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	<title>Portal Cultura PE &#187; clarice andrade</title>
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		<title>Cais do Sertão debate sobre o olhar feminino na arte</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2020 18:09:13 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_79529" aria-labelledby="figcaption_attachment_79529" class="wp-caption img-width-498 aligncenter" style="width: 498px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/dani-acioli.jpg"><img class="size-medium wp-image-79529" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/dani-acioli-498x486.jpg" width="498" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A artista pernambucana Dani Acioli é a convidada desta semana do &#8220;Conexão no Cais&#8221;</p></div>
<p>Desde o surgimento do mundo, as expressões artísticas codificaram a história da humanidade. A natureza, os afetos e as paisagens foram fortemente representados a partir da perspectiva masculina. Com a necessidade de trazer protagonismo de diversos grupos sociais, as mulheres passaram a refletir e produzir arte. Pensando em toda a historiografia da arte, o Cais do Sertão, tendo como mote o Outubro Rosa, que traz à tona a discussão sobre o feminino, convida a desenhadora e jornalista Dani Acioli para <em>live</em>. A artista discute “A feminista obra de uma desenhadora”, no quadro Conexão Cais, nesta quarta-feira (28), às 15h, no Instagram <a href="https://www.instagram.com/caisdosertao/" target="_blank"><strong>@caisdosertao</strong></a>.</p>
<p>Dani se coloca como feminista e trabalha todo o seu universo por intermédio da linguagem figurativa com forte inspiração na xilogravura e no cordel &#8211; expressões fortes no interior de Pernambuco. Entre tecidos, madeiras e cores, o seu trabalho ganha forma por abordar o feminino, o pudor, o erotismo e a opressão. Todo esse processo criativo será apresentado e analisado por ela na conversa mediada pela coordenadora de Conteúdo do Cais, a jornalista Clarice Andrade.</p>
<p>Em um cenário dominado pelas produções masculinas, torna-se difícil trazer ao centro outras perspectivas do ofício artístico. Para Dani, o mercado ainda é desigual para as mulheres. <em>“Em um mundo pautado pelo endeusamento da visão masculina, trazer à tona as experiências femininas com o erotismo, a religião e os afetos, infelizmente, é uma tarefa que ainda encontra muita resistência. Faz-se necessário a luta persistente em ocupar um lugar que é nosso”</em>, defende a artista.</p>
<p>O trabalho visual de Dani nos últimos anos chegou à Europa, ganhando visibilidade em galerias de arte em Lisboa, com as exposições “No Meu lugar, o que você faria” e “Histeril”. No Recife, entre outros trabalhos, ela coordenou o Projeto Anexo e a Mostra Cultural BR Shopping Recife.</p>
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