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	<title>Portal Cultura PE &#187; Clube de Bonecos Seu Malaquias</title>
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		<title>Diálogo com Sidney Rocha marca edição do Outras Palavras em Xexéu</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Aug 2017 13:25:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<description><![CDATA[No que depender do projeto Outras Palavras, da Secult-PE e da Fundarpe, cultura popular e literatura pernambucanas estarão cada dia mais presentes no cotidiano escolar.  Com atividades em mais de 350 escolas do estado, desde 2015, o programa leva para sala de aula importantes referências da nossa cultura, escritores premiados, símbolos da música popular local, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No que depender do projeto Outras Palavras, da Secult-PE e da Fundarpe, cultura popular e literatura pernambucanas estarão cada dia mais presentes no cotidiano escolar.  Com atividades em mais de 350 escolas do estado, desde 2015, o programa leva para sala de aula importantes referências da nossa cultura, escritores premiados, símbolos da música popular local, além de Patrimônios Vivos.</p>
<p>O projeto esteve na sexta-feira (25) no município de Xexéu, animando a Escola Municipal Antônio Joaquim de Gouveia. Entre os convidados, o escritor Sidney Rocha, vencedor do Prêmio Jabuti, conversou com os estudantes, sob a mediação da poeta Mariane Bigio, Sidney conversou sobre o atual momento da literatura no Brasil e falou também da sua obra premiada: &#8220;O Destino das Metáforas&#8221;. Além dos escritores, o Clube de Bonecos Seu Malaquias, Patrimônio Vivo de Pernambuco, também participou da atividade.</p>
<p>O &#8216;Outras Palavras&#8217; fez chegar até a biblioteca das escolas um importante acervo literário, com títulos de autores pernambucanos. Na entrega do kit, Antonieta Trindade, vice-presidente da Fundarpe, explicou o projeto: <em>&#8220;Nós que fazemos a Secretaria de Cultura e a Fundarpe temos a honra de trazer este projeto para a cidade de Xexéu. É muito gratificante trazer o Outras Palavras para uma cidade que se preocupa com a educação, quero agradecer ao prefeito Eldo Magalhães e ao secretário de Educação, Atonino Matias por essa oportunidade. Queremos fazer da escola um momento muito mais prazeroso para os alunos, além de fortalecer nossa cultura apresentando escritores premiados em Pernambuco e também no Brasil, Patrimônios Vivos e grandes ícones da cultura local. Hoje vocês vão ter a oportunidade de conhecer o escritor Sidney Rocha, que é grande parceiro do projeto e também o Clube de Bonecos Seu Malaquias, eleito recentemente Patrimônio Vivo de Pernambuco. Encaramos o Outras Palavras como uma militância em prol da educação, espero que possam desfrutar deste momento.&#8221;</em> finalizou.</p>
<div id="attachment_52978" aria-labelledby="figcaption_attachment_52978" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36034341594_4b45ea77c0_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-52978" alt="Vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade entrega kit literário a gestora da Escola Municipal Antônio Joaquim" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36034341594_4b45ea77c0_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade entrega kit literário à gestora da Escola Municipal Antônio Joaquim</p></div>
<p>Os alunos presentes ainda puderam desfrutar de um momento-cinema, com a exibição do curta &#8220;A Hora da Saída&#8221; produzidos por estudantes da Escola Estadual Santa Paula Frassineti, durante o curso de iniciação ao audiovisual do projeto Cine Cabeça, com direção de Cynara Santos e Gabriela Freitas e roteiro de Lucas Cintra e Vitor Vinicíus.</p>
<p>Depois da exibição, foram convidados ao palco os escritores Sidney Rocha e Mariane Bigio para falar sobre literatura e um pouco da vida do convidado. Sidney é escritor, contista, romancista e editor.</p>
<p>Com uma leveza na condução da conversa, Mariane logo arrancou de Sidney sua visão mais ampla da literatura. Muito à vontade, o escritor conversou com os presentes e compartilhou um momento que viveu envolvendo literatura e a cidade de Xexéu.</p>
<div id="attachment_52979" aria-labelledby="figcaption_attachment_52979" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36728894721_7fe16f6f8c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-52979" alt="Mariane Bigio bate papo com escritor Sidney Rocha " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36728894721_7fe16f6f8c_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Mariane Bigio bate papo com o escritor Sidney Rocha</p></div>
<p>&#8220;O que influencia a obra de um escritor é a capacidade que temos de compartilhar ideias. O que é na verdade ficção? porque podemos imaginar coisas? A literatura tem a capacidade de fazer o que nós sonhamos ser algum dia verdade. Se, aos 15 anos, eu sonhasse com um País menor, eu não teria feito literatura. A literatura não é só uma máquina de invenção, é também uma máquina de sonhos, é uma máquina que pode fazer algo útil pelo outro. Há alguns anos esta região sofreu várias situações históricas de enchentes. Em 2010, quando foi a maior delas eu pensei, o eu posso fazer? Eu só sei escrever, eu queria fazer algo mais. Mas eu tinha que aproveitar a minha capacidade para ajudar de alguma maneira&#8221;, contou Sidney.<br />
<em><br />
</em>Naquele ano, o escritor desenvolveu um projeto que visou ajudar as vítimas da enchente na região. &#8221;Pensei em escrever um livro, tinha naquela época 4 mil reais em minha conta bancária, eu pensei que com 4 mil eu conseguiria fazer um livro. Falei da ideia com alguns amigos escritores que também se interessaram em ajudar aquelas pessoas. Pra gente ver que ainda existe solidariedade entre as pessoas, quando cheguei na gráfica, custava 20 mil reais para imprimir o livro. Diante da situação, o dono decidiu fazer de graça. O fabricante do papel em São Paulo também concordou em ajudar e, em menos de 4 dias, eu tinha tudo que precisava para fazer o livro. Eu ainda precisava vender para arrecadar dinheiro para ajudar essas pessoas, então viajei para São Paulo em busca de contato com a Livraria Cultura, que também, resolveu ajudar. Dentro de uma semana arrecadamos 25 mil reais e doamos para ajudar aquelas pessoas que precisavam naquele momento. Foi muito prazeroso e satisfatório fazer isso com a literatura. Ninguém é escritor sozinho, um livro fechado não é nada, o livro só existe a partir da dimensão de quem lê&#8221;, opinou o escritor.</p>
<p>Sidney falou ainda sobre o Prêmio Jabuti de Literatura: <em>&#8221; Sou muito grato por este prêmio, sim, seja qual for a sua profissão, um prêmio é um reconhecimento de um trabalho que fez por determinado tempo ou com determinada qualidade. O Prêmio Jabuti é da alta crítica brasileira, mas acho que o grande prêmio do escritor não é quando seu livro encontra um grande selo, costumo dizer que local de escritor não é na livraria e, sim, na escola. Vivemos uma transição lenta, gradual e demorada da democracia, temos obrigação de retribuir à escola tudo que aprendemos, então, quando me chamam para ações como esta, me sinto muito mais honrado que qualquer prêmio que possam dar aos meus livros&#8221;. </em></p>
<div id="attachment_52980" aria-labelledby="figcaption_attachment_52980" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36868634135_a817f0df2c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-52980" alt="Escritor Sidney Rocha, vencedor do Prêmio Jabuti " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36868634135_a817f0df2c_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Escritor Sidney Rocha vencedor do Prêmio Jabuti</p></div>
<p>Depois do papo literário, subiu ao palco o Patrimônio Vivo, Clube de Bonecos Seu Malaquias para uma breve apresentação do seu trabalho. Com muito frevo animou a tarde em Xexéu.</p>
<p><strong>Clube de Bonecos Seu Malaquias</strong> foi constituído como troça em 1940, veio da cidade de Carpina e teve como fundador Antônio Ramos de Oliveira, popularmente conhecido por Seu Maracujá. Em 27 de agosto de 1954 foi registrado como Boneco Seu Malaquias. O nome foi escolhido em função de uma pessoa com estatura elevada que vivia na região e era chamada Malaquias.</p>
<p>Seu Malaquias tem como símbolo um boneco gigante que traz no pescoço um medalhão, e tem por cores o vermelho e o branco em decorrência da devoção ao Orixá Xangô.</p>
<p>Com vários títulos de campeão e vice-campeão do Carnaval do Recife, o Boneco traz em seu repertório os frevos de rua &#8220;Malaquias no Frevo&#8221; e &#8220;Recordação de Maracujá&#8221;, composições do Maestro Nunes, e o hino do clube-&#8221;Seu Malaquias&#8221;, composto por José Bartolomeu. Seu atual presidente é Brandão de Oliveira, mais conhecido como Chocho.</p>
<div id="attachment_52981" aria-labelledby="figcaption_attachment_52981" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36697799122_8c3cdd17d8_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-52981" alt="Clube de Bonecos Seu Malaquias " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36697799122_8c3cdd17d8_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Clube de Bonecos Seu Malaquias faz breve apresentação</p></div>
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		<title>Reisado, maracatu, coco e muito frevo animam o Palco de Cultura Popular Ariano Suassuna</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jul 2017 19:28:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
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		<category><![CDATA[FIG 2017]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Coco de roda, maracatu de baque solto, quadrilhas juninas, reisado e agremiações carnavalescas deram o tom da programação do Palco Cultura Popular Ariano Suassuna nesta terça-feira (25). Um dos polos mais apaixonantes do FIG, o espaço é ponto de encontro dos brincantes e amantes das mais variadas manifestações culturais do estado, palco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51581" aria-labelledby="figcaption_attachment_51581" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35335269124_73fc7f5337_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51581" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35335269124_73fc7f5337_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Clube de Bonecos Seu Malaquias se apresentou pela primeira vez no FIG como Patrimônio Vivo de Pernambuco</p></div>
<p style="text-align: right;">Por Marcus Iglesias</p>
<p style="text-align: left;">Coco de roda, maracatu de baque solto, quadrilhas juninas, reisado e agremiações carnavalescas deram o tom da programação do Palco Cultura Popular Ariano Suassuna nesta terça-feira (25). Um dos polos mais apaixonantes do FIG, o espaço é ponto de encontro dos brincantes e amantes das mais variadas manifestações culturais do estado, palco também das apresentações dos Patrimônios Vivos de Pernambuco, como o Clube de Boneco Seu Malaquias – uma das atrações do dia.</p>
<p style="text-align: left;">A programação começou por volta das 11h com a Banda Papaceiros do Forró, formada por estudantes da EREM Frei Caetano Messina, de Bom Conselho, para em seguida a Banda da Polícia Militar de Pernambuco apresentar sua orquestra de frevo e marchas marciais.</p>
<div id="attachment_51582" aria-labelledby="figcaption_attachment_51582" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35366319693_3203e189d6_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51582" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35366319693_3203e189d6_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Reisado e de Iati foi uma das atrações do polo neste terça (25)</p></div>
<p>Já no começo da tarde, a Quadrilha Pé na Roça, do município de São João, apresentou seu estilo tradicional com 16 pares de casais e um figurino típico das festas juninas. <em>“Tanto essa apresentação como a da Banda Papaceiros do Forró foram realizada através de uma parceria com a Secretaria Educação de Pernambuco, que indicou algumas atrações vinculadas a escolas públicas para participar da programação”,</em> explicou Teca Carlos, coordenadora do polo. No caso, a Quadrilha Pé na Roça é vinculada aos estudantes do EREM João Fernandes da Silva e outras escolas de São João.</p>
<p><em>“Numa parceria com a Prefeitura de Garanhuns, a gente recebeu também na programação de hoje a Quadrilha e o Reisado e de Iati, formado majoritariamente por pessoas da terceira idade daquela região”,</em> detalha Teca Carlos. Haja fôlego entre os idosos, que se revesaram para fazer duas apresentações, uma como quadrilha junina e outra valorizando a cultura dos reisados.</p>
<div id="attachment_51585" aria-labelledby="figcaption_attachment_51585" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35781584410_ad3176d189_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51585" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35781584410_ad3176d189_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Público pisou o pé com o Coco do Mestre Juarez</p></div>
<p>O sol começou a dar lugar ao céu nublado quando o Coco do Mestre Juarez botou todo mundo pra pisar o pé no chão. São mais de 40 anos dedicado ao coco de roda, numa tradição que começou com o avô do mestre.<em> “As pessoas me perguntam como sei decorado tantas músicas. Estão todas dentro da minha cabeça, desde pequenininho. É uma delícia poder continuar esse trabalho de família com a presença de netos e bisnetos no palco comigo. Fico feliz porque sei que haverá uma continuidade do meu legado”,</em> revela o mestre.</p>
<p>Figura carimbada do Palco de Cultura Popular do FIG e representando a família Salustiano, um dos nomes mais importantes da cultura popular do estado, o Maracatu Piaba de Outo, sob o comando do Mestre Dinda Salu, trouxe toda a cultura da Mata Norte de Pernambuco para Garanhuns. <em>“É sempre maravilhoso trazer nossa culturas pra terra da garoa. Não só a gente, mas os diversos outros grupos que passaram por aqui”,</em> opina o mestre.</p>
<div id="attachment_51583" aria-labelledby="figcaption_attachment_51583" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35366786233_3129014831_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51583" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35366786233_3129014831_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu Piaba de Ouro foi fundado pela família do Mestre Salustiano</p></div>
<p>Outro detalhe não menos importante é que nesta terça-feira (25) foi comemorado o Dia internacional da Mulher Negra e Caribenha, uma dia de luta e de empoderamento feminino. A vendedora Jordana Soares, mais conhecida como Preta, vende há três anos um produto que tem tudo a ver com os encontros de cultura popular: Axé, a bebida alcóolica feita com ervas e conhecidíssima nas ladeiras de Olinda. “Hoje é um dia que nós mulheres negras devemos comemorar, mas também é um dia de aviso, é um dia que chamamos atenção para que haja mais políticas públicas voltadas para a mulher negra. Sabemos que ela sofre duas mais vezes preconceito na questão econômica e psicológica. O machismo não pode passar e nós devemos ser respeitadas em todos os espaços da sociedade”, opina ela sobre a data.</p>
<p>Preta também falou sobre o que acha do Palco Cultura Popular Ariano Suassuna, que segue revelando e dando espaço aos tesouros do estado. “Todos os dias eu venho pra cá e devo continuar vindo até o fim do festival. Pra gente é muito importante este palco. Aqui é um encontro de cultura popular e o nosso produto é voltado para esse momento, esse contato humano, olho no olho, todo mundo dançando e todo mundo feliz. Esse é um dos polos mais importantes do FIG, sem dúvidas”.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36005968152_15b5255ad2_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51587 aligncenter" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36005968152_15b5255ad2_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>Ainda sobre a programação, faltam 19 semanas para o Carnaval de Pernambuco, mas o Clube de Bonecos Seu Malaquias já deu uma prévia do que espera os carnavalescos no ano que vem. Com seu boneco de 40 kg, a agremiação se apresentou pela primeira vez no Festival de Inverno de Garanhuns depois de conquistar o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p><em>“Pra gente foi muito positivo, e esse momento só foi possível graças à titulação como patrimônio, que é uma chancela do Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural do estado. É outra vertente e visão, um título que traz mais status e visibilidade para o grupo. Hoje a gente sentiu uma energia bem pra cima”, </em>revelou o Mestre Chocho, presidente da agremiação que se apresentou com 35 brincantes, entre passistas e orquestra, sob a regência do Maestro Luiz Antônio. “<em>Escolhemos um repertório um pouco diferente. O pessoal conhece muitos os frevos tradicionais, como Cabelo de Fogo e Vassourinhas, mas levamos ao Palco de Cultura Popular frevos não tão conhecidos como uma forma de educar o público. Foi legal porque dois músicos daqui de Garanhuns vieram conversar com a gente depois da apresentação pra perguntar sobre os frevos que eles não conheciam”,</em> destaca o maestro.</p>
<p>A programação encerrou com a batucada do Bloco de Samba Anarquistas do Bole Bole, formada por sambistas do Recife, que colocou todo mundo pra sambar e fez o chão tremer com o peso dos surdos e atabaques.</p>
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		<title>Paço do Frevo realiza tradicional arrastão no domingo (2)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/paco-do-frevo-realiza-tradicional-arrastao-neste-domingo-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2015 19:59:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Arrastão do Frevo]]></category>
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		<description><![CDATA[Possuindo entre as novidades deste mês de agosto, a realização do seu Arrastão do Frevo agora no primeiro domingo de cada mês, o Paço do Frevo estará promovendo neste 2 de agosto, a tradicional festividade dominical aberta ao público, pelas ruas do Bairro do Recife. Com concentração a partir das 15h, no Marco Zero, o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_28594" aria-labelledby="figcaption_attachment_28594" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jaqueline Maia</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Clube-de-Bonecos-Seu-Malaquias-FIG-2011-Foto-de-Jaqueline-Maia.jpg"><img class="size-medium wp-image-28594" alt="Jaqueline Maia" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Clube-de-Bonecos-Seu-Malaquias-FIG-2011-Foto-de-Jaqueline-Maia-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Clube de Bonecos Seu Malaquias estará animando o Arrastão do Frevo, com 40 integrantes da agremiação.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Possuindo entre as novidades deste mês de agosto, a realização do seu Arrastão do Frevo agora no primeiro domingo de cada mês, o Paço do Frevo estará promovendo neste 2 de agosto, a tradicional festividade dominical aberta ao público, pelas ruas do Bairro do Recife. Com concentração a partir das 15h, no Marco Zero, o cortejo será conduzido pelo Clube de Bonecos Seu Malaquias.</p>
<p style="text-align: justify;">“Nesta apresentação, estaremos celebrando não apenas nossos 75 anos de atuação, completados em fevereiro, mas também a próxima turnê do clube, com o álbum ‘Frevo da Humanidade na Arte da Dança e da Música – parte II’. A turnê deve ser iniciada em novembro deste ano, passando por cidades de Rondônia e do Pará, com a participação de 27 integrantes do Seu Malaquias”, informou Cláudio Brandão, presidente da agremiação.</p>
<p style="text-align: justify;">O cortejo no Recife Antigo possui como destino o próprio Paço do Frevo, que também estará aberto à visitação no domingo, no horário das 12h às 19h. Os ingressos individuais custam R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia). Outras informações sobre o espaço cultural do Recife podem ser conferidas no site <strong><a title="www.pacodofrevo.org.br" href="http://www.pacodofrevo.org.br" target="_blank">www.pacodofrevo.org.br</a></strong>.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>Arrastão do Frevo no Bairro do Recife</strong></em><br />
<strong>Atração:</strong> Clube de Bonecos Seu Malaquias<br />
<strong>Quando:</strong> domingo, 2 de agosto<br />
<strong>Concentração:</strong> a partir das 15h<br />
<strong>Trajeto:</strong> do Marco Zero até o Paço do Frevo<br />
<em>Evento aberto ao público</em></p>
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