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	<title>Portal Cultura PE &#187; Coco de Umbigada</title>
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		<title>Mãe Beth de Oxum: a primeira ialorixá eleita Patrimônio Vivo de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 17:12:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ialorixá, comunicadora, ativista, artista, mestra da cultura popular. Nascida na antiga maternidade da Praça do Carmo, em Olinda, Maria Elizabeth Santiago de Oliveira atua, há décadas, em várias frentes de luta. No dia 12 de agosto de 2021, Mãe Beth de Oxum, como é mais conhecida, teve essa atuação reconhecida ao ser anunciada como Patrimônio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_86946" aria-labelledby="figcaption_attachment_86946" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/Mãe-Beth-de-Oxum-FOTO-JAN-RIBEIRO-SECULT-PE-FUNDARPE.jpg"><img class="size-medium wp-image-86946" alt="Jan Ribeiro Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/Mãe-Beth-de-Oxum-FOTO-JAN-RIBEIRO-SECULT-PE-FUNDARPE-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Mãe Beth de Oxum, Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco</p></div>
<p>Ialorixá, comunicadora, ativista, artista, mestra da cultura popular. Nascida na antiga maternidade da Praça do Carmo, em Olinda, Maria Elizabeth Santiago de Oliveira atua, há décadas, em várias frentes de luta. No dia 12 de agosto de 2021, Mãe Beth de Oxum, como é mais conhecida, teve essa atuação reconhecida ao ser anunciada como Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p><em>&#8220;O sentimento é de que valeu a pena. Esse título representa um sopro de esperança neste país que é plural, mestiço, onde mais de 50% da população é negra e que não cabe numa caixa fundamentalista”</em>, pontua Beth de Oxum. Há mais de 30 anos, ela está à frente do Ponto de Cultura Coco de Umbigada, no bairro de Guadalupe, em Olinda. O local também abriga o terreiro Ilê Axé Oxum Karê.</p>
<p><em>“Em um País onde ministros são escolhidos e empossados por serem ‘terrivelmente evangélicos’, Pernambuco reconhecer, pela primeira vez, uma ialorixá, uma mulher negra, afrodescendente, como Patrimônio Vivo é um sopro de esperança&#8221;</em>, ressalta.</p>
<p>Junto com o marido, o músico Quinho Caetés, Beth de Oxum mantém o <strong><a href="https://cocodeumbigada.com/" target="_blank">grupo cultural Coco de Umbigada</a></strong>. O trabalho que une cultura e resistência nasceu nas comemorações do São João de 1998. A iniciativa surgiu a partir da intenção do casal, com a ajuda de toda a família e da comunidade, em retomar a tradição do coco outrora mantido por João Amâncio e o irmão dele, Antônio Amâncio &#8211; parentes de Quinho.</p>
<p><em>“São manifestações remanescentes de quilombos urbanos. A morte dos mestres deixou o coco calado por muito tempo, quase 30 anos. Mas, com a construção da nossa família, Quinho me falou que queria resgatar os instrumentos e voltar a fazer a brincadeira”</em>, relembra.</p>
<p>Quando essa ideia surgiu, Beth de Oxum já atuava como ativista cultural, havia participado de afoxés, seguia o candomblé e tocava maracatu de baque virado. <em>“Algo que na época era muito difícil, pois as mulheres não tinham acesso”,</em> conta. Como percussionista, ela tocou nos grupos de Dona Selma do Coco e de Lia de Itamaracá, a nossa rainha da ciranda, também reconhecida como Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>Com a ajuda da família e da comunidade, Beth e Quinho começaram a realizar sambadas, todo primeiro sábado de cada mês. Uma em Olinda, no Guadalupe, e a outra, todo último sábado do mês, em Paratibe.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Live junina Coco de Umbigada realizada em 2021 </strong></span></p>
<p><em id="__mceDel"> <iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/RMpUdQUdCB4?start=565" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></em></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Coco e resistência cultural</strong></span></p>
<p>Beth de Oxum diz que enfrentou muita resistência por parte de pessoas que não queriam ver essas manifestações na rua. <em>&#8220;Respondi a processos na justiça. E qual foi meu crime? Fazer coco de roda. A gente precisou fazer um trabalho de formiguinha, de educação cultural. É um desafio muito grande manter a tradição&#8221;</em>, diz a coquista.</p>
<p>As origens do coco remontam, de acordo com ela, aos antigos quilombos, no ato da quebra sincopada, rítmica, de frutos das palmeiras. <em>&#8220;A tradição vem desses lugares, do encontro do negro com o indígena. Ela se proliferou pelo Nordeste afora, em diversas vertentes. O coco é uma manifestação do povo simples, humilde e está impregnado na alma pernambucana e nordestina. Para as comunidades, o brinquedo transcende o universo dos ciclos, ele está presente na vida diária das pessoas&#8221;</em>, conta ela.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Terreiro Ilê Axé Oxum Karê</strong></span></p>
<p>Para Mãe Beth de Oxum, <em>&#8220;o terreiro é o lugar onde mais se acolhe a diversidade, seja ela de gênero, de raça ou religiosidade&#8221;</em>. É com esse espírito de abertura que ela acolhe as pessoas que a procuram no Ilê Axé Oxum Karê, conhecido como terreiro da umbigada, por abrigar essa vertente do coco</p>
<p><em>&#8220;No Ilê Axé Oxum Karê Ilê cultuamos a orixá feminina Oxum, que é nossa mãe, a dona da casa. O pai é Babá Ogum. O Ilê é um terreiro de matriz africana que cultua o orixá e também a Jurema sagrada&#8221;</em>, explica.</p>
<p>Para Beth de Oxum, em geral os terreiros em Pernambuco funcionam como espaços de criação, de proteção do coco, do maracatu e dos afoxés. <em>&#8220;São locais de salvaguarda e proteção dessas expressões culturais. Eles mobilizam suas comunidades o ano inteiro&#8221;</em>.</p>
<p>Desde 2005, quando foi reconhecido pelo antigo Ministério da Cultura como Ponto de Cultura, o local onde funciona o Ilê e o Coco de Umbigada também oferece cursos para a juventude negra e periférica do entorno. O Laboratório de Tecnologia e Inovação Cidadã, por exemplo, forma cerca de 150 jovens anualmente, nas áreas de programação, design gráfico, desenvolvimento de softwares e games.</p>
<p>Foi nesse espaço que surgiu o jogo eletrônico “Contos de Ifá&#8221;, fundamentado na mitologia afro-brasileira. <em>&#8220;Estamos há dez anos trabalhando em parceria com quatro universidades locais: UFPE, UNICAP, UFRPE e a UNIAESO. É uma troca de conhecimentos muito rica&#8221;</em>, comemora. Atualmente, o Ilê conta com duas turmas desenvolvendo um novo game inspirado em Iemanjá, com foco em educação socioambiental.</p>
<p><em>&#8220;Também articulamos redes de comunicação, o que resultou na instalação da rádio Amnésia, na frequência FM 89.5. A gente costuma dizer que ela é &#8216;a rádio que esqueceu do seu dinheiro, mas não esqueceu de você&#8217;&#8221;</em>, brinca.</p>
<p><em>&#8220;No Ilê Axé e em outros terreiros ocorrem revoluções silenciosas. São 500 anos resistindo ao preconceito, à intolerância. Se tem um povo que preserva a natureza, é o de terreiro. Porque sem natureza, sem água, sem folha não tem orixá. A natureza para nós é sagrada. Sem ela, não conseguimos ficar de pé sob a terra&#8221;</em>, celebra a multifacetada Mãe Beth de Oxum, Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
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		<title>LABCOCO faz workshops de games que promovem a identidade negra</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Aug 2018 21:18:49 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_62528" aria-labelledby="figcaption_attachment_62528" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cássia Lima</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_1874_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-62528" alt="Cássia Lima" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_1874_Easy-Resize.com_-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As oficinas oferecem uma imersão na Plataforma Contos de Ifá.</p></div>
<p>A representatividade negra no mercado dos jogos virtuais é o foco do workshop e imersão na Plataforma Contos de Ifá, ministrado pelo Laboratório de Tecnologia e Inovação no Ponto de Cultura Coco de Umbigada, o LABCOCO. A atividade será executada nesta quarta-feira (22), com uma turma da Unicap, e no dia 29 de agosto com uma da Faculdade Aeso. Em ambas as datas, a oficina, que é uma realização do <strong>Programa Pernambuco Criativo</strong>, será gratuita e acontecerá das 14h às 19h, quando Daniel Luís da Silva atuará como facilitador. Alunos dos cursos de game, professores e coordenadores do mestrado de indústria criativa estão convidados para os eventos.</p>
<p>Contos de Ifá são laboratórios de inovação cidadã que promovem identidade negra a partir de games roteirizados com a mitologia afro-brasileira. São métodos com base em tecnologia aberta e desenvolvimento ágil de projetos com a juventude negra a partir de experiências em rádios e jogos digitais nas escolas públicas, em pontos de cultura, centros culturais, terreiros, quilombos e índios. Esta tecnologia permite formas de expressar a oralidade como preservadas nas casas de Matriz Africana no país. Este formato pode ser reusado em diferentes culturas tradicionais e saberes ancestrais como forma de combater o racismo, o preconceito e intolerância religiosa.</p>
<p>De agosto de 2014 até maio de 2017 foram contabilizados mais de 40 mil usuários na plataforma. No Facebook, por sua vez, já se somam cerca de 6,5 mil usuários conectados entre escolas, telecentros, pontos de cultura, prefeituras e governos. No geral, a percepção da juventude nos laboratórios de desenvolvimento dos jogos é de que a tecnologia Contos de Ifá resgata a sua identidade cultural, além de trazer oxigênio para a sua educação ao promover formatos espontâneos de articulação do pensamento através de práticas com tecnologias e comunicação. Apesar do laboratório ter um formato binário (professor/aluno), o jovem sai como co-criador de um produto capaz de transformar a economia num lugar mais social e humano.</p>
<p>O LABCOCO (Laboratório de Inovação do Ponto de Cultura Coco de Umbigada) é um espaço que gera cada vez mais trabalho, renda e oportunidades para a juventude, na perspectiva de formação profissional. É um arranjo produtivo local que desenvolve tecnologias em plataformas, formatos, licenças, softwares livres e Jogos digitais roteirizados com a identidade cultural afro-brasileira.</p>
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		<title>Oficinas do Festival Tambor Caboatã com inscrições abertas</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2015 16:59:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Marcado para celebrar a transmissão de saberes ancestrais, por meio de práticas percussivas, com a realização de oficinas e apresentações de cultura popular, o Festival Tambor Caboatã acontece entre os dias 25 e 30 de agosto, na cidade do Paulista, Região Metropolitana do Recife. As inscrições para as oficinas são gratuitas e podem ser realizadas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Oficinas-funcultura-02.jpg"><img class=" wp-image-28937 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Oficinas-funcultura-02-347x486.jpg" width="243" height="340" /></a>Marcado para celebrar a transmissão de saberes ancestrais, por meio de práticas percussivas, com a realização de oficinas e apresentações de cultura popular, o Festival Tambor Caboatã acontece entre os dias 25 e 30 de agosto, na cidade do Paulista, Região Metropolitana do Recife. As inscrições para as oficinas são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 20 de agosto.</p>
<p style="text-align: justify;">Para se inscrever em uma das opções, que irão abordar a tradição do tambor em várias vertentes culturais, ministradas por artistas ou grupos de Pernambuco, Maranhão e São Paulo, é necessário ser maior de 12 anos. O interessado deve enviar para o e-mail <strong>oficinatamborcaboata@gmail.com</strong>, os dados pessoais (Nome completo, idade, cidade/estado e RG), e uma carta de intenção composta por 5 linhas, dizendo os motivos da participação nesta vivência de formação cultural oferecida pelo festival. No assunto do e-mail, deve constar o nome do artista ou grupo responsável pela oficina pretendida. Caso o interessado tenha disponibilidade para participar de todas as oficinas oferecidas, o assunto do e-mail deve ser “Todas”.</p>
<p style="text-align: justify;">As atividades serão realizadas durante o festival, no horário das 15h às 17h, na sede do Ilê Axé Orixalá Tabalí (Rua Orobó, nº 257, bairro de Arthur Lundgren I, Paulista). O Festival Tambor Caboatã é uma realização do Coco Verde e Melancia Produções e conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<p><strong>Confira as oficinas disponíveis:</strong><br />
Terça-feira (25/8) – Fábio Curió<br />
Quarta-feira (26/8) – Tambor da Terra<br />
Quinta-feira (27/8) – Coco de Umbigada<br />
Sexta-feira (28/8) – Boi Ventania<br />
Sábado (29/8) – Catarina Mina (MA)<br />
Domingo (30/8) – Umbigada Paulista (SP)</p>
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		<title>Festival Canavial chega às cidades de Olinda e Vicência</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2014 21:14:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Festival Canavial, que começou semana passada, em Nazaré da Mata e Limoeiro, pegou a estrada e, nesta semana, chega a dois outros municípios: Olinda e Vicência. A partir desta quinta (20), uma programação vai presentear as cidades com atrações calcadas na abordagem do festival: Consciência Negra e música rural. O coco é quem vai [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://festivalcanavial.com.br/2014/" target="_blank"><strong>Festival Canavial</strong></a>, que começou semana passada, em Nazaré da Mata e Limoeiro, pegou a estrada e, nesta semana, chega a dois outros municípios: Olinda e Vicência. A partir desta quinta (20), uma programação vai presentear as cidades com atrações calcadas na abordagem do festival: Consciência Negra e música rural. O coco é quem vai comandar a festa e chamar à população a celebrar a cultura popular. O Festival Canavial seguirá sua jornada até o dia 13 de dezembro e ainda terá como destino a cidade de Buenos Aires, na Zona da Mata Norte.</p>
<div id="attachment_17264" aria-labelledby="figcaption_attachment_17264" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tiago Calazans/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/selma-do-coco.jpg"><img class="size-medium wp-image-17264" alt="Tiago Calazans/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/selma-do-coco-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Selma do Coco é uma das estrelas dessa etapa do Festival Canavial</p></div>
<p>Caldeirão cultural do estado, em que abriga as mais fortes manifestações populares de Pernambuco, Olinda encontra-se fora do trajeto habitual do Festival Canavial, mas foi contemplada com a programação pela sua representatividade com as tradições populares, em especial, a cultura negra. E é nesta quinta (20), em que se celebra a negritude brasileira, que a programação começa com o Seminário Consciência Negra, das 9h às 17h, na Biblioteca Municipal de Olinda; e a oficina de Coco de Umbigada, que vai de 9h a meio-dia, na quinta e sexta (21), no Centro Cultural Coco de Umbigada.</p>
<p>À noite, o tradicional Largo do Guadalupe terá dois dias de festa totalmente voltados ao coco. Nesta quinta (20) e sexta (21), a partir das 21h, um total de 12 atrações irão se apresentar, entre eles Selma do Coco, Aurinha do Coco, Zeca do Rolete, Bongar, Zé de Tete, entre outros. E, ainda dentro da musicalidade negra, Valdi Afonjah traz o seu reggae, na quinta, e a cantora Leci Brandão fará todo mundo sambar, encerrando a noite da sexta.</p>
<p>Já em Vicência, a programação desta quinta (20) será no Engenho Poço Comprido, com as apresentações de Grupo Torubamba (15h) e Coco de Wanda (16h). Na próxima semana, o município continua com atividades do Festival Canavial. De segunda (24) a quarta (26), serão oferecidas ações de formação no Ponto de Cultura Poço Comprido. Das 9h às 12h, acontecem o curso de empreendedorismo e as oficinas “Artesanato em Fibra da Bananeira” e “Adereços de Cavalo Marinho”.</p>
<p>Confira as programação de <a href="http://festivalcanavial.com.br/2014/programacao/olinda/" target="_blank"><strong>OLINDA</strong></a> e <a href="http://festivalcanavial.com.br/2014/programacao/vicencia/" target="_blank"><strong>VICÊNCIA</strong></a>.</p>
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		<item>
		<title>Olinda comemora semana da consciência negra com festival</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/olinda-celebra-semana-da-consciencia-negra-com-festival/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2014 20:34:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entrando no clima das tradições afro-brasileiras inseridas na cultura pernambucana, será iniciado a partir desta segunda-feira (17), o Festival Coco de Roda Zumbi Olinda. A programação, que envolve apresentações musicais, oficinas, mostra de audiovisual e outras ações, acontece em vários pontos da cidade, totalmente aberta ao público. As atividades de formação cultural, como oficina de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Festival-Coco-de-Roda-Zumbi-Olinda-divulgacao.jpg"><img class="wp-image-17006 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Festival-Coco-de-Roda-Zumbi-Olinda-divulgacao-607x430.jpg" width="425" height="301" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Entrando no clima das tradições afro-brasileiras inseridas na cultura pernambucana, será iniciado a partir desta segunda-feira (17), o Festival Coco de Roda Zumbi Olinda. A programação, que envolve apresentações musicais, oficinas, mostra de audiovisual e outras ações, acontece em vários pontos da cidade, totalmente aberta ao público.</p>
<p style="text-align: justify;">As atividades de formação cultural, como oficina de cineclubista e de coco de roda, começam já no dia 17, no Centro Cultural Coco de Umbigada, localizado na Rua João de Lima, 42, no bairro do Guadalupe. Já o Seminário “Consciência Negra”, que será na quinta-feira (21), na Biblioteca Municipal de Olinda, abordará discussões sobre o plano setorial de cultura afro-brasileira e também a Rede de Nacional de Mulheres de Terreiros, com a participação de iyálorixás, historiadoras e ativistas culturais de Pernambuco.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro destaque do evento é a mostra de audiovisual “Olhar do alto”, que acontece nos altos de Guadalupe e Amaro Branco, dias 20 e 21, a partir das 19h. Nela, serão exibidos filmes com a temática do festival, para públicos de todas as idades, contando com a presença de articuladores de cineclubes da região metropolitana do Recife.</p>
<p style="text-align: justify;">Já a programação musical, que começa a partir das 20h, nos dias 20 e 21, no Largo do Guadalupe, contará com diversos mestres e grupos de coco de Pernambuco, como Aurinha do Coco, Grupo Bongar, Zé de Teté, Coco de Aliança, Coco de Umbigada, Leci Brandão, entre muitos outros. E encerrando a programação do festival, será realizado na sexta-feira (21), a partir das 17h, na Praça do Carmo, um cortejo que contará com as apresentações dos afoxés Babá Orixalá Funfun, Povos dos Ventos e Omim Sabá. Outros detalhes sobre as ações do festival podem ser encontrados no site: <a title="http://olindazumbi.wordpress.com" href="http://olindazumbi.wordpress.com" target="_blank">http://olindazumbi.wordpress.com</a></p>
<p><strong><br />
Confira a programação de shows do Festival Coco de Roda Zumbi Olinda:</strong></p>
<p><strong>Quinta-feira &#8211; 20/11:</strong><br />
20h – Coco do Amaro Branco<br />
20h40 – Aurinha do Coco<br />
21h20 – Mestre Zeca do Rolete<br />
22h – Bongar<br />
23h – Valdi Afonjah<br />
0h – Coco de Arcoverde</p>
<p><strong>Sexta-feira &#8211; 21/11:</strong><br />
20h – Zé de Teté<br />
20h40 – Coco Panela de Barro<br />
21h20 – Coco Popular de Aliança<br />
22h – Bongar<br />
23h – Coco de Umbigada<br />
0h – Leci Brandão</p>
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