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	<title>Portal Cultura PE &#187; Cleyton Cabral</title>
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		<title>Unindo literatura e design, oficina “Microcontos, Macromundos&#8221; está com inscrições abertas</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2022 19:20:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/Inscrições-Abertas_arte-Vico-Soares.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-90772" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/Inscrições-Abertas_arte-Vico-Soares-485x486.jpg" width="485" height="486" /></a></p>
<p>Estão abertas as inscrições para a oficina “Microcontos, Macromundos: Design e Literatura na comunicação visual&#8221;, que será ministrada gratuitamente pelo escritor Cleyton Cabral, em parceria com o designer gráfico Vico Soares, entre os dias 8 de fevereiro a 10 de março de 2022, por meio da plataforma Zoom. Para se inscrever na atividade, que foi contemplada pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, basta preencher o formulário disponível no link: <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfKjkx7bWlGoFAP4Z4IvyEqmCwQ7hUSv5XZ_F3e_iv1xO5A-Q/viewform" target="_blank"><strong>forms.gle/pgL9bPdjX9iix2S86</strong></a>. Os interessados poderão se inscrever até o dia 2 de fevereiro (quarta-feira).</p>
<p><em>&#8220;É comum que obras literárias e peças publicitárias sejam enriquecidas com ilustrações. Isto se dá pelo apelo que a linguagem não verbal fomenta quando bem diagramada nas páginas de livros, outdoors, banners, cartazes ou publicações em redes sociais. A oficina tem caráter prático e será composta por oito encontros virtuais e, nela, propõe-se o hibridismo entre as narrativas de microcontos e o design gráfico&#8221;</em>, conta Cleyton Cabral sobre a proposta da ação formativa. Dúvidas e informações: Instagram <a href="https://www.instagram.com/microcontosmacromundos/" target="_blank"><strong>@microcontosmacromundos</strong></a> | E-mail <strong>microcontosmacromundo@gmail.com</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Oficina “Microcontos, Macromundos: Design e Literatura na comunicação visual&#8221;<br />
Inscrições gratuitas até o dia 2 de fevereiro (quarta-feira), por meio do formulário <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfKjkx7bWlGoFAP4Z4IvyEqmCwQ7hUSv5XZ_F3e_iv1xO5A-Q/viewform" target="_blank"><strong>forms.gle/pgL9bPdjX9iix2S86</strong></a><br />
Mais informações: Instagram <a href="https://www.instagram.com/microcontosmacromundos/" target="_blank"><strong>@microcontosmacromundos</strong></a> | E-mail <strong>microcontosmacromundo@gmail.com</strong></p>
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		<title>&#8220;Para um amor no Recife&#8221; une literatura e artes visuais</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2021 22:44:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde meados de março de 2020, os escritores pernambucanos Cleyton Cabral e Paulo André Viana partilham entre si seus processos criativos em meio ao caos. Um diálogo sobre o mundo, as artes e as relações durante a pandemia. Inclusive, os dois foram premiados neste período de isolamento com algumas de suas criações. Cleyton no edital [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/1-1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-83352" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/1-1-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Desde meados de março de 2020, os escritores pernambucanos Cleyton Cabral e Paulo André Viana partilham entre si seus processos criativos em meio ao caos. Um diálogo sobre o mundo, as artes e as relações durante a pandemia. Inclusive, os dois foram premiados neste período de isolamento com algumas de suas criações. Cleyton no edital Arte como Respiro | Literatura, do Itaú Cultural; Paulo André na publicação “Contos da Quarentena”, pela Kotter Editorial.</p>
<p>Cleyton começou um diário do isolamento, para registrar suas impressões sobre a situação de confinamento. Ele tem feito uma combinação de diário e construção literária com dramaturgias minimalistas, fragmentos de contos, poemas e crônicas. Cleyton também criou a experiência lítero-afetiva Fibra Ótica nos primeiros meses da pandemia. Já Paulo André, compartilhou suas vivências em lives sobre literatura, oralidade e meio ambiente, participou de vários projetos como produtor cultural e contador de histórias, além de ministrar oficinas de literatura e contação de histórias. Na escrita, vem mergulhando na poesia, crônica, conto e dramaturgia.</p>
<p>Neste projeto incentivado no edital de fruição da Lei Aldir Blanc Pernambuco, os escritores deram continuidade ao que vinham desenvolvendo. Ricardo Maciel, que é filmaker, foi o artista convidado para integrar a equipe. Ele é responsável pela captação de imagens, edição e trilha sonora.</p>
<p>Os materiais coletados em vídeo, fotografias, narrativas pessoais e textos ficcionais foram disparadores para pensar a cidade, o meio ambiente, a solidão, o medo, a morte e as novas formas de se relacionar com a pandemia de Covi-19.</p>
<p>Nos dias 08 e 09/04, o público poderá assistir de casa, gratuitamente, ao experimento híbrido que une as linguagens literatura, fotografia, vídeo e performance. A exibição será na plataforma Zoom.</p>
<p>“O Recife é um personagem importante no experimento. Não só no nome que tiramos do título da música de Paulinho da Viola. O Recife também é paisagem das narrativas criadas. No sábado de Carnaval, saímos para registrar como a cidade se comportava no dia que estaria aglomerado por conta do Galo da Madrugada. Fizemos o percurso a pé, de máscaras. Essa saída, por exemplo, virou narrativa e está no vídeo”, defende Cleyton Cabral.</p>
<p>“As narrativas foram tecidas pelas nossas inquietações como artistas, tivemos inúmeros diálogos sobre a vida e a arte. As palavras, as imagens e os sons se misturaram para além dos nossos lares, num experimento híbrido, um minúsculo recorte de vivências ficcionais e reais nesses tempos pandêmicos”, completa Paulo André.</p>
<p>“Eu me vi em muitas das narrativas criadas por Cleyton e Paulo. As sensações de angústia do começo da pandemia, as novas configurações desse “novo normal”, tudo foi revivido de alguma forma e, transpor esses escritos para o vídeo, foi desafiador e ao mesmo tempo fluído, as imagens foram se formando e ganhando vida”, afirma Ricardo Maciel.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SOBRE OS ARTISTAS</strong></span></p>
<p>Cleyton Cabral é escritor, dramaturgo, ator, produtor cultural, facilitador em oficinas de escrita criativa. Autor dos livros “Tempo nublado no céu da boca”, “O menino da gaiola” e “Planta baixa” e das coletâneas “Mosaico” e “Escrever ficção não é bicho-papão”. Em 2013, Cleyton estudou criatividade em Buenos Aires (AR). Entre outros prêmios, conquistou três no Prêmio Ariano Suassuna de Dramaturgia (2016, 2018 e 2019). Sua última dramaturgia levada aos palcos foi “O médico é monstro?” (2019), criada para os Doutores da Alegria Recife. Como ator, já trabalhou com Vital Santos, Moncho Rodriguez, Kleber Lourenço, João Denys, Marcondes Lima, Hilda Torres, Luciana Pontual, Cícero Belmar e a Cênicas Cia. de Repertório. Em 2017, produziu, criou a dramaturgia e atuou no seu primeiro monólogo, “Solo de Guerra”. www.cleytoncabral.com</p>
<p>Paulo André Viana é pedagogo, ator, encenador, produtor cultural, escritor, mediador de leitura e contador de histórias. Pela editora Imeph publicou o livro infantil “A viagem de Marino” e participou do projeto “Nas ondas da Leitura” como contador de histórias, oficineiro e produtor cultural em Pernambuco de 2014 a 2018. É criador do bloco carnavalesco “Os contadores de histórias na folia”. Ministrou oficinas de “Literatura Infanto-Juvenil Brasileira” e contação de histórias no Sesc PE. Recebeu homenagem como autor no projeto “Um escritor na minha escola” &#8211; Sesc Garanhuns, São Lourenço da Mata e Santo Amaro. Participou de cursos sobre dramaturgia, escrita criativa, contação de histórias, direção e atuação teatral com Henrique Fontes(RN), Adélia Nicolete (SP), Fabrício Corsaletti (SP), Bruno Ribeiro(PB), Tapetes Contadores de Histórias(SP), Clows de Shakespeare (RN), Roberto Lúcio (PE). Integrou como ator nos espetáculos: Assombros , Sistema 25, Assombrações do Recife Velho, performance literária “Ruas assombradas”.</p>
<p>Ricardo Maciel é formado em Comunicação Social/Publicidade, fotógrafo e videasta. Ganhou quatro prêmios no Festival do Minuto 2017: Melhor Vídeo, categoria Habitat; Melhor Vídeo, categoria Animação; Melhor Vídeo, Tema Livre; Melhor Vídeo, categoria Receita Em Um Minuto. Dirige e edita as produções audiovisuais do Teatro de Fronteira (TV Fronteira, Fronteira Entrevista e Fronteira da Dramaturgia). No projeto Criacontos, é filmaker, diretor, animador e criador da trilha sonora original.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Para um amor no Recife &#8211; Para caber numa narrativa<br />
Dias 8 e 9 de abril (quinta e sexta-feira), às 20h, on-line<br />
Inscrições: <a href="bit.ly/paraumamor" target="_blank"><strong>bit.ly/paraumamor</strong></a></p>
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		<title>Cleyton Cabral e Paulo André comandam oficina de escrita e narração de histórias</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 12:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para oficina “Lugar de fala: oficina de escrita e contação de histórias a partir das narrativas pessoais”, que tem como objetivo promover uma discussão sobre lugares de fala a partir das vivências das pessoas participantes. A iniciativa foi contemplada com os recursos dos editais emergenciais da Lei Aldir Blanc em Pernambuco. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_49278" aria-labelledby="figcaption_attachment_49278" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/blog-máquina-de-escrever.png"><img class="size-medium wp-image-49278" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/blog-máquina-de-escrever-607x393.png" width="607" height="393" /></a><p class="wp-caption-text">A oficina é gratuita e será realizada a partir de 12 encontros virtuais, entre os dias 1º de fevereiro e 10 de março</p></div>
<p>Estão abertas as inscrições para oficina “Lugar de fala: oficina de escrita e contação de histórias a partir das narrativas pessoais”, que tem como objetivo promover uma discussão sobre lugares de fala a partir das vivências das pessoas participantes. A iniciativa foi contemplada com os recursos dos editais emergenciais da Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
<p>Como a história de cada uma reflete na construção da sociedade? Qual o perigo de uma história única? Essas e muitas outras perguntas estarão presentes nas rodas de conversa, que serão facilitadas pelos escritores Cleyton Cabral e Paulo André, entre os dias 1º de fevereiro e 10 de março de 2021 (segundas e quartas-feiras), das 19h30 às 21h.</p>
<p>As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o próximo dia 25/1 (segunda-feira), por meio do link: <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc1hO2JXCGBeEAMSv7Bp2j5ZpiXMcLqGqgPHk1YXe9k62TRzQ/viewform" target="_blank"><strong>bit.ly/oficinalugardefala</strong></a>. As pessoas selecionadas serão contactadas por e-mail ou WhatsApp.</p>
<p>Através de leituras, debates, trocas de experiências e a participação de palestrantes convidados, os artistas irão propor exercícios de escrita a partir das vivências e o compartilhamento através da narração dessas histórias, possibilitando assim, o empoderamento em relação aos seus lugares de fala indo de encontro à visão decolonial.</p>
<p>A oficina será on-line e poderão participar pessoas com interesse em literatura e narração de histórias, residentes nas macrorregiões: Mata, Agreste e Sertão de Pernambuco. Serão oferecidas 35 vagas. O projeto prevê: 25% das vagas para pessoas pretas, pardas ou indígenas; 20% para mulheres cis e 15% para pessoas trans/travestis e não-binárias.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre os facilitadores</strong></span></p>
<p>Cleyton Cabral é escritor, dramaturgo, ator, produtor cultural, publicitário e especialista em escrita criativa. Publicou “Tempo nublado no céu da boca”, “O menino da gaiola” e “Planta baixa” e as coletâneas “Mosaico” e “Escrever ficção não é bicho-papão”. Foi vencedor por três anos do Prêmio Ariano Suassuna de Dramaturgia.</p>
<p>Paulo André é pedagogo, ator, encenador, produtor cultural, escritor, mediador de leitura, oficineiro e contador de histórias. Publicou o livro infantil “A viagem de Marino” e foi selecionado no concurso “Contos da Quarentena”, pela Kotter Editorial.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lugar de fala: oficina de escrita e contação de histórias a partir das narrativas pessoais, com os facilitadores Cleyton Cabral e Paulo André Viana<br />
De 1º de fevereiro a 10 de março (segundas e quartas-feiras), das 19h30 às 21h. Serão 12 encontros de 2 horas<br />
Inscrições gratuitas até 25/1 (segunda-feira), pelo <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc1hO2JXCGBeEAMSv7Bp2j5ZpiXMcLqGqgPHk1YXe9k62TRzQ/viewform" target="_blank"><strong>bit.ly/oficinalugardefala</strong></a>.</p>
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		<title>Peça que discute a homofobia encerra temporada no Teatro Hermilo Borba Filho</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2018 18:35:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Brasil é o país que mais mata LGBTs no mundo, segundo uma pesquisa publicada pela ONG Transgender Europe (TGEu) em novembro de 2016. Foi partindo dessa premissa assustadora, porém real, que o ator Cleyton Cabral procurou a diretora Luciana Pontual para criarem o espetáculo Solo de Guerra. Na montagem, o artista se debruça sobre [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59958" aria-labelledby="figcaption_attachment_59958" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/SOLO_DE_GUERRA_RICARDO_MACIEL_DIVULGAÇÃOO.jpg"><img class="size-medium wp-image-59958  " alt="Ricardo Maciel/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/SOLO_DE_GUERRA_RICARDO_MACIEL_DIVULGAÇÃOO-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Solo de Guerra é a estreia de Cleyton com monólogos, e ele também assina a dramaturgia e a produção do espetáculo</p></div>
<p>O Brasil é o país que mais mata LGBTs no mundo, segundo uma pesquisa publicada pela ONG Transgender Europe (TGEu) em novembro de 2016. Foi partindo dessa premissa assustadora, porém real, que o ator Cleyton Cabral procurou a diretora Luciana Pontual para criarem o espetáculo <strong>Solo de Guerra</strong>. Na montagem, o artista se debruça sobre questões como bullying, relações afetivas na infância e sentimento de deslocamento.</p>
<p>As últimas sessões serão realizadas nesta sexta (27) e sábado (28), às 20h, e no domingo (29), às 18h. Já os ingressos custam R$ 30 e R$15, à venda na bilheteria do teatro que abre uma hora antes do espetáculo começar.</p>
<p>O processo criativo da dramaturgia foi construído com Cleyton levando uma cena nova a cada ensaio, gerando um trabalho que recomeçava em todos os encontros. <strong>Solo de Guerra</strong> é a estreia de Cleyton com monólogos, e ele também assina a dramaturgia e a produção do espetáculo. Ao mesmo tempo, esta é a primeira direção de Luciana Pontual, integrante do Doutores da Alegria Recife.</p>
<div id="attachment_59959" aria-labelledby="figcaption_attachment_59959" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/SOLODEGUERRA_RICARDOMACIEL_DIVULGAÇÃO.jpg"><img class="size-medium wp-image-59959  " alt="Ricardo Maciel/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/SOLODEGUERRA_RICARDOMACIEL_DIVULGAÇÃO-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">De acordo com o ator, a guerra citada no título do espetáculo é uma metáfora para falar da que a sociedade enfrenta todos os dias</p></div>
<p style="text-align: left;">De acordo com o ator, a guerra citada no título do espetáculo é uma metáfora para falar da que a sociedade enfrenta todos os dias. <em>“O conflito se inicia quando insistem em nos padronizar, nos colocar na caixinha ‘normal’ para podermos ser aceitos. Eu não quero ser aceito. Em tempos em que a palavra empoderamento está tão em evidência e ao mesmo tempo gasta, é que decidi usá-la. Para enfrentar esta sociedade machista, que mata tantos de nós apenas por sermos &#8216;diferente&#8217;. Sempre terei o prazer de ser transgressor e revolucionário. Na vida e na arte. Esse espetáculo é um grito, mas também é um abraço”</em>, defende Cleyton.</p>
<p>Para Luciana Pontual, pisar nesse solo foi como entrar em um labirinto: ter mais perguntas que respostas. <em>“A partir da dramaturgia que ia sendo construída a cada ensaio, eu fui me colocando como espectadora. As palavras vinham cheias de silêncio, mesmo quando gritavam. Foi desafiador lidar com o fracasso de alguns ensaios e ter que voltar forte no dia seguinte. Criar é se sentir genial e também falho. Humano, demasiado humano”,</em> detalha ela.<br />
<strong> </strong><br />
<strong>Serviço:</strong><br />
<em>Solo de Guerra – Segunda Temporada</em><br />
Sexta (27) e sábado (28), às 20h | Domingo (29), às 18h<br />
Teatro Hermilo Borba Filho (Cais do Apolo, 142, Bairro do Recife)<br />
Ingressos: R$ 30 e R$15 | Antecipados promocionais (meia entrada para todos) no site: bit.ly/solodeguerra-abril</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA:</strong><br />
Dramaturgia e atuação: Cleyton Cabral<br />
Direção: Luciana Pontual<br />
Cenário e criação de objetos cênicos: Álcio Lins<br />
Desenho de luz: Naná Sodré<br />
Figurinos: Paulo Pinheiro<br />
Criação dos bonecos: Fábio Caio<br />
Coreografia: Lilli Rocha<br />
Operador de luz: Fábio Calamy<br />
Contrarregra: Carlos Macêdo<br />
Projeto gráfico: Carlos Macêdo e Vinicius Batista<br />
Fotos: Ricardo Maciel<br />
Produção: Cleyton Cabral</p>
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		<item>
		<title>Cleyton Cabral lança seu novo livro, &#8220;O menino da Gaiola&#8221;, na Torre Malakoff</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cleyton-cabral-lanca-seu-novo-livro-o-menino-da-gaiola-na-torre-malakoff/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Mar 2017 19:17:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
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		<description><![CDATA[O autor pernambucano Cleyton Cabral lançará, no próximo sábado (11), a partir das 16h, sua mais nova publicação na Torre Malakoff. Batizada de O menino da gaiola, a obra retrata a jornada de um garoto de 9 anos, chamado Vito, e toca em temas extremamente delicados na atualidade, como a violência sexual contra crianças. &#8220;Para onde [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_45950" aria-labelledby="figcaption_attachment_45950" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Alex Ribeiro/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/cleyton-cabral-o-menino-da-gaiola-lancamento-funcultura.jpg"><img class="size-medium wp-image-45950 " alt="Alex Ribeiro/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/cleyton-cabral-o-menino-da-gaiola-lancamento-funcultura-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;O menino da gaiola&#8221; retrata um tema tabu: o abuso sexual de crianças</p></div>
<p>O autor pernambucano Cleyton Cabral lançará, no próximo sábado (11), a partir das 16h, sua mais nova publicação na Torre Malakoff. Batizada de <em>O menino da gaiola</em>, a obra retrata a jornada de um garoto de 9 anos, chamado Vito, e toca em temas extremamente delicados na atualidade, como a violência sexual contra crianças.</p>
<p>&#8220;Para onde vai, Vito carrega uma gaiola e papéis para anotar os sonhos das pessoas. Lê os pedidos, um a um, depois põe a gaiola na janela e abre a portinhola para os sonhos voarem como pássaros. Como o público poderá conferir no livro, o protagonista também quer realizar um grande sonho. Mas, durante essas andanças pelo mundo, o garoto se confronta com diversas personagens em situações de violência familiar e urbana e com a poluição dos rios&#8221;, adianta Cabral.</p>
<p>O primeiro esboço do livro surgiu em 2010, quando Cleyton participava do Grupo de Estudos de Dramaturgia da Fundação Joaquim Nabuco, coordenado por Luiz Felipe Botelho. &#8220;Depois de uma longa pesquisa acerca do universo das crianças de diversos países, por meio de filmes, livros, revistas e pesquisas via internet, elenquei alguns temas para nortear o enredo da peça. São eles: violência urbana, violência sexual contra crianças e meio ambiente. Tudo isso posto em relação direta ao principal objetivo: escrever um texto para criança que promovesse o pensamento crítico a respeito dessas questões&#8221;, conta o autor.</p>
<p>O texto ganhou os palcos em 2013 e foi encenado no Recife, sob direção de Samuel Santos. &#8220;<em>O menino da gaiola</em> teve sua primeira leitura em 8 de janeiro de 2011, no projeto Dramaturgia: Leituras em Cena, promovido pelo Sesc Santo Amaro &#8211; Recife, sob direção de Luiz Felipe Botelho, que assina a apresentação do livro. Em 2013, montamos a peça, que cumpriu temporada no Teatro Apolo&#8221;, lembra Cabral.</p>
<p>A obra conta com incentivo do Funcultura e, de acordo com Cleyton, essa chancela &#8220;foi essencial para que o texto teatral chegasse na versão livro&#8221; e garante &#8220;um registro importante para preservação do que se produz em Pernambuco relacionado ao teatro&#8221;. &#8220;É um incentivo para gente continuar escrevendo e ser reconhecido pelo trabalho. Criar políticas culturais, com um olhar para quem escreve para teatro, é um caminho que pode germinar bons frutos. E que o Estado revele mais e mais dramaturgos. Tem gente para escrever. Tem gente para apreciar&#8221;, disse o escritor, que foi um dos ganhadores do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/primeira-edicao-do-premio-ariano-suassuna-bonifica-13-vencedores/" target="_blank"><strong>1º Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia</strong></a>, com o texto <em>Talvez sim, Talvez não</em>, na categoria Teatro Adulto.</p>
<p><strong>Acessibilidade<br />
</strong>O livro, cujo design é assinado pelo artista plástico Java Araújo, conta ainda com uma edição em braile, produzida pelo setor de acessibilidade da Biblioteca Pública Estadual, que será lançada em maio na sede da instituição. A publicação faz parte da proposta de democratização do acesso à leitura, prevista na execução do projeto no Funcultura. O exemplar constituirá acervo da biblioteca e ficará disponível ao público.</p>
<p>Além da Torre Malakoff, haverá leitura de trechos da peça nos próximos lançamentos (ainda sem data prevista) que acontecerão na Escola Claudino Leal (Olinda), na Biblioteca Pública do Estado e na Biblioteca Popular do Coque.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro <em>O menino da gaiola</em> &#8211; Cleyton Cabral<br />
<strong>Quando:</strong> sábado (11), às 16h<br />
<strong>Onde:</strong> Torre Malakoff (Praça do Arsenal, s/n &#8211; Recife, PE,)<br />
<strong>Entrada:</strong> acesso gratuito<br />
<strong>Preço da publicação:</strong> R$ 10 / 47 págs.</p>
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