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	<title>Portal Cultura PE &#187; Clayton Barros</title>
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		<title>Rock, reggae e ritmos pernambucanos embalam penúltima noite do palco Zé da Macuca</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Jul 2023 15:45:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A penúltima noite do palco Zé da Macuca foi de vibrações positivas, ao som do rock, reggae e toda uma mistura de tradições musicais pernambucanas populares e contemporâneas! A noite foi aberta pelo rock de Dani Carmesim, pernambucana, umas das principais vozes do ritmo atualmente em Pernambuco. Em seguida, foi a vez de Rogério e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">A penúltima noite do palco Zé da Macuca foi de vibrações positivas, ao som do rock, reggae e toda uma mistura de tradições musicais pernambucanas populares e contemporâneas!</p>
<p>A noite foi aberta pelo rock de Dani Carmesim, pernambucana, umas das principais vozes do ritmo atualmente em Pernambuco. Em seguida, foi a vez de Rogério e os Cabra, grupo garanhuense que pega sonoridades tradicionais locais e faz uma mistura única, com versos que exaltam elementos como a agricultura familiar, a gastronomia local e elementos culturais regionais e globais. Rogério fez questão de ressaltar quão importante era tocar “no quintal de casa” durante o show, homenageado também Gonzaga de Garanhuns, utilizando no palco um chapéu dado de presente pelo mestre do reisado.</p>
<p>Ainda da cena agrestina, a veterana caruaruense Sangue de Barro, com 25 anos de estrada, apresentando seu rock regional afiado. Guitarras distorcidas viveram em harmonia com zabumbas. A apresentação contou ainda com participações especiais de Rogério, que se apresentou anteriormente, e do fenômeno Vitória do Pife, também de Caruaru.</p>
<p>O Zé da Macuca também recebeu um dos maiores violonistas do Brasil, Clayton Barros, que passeou por sua trajetória solo. Seu violão começou a encaminhar o fim da noite. Ele apresentou o repertório de suas andanças autorais, passando por Luiz Gonzaga e pelo grupo do qual faz parte e que, de acordo com ele, lhe mostrou o mundo, o Cordel do Fogo Encantado. Deste último, vem a canção “Choveu (ou Invocação para um Dia Líquido), que arrematou sua apresentação.</p>
<p>Para encerrar a noite, a Tribo de Jah, uma das grandes referências do reggae brasileiro botou fogo e fez todo mundo pular e cantar seus grandes sucessos. Com o entorno do Parque Euclides Dourado abarrotado para ver a banda do Maranhão, estado que é o grande celeiro do ritmo no país. As cores do ritmo (amarelo, verde, vermelho, preto e amarelo) tomaram conta da plateia, que vibrou a cada sucesso dos quase 40 anos de estrada, entoados por Fauzi Beydoun, vocalista do grupo, sempre ressaltando a força de transformação social da música.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Clayton Barros lança seu primeiro disco da carreira solo, &#8220;Primitivo Atemporal&#8221;, no MEPE</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2017 14:48:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Clayton Barros lança sábado (28), dentro da programação do projeto Ouvindo e Fazendo Música no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), o primeiro disco de sua carreira solo, Primitivo Atemporal. Nascido na cidade de Arcoverde, porta de entrada do sertão pernambucano, o artista foi um dos fundadores do lendário grupo Cordel do Fogo Encantado. Após o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_44613" aria-labelledby="figcaption_attachment_44613" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/clayton-barros-mepe.jpg"><img class="size-medium wp-image-44613" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/clayton-barros-mepe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O músico apresentará as novas canções do álbum, no Museu do Estado de Pernambuco</p></div>
<p>Clayton Barros lança sábado (28), dentro da programação do projeto Ouvindo e Fazendo Música no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), o primeiro disco de sua carreira solo, <em>Primitivo Atemporal</em>.</p>
<p>Nascido na cidade de Arcoverde, porta de entrada do sertão pernambucano, o artista foi um dos fundadores do lendário grupo <em>Cordel do Fogo Encantado</em>. Após o encerramento das atividades de seu grupo, o violonista, cantor e compositor criou a banda <em>Os Sertões</em>, um laboratório sonoro para <em>Primitivo Atemporal</em>, disco que traz suas origens no interior de Pernambuco. Assim como o Sertão que se transforma e se regenera, o artista muda, evolui mas continua reverenciando suas origens e influências. No repertório da apresentação, Clayton mostrará ascanções autorais do álbum, que foram produzidas ao longo de um ano e meio de intensa atividade artística criativa, entre a inspiração e o esforço necessário da transpiração.</p>
<p>Confira um pouco do trabalho do músico:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/T2ScWyk1TrY" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong>Ouvindo e Fazendo Música no MEPE, com Clayton Barros</strong><br />
<strong>Quando</strong>: 28/1 (sábado), às 17h<br />
<strong>Onde:</strong> Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 – Graças, Recife – PE)<br />
<strong>Quanto:</strong> R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada)</p>
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		<title>Banda Fim de Feira leva ‘Bomba Cordão’ para Arcoverde</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2016 19:30:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com informações da Assessoria O Sesc da cidade de Arcoverde, no Sertão do Moxotó, recebe neste sábado (22), às 20h, a Banda Fim de Feira, que circula com a turnê de lançamento do seu novo algum, o DVD ‘Bomba Cordão’, celebrando 10 anos de carreira. O músico Clayton Barros e a Banda de Pífanos Zé [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/Fim-de-Feira-divulgacao.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-41327" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/Fim-de-Feira-divulgacao-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p align="right"><em>Com informações da Assessoria</em></p>
<p style="text-align: justify;" align="right"><em></em>O Sesc da cidade de Arcoverde, no Sertão do Moxotó, recebe neste sábado (22), às 20h, a Banda Fim de Feira, que circula com a turnê de lançamento do seu novo algum, o DVD ‘Bomba Cordão’, celebrando 10 anos de carreira. O músico Clayton Barros e a Banda de Pífanos Zé do Estado também fazem parte da programação do show, que inclui ações culturais dedicadas à valorização do ritmo de forró.</p>
<p style="text-align: justify;">Contando com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, o projeto musical agrega ritmos como o coco, o forró e o baião, num repertório dedicado à música do estado, além de contar com poesia de cordel. Atividades como oficinas de pífanos e percussão também serão desenvolvidas ao longo da programação.</p>
<p>Os ingressos custam R$ 10 (comerciários) e R$ 20 (público).</p>
<p><b>Serviço:<br />
</b><em><b>Turnê de lançamento do DVD Bomba Cordão em Arcoverde, da Banda </b><strong>Fim de Feira</strong></em><br />
Com Banda de Pífanos Zé do Estado e Clayton Barros<br />
<b>Quando: </b>Sábado, 22 de outubro<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 20h<br />
<strong>Local:</strong> Sesc Arcoverde<br />
<b>Ingressos:</b> R$ 20 (comerciários ) | R$ 10 (público)</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Bruno Lins: “Estamos numa viagem rumo à pureza da música”</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2014 18:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta semana, a seção Eu Indico conta com a participação do cantor, poeta e compositor Bruno Lins, vocalista da banda Fim de Feira. Dono de uma verve poética que dialoga com as mais arraigadas tradições nordestinas, porém, com olhos, mente e coração ligados no cotidiano contemporâneo, Bruno e seu Fim de Feira reprocessam o forró [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Bruno-Imprensa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16443" alt="Beto Figueirôa" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Bruno-Imprensa-607x409.jpg" width="607" height="409" /></a></p>
<p>Esta semana, a seção <strong>Eu Indico</strong> conta com a participação do cantor, poeta e compositor Bruno Lins, vocalista da banda Fim de Feira. Dono de uma verve poética que dialoga com as mais arraigadas tradições nordestinas, porém, com olhos, mente e coração ligados no cotidiano contemporâneo, Bruno e seu Fim de Feira reprocessam o forró de forma singular, sem se perder de suas raízes.</p>
<p>Ao <strong>Cultura.PE</strong> e aos internautas, ele indica o disco “A Idade dos Metais”, primeiro álbum da banda <a href="http://www.ossertoes.rec.br/" target="_blank"><strong>Os Sertões</strong></a>, que traz à frente o cantor, compositor e instrumentista arcoverdense Clayton Barros.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/A-CLAYTON-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16441" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/A-CLAYTON-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“<em>O recorde de primeiro lugar do CD que mais tempo tocou no som do meu carro, exatos 6 meses, 12 dias e 18 horas é do disco “Highway 61 Revisited,” de Bob Dylan. Logo na sequência, um disco de música brasileira, de um sertanejo com olhos no mundo, chamado Clayton Barros.</em></p>
<p><em>Da primeira vez que meu velho Pioneer sugou “A Idade dos Metais” e ejetou o calibre de som d’Os Sertões, eu percebi que era um caso de amor inseparável. Ainda não muito pra sacudir a hegemonia do velho Zimmerman, mas de certo, acredite, a coisa era séria!</em></p>
<p><em>“A Idade dos Metais” foi girando em espiral e, como num sonho, eu pude visitar alamedas, bulevares e avenidas. Vi a chuva cair naquela velha mangueira do quintal, onde meu carro de lata pegava uma sombra, quando sombra havia. Pude ver também minha vida, sei nem quantas vezes, recomeçar do zero, e até me lembrar que Zé Ramalho é o Bob Dylan mais nordestino de Brejo do Cruz.</em></p>
<p><em>Ainda hoje esse disco d’Os Sertões toca no meu som, e toda vez que eu ouço aquele barulho de carro ligando dá pra ter certeza de que estamos numa viagem rumo à pureza da música. Seja na Highway 61 ou na BR 232, no caminho de Arcoverde</em>”.</p>
<p>Conheça um pouco do disco &#8220;A Idade dos Metais&#8221;, da banda Os Sertões.</p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/45581432&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/0P5SEH8PsWA" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Toca Ogan traz o berimbau à linha de frente</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2014 14:14:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Ao se falar em berimbau, automaticamente ele é associado às rodas de capoeira. No entanto, o instrumento é muito mais versátil do que se pode imaginar. É o que o percussionista Toca Ogan vem mostrar em Desatando o laço, seu primeiro CD solo. Ele fará o show de lançamento do seu [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>por Leonardo Vila Nova</em></strong></p>
<p>Ao se falar em berimbau, automaticamente ele é associado às rodas de capoeira. No entanto, o instrumento é muito mais versátil do que se pode imaginar. É o que o percussionista <strong>Toca Ogan</strong> vem mostrar em <em>Desatando o laço</em>, seu primeiro CD solo. Ele fará o show de lançamento do seu novo trabalho, nesta quinta (25), no Teatro Boa Vista. A apresentação acontece às 20h e contará com as participações de Zé Cafofinho e Clayton Barros. A entrada é gratuita, com retirada dos ingressos uma hora antes do horário, na bilheteria do teatro. O disco, gravado no estúdio Fábrica, tem direção de Marco Axé, e conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/toca-ogan.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-13647" alt="Rafael Reines/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/toca-ogan-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Reconhecido pelo seu trabalho com a Nação Zumbi e também como integrante da Jambro Band (que acompanha o cantor Otto), desta vez, Toca Ogan assume a linha de frente do seu trabalho e traz o berimbau consigo. A partir de uma provocação de Chico Science, ele mergulhou profundamente no estudo do instrumento e o levou a estabelecer diálogos com outros ritmos, como o samba-enredo, o samba lamento e o afoxé. Orientado pelo seu mestre e guia espiritual, João da Ciência, ele também colocou o berimbau a serviço do nagô, jeje e keto, vertentes ainda mais arraigadas no universo do candomblé.</p>
<p>O título <em>Desatando o laço</em>, segundo Toca, remete à solução de adversidades, no linguajar típico da Nação Angola. “<em>Quando alguém está com algum problema e consegue resolver, a gente diz que ele conseguiu desatar o laço, desatar o problema</em>”, explica. O universo dos terreiros de candomblé está presente no trabalho. Porém, Toca Ogan vai mais além e reúne, ao longo das 10 faixas do disco, uma miscelânea de ritmos e estilos que fizeram parte de suas vivências como instrumentista e também como pesquisador do berimbau. Baião, frevo, maracatu, ciranda, cubana e funk marcam presença pelas mãos do percussionista.</p>
<p>No processo de gravação, foram incluídos seis berimbaus, cada um com sua afinação específica, o que mostra o cuidado de Toca Ogan em explorar todas as suas possibilidades sonoras. Além do universo percussivo, já tão particular ao músico, outros instrumentos foram se juntando para dar vida à criação sensível de Toca. Estão presentes no CD, rabeca, violão, violino, cello, flauta, trombone, trompete, percussão, teclado, baixo, cuíca e voz, além de um time de companheiros de música, que contribuíram com o disco. <em>Desatando o laço</em> conta com a participação de Clayton Barros (Os Sertões), Otto, Zé Cafofinho, Jorge Du Peixe, dos músicos Bactéria, João do Cello e Nino Silva.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Lançamento do CD <em>Desatando o laço</em>, de Toca Ogan<br />
Quinta (25), às 20h<br />
Teatro Boa Vista (Rua Dom Bosco, 551, Boa Vista – Recife/PE)<br />
Entrada Gratuita (Ingressos retirados 1 hora antes do show, na bilheteria do teatro)</p>
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		<title>Desbravando sertões musicais</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jul 2013 13:23:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Ana Elisa Freire Trazendo sua mistura de elementos, influências, padrões e histórias que fazem a ligação entre o Sertão e a cidade, a banda Os Sertões veio a Garanhuns na noite de quarta (24/7 para apresentar, no Palco Guadalajara, o seu primeiro trabalho: “Idade dos Metais”. A sonoridade do álbum traz trilhas sonoras que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Por Ana Elisa Freire</p>
<p dir="ltr">Trazendo sua mistura de elementos, influências, padrões e histórias que fazem a ligação entre o Sertão e a cidade, a banda Os Sertões veio a Garanhuns na noite de quarta (24/7 para apresentar, no Palco Guadalajara, o seu primeiro trabalho: “Idade dos Metais”. A sonoridade do álbum traz trilhas sonoras que são um “entrelaçamento da energia primitiva do interior com a tensão massacrante da cidade”, como mesmo definiu o grupo.</p>
<p dir="ltr">Composto por seis integrantes, Os Sertões têm como líder Clayton Barros, conhecido como um dos fundadores da banda Cordel do Fogo Encantado. Não se imagina que a junção de instrumentos tradicionais de qualquer grupo, como violão, baixo, guitarra, bateria, percussão e sopro, poderiam resultar em um som tão diversificado e intrigante. Essa diferenciação do grupo veio, principalmente, por conta das formações musicais que cada um deles recebeu ao longo da vida. Em comum, eles têm o pé no som do Sertão, sua ligação com a cidade e a vontade de fazer uma arte nunca antes pensada e ouvida, desbravando seus próprios sertões musicais.</p>
<p dir="ltr">Durante o show, Clayton, que é vocalista do grupo, falou de Arcoverde, sua terra natal, de onde bebeu boa parte das suas influências musicais. Também mencionou Lirinha, companheiro da época de Cordel, que acompanhou o show dos camarotes e fez questão de falar com a banda antes do início da apresentação. O grupo ainda lembrou Dominguinhos e Luiz Gonzaga nas músicas “Aconchego” e “Baião”. Cordel do Fogo Encantado também esteve presente no palco em forma de música: “Chover”, grande sucesso do extinto grupo arcoverdense, foi tocada e ovacionada pelo público, que depois pareceu ficar com gostinho de quero mais.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Música contemporânea encerrou festival em Arcoverde</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Apr 2013 21:04:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Leonardo Vila Nova Um grande e instigado público compareceu à última noite de shows do FPNC Moxotó – neste sábado, 20/4. Celebrando a passagem do festival por Arcoverde e outras seis cidades da região, além do legado positivo que o evento deixa para o fomento da cultura local e a circulação dos artistas, moradores [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4928" aria-labelledby="figcaption_attachment_4928" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8666637323_041344c216_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4928" alt="Público no encerramento do Palco Nação Cultural em Arcoverde (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8666637323_041344c216_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Público no encerramento do Palco Nação Cultural em Arcoverde (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p><strong>Por Leonardo Vila Nova</strong></p>
<p>Um grande e instigado público compareceu à última noite de shows do FPNC Moxotó – neste sábado, 20/4. Celebrando a passagem do festival por Arcoverde e outras seis cidades da região, além do legado positivo que o evento deixa para o fomento da cultura local e a circulação dos artistas, moradores e visitantes conferiram performances marcantes de alguns destaques da cena musical contemporânea.</p>
<div id="attachment_4929" aria-labelledby="figcaption_attachment_4929" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8667778890_23bc2d3a87_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4929" alt="Marcelo Jeneci foi um dos convidados do show de Vertin Moura, que abriu a noite (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8667778890_23bc2d3a87_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo Jeneci foi um dos convidados do show de Vertin Moura, que abriu a noite (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>Abrindo a noite, o show do cantor e compositor Vertin Moura, natural de Juazeiro (BA), foi marcado pela delicada combinação que o artista realiza entre a poesia e o teatro, além das participações especiais. Entre elas, a dos cantores Helton Moura e Marcelo Jeneci.</p>
<div id="attachment_4930" aria-labelledby="figcaption_attachment_4930" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8666673229_c1ff4b352d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4930" alt="A batida eletrônica da dupla Radiola Serra Alta foi bem recebida pelo público (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8666673229_c1ff4b352d_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A batida eletrônica da dupla Radiola Serra Alta foi bem recebida pelo público (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>De Triunfo (PE), veio a dupla Radiola Serra Alta e sua mistura sonora arrojada, híbrida das tradições populares, como o coco de roda e a embolada, diluídos nas batidas eletrônicas do drum’n’bass e do house. Trajados de O Careta e A Veinha, personagens típicos do Alto Sertão do Pajeú, a dupla fez sua primeira apresentação em Arcoverde.</p>
<div id="attachment_4931" aria-labelledby="figcaption_attachment_4931" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8667765480_f7669d076e_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4931" alt="Ex-Cordel do Fogo Encantado, Clayton Barros liderou apresentação da banda Os Sertões (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8667765480_f7669d076e_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ex-Cordel do Fogo Encantado, Clayton Barros liderou apresentação da banda Os Sertões (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>Quando o arcoverdense Clayton Barros e toda a turma de Os Sertões subiram ao palco, uma espécie de alegria daquelas que a gente sente quando volta pra casa ou está em família tomou conta da Praça Virgínia Guerra. Mesmo apresentando o repertório do primeiro álbum do grupo (“A Idade dos Metais”), não faltaram homenagens ao Cordel do Fogo Encantado e ao samba de coco, dois ícones culturais do Moxotó.</p>
<div id="attachment_4932" aria-labelledby="figcaption_attachment_4932" class="wp-caption img-width-324 aligncenter" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8666646925_dc13c18b05_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4932" alt="O cantor Otto fez seu primeiro show na cidade (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8666646925_dc13c18b05_z-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor Otto fez seu primeiro show na cidade (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>O encerramento da noite coube ao cantor Otto, que trouxe à cidade o show da turnê “The moon 1111′, com a participação da Jambroband (Fernando Catatau e Junio Boca nas guitarras, Rian Bezerra no baixo, Carranca na bateria e Toca Ogan, Marcos Axé e Male na percussão). Em seu primeiro show na cidade, Otto não escondeu a alegria por cantar na região que o inspira como artista. Como resultado, além das músicas do novo álbum e algumas também do anterior “Certa manhã acordei de sonhos intranquilos”, o cantor abriu espaço no set list para o coco e finalizou sua apresentação convidando novamente ao palco o líder de Os Sertões e ex-Cordel, Clayton Barros.</p>
<p>A próxima parada do FPNC é Caruaru, agora em maio. Em breve, traremos mais informações. Até lá!</p>
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		<title>De Pernambuco para Pernambuco</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Aug 2012 13:08:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Raquel Holanda O frio de Pesqueira foi aquecido pela música pernambucana, que tomou conta do Palco Nação Cultural na noite de sexta-feira (17/8). A banda Os Sertões, com Clayton Barros e amigos, e os cantores China e Lenine foram os nomes que comandaram a festa. Para os músicos Clayton Barros e Lenine, seus atuais trabalhos são [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5568" aria-labelledby="figcaption_attachment_5568" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/IMG_4790-1024x682.jpg"><img class="size-medium wp-image-5568" alt="Praça de Pesqueira ficou cheia para assistir aos shows de pernambucanos como Lenine (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/IMG_4790-1024x682-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Praça de Pesqueira ficou cheia para assistir aos shows de pernambucanos como Lenine (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>Por Raquel Holanda</p>
<p>O frio de Pesqueira foi aquecido pela música pernambucana, que tomou conta do Palco Nação Cultural na noite de sexta-feira (17/8). A banda Os Sertões, com Clayton Barros e amigos, e os cantores China e Lenine foram os nomes que comandaram a festa.</p>
<p>Para os músicos Clayton Barros e Lenine, seus atuais trabalhos são frutos de um mergulho num mundo particular e de diversão. “Cada disco que preparo leva um tempo, porque preciso mergulhar no projeto. A música que eu faço é química pura”, disse Lenine. Clayton acredita que a banda é uma miscelânea de estilos e experimentações. “A música, para mim, é diversão. Estou num projeto com amigos que buscam experimentar a partir das diferenças,  este é o combustível para as ideias”, contou.</p>
<div id="attachment_5569" aria-labelledby="figcaption_attachment_5569" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/IMG_4635-1024x682.jpg"><img class="size-medium wp-image-5569" alt="China disse ficar feliz em poder ser visto no próprio estado (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/IMG_4635-1024x682-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">China disse ficar feliz em poder ser visto no próprio estado (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p style="text-align: left;">A música dos pernambucanos que passaram pelo palco do FPNC de hoje já ganhou o Brasil e o mundo, mas fazer seus trabalhos conhecidos no próprio estado é um desafio para alguns deles. É o caso de China, por exemplo. “Estou adorando estar aqui em Pesqueira. A vontade de todo músico pernambucano é entrar na sua terra, seria bom não ter que sair primeiro para depois voltar”, disse o cantor, que também se apresentou no Festival de Inverno de Garanhuns 2012 e no FPNC do Sertão do Pajeú no ano passado.</p>
<p>A estrada que Clayton Barros percorre com Os Sertões é parecida com a de China. Nascido em Arcoverde, no Sertão do Moxotó (bem próxima de Pesqueira), Clayton já trabalha com o disco “A Idade dos Metais” desde o primeiro semestre deste ano e fez ontem (17/8) sua estreia em Pernambuco. “O FPNC permite interiorizar nossa música, isso é uma nova estrada”, enfatizou o líder do Os Sertões.</p>
<div id="attachment_5570" aria-labelledby="figcaption_attachment_5570" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/IMG_4399-1024x661.jpg"><img class="size-medium wp-image-5570" alt="Clayton Barros estreou novo projeto em Pernambuco (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/IMG_4399-1024x661-607x391.jpg" width="607" height="391" /></a><p class="wp-caption-text">Clayton Barros estreou novo projeto em Pernambuco (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p><strong>Polo Prado<br />
</strong>O Polo Prado estreou este ano na programação do FPNC do Agreste Central.  Localizado no Loteamento São Francisco, o polo recebeu em sua segunda noite Zeca da Sanfona, Genaílson do Acordeon e Pastoril do Velho Dengoso. “Muito bom ter um palco para acostumar o pessoal daqui do Prado a prestigiar a música”, opinou Zeca, que mora no bairro há cerca de 40 anos.</p>
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		<title>É conversando que se entende</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Aug 2012 12:08:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Roda de diálogo, conferência e palestra deram o tom das trocas de experiências ontem (17/8), em Pesqueira Por Julya Vasconcelos “Quanto mais gente, o chute na porta é muito mais forte”, filosofou Clayton Barros sobre a herança da tendência à produção coletiva deixada pelo mangue beat, que até hoje reverbera no fazer musical pernambucano. O [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5577" aria-labelledby="figcaption_attachment_5577" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7805972552_021e557920_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5577" alt="Da esquerda para a direita: Leo Antunes, Renato da Mata, China e Clayton Barros (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7805972552_021e557920_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda para a direita: Leo Antunes, Renato da Mata, China e Clayton Barros (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Roda de diálogo, conferência e palestra deram o tom das trocas de experiências ontem (17/8), em Pesqueira</em></p>
<p>Por Julya Vasconcelos</p>
<p>“Quanto mais gente, o chute na porta é muito mais forte”, filosofou Clayton Barros sobre a herança da tendência à produção coletiva deixada pelo mangue beat, que até hoje reverbera no fazer musical pernambucano. O músico – que apresentou ontem, pela primeira vez, o show da sua banda Os Sertões – esteve mais cedo, ao lado de China e do DJ Renato da Mata, presente em um dos momentos mais interessantes do Festival Pernambuco Nação Cultural (FPNC) em Pesqueira. Por volta das 20h, o grupo, com mediação do coordenador do FPNC, Leo Antunes, estabeleceu um diálogo importante sobre a indústria musical em Pernambuco e no Brasil, com a presença de jovens artistas e músicos da região.</p>
<div id="attachment_5578" aria-labelledby="figcaption_attachment_5578" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7805956276_96cfa9ed9a_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5578 " alt="Roda de diálogo, conferência e palestra deram o tom das trocas de experiências ontem (17/8), em Pesqueira Por Julya Vasconcelos “Quanto mais gente, o chute na porta é muito mais forte”, filosofou Clayton Barros sobre a herança da tendência à produção coletiva deixada pelo mangue beat, que até hoje reverbera no fazer musical pernambucano. O músico – que apresentou ontem, pela primeira vez, o show da sua banda Os Sertões – esteve mais cedo, ao lado de China e do DJ Renato da Mata, presente em um dos momentos mais interessantes do Festival Pernambuco Nação Cultural (FPNC) em Pesqueira. Por volta das 20h, o grupo, com mediação do coordenador do FPNC, Leo Antunes, estabeleceu um diálogo importante sobre a indústria musical em Pernambuco e no Brasil, com a presença de jovens artistas e músicos da região." src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7805956276_96cfa9ed9a_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">(Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Clayton e China contaram sobre seus processos pessoais de desligamento, respectivamente, do Cordel do Fogo Encantado e do Sheik Tosado, para o investimento em uma carreira solo. “Eu mudei radicalmente o meu som nesse tempo, especialmente por ter tantos músicos diferentes do meu lado. Nesse discos, tem 47 pessoas diferentes tocando comigo”, revelou China, que completou: “Esse é um lado incrível da carreira solo”.</p>
<p>O mercado fonográfico cada vez mais maduro no Nordeste, o momento da busca de novas sonoridades pelos músicos penambucanos, o uso da tecnologia para compor e a diversidade cultural do estado foram alguns dos muitos pontos debatidos na roda.</p>
<p>Renato da Mata compartilhou informações sobre a atividade de DJ, a qualidade dos vinis, a relação estabelecida com máquinas no lugar de instrumentos e sua opção pelo hip-hop como estilo.</p>
<p>Felipe, da banda local Difusa, e Mecinho Groove, do blog sobre música Maloka Groove participaram ativamente do diálogo, que teve como maior característica a horizontalidade. Com intervenções e questões colocadas por qualquer presente, a todo momento, talvez esteja aí o motivo pelo qual o encontro foi tão profícuo.</p>
<p><strong>Pesqueira dialogando</strong></p>
<div id="attachment_5579" aria-labelledby="figcaption_attachment_5579" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7805950324_e599b50b2c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5579" alt="Cyl Galindo na mesa com o anfitrião Sebastião Gomes (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7805950324_e599b50b2c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cyl Galindo na mesa com o anfitrião Sebastião Gomes (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<div>
<p>Ainda na noite de ontem, Cyl Galindo, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras, fez uma conferência sobre a busca do passado pelo povo pesqueirense. Cerca de 30 pessoas acompanhou a sua fala, que rememorou desde atos de violência contra indígenas até uma análise da vocação artística da região.<strong></strong></p>
<p>Lenice Queiroga, uma das vencedoras do prêmio de Fotografia Pernambuco Nação Cultural, falou sobre o trabalho premiado, seu processo criativo e as relações entre fotografia, moda e design, para um público composto sobretudo pelos alunos da oficina de pinhole, que aconteceu até sexta (17/8) pela programação do festival.</p>
</div>
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		<title>Música pernambucana em foco</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Aug 2012 16:10:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5589" aria-labelledby="figcaption_attachment_5589" class="wp-caption img-width-323 aligncenter" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/5990691946_916345a688.jpg"><img class="size-medium wp-image-5589" alt="China é atração hoje do Nação Cultural (Foto: Leo Caldas)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/5990691946_916345a688-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">China é atração hoje do Nação Cultural (Foto: Leo Caldas)</p></div>
<p>A música pernambucana é destaque da noite desta sexta-feira (17/8) do Palco Nação Cultural, em Pesqueira. Quem abre a  programação é a banda <a href="http://www.ossertoes.rec.br/" target="_blank">Os Sertões</a>, novo projeto de Clayton Barros (ex-integrante do Cordel do Fogo Encantado), que será apresentado pela primeira vez em Pernambuco, com show de lançamento do disco “A Idade dos Metais” (leia entrevista exclusiva com o músico <a href="http://fpnc.org/noticias/agreste-central-clayton-barros-na-estrada/" target="_blank">aqui</a>).</p>
<p>Logo em seguida, é a vez do músico <a href="http://chinaman.com.br/" target="_blank">China</a>, que abre espaço para a última atração da noite: o cantor <a href="http://www.lenine.com.br/" target="_blank">Lenine</a>, que apresenta seu show “Chão”, mesclando músicas do seu CD de mesmo título e grandes sucessos, como “Paciência” e “Hoje eu quero sair só”.</p>
<p>À tarde, China e Clayton também participam da roda de diálogo “O atual mercado de música brasileira”, a partir das 17h, na Progrape. Leo Antunes, coordenador do FPNC, media a conversa.</p>
<p>Todas a programação do festival é abertura ao público.</p>
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