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	<title>Portal Cultura PE &#187; coletânea</title>
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		<title>Coletânea Cirandas de Pernambuco será lançada em três cidades</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 18:49:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em mais uma ação para salvaguardar a dança, a música, a história e a brincadeira dos cirandeiros, a Associação das Cirandas de Pernambuco apresenta a coletânea Cirandas de Pernambuco. O lançamento do trabalho composto por 15 faixas autorais, que conta com a participação de mestres e mestras, tais como Lia de Itamaracá, Elisete Souza e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em mais uma ação</p>
<div id="attachment_106623" aria-labelledby="figcaption_attachment_106623" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-23-at-15.17.26.jpeg"><img class="size-medium wp-image-106623" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-23-at-15.17.26-607x438.jpeg" width="607" height="438" /></a><p class="wp-caption-text">Coletânea Cirandas de Pernambuco</p></div>
<p>para salvaguardar a dança, a música, a história e a brincadeira dos cirandeiros, a Associação das Cirandas de Pernambuco apresenta a coletânea <em>Cirandas de Pernambuco</em>. O lançamento do trabalho composto por 15 faixas autorais, que conta com a participação de mestres e mestras, tais como Lia de Itamaracá, Elisete Souza e Noé da Ciranda, ocorre em três momentos diferentes, de forma gratuita e aberta ao público. Patrimônio Cultural do Brasil desde 2021, a Ciranda do Nordeste chega a cada vez mais ouvidos por meio dessa coletânea, disponibilizada em cópias físicas e nas plataformas digitais. O projeto tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).<br />
De acordo com o presidente da Associação, Josivaldo Caboclo, diferentes vertentes da ciranda podem ser encontradas no álbum. “A ciranda é comunitária. Não tem preconceito e todo mundo pode participar. É uma alegria para a gente da Associação lançar a coletânea <em>Cirandas de Pernambuco</em>, porque assim a gente democratiza o acesso a uma arte que é democrática por natureza, que é democrática desde seu surgimento”, afirma. “Nesse trabalho os ouvintes vão poder conferir a ciranda do Litoral, da Zona da Mata Norte e do Agreste de Pernambuco e perceber as semelhanças e diferenças nos trabalhos de cada mestre, no brincar de cada região. Há sonoridades diferentes em cada território”, acrescenta.<br />
Nesta quinta-feira (23) a tradicional loja Passa Disco celebra seus 20 anos e recebe uma noite de autógrafos com mestres e mestras das cirandas do Estado, além do projeto Som na Rural. O encontro acontece a partir das 19h. A Passa Disco fica na Galeria Hora Center (Rua da Hora, nº 345, bairro do Espinheiro, no Recife). O CD é vendido no local por R$ 30.<br />
No dia 9 de dezembro é a vez dos moradores e visitantes da cidade de Chã de Alegria, na Zona da Mata Norte, conferir o trabalho. A partir das 19h, o lançamento acontece em frente à Matriz da cidade.<br />
E, no dia 10, a coletânea Cirandas de Pernambuco chega ao município de Surubim, no Agreste. A partir das 16h, o encontro ocorre em frente ao Parque dos Mamulengos.<br />
Além de alegrar os dias e noites de quem quiser brincar em casa e não esperar uma grande roda para cair na dança, a Cirandas de Pernambuco constitui um documento histórico que pode ser acessado por pesquisadores da cultura popular e passa a fazer parte da memória cultural do Estado. Também serve como ferramenta de educação social podendo ser utilizada nas escolas.<br />
O álbum é uma realização da Associação das Cirandas de Pernambuco com apoio da Prefeitura de Surubim, Prefeitura de Chã de Alegria, Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo do Estado.<br />
A Associação das Cirandas de Pernambuco foi fundada em agosto de 2019. Com sede em Carpina (PE), trata-se de uma associação civil sem fins lucrativos. A proposta é contribuir com a formação política dos militantes da cultura popular e seus seguimentos, com a profissionalização da ciranda, com a execução de políticas públicas direcionadas à ciranda, além de representar o seguimento junto a órgãos públicos e difundir a cultura da paz.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ficha técnica:</strong></span></p>
<p>Realização: Josivaldo Caboclo e Ricco Serafim<br />
Direção musical: Maciel Salú<br />
Codireção musical: Henrique Albino<br />
Assistente de direção musical: Rute Pajeú<br />
Produção musical: Ricco Serafim, Adiel Luna e Maciel Salú<br />
Arranjos de metais: Henrique Albino<br />
Arranjos de percussões: Maciel Salú, Ricco Serafim, José Mário Freitas, João Paulo Rosa, Nino Alves<br />
Músicos: Albérico Silva, Guilherme Otávio, Graciete Figueroa, Henrique Albino, João Paulo Rosa, José Mário Freitas, Larissa Michele, Nailson Vieira, Nino Alves, Romão Santos, Rosa Santos.<br />
Vozes &#8211; Mestres(as): Lia de Itamaracá (Itamaracá), Elisete Souza (Cabo de Santo Agostinho), Cristina Andrade (Recife), Hamilton Santana (Recife), Sérgio da Imperial (Recife), João Limoeiro (Carpina), Zé Dias (Lagoa do Itaenga), Josivaldo Caboclo (Lagoa do Itaenga), Mestre Bi (Nazaré da Mata), Anderson Miguel (Nazaré da Mata), Noé da Ciranda (Surubim), Irmãs Baracho: Severina e Dulce (Abreu e Lima), Margareth Laurino (Goiana), Mestre Canarinho (Aliança) e Mestre Carlos Antônio (Itaquitinga)<br />
Coordenação geral: Josivaldo Caboclo<br />
Produção executiva: Joana d’Arc Ribeiro<br />
Parceria: Associação das Cirandas de Pernambuco<br />
Local de pré-produção: Casa Carapina (Carpina-PE) e Teatro Apolo (Recife)<br />
Estúdio de gravação, mixagem e masterização: Estúdio Carranca (Recife)<br />
Técnico de gravação, mixagem e masterização: Vinícius Aquino<br />
Fotografia: Ashlley Melo e Nilton Pereira<br />
Projeto gráfico: Juliana Rezende<br />
Motion design: Lucas Diz<br />
Prensagem e impressão: MCK Discos<br />
Assessoria de comunicação: Grão – Comunicação e Cultura e Salatiel Cícero</p>
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		<title>Festival Natora lança edital de seleção de artistas para sua 25ª edição</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Nov 2023 12:46:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106242" aria-labelledby="figcaption_attachment_106242" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Adriana Preta/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/1.-Foto-Adriana-Preta-Natora-23ª-Edição-no-Teatro-do-Bom-Sucesso-em-Olinda.jpg"><img class="size-medium wp-image-106242" alt="Adriana Preta/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/1.-Foto-Adriana-Preta-Natora-23ª-Edição-no-Teatro-do-Bom-Sucesso-em-Olinda-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Festival Natora em Olinda</p></div>
<p>O Festival Natora nasceu em 2006 com a missão de ser um palco livre para artistas pernambucanos de todas as vertentes musicais e lança seu edital para escolha de artistas, grupos e bandas para sua 25ª edição. O festival acontece nos dias 19 e 20 de janeiro de 2024, na cidade de Olinda (PE), com realização do Coletivo Natora, produção da Pro 4 e incentivo da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), por meio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).<br />
Por meio do edital são selecionadas oito atrações de todo o Estado de Pernambuco. As seis primeiras atrações são escolhidas pela curadoria do festival, sendo 50% delas compostas por artistas da Zona da Mata, Agreste e Sertão. As duas últimas são escolhidas por votação popular nas redes sociais do festival.<br />
Nesta edição, o Festival Natora aborda o tema Periferia É Tecnologia Ancestral. A programação, que é divulgada no dia 14 de dezembro 2023, traz dois dias de muita música, artes, vivências, oficinas e palestras com oportunidades para artistas, músicos, produtores, empresários e investidores da cadeia produtiva da música e da cultura.<br />
A inscrição é gratuita e já pode ser feita, até às 23h59 de 25 de novembro, no <a title="Inscrição 25ª Edição Festival Natora - 2024" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfc9piO5q97T-m8KB3XFT3p3k-wrZtnyFQgloIawckjX9COVg/viewform" target="_blank">link</a> disponível. O edital seleciona um total de oito artistas para a composição da programação do Festival Natora 2024. São pré-selecionados dez artistas, grupos ou bandas com as maiores notas de acordo com os critérios do edital. Os seis primeiros são classificados diretamente, escolhidos por votação popular nas redes sociais; As outras duas atrações são escolhidas por votação popular nas redes sociais no canal do YouTube do festival.<br />
No momento da inscrição os artistas interessados devem enviar links com acesso livre da curadoria do festival contendo release em texto, mapa de palco, portfólio artístico e vídeo com a apresentação do trabalho inscrito. Os oito artistas recebem uma ajuda de custo de R$ 1 mil para auxiliar na produção.<br />
Todos os artistas selecionados ainda compõem a <em>Coletânea Natora Volume 5</em>. O álbum conta com um total de 16 faixas, sendo duas de cada atração. As faixas também são disponibilizadas nas principais plataformas de streaming de música.<br />
O festival é transmitido ao vivo pelo canal oficial do Festival Natora no <a title="Festival Natora" href="https://www.youtube.com/@festivalnatora" target="_blank">YouTube</a>. A produtora Mangcrew encabeça a transmissão.<br />
Em 2004 um grupo de músicos, amigos e moradores de Olinda se juntaram e construíram um estúdio de ensaios em um barraco, na beira do mangue da comunidade da Giriquiti, em Peixinhos, Olinda. O estúdio foi batizado de Beira-Mar. Em 2006 nasceu a ideia de juntar seus equipamentos e sair pelas ruas, becos e vielas de Peixinhos levando música, arte, poesia e informação para a população. Desse movimento surgiu o Festival Natora de artistas, grupos e bandas independentes. Após 18 anos e 24 edições, o Natora se consolida como uma plataforma aberta de música e arte para novos artistas, grupos e bandas de todas as tribos e cores de Pernambuco.<br />
Ao longo dos 18 anos de existência do Festival Natora já se apresentaram mais de 200 bandas e 300 shows, com mais de oito mil horas de músicas tocadas, contemplando artistas da Zona da Mata Norte, Agreste e Região Metropolitana do Recife.<br />
Para saber mais acesse o <a title="festivalnatora" href="https://www.instagram.com/festivalnatora/" target="_blank">Instagram</a>, <a title="Festival Natora" href="https://www.youtube.com/@festivalnatora" target="_blank">YouTube</a>, <a title="Festival Natora" href="https://www.facebook.com/natorafestival" target="_blank">Facebook</a> e <a title="Natora Artistas 2024" href="https://chat.whatsapp.com/4A43h1c07cuFCZlRmNMM5R" target="_blank">WhatsApp</a>.</p>
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		<title>Cepe edita a coletânea &#8220;Corpo Desvelado &#8211; Contos Eróticos Brasileiros&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cepe-edita-coletanea-de-contos-corpo-desvelado-contos-eroticos-brasileiros/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2022 16:17:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O &#8220;Corpo Desvelado &#8211; Contos Eróticos Brasileiros&#8221; (1922-2022) é a mais nova publicação da Companhia Editora de Pernambuco. Com 598 páginas que passeiam da pornografia escancarada à pornografia insinuada, o livro reúne 71 histórias de 63 autores consagrados, como Hilda Hilst e Nelson Rodrigues, e de uma geração mais nova, como Ana Paula Maia e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/O-corpo-desvelado.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97685" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/O-corpo-desvelado-322x486.jpg" width="322" height="486" /></a></p>
<p>O &#8220;Corpo Desvelado &#8211; Contos Eróticos Brasileiros&#8221; (1922-2022) é a mais nova publicação da Companhia Editora de Pernambuco. Com 598 páginas que passeiam da pornografia escancarada à pornografia insinuada, o livro reúne 71 histórias de 63 autores consagrados, como Hilda Hilst e Nelson Rodrigues, e de uma geração mais nova, como Ana Paula Maia e José Falero. O título tem organização da crítica literária Eliane Robert Moraes, professora da Universidade de São Paulo (USP), e será lançado no próximo dia 12 de dezembro (segunda-feira), na Livraria Megafauna (SP), às 19h, pelo Selo Pernambuco da Cepe Editora.</p>
<p>Logo na primeira frase do livro, Eliane Robert, intelectual conhecida pela produção sobre literatura erótica, provoca o leitor com um questionamento<em>: “O que se sabe do corpo erótico além daquilo que não se sabe?”. E responde em seguida: “O que se sabe desse corpo é, de fato, muito pouco. Tão pouco que o empenho em desvelá-lo atravessa as mais distantes paisagens e os mais remotos tempos, para se repor continuamente sem jamais encontrar termo. Talvez caiba afirmar até mesmo que, quanto mais se acumulam as inventivas para se constituir um saber sobre a vida sexual, mais e mais insondável ela permanece”</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/Eliane_Robert_Moraes-Foto-Renato_Parada.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97686" alt="Renato Parada/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/Eliane_Robert_Moraes-Foto-Renato_Parada-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Para desvelar esse corpo por meio da literatura produzida nos últimos cem anos, ela selecionou textos de Sérgio Sant’Anna, Otto Lara Resende, Dalton Trevisan, Nivaldo Tenório, Ronaldo Correia de Brito, Lygia Fagundes Telles, Vilma Arêas, Helena T, Chrysanthème, Raduan Nassar, Olga Savary, Elvira Vigna, Veronica Stigger e Ferreira Gullar, entre outros. O livro está dividido em nove tópicos, traz histórias narradas por 45 homens e 18 mulheres, sem seguir ordem cronológica, e apresenta autores que não são associados ao erotismo, como o crítico literário Silviano Santiago, com o seu insinuante Futebol Americano.</p>
<p>Os contos, ora picantes, ora cheios de volúpia, ora sensuais, dão vida a um homem obcecado por melancia (Vereda Tropical, Pedro Maia Soares), um aposentado que retorna ao lugar das primeiras ilusões em busca de um tempo perdido e irrecuperável (Viagem aos seios de Duília, Aníbal Machado), uma manicure incomparável (Gilda, Ivana Arruda Leite), uma mulher recatada à espera do carteiro (Obscenidades para uma dona de casa, Ignácio de Loyola Brandão), uma mãe numa animada aula de dança com um amigo do filho (Episódio coreográfico, Marques Rebelo).</p>
<p><em>“Em meio a um período de ascensão do fascismo e a uma pandemia em que o contato físico virou questão de vida ou morte, essa seleção de textos eróticos feita por Eliane Robert Moraes é um excelente exercício de reflexão. Robert Moraes lança luzes sobre zonas cinzentas da história da atrapalhada República brasileira ao observar como nossos autores trataram a questão do corpo. Além, claro, de &#8216;desmascarar&#8217; pornógrafos insuspeitos&#8221;</em>, declara Schneider Carpeggiani, jornalista e editor do Pernambuco, jornal literário da Cepe.</p>
<p><em>“O corpo desvelado faz par com outro livro, lançado em 2018 também pela Cepe Editora sob o título O corpo descoberto – Contos eróticos brasileiros (1852-1922). Considerados lado a lado, os dois volumes compõem uma Antologia do conto erótico brasileiro, que cobre 170 anos da literatura do país no período que vai de 1852 a 2022”</em>, informa ao leitor a nota editorial publicada no início da obra.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro O Corpo Desvelado &#8211; Contos Eróticos Brasileiros (1922-2022)<br />
Quando: 12 de dezembro de 2022 (segunda-feira), às 19h<br />
Local: Livraria Megafauna (Avenida Ipiranga, 200, loja 53, Centro Histórico de São Paulo)<br />
Preço: R$ 90 (impresso) e R$ 32 (e-book)</p>
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		<title>Coletânea reúne poemas de 36 escritores do Nordeste</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/coletanea-reune-poemas-de-36-escritores-do-nordeste/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Sep 2021 11:23:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Está disponível gratuitamente na plataforma Issu o livro &#8220;Nós estamos aqui&#8221;, coletânea organizada pelo escritor Thiago Medeiros que reúne poemas de 36 escritoras e escritores nordestinos. Para quem quiser adquirir a publicação, o e-book está disponível também na Amazon por R$ 1,99. &#8220;Produzir arte no Brasil é um constante furar de bolhas’&#8221;, afirma Thiago, que não [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/coletanea-nos-estamos-aqui.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-87798" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/coletanea-nos-estamos-aqui.jpg" width="245" height="346" /></a></p>
<p>Está disponível gratuitamente na plataforma Issu o livro <a href="https://issuu.com/arrelique/docs/n_s_que_aqui_estamos_-_nordeste_-_editora_arreliqu" target="_blank"><strong>&#8220;Nós estamos aqui&#8221;</strong></a>, coletânea organizada pelo escritor Thiago Medeiros que reúne poemas de 36 escritoras e escritores nordestinos. Para quem quiser adquirir a publicação, o e-book está <strong><a href="https://www.amazon.com.br/N%C3%B3s-que-aqui-estamos-Antologia-ebook/dp/B098BQWZWV/ref=pd_rhf_dp_s_ci_mcx_mr_hp_d_1/144-2757358-9394730?pd_rd_w=xAFWk&amp;pf_rd_p=1d197d3f-52b3-48f9-8e03-2918da01793e&amp;pf_rd_r=Z8AMVH4FH63G92JKA2EQ&amp;pd_rd_r=627a8c40-2d83-406b-b4fe-2bdc60502b40&amp;pd_rd_wg=KHbfv&amp;pd_rd_i=B098BQWZWV&amp;psc=1" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.amazon.com.br/N%25C3%25B3s-que-aqui-estamos-Antologia-ebook/dp/B098BQWZWV/ref%3Dpd_rhf_dp_s_ci_mcx_mr_hp_d_1/144-2757358-9394730?pd_rd_w%3DxAFWk%26pf_rd_p%3D1d197d3f-52b3-48f9-8e03-2918da01793e%26pf_rd_r%3DZ8AMVH4FH63G92JKA2EQ%26pd_rd_r%3D627a8c40-2d83-406b-b4fe-2bdc60502b40%26pd_rd_wg%3DKHbfv%26pd_rd_i%3DB098BQWZWV%26psc%3D1&amp;source=gmail&amp;ust=1631963427055000&amp;usg=AFQjCNEZi5o_F05lxPokbX9ywK9iW_I_Vw">disponível também na Amazon por R$ 1,99</a></strong>.</p>
<p><em>&#8220;Produzir arte no Brasil é um constante furar de bolhas’&#8221;</em>, afirma Thiago, que não apenas organizou a obra como teve um papel importante na identidade que ela teria. Seu orgulho por produções nordestinas motivaram todo o projeto.</p>
<p>“Nós que aqui estamos” , segundo comunicado da editora Arrelique é sobre<em> “escancarar que nós que aqui estamos produzimos arte e de excelente qualidade, nós que aqui estamos não podemos ser colocados apenas como literatura “regional”, nós que aqui estamos somos literatura brasileira. Não se trata de uma antologia sobre literatura nordestina, é uma antologia sobre literatura contemporânea brasileira feita por escritoras e escritores que residem no Nordeste”</em>. Os interessados podem ver mais detalhes da obra pelo <strong><a href="https://www.instagram.com/arreliqueeditora/?utm_medium=copy_link" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/arreliqueeditora/?utm_medium%3Dcopy_link&amp;source=gmail&amp;ust=1631963427055000&amp;usg=AFQjCNEREQATwIV8U9qEHWf0XZwIrVPYSQ">Instagram oficial da editora</a></strong> ou pelo <strong><a href="https://www.instagram.com/autorthiagomedeiros/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/autorthiagomedeiros/&amp;source=gmail&amp;ust=1631963427055000&amp;usg=AFQjCNEh1QGzzoMmq8JI9S9qS5ZEbwMlJA">Instagram do escritor Thiago Medeiros</a></strong>.</p>
<p><strong>ORGANIZADOR DA COLETÂNEA -</strong> Thiago Medeiros é um autor de Caruaru. Já publicou dois livros, um de poesia, “Cidade Finada”, e um de contos, “Claro é o mundo à minha volta”, e lançou em 2021 mais uma obra de poemas repletos de sentimentos “Sou a pronúncia do teu nome”. O escritor também faz um mestrado em Filosofia na UFPE e se prepara para escrever seu primeiro romance.</p>
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		<title>Editora Vacatussa lança coleção de contos &#8220;Abrigo&#8221; em prol da ONG Samaritanos Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2020 22:31:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A editora pernambucana Vacatussa lança, nesta semana, mais um livro pelo seu selo Coleção Solidária. Trata-se da coletânea de contos Abrigo, que reúne em torno da ação social a produção de dez contistas, numa seleção entre autores veteranos, nomes premiados e promessas ainda inéditas da literatura brasileira, dentre eles: Renata Santana, Marcelino Freire, Camilla Inojosa, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_78700" aria-labelledby="figcaption_attachment_78700" class="wp-caption img-width-340 alignright" style="width: 340px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/celular-01.jpg"><img class=" wp-image-78700 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/celular-01-486x486.jpg" width="340" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">O e-book reúne textos de dez contistas</p></div>
<p>A editora pernambucana Vacatussa lança, nesta semana, mais um livro pelo seu selo Coleção Solidária. Trata-se da coletânea de contos <a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B08HR6Y4W9/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B08HR6Y4W9&amp;linkCode=as2&amp;tag=vacatussa-20&amp;linkId=060044f124f02e5c88e80adb9a9a6737" target="_blank"><em><strong>Abrigo</strong></em></a>, que reúne em torno da ação social a produção de dez contistas, numa seleção entre autores veteranos, nomes premiados e promessas ainda inéditas da literatura brasileira, dentre eles: Renata Santana, Marcelino Freire, Camilla Inojosa, Oscar Nestarez, Débora Ferraz, Gilvan Lemos, Joana Rozowykwiat, Diogo Monteiro, Carol Rodrigues, Sidney Rocha; e organização de Cristhiano Aguiar e Thiago Corrêa Ramos. A edição já está disponível para venda na <a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B08HR6Y4W9/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B08HR6Y4W9&amp;linkCode=as2&amp;tag=vacatussa-20&amp;linkId=060044f124f02e5c88e80adb9a9a6737" target="_blank"><strong>Amazon</strong></a> e, assim como nas publicações anteriores, toda a renda obtida com as vendas será convertida em doações à ONG Samaritanos Recife.</p>
<p>Em meio à crise que enfrentamos por conta da pandemia do novo coronavírus, a literatura se tornou um refúgio para preencher os vazios criados pelas ausências do isolamento social e pelas já quase 130 mil mortes provocadas pelo Covid-19 no Brasil. A coletânea de contos <em><strong><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B08HR6Y4W9/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B08HR6Y4W9&amp;linkCode=as2&amp;tag=vacatussa-20&amp;linkId=060044f124f02e5c88e80adb9a9a6737" target="_blank">Abrigo</a> </strong></em>foi pensada nesse contexto, como um lugar de proteção, acolhimento, amparo. Tanto num guarda-chuva para agregar autores de diferentes gerações e dicções no mesmo volume, como numa união em defesa de uma causa social, que visa o cuidado de pessoas em situação de rua.</p>
<p>Com organização de Cristhiano Aguiar e Thiago Corrêa Ramos, Abrigo reúne histórias sobre mudanças e os efeitos do tempo. Nas páginas da coletânea é possível encontrar um dos primeiros contos publicados pelo escritor pernambucano Gilvan Lemos (1928-2015), lá em 1948, na revista Alterosa. Nele, Gilvan promove um diálogo com o tempo, através da jornada de retorno ao mundo rural de sua infância, após três anos distante.</p>
<p>Também participam da coleção três vencedores do Prêmio Jabuti na categoria de contos: Marcelino Freire, Sidney Rocha e a escritora carioca Carol Rodrigues. Todos, cada um do seu jeito, trazem histórias sobre despedidas e suas consequências, como saudades e mudanças. Marcelino (que conquistou o prêmio com <em>Contos Negreiros</em>) traz um conto bem característico da sua prosa tão pessoal. Carol Rodrigues (do premiado <em>Sem vista para o mar</em> e atual semi-finalista do Prêmio Oceanos com <em>O melindre nos dentes da besta</em>), por sua vez, explora o viés aleatório da vida, que envolve a vontade dos outros em nosso destino, numa oferta de pontes e abismos.</p>
<p>Já Sidney Rocha (do premiado <em>O destino das metáforas</em> e recém-agraciado com o Prêmio Literário Guerra Junqueiro) apresenta uma história de despedida situada nos recentes vazamentos de óleo que atingiram as praias do Nordeste. O uso de fatos históricos também é visto nos contos de Renata Santana e Diogo Monteiro, ambos se mostraram rápidos em ambientar suas narrativas no mundo pandêmico. Renata (autora de <em>Na terceira margem do agora</em>) se vale de um tom mais realista, observando o passo-a-passo do vírus e suas implicações num grupo de amigos que se reuniam pra jogar na praça.</p>
<p>Já Diogo Monteiro, que prepara seu primeiro livro de contos e um título infantil, opta pelo fantástico, construindo uma metáfora em névoa para falar sobre o medo, a distância de amigos e familiares. O fantástico também está no conto do escritor paulista Oscar Nestarez, desta vez na vertente das histórias de terror, numa narrativa em que o desconhecido soa como convite.</p>
<p>Num viés mais realista, as escritoras Joana Rozowykwiat, Débora Ferraz e Camilla Inojosa, bordam histórias marcadas pela violência. Enquanto Joana e Camilla trazem reflexões sobre os abusos sofridos pelas mulheres, expondo conflitos entre o urbano e o rural, classes sociais e de gênero; Débora Ferraz (Prêmio Sesc e Prêmio São Paulo de Literatura) mostra que nem sempre as mulheres se encaixam no papel da inocência.</p>
<p><strong>COLEÇÃO SOLIDÁRIA -</strong> A coletânea de contos <em>Abrigo</em> é o terceiro volume da Coleção Solidária, uma ação social da editora Vacatussa. A Coleção Solidária foi lançada no início de julho com o lançamento do livro <em>Restos de Família</em>, do escritor Diogo M. de Almeida. Também no mês de julho, foi lançada a <em>Trilogia da Febre</em> de Cristhiano Aguiar. Na sequência ainda virá um novo volume de contos, desta vez da escritora paulista Nathalie Lourenço (autora do livro Morri por educação). Até o momento, a ação já arrecadou mais de R$ 900 com os royalties das vendas, que serão integralmente destinados à ONG Samaritanos Recife.</p>
<p>Por acreditar que a literatura pressupõe diálogo, capaz de promover a conversa entre seres de diferentes épocas, culturas, espaços e classes sociais; a Coleção Solidária foi pensada como vetor de transformação, não apenas no campo das ideias, mas também como forma de arrecadação de fundos a serem destinados para doação a iniciativas que visam assistir pessoas em situação de rua, na tentativa de amenizar as consequências da pandemia, na distribuição de quentinhas, roupas e utensílios de higiene pessoal.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em><strong>Abrigo</strong></em>, coletânea com contos de Renata Santana, Marcelino Freire, Camilla Inojosa, Oscar Nestarez, Débora Ferraz, Gilvan Lemos, Joana Rozowykwiat, Diogo Monteiro, Carol Rodrigues, Sidney Rocha; e organização de Cristhiano Aguiar e Thiago Corrêa Ramos.<br />
No Instagram: <a href="https://www.instagram.com/vacatussa.editora/" target="_blank"><strong>@vacatussa.editora</strong></a><br />
Vendas: <strong><a href="http://vacatussa.com/" target="_blank">vacatussa.com</a></strong> ou direto pelo link: <a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B08HR6Y4W9/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B08HR6Y4W9&amp;linkCode=as2&amp;tag=vacatussa-20&amp;linkId=060044f124f02e5c88e80adb9a9a6737" target="_blank"><strong>amzn.to/3hj07Ci</strong></a><br />
Preço do livro: R$ 9,90</p>
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		<title>Cepe Editora lança coletânea que reúne obra  do pernambucano Augusto Rodrigues</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2020 19:17:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Augusto Rodrigues]]></category>
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		<description><![CDATA[O pernambucano Augusto Rodrigues (1913- 1993) foi um homem múltiplo e intenso. Educador, pintor, caricaturista, desenhista, ilustrador, gravador, fotógrafo, jornalista e poeta, legou ao Brasil um acervo único em todas as linguagens artísticas em que transitou. Foi o mais importante caricaturista brasileiro da 2ª Guerra Mundial e teve Adolf Hitler como principal alvo de seus [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_76765" aria-labelledby="figcaption_attachment_76765" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/augusto-rodrigues-capas-reunidas.png"><img class="size-medium wp-image-76765" alt="Cepe/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/augusto-rodrigues-capas-reunidas-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O box com os quatro livros será lançado pela Cepe nesta sexta-feira (24)</p></div>
<p>O pernambucano Augusto Rodrigues (1913- 1993) foi um homem múltiplo e intenso. Educador, pintor, caricaturista, desenhista, ilustrador, gravador, fotógrafo, jornalista e poeta, legou ao Brasil um acervo único em todas as linguagens artísticas em que transitou. Foi o mais importante caricaturista brasileiro da 2ª Guerra Mundial e teve Adolf Hitler como principal alvo de seus traços no combate à tirania. Liderou um movimento nacional que permitiu a inclusão da Arte no ensino público em proposta baseada na liberdade. Criou, e ajudou a fundar, mais de uma centena de Escolinhas de Arte no Brasil e na América Latina, tendo sua preocupação com a educação para além dos quadros-negros reconhecida mundialmente. Incentivador da cultura popular, revelou para o país expoentes como o Mestre Vitalino de Caruaru. Suas muitas contribuições e significativa obra são agora apresentadas em coletânea lançada pela Cepe Editora, nesta sexta-feira (24).</p>
<p>Com projeto, pesquisa e organização do jornalista, desenhista e fotógrafo Antônio Carlos Rodrigues, filho de Augusto Rodrigues, a coletânea reúne em quatro livros (capa dura e papel couché) as ideias, ideais, história de vida e acervo do multiartista nos campos da caricatura/charge, educação, fotografia e pintura. Um trabalho iniciado há mais de duas décadas por Antônio e que também se revelou uma jornada pessoal significativa. “Revisitar de forma tão intensa a sua obra foi uma das experiências fundamentais de minha vida. Redescobri meu pai, que no final ressurgiu como uma pessoa ainda mais genial do que considerava antes. Continua sendo um mistério como ele encontrou tempo para realizar uma obra tão ampla, numerosa e significativa”, assegura.</p>
<p>Recifense, Augusto cresceu em uma família (os Rodrigues) de jornalistas, escritores e artistas. Aos 13 anos de idade, com o primo Nelson (que se tornaria o mais importante dramaturgo brasileiro), dava os primeiros passos no jornalismo com o ácido tabloide Alma Infantil. Aos 16 anos, com Hélio Feijó, Percy Lau e Nestor Silva, criou o Grupo dos Independentes, célula que mais tarde daria origem ao I Salão de Arte Moderna de Pernambuco. Aos 20 anos, começou a trabalhar como caricaturista no Diario de Pernambuco, revelando nos desenhos sua predileção à crítica aos poderosos. Aos 21, ao lado de Guignard e Portinari participou de exposição da Associação dos Artistas Brasileiros, no Rio de Janeiro (então capital do Brasil), para onde se mudaria em definitivo no ano seguinte (1935).</p>
<p>Suas charges e caricaturas estamparam as páginas dos principais veículos da imprensa brasileira, como a revista O Cruzeiro, O Estado de São Paulo e os Diários Associados de Assis Chateaubriand, tornado-se o primeiro caricaturista a sair em rede nacional de jornais. Acreditava ser a caricatura um “instrumento direto para atingir fins políticos e humanos, ajudando a preservar a dignidade do homem e a liberdade da arte”. Também teve participação efetiva na fundação de outros veículos, como a Revista Diretrizes (que tinha entre seus colaboradores Graciliano Ramos, Érico Veríssimo, Jorge Amado, José Lins do Rego e Manuel Bandeira) e o Última Hora, de Samuel Wainer, que o considerava o melhor chargista da história da imprensa brasileira.</p>
<p>No prefácio do livro Augusto Rodrigues, Caricaturista (245 páginas, mais de 150 imagens entre fotos, registros jornalísticos e desenhos produzidos entre 1931 e 1993), o jornalista José Hamilton Ribeiro destaca que o trabalho de Augusto permitiu ao brasileiro compreender os desdobramentos da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o maior conflito armado da história. “O primeiro lance genial de Augusto foi ver que a Humanidade dependia, naquele momento, do que iria acontecer com um homem que, por ventura, era quase uma caricatura viva: Adolf Hitler. E pegou no pé dessa figura, com talento e humor, até vê-la desaparecer da guerra — mas não da História.[...] E o lance de fazer de Hitler seu personagem-símbolo revela o quão bom jornalista ele era: seguindo o Fuehrer, a pessoa acabava triando o mais importante da guerra.”</p>
<p>Assim como no desenho (são clássicas as caricaturas de ícones da cultura e da política nacional), sua pintura tinha fascínio pela figura humana, sobretudo, a feminina. Ao recifense, o mineiro Carlos Drummond de Andrade dedicou o poema Pintor de Mulheres (Este pintor/sabe o corpo feminino e seus possíveis/de linha e de volume reinventados./Sabe a melodia do corpo em variações entrecruzadas./Lê o código do corpo, de A ao infinito/dos signos e das curvas que dão vontade de morrer/de santo orgasmo e de beleza). E são as mulheres que essencialmente se apresentam em intensidade e lirismo no livro Augusto Rodrigues, Artista (181 páginas, 187 imagens entre fotos, singelos bilhetes como os de Cora Coralina, Drummond, Fernanda Montenegro e reproduções de trabalhos em diversas técnicas).</p>
<p>O livro revela ainda sua grande preocupação com os rumos da arte no Brasil. Em iniciativas coletivas (ao lado de nomes como Cícero Dias, Di Cavalcanti, Segall, Portinari, Francisco Brennand e Lula Cardoso Ayres) ou individuais esteve presente em todos os movimentos plásticos (populares ou de vanguarda) que abriram novos fronts culturais no país. Começou a se interessar por arte popular logo após participar do I Congresso Afro-Brasileiro (1934), passando a ser uma das mais ativas vozes de defesa. Em 1942, levou o grupo Pás Douradas, do Recife, para se apresentar no Museu de Belas Artes (RJ) em uma de suas exposições. Em 1947, organizou a Exposição de Cerâmica Popular Pernambucana, na Biblioteca Castro Alves do Instituto Nacional do Livro (RJ), impactando a elite intelectual com a arte de Vitalino de Caruaru.</p>
<p><strong>Educação</strong><br />
Para Augusto Rodrigues, que como jornalista acompanhou os horrores provocados pelas guerras, a educação era o único caminho possível para a cultura de paz. Acreditava que apenas assegurando às crianças ambientes de liberdade, diálogo e estímulo criativo é que se poderia conquistar bases para sociedades estruturalmente solidárias. Convicção espelhada em sua própria experiência de vida: Augusto Rodrigues foi expulso de todas as escolas que passou (escolas tristes e sombrias, como dizia) por não concordar com a prática educacional. “Na escola primária, pude observar que tentavam nos ensinar tudo aquilo que não estávamos interessados em aprender e retirar de nós o direito inalienável de nos exprimirmos livremente, impedindo o desenvolvimento de nossa criatividade, coisa fundamental para a nossa sobrevivência”, destacou certa vez em entrevista.</p>
<p>A semente desta transformação foi plantada em 1948, ano de fundação da primeira Escolinha de Arte do Brasil, que funcionava em um pequeno espaço na Biblioteca Castro Alves (RJ). O que começou com alguns papéis e pincéis e empenho de Augusto Rodrigues, da artista americana Margaret Spencer e da professora Lúcia Alencastro Valentim, logo se transformou em um movimento nacional apoiado por artistas, intelectuais e educadores.</p>
<p>A experiência exitosa das Escolinhas de Artes, que estimulou intercâmbios entre países, formação de professores e reconhecimento internacional, é contada no livro Augusto Rodrigues, Educador (109 páginas, 63 imagens entre fotos, reportagens e trabalhos de alunos)através de entrevistas concedidas pelo próprio Augusto, reportagens, depoimentos e textos assinados por nomes como Anísio Teixeira (jurista, escritor e um dos mais importantes nomes da educação no Brasil), Aníbal Machado (professor e ensaísta), Artur da Távola (escritor e jornalista), Rubem Braga (escritor e jornalista) e Noêmia Varela, que ao lado de Augusto Rodrigues, Paulo Freire, Francisco Brennand, Aloísio Magalhães, Hermilo Borba Filho e Lula Cardoso Ayres criou a Escolinha de Arte do Recife, em 1953.</p>
<p><strong>Fotógrafo</strong><br />
Entre maio de 1968 e outubro de 1969, a escritora Clarice Lispector manteve a seção Diálogos Possíveis, na Revista Manchete, espaço para entrevistas com nomes importantes da cultura nacional. Entre as 42 selecionadas que foram reunidas no livro Entrevistas (Rocco, 2007), estava a de Augusto Rodrigues. Sobre ele Clarice escreveu: “Era uma vez um homem bom, muito inteligente, cheio de talento para desenho e fotografia, e cheio de amor ao próximo. Este homem se chama Augusto Rodrigues e mora num dos lugares mais bonitos do Brasil, o Largo do Boticário, entre árvores e pássaros e borboletas.”</p>
<p>O livro Augusto Rodrigues, Fotógrafo (149 páginas e 125 imagens) aborda muito dessa relação do artista com o Largo do Boticário &#8211; recanto histórico e natural localizado no bairro do Cosme Velho, no Rio de Janeiro, para onde ele se mudou nos anos 1950.</p>
<p>Morador da casa de número 1, que tinha jardins de Burle Marx, Augusto Rodrigues foi um aguerrido defensor do reduto secular, que escapou de ser totalmente destruído nos anos 1960 exclusivamente pela resistência de seus moradores. As fotos são uma narrativa do cotidiano acolhedor do espaço, com seus casarões, Mata Atlântica, personagens anônimos e as mulheres, que nunca deixaram de preencher o universo criador do artista. “Augusto Rodrigues vivenciou tudo com um pincel numa mão e uma máquina fotográfica na outra. Suas fotografias têm importância por vários motivos. Primeiro, porque retratam, com a sensibilidade de um grande artista, um dos momentos áureos da vida carioca, quando com vigor reinaram na cidade a esperança, a alegria, a criatividade e a sensualidade de seu povo. Depois, porque revelam mais um aspecto da vasta obra do artista que, além de fotografar, desenhou, pintou, fez esculturas, caricaturas, ilustrações, foi figurativo e abstrato”, afirma em texto Antônio Carlos Rodrigues.</p>
<p>Devido a pandemia do coronavírus, o lançamento será virtual. Todos os títulos podem ser adquiridos na loja on-line da Cepe Editora, no endereço: <strong><a href="https://www.cepe.com.br/lojacepe/">www.cepe.com.br/lojacepe</a></strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Preço dos livros</strong></span><br />
Augusto Rodrigues, Artista: R$ 80<br />
Augusto Rodrigues, Caricaturista: R$ 100<br />
Augusto Rodrigues, Fotógrafo: R$ 70<br />
Augusto Rodrigues, Educador: R$ 50<br />
Box com os quatro livros: R$ 250</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Outros Críticos lança sua Bootleg’14</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2014 15:16:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bárbara Eugênia]]></category>
		<category><![CDATA[Bootleg]]></category>
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		<category><![CDATA[Outros Críticos]]></category>
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		<category><![CDATA[Rômulo Fróes]]></category>

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		<description><![CDATA[Seguindo uma já tradição de seis anos, o site Outros Críticos lançou, nesta segunda (15), a sua coletânea virtual de fim de ano. A Bootleg’14 acaba de entrar no ar, com 14 faixas de artistas locais e nacionais da cena independente. São gravações extras, takes alternativos, gravações caseiras e ao vivo, trazendo um quê de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18332" aria-labelledby="figcaption_attachment_18332" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/barbara-graxa.jpg.jpg"><img class="size-medium wp-image-18332" alt="Bárbara Eugênia e Graxa estão entre os 14 nomes que compõem a Bootleg'14" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/barbara-graxa.jpg-607x303.jpg" width="607" height="303" /></a><p class="wp-caption-text">Bárbara Eugênia (SP) e Graxa (PE) estão entre os 14 nomes que compõem a Bootleg&#8217;14</p></div>
<p>Seguindo uma já tradição de seis anos, o site <a href="http://outroscriticos.com/" target="_blank"><strong>Outros Críticos</strong></a> lançou, nesta segunda (15), a sua coletânea virtual de fim de ano. A <strong>Bootleg’14</strong> acaba de entrar no ar, com 14 faixas de artistas locais e nacionais da cena independente. São gravações extras, takes alternativos, gravações caseiras e ao vivo, trazendo um quê de novidade para os ouvidos dos internautas aficionados por música.</p>
<p>Além de Pernambuco, nesta edição a Bootelg’14 apresenta faixas com artistas de outros cinco estados: Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, São Paulo, Alagoas e Ceará. Nomes como Graxa, Pé Preto, e Publius estão entre os artistas locais que compõem a coletânea. Bárbara Eugênia e Rômulo Fróes também figuram na lista da compilação.</p>
<p>Abaixo, a Bootleg&#8217;14 completa. É só clicar e ouvir!</p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/playlists/64386812&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
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