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	<title>Portal Cultura PE &#187; coco de roda</title>
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		<title>Buíque, cidade com fortes raízes indígenas, abre o festival com entoadas Fulni-ô nesta sexta-feira (30)</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 23:13:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Imagens: Afrorec Texto: Isabella Ferreira Os mais de 50 mil habitantes do município de Buíque receberam nesta sexta-feira (30) os primeiros grupos de cultura popular, com a responsabilidade de abrir o festival na cidade. E para ressaltar as profundas raízes indígenas, as entoadas possuíam diversos porta-vozes carregando suas respectivas histórias e tradições na Praça Major [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_112887" aria-labelledby="figcaption_attachment_112887" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Flishimayá-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-112887" alt="Grupo Flishimayá Fulni-ô de Águas Belas durante o Festival Pernambuco Meu País, em Buíque - Imagens: Afrorec" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Flishimayá-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Flishimayá Fulni-ô de Águas Belas durante o Festival Pernambuco Meu País, em Buíque &#8211; Imagens: Afrorec</p></div>
<p dir="ltr">Imagens: Afrorec<br />
Texto: Isabella Ferreira</p>
<p dir="ltr">Os mais de 50 mil habitantes do município de Buíque receberam nesta sexta-feira (30) os primeiros grupos de cultura popular, com a responsabilidade de abrir o festival na cidade. E para ressaltar as profundas raízes indígenas, as entoadas possuíam diversos porta-vozes carregando suas respectivas histórias e tradições na Praça Major França, em frente ao relógio de Buíque.</p>
<p dir="ltr">Por volta das 14h, o grupo Flishimayá Fulni-ô de Águas Belas pisou pela primeira vez em Buíque, cantando em sua língua materna, o Uiapê, entoadas da tribo Fulni-ô.</p>
<p dir="ltr">“O primeiro cântico que fizemos foi pedindo a Deus para que abençoasse aquele espaço. O segundo, a gente pediu que as crianças respeitem os mais idosos; o terceiro foi uma história sobre como não devemos brigar entre si, e por aí em diante”, afirmou o líder do grupo, Six.</p>
<p dir="ltr">Não foi só a primeira vez do grupo se apresentando. Alunos da Escola Municipal Antônio Yoyo, de Buíque, viram pela primeira vez a apresentação de um grupo de cultura popular indígena.</p>
<p dir="ltr">&#8220;Eu gostei de tudo, mas o que eu mais gostei foi deles dançando, porque eu nunca tinha visto antes como era&#8221;, disse Victória, aluna do 5º ano da instituição, de 10 anos. Muitos de seus colegas demonstraram não só o mesmo interesse, como a mesma resposta: nunca haviam presenciado uma apresentação como aquela ou até mesmo ouvido a língua materna Fulni-ô.</p>
<p dir="ltr">“Estar aqui representa uma força, por eu estar mostrando o que é meu. Mesmo pessoas de tão perto, talvez nem conheçam a fundo a história. E eu estou passando, estou levando a história por onde eu passo. Estar aqui é resistência”, completou Six.</p>
<div id="attachment_112889" aria-labelledby="figcaption_attachment_112889" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Flishimayá-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-112889" alt="Grupo Flishimayá Fulni-ô de Águas Belas durante o Festival Pernambuco Meu País, em Buíque - Imagens: Afrorec" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Flishimayá-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Flishimayá Fulni-ô de Águas Belas durante o Festival Pernambuco Meu País, em Buíque &#8211; Imagens: Afrorec</p></div>
<p dir="ltr">Do coco das raízes indígenas para o coco de trupé do grupo Coco Fulô do Barro, de Arcoverde, foi apenas um pulo. Em uma mistura de músicas mais populares e das tradicionais, o coco de roda do Fulô do Barro parou muitos alunos que transitavam da volta para casa para prestigiar a performance.</p>
<p dir="ltr">Assim que o relógio bateu 16h, a Praça Major França mudou das histórias de raízes indígenas para as tradições dos brinquedos que vieram do trabalho no corte de cana. O Cavalo Marinho Boi da Luz, formado pelo descendente de Mestre Salustiano, Patrimônio Vivo de Pernambuco, Dinda Salu, estreou o som da rabeca para quem passava perto do Palco Zuzuada, completando o primeiro dia do Palco das Culturas Populares em Buíque.</p>
<div id="attachment_112893" aria-labelledby="figcaption_attachment_112893" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-30-at-19.12.39.jpeg"><img class="size-medium wp-image-112893" alt="Grupo Flishimayá Fulni-ô de Águas Belas durante o Festival Pernambuco Meu País, em Buíque - Imagens: Afrorec." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-30-at-19.12.39-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Flishimayá Fulni-ô de Águas Belas durante o Festival Pernambuco Meu País, em Buíque &#8211; Imagens: Afrorec.</p></div>
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		<title>Baluartes cuidam da cultura popular visando à perenidade</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 03:12:36 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A tarde deste sábado (11) no polo País das Culturas Populares do Festival Pernambuco Meu País em Caruaru (Agreste), quinta etapa do evento, foi comandada por pessoas essenciais que estão na ponta e são corresponsáveis pela manutenção da cultura pernambucana. Primeiro por serem ativistas culturais, protagonistas e respeitadas por sua experiência. Segundo por garantirem o controle de qualidade e a diversificarem a atuação de suas manifestações.</p>
<p>Subiram ao palco do caminhão-palco na Estação Ferroviária: Dona Conceição dos Prazeres, líder da banda afro Raízes de Quilombo, do Morro da Conceição (Zona Norte do Recife); Mestre Grimário, responsável pelo Cavalo Marinho Boi Pintado, de Aliança (Zona da Mata Norte do Estado); Nininha do Coco, de Olinda (Região Metropolitana do Recife); e até os bacamarteiros, que enquanto coletivo, com suas associações culturais, mantêm forte seu folguedo e esteve representado pelo grupo Batalhão de Bacamarteiros 78, de Gravatá (Agreste).</p>
<p>Formado há 38 anos, o Raízes do Quilombo é um dos vários grupos que reverenciam a ancestralidade de matriz africana e que têm dado o recado no festival pelos municípios em que passam. Segundo Dona Conceição (mãe do percussionista Lucas dos Prazeres), seus integrantes, cantores e percussionistas, são agentes multiplicadores. Contra o racismo (&#8220;O racismo existe/ não é mimimi&#8221;, canta contudentemente em seus versos) e em prol da conscientização e da resistência sociocultural e do protagonismo da mulher, em especial a preta e periférica, na sociedade. Aqui ainda prestou uma homenagem a Zé Neguinho do Coco.</p>
<p>Remanescente de Mestre Batista, e com o apoio de Mestre Salustiano, Grimário foi um dos brincantes de cavalo marinho que, após décadas de experiência, tornaram-se mestres e criaram seu próprio brinquedo para ajudar a manter viva a tradição dos folguedos da Mata Norte. Também com voz e percussão, destaca-se pelo som indefectível da rabeca. No País das Culturas Populares, dançarinos e personagens icônicos do cavalo marinho performaram em meio à plateia gerando muita emoção.</p>
<p>Ondina Barros da Silva, ou simplesmente Dona Nininha, 81 anos, também criou seu próprio grupo, há 10 anos. No palco canta a experiência de vida e o imaginário das comunidades de pescadores, de quem é filha e viúva. Canta que nasceu na Praça do Carmo, em Olinda, e foi criada no Amaro Branco, célebre celeiro de coquistas da Cidade Patrimônio da Humanidade.</p>
<p>Já os bacamarteiros, grupos bastante conhecidos na região, tem se mostrado bastante articulados, sendo representados por associações. Coube ao Batalhão 78 dar uma pequena amostra de sua tradição, em uma performance que conta com um terno de pife e percussão puxando os brincantes em evolução pelo pátio da Estação Ferroviária. Em seguida os músicos subiram ao palco-caminhão para os demais integrantes acionarem seus bacamartes.</p>
<p>O mais comum nesses grupos é ver a composição com membros da mais diversas gerações. É gostoso presenciar isso. E como a cultura popular pernambucana tem se preparado para a perenidade. É nossa história sendo escrita, cantada, tocada, dançada, brincada e assistida, em tempo real, enquanto nos entretêm e nos conscientiza.</p>
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		<title>Bastiões comandam País das Culturas Populares em Pesqueira</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Aug 2024 02:00:15 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A segunda tarde do polo País das Culturas Populares no Festival Pernambuco Meu País, no município de Pesqueira (PE), neste sábado (3), foi marcado por apresentações de grupos e artistas que têm como projeto de existência a perpetuação da manifestação cultural a que se dedicam. Subiram ao palco da Praça da Rosa as atrações Mestres do Coco Pernambucano, Ciranda das Flores da Amunam, Bloco Afro Lamento Negro e Adiel Luna e o Coco Camará.</p>
<p>Mestre do Coco Pernambucano, por exemplo, surgiu de uma exposição fotográfica sobre o tema. A partir dessa iniciativa foi formado um conjunto no qual participam três mestres nos vocais e três percussionistas, com os nomes sempre se alternando.</p>
<p>Já a Ciranda Flores Amunam, formada por integrantes da Associação das Mulheres de Nazaré Mata (Zona da Mata Norte), trouxe em seu repertório canções que enaltecem o papel da mulher e seu empoderamento. Com vozes, percussão e metais, também interpretou composições de Gilberto Gil (Esperando na Janela), Xico Bezerra (Se Tu Quiser), Vital Farias (Ai que Saudade d&#8217;Ocê), Alceu Valença (Anunciação) e Dominguinhos &amp; Anastácia (Eu Só Quero um Xodó) em ritmo de ciranda.</p>
<p>Entre os grupos de afro reggae, ritmo que têm tido grande destaque no Festival Pernambuco Meu País, o Bloco Afro Lamento Negro, do bairro de Peixinhos (Olinda-PE), é um dos mais icônicos. Basta dizer que dele saíram os integrantes que formaram a base rítmica da banda Nação Zumbi, ainda com Chico Science. As origens do movimento mangue tem DNA do Lamento Negro. Em Pesqueira, Felipe Baobá, Fernanda e Marcela entoaram canções que celebram a cultura preta e periférica. Como de praxe, completaram a set list com temas como o Canto das Três Raças (de Mauro Duarte &amp; Paulo César Pinheiro, sucesso na voz Clara Nunes), Samba Makossa (Chico Science) e Computadores Fazem Arte (Fred Zeroquatro).</p>
<p>Natural de São Lourenço da Mata (Região Metropolitana do Recife), Adiel Luna é cantador de viola, coquista, forrozeiro, aboiador, cordelista, ator, mestre de maracatu, mamulengueiro, formador e brincante de cultura popular. Seu espetáculo, com vozes e percussão, reflete toda essa bagagem. Ainda assim, em Pesqueira, Adiel deu mesmo foi um show de humildade, dividindo seu tempo de palco convidando mestres e brincantes da cidade e região. Participaram mestre Luiz Timóteo, Diosmam Avelino e os membros do Flor de Jurema Ednaldo Xucuru, Jaci Nayara Dias, Carol Xucuru e Bibi Xucuru.</p>
<p>Antes transição do País das Culturas Populares para o País da Música, no mesmo palco da Praça da Rosa, ainda contou com o espetáculo O Menestrel. As histórias cantadas pelo ator Márcio Fecher, acompanhado pelo violão de Felipe Baobá e o carrón de Fábio Ypalonã, são uma adaptação de o Guardador de Rebanhos, de Alberto Caeiro (heterônimo de Fernando Pessoa), com foco na cultura de maracatu, coco e toques de terreiro.</p>
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		<title>Palco das Culturas Populares Zuzuada estreia grupos de coco de roda na Vila Real de Cimbres, em Pesqueira</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Aug 2024 03:14:45 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_111520" aria-labelledby="figcaption_attachment_111520" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ronny Colors/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Coco-de-Toré-Pandeiro-do-Mestre-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-111520" alt="Ronny Colors/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Coco-de-Toré-Pandeiro-do-Mestre-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Coco de roda na Vila Real de Cimbres, em Pesqueira (PE)</p></div>
<p>A Vila Real de Cimbres, um povoado no alto da Serra do Ororubá, no agreste pernambucano, foi o local escolhido para sediar o palco das Culturas Populares Zuzuada, enquanto o Festival Pernambuco Meu País faz sua passagem pela cidade. Na noite desta sexta-feira (4), a inauguração do palco foi marcada por estreias: tanto dos grupos culturais Coco do Amaro Branco e Coco de Toré quanto de alguns jovens que presenciaram uma apresentação desse tipo pela primeira vez.</p>
<p>O grupo olindense foi o primeiro a se apresentar na noite. Eles decidiram subir uma ladeira diferente da São Miguel, que dá acesso ao bairro do Amaro Branco em Olinda, e subiram a serra até o palco situado em frente à paróquia de Nossa Senhora das Montanhas. Em pouco tempo, a população local foi contagiada pelo rufar &#8220;diferente&#8221; dos tambores, como afirma Maria de Fátima, uma moradora de 57 anos, aposentada da agricultura.</p>
<p>“Aqui tem umas pessoas que fazem esse samba de coco, mas é diferente desse aí, sabe? É diferente porque fazem aquelas rodas, pinotam muito, e aí, assim, achei um pouco diferente, mas muito bonito.”</p>
<p>E essa primeira impressão não se restringe apenas aos mais velhos. Diversos jovens afirmaram que não conheciam nem mesmo o Coco de Roda feito pela comunidade e foram além: também nunca haviam presenciado uma apresentação de Maracatu ou de Frevo, eventos que aconteciam logo ao pé da serra. As estudantes Ana Cláudia e Danielle, ambas com 15 anos, disseram que se identificavam com outros jovens da mesma idade que nunca tinham presenciado algo do gênero.</p>
<p>“É muito interessante, divertido, animado. É que aqui a gente dança mais forró, não é essas coisas de cultura. Com certeza eu iria para outra cidade para ver mais desse aqui. Tenho muita vontade de ver lá em Recife.” Afirmou Ana Cláudia, após ver o encerramento dos grupos.</p>
<div id="attachment_111519" aria-labelledby="figcaption_attachment_111519" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ronny Collors/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Coco-do-Amaro-Branco-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-111519" alt="Ronny Collors/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Coco-do-Amaro-Branco-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Coco de roda na Vila Real de Cimbres, em Pesqueira (PE)</p></div>
<p>A possibilidade de troca entre mestras e mestres, produtores culturais e o grande público de diversas partes do estado enquanto transitam por essas regiões é um dos objetivos do Festival Pernambuco Meu País. Quem enfatizou a importância dessa troca, &#8220;de levar o Coco de Roda de lá para cá e trazer as manifestações culturais daqui para lá&#8221;, foi a produtora cultural Isa Mello, integrante do grupo Coco do Amaro Branco.</p>
<p>“Uma coisa que eu acho incrível é a descentralização da oferta cultural porque tudo acontece no centro. Então, quando você se desloca para outras localidades e que geralmente elas não são bem distantes do centro, a roda acontece, a brincadeira acontece e enfim, é uma magia, e é importante”.</p>
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		<title>País das Culturas Populares acolhe artistas pouco antes vistos</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 05:00:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No Festival Pernambuco Meu País, o polo País das Culturas Populares tem se revelado uma ótima oportunidade tanto para artistas representantes de um leque mais amplo de diversidade ocuparem espaços a que costumam ter pouco acesso, e de forma descentralizada, quanto para o público conhecer essas pessoas e esses grupos que vão além dos rótulos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No Festival Pernambuco Meu País, o polo País das Culturas Populares tem se revelado uma ótima oportunidade tanto para artistas representantes de um leque mais amplo de diversidade ocuparem espaços a que costumam ter pouco acesso, e de forma descentralizada, quanto para o público conhecer essas pessoas e esses grupos que vão além dos rótulos tradicionais. Neste domingo (28), em Gravatá (Agreste), esse aspecto esteve bem representado pelo Trans Coco, primeiro grupo de coco LGBTQIA+ do Estado (leia-se: do mundo); e pela Orquestra Iorubás de Pernambuco, de música espiritual que remete à ancestralidade de matriz africana. A família da Ciranda Sant&#8217;Anna e o ativismo do Coco Resistência completaram a programação da tarde no palco-caminhão.</p>
<p>Formado por pessoas trans, o sexteto de voz e percussão Trans Coco, do município de Igarassu (Litoral Norte), orgulha-se de ser o primeiro grupo LGBTQIA+ de coco de roda de Pernambuco. A música, claro, é importante, mas na apresentação do conjunto nota-se que prevalece a preocupação com a luta pela conquista de espaço, pela dignidade humana e pelo respeito. Requisitos básicos, porém, ainda em falta para muitas pessoas.</p>
<p>Comandado pela cantora Raphaella Ribeiro, que também se autointitula a primeira mulher trans vocalista de um brinquedo popular, o Trans Coco aborda em suas músicas o combate às práticas discriminatórias e preconceituosas e aos crimes. &#8220;O palco é lugar de todos os corpos. Para nós é muito importante estarmos aqui&#8221;, afirmou Raphaella. A plateia, a maior dos três dias eventos nesse polo em Gravatá, acolheu o Trans Coco com muito afeto.</p>
<p>Outro belo exemplo No País das Culturas Populares neste domingo foi o da Orquestra Iorubás de Pernambuco. Numa analogia, o grupo de vozes, percussão e metais seria o equivalente a um conjunto gospel, ou de música sacra, porém, de música espiritual que remete à ancestralidade de matriz africana. É integrado por pessoas de terreiro que fazem expressões de axé por meio de cantigas de louvação. Como se isso não bastasse, traz em sua formação um set amplo e vigoroso de metais que acrescenta uma sonoridade única e robusta à tradição do gênero. Um grata surpresa.</p>
<p>E por falar em tradição, a Ciranda Sant&#8217;Anna trouxe para o caminhão-palco um belo espetáculo de música e dramatização. O grupo, da família homônima do bairro do Vasco da Gama (Zona Norte do Recife), dedicou seus primeiros minutos a uma performance de meditação e oração, que foi seguida pela abertura de uma faixa com os dizeres: &#8220;Diga não intolerância religiosa&#8221;. Na sequência, um balé popular com quatro integrantes foi para o meio da plateia instigar ainda mais a formação das tradicionais rodas de ciranda. As canções evocaram um show de conscientização (como por exemplo pela preservação da Amazônia) e de reverência aos orixás como muito respeito e muita dignidade.</p>
<p>No cair da noite, no mesmo tom ativista e militante pela cultura popular e pelos direitos sociais, o Coco da Resistência, formado por músicos de várias localidades da Região Metropolitana do Recife (Amaro Branco/Olinda, Brasília Teimosa, Janga/Paulista, Santo Amaro), também deixou seu recado em um repertório de coco de roda e samba interpretado com vozes, percussão e cordas (contrabaixo elétrico e cavaquinho). Momentos de grande riqueza cultural pernambucana.</p>
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		<title>País das Culturas Populares tem se destacado por crossover, salvaguarda e a força do samba-reggae</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jul 2024 04:59:54 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua primeira edição, o Festival Pernambuco Meu País tem mostrado, como poucos eventos, a tradição e a força que tem o samba-reggae no Estado, sobretudo o produzido na Zona Norte da capital. Uma das inúmeras gratas surpresas da programação, essa tem acontecido à tarde, no polo País das Culturas Populares, sobre o já famoso palco-caminhão que percorre as oito cidades programadas para este ano. Neste sábado (27), em Gravatá (Agreste), foi a vez do Bloco Obirin, do Morro da Conceição, ditar o ritmo. A festa continuou até o início da noite com a Ciranda das Flores Amunam (Nazaré da Mata, Zona da Mata Norte), do Coco de Umbigada (Olinda), do forró de Fagner Chagas (Gravatá) e do coral afro Voz Nagô (Recife).</p>
<p>Céu azul, temperatura de 25 °C. Foi nesse clima que o primeiro grupo de samba-reggae de mulheres do Recife subiu ao palco, logo depois da hora do almoço, para mostrar seus repertório composto por temas autorais e standards nacionais, como é comum a grupos do gênero.</p>
<p>Em seguida foi a vez das Flores Amunam, formado por integrantes da Associação das Mulheres de Nazaré Mata, mostrar suas canções que enaltecem o papel da mulher e seu empoderamento. Com vozes, percussão e metais, interpretou composições de Xico Bezerra (Se Tu Quiser), Vital Farias (Ai que Saudade d&#8217;Ocê), Alceu Valença (Anunciação) e Dominguinhos &amp; Anastácia (Eu Só Quero um Xodó) em ritmo de ciranda.</p>
<p>E esse tem sido outro aspecto curioso na grade de programação de festival: evidenciar o crossover entre os vários gêneros e ritmos, mostrando como artistas bebem das mais diferentes fontes, seja para divertir e/ou se aproximar de gerações e gostos diversos, derrubando muros e (pré)conceitos.</p>
<p>Se a tarde estava quente, com a apresentação do Coco de Umbigada virou brincadeira. Referência em coco de roda no Estado (leia-se: no mundo), o grupo surgido nas cercanias de Olinda e Paulista (Região Metropolitana do Recife) trouxe para o Agreste a força da tradição centenária do gênero sob o comando de Mãe Beth de Oxum, Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>E como não poderia deixar de ser, Gravatá foi muito bem representada por um de seus filhos, o forrozeiro Fagner Chagas, que fez o País das Culturas Populares pegar fogo com uma set list bem arrumada misturando forrós tradicionais com estilizados e xotes. No cardápio, sucessos consagrados de Zé Ramalho (frevo, Mastruz com Leite (baião de Dois, de Luiz Fidélio &amp; Jaboty; e Meio-Dia, de Fidélio com Danilo Lopes), Flávio José (Meu Cenário, de Petrúcio Amorim) e Luiz Gonzaga (Numa Casa de Reboco (parceria com Zé Marolino).</p>
<p>Era tudo o que o público queria para dançar agarradinho. Houve até tempo para canções do xará mais famoso, Raimundo Fagner (Espumas ao Vento, de Accioly Neto; Revelação, de Clodô &amp; Clésio; Pedras que Cantam, de Dominguinhos &amp; Fausto Nilo). Sem dúvida uma referência inusitada.</p>
<p>Já à noite, o caminhão-palco encerrou este sábado com chave de ouro: com o septeto de vozes femininas Voz Nagô atuando como headliner. O grupo, acompanhado de uma banda de percussão e cordas, é uma das criações do saudoso músico Naná Vasconcelos, um dos homenageados desta edição do festival (ao lado do artista visual Abelardo da Hora), e surgiu em 2009 para compor a abertura do Carnaval do Recife &#8211; o que faz até hoje.</p>
<p>Mas em se tratando de sete mulheres negras ativistas culturais, o Voz Nagô ganhou vida própria e vem mostrando um talento incrível. Neste sábado, começou prestando uma homenagem ao padrinho, com a canção Juvenal Nagô, de Manu Nascimento, ex-integrante do grupo. Depois fez um set apenas com músicas de Naná rearranjadas especialmente para o septeto. E, claro, não faltaram os supracitados crossovers, em versões de sucesso de Alceu Valença (Anunciação; La Belle de Jour) e Reginaldo Rossi (Recife Minha Cidade).</p>
<p>E como se tudo isso fosse pouco, pode-se afirmar que o País das Culturas Populares tem se mostrado uma síntese das manifestações que são talvez as principais responsáveis pela salvaguarda da cultura popular, sobretudo a de origem ancestral, das matrizes africana e dos povos originários.</p>
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		<title>Manifestações populares aquecem Gravatá sob um calor convidativo</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jul 2024 04:58:11 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Ciranda, samba, coco de roda e afoxé. As manifestações populares fizeram o aquecimento das primeiras horas do Festival Pernambuco Meu País, no município de Gravatá (Agreste pernambucano), nesta sexta-feira (26). Em mais de um sentido. No palco-caminhão do polo País das Culturas Populares, começou a agitar a cidade numa bela tarde de sol sob o calor de 26 °C.</p>
<p>No caminhão-palco estacionado na Avenida Joaquim Didier, próximo à Escola de Referência em Ensino Médio Devaldo Borges, Mestre Pixito comandou a Ciranda Flor do Luar, de Aliança (Zona da Mata Norte). Com acompanhamento de metais e percussão, o grupo puxou a ciranda por quase uma hora num só fôlego, sem parar em nenhum instante.</p>
<p>Antes mesmo de Pixito e companhia deixarem o palco, o Bloco de Samba Anarquistas Bole Bole, do bairro dos Coelhos, no Recife, já apontava em formação mais à frente na mesma avenida. Foi só receber a deixa e seguiu para se posicionar com sua bateria, cordas e passistas num total de mais de 20 integrantes. Em ritmo de preparação para apresentações que realiza em setembro, no Rio Grande do Norte e São Paulo, a Bole Bole mostrou porque tem esse nome e colocou todo mundo para dançar com sambas-enredo próprios e hits nacionais do gênero.</p>
<p>A partir não deu mais para fazer o corpo parar. Logo entrou em cena o grupo As Netas de Selma do Coco, que, além das herdeiras da saudosa coquista (morta em 2015), conta com outros familiares, inclusive trinetos, discípulos e discípulas. Jaqueline Leite comandou o repertório de sucessos da avó e ainda prestou um tributo a Glorinha do Coco, falecida em março.</p>
<p>O País das Culturas Populares encerrou sua programação da sexta-feira com o Afoxé Ogbon Obá, do bairro de Água Fria (Recife), fundado em 2007. Já com o friozinho chegando &#8211; afinal estamos no inverno -, os conselheiros do rei, referência a Xangô, como diz seu nome, cantaram e tocaram a seu orixá evocando empoderamento e autoestima. Foi emocionante.</p>
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		<title>Noite do Cabelo Pixaim chega à 33ª na sede do Afoxé Alafin Oyó</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 15:42:28 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106562" aria-labelledby="figcaption_attachment_106562" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/49501289457_6e22920586_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-106562" alt="PH Reinaux/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/49501289457_6e22920586_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Afoxé Alafin Oyó</p></div>
<p>O Afoxé Alafin Oyó promove neste sábado (25), a partir das 20h, a 33ª edição do festival Noite do Cabelo Pixaim. O evento acontece na sede do grupo, na Rua do Sol, nº 284, no bairro do Carmo, no município de Olinda, com apresentações artísticas do afoxé ao frevo, da cumbia ao samba e coco de roda. A entreda é gratuita.<br />
Este ano, além do Afoxé Alafin Oyó, participam grupo Bongar, Orquestra de Bolso com participação especial de Lu Maciel, DJ NK Cumbia e Bateria Cabulosa.<br />
A 33ª Noite do Cabelo Pixaim conta com o apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo do Estado e da Prefeitura de Olinda.</p>
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		<title>Governo de Pernambuco realiza o Encontro Estadual de Coco, na Torre Malakoff</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2018 18:34:51 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/28-03-18-card-virtual-02-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-59217" alt="28 03 18 - card virtual-02 (2)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/28-03-18-card-virtual-02-2-607x466.jpg" width="607" height="466" /></a></p>
<p>Coco de praia, coco de trupé, samba de coco, coco de roda, coco de São João. São muitas as modalidades desta batida que acontece em diversas partes de Pernambuco. O que dá a união do coco, seja por quem ou por onde seja feito, é a pisada. E o povo, claro. Coco é música e dança do povo, feita no chão, no terreiro. É com o objetivo de mostrar toda diversidade dessa cultura que anualmente o Governo de Pernambuco tem promovido o Encontro Estadual de Coco. Na edição deste ano, trinta e um grupos irão se apresentar, de sexta (6) a domingo (8), na Torre Malakoff (Bairro do Recife).</p>
<p>Para o secretário de Cultura Marcelino Granja, o coco de roda representa ainda a resistência da cultura tradicional para salvaguardar uma brincadeira que é secular em Pernambuco. “Ao Governo de Pernambuco cabe garantir a brincadeira e sua representatividade, ou seja, dar espaço para os mais diversos grupos, as mais diversas vozes e batidas, do litoral ao sertão, que estão trabalhando ao longo do ano para o fortalecimento dessa manifestação”, diz Marcelino Granja.</p>
<div id="attachment_46926" aria-labelledby="figcaption_attachment_46926" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Encontro-de-Coco-de-Pernambuco-A-Cocada-Jan-Ribeiro-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-46926" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Encontro-de-Coco-de-Pernambuco-A-Cocada-Jan-Ribeiro-02-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentações acontecem na área externa da Torre Malakoff</p></div>
<p>A seleção dos grupos aconteceu de forma democrática, por meio da mesma convocatória que selecionou os artistas que participaram da grade do Carnaval 2018 de Pernambuco. “Garantimos a participação de artistas de praticamente todos os estilos do coco, de todas as regiões. Temos grupos de Recife, de Olinda, de Arcoverde. O Encontro não deixa de ser ainda um mapeamento do que está sendo feito em Pernambuco dentro deste gênero tão rico que é o coco, servindo não só aos brincantes e ao público em geral, mas sendo também um recorte histórico desta brincadeira para pesquisadores que se interessarem em conhecer os representantes dos variados estilos do coco, em Pernambuco”, diz Márcia Souto, presidente da Fundarpe.</p>
<p>Márcia destaca que o evento foi construído ainda em diálogo com importantes entidades que cuidam da salvaguarda do coco, a exemplo da União Olindense do Coco de Roda Pernambucano, comanda por Mestre Pacheco Cantador, que reúne hoje vinte e três grupos de coco do Recife, Olinda e Cabo. “Esse encontro nasceu em Olinda e depois se ampliou para ser de todo estado. Para a cena do coco é uma conquista muito importante ter o reconhecimento do Governo, que passa a entender que essa é uma música do povão. Você vê a identificação do povo com o coco, uma música popular, que todo mundo canta”, diz Pacheco.</p>
<div id="attachment_46924" aria-labelledby="figcaption_attachment_46924" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Encontro-de-Coco-de-Pernambuco-Coco-do-Pneu-Jan-Ribeiro-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-46924" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Encontro-de-Coco-de-Pernambuco-Coco-do-Pneu-Jan-Ribeiro-02-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Coco do Pneu também compõe a programação</p></div>
<p>Segundo o artista, uma das preocupações dos grupos que fazem coco hoje no estado é que as sambadas sejam mantidas ao longo do ano, e não apenas no Carnaval. Para ele, o Encontro contribui para a organização dos grupos, e incentiva que eles mantenham suas atividades em outras épocas. “A grande maioria dos grupos desse encontro já tem essa força de não esperar só os eventos para manter a tradição nas suas comunidades”, diz o artista e produtor.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong>ENCONTRO ESTADUAL DE COCO 2018</strong><br />
<strong>QUANDO:</strong> Sexta-feira (6), sábado (7) e domingo (08), a partir das 17h<br />
<strong>ONDE:</strong> Torre Malakoff (Praça do Arsenal, Bairro do Recife)<br />
Entrada gratuita</p>
<p style="text-align: center;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></span></p>
<p><strong>SEXTA-FEIRA (6)</strong><br />
17h &#8211; Grupo de Coco Infantil Sabrina do Coco<br />
17h30 &#8211; Grupo Cultural Indígena Fetxhá<br />
18h &#8211; As Netas de Selma do Coco<br />
18h30 &#8211; Coco Vermelho<br />
19h &#8211; Coco de Praia<br />
19h30 &#8211; Coco do Mestre Zezinho<br />
20h &#8211; Coco de Pneu<br />
20h30 &#8211; Coco Chinelo de Ia Ia<br />
21h &#8211; Mestre Jujuba do Coco<br />
21h30 &#8211; Dona Del do Coco</p>
<p><strong>SÁBADO (7)</strong><br />
17h &#8211; As Filhas do Coco<br />
17h30 &#8211; Mestre Beto Santos e Coco Pé no Chão<br />
18h &#8211; Coco do Mestre Juarez<br />
18h30 &#8211; Gervásio do Coco<br />
19h &#8211; Grupo Pedagogia do Coco<br />
19h30 &#8211; Coco de Pontezinha<br />
20h &#8211; Grupo Coco de Fulô<br />
20h30 &#8211; Samba de Coco das Irmãs Lopes<br />
21h &#8211; O Coco é a Resposta<br />
21h30 &#8211; Adiel Luna</p>
<p><strong>DOMINGO (8)</strong><br />
16h30 &#8211; Grupo de Coco Raízes<br />
17h &#8211; Coco de Roda Raio de Luz<br />
17h30 &#8211; Coco de Roda Popular de Fortaleza<br />
18h &#8211; Coco de Seu Mané<br />
18h30 &#8211; Coco de Roda Panela de Barro<br />
19h &#8211; Batuque das Morenas<br />
19h30 &#8211; Arnaldo do Coco<br />
20h &#8211; Pacheco Cantador<br />
20h30 &#8211; Mano de Baé<br />
21h &#8211; Cila do Coco<br />
21h30 &#8211; Coco do Amaro Branco</p>
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		<title>Coco do Mestre Aroeira anima final de semana em Olinda</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2016 13:53:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amaro Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Batuque das Morenas]]></category>
		<category><![CDATA[Casa da Mestra Ana Lúcia]]></category>
		<category><![CDATA[coco de roda]]></category>
		<category><![CDATA[Coco do Mestre Aroeira]]></category>
		<category><![CDATA[Estrelinhas do Coco]]></category>
		<category><![CDATA[Jurema Sagrada]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>
		<category><![CDATA[ritual da gira]]></category>

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		<description><![CDATA[A casa da Mestra Ana Lúcia, localizada no bairro do Amaro Branco, em Olinda, será cenário neste sábado (18), de mais um tradicional Coco do Mestre Aroeira. Promovido na comunidade desde o ano de 1985, a festividade aberta ao público estará reunindo, a partir das 22h, mestres e grupos de coco de roda originados no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_37332" aria-labelledby="figcaption_attachment_37332" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Letícia Rodrigues/divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Mestra-Ana-Lucia-Foto-Leticia-Rodrigues.jpg"><img class="size-medium wp-image-37332" alt="Foto: Letícia Rodrigues/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Mestra-Ana-Lucia-Foto-Leticia-Rodrigues-607x414.jpg" width="607" height="414" /></a><p class="wp-caption-text">Na festividade do Amaro Branco, a Mestra Ana Lucia abre sua residência para que os festejos juninos sejam celebrados no ritmo do coco de roda.</p></div>
<p style="text-align: justify;">A casa da Mestra Ana Lúcia, localizada no bairro do Amaro Branco, em Olinda, será cenário neste sábado (18), de mais um tradicional Coco do Mestre Aroeira. Promovido na comunidade desde o ano de 1985, a festividade aberta ao público estará reunindo, a partir das 22h, mestres e grupos de coco de roda originados no próprio bairro, proporcionando uma movimentada noite de festa popular.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de iniciar as apresentações culturais, que contará com os grupos Batuque das Morenas, Estrelinhas do Coco, entre outras atrações convidadas, o Mestre Aroeira, que também é mestre em Jurema Sagrada, promove o ritual da gira, no qual Stênio, filho da Mestra Ana Lúcia, incorpora entidades africanas. A festividade, que faz parte das celebrações juninas da comunidade, antecede a novena do mês de junho, também realizada no local.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Em sua casa, além da Sambada do Mestre Aroeira, a Mestra Ana Lúcia mantém as tradições da trezena de Santo Antônio, do Acorda Povo e do Coco da Comunidade. Ela também é coordenadora do Pastoril Estrela de Belém e do grupo Estrelinhas do Coco, ambos constituídos por crianças e adolescentes do Amaro Branco”</em>, destaca Mirela Cavalcanti, uma das organizadoras do evento e discípula da mestra desde criança.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>Coco do Mestre Aroeira</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> sábado, 18 de junho<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 22h<br />
<strong>Local:</strong> Casa da Mestra Ana Lúcia (Rua Alto do Sarapião, nº 195, Amaro Branco – Olinda)<br />
<em>Acesso gratuito</em></p>
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