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	<title>Portal Cultura PE &#187; Clara Nogueira</title>
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		<title>Protagonismo feminino na produção têxtil de Pernambuco é tema de site</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2018 21:48:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Com a proposta de revelar o protagonismo feminino nos bastidores da produção têxtil do Estado, o projeto “Mulheres que Tecem Pernambuco” será lançado em forma de site neste sábado (14), às 14h, no Centro do Artesanato de Pernambuco, situado no Marco Zero (Recife). Idealizada pela arquiteta Clara Nogueira, a inciativa, que tem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59509" aria-labelledby="figcaption_attachment_59509" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/foto_Laís-Domingues_-Divulgação-4.jpg"><img class="size-large wp-image-59509" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/foto_Laís-Domingues_-Divulgação-4-800x531.jpg" width="800" height="531" /></a><p class="wp-caption-text">Equipe do projeto Mulheres que Tecem Pernambuco na casa de Maria Janira, em Lagoa do Carro</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p>Com a proposta de revelar o protagonismo feminino nos bastidores da produção têxtil do Estado, o projeto “Mulheres que Tecem Pernambuco” será lançado em forma de site neste sábado (14), às 14h, no Centro do Artesanato de Pernambuco, situado no Marco Zero (Recife). Idealizada pela arquiteta Clara Nogueira, a inciativa, que tem incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, conta as narrativas de 18 mulheres artesãs de três cidades do interior do Estado, sendo elas Lagoa do Carro, conhecida pela sua tapeçaria; Poção, famosa pela renda renascença; e Tacaratu, que se destaca pela sua tecelagem.</p>
<p>“<em>Todo mundo foca no artesanato enquanto produto e eu quis focar na prática cultural e evidenciar justamente a mulher, porque esse artesanato não existiria se não fosse pela mão delas, pelo contexto de vida, pela realidade. São mulheres que constroem cidades através dessa prática, porque elas dão títulos às cidades, que são chamadas como a ‘terra do tapete’, o ‘berço da renascença’ e a ‘capital da rede de dormir’. Eu queria entender o processo, quem são elas, como se dá esse trabalho, se elas fazem como trabalho</em>”, explica Clara Nogueira, que é também a coordenadora geral do projeto e foi responsável por transcrever e editar todas as entrevistas realizadas em 2017.</p>
<div id="attachment_59510" aria-labelledby="figcaption_attachment_59510" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/Rudivânia-Sítio-Olho-DÁgua-do-Bruno-Tacaratu.jpg"><img class="size-large wp-image-59510" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/Rudivânia-Sítio-Olho-DÁgua-do-Bruno-Tacaratu-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Rudivânia com o tear manual em Sítio Olho D&#8217;Água do Bruno, em Tacaratu</p></div>
<p>Com introdução feita pela pesquisadora Luiza Maretto e imagens feitas pela fotógrafa Laís Domingues, que acompanharam Clara nas viagens e durante as entrevistas, o material sobre a vida das artesãs manteve o uso da primeira pessoa. “<em>É para o espectador ter o privilégio de ler elas</em>”, esclarece Clara, que não pode usar o nome e fotos de algumas das entrevistadas, que preferiram o anonimato para evitar conflitos dentro do seu contexto político.</p>
<p>“<em>Cada cidade tem suas particularidades e suas divisões. O que achei mais gritante é que todas são mulheres. Elas que são responsáveis pelo fazer, pelo resistir e por passar o conhecimento para outras mulheres. A questão de gênero está muito ligada à prática têxtil e esse é um dos meus votos nessa pesquisa e nos trabalhos de vida mesmo. Algumas desistiram, porque cada cidade tem um contexto de valorização e desvalorização do trabalho. Em Lagoa do Carro, estão um pouco mais organizadas do que nas outras, porque elas têm uma associação. Nas demais elas estão sozinhas e estão na base do capitalismo ferrenho. Quem monopoliza o mercado em Poção, por exemplo, são as fábricas com os atravessadores, e em Itacaratu, são as fábricas com o tear elétrico operado pelos homens, que produzem muitas redes, enquanto as mulheres comandam o tear manual. É uma divisão bem sexista, mas elas estão lá disputando e amam o que fazem, a grande maioria</em>”, observa Clara, que também nutre uma paixão pelo bordado e pelo crochê, através do seu trabalho com o projeto “Linhas de Fuga”.</p>
<div id="attachment_59511" aria-labelledby="figcaption_attachment_59511" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/1523568969515714129af7cdf2ff41d53512f0bbf6.jpg"><img class="size-full wp-image-59511" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/1523568969515714129af7cdf2ff41d53512f0bbf6.jpg" width="640" height="427" /></a><p class="wp-caption-text">Carla e Alexandra fazem renda Renascença em Poção</p></div>
<p>O site ainda contará com textos sobre as cidades e os tipos explorados de artesanato, para que o leitor possa compreender a complexidade e as sutilezas que envolvem cada produção. O formato para a internet foi escolhido para que o maior número de pessoas possa ter acesso ao material e conhecer o trabalho praticado pelas mulheres nas cidades estudadas. “<em>Essa prática está diminuindo em alguns lugares porque não há tanto interesse das mais novas fazerem esse trabalho, tem um contexto bem amplo por trás disso. Que isso seja só o começo de um entendimento de uma cadeia de produção e da legitimação do trabalho</em>”, torce Clara.</p>
<p><b>SERVIÇO</b><br />
<i>Lançamento do site “Mulheres que Tecem Pernambuco”</i><br />
Quando: Neste sábado (14), às 14h<br />
Onde: Centro do Artesanato de Pernambuco (Marco Zero)<br />
Entrada Gratuita</p>
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		<title>Mostra &#8216;Delas&#8217; ressalta o talento de artistas visuais pernambucanas</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Mar 2017 19:05:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na sua quarta edição, a mostra Delas retorna para A Casa do Cachorro Preto, em Olinda, com o trabalho de vinte artistas pernambucanas e uma homenagem à artista olindense Tereza Costa Rêgo. No mês em que se intensificam as mobilizações por igualdade de gênero, a exposição coletiva se coloca como um espaço dedicado a mostrar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_46043" aria-labelledby="figcaption_attachment_46043" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/pecado-original-teresa-costa-rego.jpg"><img class="size-medium wp-image-46043" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/pecado-original-teresa-costa-rego-607x416.jpg" width="607" height="416" /></a><p class="wp-caption-text">A peça &#8216;Pecado Original&#8217;, de Tereza Costa Rêgo, estará na exposição Delas</p></div>
<p>Na sua quarta edição, a mostra<strong> Delas</strong> retorna para A Casa do Cachorro Preto, em Olinda, com o trabalho de vinte artistas pernambucanas e uma homenagem à artista olindense Tereza Costa Rêgo. No mês em que se intensificam as mobilizações por igualdade de gênero, a exposição coletiva se coloca como um espaço dedicado a mostrar o talento de artistas mulheres da cena local, que ainda hoje esbarram na desigualdade gerada pelo machismo em todas as esferas da sociedade. A mostra abre ao público nesta quinta (9), às 19h, e fica em cartaz até 27 de março.</p>
<p>A visitação pode ser feita de quinta a domingo, das 16h às 22h, e as obras estão disponíveis para aquisição. Participam da mostra artistas pernambucanas ou residentes no estado das mais variadas técnicas e diversos estilos, como Amelia Couto, Barbara Collier, Bia Melo, Carol Huang, Clara Moreira, Clara Nogueira, Clarissa Machado, Conchita, Dani Acioli, Fefa Lins, Gio Simões, Joana Liberal, Juliana Lapa, Kátia Fugita, Laura Costa Rêgo, Luciene Torres, Nathalia Queiroz, Simone Mendes, Tatiana Móes e Valéria Rey Soto.</p>
<p>De acordo com Sheila Oliveira, organizadora da exposição, a ideia surgiu como forma de aproveitar o potencial d’A Casa do Cachorro Preto para falar sobre temas fundamentais para a transformação da sociedade, neste caso a igualdade de gênero.<em> “A gente tem um público e um núcleo de artistas muito jovem, e com o mês de março consideramos que era importante fazer uma mobilização para mostrar que temos muitas mulheres artistas de alta qualidade técnica. A ideia foi dar espaço para que elas pudessem se expressar sobre o tema do feminismo através da sua técnica artística”</em>, explica.</p>
<p>Na primeira edição de <strong>Delas</strong>, em 2014, foram dez participantes. <em>“No segundo esse número subiu para 15. Ano passado tivemos 17 e nesta edição contamos com 20 artistas. Isso mostra que a questão não é inexistência de mulheres talentosas, e sim de espaço para que elas possam expor suas obras”</em>, ressalta Sheila, que há anos namorava a ideia de convidar Tereza Costa Rêgo para ser a homenageada da mostra. <em>“Decidimos escolhê-la este ano, em primeiro lugar, porque Tereza Costa Rêgo é uma mulher que inspira pela trajetória e pela obra. Em segundo, por conta do simbolismo da sua obra, que tem muito a ver com a questão do feminino. E em terceiro porque ela é nossa vizinha, olindense, e sempre foi um sonho nosso fazer algo com essa grande artista. Pra nós d’A Casa do Cachorro Preto este é um importante momento”</em>.</p>
<div id="attachment_46044" aria-labelledby="figcaption_attachment_46044" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/obra-clara-moreiraa.jpg"><img class="size-medium wp-image-46044 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/obra-clara-moreiraa-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Peça &#8216;sem título&#8217; de Clara Moreira, desenho 35x51cm, feito em lápis de cor em papel-algodão</p></div>
<p>A mostra vai contar com uma instalação que retrata o bordel imaginário de Tereza Costa Rêgo e outro ambiente com a obra Pecado Original, que resumem bem a concepção da exposição coletiva. “<em>Neste ano, especialmente, a gente terá algumas referencias de pessoas que têm trabalhos junto a Tereza, como Laura Costa Rêgo, sua filha, e Conchita, cunhada dela”</em>, revela a organizadora da mostra.</p>
<p>Uma das artistas participantes, Clara Moreira, de 33 anos, é autora de uma peça <em>sem título</em>, um desenho 35x51cm, feito em lápis de cor em papel-algodão. A obra ilustra uma espécie de intervenção na paisagem do Parque das Esculturas do Recife, no qual o corpo de uma mulher se sobrepõe ao objeto fálico batizado por Francisco Brennnand de Torre de Cristal.</p>
<p><em>“No momento eu não quero dar palavras sobre o desenho. Eu como artista tenho mais interesse em saber o que as pessoas estão formulando sobre ele e quero curtir esse momento dos retornos. Por isso que não tem título. Qualquer um que eu colocasse iria delimitar o campo das interpretações. Acho que o eco a ser ouvido é mais importante que só o meu. O significado quem dá é quem viu. E como artista estou muito nesse lugar. Foram muitas reações, e a principio até pensei que pudesse haver controvérsias. Mas incrível que as pessoas estão enxergando como uma intervenção na paisagem”,</em> explica Clara Moreira, que vê muita importância na realização da mostra.<em> “Não tem como negar que a gente vive essa desigualdade estrutural. Acho que essas ações afirmativas que dão voz aos grupos abafados são bem vindas. Espero que as pessoas aproveitem pra conhecer um pouco do trabalho de todas essas artistas mulheres”,</em> opina.</p>
<div id="attachment_46042" aria-labelledby="figcaption_attachment_46042" class="wp-caption img-width-390 aligncenter" style="width: 390px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/nathalia-belicas1-40x70-1.jpg"><img class=" wp-image-46042 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/nathalia-belicas1-40x70-1-487x486.jpg" width="390" height="389" /></a><p class="wp-caption-text">Ilustração &#8216;Bélicas&#8217;, feita com nanquim em papel, da artista Nathalia Queiroz</p></div>
<p>Já a ilustradora Nathalia Queiroz, de 31 anos, participa pela terceira vez da mostra <strong>Delas</strong>, desta vez, com a peça &#8216;Bélica&#8217;, um desenho feito com nanquim sobre papel, produzida por ela no ano passado. <em>“Essa ilustração mostra duas mulheres abraçadas, como se fossem um casal, mas que seguram armas. O que me inspirou a criar este desenho foi uma situação recorrente que acontecia quando eu namorava uma menina e a gente se abraçava publicamente como um casal normal. Era comum alguém soltar uma gracinha, como se as duas juntas fossem um combo e não um casal que quisesse estar junto, e aquilo muito me irritava. Mulheres que se amam, mas que precisam andar armadas o tempo todo”.</em></p>
<p>Nathalia Queiroz também comemora as conquistas que a exposição trouxe às participantes nos últimos anos. <em>“É uma mostra que está cada dia mais madura. Eu mesma quando faço um comparativo com os outros anos reconheço um amadurecimento de todas as artistas que já passaram por lá, e as que estão chegando agora trazem trabalhos muito fortes em termos de conteúdo e posicionamento político”</em>.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong><em>Abertura da exposição Delas &#8211; A Mostra das Mulheres</em></strong><br />
Quinta (9) | 19h<br />
A Casa do Cachorro Preto (Rua Treze de Maio, 99, Cidade Alta – Olinda)<br />
Gratuito</p>
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