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	<title>Portal Cultura PE &#187; Coco</title>
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		<title>Coco de Toré Pandeiro do Mestre inicia primeira circulação nacional</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 15:12:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No ano em que celebra 25 anos de trajetória, o grupo pernambucano Coco de Toré Pandeiro do Mestre realiza, pela primeira vez, uma circulação nacional. A agenda começa hoje (19) e vai até o dia 30 de novembro com apresentações em São Paulo e Belo Horizonte. O projeto conta com incentivo do Governo de Pernambuco, da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">No ano em que celebra 25 anos de trajetória, o grupo pernambucano Coco de Toré Pandeiro do Mestre realiza, pela primeira vez, uma circulação nacional. A agenda começa hoje (19) e vai até o dia 30 de novembro com apresentações em São Paulo e Belo Horizonte. O projeto conta com incentivo do Governo de Pernambuco, da PNAB (Política Nacional Aldir Blanc), da Secretaria de Cultura de Pernambuco e do Governo Federal – Ministério da Cultura.</p>
<p dir="ltr">A circulação começa hoje na icônica Casa de Francisca, em São Paulo, às 21h30, com participações especiais da cantora e compositora Alessandra Leão e do cantor e compositor Mestre Nico Manipueira. No dia 22, o grupo se apresenta às 20h no Baticum Tendinha Cultural, um importante espaço cultural de Belo Horizonte.</p>
<p dir="ltr">O circuito retorna à capital paulista em 26 de novembro, às 20h, no Ocupação Fervo, em evento que também reúne o grupo Filpo e a Feira, responsável por um repertório autoral presente nos discos Contos de Beira D’Água, Morada do Vento e Clareira, disponíveis nas plataformas de streaming.</p>
<p dir="ltr">O encerramento será no Sesc Campo Limpo, em 30 de novembro, às 17h. A Circulação Nacional SP–BH 2025 é uma realização da Terno da Mata Produções (PE) e da Ticuqueira Arte e Cultura (SP), com apoio do Sesc Campo Limpo e da Humaitá Cultura (BH).</p>
<h2 dir="ltr">A roda sagrada do tempo</h2>
<p dir="ltr">Criado em agosto de 2000, o Coco de Toré Pandeiro do Mestre construiu uma composição autoral influenciada pelos cantos e danças dos rituais do Toré, milenar sistema de crenças e ritualísticas dos povos indígenas do nordeste brasileiro.</p>
<p dir="ltr">O primeiro álbum, “Coco de Toré” (2007), produzido por Nilton Junior e gravado por Gera Vieira no Estúdio Carranca, no Recife, tornou-se referência e contou com participações de Zé Neguinho do Coco, Grupo Bongar, Siba, Tiné e dos povos indígenas pernambucanos Fulni-ô e Pankararu.</p>
<p dir="ltr">Quinze anos depois, o grupo lançou “Água da Flor da Corrente” (2022), novamente produzido por Nilton Junior, com gravação, mixagem e masterização realizadas no estúdio Mundo Novo, em Olinda, sob o comando do lendário dub master pernambucano Buguinha Dub. O trabalho recebeu participações de Renata Rosa, Maciel Salu, Mestre Anderson Miguel e do Coco dos Pretos.</p>
<p dir="ltr">Para Nilton Junior, a circulação é o resultado de um processo longo e contínuo: “Essa circulação é a primeira colheita de uma semeadura realizada ao longo dos últimos quinze anos. Em idas e vindas entre Pernambuco e o eixo Sul–Sudeste, difundi nossa produção autoral por meio de aulas-espetáculo, oficinas e sambadas de coco, preparando o caminho para o Pandeiro do Mestre. Agora é o momento de saber se o plantio foi bem feito. Chego no sudeste acompanhado por esse coletivo que vive comigo, no Recife, as dinâmicas constantes de aprendizado, amadurecimento e auto identificação etno-artística.”</p>
<p dir="ltr">
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		<title>Palco Pernambuco Meu País celebra manifestações afro-brasileiras em noite dedicada às culturas populares e ao samba</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Aug 2025 19:23:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119913" aria-labelledby="figcaption_attachment_119913" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.32-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119913" alt="Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.32-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p><strong>Na palma da mão e no gingado dos pés</strong> – Neste sábado (23), em Gravatá, o palco Pernambuco Meu País celebrou as manifestações afro-brasileiras ao dedicar sua programação às culturas populares e ao samba. Com shows do Afoxé Omim Sabá, Lucas dos Prazeres, Gerlane Lops, Diogo Nogueira e Alexandre Pires, a noite foi marcada por ritmos tradicionais, fazendo o público do Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar cair na dança e cantar junto.</p>
<p>Abrindo os caminhos do segundo dia de atividades no coração do festival, diretamente de Recife, o Afoxé Omim Sabá encantou os espectadores ao trazer a cultura afro-religiosa ao palco, ecoando os sons dos agbês, atabaques, agogôs e mais. Com um figurino em tons de azul, verde, branco e prata, em referência à Iemanjá, o grupo apresentou faixas que trabalham temas como a ancestralidade, as lendas dos Orixás e a luta do povo negro por igualdade.</p>
<p>“O Festival Pernambuco Meu País se torna um marco de valorização da cultura popular e coloca o nosso Estado à frente de todo o processo de luta contra a discriminação racial e a intolerância religiosa”, destacou o babalorixá Marcos Silva, fundador do afoxé, em coletiva.</p>
<p>Em seguida, hasteando a bandeira “Pernambuco Nação Percussiva”, do Morro da Conceição, no Recife, Lucas dos Prazeres emocionou ao incorporar no seu show diferentes manifestações da cultura popular local. Com grande orquestra – também montada com agbês, atabaques, percussão e metais – e um corpo de canto e baile único, a apresentação convidou todo mundo para entrar na roda em um passeio em ritmos como o ijexá, coco, maracatu e o samba, além de reverenciar grandes nomes, como Solano Trindade, Aurinha do Coco, Conceição dos Prazeres, matriarca da sua família, e Naná Vasconcelos, um dos homenageados na edição 2024 do festival.</p>
<p>“Nós vivemos uma noite de celebração à diversidade cultural. Acredito e sinto o palco Pernambuco Meu País como um espaço do ineditismo, onde as surpresas acontecem, revelando um futuro ancestral de novas possibilidades. Por isso, vida longa!”, desejou Lucas dos Prazeres, em entrevista à imprensa.</p>
<div id="attachment_119914" aria-labelledby="figcaption_attachment_119914" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.31.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119914" alt="Do Morro da Conceição, no Recife, Lucas dos Prazeres emocionou ao incorporar no seu show diferentes manifestações da cultura popular local. Com grande orquestra – também montada com agbês, atabaques, percussão e metais – e um corpo de canto e baile único, a apresentação convidou todo mundo para entrar na roda em um passeio em ritmos como o ijexá, coco, maracatu e o samba" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.31-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Do Morro da Conceição, no Recife, Lucas dos Prazeres emocionou ao incorporar no seu show diferentes manifestações da cultura popular local. Com grande orquestra – também montada com agbês, atabaques, percussão e metais – e um corpo de canto e baile único, a apresentação convidou todo mundo para entrar na roda em um passeio em ritmos como o ijexá, coco, maracatu e o samba</p></div>
<p>No meio da noite, a virada do pandeiro se deu com o show da intérprete, compositora e percussionista pernambucana, Gerlane Lops, representando a influência e força do samba em Pernambuco. Com um repertório recheado de clássicos, como “Conselho”, de Almir Guineto, e autorais, a apresentação encantou por diversos momentos de coro do público e por trazer passistas ao palco.</p>
<p>Em sequência ritmada, foi a vez do cantor e compositor Diogo Nogueira abrilhantar a noite. Homenageando grandes artistas do ritmo, como Beth Carvalho, Arlindo Cruz, Zeca Pagodinho, Alcione e seu próprio pai, João Nogueira, o artista carioca emocionou e chamou o público para cantar junto. No setlist, faixas de sucesso nacional, como “Andanças”, “Será Que É Amor”, “Meu Lugar”, “Maneiras”, “Não Deixe o Samba Morrer” e mais. Destaque para demais canções em versão de samba, como “Sangrando”, de Gonzaguinha, e a homenagem a Pernambuco, ao entoar “Frevo Mulher”, de Zé Ramalho.</p>
<div id="attachment_119915" aria-labelledby="figcaption_attachment_119915" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.32.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119915" alt="Com um repertório recheado de clássicos, como “Conselho”, de Almir Guineto, e autorais, a apresentação de Gerlane Lops encantou por diversos momentos de coro do público e por trazer passistas ao palco" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.32-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Com um repertório recheado de clássicos, como “Conselho”, de Almir Guineto, e autorais, a apresentação de Gerlane Lops encantou por diversos momentos de coro do público e por trazer passistas ao palco</p></div>
<p><em><strong>Em entrevista ao Cultura PE</strong></em>, o sambista destacou a importância da cultura comunitária, popular e ancestral – pilares que atravessam sua trajetória e se conectam diretamente com os valores do festival, como a valorização, a imersão e o resgate das diferentes manifestações culturais.</p>
<p>“Reverenciar os ancestrais é de uma importância imensa. Acredito que, se eu estou aqui, é porque os ancestrais construíram toda uma história para estarmos aqui. Então, para mim, a força ancestral é o que faz a diferença para a gente ter o povo cantando, feliz, curtindo todo o nosso trabalho e tudo aquilo que a gente faz. A importância é gigantesca, maior de todas!”, destacou.</p>
<p>Questionado sobre a sua relação com Pernambuco – que inclui a sua participação no Festival Pernambuco Meu País na edição 2024, em Pesqueira –, Diogo foi enfático: “Pernambuco é um país maravilhoso, multicultural! Um lugar mais lindo de se ver, estar presente. Eu amo Pernambuco e espero voltar todo ano!”, finalizou, com emoção.</p>
<p>Encerrando com chave de ouro, o show de Alexandre Pires foi um verdadeiro espetáculo de celebração ao samba. Logo na abertura, o público entoou em coro a clássica “Domingo”. Na sequência, o repertório passeou por grandes sucessos da carreira solo e da época do Só Pra Contrariar (SPC), com hits como “Essa Tal Liberdade”, “Tá Por Fora” e “Quando É Amor”, fazendo a plateia cantar do início ao fim.</p>
<div id="attachment_119916" aria-labelledby="figcaption_attachment_119916" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.33.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119916" alt="Alexandre Pires trouxe um repertório que passeou por grandes sucessos da carreira solo e da época do Só Pra Contrariar (SPC), com hits como “Essa Tal Liberdade”, “Tá Por Fora” e “Quando É Amor”, fazendo a plateia cantar do início ao fim" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.33-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Alexandre Pires trouxe um repertório que passeou por grandes sucessos da carreira solo e da época do Só Pra Contrariar (SPC), com hits como “Essa Tal Liberdade”, “Tá Por Fora” e “Quando É Amor”, fazendo a plateia cantar do início ao fim</p></div>
<p>Alexandre também apresentou o projeto Pagonejo Bão, que mistura o samba com influências sertanejas. A apresentação contou com uma formação afiada, incluindo três backing vocals que, além de cantar, dançavam em sintonia com o cantor – destaque também para as trocas de figurino que acompanharam cada bloco musical. O ponto alto da noite foi a participação especial de Gerlane Lops, que voltou ao palco para cantar “Não Deixe o Samba Morrer”, em uma emocionante homenagem a Alcione, finalizando a noite em reverência ao samba e às suas grandes vozes.</p>
<p>Neste domingo (24), terceiro e último dia de programação do palco Pernambuco Meu País, sobem ao palco a Família Salustiano e a Rabeca Encantada, Chico Chico, Lenine, Biquini e Marcelo Falcão, além do DJ 440 com o Som na Rural nos intervalos. Toda a programação está disponível no Instagram oficial do festival, o <a href="instagram.com/festivalpernambucomeupais">@festivalpernambucomeupais</a>, e no <a href="instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
<p><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País é uma iniciativa do Governo do Estado de Pernambuco, promovida por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empetur, em parceria com os municípios-sedes participantes. O evento tem como propósito valorizar e difundir a diversidade cultural pernambucana, fortalecendo a economia criativa, estimulando o turismo e promovendo o acesso democrático à arte em suas múltiplas linguagens.</p>
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		<title>Primeiro dia do País das Culturas Populares movimenta Gravatá com apresentações de Afoxé, Coco e Maracatu</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 23:32:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Festival Pernambuco Meu País abriu, nesta sexta-feira (22), a programação do País das Culturas Populares em Gravatá, reunindo diferentes expressões culturais no município do Agreste. As atividades aconteceram ao longo do dia e, no período da tarde, seguiram com destaque para o Afoxé Aféfé Lagbará, o coco de sala de Mestre Liu Dias e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119889" aria-labelledby="figcaption_attachment_119889" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/IMG-20250822-WA0190.jpg"><img class="size-medium wp-image-119889" alt="Mestre Liu Dias durante apresentação no palco País das Culturas Populares , no festival Pernambuco Meu País de Gravatá (2025). Imagem: Daniela Pedrosa (Secult-PE/ Fundarpe)." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/IMG-20250822-WA0190-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Liu Dias durante apresentação no palco País das Culturas Populares , no festival Pernambuco Meu País de Gravatá (2025). Imagem: Daniela Pedrosa (Secult-PE/ Fundarpe).</p></div>
<p>O Festival Pernambuco Meu País abriu, nesta sexta-feira (22), a programação do País das Culturas Populares em Gravatá, reunindo diferentes expressões culturais no município do Agreste. As atividades aconteceram ao longo do dia e, no período da tarde, seguiram com destaque para o Afoxé Aféfé Lagbará, o coco de sala de Mestre Liu Dias e o grupo As Filhas de Baracho.</p>
<p>A apresentação do Afoxé Aféfé Lagbará marcou a primeira vez que o grupo se apresentou fora da Região Metropolitana do Recife. O feito ganhou ainda mais significado por realizar o desejo da presidente e fundadora do afoxé, mãe da atual representante, que faleceu há seis meses.</p>
<p>Para Jaqueline Lira, filha da fundadora e atual representante do grupo, o momento foi especial: “No ano passado, infelizmente, não fomos contemplados, mas este ano conseguimos estar aqui. Fizemos um belo show, foi muito bom, uma experiência ótima. Também era um desejo muito grande da minha mãe, que era presidente do grupo. Ela faleceu há seis meses e nos deixou esse legado – foi a fundadora, presidente e vocalista. Estar aqui agora é muito gratificante, porque conseguimos sair de Recife e Olinda, onde nunca tínhamos feito um show fora, e estamos em Gravatá. Isso é muito especial.”</p>
<p>Em seguida, o palco recebeu Mestre Liu Dias, de São José do Belmonte. Reconhecido como um dos poucos Mestres PCD do coco de sala, Liu apresentou composições autorais que também dialogaram com pautas contemporâneas, incluindo gênero e diversidade LGBT. Sua presença reforçou a pluralidade e a força das vozes que mantêm vivas as tradições culturais no Sertão.</p>
<p>Fechando a programação da tarde, As Filhas de Baracho levaram ao público a herança do maracatu, reafirmando a importância das expressões tradicionais que atravessam gerações.</p>
<p>A abertura do País das Culturas Populares em Gravatá evidenciou a diversidade de linguagens presentes no festival e o papel do evento em aproximar diferentes públicos das manifestações culturais de Pernambuco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País é uma iniciativa do Governo do Estado de Pernambuco, promovida por meio da Secretaria de Cultura, da Fundarpe e da Empetur, em parceria com os municípios-sedes participantes. O evento tem como propósito valorizar e difundir a diversidade cultural pernambucana, fortalecendo a economia criativa, estimulando o turismo e promovendo o acesso democrático à arte em suas múltiplas linguagens.</p>
<p><span style="font-size: 20px;">O Festival Pernambuco Meu País abriu, nesta sexta-feira (22), a programação do País das Culturas Populares em Gravatá, reunindo diferentes expressões culturais no município do Agreste. As atividades aconteceram ao longo do dia e, no período da tarde, seguiram com destaque para o Afoxé Aféfé Lagbará, o coco de sala de Mestre Liu Dias e o grupo As Filhas de Baracho.</span></p>
<p><span style="font-size: 20px;">A apresentação do Afoxé Aféfé Lagbará marcou a primeira vez que o grupo se apresentou fora da Região Metropolitana do Recife. O feito ganhou ainda mais significado por realizar o desejo da presidente e fundadora do afoxé, mãe da atual representante, que faleceu há seis meses.</span></p>
<p><span style="font-size: 20px;">Para Jaqueline Lira, filha da fundadora e atual representante do grupo, o momento foi especial: “No ano passado, infelizmente, não fomos contemplados, mas este ano conseguimos estar aqui. Fizemos um belo show, foi muito bom, uma experiência ótima. Também era um desejo muito grande da minha mãe, que era presidente do grupo. Ela faleceu há seis meses e nos deixou esse legado – foi a fundadora, presidente e vocalista. Estar aqui agora é muito gratificante, porque conseguimos sair de Recife e Olinda, onde nunca tínhamos feito um show fora, e estamos em Gravatá. Isso é muito especial.”</span></p>
<p><span style="font-size: 20px;">Em seguida, o palco recebeu Mestre Liu Dias, de São José do Belmonte. Reconhecido como um dos poucos Mestres PCD do coco de sala, Liu apresentou composições autorais que também dialogaram com pautas contemporâneas, incluindo gênero e diversidade LGBT. Sua presença reforçou a pluralidade e a força das vozes que mantêm vivas as tradições culturais no Sertão.</span></p>
<p><span style="font-size: 20px;">Fechando a programação da tarde, As Filhas de Baracho levaram ao público a herança do maracatu, reafirmando a importância das expressões tradicionais que atravessam gerações.</span></p>
<p><span style="font-size: 20px;">A abertura do País das Culturas Populares em Gravatá evidenciou a diversidade de linguagens presentes no festival e o papel do evento em aproximar diferentes públicos das manifestações culturais de Pernambuco.</span></p>
<p><span style="font-size: 20px;"><b>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</b></span></p>
<p><span style="font-size: 20px;">O Festival Pernambuco Meu País é uma iniciativa do Governo do Estado de Pernambuco, promovida por meio da Secretaria de Cultura, da Fundarpe e da Empetur, em parceria com os municípios-sedes participantes. O evento tem como propósito valorizar e difundir a diversidade cultural pernambucana, fortalecendo a economia criativa, estimulando o turismo e promovendo o acesso democrático à arte em suas múltiplas linguagens.</span></p>
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		<title>País da Música ocupou o Vale do Catimbau com reggae e coco no polo descentralizado</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Aug 2025 12:00:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O polo descentralizado do País da Música em Buíque deu início à sua programação na noite de sábado (2) no Vale do Catimbau com uma celebração viva das sonoridades que fazem parte do imaginário afetivo do povo pernambucano. Durante dois dias, a vila deste cartão-postal do Agreste  se transforma em palco para encontros musicais que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/reggaecatimbau.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119479" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/reggaecatimbau-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">O polo descentralizado do País da Música em Buíque deu início à sua programação na noite de sábado (2) no Vale do Catimbau com uma celebração viva das sonoridades que fazem parte do imaginário afetivo do povo pernambucano. Durante dois dias, a vila deste cartão-postal do Agreste  se transforma em palco para encontros musicais que dialogam com o território, sem abrir mão da diversidade e da valorização das tradições populares. Coco Santiago, Valdi Afonjah e João Marlevou.</p>
<p dir="ltr">Isaar, Coordenadora de Música da Secult-PE e curadora do palco, resumiu o espírito da curadoria com entusiasmo: “A gente trouxe uma cultura popular que devia ocupar todos os espaços. O coco e o reggae são ritmos que conversam com o povo daqui e também com quem está de passagem, nesse local que é super turístico e tem essa energia de convergência. É uma conexão bonita”, ressaltou.</p>
<p dir="ltr">Neste primeiro dia, o público foi embalado por ritmos que têm o DNA de Pernambuco. O Coco Santiago, criado em 2014 no bairro recifense da Imbiribeira pelos irmãos Ivan, Ivaldo e Ivanildo Santiago, subiu ao palco com toda a força percussiva de alfaias, congas, ilús e ganzás. Com composições autorais e interpretações de artistas populares, o grupo mantém viva uma tradição que é herança familiar.</p>
<p dir="ltr">Em seguida, Valdi Afonjah trouxe sua bagagem de décadas de estrada. Com raízes fincadas no Recife desde os anos 70, o artista tem no reggae um canal de expressão potente — construído com vivências que vão do Brasil à Jamaica, passando por África, Europa e encontros com lendas como Aston “Familyman” Barret, da banda The Wailers. No palco do festival, o clima foi de celebração solar, com batidas que embalaram o corpo e aqueceram o coração.</p>
<p dir="ltr">Dividindo essa vibe com Afonjah, João Marlevou encerrou a programação do dia com a força do reggae pernambucano que hoje ecoa direto de Fernando de Noronha, onde o artista mora há alguns anos. Com raízes em Olinda, Marlevou mistura reggae raiz com elementos da cultura popular local. Em seu show, composições autorais se unem a clássicos do gênero em uma atmosfera envolvente, solar e afetiva. Com passagens por festivais dentro e fora do país, e parcerias com nomes como Zeider (Planta e Raiz), o artista representa a efervescência musical da ilha com autenticidade e boa energia.</p>
<div id="attachment_119480" aria-labelledby="figcaption_attachment_119480" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/cocosantiago.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119480" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/cocosantiago-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Coco Santiago</p></div>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/valdi-alfonjah.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119481" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/valdi-alfonjah-324x486.jpeg" width="324" height="486" /></a></p>
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		<title>18ª Sambada de Dona Glorinha do Coco homenageia a mestra com participações especiais das Filhas do Baracho e Lia de Itamaracá</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 19:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118569" aria-labelledby="figcaption_attachment_118569" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/14567260728_eec3638fd0_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-118569" alt="Foto: Renata Pires / Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/14567260728_eec3638fd0_c-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Renata Pires / Secult-PE/ Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Nesta sexta-feira (27), a partir das 19h, o bairro do Amaro Branco, em Olinda, recebe a 18ª Sambada de Dona Glorinha do Coco, que presta uma homenagem à saudosa mestra Dona Glorinha do Coco, figura icônica da cultura popular pernambucana. A programação conta com apresentações do Coco do Amaro Branco, Cila do Coco, Seu Gervásio, Mestre Viola Luz, Coco da Resistência, Coco do Pneu, Raízes do Amaro Branco, este último, um coco jovem, formado por Heloisa Braz, que tem apenas 17 anos e é também neta de Dona Glorinha; além das participações especiais das Filhas de Baracho e Lia de Itamaracá. O encontro, aberto ao público, acontecerá na Rua dos Pescadores e o acesso é gratuito.</p>
<p dir="ltr">A festa é uma reverência à mestra Dona Glorinha do Coco, que faleceu em março do ano passado,  aos 89 anos, deixando um legado valioso, incluindo a tradicional sambada junina que acontece há 18 anos. Muitos mestres, mestras e brincantes passaram por lá, alguns deles já cantam no céu, a exemplo de Pombo Roxo, Mestre Ferrugem, Mestre Dédo, Mestra Beata, Aurinha do Coco, Margarida Sambão e Dona Ritinha da Garrafa.</p>
<p dir="ltr">Apesar da ausência deles, a sambada continua com as gerações atuais, familiares de Dona Glorinha, sob a produção de Isa Melo, diretora da Coco Produções que, esse ano, conta com apoio da Fundarpe e da Prefeitura de Olinda, além do incentivo da PNAB – PE, através do projeto aprovado por Renata Braz, neta de Dona Glorinha do Coco. Renata é uma das responsáveis pela festa, acompanhando os passos da avó e buscando meios para dar continuidade ao legado que tem importância simbólica e afetiva para a comunidade do Amaro Branco.</p>
<div id="attachment_118568" aria-labelledby="figcaption_attachment_118568" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-25-at-16.01.08-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-118568" alt="Nova geração de familiares e admiradores da mestra dão continuidade ao legado que tem importância simbólica e afetiva para a comunidade do Amaro Branco, em Olinda. I Foto: Divulgação/ Elimar Caranguejo" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-25-at-16.01.08-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Nova geração de familiares e admiradores da mestra dão continuidade ao seu legado, que tem importância simbólica e afetiva para a comunidade do Amaro Branco, em Olinda. I Foto: Divulgação/ Elimar Caranguejo</p></div>
<p dir="ltr">Para a produtora Isa Melo, o evento também tem uma pegada que movimenta a economia criativa na comunidade e entorno. “É um movimento importante que gera renda para os pequenos comerciantes e mantém viva uma tradição que faz do bairro uma referência do coco de roda em Pernambuco”, destaca.</p>
<p dir="ltr">A presença especial de Lia, Biu e Dulce, comadres de Dona Glorinha do Coco que estiveram juntas com a mestra em diversas ocasiões, como nas ações culturais do Centro Cultural Estrela de Lia, no Festival O Canto da Sereia e em iniciativas como o Encontro de Comadres, do SESC/PE; fortalece e honra à memória de Dona Glorinha. “É um momento único na sambada que, pela primeira vez, abre a roda para a ciranda num laço coletivo entre os brinquedos que se unem para celebrar a vida, a alegria e a cultura pernambucana. A festa visa preservar a tradição da sambada junina e celebrar o legado deixado por Dona Glorinha”, comemora Isa.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre a mestra Dona Glorinha do Coco</strong> &#8211; Nome artístico de Maria da Glória Braz de Almeida, uma das principais guardiãs e propagadoras do coco de roda em Olinda, Pernambuco. Nascida no bairro do Amaro Branco, Glorinha foi neta e filha de mulheres que marcaram a cultura local — sua avó Joana, que fugiu da escravidão no século  XIX, e sua mãe Maria Belém, cofundadora de grupos como o Acorda Povo e o Clube da Escola de Samba Oriente. Iniciou no ritmo aos sete anos, subindo em um tamborete para acompanhar a mãe nos cânticos sem microfone, usando apenas a voz e os tamancos de madeira. Durante décadas, manteve as rodas de coco, especialmente no ciclo junino, realizando sambadas em frente à sua casa e reunindo a comunidade de Amaro Branco — programação que se tornou ponto cultural reconhecido.</p>
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		<title>Carnaval Mesclado da Casa da Rabeca mantém legado de Mestre Salú</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 15:15:52 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116372" aria-labelledby="figcaption_attachment_116372" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Carlos Rafael/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/credito-CARLOS-RAFAEL-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116372" alt="Carlos Rafael/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/credito-CARLOS-RAFAEL-2-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Carnaval Mesclado da Casa da Rabeca</p></div>
<p>A 19ª edição do Carnaval Mesclado da Casa da Rabeca do Brasil confirma a força da cultura popular, com apresentações gratuitas no domingo (2) e na segunda-feira (3) do período carnavalesco. A programação começa às 8h e segue por todo o dia, até às 17h, com grupos de maracatu, caboclinho, afoxé, coco e cavalo marinho. O espaço conta com estacionamento e área gastronômica.</p>
<p>O evento conta com o apoio dp Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), além da Prefeitura de Olinda, e é promovido pela Casa da Rabeca. Com acesso totalmente gratuito, o espaço oferece gratuidade no estacionamento, segurança no local e venda de bebidas e alimentos.</p>
<p>A abertura do evento, no domingo (2), é com a Família Salustiano e a Rabeca Encantada, seguida da Tribo de Índio Ubirajara Itapissuma, do Cavalo Marinho Boi Matuto de Olinda, do Boi de Carnaval Boi Pintado, do Coco do Amaro Branco, do Afoxé Alafin Oyo, finalizando com o Maracatu Piaba de Ouro.</p>
<p>Já segunda-feira (2), além da Família Salustiano e a Rabeca Encantada, apresentam-se: Maracatu Leão de Ouro, Clube Carnavalesco Tribo indígena Capinawa, Caboclinho índio Tupi Guarani, Índio Canindé Brasileiro de Itaquitinga e Tribo Indígena Orubá.</p>
<p>Criada pelo patriarca da família, o rabequeiro Mestre Salustiano, falecido em 2008, a Casa da Rabeca é um espaço multicultural mantido pelos filhos, netos e bisnetos do mestre preservando o legado deixado por ele. “É uma grande alegria para a família poder manter essa tradição compartilhando com todos que acreditam na força da cultura popular”, diz Pedro Salustiano, um dos organizadores do evento.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>19ª Carnaval Mesclado –</strong> <em>domingo (2) e segunda-feira (3) de Carnaval, das 8h às 17h, na Casa da Rabeca (Rua Curupira, nº 340, Cidade Tabajara, Olinda-PE). Entrada e estacionamento gratuitos. Mais informações: (81) 99606-0181</em></p>
<div id="attachment_116373" aria-labelledby="figcaption_attachment_116373" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Carlos Rafael/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/credito-CARLOS-RAFAEL-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116373" alt="Carlos Rafael/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/credito-CARLOS-RAFAEL-1-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Carnaval Mesclado da Casa da Rabeca</p></div>
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		<title>Representantes da nata da cultura popular deram aula no primeiro fim de semana do Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Feb 2025 19:04:20 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116331" aria-labelledby="figcaption_attachment_116331" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/1.-Palco-Pernambuco-Meu-País-no-Carnaval-Recife-1-Foto-Morgana-Narjara_Secult-PE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-116331" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/1.-Palco-Pernambuco-Meu-País-no-Carnaval-Recife-1-Foto-Morgana-Narjara_Secult-PE_Fundarpe-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Palco Pernambuco Meu País no Carnaval &#8211; Recife</p></div>
<p>Coco, samba, afoxé, la ursa, frevo, ciranda, maracatu e cavalo marinho, tanto na versão tradicional, de raiz, quanto na releitura pop que sintetiza todas as manifestações da cultura popular pernambucanas. Essa foi a tônica do palco Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife, montado no Bairro do Recife, no jardim do centro cultural Cais do Sertão, no último fim de semana, de sexta-feira (21) a domingo (23). O público entendeu a proposta e compareceu em peso para prestigiar artistas e ritmos que se confundem com a própria história de Pernambuco.<br />
A experiência Pernambuco Meu País, iniciativa do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), foi um sucesso em 2024, quando percorreu oito municípios do Agreste e do Sertão e aportou no Recife, durante o festival Rec&#8217;n'Play, no mesmo formato que agora ganha a folia de Momo, desde as semanas pré-carnavalescas. No Pernambuco Meu País a prioridade é dar a cultura popular e seu palco é a grande vitrine dos artistas desse segmento.<br />
Na sexta-feira (21), a programação começou às 17h30 com o cortejo dos Bonecos Gigantes de Olinda saindo da Avenida Rio Branco em direção ao palco Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife. A ação espalhou alegria entre os foliões que passavam pelo local, contagiados pelo som vibrante do frevo e pela magia dos bonecos gigantes tornando impossível ficar indiferente à festa.<br />
Já no palco, às 20h, Almir Rouche, um dos homenageados do Carnaval de Pernambuco de 2025, fez o público vibrar com clássicos do frevo, como <em>Galo Eu Te Amo</em>, <em>Hino do Elefante de Olinda</em> e <em>De Chapéu de Sol Aberto</em>. Em seguida, a icônica cirandeira Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco, encantou a plateia com suas canções envolventes transportando os foliões para o ritmo das ondas do mar.<br />
No intervalo das apresentações, o casal carioca de mestre-sala e porta-bandeira da Escola de Samba Unidos da Viradouro, Julinho e Rute, estrelas do Carnaval do Rio de Janeiro há mais de 20 anos, fizeram uma participação especial na festa proporcionando um intercâmbio cultural entre os ritmos pernambucanos e o samba carioca.<br />
Para encerrar a primeira noite com chave de ouro, Siba e a Fuloresta subiu ao palco trazendo a força e a ancestralidade do maracatu da Zona da Mata. Com um repertório vibrante, levantou a plateia ao som de <em>Toda Vez que Eu Dou um Passo o Mundo Sai do Lugar</em>, <em>A Bagaceira</em> e <em>O Inimigo Dorme</em> fazendo com que ninguém ficasse parado. O espetáculo encerrou a noite em grande estilo deixando nos foliões a certeza de que o Carnaval de Pernambuco é o maior em linha reta do mundo.<br />
No sábado (22), a história das manifestações populares foi revisitada em espetáculos com muita riqueza de conteúdo. A começar, por volta das 16h30, pela apresentação do Urso Branco de Cangaçá, do bairro de Água Fria (Recife), agremiação 13 vezes campeã do Carnaval e presidida pela mestra Maria Cristina de Andrade, também Patrimônio Vivo do Estado.<br />
Em seguida, o projeto Aria Social apresentou o musical Capiba: Pelas Ruas Eu Vou, emocionante tributo ao compositor, também um dos homenageados do Carnaval de Pernambuco de 2025, e à própria folia de Momo, com dança, música, poesia, memória iconográfica e rico figurino. Na mesma linha, o grupo Guerreiros do Passo reviveu os antigos Carnavais de rua contando a história do frevo com direito a um aulão de dança desse ritmo no final. E a tradição da Zona da Mata também esteve representada, no sábado, por Mestre Anderson e a Ciranda Raiz da Mata Norte, com participação do Maracatu de Baque Solto Cambinda Brasileira de Nazaré.<br />
Já à noite, o veterano grupo Quinteto Violado revisitou os temas mais populares do Carnaval interpretados em seu estilo único e inconfundível. O mesmo ocorreu com o cantor Silvério Pessoa, cujo show teve como base seu projeto Micróbio do Frevo, com inserções de releituras de J. Michiles, Lula Queiroga, Otto e Chico Science, entre outros.<br />
No domingo (23), o coco, o samba, o afoxé, a la ursa e o frevo, quatro dos ritmos musicais e uma das expressões mais pernambucanas e carnavalescas, foram os protagonistas do palco Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife. O Urso Branco de Cangaçá voltou a dar a sua graça, seguido de mestra Ana Lúcia, Gigantes do Samba, Afoxé Omin Sabá e Claudionor Germano não deixaram ninguém parado.<br />
Com direito à presença do menino Davi Henrique, 3 anos de idade, que viralizou na internet se apresentando de la ursa, o Urso Branco de Cangaçá abriu os trabalhos com o pulsar dos tambores da tradição pernambucana.<br />
Diretamente do bairro do Amaro Branco, em Olinda, mestra Ana Lúcia, também homenageada do Carnaval de Pernambuco de 2025, trouxe todo o gingado de seu coco de roda para o palco do Pernambuco Meu País no Carnaval &#8211; Recife. Uma das principais mestras de coco de roda vivas, Patrimônio Vivo do Estado, Ana Lúcia cantou rodeada de mulheres.<br />
Já a Gigantes do Samba transformou o palco em uma verdadeira Sapucaí demonstrando toda a pluralidade e diversidade do Carnaval pernambucano. Bateria, mestre-sala e porta-bandeira desfilaram ao som de sambas-enredos famosos e alguns clássicos do samba nacional.<br />
Trazendo todo o encanto da ancestralidade africana, o afoxé Omim Sabá representou a beleza a religiosidade da matriz africana ao palco. Iemanjá é o orixá que rege o afoxé. Ela é representada na indumentária, na música e nos movimentos executados pelo grupo.<br />
Fechando a noite com chave de ouro e alto astral, a voz do frevo, Claudionor Germano, do alto de seus 92 anos, animou o público com um desfile de hits de sua carreira e canções, especialmente canções de mestres como Capiba e Nelson Ferreira. “Estou muito feliz em ver o tratamento do povo comigo, essa simpatia e carinho do povo é o meu maior pagamento”, disse o também Patrimônio Vivo de Pernambuco.<br />
“São três dias de uma programação extensa, com muita cultura popular, muitos shows, com o Estado abraçando o Carnaval de Pernambuco. É apenas o começo e uma amostra do que vem por aí”, afirmou a secretária estadual de Cultura, Cacau de Paula.<br />
“Pernambuco Meu País chegou ao Recife para trazer a diversidade e riqueza da cultura popular, nossos Patrimônios Vivos. Desde o primeiro dia encheu o Bairro do Recife de alegria. Está lindo o Carnaval de Pernambuco. E vamos levar essa beleza e alegria do Litoral ao Sertão do Estado”, disse a presidente da Fundarpe, Renata Borba.</p>
<p><strong>CARNAVAL PE 2025</strong> – Uma das principais referências culturais do Brasil, o Carnaval de Pernambuco está preparado para receber foliões do Brasil e de fora do País e oferecer a maior riqueza da nação pernambucana: uma cultura viva e pulsante, presente nas mais diversas manifestações populares e de artistas reconhecidos pela dedicação e valorização do ciclo carnavalesco. Para garantir a realização de uma grande festa momesca, o Governo de Pernambuco está investindo R$ 54,4 milhões na contratação artística e no planejamento operacional e integrado entre as secretarias estaduais.<br />
Do valor total, R$ 35 milhões são destinados para as ações por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Secretaria de Turismo e Lazer (Setur), o que representa um incremento de 66% em relação a 2024, que foi de R$ 21 milhões. Nas iniciativas das duas pastas, cerca de 90% dos artistas contratados são pernambucanos, selecionados via Convocatória do Ciclo Carnavalesco. Aproximadamente 80% das contratações são de cultura popular, orquestras, dança e música da tradição carnavalesca. Em 2025 os homenageados do Carnaval Pernambuco são Capiba (<em>in memoriam</em>), Almir Rouche, Dona Nira e Mestra Ana Lúcia.<br />
Inovando na programação, o projeto cultural pioneiro Pernambuco Meu País é uma das iniciativas de destaque na grade, com duas grandes estruturas, em Olinda e no Recife, com espaço para a promoção da cultura popular do Estado e para o intercâmbio artístico com artistas de diversas regiões do País.<br />
No Recife, a estrutura está montada no jardim do centro cultural Cais do Sertão, no Bairro do Recife. Destacando as manifestações culturais populares de Pernambuco, o polo conta com programação entre os dias 21 e 23 de fevereiro e de 28 de fevereiro a 4 de março. Em Olinda, o palco está montado na Praça do Carmo. Com grade de shows no período de 27 de fevereiro a 5 de março.<br />
Reforçando sua presença junto aos pernambucanos e intensificando o incentivo às mais diversas programações, o Governo deo Estado, por meio da a Secult-PE e da Fundarpe, também realiza sete edições do Cortejo Brincantes de Pernambuco nas ruas das cidades de Olinda, Recife, Caruaru, Ipojuca, Arcoverde, Triunfo e Bezerros. Além disso, o Governo também confirma apoio a eventos em diversos municípios. Entre as iniciativas com aporte do Estado estão: festivais, encontros tradicionais de cultura popular e programações musicais carnavalescas nas quatro macrorregiões.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Palco Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife (Jardim do Cais do Sertão)</span>:</strong></p>
<p><strong>28 FEV (sexta-feira)</strong><br />
15h | Mestre do Galo Preto<br />
16h | Família Salustiano<br />
17h | Nailson Vieira com participação do Maracatu de Baque Solto Estrela Brilhante de Nazaré da Mata<br />
18h | Grêmio Recreativo Escola de Samba D’Breck com participação de Gabi do Carmo</p>
<p><strong>1º MAR (sábado)</strong><br />
15h | Mãe Beth de Oxum &#8211; Coco de Umbigada<br />
16h | Orquestra Iorubás de Pernambuco<br />
17h | Orquestra de Frevo Zezé Corrêa com participação de Laís Senna<br />
18h | Maciel Salú com participação de Mano de Baé</p>
<p><strong>2 MAR (domingo)</strong><br />
15h | Maracatu Estrela de Ouro de Aliança<br />
16h | Maracatu Nação Pernambuco com participação de Charles Theone<br />
17h | As Sambadeiras com participação de Natascha Falcão<br />
18h | Mestre Ambrósio</p>
<p><strong>3 MAR (segunda-feira)</strong><br />
15h | Orquestra 100% Mulher<br />
16h | Afoxé Ogbon Obá<br />
17h | Grupo Bongar<br />
18h | Karynna Spinelli com participação de Helena Cristina</p>
<p><strong>4 MAR (terça-feira)</strong><br />
15h | Mestre João Limoeiro<br />
16h | Juninho do Coco<br />
17h | Larissa Lisboa<br />
18h30 | Maestro Forró e Orquestra Popular da Bomba do Hemetério com participações de Ed Carlos, Gabi da Pele Preta e Ylana Queiroga</p>
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		<title>Mestra Severina Lopes lança álbum Flor da Aurora</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Dec 2024 18:22:26 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/feed.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115248" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/feed-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>A mestra Severina Lopes realiza, no próximo dia 29 de dezembro, a mostra presencial do álbum <em>Flor da Aurora</em>. Sonhado há muito tempo, o projeto visa divulgar seu trabalho como artista solo indo além do universo do samba de coco. O projeto conta com o incentivo da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e do Governo de Pernambuco, por meio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).</p>
<p>O álbum possui dez faixas, entre canções autorais e peças de domínio público, que estarão disponíveis gratuitamente em todas as plataformas digitais de streaming, como Deezer, Spotify, YouTube e Soundcloud, a partir do dia 10 de janeiro de 2025.</p>
<p>O título <em>Flor da Aurora</em> foi escolhido pela própria artista por seu significado, “flor que renasce a cada manhã”, uma alusão ao poder do renascimento pessoal que a mestra vivencia diariamente.</p>
<p>O lançamento ocorre na Praça da Cohab 1, a partir das 17h, e conta com apresentações de Mestra Severina Lopes e Banda, além da cantora Fernanda Luz, Banda de Pífanos Santa Luzia e de Maycon Nazário, entre outros. O evento também promove acessibilidade comunicacional com intérpretes de libras.</p>
<p><strong>A MESTRA -</strong> A história de Severina Lopes é marcada por forte influência familiar, uma vez que sua família é reverenciada como precursora do samba de coco no município de Arcoverde (Sertão). Desde os 7 anos de idade ela já cantarolava coco, pastoril, ciranda, samba, benditos, reisado e toadas.</p>
<p>Seu canto brejeiro e rouco tem uma sutileza singular e dá vida aos sentimentos descritos em suas composições. Severina é prestigiada pelo público que se identifica com o coco e por sua contribuição à difusão do ritmo pelo mundo.</p>
<p>A mestra ainda vai além do rótulo de coquista, autointitulando-se cantora popular brasileira e ampliando seu impacto no cenário cultural.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica</span>:</strong></p>
<p>Coordenadora e cantora: Mestra Severina Lopes<br />
Diretora artística e produtora executiva: Amanda Lopes<br />
Produtor musical: Bruno Moraes<br />
Assistente de produção: Werner Lopes<br />
Arte: Taylla Alves<br />
Fotografia: Kaian Alves<br />
Participações especiais: Fernanda Luz, Alberone Padilha, Delegado do Pífano, Orlando Melo, Felipe Moraes, Diogo Castro, Givaneide Gomes e Renata Cordeiro</p>
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		<title>Comunidade do coco legitima processo de registro como patrimônio imaterial nacional</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Oct 2024 19:09:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Expressão afro-indígena, o coco do Nordeste vive, com sua comunidade, a retomada de seu processo de registro, abrangendo suas variações nos nove Estados da região. Neste sábado (19), Pernambuco foi o primeiro a sediar uma reunião de mobilização dos detentores dos cocos. O evento faz parte da instrução técnica para registro dos cocos do Nordeste [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Expressão afro-indígena, o coco do Nordeste vive, com sua comunidade, a retomada de seu processo de registro, abrangendo suas variações nos nove Estados da região. Neste sábado (19), Pernambuco foi o primeiro a sediar uma reunião de mobilização dos detentores dos cocos. O evento faz parte da instrução técnica para registro dos cocos do Nordeste como patrimônio imaterial do Brasil (Processo Iphan/SEI: 01408.000146/2023-30).</p>
<p>A inscrição do coco no Livro de Registro das Formas de Expressão tem sido uma demanda de mestres e grupos detentores. O evento tem como objetivos tornar público o processo de registro, bem como promover a discussão e a participação dos detentores desse bem cultural sobre o tema. Por meio de um Termo de Colaboração, o Coletivo Jaraguá, da Paraíba, está à frente da instrução técnica do processo de registro após seleção em chamamento público em 2023.</p>
<p>Em Pernambuco, o encontro aconteceu na Escola Técnica Estadual Porto Digital, no Bairro do Recife, na manhã e tarde deste sábado (19), com produção do Coletivo Jaraguá e realização do governo federal, por meio do Ministério da Cultura (MinC) e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), e com apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>A reunião foi conduzida pela coordenadora geral do Coletivo Jaraguá, Marcela de Oliveira Muccillo e pela antropóloga Nina Vincent Lannes, técnica do Iphan na Superintendência da Paraíba. Também participaram Laetitia Valadares Jourdan, consultora técnica do Coletivo Jaraguá; o antropólogo Thiago Santos, responsável pela pesquisa em Pernambuco; a historiadora Thamires Neves, do Iphan-PE; Wanessa Santos, gerente de Política Cultural da Secult-PE; e Marcelo Renan, gerente de Patrimônio Imaterial da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe.</p>
<p>Com recursos do Iphan, a pesquisa para a elaboração do dossiê dos cocos do Nordeste inclui coleta de material fotográfico e audiovisual para realização de um documentário. O estudo faz um levantamento histórico sobre o coco na região, além de pesquisa de campo para mapeamento de grupos e comunidades, nos nove Estados, com a mobilização de uma equipe interdisciplinar de áreas como antropologia, etnomusicologia e história e a participação fundamental de mestres e mestras, músicos, dançarinos e outros membros de comunidades que realizam rodas de coco.</p>
<p>Após a finalização, prevista para junho de 2025, o dossiê e o documentário serão apresentados ao Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural (CCPC), que avaliará a possibilidade de efetuar o registro dos cocos do Nordeste como patrimônio imaterial do Brasil. O CCPC é o órgão colegiado de decisão máxima do Iphan para as questões relativas ao patrimônio brasileiro, material e imaterial, criado pela Lei nº 378, de 13 de janeiro de 1937, a mesma que instituiu o então Serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Sphan), atual Iphan.</p>
<p>Os cocos do Nordeste compreendem encontros e grupos tradicionais, constituídos de elementos como música tocada e cantada, instrumentos de percussão, dança, improviso, corporalidade, sendo incluído na família do samba, ao lado do samba-de-roda, do caxambu, da umbigada e da embolada, entre outros. A manifestação é uma forma de expressão de ludicidade e religiosidade, com muitos de seus cantos sendo entoados como pontos na jurema, religião de origem indígena com forte presença no Nordeste e que se aproximou da umbanda.</p>
<p>&#8220;Estamos falando de uma questão burocrática, mas com objetivo prático, de manter uma prática cultural viva&#8221;, lembrou Marcela Muccillo. &#8220;Quando começamos a pesquisa parecia que alguns Estados não tinham a brincadeira. Hoje podemos afirmar que o coco está presente em todos os Estados do Nordeste&#8221;, confirmou. Ainda segundo a coordenadora, mais importante do que a elaboração do dossiê é conseguir do Estado uma política nacional que se coloque responsável pela salvaguarda do coco; e, dos fazedores dessa expressão, manter a mobilização.</p>
<p>&#8220;As pessoas já sabem que o coco é patrimônio&#8221;, contou Nina Lannes. &#8220;Mas, com o registro, passa a ser dever do Estado proteger, difundir e incentivar a transmissão dessa prática. Permite que as pessoas que trabalham com essa prática sejam respeitadas&#8221;, projetou. A antropóloga explicou ainda que o registro abre caminho para a criação do plano de salvaguarda do coco e desenvolvimento de ações como difusão em escolas, projetos de memória, acervos e criação de um centro de referência, sempre com os fazedores dizendo quais são suas demandas para manter o brinquedo vivo.</p>
<p>Após a rodada de apresentação do processo de registro, foi aberta a rodada de interação com o público na qual mestres e mestras, músicos, dançarinos, produtores e outros membros de comunidades que realizam rodas de coco apresentaram suas demandas. E, como não poderia ser diferente, em se tratando da cultura popular, à tarde, além de discutir questões peculiares de suas comunidades, os fazedores deram diversas demonstrações de sua expressão, com muita música e dança.</p>
<p>&#8220;Conseguimos, num mesmo momento, unir tantos saberes de detentores de vários territórios do Estado de Pernambuco&#8221;, comemorou Wanessa Santos. &#8220;Mestres e mestras, brincantes, coquistas, da Zona da Mata, do Agreste, da Região Metropolitana, em sua grande diversidade de cocos de roda, mestre de Alagoas que também veio presenciar esse importante momento, pontuando em cada fala suas diversidades e singularidades e trazendo os desafios desse segmento para que possa ser levantado, junto ao registro de salvaguarda, e, posteriormente, a construção de um plano para o coco de roda&#8221;, sintetizou a gerente.</p>
<p>&#8220;Momentos como este são importantes para publicizar o papel do Estado na identificação, pesquisa e documentação sobre as tradições culturais&#8221;, avaliou Marcelo Renan. &#8220;E para explicar, tornar público, para os detentores do patrimônio cultural, quais são os efeitos de uma política de registro, que repercute no apoio financeiro, no acompanhamento dos grupos e das comunidades e no fortalecimento daquilo que já é feito pelos próprios detentores tendo o Estado como parceiro&#8221; considerou.</p>
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		<title>Mobilização pelo registro dos cocos do Nordeste como patrimônio nacional tem reunião</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 18:36:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Neste sábado (19), das 9h às 16h, é realizada a reunião de mobilização dos detentores dos cocos do Estado de Pernambuco. O evento faz parte da instrução técnica para registro dos cocos do Nordeste como patrimônio imaterial do Brasil (Processo Iphan/SEI: 01408.000146/2023-30). O encontro, que acontece na Escola Técnica Estadual Porto Digital (Avenida Rio Branco, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-113982" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/1-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Neste sábado (19), das 9h às 16h, é realizada a reunião de mobilização dos detentores dos cocos do Estado de Pernambuco. O evento faz parte da instrução técnica para registro dos cocos do Nordeste como patrimônio imaterial do Brasil (Processo Iphan/SEI: 01408.000146/2023-30).</p>
<p>O encontro, que acontece na Escola Técnica Estadual Porto Digital (Avenida Rio Branco, nº 193, Bairro do Recife), é produzido pelo Coletivo Jaraguá, em uma realização do governo federal, por meio do Ministério da Cultura (MinC) e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), e com apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>O evento tem como objetivos tornar público o processo de registro, bem como promover a discussão e a participação dos detentores desse bem cultural sobre o tema.</p>
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