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	<title>Portal Cultura PE &#187; coleção</title>
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		<title>Resgate histórico e cultural afrodescendente é destaque em Arcoverde</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Nov 2023 13:50:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Projeto Abibiman, a Voz Negra do Sertão Pernambucano, realiza nesta sexta-feira (17), o lançamento da coleção digital do jornal Abibiman e do livro Abibiman: Uma Voz Negra do Sertão Pernambucano. O evento, que conta com a participação de suas autoras e seus autores, acontece a partir das 18h30 no Auditório da Autarquia de Ensino [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto Abibiman, a Voz Negra do Sertão Pernambucano, realiza nesta sexta-feira (17), o lançamento da coleção digital do jornal Abibiman e do livro <em>Abibiman: Uma Voz Negra do Sertão Pernambucano</em>. O evento, que conta com a participação de suas autoras e seus autores, acontece a partir das 18h30 no Auditório da Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde (Aesa &#8211; Avenida Gumercindo Cavalcante, nº 420, bairro São Cristóvão). Também estão programadas as apresentações culturais de Sertão Maracatu e Povo de Santo, Mestre Assis Calixto e Coco das Irmãs Lopes.<br />
A produção é realizada pela Associação Cultural Urucungo e conta com o apoio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), do Instituto Itaú Cultural, da Associação de Resgate Histórico e Cultural dos Afrodescendentes de Arcoverde (ARHCA) e da Aesa.<br />
Realizado pelo Projeto Abibiman, a Voz Negra do Sertão de Pernambuco, em parceria com o Projeto Negritos, o evento tem como objetivo valorizar a imprensa negra contemporânea e promover o acesso democrático às vozes negras registradas em textos escritos lutando contra o apagamento da presença negra no Brasil.<br />
A digitalização da coleção do Abibiman faz parte do projeto Abibiman, a Voz Negra do Sertão Pernambucano, apoiado pelo Funcultura e proposta pela escritora Inaldete Pinheiro de Andrade, que busca disponibilizar de forma ampla e gratuita o acervo valioso do jornal no <a title="NEGRITOS" href="https://negritos.com.br/" target="_blank">site</a>. Por meio desse acesso digital, espera-se que o Abibiman se torne uma fonte rica para pesquisas, reflexões e emoções proporcionando um contato mais próximo com a memória negra do Estado.<br />
A digitalização e disponibilização do jornal é também uma homenagem a seu idealizador, Luizão, e um meio de difundir suas valorosas iniciativas. É oferecida como semente para muitas outras rodas de conversas em que as gerações futuras poderão se considerar como negras e negros tendo ao alcance as histórias e o grande legado de Luiz Eloy de Andrade e sua luta negra no Sertão pernambucano.<br />
Neste sentido vale destacar ainda todas as pessoas que somaram esforços e desenvolvimentos para a construção da Associação de Resgate da Cultura Afro de Arcoverde (Arca), que agora é conhecida como Associação de Resgate Histórico e Cultural dos Afrodescendentes (ARCHA), e a todas que fazem parte da luta contínua contra o racismo no município de Arcoverde.</p>
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		<title>Em parceria com Instituto Arqueológico, Cepe lança coleção sobre a história de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Mar 2023 20:51:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quatro livros que retratam um período relevante da história de Pernambuco, e que estavam esgotados, acabam de ser publicados pela Companhia Editora de Pernambuco em parceria com o Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano. Os títulos abrem a Coleção IAHGP, com abordagens sobre o clero na revolução republicana de 1817, a escravidão no processo revolucionário [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/livros-cepe.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-99370" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/livros-cepe-340x486.png" width="340" height="486" /></a></p>
<p>Quatro livros que retratam um período relevante da história de Pernambuco, e que estavam esgotados, acabam de ser publicados pela Companhia Editora de Pernambuco em parceria com o Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano. Os títulos abrem a Coleção IAHGP, com abordagens sobre o clero na revolução republicana de 1817, a escravidão no processo revolucionário e os principais personagens de revoltas nos séculos 18 e 19. A coleção chega às livrarias nesta segunda-feira, 6 de março, data que marca os 206 anos da Revolução Pernambucana. O evento de lançamento será no dia 20/3 (segunda-feira), às 19h, na Academia Pernambucana de Letras (APL).</p>
<p>De acordo com o historiador George Cabral, que faz a apresentação das obras, a coleção nasceu inspirada no contexto das comemorações pelo bicentenário da Revolução Pernambucana de 1817. Por essa razão, os primeiros livros mantêm ligação com a época. “Mas a ideia é agregar novos títulos da história de Pernambuco, com a produção clássica, textos mais recentes e documentos históricos”, declara George Cabral, professor na Universidade Federal de Pernambuco e sócio do IAHGP.</p>
<p><em>“O lançamento destas quatro obras iniciais da Coleção IAHGP &#8211; O Brasil Heroico em 1817; Os Mártires pernambucanos; Os padres e a Teologia da Ilustração e Liberdade: Rotinas e Rupturas do Escravismo no Recife &#8211; representa uma importante colaboração da Cepe para os estudos históricos em nosso estado pois estão sendo disponibilizadas duas obras de grandes historiadores sobre um momento crucial de nossa história e também dois documentos históricos que subsidiarão novos trabalhos e novas interpretações sobre o nosso passado”</em>, afirma George Cabral.</p>
<p>Publicado pela primeira vez em 1918, <em>O Brasil Heroico em 1817</em>, de Alípio Bandeira (1873-1939), ganha segunda impressão pela Cepe 105 anos depois de ser lançado. Natural de Mossoró (RN), o autor seguiu a carreira militar e como inspetor do Serviço de Proteção aos Índios (SPI, precursor da Funai), atuou no Norte e Nordeste, trabalhando com o marechal Cândido Rondon (1865-1958). Em livros e artigos, denunciou o genocídio dos povos indígenas impulsionado por governos e expedições militares. Na primeira edição do livro, Alípio Bandeira pediu à Imprensa Nacional que o resultado das vendas fosse revertido em benefício dos indígenas.</p>
<p><em>O Brasil Heroico em 1817</em>, obra com exemplares vendidos em leilões, foi publicado dentro das celebrações do centenário da Revolução de 1817, reunindo artigos dispersos de Alípio Bandeira. O autor relata a história da insurreição de 1817, com capítulos dedicados a heróis e mártires, como Padre José Ignacio Ribeiro de Abreu e Lima (1768 &#8211; 1818), Domingos José Martins (1781 &#8211; 1817) e Domingos Teotônio Jorge (?-1817).</p>
<p>Mártires &#8211; Dicionário biográfico dos revolucionários de 1710 e 1817, o livro <em>Os Mártires Pernambucanos: vítimas da liberdade nas duas revoluções ensaiadas em 1710 e 1817</em> é assinado pelo padre português Joaquim Dias Martins. A primeira edição, de 1853, foi publicada por Felipe Lopes Neto, um dos líderes da Revolução de 1848 (Praieira).</p>
<p>É uma obra considerada por historiadores como manual do pernambucano revolucionário e importante fonte de informação para a história do movimento de 1817, sobretudo pelo fato de o autor ter consultado fontes já desaparecidas. A nova edição traz dados biográficos de 628 personagens da Guerra dos Mascates (1710- 1711) e da Revolução de 1817, em forma de verbetes, agrupados em dois blocos correspondentes aos dois acontecimentos.</p>
<p>Padres em 1817 &#8211; Primeiro movimento anticolonial que rompeu com a dominação portuguesa, instaurando no Brasil uma república independente por 74 dias, a Revolução Pernambucana entrou para a história também conhecida como a Revolução dos Padres em razão do engajamento de religiosos das mais diversas ordens eclesiásticas e níveis hierárquicos.</p>
<p>Fruto da tese de doutorado em História Social defendida em 1981 pelo historiador e professor Antônio Jorge Siqueira, <em>Os Padres e a Teologia da Ilustração</em> é um dos mais robustos estudos sobre a participação do clero no movimento revolucionário. Fundamentado por vasta pesquisa documental em acervos portugueses e brasileiros, foi lançado há 14 anos pela Editora Universitária da UFPE, ganhando segunda edição pela Cepe.</p>
<p>Com 223 páginas, o livro dedica capítulos à atuação do clero em Pernambuco e ao envolvimento de sacerdotes na luta armada. Cerca de 70 religiosos, segundo o autor, atuaram como soldados, comandantes de tropas e emissários, além de compor o governo provisório. “O desenrolar do movimento de 1817 mostra que os padres agem movidos por um sentimento genuinamente religioso de fraternidade com o povo interiorano e entendem política como procura do bem comum e da justiça entre todos”, garante o autor.</p>
<p><em>Liberdade: Rotinas e Rupturas do Escravismo no Recife (1822-1850)</em> foi lançado originalmente pela Editora Universitária da UFPE, em 1998. O livro, de autoria do professor de história na Universidade Federal de Pernambuco Marcus Carvalho, tem 248 páginas, está dividido em três partes e traz uma análise profunda sobre a escravidão na primeira metade do século 19. O historiador apresenta o Recife da época, identifica os grandes traficantes de escravos que atuavam no comércio entre a África e Pernambuco e relata as formas de resistência dos escravizados.</p>
<p>Para Marcus Carvalho, uma das grandes contribuições do livro é destacar o conceito de liberdade como sinônimo de pertencimento. “No mundo contemporâneo, liberdade é interpretada como autonomia e nem sempre foi assim. Quanto mais você recua no tempo, vai perceber que liberdade significa pertencimento, é viver numa comunidade que te acolhe, é sentir que você faz parte do grupo, é compartilhar de direitos”, afirma.</p>
<p>“Os livros da Coleção IAHGP são resultado de uma pesquisa aprofundada e meticulosa realizada por especialistas em suas respectivas áreas. Oferecem aos leitores uma oportunidade única de mergulhar na história de Pernambuco e de compreender melhor as raízes e o contexto da Revolução Pernambucana”, destaca o jornalista e diretor de Produção e Edição da Cepe, Ricardo Melo.</p>
<p>A presidente do IAHGP, Margarida Cantarelli, também destaca a iniciativa. “A coleção é um importante registro histórico feito através de livros que certamente apoiarão futuros pesquisadores. Dos quatro títulos lançados agora, dois são de autoria de membros do IAHGP e isso nos orgulha, além de fazer parte de nosso propósito enquanto instituição&#8221;.</p>
<p><strong>Preço individual dos livros:</strong><br />
R$ 50 (impresso) e R$ 20 (e-book)</p>
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		<title>Cepe Editora apresenta a coleção Recife 500 Anos</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2022 19:13:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Recife será a primeira capital de estado brasileira a comemorar cinco séculos de fundação, em 12 de março de 2037, e a data é marcada por ampla proposta de transformação da cidade elaborada por arquitetos e urbanistas. Um novo modelo desenhado para seus 219 quilômetros quadrados, ancorado no desenvolvimento sustentável, está documentado na Coleção [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/Recife-500-Anos.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-95221" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/Recife-500-Anos-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>O Recife será a primeira capital de estado brasileira a comemorar cinco séculos de fundação, em 12 de março de 2037, e a data é marcada por ampla proposta de transformação da cidade elaborada por arquitetos e urbanistas. Um novo modelo desenhado para seus 219 quilômetros quadrados, ancorado no desenvolvimento sustentável, está documentado na Coleção Recife 500 Anos, projeto da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), Prefeitura do Recife, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Observatório do Recife, com lançamento na próxima sexta-feira (15), às 15h, no auditório Brum do Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda.</p>
<p>No lançamento, a presidente da Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas (ABAP), Luciana Schenk fará palestra sobre um dos livros que compõem a coleção, o Recife Exchanges Amsterdam, Holland, Netherlands: Intercâmbio internacional para reinventar a cidade. Participam da mesa do evento o presidente da Cepe, Ricardo Leitão; o reitor da UFPE, Alfredo Gomes; o prefeito do Recife, João Campos; o coordenador da Coleção Recife 500 Anos, Roberto Montezuma; e o coordenador do Observatório do Recife, Francisco Cunha. Os títulos estarão disponíveis para download gratuito no site Acervo Cepe (<a href="http://www.acervocepe.com.br/" target="_blank"><strong>www.acervocepe.com.br</strong></a>)</p>
<p>Cerca de 70 pesquisadores trabalharam na produção dos 12 livros que compõem a coleção, a ser publicada ao longo de 2022. Os quatro primeiros volumes são: Parque Capibaribe: A reinvenção do Recife Cidade Parque; Recife drenagem urbana: Entre rios e o mar, caminhos e descaminhos das águas na cidade; Recife 500 anos: Estratégias para construir a cidade do futuro e Recife Exchanges Amsterdam, Holland, Netherlands: Intercâmbio internacional para reinventar a cidade. Em edição bilíngue (português-inglês), a série não será comercializada e será distribuída pela Prefeitura do Recife.</p>
<p>A obra integra o Plano Recife 500 anos, que se tornou a base de um projeto de cidade, fruto de convênio entre a prefeitura e a UFPE, em consonância com a Nova Agenda Urbana da ONU-Habitat. A história da criação do plano remonta ao primeiro intercâmbio Recife Exchange Amsterdã, uma iniciativa do Governo dos Países Baixos, em parceria com o Itamaraty, quando um grupo de arquitetos holandeses visitou o Recife em 2011. A intenção era homenagear os 100 anos da imigração oficial da Holanda para o Brasil e para as Américas, iniciada em 1911.</p>
<p><em>“Era preciso pensar o Recife de forma holística. Essa planície molhada foi muito aterrada e tinha mudado. Hoje há o Recife Metropolitano, com 1,6 milhão de habitantes e o Recife Metrópole com cerca de 4 milhões de habitantes, muito diferente daquele Recife holandês (sede da Companhia das Índias Ocidentais no Brasil, de 1630 a 1654)”</em>, analisa o arquiteto e urbanista Roberto Montezuma, coordenador acadêmico do projeto.</p>
<p>Para ele, a Coleção Recife 500 Anos é quase um manifesto. <em>“O planejamento da cidade está em xeque. A cidade precisa se reinventar, o planeta também. Tudo tem que entrar num processo de reestruturação. O Plano Recife 500 Anos, assinado pela Aries (Agência Recife para Inovação e Estratégia, do Porto Digital) está alinhado com todas essas inquietações locais e globais”</em>, diz o arquiteto e urbanista.</p>
<p><strong>PRIMEIROS TÍTULOS DA COLEÇÃO</strong><br />
O livro Recife 500 Anos traça estratégias para nortear o desenvolvimento da cidade, a médio e longo prazos, e funciona como um guia para o poder público e a sociedade. Na publicação, de 185 páginas, os pesquisadores mostram caminhos para a capital pernambucana chegar a 2037 mais inclusiva, conectada e sustentável. Lançado em 2019 pela Secretaria de Planejamento Urbano do Recife e a Aries-Porto Digital, o livro é reapresentado pela Cepe Editora numa segunda versão ampliada e atualizada.</p>
<p>Para ser inclusiva, a cidade terá de ofertar uma educação pública de qualidade que permita redução da pobreza e igualdade de oportunidades sem distinções. Para ser conectada, precisa estar dotada de vasta rede de fibra óptica, além de fazer uso, em larga escala, dos recursos da Internet das Coisas. E, para ser sustentável, deverá desenvolver economia de baixo carbono, com mais geração e distribuição de energia solar, redução do consumo de combustíveis fósseis e aumento da cobertura vegetal.</p>
<p>Em Parque Capibaribe &#8211; A reinvenção do Recife Cidade Parque, as propostas são detalhadas em 328 páginas ilustradas com fotos. O título traz como desafios para a cidade a revitalização das margens do Rio Capibaribe, o aumento da área verde e a articulação de corredores ambientais que possam reduzir a temperatura, diminuir a emissão de gás carbônico e criar mais espaços de lazer. É organizado pelos arquitetos Circe Monteiro, Luiz Vieira e Roberto Montezuma, que avaliam a configuração atual e futura da cidade, e prefaciado pelo prefeito do Recife, João Campos.</p>
<p>Produto de três eventos que resultaram num trabalho colaborativo entre arquitetos da UFPE e da Holanda, Recife Exchanges Amsterdam, Holland, Netherlands: Intercâmbio internacional para reinventar a cidade foi organizado pelos arquitetos Roberto Montezuma, Fabiano Diniz, Luiz Vieira, José Evandro Henriques e Mila Avellar. Com 318 páginas, traz propostas para melhorar o uso dos cursos d&#8217;água (rios e canais) e dos manguezais, para ampliação de áreas verdes e para a criação de um sistema de transporte intermodal integrado (bicicleta, BRT, teleférico, barco, metrô) que permita a conexão entre parques, com ruas arborizadas. Tudo apoiado na experiência da Holanda com despoluição de canais e recuperação de margens de cursos d’água.</p>
<p>Recife drenagem urbana &#8211; entre rios e o mar, caminhos e descaminhos das águas na cidade, título organizado pelo engenheiro civil e professor do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFPE Ronald Vasconcelos, aborda um dos mais sensíveis desafios: a convivência e o manejo das águas pluviais. Banhada pelo Oceano Atlântico, cortada por oito bacias de rios, situada, em parte, no nível do mar e contando com 99 canais, o Recife ocupa a 16ª posição no ranking das cidades mais vulneráveis à mudança climática no mundo devido ao avanço do nível do mar de acordo com o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). Soma-se a isso o fato dela ser a capital do estado que possui a maior taxa de ocupação da faixa litorânea no país. O livro reúne em oito artigos o trabalho de 22 especialistas, entre professores, pesquisadores, consultores e gestores públicos, com análise aprofundada. Avalia temas sensíveis como as dinâmicas da ocupação urbana desde o período holandês, a estrutura fluida da capital, novas técnicas compensatórias de drenagem, entre outros temas.</p>
<p>Ainda serão lançados, até dezembro, os seguintes títulos: Recife árvore d&#8217;água; Recife corpo e alma &#8211; A reinvenção do Recife entre os século XX e XXI; Recife Cidade Parque; Recife, 500 anos de evolução urbana; Recife no urbanismo pioneiro de Saturnino de Brito; Compaz: A Fábrica de Cidadania do Recife; A metrópole do Recife &#8211; Formação, configuração e desafios estratégicos e Arquitetura pernambucana &#8211; Escola do Recife, ensaios de grande sombra.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento da coleção Recife 500 Anos<br />
Quando: 15 de julho de 2022 (sexta-feira), às 15h<br />
Auditório Brum do Centro de Convenções de Pernambuco (Av. Prof. Andrade Bezerra, s/n &#8211; Salgadinho, Olinda &#8211; PE)</p>
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		<title>Beto Normal lança a coleção &#8220;U-Look&#8221; com desfile-cortejo pelas ruas do Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 16:42:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O estilista Beto Normal lança, no dia 1º de maio (domingo), a partir das 15h, um desfile-cortejo da sua mais nova coleção &#8220;U-Look&#8221;, na Galeria Maumau (R. Nicarágua, 173 &#8211; Espinheiro, Recife &#8211; PE). Criada para uma gangue de bikers que atua na cidade do Recife como angels, num presente distópico e urgente, a coleção [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/3a8cb861-7e36-415a-a070-c7f53b60ddc2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-92922" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/3a8cb861-7e36-415a-a070-c7f53b60ddc2-229x486.jpg" width="229" height="486" /></a></p>
<p>O estilista Beto Normal lança, no dia 1º de maio (domingo), a partir das 15h, um desfile-cortejo da sua mais nova coleção &#8220;U-Look&#8221;, na Galeria Maumau (R. Nicarágua, 173 &#8211; Espinheiro, Recife &#8211; PE). Criada para uma gangue de bikers que atua na cidade do Recife como angels, num presente distópico e urgente, a coleção conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e é inspirada em ciclistas-ativistas de diferentes classes sociais que adotam diariamente a bicicleta como meio de transporte e que vêm se unindo e se engajando em discussões a respeito da mobilidade na cidade do Recife.</p>
<p>Para criá-la, o estilista aprofundou sua pesquisa sobre modelagens e o uso de materiais capazes de atender as necessidades de mobilidade, conforto e segurança demandadas pelo vestir do ciclista-cidadão. As peças da coleção, dezesseis looks no total, foram confeccionadas em tecidos naturais – linho, algodão e índigo – e com material refletivo de segurança, largamente empregado no uniforme de operários urbanos. Câmaras de ar de bicicletas e embalagens de café também foram utilizadas nas roupas e acessórios. A cartela de cores escolhida para a coleção é composta pelo laranja, rosa, verde, azul, preto e dourado.</p>
<p>Roupa atenta à urgência de um convívio civilizado e afetivo entre todas as pessoas que circulam na cidade, Beto Normal idealizou para o &#8220;U-LOOK&#8221; a criação de peças sem gênero (<em>genderless</em>). Com formas confortáveis, itens como macacões, bermudas, camisetas, vestidos, camisões, saia-calça, capa de chuva e chapéus serão utilizados como expressão da diversidade e urbanidade existente na cidade do Recife.</p>
<p><strong>Lançamento -</strong> A coleção será lançada com um desfile-cortejo sobre duas rodas. A concentração está marcada para 15h, na Galeria Maumau. Acompanhados por uma bicicleta equipada com som veiculando trilha sonora, de lá os ciclistas-modelos e voluntários, em sua maioria ativistas da causa biker, pedalarão pela ciclovia do Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) até o Marco Zero, onde ocorrerá a performance final.</p>
<p>Depois da exibição das peças da coleção, o percurso será retomado em direção à sede da Ameclico – Associação Metropolitana de Ciclistas do Grande Recife (Rua da Aurora, 529, loja 2- Santo Amaro), que comemora nove anos de existência, no dia no dia 1º de maio (domingo).</p>
<p><strong>Ação de acessibilidade -</strong> Ao longo do percurso pela ciclovia e durante o desfile no Marco Zero, estará sendo transmitida ao vivo a audiodescrição dos looks criados pelo estilista com o intuito de possibilitar a participação de pessoas com deficiência visual durante o evento de lançamento da coleção.</p>
<p><strong>Beto Normal -</strong> É estilista e figurinista desde meados dos anos 1990. Trabalha resignificando retalhos e peças de tecidos descartados da indústria têxtil. Em seu ofício emprega a técnica de moulage e modelagem plana, misturando-as em peças únicas e autorais. Suas coleções sempre foram lançadas em eventos realizados em espaços públicos com o intuito de oferecer a um público diverso a fruição de um desfile de moda. Como figurinista, colaborou em diversas obras do audiovisual pernambucano. Ciclista-ativista, em o U-LOOK, Beto Normal propôs focar seu olhar sobre o universo biker e captar a atmosfera de uma Recife caótica para criar uma coleção predominantemente rua.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento da coleção &#8220;U-LOOK&#8221; &#8211; Beto Normal, com desfile-cortejo na ciclovia<br />
Quando: 1º de maio de 2022 (domingo), a partir das 15h<br />
Onde: Saída da Galeria Maumau (R. Nicarágua, 173 &#8211; Espinheiro, Recife &#8211; PE)<br />
Trajeto: Museu do Estado de Pernambuco| Marco Zero | Ameciclo</p>
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		<title>Biografias de Montez Magno e Tereza Costa Rêgo serão lançadas no MEPE</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2018 18:48:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Dando continuidade à série da coleção Memórias (selo sobre personagens da vida cultural pernambucana), a Cepe Editora lança nesta quarta-feira (18), às 19h, duas biografias no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE): Montez Magno: Poeta, Artista, Camaleão, assinada pela jornalista Olívia Mindêlo; e Tereza Costa Rêgo: Uma Mulher em Três Tempos, escrita pelo também jornalista [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59578" aria-labelledby="figcaption_attachment_59578" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/CEPE-TEREZA-E-MONTEZ-MAGNO.jpg"><img class="size-medium wp-image-59578" alt="Cepe/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/CEPE-TEREZA-E-MONTEZ-MAGNO-607x319.jpg" width="607" height="319" /></a><p class="wp-caption-text">A trajetória dos artistas Montez Magno e Tereza Costa Rêgo é recontada nas obras da Cepe</p></div>
<p>Dando continuidade à série da coleção <em>Memórias</em> (selo sobre personagens da vida cultural pernambucana), a Cepe Editora lança nesta quarta-feira (18), às 19h, duas biografias no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE):<em> Montez Magno: Poeta, Artista, Camaleão</em>, assinada pela jornalista Olívia Mindêlo; e<em> Tereza Costa Rêgo: Uma Mulher em Três Tempos</em>, escrita pelo também jornalista e filiado à Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), Bruno Albertim.</p>
<p>Defensor da liberdade de experimentação, o pernambucano de Timbaúba Montez Magno, 83 anos, sempre foi avesso a movimentos e grupos, mas nunca indiferente a tudo o que o cerca. Acabou por se tornar um colecionador, um acumulador de objetos, livros, papéis… Tudo o que esse poeta-pintor viu e leu já virou arte ou poesia.</p>
<p>A também artista e pernambucana Tereza Costa Rêgo, 89, passou muitos anos da vida resguardando a liberdade &#8211; a sua própria, a de seu grande amor, um dos líderes do Partido Comunista Brasileiro Diógenes Arruda Sampaio, e por que não dizer a dos ‘camaradas’ a quem ela ajudou nos tempos de exílio durante a Ditadura Militar.</p>
<p>Nas 240 páginas da biografia <em>Tereza Costa Rêgo: Uma Mulher em Três Tempos</em>, desnuda-se ao apreciador a prolífica e, por muito tempo, conturbada vida de uma mulher que foi três: Terezinha, na infância e adolescência cercada pelos mimos e rigidez patriarcal herdados da aristocracia açucareira, quando seguia “enfeitando o piano da sala” &#8211; assim se definia. Na clandestinidade largou tudo para ser Joanna, fugitiva política ao lado do amado Diógenes. Só mais tarde, já confortavelmente aboletada em seu sobrado em Olinda, onde vive até hoje, tem sido Tereza, a artista do vermelho, dos gatos e dos corpos femininos. Conta Bruno Albertim, em trecho do livro, que certa vez disse o escritor Raimundo Carrero: <em>“(Em Tereza) não se constrói uma obra de arte com plumas e lantejoulas, mas com dor e sangue”</em>.</p>
<p>Em prosa e muita poesia, na biografia Montez Magno: Poeta, Artista, Camaleão (256 páginas), assinada pela jornalista Olívia Mindêlo, e com prefácio da curadora do Museu de Arte do Rio (Mar), Clarissa Diniz, o leitor encontrará a trajetória de Montez até aqui, colhida em 11 entrevistas gravadas com cerca de duas horas e meia, cada, além de incontáveis conversas em um ano de convivência, e ainda leitura de correspondências trocadas entre Montez e nomes como o escritor Osman Lins e os poetas Carlos Drummond de Andrade, Augusto de Campos e Ferreira Gullar.</p>
<p>Assim foi se desenhando o perfil do homem de juventude boêmia, que se metia em brigas e já chegou a ser preso por isso. A bebedeira, diz ele, era para curar a timidez. O indivíduo corajoso o bastante para viajar pela Europa só com a passagem de ida para uma residência artística, ou percorrer de fusca dez mil quilômetros do Recife a Buenos Aires. Mas um ser temeroso da morte. <em>“Todo dia eu acordo e sopro minhas duas mãos para me certificar de que estou vivo”</em>, declarou o artista em trecho da publicação.</p>
<p>Aliás, segundo Olívia, suas publicações de poesia <em>“dizem mais sobre sua personalidade e vida do que a produção visual de pinturas, objetos, instalações e um sem-número de invenções, ainda que, claro, todo poeta seja ‘um fingidor’, para citar Fernando Pessoa, que, neste caso, seria melhor lembrado pela frase ‘eu sou muitos’, que se aplica bem ao espírito de Montez”</em>.</p>
<p>Tanto na publicação sobre Tereza quanto na de Montez, destaque para um capítulo dedicado apenas às fotografias e reproduções de obras dos artistas. Ele, abstracionista; ela, figurativista.</p>
<p>Bruno cita quadros de Tereza <em>“responsáveis por cravar fendas na memória do público pernambucano”</em>, como <em>A ceia larga</em> ou <em>A pátria nua</em> (4,8m x 2,2m, 1999), em que <em>“(&#8230;) a pátria é materializada numa grande e curvilínea dama nua, servida à mesa diante de vultos proeminentes da política brasileira. De Dom Pedro a Collor, passando por Vargas, a tela mostra cenas da execução de Frei Caneca, os conflitos gerados pelo Estado Novo e pelo Golpe Militar de 1964”</em>, escreve Albertim.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento de dois títulos da coleção Memórias, da Cepe Editora: <em>Montez Magno: Poeta, Artista, Camaleão</em> (Olívia Mindêlo) e<em> Tereza Costa Rêgo: Uma Mulher em Três Tempos</em> (Bruno Albertim)<br />
Quando: quarta-feira (18), às 19h<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, 960, Graças &#8211; Recife/PE)<br />
Preço dos livros: R$ 80 (cada) e R$ 19,90 (e-book)</p>
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		<title>Exposição &#8220;As pessoas&#8221; fica em cartaz até junho no MAC</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Mar 2017 14:09:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As Pessoas. Esse é título recorte da segunda exposição com obras do acervo da Coleção Assis Chateaubriand que fica em cartaz até o próximo dia 20 de junho, na Galeria Tereza Costa Rêgo, anexo do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE). Com incentivo do Funcultura, numa parceria com a Secretaria de Educação do Estado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>As Pessoas</em>. Esse é título recorte da segunda exposição com obras do acervo da Coleção Assis Chateaubriand que fica em cartaz até o próximo dia 20 de junho, na Galeria Tereza Costa Rêgo, anexo do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE).</p>
<p>Com incentivo do Funcultura, numa parceria com a Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco, a mostra, sob a curadoria da arquiteta e arte-educadora Lúcia Padilha Cardoso, está subdivida em três pilares: o retrato e o nu artístico; os personagens: reais e imaginários; cenas e lugares; e conta com nomes de artistas como Cândido Portinari, Ladjane Bandeira, Noêmia Mourão, David Hockney, João Batista da Costa e Antônio Gomide.</p>
<div id="attachment_46503" aria-labelledby="figcaption_attachment_46503" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/exposicao-as-pessoas-mac-olinda.jpg"><img class="size-medium wp-image-46503" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/exposicao-as-pessoas-mac-olinda-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra reúne vários quadros do acervo da coleção de Assis Chateaubriand</p></div>
<p>A iniciativa faz parte do projeto <em>Acervo Educativo do MAC-PE</em> que está implantando um programa de ações educativas no equipamento cultural. Ao longo do período de um ano, serão realizadas três grandes exposições. A primeira, <em><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artesvisuais/mac-inaugura-a-exposicao-natureza-com-acervo-da-colecao-assis-chateaubriand/" target="_blank"><strong>Natureza</strong></a></em>, realizada em outubro de 2016, com duração de quatro meses; a segunda,<em> As Pessoas</em>, em cartaz nesse mês de março; e a terceira, <em>Abstratos</em>, agendada para o início do próximo mês de julho. Todas elas sediadas na Galeria Tereza Costa Rêgo, a fim de promover atividades voltadas para a arte-educação e educação patrimonial.</p>
<p>O projeto também contempla encontros com professores, distribuição gratuita da publicação <em>Acervo Educativo: Coleção Assis Chateaubriand do MAC-PE</em>, serviço de agendamento para visitação de escolas e mediação para desenvolver trabalhos educativos com o público visitante.</p>
<p>“Essa ação pretende aproximar o museu e o público através destas ações educativas. Ao revelar o importante e valioso acervo do MAC-PE, como conteúdo educativo para professores, alunos e público em geral, estará sendo oferecida a rara oportunidade de ter acesso a um patrimônio brasileiro muito rico. E essa é uma forma de contribuir com a formação e a inclusão sociocultural de um grande número de pessoas, realizando também uma ação complementar à obra educacional do Estado de Pernambuco”, explica a coordenadora e curadora educativa do projeto, Lúcia Padilha Cardoso.</p>
<p>A gestora do MAC-PE, Célia Labanca, destaca a importância da iniciativa e revela que o projeto tem levado alunos e professores da rede pública estadual a conhecerem mais de perto o legado dos artistas, cujas obras integram o acervo do equipamento cultural. &#8221;O trabalho realizado por Lúcia Padilha é de extrema relevância não só para o MAC-PE, mas para toda a cultura brasileira, uma vez que ela, além de catalogar as obras existentes no acervo de nosso museu, faz circular entre várias escolas do Estado a história da arte contemporânea do Brasil&#8221;, afirma Célia.</p>
<p>Para quem não sabe, a coleção Assis Chateaubriand foi o primeiro acervo do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco, fundado no ano de 1966, doado pelo, na época, embaixador, Assis Chateaubriand – um dos maiores empreendedores da comunicação entre as décadas de 40 e 60 e colecionador de arte &#8211; ao Governo de Pernambuco. A coleção faz um passeio pela História da Arte Brasileira com obras que vão desde o academicismo do século XIX até o modernismo dos anos 60, com quadros de grandes nomes da pintura nacional como Tomie Ohtake, Candido Portinari, Lasar Segall, Monabu Mabe, Francisco Brennand e Almeida Junior. Entre as obras, está o quadro roubado do paulista Portinari, intitulado “O Enterro”, de 1959, roubado do MAC e achado um ano depois no Rio de Janeiro; as gravuras de Djanira, uma das maiores gravuristas do modernismo; e a coleção Hollywood Collection, de 1965, com gravuras em cores do artista David Hokney.</p>
<p><strong>Números do projeto</strong><br />
3 exposições com obras de arte originais (pinturas e gravuras) da Coleção Assis Chateaubriand do MAC-PE;<br />
3 encontros com professores para capacitá-los a trabalharem o acervo do MAC-PE como conteúdo educativo em salas de aulas;<br />
Distribuição de exemplares da publicação educativa “Acervo Educativo: Coleção Assis Chateaubriand do MAC-PE”;<br />
Distribuição de postais com imagens da Coleção Assis Chateaubriand para o público visitante;<br />
Disponibilizar um exemplar da publicação “Acervo Educativo: Coleção Assis Chateaubriand do MAC-PE” transcrita em braile no espaço educativo;<br />
Oferecer serviço de agendamento para visitação de escolas às exposições;<br />
Disponibilizar mediação para recebimento do público no espaço educativo pelo período de um ano;</p>
<p><strong>MAC-PE</strong><br />
O Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE), localizado em Olinda, foi inaugurado em 1966, com a doação de parte da coleção do embaixador Assis Chateaubriand ao Estado de Pernambuco. Nessa ocasião, a antiga Casa de Câmara e Cadeia Pública do Município de Olinda, uma edificação do século XVIII, foi restaurada e tombada pelo IPHAN para abrigar a exposição inaugural do museu com as obras doadas. O acervo que deu origem ao MAC-PE conta com obras de renomados artistas brasileiros, tais como: Cândido Portinari, Tomie Ohtake, Lasar Segall, Manabu Mabe, Francisco Brennand, Ladjane Bandeira, Montez Magno, Almeida Júnior, Djanira, entre outros grandes nomes da arte nacional.</p>
<p>Confira o catálogo completo <strong><a href="https://issuu.com/zoludesign/docs/catalogocompleto_educativomac_2ed" target="_blank">aqui</a>.</strong></p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Exposição <em>As Pessoas</em> &#8211; Acervo Educativo do MAC-PE<br />
Local: Galeria Galeria Tereza Costa Rêgo (R. Treze de Maio, 149 &#8211; Carmo, Olinda &#8211; PE)<br />
Abertura: sábado (18), às 15h<br />
Prazo da mostra:  de 18 de março a 20 de junho de 2017<br />
Visitação: de terça a sexta, das 9h às 13h</p>
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		<title>Coleção do Suplemento Cultural, editado pela Cepe, está disponível na web</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Mar 2015 16:48:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cepe]]></category>
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		<category><![CDATA[disponível]]></category>
		<category><![CDATA[Suplemento Cultural]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_21797" aria-labelledby="figcaption_attachment_21797" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_0032.jpg"><img class="size-medium wp-image-21797" alt="Conteúdo pode ser acessado através do Portal Cepe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_0032-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Conteúdo pode ser acessado gratuitamente</p></div>
<p>Uma boa notícia para aqueles que se ligam em literatura e poesia, sobretudo, no que é produzido nessas duas áreas em Pernambuco: desde a última segunda-feira (2), a coleção completa do <em>Suplemento Cultural</em>, editado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), está disponível, gratuitamente, no <a href="www.cepedocumento.com.br" target="_blank"><strong>Portal Cepedocumento</strong></a>.</p>
<p>A coleção do periódico, que circulou de 1986 a 2006, quando recebeu nome <a href="http://www.suplementopernambuco.com.br/" target="_blank"><strong><em>Pernambuco</em></strong></a>, vem somar-se às de outras publicações, também já disponibilizadas, de forma gratuita, no portal, como a do Diário da Manhã (1927 a 1985) e as de várias publicações do século 19. Outro acervo já disponível é o da Comissão Estadual da Verdade Dom Hélder Câmara.</p>
<p>Dentro em breve, o Cepedocumento colocará “no ar” os acervos do Instituto Miguel Arraes e do Instituto Dom Hélder Câmara, que serão digitalizados pela própria Cepe.</p>
<p>Considerado um dos melhores do gênero no Brasil, o Suplemento Cultural possui várias seções em que a arte literária é abordada sob vários ângulos, como entrevistas com escritores, poetas e críticos; resenhas; artigos de especialistas de várias partes do Brasil; e revelações sobre os segredos da arte de escrever.</p>
<p>O jornal já teve como editores alguns profissionais de grande prestígio no País, como os jornalistas e escritores Nagib Jorge Neto e Mário Hélio e os jornalistas Marcílio Brandão e André Rosemberg.</p>
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