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	<title>Portal Cultura PE &#187; Clarice Lispector</title>
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		<title>Reflexões urbanas, histórias de resistência e mergulhos sensoriais na programação do fim de semana no Cinema São Luiz</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 16:38:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Cinema São Luiz recebe mais um fim de semana repleto de narrativas potentes que atravessam o país e revelam realidades distintas — da memória afetiva das ondas do rádio ao cotidiano da construção civil, passando por experiências de retorno, resistência e sonhos interrompidos. Com sessões gratuitas e ingressos acessíveis, a programação do sábado (19) [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119101" aria-labelledby="figcaption_attachment_119101" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/lispectorante-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-119101" alt="&quot;Lispectorante&quot; está na programação deste fim de semana" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/lispectorante-1-607x303.jpg" width="607" height="303" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Lispectorante&#8221; está na programação deste fim de semana</p></div>
<p>O Cinema São Luiz recebe mais um fim de semana repleto de narrativas potentes que atravessam o país e revelam realidades distintas — da memória afetiva das ondas do rádio ao cotidiano da construção civil, passando por experiências de retorno, resistência e sonhos interrompidos. Com sessões gratuitas e ingressos acessíveis, a programação do sábado (19) e domingo (20) de julho reafirma o compromisso do equipamento com uma curadoria diversa e conectada com temas urgentes e poéticos.</p>
<p>&#8220;A cada nova programação buscamos valorizar filmes que se comunicam com o mundo de hoje, mesmo que sempre conectados com nossa história e memória. A gente tem um fim de semana que começa com um sábado repleto de produções pernambucanas, mostrando a diversidade do que se faz aqui no Estado, com diferentes propostas de encenação e de pesquisa sobre diferentes territórios também. Às 14 horas, a gente começa com o filme Estação Janga Lua, dirigido por Chia Beloto e Rui Mendonça, e que aborda o cotidiano e as experiências do mestre Zeca do Rolete com a sua grande paixão, que é o rádio. É um filme de invenção, de fabulação desse cotidiano. Vai ter um debate após a sessão com a equipe do filme&#8221;, explica o curador e programador do equipamento, Pedro Severien.</p>
<p>Após a exibição de &#8220;Estação Janga Lua&#8221;, a programação continua às 16h30 com o documentário &#8220;Maestra&#8221;, de Bruna Piantino, que apresenta a trajetória de Cenir Silva, uma mestra de obras cuja prática cotidiana subverte e reinventa os espaços da cidade. Uma reflexão sensível sobre técnica, pertencimento e força coletiva. Um filme com impacto social, que fala de relações afetivas e relações de trabalho, relações com o território.</p>
<p>Às 18h, o destaque é para o longa de ficção &#8220;Lispectorante&#8221; (14 anos), de Renata Pinheiro. Misturando realismo, mistério e autobiografia, o filme acompanha Glória Hartman em seu retorno a Recife e no reencontro com os fantasmas — reais e imaginários — da cidade, da literatura e de si mesma.</p>
<p>Encerrando o sábado, às 20h, será exibido &#8220;Ainda não é amanhã&#8221; (14 anos), de Milena Times, longa que acompanha os dilemas de Janaína, jovem universitária cuja trajetória é atravessada por uma gravidez inesperada. O filme toca com sensibilidade em temas como acesso à educação, juventude e autonomia. “Um belíssimo filme que teve uma circulação em diversos festivais e que trata dos desafios de uma jovem mulher negra da periferia, que tem um futuro super promissor e que tem que lidar com uma gravidez indesejada. Então, o filme aborda os dilemas dessa situação, promovendo uma reflexão sobre o aborto na perspectiva social da saúde das mulheres&#8221;, pontua Severien.</p>
<p>O domingo começa às 14h com a sessão infantil &#8220;Thiago &amp; Ísis e os Biomas do Brasil&#8221;, que trata do meio ambiente de uma forma divertida e envolvente misturando documentário, teatro de bonecos e animação. Às 16h, tem uma sessão extra do clássico &#8220;Em busca do ouro&#8221;, de Charles Chaplin, um filme que está completando 100 anos e que retorna à tela do São Luiz após muitos pedidos do público. Para finalizar o fim de semana, é exibido &#8220;O Silêncio das Ostras&#8221;, um filme de Marcos Pimentel que aborda de forma ficcional, mas se utilizando de muitos elementos do real, as tragédias que ocorreram em Mariana e Brumadinho.</p>
<p><strong>Confira a programação completa:</strong></p>
<p><strong>Sábado (19)</strong></p>
<p data-renderer-start-pos="515">14h &#8211; Estação Janga Lua<br />
16h30 &#8211; Maestra<br />
18h &#8211; Lispectorante<br />
20h &#8211; Ainda não é amanhã</p>
<p data-renderer-start-pos="604"><strong>Domingo (20)</strong></p>
<p data-renderer-start-pos="623">14h &#8211; Thiago &amp; Ísis e os Biomas do Brasil<br />
16h &#8211; Em busca do ouro<br />
18h &#8211; O silêncio das ostras</p>
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		<title>Cia. Biruta de Teatro leva espetáculo teatral para praças de Petrolina</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Dec 2023 14:02:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De sexta-feira (8) a domingo (10) a Cia. Biruta de Teatro leva o espetáculo História Lacrimogênica de Cordel (ou A Hora da Estrela) para o bairro João de Deus e para o Projeto Senador Nilo Coelho C-1, no município de Petrolina, no Sertão pernambucano. Baseada na obra de Clarice Lispector, a peça é uma adaptação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106896" aria-labelledby="figcaption_attachment_106896" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">André Amorim/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/História-Lacrimogência_Foto-André-Amorim_1.jpg"><img class="size-medium wp-image-106896" alt="André Amorim/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/História-Lacrimogência_Foto-André-Amorim_1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cena do espetáculo História Lacrimogênica de Cordel (ou A Hora da Estrela), da Cia. Biruta de Teatro</p></div>
<p>De sexta-feira (8) a domingo (10) a Cia. Biruta de Teatro leva o espetáculo <em>História Lacrimogênica de Cordel (ou A Hora da Estrela)</em> para o bairro João de Deus e para o Projeto Senador Nilo Coelho C-1, no município de Petrolina, no Sertão pernambucano. Baseada na obra de Clarice Lispector, a peça é uma adaptação do romance <em>A Hora da Estrela</em> para o teatro de rua. As apresentações gratuitas já passaram pelo bairro Rio Corrente e pelo Projeto N-11.<br />
Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do edital Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) 2019/2020, o espetáculo tem ainda apoio da Prefeitura Municipal de Petrolina e parceria com o Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IFSertão/Campus Petrolina) e fo grupo de pesquisa LeaBrasil (IFSertão Petrolina).<br />
<em>A Hora da Estrela</em> conta a história tragicômica de uma nordestina chamada Macabéa. Uma moça pobre que nasceu e se criou no interior de Alagoas e migrou aos 19 anos de idade para o Rio de Janeiro onde conseguiu um trabalho de datilógrafa.<br />
Em cena o público tem a oportunidade de conferir a versatilidade da atriz Cristiane Crispim e do ator Juliano Varela em um jogo de metalinguagem no qual encarnam a autora. “A dramaturgia propõe um jogo de mascaramento e uma relação de espelhamento e duplo paródico entre as personagens da história e a própria Clarice Lispector enquanto autora também ficcionalizada por trás de toda criação. Na peça a protagonista, Macabéa, não é capaz de falar de si, sua voz é inventada pela autora e as questões mais profundas de sua existência são comentadas por ela”, revela Cristiane Crispim.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação:</strong></span></p>
<p>Sexta-feira (8), 19h – Praça do C-1 (ao lado do galpão da associação);<br />
Sábado (9), 19h – Anfiteatro da Praça da Juventude – João de Deus;<br />
Domingo (10), 17h30 – Anfiteatro da Praça da Juventude – João de Deus.<br />
Acesso gratuito<br />
Classificação: livre<br />
Duração: 60 minutos</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ficha técnica:</strong></span></p>
<p>Direção, pesquisa e cenografia: Antonio Veronaldo<br />
Texto original: <em>A Hora da Estrela</em>, de Clarice Lispector<br />
Assistência de direção, pesquisa e adaptação dramatúrgica: Camila Rodrigues<br />
Atuação, pesquisa e adaptação dramatúrgica: Cristiane Crispim e Juliano Varela<br />
Preparação de elenco – oficina de máscaras: Érico José e Fábio Soares<br />
Preparação de elenco – oficina de teatro de rua: Caroline Arcoverde e Djaelton Quirino<br />
Criação e confecção dos figurinos: Leticia Rodrigues<br />
Criação e confecção de máscaras: Cristiane Crispim<br />
Registro audiovisual, edição e fotografia: Abajur Soluções<br />
Intérpretes de libras: Rita Silva e Ely Vieira<br />
Comunicação: Eneida Trindade<br />
Design gráfico: Giovane Peixoto</p>
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		<title>De Petrolina, Cia. Biruta de Teatro prepara novo espetáculo para o público</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 13:04:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Maio é o mês de aniversário da Cia Biruta de Teatro e, para comemorar seus 15 anos, o grupo vem preparando o espetáculo “História Lacrimogênica de Cordel – ou A Hora da Estrela”. O novo trabalho, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, é uma adaptação do romance [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_101920" aria-labelledby="figcaption_attachment_101920" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">André Amorim/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/2022.10.16-História-Lacrimogênica-Foto-André-Amorim_365.jpg"><img class="size-medium wp-image-101920" alt="André Amorim/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/2022.10.16-História-Lacrimogênica-Foto-André-Amorim_365-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A previsão é que o espetáculo seja apresentado em praças públicas da periferia e zona rural de Petrolina, no mês de julho</p></div>
<p>Maio é o mês de aniversário da Cia Biruta de Teatro e, para comemorar seus 15 anos, o grupo vem preparando o espetáculo “História Lacrimogênica de Cordel – ou A Hora da Estrela”. O novo trabalho, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, é uma adaptação do romance “A Hora da Estrela”, de Clarice Lispector, para o teatro de rua e a previsão é que seja apresentado em praças públicas da periferia e zona rural de Petrolina no mês de julho.</p>
<p>A Biruta iniciou a montagem da peça em julho de 2022, com ensaios regulares, mas o processo criativo foi iniciado muito antes. “O projeto é resultado da nossa pesquisa e investigação sobre as máscaras, o teatro popular e a obra clariceana. Um processo que vem contando com contribuições importantes, com a do professor Érico José, da Universidade de Brasília, do ator e dançarino Fábio Soares (Recife/PE) e do grupo Teatro de Retalhos (Arcoverde/PE) que vêm participando da nossa preparação, transformando-a em um campo fecundo de aprendizados e trocas de experiências”, conta a atriz Cristiane Crispim.</p>
<p>No espetáculo, os atores encarnam a autora em um jogo de mascaramento. “A dramaturgia propõe uma relação de espelhamento e duplo paródico entre as personagens da história e a própria Clarice Lispector, enquanto autora também ficcionalizada, por trás de toda criação. Na peça, a protagonista, Macabéa, não é capaz de falar de si, sua voz é inventada pela autora e as questões mais profundas de sua existência são comentadas por ela” revela o ator, dramaturgo e diretor teatral, Antonio Veronaldo, que assina a direção do espetáculo.</p>
<p>Além de Cristiane Crispim e Antônio Veronaldo, o espetáculo conta com Juliano Varela no elenco, Camila Rodrigues na assistência de direção e figurino criado por Letícia Rodrigues.</p>
<p><strong>A Hora da Estrela -</strong> A Hora da Estrela conta a história tragicômica de uma nordestina chamada Macabéa. Uma moça pobre que nasceu e se criou no interior de Alagoas e migrou para o Rio de Janeiro aos 19 anos, onde conseguiu um trabalho de datilógrafa.</p>
<p><strong>Cia Biruta de Teatro -</strong> No catálogo de espetáculos já encenados pela Biruta estão as montagens de “Maria Minhoca” e “O Mágico de Oz”, que deram projeção para o grupo no Vale do São Francisco e em outras regiões, além de “Chico e Flor contra os monstros da Ilha do Fogo”, “Processo Medusa” e “Cenas Ribeirinhas”, que deram reconhecimento ao grupo.</p>
<p>Em 15 anos de história, a Cia Biruta também acumula na bagagem produções audiovisuais, participações em festivais, prêmios, e intercâmbios com grupos de teatro nacionais e internacionais. Entre as experiências mais marcantes estão a realização encontro Pontes Flutuantes, com a participação de Eugênio Barba e Julia Varley, ambos integrantes do grupo dinamarquês Odin Teatret, a produção do curta-metragem ‘Chico e Flor – A lenda do Rio Opará’, e a premiação por Iniciativas Culturais nas Comunidades/Periferias &#8211; LAB PE 2021, recebida pelo trabalho que o grupo realiza na periferia de Petrolina.</p>
<p>Este ano, com a comemoração ao seus 15 anos, o grupo já estreou o espetáculo “Notícias do Dilúvio – um canto a Canudos”, que narra acontecimentos de Canudos, através da presença das mulheres na guerra, e segue com os preparativos para a estréia de “História Lacrimogênica”, além do lançamento de uma nova temporada de “Chico e Flor”.</p>
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		<title>Editada pela Cepe, HQ &#8220;Pedra d’Água&#8221; desbrava o Recife de Clarice Lispector</title>
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		<pubDate>Thu, 25 May 2023 15:17:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Clarice Lispector, uma das maiores escritoras do Brasil, é homenageada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), com o lançamento da HQ Pedra d’água, neste sábado (27). A narrativa da novela gráfica une a literatura de Clarice (1920-1977), a partir de citações, alusões e menções à obra da romancista; o Recife que ela conheceu quando morou [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/Capa-Pedra-DAgua.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-101685" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/Capa-Pedra-DAgua-378x486.jpg" width="378" height="486" /></a></p>
<p>Clarice Lispector, uma das maiores escritoras do Brasil, é homenageada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), com o lançamento da HQ <em>Pedra d’água</em>, neste sábado (27). A narrativa da novela gráfica une a literatura de Clarice (1920-1977), a partir de citações, alusões e menções à obra da romancista; o Recife que ela conheceu quando morou na cidade, nas décadas de 1920 e 1930; e o Recife dos dias atuais. Aberto ao público e com bate-papo entre os autores e a jornalista e editora de quadrinhos Dandara Palankof, o mais novo lançamento do selo Cepe HQ acontece a partir das 17h, no Hotel Central, na Boa Vista, bairro onde a também contista e jornalista viveu parte da infância e da adolescência.</p>
<p><em>Pedra d’água</em> é uma criação de Clarice Hoffmann (argumento, roteiro e pesquisa) e Greg Vieira (ilustrações e capa). Clara Moreira colabora com o argumento e o roteiro. No livro, de 108 páginas, uma personagem conduz a história, Esther, pesquisadora que se hospeda no Hotel Central e de lá parte em busca do Recife que Clarice viu, viveu e sentiu. Esther vai à Praça Maciel Pinheiro, Rua da Imperatriz e Avenida Conde da Boa Vista à procura de sobrados onde a escritora morou, refaz os caminhos por onde ela andou, vê as escolas e os lugares que frequentou. As descobertas são pontuadas por trechos de crônicas e referências a livros e contos, como <em>A hora da estrela</em>, <em>Perto do coração selvagem</em> e <em>O ovo e a galinha</em>.</p>
<p>Ao circular pelo bairro da Boa Vista, no Centro, Esther se depara com uma nova cidade. “Os palacetes com jardins de rosas aveludadas e acácias amarelas descritos em textos de Clarice já não existem mais. E isso abre uma discussão sobre o patrimônio material e imaterial, a cidade que a gente não mais vê, existe nessa memória que o escritor gerou do lugar”, observa a jornalista Clarice Hoffmann. A HQ, diz ela, oferece diferentes possibilidades de leitura, a depender do conhecimento do leitor a respeito da obra de Clarice Lispector e da cultura judaica.</p>
<p>O arco narrativo dos contos e o tempo verbal que a escritora usava em sua obra foram levados para a história em quadrinho, informa a jornalista. “Assim como Clarice faz em<em> A hora da estrela</em>, iniciamos a HQ com um narrador e quando a personagem se forma, ela passa a falar na primeira pessoa. Isso acontece quando Esther se transforma em centauro”, declara. A metamorfose faz alusão ao signo da romancista, sagitário. “O cavalo é um animal recorrente nos livros dela, em <em>Perto do coração selvagem</em> (romance de estreia, lançado em 1943) ela escreve que queria morrer e renascer como cavalo”.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/HQ-Pedra-Dágua-PAGs-50-e-51-reduzida.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-101686" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/HQ-Pedra-Dágua-PAGs-50-e-51-reduzida-607x383.jpg" width="607" height="383" /></a></p>
<p>Também está presente na novela gráfica o olhar de Clarice Lispector para as pessoas oprimidas. “Ela dizia que carregava, em decorrência do tempo que morou em Pernambuco, uma fome de justiça social. Essa fome de justiça e a influência das origens judaicas, embora não falasse abertamente sobre isso, são marcantes na obra dela.” Quem leu <em>Mineirinho</em> vai identificar o conto, que narra a crueldade do assassinato de um bandido no Rio de Janeiro, em 1962, na cena da HQ que se passa num bar. “Clarice não era panfletária, mas era muito política”, destaca.</p>
<p>O nome escolhido para a pesquisadora, Esther (estrela, o que está oculto), remete ao título <em>A hora da estrela</em>, acrescenta a jornalista. Publicado em 1977, pouco antes da morte da romancista, o livro relata a vida de Macabéa, uma imigrante nordestina no Rio de Janeiro, e lança reflexões sobre a condição humana. Clarice Lispector nasceu na Ucrânia, numa aldeia chamada Tchetchelnik, e morou no Recife dos 5 aos 14 anos, até se mudar para o Rio de Janeiro com a família.</p>
<p>“Essa HQ, sugerida pela Cepe, é uma forma de homenagear Clarice Lispector, uma autora que já é alvo de inúmeras leituras e pesquisas, por um caminho próprio. A proposta foi a de fugir das possibilidades de uma adaptação ou uma biografia em forma de quadrinhos, opções talvez mais corriqueiras. Assim, Pedra d&#8217;água se tornou uma narrativa em que a escritora e o Recife são personagens constantes, ainda que quase ocultos. Através de Esther, a protagonista que circula pela cidade e pelo universo literário clariceano, Clarice Hoffmann e Greg conduzem o leitor &#8211; o que pouco conhece e o já familiarizado com Clarice Lispector, leitor contumaz de HQs ou não &#8211; a um mergulho original na obra sempre em desdobramento da escritora pernambucana”, ressalta o jornalista e editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<p>A jornalista Clarice Hoffmann, em parceria com Abel Alencar, também lançou pelo selo Cepe HQ <em>O obscuro fichário dos artistas mundanos</em> (2019), que tem ilustrações de Greg Vieira, Paulo do Amparo, Maurício Castro e Clara Moreira. O título ficou entre os dez melhores quadrinhos do Prêmio Grampo 2020, conferido por jornalistas e críticos especializados.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento HQ &#8220;Pedra d’Água&#8221;<br />
Quando: 27 de maio de 2023 (sábado), às 17h<br />
Onde? Hotel Central (Av. Manoel Borba, 209, Boa Vista, Recife/PE)<br />
*Entrada gratuita<br />
Preço do livro: R$ 70</p>
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		<title>Cepe reúne dez ensaístas para homenagear Clarice Lispector</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 10:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_81192" aria-labelledby="figcaption_attachment_81192" class="wp-caption img-width-353 alignright" style="width: 353px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/O-que-escrevo-continua_ClariceLispector_Site-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-81192 " alt="Cepe/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/O-que-escrevo-continua_ClariceLispector_Site-1-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A obra é uma coletânea de ensaios sobre a obra da escritora Clarice Lispector</p></div>
<p>&#8220;O que eu escrevo continua &#8211; Dez ensaios no centenário de Clarice Lispector&#8221; é o título do primeiro lançamento do ano da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). É também o primeiro evento presencial a ser realizado pela editora desde o início da pandemia. Organizado pelo poeta e cronista José Mário Rodrigues, o livro será lançado nesta próxima quinta-feira (14), às 16h, no auditório do Centro Cultural Cais do Sertão, localizado no Recife Antigo. Durante o encontro será transmitido um vídeo de Nadia Battella Gotlib, autora da fotobiografia da escritora, falando sobre a vida e obra de Clarice.</p>
<p>José Mário reuniu ensaios dos seguintes autores: Raimundo Carrero, Lourival Holanda, Cícero Belmar, Mário Helio, Luzilá Gonçalves Ferreira, Ângelo Monteiro, Fátima Quintas, Fernando de Mendonça, Marilene Felinto e texto do próprio organizador, que ciceroneou Clarice na sua última visita ao Recife, em maio de 1976.</p>
<p>Como disse a jornalista Lêda Rivas na apresentação, a escritora emerge entre sombras dramáticas, desafiando os que buscam decodificá-la nesses 100 anos de seu nascimento e 43 de seu encantamento. <em>“Cada autor pinçou uma nuance específica, mergulhou nas suas raízes, perseguiu seus passos, caçou seus segredos. Há depoimentos pessoais, análises críticas, instantâneos inusitados. Labirinto espelhado, caleidoscópico, tudo em Clarice é mistério. Bem que ela avisou: Tenho várias caras. Uma é quase bonita, outra é quase feia. Sou um o quê? Um quase tudo”</em>.</p>
<p>Raimundo Carrero conta como foi designado para ir a um almoço com Clarice.<em> “Um encontro para nunca mais se livrar dele”</em>, diz. O almoço havia sido organizado por José Mário, que aproveitou a visita de Clarice para entrevistá-la e aproveitar sua companhia, sendo o cicerone dela e da assistente, Olga Borelli.</p>
<p>Em seu ensaio sobre a ocasião, o cronista conta, com devoção, como a salvou de uma crise de pânico e como a escritora chegou a fazer previsões sobre sua vida, tão mística que era, chegando a ser chamada de bruxa. <em>“Clarice possuía uma ‘compulsiva intuição’, como afirmou Otto Lara Resende (jornalista e escritor mineiro)”</em>, conta o organizador.</p>
<div id="attachment_81193" aria-labelledby="figcaption_attachment_81193" class="wp-caption img-width-587 aligncenter" style="width: 587px"><p class="wp-image-credit alignleft">Acervo pessoal</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/clarice-lispector-jose-mario-rodrigues-visita-recife-1976.jpg"><img class="size-medium wp-image-81193" alt="Acervo pessoal " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/clarice-lispector-jose-mario-rodrigues-visita-recife-1976-587x486.jpg" width="587" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O poeta José Mario Rodrigues e Clarice Lispector, durante sua visita ao Recife, em 1976</p></div>
<p>Confira abaixo uma entrevista com José Mário Rodrigues sobre o livro de ensaios e sua relação com Clarice Lispector.</p>
<p><strong>1- Você teve um contato interessante com Clarice. Conseguiu perfurar a bolha de timidez em que ela vivia, dissipar o pânico e fazê-la enfrentar o público. Como uma mulher que intimidava o seu interlocutor com sua beleza, mistério e inteligência, poderia ser conduzida tal qual uma criança a falar para uma plateia?</strong></p>
<p>JOSÉ MÁRIO &#8211; <em>Clarice tomava muitos remédios. Era natural que, diante de uma grande plateia, acontecesse uma crise de pânico. E foi o que aconteceu na entrada do auditório do Bandepe (Banco do Estado de Pernambuco, privatizado em 1998), no Recife antigo, onde ela fez uma palestra ou melhor, leu o texto que havia preparado. O auditório estava lotado. Na época em que ela esteve aqui, 1976, não era um nome tão popular, como ficou depois de sua morte, em 1977. Era conhecida nos meios intelectuais. Sempre aos domingos, à tardinha, ia ao Largo Boticário, no Rio de Janeiro, para uma visita ao pintor e poeta Augusto Rodrigues, o criador das Escolinhas de Arte no Brasil. Eu ainda não conhecia, pessoalmente, a autora de Água Viva. Perguntei a Augusto como era Clarice Lispector? Resposta: “Bonita, sedutoramente atraente, às vezes esquisita, misteriosa, muito inteligente e tem algo de bruxa”</em>.</p>
<p><strong>2- O título refere-se à permanência, à contemporaneidade da obra de Lispector?</strong></p>
<p>JOSÉ MÁRIO ­-<em> Retirei o título do livro de um texto de Água viva que diz: “Tudo acaba, mas o que escrevo continua. O melhor ainda não está escrito. O melhor está nas entrelinhas”. Toda obra da autora de Laços de família está alicerçada no mistério, na inquietação, no desconhecido. Ela mesma disse em entrevistas: “Escrever é procurar entender, é reproduzir o irreproduzível, é sentir até o último fim o sentimento que permaneceria apenas vago e sufocador”</em>.</p>
<p><strong>3- Por que o organizador não prefaciou o título?</strong></p>
<p>JOSÉ MÁRIO ­- <em>Não prefaciei o livro porque eu também queria escrever sobre os dias em que fui cicerone, juntamente com o escritor Augusto Ferraz, nos quatro dias em que ela estava revendo o Recife e também alguns familiares. Lembro-me que estivemos no apartamento de Samuel Lispector, primo de Clarice, na Avenida Boa Viagem. Sou o único participante do livro que não é ensaísta. Preferi que a conceituada jornalista Lêda Rivas fizesse a apresentação, que, aliás, está muito bem escrita</em>.</p>
<p><strong>4- Clarice era bem mística e, além de lhe prometer o contato da cartomante dela no Rio de Janeiro, ainda fez uma predição para você. Como foi esse momento?</strong></p>
<p>JOSÉ MÁRIO &#8211; <em>Clarice tinha participado de um Congresso de Bruxaria na Colômbia, como convidada especial. A promessa de me levar para conhecer a cartomante dela e que morava na Zona Norte do Rio de Janeiro, aconteceu na Oficina de Brennand, numa visita que fizemos ao grande pintor. Fiquei surpreso, a princípio. Mas, em outros tempos, eu era chegado às cartas que não mentem jamais. Uma vez, conheci uma cartomante, em Garanhuns, onde vivi parte da minha vida, e que tinha o mesmo nome de minha mãe: Noemia. Tudo que ela disse sobre meu futuro, aconteceu</em>.</p>
<p><strong>5- Quando conheceu Clarice você já tinha lido que títulos dela? Era um de seus muitos admiradores?</strong></p>
<p>JOSÉ MÁRIO &#8211; <em>Antes de conhecer Clarice eu tinha lido, apenas, o livro Água Viva. Fiquei encantado com a leitura. Depois que a conheci, li A Maçã no Escuro, A Paixão Segundo GH, Laços de Família, Hora da Estrela e Felicidade Clandestina. Durante alguns anos, sempre aos sábados, ela escrevia crônicas no Jornal do Brasil. Essas crônicas foram reunidas em um livro A Descoberta no Mundo</em>.</p>
<p><strong>SOBRE O AUTOR -</strong> José Mário Rodrigues é poeta, jornalista e cronista. Pertence à Academia Pernambucana de Letras. Sua mais recente publicação foi a reunião de sua poesia, publicada pela Cepe e que tem como título: O voo da eterna brevidade, premiado pela Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro &#8220;O que eu escrevo continua &#8211; Dez ensaios no centenário de Clarice Lispector&#8221; (Organizador: José Mário Rodrigues)<br />
Quando: 14 de janeiro de 2021, quinta-feira, às 16h<br />
Local: Auditório do Centro Cultural Cais do Sertão (Armazém 10, Av. Alfredo Lisboa, s/n)<br />
Valor: livro impresso R$ 30, e-book R$ 12</p>
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		<title>SecMulher-PE realiza webinário Feminino e Feminismo na literatura de Clarice Lispector</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2020 12:48:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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<div id="attachment_80600" aria-labelledby="figcaption_attachment_80600" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/vida-e-obra-de-clarice-lispector.jpg"><img class="size-medium wp-image-80600" alt="vida-e-obra-de-clarice-lispector" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/vida-e-obra-de-clarice-lispector-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Escritora se aprofundou em diferentes formas do universo feminino e trouxe, em suas obras, a subjetividade, o cotidiano, os dilemas e questões que dialogam com e para as mulheres</p></div>
<p><em>Feminino e Feminismo na literatura de Clarice Lispector</em> será o tema que guiará o webinário que acontece, nesta quinta-feira (17/12), dando sequência as ações da Secretaria da Mulher de Pernambuco (SecMulher-PE) ao Centenário de Clarice Lispector. A escritora se aprofundou em diferentes formas do universo feminino e trouxe, em suas obras, a subjetividade, o cotidiano, os dilemas e questões que dialogam com e para as mulheres. A live começa às 10h e será transmitida no <strong><a href="https://www.youtube.com/channel/UCCUdUwcMdoGLy6aqboneJ5A" target="_blank">Canal do Youtube da SecMulher-PE</a></strong>.</p>
<p>Duas acadêmicas foram convidadas para trazerem a reflexão da obra de Clarice Lispector ao público. Maria Geórgia Alves &#8211; escritora, jornalista, mestra em Teoria Literária pelo Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e autora da dissertação “O Retrato do Recife de Clarice Lispector”, além de artigos científicos sobre a obra da escritora. A outra convidada é Cristina Lúcia de Almeida &#8211; professora de Língua Portuguesa e Literatura do Colégio de Aplicação – UFPE, com Mestrado e Doutorado em Letras (Teoria Literária – UFPE).</p>
<p>As ações para o Centenário de Clarice Lispector continuam com o Cartas para Clarice e o Mulheres falam Clarice. A Secretaria da Mulher de Pernambuco conta com o apoio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:<br />
</strong></span>Webniário &#8220;<em>Feminino e Feminismo na literatura de Clarice Lispector</em>&#8221;<br />
Quinta-feira (17) | 10h<br />
<strong><a href="https://www.youtube.com/channel/UCCUdUwcMdoGLy6aqboneJ5A" target="_blank">Canal do Youtube da SecMulher-PE</a></strong></p>
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		<title>Secretaria da Mulher de Pernambuco lança ações para o Centenário de Clarice Lispector</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2020 13:58:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_76762" aria-labelledby="figcaption_attachment_76762" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/claricelispector.jpg"><img class="size-medium wp-image-76762" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/claricelispector-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Há 100 anos, nascia Clarice Lispector, uma das referências da literatura brasileira</p></div>
<p>Nesta quinta-feira (10/12), a escritora Clarice Lispector, que passou parte de sua vida no Recife e estudou no Ginásio Pernambucano, completaria 100 anos. E para marcar o seu centenário, a Secretaria Estadual da Mulher (SecMulher-PE) está lançando uma série de ações para homenagear a escritora que ganhou o mundo deixando um rico acervo de obras, entre as quais romances, poesias, cartas e demais gêneros literários.</p>
<p>Entre as ações para este centenário, hoje terá início o Cartas para Clarice. Todas as pessoas que quiserem se conectar com a obra de Clarice Lispector e registrar o seu agradecimento, admiração pela obra da autora, podem escrever uma carta, bilhete, recado, mensagem, de até uma lauda, e enviar para a Secretaria da Mulher de Pernambuco através do link: <strong><a href="http://encurtador.com.br/ijoyB" target="_blank" rel="noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://encurtador.com.br/ijoyB&amp;source=gmail&amp;ust=1607777150947000&amp;usg=AFQjCNEm3VKnwzt-6tezYY14pZJfhavILg">encurtador.com.br/ijoyB</a></strong>. As cartas selecionadas serão postadas nas redes sociais da SecMulher-PE.</p>
<p>A programação do Centenário de Clarice Lispector da SecMulher-PE conta com o apoio da Coordenadoria de Literatura da Secult-PE e se estenderão até março de 2021.</p>
<p>Mulheres falam Clarice. Esse é o tema da segunda ação em homenagem a escritora. A SecMulher-PE reuniu 10 mulheres, de diferentes universos, mas que têm em comum, uma ligação afetiva e artística com a obra de Clarice Lispector. Cada uma gravou um vídeo recitando fragmentos da obra de Clarice que marcaram suas vidas. De sexta-feira (11/12) até o dia 20 desse mês, estaremos exibindo em nossas redes sociais os dez vídeos protagonizados por artistas, estudantes, servidoras públicas, poetisas e produtoras.</p>
<p>Um diálogo sobre o universo feminino e da infância de Clarice Lispector é o que propõe os webinários que acontecem, nos próximos dias 17 e 18. O primeiro terá como tema: Feminino/Feminismo na Literatura de Clarisse Lispector e, acontece das 10h30 às 12h00, no Canal do Youtube da SecMulher-PE. Para este webinário, trazemos a jornalista e professora Maria Geórgia Alves, a também professora Dra. Cristina Lúcia de Almeida (UFPE) e a secretária da Mulher de Pernambuco, Silvia Cordeiro.</p>
<p>No dia 18, o tema será “A Literatura de Clarice Lispector para a Infância”. A escritora, na sua literatura para infância, envereda por temas e aspectos do pensar, olhar e sentir das crianças como poucas escritoras e escritores. Para esse bate papo, contamos com a presença da professora/Doutora Ana Patrícia Frederico Silveira (IFPE/Sertão) e da atriz contadora de Histórias, Fabiana Leão (Petrolina). O evento on-line, acontece às 10h da manhã, pelo Canal do Youtube da SecMulher-PE.</p>
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		<title>Saraus em Pasárgada desta sexta (11) homenageia aniversariante Clarice Lispector</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 17:26:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Saraus em Pasárgada – nos mares de Clarice” acontece nesta sexta-feira (11), homenageando o centenário de Clarice Lispector, escritora que passou parte da infância e adolescência no Recife. O evento mensal de valorização da poesia, que desde março é realizado pela internet por causa da pandemia do coronavírus, quer resgatar a memória do ícone da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/vida-e-obra-de-clarice-lispector.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-78518" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/vida-e-obra-de-clarice-lispector-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“Saraus em Pasárgada – nos mares de Clarice” acontece nesta sexta-feira (11), homenageando o centenário de Clarice Lispector, escritora que passou parte da infância e adolescência no Recife. O evento mensal de valorização da poesia, que desde março é realizado pela internet por causa da pandemia do coronavírus, quer resgatar a memória do ícone da literatura brasileira que completaria 100 anos nesta quinta-feira (10), se estivesse viva. A participação é aberta a todos, por meio de postagens no Instagram, com exibição a partir das 18h, no <a href="https://instagram.com/culturape" target="_blank"><strong>@culturape</strong></a>.</p>
<p>“Decidimos dedicar esta edição dos Saraus em Pasárgada a Clarice, por ocasião das comemorações do seu centenário e pela importância que ela tem para a literatura brasileira, com um estilo original, denso e feminino. Assim como Bandeira, era nas coisas simples que ela encontrava o espaço da escrita, dos sentimentos, do espanto. A pluralidade de Clarice, até hoje, nos provoca e ao mesmo tempo acolhe no mais profundo mistério”, disse Marília Mendes, gestora do Espaço Pasárgada (espaço cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe) onde viveu Manuel Bandeira e que sediou os Saraus quando aconteceu presencialmente.</p>
<p>O formato será o mesmo usado desde que o encontro mensal passou a ser online. A participação de poetas, amantes da poesia, admiradores de Manuel Bandeira, Clarice Lispector e curiosos, mantendo a tradição de microfone aberto a todos, se dará por vídeos. Os interessados devem publicar seus conteúdos no Instagram e marcar os perfis @culturape e @manuelbandeira.pasargada. Serão compartilhadas gravações contendo poemas da própria homenageada ou que tenham relação com ela.</p>
<p>“O nosso convite é para um mergulho nas águas de Clarice. Na memória da infância no Recife, na memória do mar e no nosso próprio mistério”, concluiu Marília Mendes.</p>
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		<title>Fundarpe entrega exame técnico para tombamento da Casa de Clarice Lispector</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 16:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Gerência de Patrimônio Cultural da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (GPPC-Fundarpe) entregou, na manhã desta quinta-feira (10), durante a reunião ordinária do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC), o exame técnico para tombamento da Casa de Clarice Lispector, ligado à Santa Casa da Misericórdia. É de responsabilidade do CEPPC [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_76762" aria-labelledby="figcaption_attachment_76762" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/claricelispector.jpg"><img class="size-medium wp-image-76762" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/claricelispector-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Há 100 anos, nascia Clarice Lispector, uma das referências da literatura brasileira</p></div>
<p>A Gerência de Patrimônio Cultural da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (GPPC-Fundarpe) entregou, na manhã desta quinta-feira (10), durante a reunião ordinária do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC), o exame técnico para tombamento da Casa de Clarice Lispector, ligado à Santa Casa da Misericórdia.</p>
<p>É de responsabilidade do CEPPC deliberar sobre o tombamento e o registro de bens, materiais e imateriais em Pernambuco, e o documento irá fundamentar a defesa de relevância cultural da edificação onde viveu a escritora, que hoje completaria 100 anos.</p>
<p>Os responsáveis pelo documento são os técnicos da GPPC-Fundarpe, Cristiane Feitosa, Nilson Cordeiro e Rosa Bomfim. Já as relatoras indicadas para acompanhar o processo foram as conselheiras do CEPPC Margarida Cantarelli, Cláudia Pinto e Joana d’Arc.</p>
<p>O exame técnico é formado por um levantamento histórico, gráfico e fotográfico, visando o embasamento técnico e documental para o tombamento do bem. O próximo passo será a elaboração de um parecer por parte das conselheiras relatoras do processo. Caso haja parecer favorável ao tombamento, o Conselho enviará a decisão para publicação de decreto pelo governador de Pernambuco.</p>
<p>Clarice Lispector no Recife &#8211; Há 100 anos, nascia na Ucrânia pós-guerra civil Clarice Lispector, uma das referências da literatura brasileira. Por conta da perseguição aos judeus na época, a escritora veio com sua família ao Nordeste do Brasil, com apenas dois anos de idade, onde viveu até os 14 anos de idade. Maceió (AL) foi o primeiro destino da família na região e, poucos meses depois, se instalaram na capital pernambucana.</p>
<p>Clarice Lispector integra o conjunto de estátuas do Circuito da Poesia, homenagem feita aos escritores e escritoras que tiveram suas obras ligadas ao Recife. A estátua fica em frente ao um sobrado em processo de tombamento, na Praça Maciel Pinheiro, ligado à Santa Casa da Misericórdia, onde Clarice Lispector aprendeu a ler e escreveu os primeiros poemas durante parte de sua infância e adolescência.</p>
<p>No dia de seu centenário, celebrado nesta quinta-feira (10), a autora se torna cidadã pernambucana, título concedido pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), num projeto de lei solicitado pela Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). Neste ano, ela também foi reconhecida como patrona da literatura de Pernambuco, num projeto de autoria do deputado estadual Professor Paulo Dutra (PSB).</p>
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		<title>Cepe faz homenagem ao centenário de nascimento de Clarice Lispector</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2020 17:21:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cepe]]></category>
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		<description><![CDATA[Romancista, contista e jornalista, Clarice Lispector faria 100 anos nesta quinta-feira, 10 de dezembro. Em homenagem à escritora, que faleceu um dia antes de completar 57 anos, a Companhia Editora de Pernambuco promove bate-papo, às 19h desta quinta-feira (10), com a jornalista Clarice Hoffmann e a ilustradora Clara Moreira, que estão produzindo história em quadrinho [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_80531" aria-labelledby="figcaption_attachment_80531" class="wp-caption img-width-603 alignnone" style="width: 603px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/Clarice-Hoffmann.jpg"><img class="size-medium wp-image-80531" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/Clarice-Hoffmann-603x486.jpg" width="603" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A Cepe promove bate-papo, às 19h desta quinta-feira (10), com a jornalista Clarice Hoffmann (foto) e a ilustradora Clara Moreira, que estão produzindo história em quadrinho sobre Clarice pelo Selo HQ da Cepe Editora</p></div>
<p dir="ltr">Romancista, contista e jornalista, Clarice Lispector faria 100 anos nesta quinta-feira, 10 de dezembro. Em homenagem à escritora, que faleceu um dia antes de completar 57 anos, a Companhia Editora de Pernambuco promove bate-papo, às 19h desta quinta-feira (10), com a jornalista Clarice Hoffmann e a ilustradora Clara Moreira, que estão produzindo história em quadrinho sobre Clarice pelo Selo HQ da Cepe Editora. A mediação é da jornalista Geórgia Alves.</p>
<p dir="ltr">A conversa faz parte da programação do Circuito Cultural Digital de Pernambuco, que chega a sua quarta e última etapa, e será transmitida pelo site do evento (<strong><a href="http://circuitoculturalpernambuco.com.br/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://circuitoculturalpernambuco.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1607620333259000&amp;usg=AFQjCNGVbmnMup8V2oUJtHdo8TNSRjcsuw">www.circuitoculturalpernambuco.<wbr />com.br</a></strong>). Dividido em quatro blocos, o bate-papo vai levar para o público informações sobre a vida de Clarice no Recife, o bairro da Boa Vista como reduto de judeus nas primeiras décadas do século 20, a forma como o Recife aparece na obra da escritora e a história em quadrinho, que será um dos próximos lançamentos da Cepe pelo Selo HQ, em 2021.</p>
<p dir="ltr">“A homenagem ao centenário de nascimento de Clarice Lispector, com a publicação da HQ, e se soma ao fato de ela ter recebido o título de Patrona da Literatura Pernambucana e de Cidadã Pernambucana”, declara Clarice Hoffmann. “E também se junta à luta para transformar a casa onde ela viveu, na Praça Maciel Pinheiro (Boa Vista), em um espaço cultural”, acrescenta a jornalista, que fez a pesquisa e o roteiro da HQ. Clara Moreira participa do roteiro e da ilustração artesanal, com lápis de cor. O ilustrador Greg, também autor da HQ, faz desenhos para o livro utilizando recursos digitais</p>
<p dir="ltr">Judia brasileira nascida na Ucrânia, país da Europa Oriental, Clarice Lispector (1920-1977) morou no bairro da Boa Vista, Centro da cidade, de 1925 a 1934. “A HQ vai mostrar a influência do Recife e de Pernambuco na vida e na obra da escritora, estamos usando a mesma técnica e a mesma linguagem que ela usava”, afirma Clarice Hoffmann. O Recife, diz a roteirista, aparece em livros como Perto do Coração Selvagem, e em contos de Felicidade Clandestina. “Há claras referências à cidade, mas não são explícitas”, observa.</p>
<p dir="ltr">“Com esse projeto para o ano do centenário de Clarice, a Cepe Editora homenageia a relação entre uma das maiores escritoras do Brasil e o Recife. É uma narrativa em quadrinhos que une a cidade que Clarice conheceu no começo do século 20, o Recife de hoje e, claro, a própria literatura de Clarice, um universo próprio que preenche todos os espaços e pessoas que encontra”, declara o jornalista e editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<p dir="ltr">Greg, Clara Moreira e Clarice Hoffmann integram o grupo de autores finalistas do Prêmio Jabuti 2020 com a primeira história em quadrinho lançada pelo Selo HQ da Cepe Editora. O obscuro fichário dos artistas mundanos (2019), título da publicação, tem ainda a participação de Maurício Castro, Paulo do Amparo (artistas plásticos) e Abel Alencar (roteirista com Clarice). O livro também foi finalista do Troféu HQ Mix e integra a lista dos dez melhores quadrinhos brasileiros no Prêmio Grampo, da crítica especializada.</p>
<p dir="ltr">O Circuito Cultural Digital de Pernambuco é uma iniciativa da Cepe com curadoria da Fundação Gilberto Freyre. Pela primeira vez realizado no formato digital, em função da pandemia no novo coronavírus, o circuito termina nesta sexta-feira (11) e encerra um ciclo, iniciado em setembro, de quatro etapas mensais com programação variada, gratuita e para todas as idades.</p>
<p dir="ltr"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação da quinta-feira (10/12)</strong></span></p>
<p dir="ltr"><b>8h30 – Ler, muito prazer! &#8211; </b>Exibição de vídeos de experiências de leitura de crianças na primeira e segunda infância</p>
<p dir="ltr"><b>9h – Senta, que lá vem história! &#8211; </b>Contação da história do livro A casa mágica, de Maria Amélia de Almeida. Com o Tapete Voador</p>
<p dir="ltr"><b>10h – Oficina &#8211; </b>Palavraimagem: oficina de arte, com Adélia Oliveira</p>
<p dir="ltr"><b>11h – Bate-papo &#8211; </b>Clube do livro e a formação de leitores. Com Renata Nakano (Clube Quindim) e Rafaela Pechansky (TAG – Experiências Literárias). Mediação de Anamaria Nascimento</p>
<p dir="ltr"><b>12h &#8211; Prazer de Ler &#8211; </b>Exibição de vídeos de experiências de leitura de jovens e adultos</p>
<p dir="ltr"><b>13h – Circuito em conexão<br />
</b></p>
<p dir="ltr"><b>14h – Por dentro do livro &#8211; </b>Processo de criação da HQ Polinização, com roteiro e texto de Júlio Cavani e ilustrações de Cavani Rosas</p>
<p dir="ltr"><b>15h – Bate-papo &#8211; </b>Jornalismo investigativo e livro-reportagem, com Mauri Konig e João Peres</p>
<p dir="ltr"><b>16h – Apresentação infantil &#8211; </b>A cartola encantada, com a Companhia Mão Molenga Teatro de Bonecos</p>
<p dir="ltr"><b>17h – Live &#8211; </b>Que país é esse? Com Risério Leite e mediação de Anco Márcio Tenório Vieira</p>
<p dir="ltr"><b>18h – Cineminha &#8211; </b>Filme: A menina da ilha. Projeto Cinema no Interior &#8211; Edição Especial Velho Chico</p>
<p dir="ltr"><b>19h – Bate-papo &#8211; </b>Clarice Lispector e o Recife. Participação de Clarice Hoffmann e Clara Moreira. Mediação de Geórgia Alves</p>
<p dir="ltr"><b>20h – Sarau &#8211; </b>Cantorias, do interior pro mar. Participação de Tonino Arcoverde e Publius Lentulus</p>
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