibições nas manhãs de sábado e domingo, retomando uma antiga tradição do Cinema São Luiz, que com a sessão Bossa Jovem fez a alegria dos cinéfilos nos anos 1960 e 70. As sessões pela manhã podem combinar com uma nova fase da cidade com as pessoas saindo mais às ruas aos domingos.</p>
<p><strong>RECIFE EM SUPER 8</strong> – Dando continuidade ao trabalho iniciado em 2013 de resgate digital de curtas do período do Super 8 pernambucano, três títulos de 1981 serão relançados após serem escaneados com resolução 2K e passados para DCP com o apoio do festival. <em>Noturno em Récife maior</em>, de Jomard Muniz de Britto conta com o dramaturgo Antônio Cadengue no papel de um vampiro amante da boemia, que transita dos bares do centro do Recife até o dia amanhecer, na beira-mar de Olinda. “Foi um momento muito intenso na cidade, as relações entre arte e vida se misturavam muito”, diz Cadengue. “Esse filme tem muito a dizer hoje, sobre a solidão e tristeza, a alegria comedida e momentos de erotização absolutamente inusitados”.</p>
<p><em>Se pintar colou e Se colar olhou</em>, realizados por Ivan Cordeiro, ao lado do fotógrafo Regi Galvão e o produtor Cláudio Barroso, durante a 1ª Exposição Internacional de Art Door do Recife. “Em registros assim, como sempre, se vê muito a cidade. Em bairros como Joana Bezerra e a Ilha do Leite é bem forte perceber como a cidade mudou”, diz Kleber Mendonça.</p>
<div id="attachment_11754" aria-labelledby="figcaption_attachment_11754" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Bruna Valença</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/loja_de_repteis_making_of.jpg"><img class="size-medium wp-image-11754" alt="Bruna Valença" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/loja_de_repteis_making_of-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Dandara Morais é atriz coadjuvante em &#8220;Loja de Répteis&#8221;, curta de Pedro Severien.</p></div>
<p><strong>CURTAS</strong> &#8211; Este ano mais de mil trabalhos de 33 países foram submetidos a processo seletivo, um recorde do festival. Destes, foram selecionadas 43 obras de doze países, sendo 23 curtas brasileiros e 20 estrangeiros. Participaram da seleção de curtas nacionais os jornalistas e pesquisadores Rodrigo Almeida e Luís Fernando Moura, o roteirista Luiz Otávio Pereira e o cineasta Leonardo Lacca. A comissão de curtas internacionais foi formada por Emilie Lesclaux, o ator Fábio Leal e o sócio da Cinemascópio Produções, Winston Araújo.</p>
<p>Na mostra nacional participam curtas de sete estados. De Pernambuco, foram selecionados quatro trabalhos: <em>História Natural</em>, de Júlio Cavani (prêmio de melhor desenho de som no último Festival de Gramado); <em>Loja de répteis</em>, de Pedro Severien; e os inéditos <em>João Heleno dos Brito</em>, de Neco Tabosa; e <em>Noites traiçoeiras</em>, de João Lucas Melo Medeiros.</p>
<p>Entre os convidados internacionais está a realizadora portuguesa Margarida Rêgo (A caça Revoluções), que vem ao Janela graças ao apoio do Instituto Camões. &#8220;Chegamos a um equilíbrio interessante de descobertas, somadas a filmes de autores que acompanhamos há vários anos como Miguel Gomes, Marcelo Caetano, Gabriela Amaral Almeida, Gustavo Beck e outros, que têm sido destaques em festivais importantes como Cannes, Locarno, Brasília e Festival de Curtas São Paulo&#8221;, explica Emilie.</p>
<p>Para Rodrigo Almeida, a seleção nacional revela vocação e o amadurecimento de uma geração de diretores para narrativas ficcionais próprias dos longa-metragens. “Aumentamos a duração de alguns programas, pois a maioria dos curtas oscila entre 20 e 25 minutos”. Por outro lado, Rodrigo ressalta obras com grande poder de síntese, como <em>Kyoto</em>, de Deborah Viegas, com duração de oito minutos.</p>
<p>Os curtas vão competir nas categorias melhor som, montagem, imagem e melhor filme. No júri estão Barbie Heussinger (German Films/Alemanha), a diretora Karen Black (Cachaça Cinema Clube/RJ), Rafael Ciccarini (curador, professor e pesquisador/MG), da curadora e diretora Nara Normande (PE), da pesquisadora Roberta Veiga (Revista Devires/MG) e Michael Gibbons (Lincoln Center/Nova York).</p>
<p><strong>PÓS NOUVELLE VAGUE</strong> – Em parceria com o Instituto Francês e o Consulado da França no Recife, o Janela promove a mostra especial “Pós Nouvelle Vague”, com oito filmes dos anos 1970 e 80 selecionados por crítico da revista francesa Cahiers du Cinéma, Ariel Schweitzer. Seu colega Nicolas Azalbert, também da Cahiers, vem ao festival para apresentar os filmes. Entre obras de Marguerite Duras, Philippe Garrel, Maurice Pialat e Jean Eustache estão dois trabalhos de Jacques Doillon, estará no festival para apresentar dois de seus filmes, Les doigts dans la tête (1974) e La vie de famille (1985).</p>
<div id="attachment_14686" aria-labelledby="figcaption_attachment_14686" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/cacadores.jpg"><img class="size-medium wp-image-14686" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/cacadores-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Os Caçadores da Arca Perdida&#8221;, de Steven Spielberg, é um dos filmes para a mostra de clássicos.</p></div>
<p><strong>CLÁSSICOS DO JANELA</strong> &#8211; Sob o tema “Estradas Perdidas”, a quinta edição do Clássicos do Janela traz uma seleção de 13 títulos em cópias novas ou restauradas, nos formatos DCP e 35mm, obras de mestres como David Lean, Nicholas Ray e Wim Wenders (“Paris, Texas”, que completa 30 anos), além de títulos emblemáticos do horror, aventura e ficção-científica, entre eles <em>Os Caçadores da Arca Perdida</em>, de Steven Spielberg, <em>Alien – o oitavo passageiro</em>, de Ridley Scott, <em>O massacre da serra elétrica</em>, de Tobe Hooper,<em> O comboio do medo</em>, de William Friedkin e <em>Mad Max 2</em>, de George Miller.</p>
<p>A seção de clássicos se tornou uma das marcas do festival, utilizando o porte e a historia do Cinema São Luiz como elemento essencial para o sucesso desse conceito. O São Luiz interage lindamente com filmes que fazem parte da historia do cinema, das pessoas e, muitas vezes, dessa própria grande sala. Nos últimos cinco anos milhares de espectadores lotaram a sala diversas vezes, em sessões inesquecíveis que têm colaborado para estabelecer um aspecto forte da personalidade do Janela: a alegria do cinema e o respeito pela história.</p>
<p><strong>PROGRAMAS CONVIDADOS</strong><br />
<strong>Panorama Alemão</strong> – Pela segunda vez, a German Films, órgão oficial para promoção do cinema na Alemanha, promove no Janela uma mostra com filmes que têm sido destaque nos últimos meses. São sete longas e sete curtas, entre eles Tango de uma noite de verão (Mittsommernachtstango), que contará com a presença da diretora, Viviane Blumenschein e que tem a participaçao do diretor finlandês Mika Kaurismaki.</p>
<p><strong>Cachaça Cinema Clube</strong> &#8211; Cineclube carioca que pela sexta vez colabora com o Janela de Cinema. Batizado de “Cachaça aus Berlim”, o programa deste ano traz curtas alemães produzidos na Alemanha comunista por trás da cortina de ferro, entre 1965 e 1989, quando finalmente veio abaixo o Muro de Berlim.</p>
<p><strong>Dissenso</strong> &#8211; Cineclube que traz mais uma vez uma seletiva especial para o Janela, em três curtas: o inédito Nova Dubai, de Gustavo Vinagre; O trabalho enobrece o homem, de Lincoln Péricles; e O completo estranho, Leonardo Mouramateus.</p>
<p><strong>Toca o Terror</strong> – Coletivo que promove programas de rádio e sessões de cineclube dedicados a filmes de horror preparou um programa com sete curtas de quatro países, entre eles, Too Late (EUA), de Rani Naamani; Ruído Branco (Brasil), de Mateus Neiss e Lucas Sá; The Backwater Gospel (Dinamarca), de Bo Mathorne e O segredo da família urso (Brasil) de Cíntia Domit Bittar.</p>
<p><strong>ATIVIDADES PARALELAS NO PORTOMÍDIA</strong> – Em parceria inédita, o Portomídia &#8211; Centro de Empreendedorismo e Tecnologias da Economia Criativa viabilizará atividades de formação e reflexão, entre elas, o workshop &#8220;Cinematografia como Design&#8221; com o fotógrafo internacionalmente conceituado Affonso Beato, que já trabalhou com Glauber Rocha, Pedro Almódovar e Stephen Frears; a oficina Janela Crítica, em que sete pessoas participam de encontros com o crítico de cinema Luís Fernando Moura e formam um júri especial e produzem críticas veiculadas diariamente no site do festival; o lançamento do livro “Utopias da frivolidade &#8211; ensaios sobre cultura pop e cinema” (Cesarea), de Ângela Prysthon; mesa sobre Arte e Mídia com os norte-americanos Chris Stults e Michael Gibbons; e um debate sobre a revista mineira “Devires – Cinema e Humanidades”, com presença da editora Roberta Veiga. Também no Portomídia haverá o Encontros do Janela, série de debates em que os realizadores convidados conversam sobre seus filmes com o público.</p>
<p><strong>CAIS DO SERTÃO</strong> – Oito curtas brasileiros recentes compõem dois programas infantis e poderão ser assistidos em um novo espaço de exibição do Janela: o Museu Cais do Sertão (Recife Antigo). Além disso, haverá sessões da Mostra Competitiva de Curtas Internacionais. O Museu sediará ainda uma mostra especial com filmes que dialogam com aquele excelente espaço.</p>
<p><strong>PRÊMIO JOÃO SAMPAIO</strong> – O Janela também anuncia a criação do “Prêmio João Sampaio para Filmes Finíssimos que Celebram a Vida&#8221;, homenagem permanente ao crítico baiano falecido no último mês de abril. A honraria será concedida pela organização do festival para um filme contemporâneo ou de arquivo, nos formatos longa ou curta-metragem. &#8220;O que mais me alegra nesse prêmio é todo ano ter que explicar para as pessoas como era João Sampaio, crítico e jornalista que teve trabalho importantíssimo em Salvador e uma voz notável no âmbito nacional. Para além disso, alguém que muitos de nós, em todo o cenário de cinema, amavam como amigo&#8221;, diz Kleber.</p>
<p><strong>Serviço:<br />
7º Janela Internacional de Cinema do Recife</strong><br />
De 24 de outubro a 2 de novembro<br />
<strong>Local:</strong> Cinema São Luiz (Rua da Aurora, 175 &#8211; Boa Vista), Cinema da Fundação (Rua Henrique Dias 609 &#8211; Derby), Museu Cais do Sertão (Av. Alfredo Lisboa, S/N – Bairro do Recife) e Portomídia (Rua do Apolo, 181 – Bairro do Recife)<br />
<strong>Ingressos:</strong> Cinema São Luiz (R$ 4 e R$ 2); Cinema da Fundação (R$ 4 E R$ 2); Museu Cais do Sertão (R$ 8 e R$ 4, exceto na terça-feira, que terá entrada gratuita). Sessão de curtas: R$ 1.<br />
<strong>Horário bilheteria do São Luiz para vendas antecipadas:</strong> a partir de quinta-feira 23 de outubro, de 14h às 20h.<br />
<strong>Horário bilheteria Cinema da Fundação:</strong> a partir de quinta-feira 23 de outubro, 40 minutos de cada sessão.<br />
<strong>Informações: <a href="http://www.janeladecinema.com.br" target="_blank">www.janeladecinema.com.br</a></strong></p>
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		<title>Assista ao trailer de &#8220;Sem Coração&#8221;, curta premiado no festival de Cannes</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2014 19:08:25 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O curta &#8220;Sem Coração&#8221;, de Nara Normande (Dia estrelado) e Tião (Muro), já tem data para a primeira exibição em Pernambuco. O filme estreou mundialmente, em maio deste ano, como único representante brasileiro no Festival de Cannes (França), de onde saiu premiado com o <em>Prix illy du court métrage</em> da mostra Quinzena dos Realizadores. Depois de passar por vários outros festivais em Brasília, São Paulo, Belo Horizonte, Londrina e Vila do Conde (Portugal), chegou a vez do público pernambuco conferir o elogiado curta. O filme foi produzido pela Trincheira Filmes, Garça Torta Filmes e Cinemáscopio, com o incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco. &#8220;Sem Coração&#8221; estreia em Pernambuco, no dia 24 de outubro, no Cinema São Luiz (bairro da Boa Vista, Recife), na sessão de abertura do 7º Janela Internacional de Cinema do Recife. As próximas exibições do curta serão no Goiânia Mostra Curtas (7 a 12 de outubro) e no festival Diálogo de Cinema, Porto Alegre (14 a 19 de outubro).</p>
<p><iframe src="//player.vimeo.com/video/102424878" height="210" width="500" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><a href="http://vimeo.com/102424878">SEM CORAÇÃO (Heartless) &#8211; Trailer</a> from <a href="http://vimeo.com/trincheira">Trincheira Filmes</a> on <a href="https://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p><strong>Leia mais: <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/audiovisual/tres-filmes-pernambucanos-estreiam-no-recife-durante-o-janela-de-cinema/">Três filmes pernambucanos estreiam no Recife durante o Janela de Cinema</a></strong></p>
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		<title>Festival Janela de Cinema aposta na nostalgia dos clássicos</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Sep 2014 19:06:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_14693" aria-labelledby="figcaption_attachment_14693" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/roberto-carlos.jpg"><img class="size-medium wp-image-14693 " alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/roberto-carlos-607x342.jpg" width="607" height="342" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Roberto Carlos em ritmo de aventura&#8221; é um dos filmes que estão na programação.</p></div>
<p>O festival Janela Internacional de Cinema do Recife mais uma vez realizará uma mostra dedicada aos filmes clássicos. O festival anunciou nesta terça-feira (30) a seleção  da mostra que aposta na nostalgia dos cinéfilos e do público em geral. Estão programadas a exibição de 13 longas-metragens em cópias novas ou restauradas, nos formatos DCP e 35mm. As sessões serão realizadas de 24 de outubro a 2 de novembro, no Cinema da Fundação e no Cinema São Luiz. Esse último é um dos poucos cine-palácios em funcionamento no mundo, que durante o Janela volta a exibir filmes que marcaram diferentes gerações cinéfilas. O 7º Janela Internacional de Cinema do Recife tem incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco, e patrocínio da Petrobras.</p>
<p>O programa, que este ano tem como tema &#8220;Estradas Perdidas&#8221;, promete ser um dos mais esperados e disputados do Janela de Cinema. Desta vez, a mostra traz obras de mestres como David Lean, Nicholas Ray e Wim Wenders (“Paris, Texas”, que completa 30 anos), além de títulos emblemáticos do horror, aventura e ficção-científica, entre eles “Os Caçadores da Arca Perdida”, de Steven Spielberg, “Alien”, de Ridley Scott, “O massacre da serra elétrica”, de Tobe Hooper, “O comboio do medo”, de William Friedkin e “Mad Max 2”, de George Miller.</p>
<p>“Temos a sorte de ter o São Luiz para programar com filmes que fazem parte da história do cinema, das pessoas e, às vezes, do próprio São Luiz”, explica o diretor e curador do Janela Internacional de Cinema do Recife, Kleber Mendonça Filho. “É uma seleção bem impactante, que levou literalmente meses de decisões e indecisões, espera por autorizações e negociações de taxas caras de exibição, com cópias vindas da Austrália, Taipei, Los Angeles, Londres, Bolonha, Rio de Janeiro e Paris. ‘Os Caçadores da Arca Perdida’ terá apenas duas sessões especiais este ano, uma no Festival de Locarno, na Suíça, e outra no Janela”, diz Kleber.</p>
<p>Depois de cinco anos de sessões lotadas, no São Luiz e no Cinema da Fundação, a seleção Clássicos do Janela já aposta em grandes filmes que talvez ainda mereçam ser descobertos por um público maior. “Obviamente, teremos os clássicos que dão alguma certeza de casa cheia, como por exemplo, uma das grandes aventuras já feitas no cinema, por um dos cineastas mais populares da história – Os Caçadores da Arca Perdida. Por isso é bom arriscar um pouco e trazer filmes excelentes como ‘Comboio do Medo’, filme incrível que Friedkin fez após ‘O Exorcista’, exibido em cópia restaurada 4K”.</p>
<p>Kleber Mendonça Filho também destaca “Contos Cruéis da Juventude”, de Nagisa Ôshima (de “O Império dos Sentidos”) e uma descoberta sua feita no último Festival de Locarno, na retrospectiva da produtora italiana Titanus, “I Dolci Inganni”, de Alberto Latuada. “A idéia é fazer o que um bom festival de cinema faz: promover grandes descobertas”.</p>
<p><strong>Prêmio João Sampaio</strong> – O Janela também anuncia a criação do “Prêmio João Sampaio para Filmes Finíssimos que Celebram a Vida&#8221;, homenagem permanente ao crítico baiano falecido no último mês de abril. A honraria será concedida pela organização do festival para um filme contemporâneo ou de arquivo, nos formatos longa ou curta-metragem. &#8220;O que mais me alegra nesse prêmio é todo ano ter que explicar para as pessoas como era João Sampaio, crítico e jornalista que teve trabalho importantíssimo em Salvador e uma voz notável no âmbito nacional. Para além disso, alguém que muitos de nós, em todo o cenário de cinema, amavam como amigo&#8221;, diz Kleber.</p>
<p><strong>Mais informações: <a href="http://www.janeladecinema.com.br" target="_blank">www.janeladecinema.com.br</a></strong></p>
<p><strong>FILMES DA MOSTRA CLÁSSICOS DO JANELA</strong></p>
<p><strong>A Filha De Ryan (Ryan’s Daughter, EUA, 1970, 206 min), de David Lean.</strong><br />
Lançado numa época em que o cinema havia tornado-se jovem e revolucionário, A Filha de Ryan, com seu porte gigantesco e superproduzido, realizado por um David Lean que vinha dos sucessos mundiais A Ponte do Rio Kwai, Lawrence da Arábia e Doutor Zhivago, foi mal recebido e é, até hoje, uma obra injustiçada. Redescoberto ao longo dos anos, suas paisagens espetaculares são panos de fundo para uma história de amor e fidelidade (política e amorosa) que resulta num filme onde são as imagens que contam a história das relações humanas. Francamente, A Filha de Ryan é como pouca coisa vista desde então. De fato, não se faz mais filmes como esse. Em DCP.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/alien.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-14684" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/alien-607x411.jpg" width="607" height="411" /></a></p>
<p><strong>Alien – O oitavo passageiro (Alien, EUA, 1979, 116 min), de Ridley Scott.<br />
</strong>Com o sucesso do bem iluminado e juvenil Guerra Nas Estrelas, em 1977, o ano de 1979 já estava pronto para um filme de horror espacial sombrio e aterrorizante, marcado por suspense extraordinário e um visual biológico-extraterrestre inesquecível. De fato, o organismo vivo trazido para dentro da nave Nostromo revela-se a mais medonha criação cinematográfica do bicho-papão já feita, até hoje. Em DCP.</p>
<p><strong>Contos Cruéis da Juventude (Cruel Story of Youth, Japão, 1960, 96 min), de Nagisa Ôshima.<br />
</strong>O filme que deu início à versão japonesa da &#8216;Nouvelle Vague&#8217;, Nagisa Oshima filma seu país ainda no pós-Guerra, mas olhando para o futuro de jovens que querem romper com o passado e com as regras. No caso, um jovem casal, Makoto e Kiyoshi, menina meio perdida e o estudante rebelde. Uma relação desigual e violenta vai nascer entre estes dois seres marginais.</p>
<p><strong> Il dolci inganni (Itália, 1960, 95 min), de Alberto Lattuada. Em 35mm.<br />
</strong>Proibido pela Liga Católica da Decência e dos Bons Costumes, I Dolci Inganni nos mostra uma adolescente linda, de 17 anos, preferindo alterar sua rota naquele dia: ela faltar a aula para passar o dia com seu namorado, com idade para ser seu pai. Essa espécie de irmão italiano de um filme de François Truffaut tem um olhar elegante e aberto para coisas boas da vida como amor e liberdade, e com um olhar que arrasta uma enorme asa pela belíssima Catherine Spaak, como Francesca. E vejam só o plano dela que encerra o filme. Em 35mm</p>
<p><strong>Juventude Transviada (Rebel Without a Cause, EUA, 1955, 111 min), de Nicholas Ray.</strong><br />
O filme de jovens décadas antes de o cinema de mercado ser feito inteiramente para jovens. Os personagens de James Dean, Nathalie Wood e Sal Mineo viraram ícones. Parecem colocar suas almas para fora num panorama social e cinematográfico arquitetado por Nicolas Ray, panorama que já mostrava os sinais das mudanças que viriam nos anos 60 e que reinventaram o conceito de juventude. Ser jovem significa descobrir novas estradas, e às vezes sair delas rumo ao penhasco. Restauração 4K estreou no último Festival de Berlim. Em DCP</p>
<p><strong>Mad Max 2 (Mad Max 2 – The road warrior, EUA, 1981, 95 min), de George Miller.</strong><br />
Hollywood definiu o gênero “ação” no cinema envolvendo automóveis, mas foram australianos que mostraram como se faz. Nesse espetáculo de coreografia automobilística suicida e insana, de câmera e montagem, realizado sem a ajuda de efeitos especiais digitais, George Miller fez um western pós-moderno e brutal, onde a direção de arte é feita do lixo industrial que restou de um mundo pós-apocalíptico e a agressividade está na ação das estradas e numa câmera que está sempre a bordo de um veículo. Traços gay, sado-masoquistas apenas sublinham um todo realmente impressionante. Em 2015, a saga Mad Max terá continuidade com um filme novo, Fury Road, também dirigido por Miller. Em DCP.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/cacadores.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-14686" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/cacadores-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a></p>
<p><strong>Os Caçadores da Arca Perdida (Raiders of the Lost Ark, EUA, 1981, 115 min), de Steven Spielberg.</strong><br />
Talvez a melhor aventura retro já feita pelo cinema americano, por um cineasta no alto dos seus poderes, com um astro clássico que chama identificação. Indiana Jones toma inúmeras estradas e becos, caminhões e aviões. Começou uma cine-série de quatro filmes, dos quais este é claramente o melhor. 30 anos antes de Bastardos Inglórios de Quentin Tarantino, os nazistas recebem uma vingança cinematográfica como nenhuma outra. Em DCP.</p>
<p><strong>O comboio do medo (Sorcerer, EUA, 1977, 121 min), de William Friedkin.</strong><br />
Refilmagem americana de O Salário do Medo, o clássico francês de Henri George-Clouzot. Uma estrada perigosa, homens são pagos para levar carregamento de explosivos em caminhões. Difícil achar um filme mais tenso do que este, realizado com enorme garra e sentido hitchcockiano de cinema. Em DCP.</p>
<p><strong>O Massacre da Serra Elétrica (The Texas Chainsaw Massacre, EUA, 1974, 88 min), de Tobe Hooper.</strong><br />
Um grupo de amigos numa van, no interior do Texas. Saem da estrada e param numa fazenda. Em 80 minutos, Tobe Hooper fez um museu de horrores de alta voltagem e onde a violência vem bem mais da agressivdade da montagem, do som e dos objetos (por exemplo: uma moto-serra barulhenta) de cena do que de uma violência explícita. Os últimos 20 minutos, em especial, são uma descarga e tanto de terror e energia bruta. Em DCP.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/paris_texas.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-14685" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/paris_texas-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p><strong>Paris Texas (França/Reino Unido/Alemanha Ocidental/EUA, 1984, 147 min), de Wim Wenders.</strong><br />
Palma de Ouro no Festival de Cannes, Paris Texas é um filme como nenhum outro. Wenders, um alemão apaixonado pela paisagem americana, nos conta uma bela história de amor e loucura, doce sem ser piegas, e com a presença forte de Nastassja Kinski, símbolo do amor incondicional. Inesquecível, o clima e o feeling e a musica de Ry Cooder. Versão Restaurada 4K estreou no último Festival de Cannes. Em DCP.</p>
<p><strong>Pelos Caminhos do Inferno (Wake in Fright , Austrália/EUA, 1971, 114 min), de Ted Kotcheff.</strong><br />
O 2o. título da Austrália nesta seleção sugere que o pais da Oceania não é para amadores. Incrível filme de horror onde nenhum ser humano morre, onde não há fantasmas ou monstros, embora isso seja questionável. É a história de um professor primário que tenta sair da cidadezinha do interior onde foi passar a noite. Lá encontra uma cultura masculina assustadora de camaradagem e bebedeira, com perturbadora sensação de que não há leis para homens ou animais. Em 35mm.</p>
<p><strong>Roberto Carlos em ritmo de aventura (Brasil, 1968, 97 min), de Roberto Farias.</strong><br />
O tempo parece ter feito bem a esse produto Roberto Carlos, dirigido por um dos mais competentes realizadores brasileiros do cinema comercial e popular, e que levou milhões aos cinemas. Claramente inspirado nos filmes de Richard Lester para os Beatles, temos imagens de ação com musicas de RC e Erasmo Carlos, na perfeita matinê brasileira. Em 35mm.</p>
<p><strong>Rocky Horror Picture Show (EUA/Reino Unido, 1975, 100 min), de Jim Sharman.</strong><br />
Quando o carro quebra numa estrada escura, Brad e Janet, um casal certinho, vai buscar ajuda numa sinistra casa-castelo que pertence ao Dr. Frank’N’Furter, “um doce travesti da transexual Transilvânia”. Ele irá apresentar para seleto grupo de amigos sua nova criação: um homem objeto e perfeito. O bom humor de uma homenagem afiada aos clássicos do Cinema B de ficção científica e horror, com uma trilha sonora sensacional de música e dança. Em DCP.</p>
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		<title>Janela Internacional de Cinema do Recife divulga curtas-metragens selecionados</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2014 15:51:11 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12321" aria-labelledby="figcaption_attachment_12321" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cleiton Thiele/PressPhoto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/42FestCinemaGramado_3801.jpg"><img class="size-medium wp-image-12321" alt="Cleiton Thiele/PressPhoto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/42FestCinemaGramado_3801-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Depois de premiação em Gramado, Júlio Cavani estreia &#8220;História Natural&#8221; no Recife.</p></div>
<p>Os curta-metragens tem espaço privilegiado na programação do festival Janela Internacional de Cinema do Recife. Todos os anos, o festival atrai muitos realizadores interessados em exibir seus filmes na mostra competitiva. Este ano 1005 trabalhos de 33 países foram submetidos a processo seletivo, um recorde do festival que chega a sua sétima edição. Destes, foram selecionadas 42 obras de doze países, sendo 22 curtas brasileiros e 20 estrangeiros. <strong>Confira a abaixo a lista dos filmes.</strong></p>
<p>Os curtas selecionados vão competir na seleção de nacionais e internacionais nas categorias melhor som, montagem, imagem e melhor filme. Na mostra nacional participam curtas de sete estados. De Pernambuco, foram selecionados quatro trabalhos: “História Natural”, de Júlio Cavani (prêmio de melhor desenho de som no último Festival de Gramado); “Loja de répteis”, de Pedro Severien; e os inéditos “João Heleno dos Brito”, de Neco Tabosa; e “Noites traiçoeiras”, de João Lucas Melo Medeiros. Tanto o festival quanto os quatro curtas pernambucanos selecionados tem o incentivo do Funcultura, do Governo de Pernambuco, o que mostra a importância do fundo público para a produção e difusão do cinema. O Janela é organizado pela CinemaScópio Produções Cinematográficas e Artísticas e conta com patrocínio da Petrobras, além do incentivo estadual.</p>
<div id="attachment_11753" aria-labelledby="figcaption_attachment_11753" class="wp-caption img-width-343 alignright" style="width: 343px"><p class="wp-image-credit alignleft">Celso Hartkopf e Raul Souza.</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/loja_de_repteis.jpg"><img class="size-medium wp-image-11753 " alt="Celso Hartkopf e Raul Souza." src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/loja_de_repteis-343x486.jpg" width="343" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Cartaz do curta &#8220;Loja de Répteis&#8221;, de Pedro Severien, selecionado para o festival.</p></div>
<p>&#8220;Estamos felizes com a seleção de curtas que será apresentada nessa 7ª edição. Sempre é um processo difícil escolher filmes e montar programas a partir de mais de mil inscrições. Mas acredito que chegamos a um equilíbrio interessante de descobertas, somadas a filmes de autores que acompanhamos há vários anos como Miguel Gomes, Marcelo Caetano, Gabriela Amaral Almeida, Gustavo Beck e outros, que têm sido destaques em festivais importantes como Cannes, Locarno, Brasília e Festival de Curtas São Paulo&#8221;, explica Emilie Lesclaux, produtora executiva e fundadora do festival, ao lado do diretor e programador Kleber Mendonça Filho.</p>
<p>Além de Emilie, participaram da seleção de curtas nacionais os jornalistas e pesquisadores Rodrigo Almeida e Luís Fernando Moura, o roteirista Luiz Otávio Pereira e o cineasta Leonardo Lacca. A comissão de curtas internacionais foi formada por Emilie, o ator Fábio Leal e o sócio da Cinemascópio Produções, Winston Araújo.</p>
<p>Para Rodrigo Almeida, a seleção nacional deste ano revela a vocação e o amadurecimento de uma geração de diretores para narrativas ficcionais próprias dos longa-metragens. “Aumentamos a duração de alguns programas, pois a maioria dos curtas oscila entre 20 e 25 minutos”. Como exemplo, ele cita “Estátua”, de Gabriela Amaral, e “A era de ouro”, de Leonardo Mouramateus. Por outro lado, Rodrigo ressalta obras com grande poder de síntese, como “Kyoto”, de Deborah Viegas, com duração de oito minutos.</p>
<p>Este ano, o Janela será realizado entre 24 de outubro e 2 de novembro, no Cinema São Luiz e Cinema da Fundação. A previsão é que 150 filmes serão exibidos, em mostras competitivas de curtas e longas, sessões de grandes clássicos do cinema e mostras não competitivas. A programação completa será divulgada no dia 14 de outubro.</p>
<p><strong>Mais informações:</strong> <strong><a href="http://www.janeladecinema.com.br/" target="_blank">www.janeladecinema.com.br</a></strong></p>
<p><strong>Mostra Nacional</strong></p>
<p>- A Era de Ouro (Ceará), de Leonardo Mouramateus<br />
- Dia Branco (São Paulo), de Thiago Ricarte<br />
- Estátua! (São Paulo), de Gabriela Amaral Almeida<br />
- Gigante (Rio de Janeiro), de Rafael Spínola<br />
- História Natural (Pernambuco), de Júlio Cavani<br />
- João Heleno dos Brito (Pernambuco), de Neco Tabosa<br />
- Kyoto (São Paulo), de Deborah Viegas<br />
- La Llamada (São Paulo), de Gustavo Vinagre<br />
- Loja de Répteis (Pernambuco), de Pedro Severien<br />
- Malha (Paraíba), de Paulo Roberto<br />
- Noites traiçoeiras (Pernambuco), de João Lucas Melo Medeiros<br />
- Nua por dentro do couro (Maranhão), de Lucas Sá<br />
- O Arquipélago (Rio de Janeiro), de Gustavo Beck<br />
- O Bom Comportamento (Rio de Janeiro), de Eva Randolph<br />
- Ocaso (Rio de Janeiro), de Bruno Roger<br />
- O Clube (Rio de Janeiro), de Allan Ribeiro<br />
- Quinze (Minas Gerais), de Maurilio Martins<br />
- Sandra Espera (Minas Gerais), de Leonardo Amaral<br />
- Si no se puede bailar, esta no es mi revolución (São Paulo / Cuba), de Lillah Halla<br />
- Tejo Mar (Rio de Janeiro), de Bernard Lessa<br />
- Vailamideus (Ceará), de Ticiana Augusto Lima<br />
- Verona (São Paulo), de Marcelo Caetano</p>
<p><strong>Mostra Internacional</strong></p>
<p>- A Caça Revoluções/ The Revolution Hunter (Portugal), de Margarida Rego<br />
- Abandoned Goods (Inglaterra), de Ed Lawrenson<br />
- An Der Tur / At the Door (Alemanha), de Miriam Bliese<br />
- Cambodia 2099 (França), de Davy Chou<br />
- En Août/ In August (Suíça), de Jenna Hassej<br />
- La Reina/ The Queen (Argentina), de Manuel Abramovich<br />
- Me Tube (Áustria), de Daniel Moshel<br />
- Nevermind (Canadá), de Jean-Marc E. Roy<br />
- Oh Lucy (Japão), de Atsuko Hirayagi<br />
- Person to Person (Estados Unidos), de Dustin Guy<br />
- Ponto Morto/ Idle Road (Portugal), de Pedro Peralta<br />
- Redemption (Portugal), de Miguel Gomes<br />
- Rio-me porque és da aldeia e vieste de burro ao baile (Portugal), de Stealing Orchestra &amp; Rafael Dionísio<br />
- Tant qu&#8217;il nous reste des fusils à pompe/ As long as shotguns remain (França), de Caroline Poggi e Jonathan Vinel<br />
- The Chicken (Alemanha), de Una Gunjak<br />
- The Dark, Krystle (Estamos Unidos), de Michael Robinson<br />
- Tornistan/ Backward Run (Turquia), de Ayce Kartal<br />
- Triangulo Dourado/The Golden Triangle (Portugal), de Miguel Clara Vasconcelos<br />
- Washingtonia (Grécia), de Konstantina Kotzamani<br />
- Wind (Alemanha), de Robert Löbel</p>
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