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	<title>Portal Cultura PE &#187; Coletivo Lugar Comum</title>
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		<title>Livro rememora dez anos de trajetória do Coletivo Lugar Comum</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Sep 2019 15:18:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_71300" aria-labelledby="figcaption_attachment_71300" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/Capa-Contracapa-livro-10-anos-de-Coletivo-Lugar-Comum.jpg"><img class="size-medium wp-image-71300" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/Capa-Contracapa-livro-10-anos-de-Coletivo-Lugar-Comum-607x398.jpg" width="607" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">A obra conta com vários recursos de acessibilidade comunicacional</p></div>
<p>O Coletivo Lugar Comum lançará, no próximo sábado (7), às 18h, o livro &#8220;Comum Singular : 10 (12) anos de Coletivo Lugar Comum&#8221;, na Casa Maravilhas. A publicação, que conta com incentivo do Governo do Estado, por meio dos recursos do Funcultura, rememora os dez anos da companhia pernambucana, que surgiu em 2007, a partir de encontros de artistas da dança que estavam atuando independentes na cidade e queriam construir um lugar de compartilhamento e troca de ideias, de experiências, de aulas e de questões ligadas à criação.</p>
<p>O lançamento contará com a realização de leituras performáticas de trechos dos escritos do livro, e com tradução em libras do evento. Além do livro impresso, será lançada posteriormente (em outubro deste ano), uma versão da publicação em pdf com recursos de acessibilidade para pessoas cegas e com baixa visão.</p>
<p>O trocadilho de temporalidade no nome da publicação &#8211; 10 (12) anos de Coletivo Lugar Comum &#8211; tem a ver com o tempo de maturação de dois anos que foi preciso para organizar os seus conteúdos e resultados. Durante os anos de 2017 e 2018 os artistas integrantes do Lugar Comum se reuniram em torno da tarefa de levantar e olhar para material relativo às ações nos últimos 10 anos. Um trabalho interno de revisitar nossa própria trajetória na busca de aprofundar a integração entre do passado e o trabalho que desenvolvem até hoje. Ao longo desse tempo foram feitas leituras de textos sobre memória e arte; práticas de dança sobre corpo, memória e a trajetória do Coletivo. Foram realizados encontros para conhecer mais as histórias do coletivo: como começou, como cada integrante entrou no coletivo, como as criações foram nutridas, as organizações de nossas sedes, as férias conjuntas, os projetos que não foram aprovados, as viagens com espetáculos, os filhos, etc. Também acessou-se fotos e vídeos dessa história, e todo material foi organizado num HD do Coletivo, salvaguardando essa memória.</p>
<p>A partir dessa pesquisa alguns integrantes do Coletivo elaboraram textos sobre as memórias singulares de cada um e as construções coletivas, que estarão em um livro de memória desses 10 anos. Uma perspectiva que traz a multiplicidade das vozes dos integrantes do coletivo como possibilidade de escrita de suas várias histórias. A publicação está sendo realizada em uma parceria do Coletivo Lugar Comum com a Titivillus Editora, e com incentivo do Funcultura. E conta com a organização de Roberta Ramos, Liana Gesteira e Conrado Falbo.</p>
<p>O projeto gráfico do livro dialoga com os conceitos desenvolvidos pelos organizadores, em duas cores, magenta e ciano, expõe o clima e a temperatura do coletivo: entre o mar e a luta. Afetividade e compromisso ético, singular e comum. A produção do livro foi híbrida combinando técnicas artesanais e industriais, a capa em serigrafia e o miolo em ofsete. Foi imprescindível o desenvolvimento do projeto gráfico e edição feitos por Rodrigo Acioli, da Titivillus Editora (PE) e a produção gráfica realizada por Daniel Barbosa, da Caderno Listrado (SP).</p>
<p><strong>TEXTOS -</strong> Os textos que compõem o livro propõem um olhar para a memória do Coletivo contada a partir das experiências pessoais, mais do que contar sobre as obras ou os grandes feitos artísticos. De uma maneira poética, às vezes política, outras vezes subjetiva, cada autor foi revelando suas histórias de construção no Coletivo. O texto de Roberta Ramos aborda a relação concreta e metafórica dos artistas do Coletivo com o mar; Lorena Cronemberger revela as entrelinhas da maternidade dentro desse coletivo; Virginia Laraia fala da gestão por afetos que acontece no grupo; Liana Gesteira remonta uma possível trajetória histórica e dos princípios que regem o Coletivo; Conrado Falbo discute as relações entre espaço e política; Clara Camarotti fala da beleza do corpo estranho e sensível; Silvia Góes relata o entrelaçamento entre sua caminhada pessoal que é também coletiva. Existem ainda cartas escritas por Maria Agrelli, Priscila Figueroa e Paloma Granjeiro. E um glossário com todas as expressões e piadas internas corriqueiras entre seus integrantes escritas conjuntamente por todos integrantes. Uma proposta de dar a ver a relação intensa entre arte e vida que o Lugar Comum se propõe e exercita como coletivo artístico.</p>
<p><strong>HISTÓRIA -</strong> O Coletivo Lugar Comum surgiu em 2007, primeiramente de artistas da dança que estavam atuando independentes na cidade e queriam construir um lugar de compartilhamento e troca de ideias, de experiências, de aulas e de questões ligadas a criação. Em 2011 o Coletivo passou a ter outra formação de integrantes agregando um grupo de artistas com atuação em diferentes linguagens (dança, teatro, performance, música, literatura, artes visuais) e também produtores. Hoje somos 14 integrantes: Conrado Falbo, Cyro Morais, Juliana Beltrão, Liana Gesteira, Lorena Cronemberger, Luciana Raposo, Maria Agrelli, Maria Clara Camarotti, Paloma Granjeiro, Priscilla Figuerôa, Renata Muniz, Roberta Ramos, Sílvia Góes e Virginia Laraia.</p>
<p>O Coletivo se propõe a ser uma alternativa às formas de organização e gestão de grupo centralizadoras e hierarquizadas e atua com um pensamento de criação colaborativo. Nossa atuação política é no entendimento da arte como vida, construindo assim outras relações de trabalho e de modelos de criação, que sejam coerentes com a visão de mundo de cada integrante. Ter um ambiente de criação formado por pessoas que investem na arte como profissão e com eles poder partilhar idéias, inseguranças, crises, conquistas, questionamentos, experiências, garante um sentimento de alteridade e cumplicidade importante para estar no mundo. O Coletivo Lugar Comum é formado por pessoas que acreditam no afeto como força, como construção. E nesse sentido, criar um coletivo de pessoas onde se possa afetar e ser afetado é indispensável para viver.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Lançamento do livro “Comum Singular: 10/12 anos de Coletivo Lugar Comum”<br />
Quando: sábado (7), às 18h<br />
Onde: Casa Maravilhas (Rua do Riachuelo, 641 &#8211; Boa Vista &#8211; Recife/PE)<br />
Valor do livro: R$ 30<br />
Evento gratuito</p>
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		<title>Coletivo Lugar Comum lança o livro &#8220;Motim&#8221; sobre processo criativo em dança</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Dec 2017 12:11:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Camila Esthepania Em 1962, a Tanzânia chamou a atenção do mundo pelo curioso caso de uma epidemia de riso sem explicação fisiológica. Três meninas começaram a rir compulsivamente em um internato de Kahasha e contaminaram 95 das 159 alunas da escola, que teve de ser fechada. Meses depois, a instituição reabriu e mais 57 garotas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56488" aria-labelledby="figcaption_attachment_56488" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ju Brainer</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/motim_rua_do_hospicio_Foto_jubrainer_-4762.jpg"><img class="size-large wp-image-56488" alt="Ju Brainer" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/motim_rua_do_hospicio_Foto_jubrainer_-4762-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Performance &#8220;Motim&#8221; do Coletivo Lugar Comum ganha livro de mesmo título, que tem lançamento nesta quinta-feira (21).</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Camila Esthepania</em></strong></p>
<p>Em 1962, a Tanzânia chamou a atenção do mundo pelo curioso caso de uma epidemia de riso sem explicação fisiológica. Três meninas começaram a rir compulsivamente em um internato de Kahasha e contaminaram 95 das 159 alunas da escola, que teve de ser fechada. Meses depois, a instituição reabriu e mais 57 garotas haviam sido infectadas. Não demorou para que parentes e vilarejos vizinhos também fossem atingidos pelo ataque de riso que durou 18 meses até que cessasse, afetando cerca de mil pessoas que, por conta da epidemia, sofreram com problemas respiratórios, dores, tonturas, erupções cutâneas e ataques intermitentes de choro.</p>
<p style="text-align: left;">Sem diagnóstico médico confirmado, o episódio foi considerado um caso de origem psicogênica ou histérica e é só um dos exemplos de como o riso desafia o controle de raciocínio humano. O fato foi uma das histórias que inspirou os integrantes do Coletivo Lugar Comum a desenvolverem um espetáculo que investigasse o riso como ato micropolítico e biopotente. Assim nasceu “Motim” que, desde sua estreia em 2015, já teve duas temporadas e agora ganha um livro de mesmo nome, que será lançado com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, nesta quinta-feira, em Olinda.</p>
<p>Buscando se debruçar sobre as peculiaridades do processo criativo de um espetáculo de dança, o livro tem o objetivo de acrescentar também à pesquisa de outros grupos. “Ainda temos pouco material que discute as particularidades de um processo dessa natureza artística, mostrando como ela é caótica. Existe uma importância na área da dança de produzir conhecimento sobre o próprio fazer da pesquisa. Embora eu ache que nunca vai existir um método padrão pra toda criação, o tipo de reflexão que aparece no livro serve para pensar em arte de um modo geral, como a pesquisa vai se organizando, que tipo de leitura é feita”, opina Roberta Ramos, que é professora do Departamento de Teoria da Arte e Expressão Artística da UFPE e integrante do Coletivo Lugar Comum.</p>
<div id="attachment_56489" aria-labelledby="figcaption_attachment_56489" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ju Brainer</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/motim_rua_do_hospicio_Foto_jubrainer_-4760.jpg"><img class="size-large wp-image-56489" alt="Ju Brainer" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/motim_rua_do_hospicio_Foto_jubrainer_-4760-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">A performance estreou em 2015 e buscava investigar o riso como ato micropolítico e biopotente</p></div>
<p>A obra explora os caminhos percorridos pelos artistas até alcançar uma forma material de transmitir para o público as provocações e conceito do espetáculo. “Quando a gente começou com essa performance, a ideia era de construir um discurso artístico não para fazer rir, mas para valorizar o riso. A ideia de pensar como o riso suspende um pouco a realidade e as situações de solenidade, operando como uma resistência, ao colocar em cheque a seriedade. Além de reforçar a linguagem de prazer do corpo, que é um dos motivos da desvalorização do riso, por conta de um discurso religioso como um sinal de luxúria e culpa”, resume Roberta, ao explicar que a apresentação, que também teve sua montagem e lançamento aprovados no edital do Funcultura, explorava diferentes eixos do riso, como os seus aspectos físico e de contágio.</p>
<p>Considerado um complemento da performance, o livro conta com textos de Silvia Góes, Letícia Damasceno, Gabriela Santana, Conrado Falbo, Liana Gesteira e Roberta Ramos. Esses três últimos, inclusive, foram os responsáveis pela organização do livro, que teve edição do jornalista Rodrigo Acioli. O livro também vem acompanhado por um CD com depoimentos do público, de alguns performers, além da paisagem sonora composta pelo músico Caio Lima com colaboração de Thelmo Cristovam.</p>
<p>“Diferentemente de ser apenas um registro de um processo de criação, esse material é uma continuidade desse processo pela forma que ele foi trabalhado no projeto gráfico. A gente teve uma equipe que favoreceu bastante, pois a designer Iara Sales (que trabalhou em parceria com Késsia de Souza) participou da primeira temporada”, destacou Roberta sobre a importância do livro para o próprio Coletivo.  Além de debates com os artistas, o evento de lançamento também contará com a apresentação da performance “Ra”, de Conrado Falbo, que, assim como o livro, também foi um dos frutos do espetáculo “Motim”.</p>
<p><strong> SERVIÇO:</strong></p>
<p><em id="__mceDel"> Lançamento do livro “Motim”<br />
Quando: Nesta quinta-feira (21/12), às 18h<br />
Onde: Sebo Casa Azul (Rua 13 de Maio, 121, Carmo – Olinda/ Ao lado da antiga Casa do Cachorro Preto)<br />
Entrada Gratuita</em></p>
<div id="attachment_56490" aria-labelledby="figcaption_attachment_56490" class="wp-caption img-width-551 alignnone" style="width: 551px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/Capa-Motim.jpg"><img class="size-full wp-image-56490" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/Capa-Motim.jpg" width="551" height="487" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro &#8220;Motim&#8221;, organizado por Conrado Falbo, Liana Gesteira e Roberta Ramos</p></div>
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		<title>Coletivo Lugar Comum ganha ruas do Recife com &#8216;Motim&#8217;</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2016 11:03:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com a proposta de fazer do riso uma ação política, um ato de protesto e de rebeldia, o Coletivo Lugar Comum inicia no Recife uma nova temporada do espetáculo Motim. As sessões iniciam nesta quinta-feira (1º), na Praça de Santo Amaro, e seguem nos dias 3, 9 e 10 de dezembro, sempre às 17h. A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_42666" aria-labelledby="figcaption_attachment_42666" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/22369526429_2c110c1876_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-42666 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/22369526429_2c110c1876_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Durante o espetáculo, os performers criadores do Coletivo riem sem parar diante dos transeuntes</p></div>
<p>Com a proposta de fazer do riso uma ação política, um ato de protesto e de rebeldia, <strong><a href="https://www.coletivolugarcomum.com" target="_blank">o Coletivo Lugar Comum</a></strong> inicia no Recife uma nova temporada do espetáculo <strong>Motim</strong>. As sessões iniciam nesta quinta-feira (1º), na Praça de Santo Amaro, e seguem nos dias 3, 9 e 10 de dezembro, sempre às 17h. A montagem em seguida irá para o Morro da Conceição, onde será apresentada nos dias 11, 15, 16 e 17 de dezembro, também às 17h. A entrada é gratuita.</p>
<p>O projeto, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, é uma pesquisa cuja estreia aconteceu em 2015 e que traz à tona uma política de valorização da importância do riso. Sobretudo, pela sua capacidade de estabelecer laços sociais baseados no compartilhamento afetivo, na dimensão lúdica das relações e nas experiências de prazer e de alegria.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/5KaRiD2_XiI" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><em>“Não é uma atitude resignada, mas sim rebelde, frente à vida. É um rumor alto provocado não só por vozes, mas por grandes gargalhadas, o prazer do corpo em estado de riso. No entanto, a arma dessa rebeldia é a capacidade de reconhecer ou instaurar situações de humor em circunstâncias em que o que se espera é uma atitude séria”</em>, opina Roberta Ramos, dramaturga e artista performer responsável pela concepção do espetáculo e que é também professora do curso de dança da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).</p>
<div id="attachment_42668" aria-labelledby="figcaption_attachment_42668" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/22542789592_cb33b90fe2_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-42668" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/22542789592_cb33b90fe2_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto traz à tona a importância do riso no cotidiano</p></div>
<p>Segundo Roberta, os espaços públicos escolhidos para a encenação de <strong>Motim</strong> também atendem ao viés político da iniciativa. <em>“Era um desejo coletivo essa possibilidade de dar acesso às pessoas, que por inúmeros motivos, não conseguem ir até um determinado espaço para assistir a um espetáculo. Com essa intervenção nas vias públicas conseguimos possibilitar essas novas sensações e extrair do riso a potência para lidar subversivamente com as pressões do dia a dia”</em>, considera Ramos.</p>
<p>Durante o espetáculo, os performers criadores do Coletivo, Adriana Ayub, Conrado Falbo, Cyro Morais, Gabriela Santana, Iara Sales, Letícia Damasceno, Liana Gesteira, Maria Agrelli, Roberta Ramos, Silvia Góes, Priscilla Figueiroa e Renata Muniz, riem sem parar diante dos transeuntes que caminham pelas vias onde estarão encenando.</p>
<div id="attachment_42669" aria-labelledby="figcaption_attachment_42669" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/22530373306_cb8cc05256_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-42669" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/22530373306_cb8cc05256_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Nesta nova temporada, o espetáculo será exibido em Santo Amaro e Morro da Conceição</p></div>
<p><strong>Coletivo Lugar Comum -</strong> O grupo recifense atua desde agosto de 2007, reunindo artistas de diferentes linguagens (dança, teatro, música, artes visuais, literatura). Hoje agrega 14 artistas, que se revezam, dando aulas uns para os outros, colaborando nas criações, na produção de projetos, na discussão de textos e ideias, entre outras atividades artístico-culturais.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Temporada do espetáculo Motim</em><br />
1°, 3, 9 e 10 de dezembro | 17h<br />
Praça de Santo Amaro (próximo ao SESC Santo Amaro)<br />
11, 15, 16 e 17 de dezembro | 17h<br />
Praça do Morro da Conceição<br />
Gratuito</p>
<p><strong>Ficha técnica do espetáculo Motim</strong><br />
Concepção e dramaturgia: Roberta Ramos<br />
Performers criadores: Adriana Ayub, Conrado Falbo, Cyro Morais, Gabriela Santana, Iara Sales, Letícia Damasceno, Liana Gesteira, Maria Agrelli, Roberta Ramos, Silvia Góes, Priscilla Figueiroa e Renata Muniz<br />
Preparação corporal: Giordani Gorki (Kiran)<br />
Oficina Percepção e criação de trilha e das paisagens sonoras: Caio Lima<br />
Colaboração com paisagens sonoras: Thelmo Cristovam<br />
Gravação: Estúdio Base<br />
Técnico de gravação: Carlinhos Carvalho<br />
Oficina Corpo Cômico: Arilson Lopes<br />
Oficina Riso/cômico/humor: Joice Aglae<br />
Figurino: Juliana Beltrão<br />
Criação e Operação de luz: Luciana Raposo e performers criadores<br />
Operador de som: Almir Negreiros<br />
Produção executiva da temporada 2015: Paloma Granjeiro<br />
Assistente de produção da temporada 2015: Maria Clara Camarotti<br />
Projeto gráfico: Daniela Brilhante<br />
Textos: Conrado Falbo e Roberta Ramos<br />
Organização do Caderno de Criação: Conrado Falbo e Roberta Ramos<br />
Assessora de imprensa: Ana Paula Rocha<br />
Fotografia: Ju Brainer<br />
Produção do vídeo: Produtora Jacaré<br />
Realização: Coletivo Lugar Comum<br />
Duração da performance: 60 min</p>
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		<title>Livro guarda a história da dança no Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-guarda-a-historia-da-danca-no-recife/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2016 12:36:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Diversos olhares sobre a história da dança no Recife foram reunidos pelas pesquisadoras e artistas Valéria Vicente e Roberta Ramos no livro Acordes e traçados historiográficos: A dança no Recife. A publicação, que contou com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, será lançado neste sábado, 20 de agosto, às 19h, no Coletivo Lugar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_39451" aria-labelledby="figcaption_attachment_39451" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcos Araújo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/danca.jpg"><img class="size-medium wp-image-39451  " title="Balé Popular do Recife" alt="Marcos Araújo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/danca-607x392.jpg" width="607" height="392" /></a><p class="wp-caption-text">O Balé Popular do Recife na década de 1980.</p></div>
<p style="text-align: left;">Diversos olhares sobre a história da dança no Recife foram reunidos pelas pesquisadoras e artistas Valéria Vicente e Roberta Ramos no livro<strong> Acordes e traçados historiográficos: A dança no Recife.</strong> A publicação, que contou com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, será lançado neste sábado, 20 de agosto, às 19h, no Coletivo Lugar Comum. Durante o evento, quatro apresentações ou “experimentos historiográficos” vão convidar o público a refletir e vivenciar a expressão artística.</p>
<p style="text-align: left;">Sob o selo do Acervo RecorDança / Associação Reviva, a obra articula relações entre escrita e história, dança e memória, leitura histórica e produção de conhecimento sobre memória da dança a partir dos seguintes eixos temáticos: práticas de criação em dança, a construção dramatúrgica de videodanças, processos de transformação das organizações de grupos e coletivos, o papel pedagógico e formador dos grupos de dança, as relações entre criação e ensino, história da dança e dimensões de gênero.</p>
<p>“Esta publicação nasce do desejo de congregar leitores ativos, que transformem nossos rastros em novos traçados e que possam integrar nossas ideias a seus próprios acordes”, afirmam as organizadoras, que evocam o acorde (formado por notas musicais) como metáfora musical forjada pelo historiador José D&#8217;Assunção Barros, ao se referir à complexidade e possíveis plurivocalidades, consonâncias e dissonâncias de cada historiador com os paradigmas teóricos no campo da História.</p>
<div id="attachment_39452" aria-labelledby="figcaption_attachment_39452" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Claudia Rangel</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/Foto-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-39452" alt="Claudia Rangel" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/Foto-1-607x432.jpg" width="607" height="432" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Totem, Espetáculo Ita (1996).</p></div>
<p>Com uma diversificada rede de questões e olhares, afinados por acordes historiográficos, Acordes e traçados historiográficos: A dança no Recife reúne artigos de integrantes do RecorDança, do Acervo Mariposa e do projeto Temas de Dança, além de publicizar pesquisas desenvolvidas em trabalhos de conclusão do Curso de Dança da Universidade Federal de Pernambuco que tiveram a história da dança do Recife como tema e que se valeram de informações organizadas pelo Acervo. Traz também uma discussão sobre a construção de exposições, programas de áudio e a importância da fotografia como diferentes possibilidades de escrita historiográfica, dando materialidade à discussão sobre as escolhas implicadas no fazer história da dança no Brasil.</p>
<p>O livro é uma coedição entre a Associação Reviva e a Editora da UFPE e foi viabilizado com incentivo do Governo de Pernabuco, por meio do Funcultura. Por isso, será comercializado por apenas R$20,00 e 100 exemplares serão distribuídos para escolas e entidades. Grupos que tenham interesse em receber podem entrar em contato através do e-mail recordanca@associacaoreviva.org.br. O projeto gráfico e diagramação do designer Moacyr Campelo buscou dar movimento não só às imagens, mas ao próprio texto. Moacyr já havia trabalhado para a Editora Associação Reviva no livro Constante Movimento, do coreógrafo tcheco Zdenek Hampl.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong> Lançamento do livro “Acordes e traçados historiográficos: A dança no Recife”</strong><br />
Quando: sábado, 20 de agosto, às 19h<br />
Onde: Coletivo Lugar Comum (Rua Capitão Lima, 210 &#8211; Santo Amaro)<br />
Entrada franca – preço do livro: R$ 20</p>
<div id="attachment_39458" aria-labelledby="figcaption_attachment_39458" class="wp-caption img-width-364 alignright" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/Capa_divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-39458" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/Capa_divulgacao-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa de &#8216;Acordes e traçados historiográficos: A dança no Recife&#8217;</p></div>
<p><strong>Performances</strong> &#8211; A noite de lançamento será marcada por apresentações artísticas que de diferentes formas atualizam informações históricas. Valéria Vicente apresenta seu recente trabalho, ainda inédito em Recife, Reflexão, e Roberta Ramos atualiza Brasilogia, apresentada em julho na UFPE. Brasilogia integra um conjunto de experimentos historiográficos produzidos por alunos e ex-alunos da Licenciatura em Dança da UFPE.</p>
<p>O termo &#8220;experimento historiográfico&#8221; é usado pela pesquisadora e artista Roberta Ramos, em sua prática pedagógica de história da dança, para os exercícios de construção de uma história da dança a partir da experiência corporal, como uma forma de história afetiva, através da experiência sensitiva do passado. O termo foi tomado de empréstimo da pesquisadora Érika Kelmer Mathias (2010), para referir-se ao escrito historiográfico de Hans Ulrich Gumbrecht, Em 1926: Vivendo no Limite do Tempo, escrito através da experiência do autor de passar todo o ano de 1996 vivendo como se vivesse em 1926, lendo, todos os dias, o jornal correspondente a cada dia de 1926.</p>
<p>Para a construção dos experimentos historiográficos em Dança e Performance, Roberta tem tomado como referência as variadas formas de abordar memória da dança na própria dança (re-enactments), que têm sido encampadas por vários artistas, a exemplo das performances (auto)biográficas, reperformances, palestras performances, ou ainda, documentários poéticos. São eles:</p>
<p><strong>Brasilogia</strong><br />
Performer e criadora: Roberta Ramos<br />
Pintura: Renata Wilner e Vitor Ramos<br />
Consultoria artística: Bárbara Collier<br />
Brasilogia reperforma Shirtologie (Jérome Bel) e Le Sacre du Printemps (Xavier le Roy), articulando alteridades e fricções com o Brasil, a partir do presente e da crise, olhando para si, para suas imensas contradições, violências disfarçadas de cordialidade, mas também (why not?) sua capacidade de afetar. Duração: 10 min.</p>
<p><strong>Re-flexão</strong><br />
Artista-criadora: Valéria Vicente<br />
Re-flexão reúne, através de improvisação estruturada, procedimentos e questões desenvolvidos ao longo da trajetória criativa da passista, coreógrafa e pesquisadora Valéria Vicente. Desenvolve-se a partir de uma abordagem pessoal do procedimento Falar-Fazer, proposto pela artista Tatiana da Rosa e aborda elementos dos processos de criação dos espetáculos Fervo, Pequena Subversão e Frevo de Casa.<br />
Sua construção integra a metodologia da pesquisa de doutorado Errância Passista – Construção Coreográfica com Frevo, em desenvolvimento no Programa de pós-graduação em Artes Cênicas da UFBA. Duração: 20 min</p>
<p><strong>“Espalhando Brasas”</strong><br />
Dançarino: Jefferson Figueirêdo<br />
Orientação Roberta Ramos<br />
“Espalhando Brasas” surgiu como criação artística da pesquisa “A Reconstrução do Frevo pela dança documental: uma proposta teórico-prática para o fazer e o ensino de história da dança”, apresentada como trabalho de conclusão de curso, na UFPE, em 2013. Nessa experimentação buscamos explorar, questionar e ressignificar formas de pensar e fazer a dança frevo. Quebrando padrões e formas fixadas de construir essa dança, nos propomos a partir da nossa memória, história e relação com a mesma trazer para o corpo algumas questões e discussões teóricas, que aqui tentamos corporificar e dar movimento, fazendo do nosso corpo o lugar de questionamentos, reflexões e fala. Duração: 10min.</p>
<p><strong>(RE)SET TRISHA BROWN</strong><br />
Concepção: Bruno Amorim<br />
Performers criadores: Aldeline da Silva, Amanda Jacó, Bruno Amorim, Cleiton Mariano, Maria Gorete, Nayanne Lira Ramalho, Taciana Gomes e Thomaz de Aquino Lopes.<br />
Sinopse: é um ensaio sobre deslocamento e rastro. A partir de sucessivas fricções históricas, políticas e artísticas entre diferentes contextos (Nova York, década de 1970 / Recife, década de 1940), procura-se evidenciar as relações que ganham contorno nos diálogos entre artista e espaço cênico, além de ressaltar quais questões se atualizam oportunamente como resultado dessas fricções. Organizada em 3 fases — obstrução, respiro e “Reset&#8221; Trisha Brown — a palestra/(re)performance se sustenta na pesquisa sobre histórias de ocupação dos espaços públicos, tanto em processos de urbanização quanto em procedimentos compositivos da dança pós-moderna. Duração média: 20 min</p>
<p><strong>Histórico</strong> &#8211; O Acervo RecorDança tem se constituído, até o momento, como uma das ações continuadas da Associação Reviva, organização sem fins lucrativos, que atua para promoção e difusão de conhecimentos, saberes e fazeres da cultura. Dessa forma, a Reviva tem entendido o conjunto de atividades e pensamentos do RecorDança como um de seus eixos relevantes. Comprometido com processos de produção, difusão e articulação da história, o Acervo RecorDança existe desde 2003, é sediado em Recife (PE) e reúne uma equipe de doutores, mestres e especialistas na área de dança, muitos dos quais atuam também como artistas. A partir de 2016, este acervo e projeto permanente de pesquisa opta por organizar-se como um coletivo, por entender que o funcionamento horizontal desse tipo de agrupamento converge com os traços de autonomia e plurivocalidade, que têm, gradativamente, sido definidores das ações de pesquisa e difusão do RecorDança. Parte do material pesquisado, organizado e elaborado pela equipe do acervo pode ser acessado através do <a href="http://www.recordanca.com.br" target="_blank"><strong>site </strong></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre os autores</strong></span><br />
<strong>Alice Moreira de Melo</strong><br />
Pesquisadora, amante e praticante da Dança. Mestre em Artes Visuais pelas Universidades Federais de Pernambuco e da Paraíba (UFPE/UFPB), com pesquisa sobre a dramaturgia em videodanças. Também discente da Licenciatura em Dança (UFPE), bacharel em Comunicação Social – Jornalismo e pesquisadora do Acervo RecorDança, além de revisora de texto. Integra o Luzes Grupo de Dança.</p>
<p><strong>Ana Valéria Ramos Vicente</strong><br />
Professora da Licenciatura em Dança da UFPB e uma das pesquisadoras do Acervo RecorDança (PE). Publicou o DVD Trançados Musculares: saúde corporal e ensino do frevo (2011) e os livros Frevo pra Aprender e Ensinar (2015); Entre a Ponta do pé e o Calcanhar: Reflexões sobre como o frevo encena o povo, a nação e a dança no Recife (2009); Brincando Maracatu (2008) e Maracatu Rural: O espetáculo como Espaço Social (2005). Na prática de dança, suas pesquisas resultaram nos espetáculos: Frevo de Casa (2014), Pequena Subversão (2007) e Fervo (2006).</p>
<p><strong>Liana Gesteira Costa</strong><br />
Mestranda em Dança pela Universidade Federal da Bahia, especialista em Dança pela Faculdade Angel Vianna/ Compassos (2011) e bacharel em Comunicação Social pela Universidade Católica de Pernambuco (2003). É artista integrante do Coletivo Lugar Comum e pesquisadora do Acervo RecorDança. Atua como coordenadora pedagógica da Mostra Brasileira de Dança e coordenadora do Contato Coletivo &#8211; Encontro de Contato Improvisação de Pernambuco. Em 2014 atuou na produção artístico pedagógica do Articulações – Fórum de Artes Performativas.</p>
<p><strong>Daniela Santos da Silva</strong><br />
Daniela Santos é profissional das Artes do Corpo, com formação profissional em teatro pela UniverCidade (RJ), 1996, licenciatura em Dança pela<br />
Faculdade Angel Vianna (RJ), 2004. Especialista em Estudos Contemporâneos em Dança pela FAV, Pós Graduada em Dança como Prática Terapêutica FAV/Compassos (2013). Coordena a especialização em Dança Educacional e Artes Cênicas, da CENSUPEG em Recife (início em março de 2013). Coordenadora do Projeto de Iniciação em Dança: Sensibilização em movimento, contemplado pelo Funcultura, 2013. Coordenadora de Dança do Paço do Frevo.</p>
<p><strong>Djalma Rabêlo do Amaral Filho</strong><br />
Djalma Rabêlo, artista recifense, licenciado em dança (UFPE) e estudante de design de moda (FBV). Brincante popular, intérprete criador e figurinista. Artista pesquisador, que em suas vivências se interessa por interagir com estudos e trabalhos artísticos que se relacionam com questões ligadas à indumentária cênica e à dança.</p>
<p><strong>Elis Regina dos Santos Costa</strong><br />
Elis Costa é licenciada em História (UPE), em Educação Artística/Artes Cênicas (UFPE), especialista em Dança (FAV) e mestranda em Direitos Humanos (PPGDH/UFPE), onde pesquisa contribuições da Dança na promoção da dignidade humana. Foi estudante de mobilidade no curso de Estudos Artísticos/Teatro da Universidade de Coimbra (PT). É pesquisadora do Acervo RecorDança e integrante da Cia. Etc desde 2012. Mas, sobretudo, Elis é uma artista que aposta na função social da Arte como caminho estético, portanto ético, de transformação do mundo. E é com essa fé que ela segue dançando.</p>
<p><strong>Flavia Pinheiro Meirelles</strong><br />
Artista e mestre em Artes Visuais pela EBA/UFRJ. Coordena o grupo de pesquisa Temas de Dança (www.temasdedanca.com.br). Leciona na Faculdade e Escola Angel Vianna desde 2005 e no Departamento de Arte Corporal da UFRJ desde 2015. Oficineira do projeto Dramaturgia em Dança (2015) pelo SESC DN com oficinas em mais de 10 capitais no Brasil. Assina a coreografia do longa metragem PENDULAR (2015), de Julia Murat. Cria seus próprios trabalhos: Ocupa Árvore (2014); Trabalho para Comer (2012) &#8211; FADA 2012; Sem nome, todos os usos (2010) – Prêmio Klauss Vianna 2008. Colaborou artisticamente com Paulo Caldas, João Saldanha, Marcela Levi, Gustavo Ciríaco e Micheline Torres. Esteve como artista-residente no Centre International des Récollets (Paris, 2010). Produziu os eventos “Uma noite com Yvonne Rainer e amigos” (2009), ABI PENSA A DANÇA (2011), Práticas do comum (2011) e Ciclo de Encontros: a Dança Carioca no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro (2012).</p>
<p><strong>Jefferson Elias de Figueirêdo</strong><br />
Bailarino, instrutor de Pilates, graduado em Licenciatura em Dança pela Universidade Federal de Pernambuco e pós graduando em Dança Educacional e Inclusão. Iniciou seus estudos em dança através da dança popular, mais especificamente o frevo, se interessando posteriormente pelo balé clássico e pela dança contemporânea. Ex-bailarino da Escola de Frevo do Recife, atualmente integra o elenco da Cia. de Dança Artefolia e de Cláudio Lacerda / Dança Amorfa, além de realizar diversos trabalhos como bailarino independente e produtor cultural.</p>
<p><strong>Juliana Brainer Barroso Neves</strong><br />
Formada em História com mestrado em comunicação e educação audiovisual. Atualmente vem se especializando na área de fotografia para dança em Recife, buscando estabelecer uma relação entre a imagem e o movimento.</p>
<p><strong>Nirvana Neves Gotteberg</strong><br />
Artista da dança. Gestora Cultural. Graduada em 1999 pela UNICAMP, no curso de Dança (bacharelado e licenciatura). Doutora em Comunicação e Semiótica (2006, PUC-SP). Desde 2000, atua em pesquisa, gestão e curadoria. Dedica-se à gestão do Acervo Mariposa, programa cultural de gestão do acervo de vídeos de dança, desde 2006. Em 2012, realiza o Trepadeira, modos de criação compartilhado, ação de programação da Sala Crisantempo com artistas de SP e do Brasil. Em 2014, atuou na Curadoria de Dança do Centro Cultural São Paulo. Em 2016, empreende projetos de curadoria em dança, história e acervo.</p>
<p><strong>Roberta Ramos Marques</strong><br />
Professora Doutora do Curso de Licenciatura em Dança da UFPE e do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais. Pesquisadora do Acervo RecorDança, desde 2003. Autora do livro Deslocamentos Armoriais, resultante de sua pesquisa de doutorado. Dramaturgista e performer no trabalho Motim, estreado em 2015, junto ao Coletivo Lugar Comum, do qual é membro desde 2011. Coordena o núcleo Recife do Projeto MAPEAMENTO DA DANÇA NAS CAPITAIS BRASILEIRAS E NO DISTRITO FEDERAL – 1ª etapa: mapeamento de oito capitais, em 4 regiões do Brasil, com recursos obtidos via Termo de Cooperação Técnica FUNARTE/MINC e UFBA.</p>
<p><strong>Taína Veríssimo do Nascimento</strong><br />
Formada em Educação Artística/Artes Cênicas pela UFPE. É performer e membro do grupo Totem desde 2004. Integra a equipe de pesquisadoras do Acervo RecorDança desde 2009. Atua como produtora cotidianamente e como educadora ocasionalmente.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Coletivo Lugar Comum estreia nova temporada do espetáculo &#8216;Segunda Pele&#8217;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/coletivo-lugar-comum-estreia-nova-temporada-do-espetaculo-segunda-pele/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2016 11:24:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Coletivo Lugar Comum]]></category>
		<category><![CDATA[governo do estado]]></category>
		<category><![CDATA[segunda pele]]></category>

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		<description><![CDATA[O Coletivo Lugar Comum apresenta ao público uma nova temporada do espetáculo Segunda Pele, montagem que traz à tona uma discussão sobre a relação das pessoas com as vestimentas, não só as roupas em si, mas também as simbólicas, como a casa e o ambiente. As sessões acontecem aos sábados, domingos e segundas, de 16 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_35527" aria-labelledby="figcaption_attachment_35527" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/segundapele_renata_pires-15.jpg"><img class="size-medium wp-image-35527" alt="Renata Pires/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/segundapele_renata_pires-15-607x390.jpg" width="607" height="390" /></a><p class="wp-caption-text">Temporada é dedicada à costureira Xuxu, que participa do grupo desde a criação do espetáculo em 2012</p></div>
<p>O Coletivo Lugar Comum apresenta ao público uma nova temporada do espetáculo<strong> Segunda Pele</strong>, montagem que traz à tona uma discussão sobre a relação das pessoas com as vestimentas, não só as roupas em si, mas também as simbólicas, como a casa e o ambiente. As sessões acontecem aos sábados, domingos e segundas, de 16 de abril a 9 de maio, sempre às 19h, na sede do Coletivo Lugar Comum, em Santo Amaro (Recife).</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/LGxuOD7Ntco" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Segunda Pele</strong> remete a um pensamento de dança mais performático, e trabalha uma dramaturgia cênica não linear onde as cenas acontecem simultaneamente em diferentes espaços, estimulando o público a percepção de um lugar mais sensorial. “<em>Nessa montagem, construímos uma nova relação com os espectadores, num formato mais intimista, onde pudemos explorar melhor o espaço como potência coletiva”</em>, aponta a bailarina e pesquisadora Liana Gesteira, que assume também a concepção e criação do espetáculo juntamente às bailarinas Renata Muniz, Maria Agrelli e Maria Clara Camarotti.</p>
<p>A montagem estreou em novembro de 2012 e, em 2013, foi apresentada no 19º Janeiro de Grandes Espetáculos. Desta vez, numa recriação coletiva, Segunda Pele reestreia de roupa nova, novas vestes e novos desnudamentos em cena, ampliando o mergulho experimentado na montagem anterior.<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/segundapele_renata_pires-29.jpg"><img class="size-medium wp-image-35529 aligncenter" alt="segundapele_renata_pires-29" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/segundapele_renata_pires-29-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>A temporada é dedicada à costureira Xuxu, que participou do grupo desde a criação do espetáculo, em 2012. Outra inspiração do espetáculo, segundo Gesteira, é a teoria das cinco peles, elaborada pelo arquiteto, ativista e artista Vienês, Friedensreich Hundertwasser. A teoria diz que a primeira pele seria a epiderme, pele mais próxima da nossa essência. A segunda seria a vestimenta, como passaporte social e como primeiro nível de distinção de homem do mundo. A casa atua como terceira pele, enquanto o meio social e cultural atua como quarta, agindo sobre a identidade individual e social. A quinta e última seria a natureza, o planeta Terra.</p>
<p><em>“Em seus manifestos, Friedensreich apresentava pontos importantes para uma nova concepção de mundo, onde homem e natureza eram colocados em um só corpo. E foi como consequência dessas manifestações filosóficas que criou a teoria que costurava toda sua maneira de pensar e agir”,</em> explica Liana.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/segundapele_renata_pires-23.jpg"><img class="size-medium wp-image-35528 aligncenter" alt="segundapele_renata_pires-23" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/segundapele_renata_pires-23-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><br />
Esta nova temporada de<strong> Segunda Pele</strong>, que conta com incentivo do Governo do Estado, através do Funcultura, terá duas apresentações com acessibilidade (audiodescrição e libras), nos dias 30 de abril e 1º de maio, seguidas de bate-papo entre artistas, público, audiodescritora e intérprete de Libras.</p>
<p>Os ingressos custam R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia) e o espetáculo tem classificação indicativa para maiores de 16 anos. As vagas são limitadas, e os interessados podem fazer suas reservas pelo telefone ou whatsapp: (81) 9 9229 5620.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong><em>Temporada do espetáculo Segunda Pele</em></strong><br />
Sábado (16), domingo (17) e segunda (18) | 19h<br />
(a temporada se estende até o dia 9 de maio)<br />
R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)<br />
Mais informações: (81) 9 9229 5620</p>
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		<item>
		<title>Coletivo Lugar Comum e Cia. Etc. discutem acessibilidade nas artes no Instituto de Cegos</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/coletivo-lugar-comum-e-cia-etc-discutem-acessibilidade-nas-artes-no-instituto-de-cegos/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2015 18:04:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cia Etc]]></category>
		<category><![CDATA[Coletivo Lugar Comum]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Cegos Antônio Pessoa de Queiroz]]></category>
		<category><![CDATA[Multiplicando olhares sobre o corpo que dança]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>

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		<description><![CDATA[O Coletivo Lugar Comum e a Cia. Etc. se encontram no Instituto de Cegos Antônio Pessoa de Queiroz, nesta quarta-feira (25), a partir das 9h da manhã, para a concretização de mais uma etapa do projeto Multiplicando olhares sobre o corpo que dança. No evento, a Cia. Etc. vai apresentar a instalação sonora Audiodança – A Ventura [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Coletivo Lugar Comum e a Cia. Etc. se encontram no Instituto de Cegos Antônio Pessoa de Queiroz, nesta quarta-feira (25), a partir das 9h da manhã, para a concretização de mais uma etapa do projeto <em><strong><a href="http://www.coletivolugarcomum.com/multiplicando-olhares-sobre-o-corpo-que-danca/" target="_blank">Multiplicando olhares sobre o corpo que dança</a></strong></em>. No evento, a Cia. Etc. vai apresentar a instalação sonora<em> Audiodança – A Ventura do Corpo no Som que Dança</em>, montada a partir de uma pesquisa de mesmo nome, mantida pelo Funcultura. Os artistas-pesquisadores Caio Lima, Elis Costa, Filipe Marcena, José W Júnior, Marcelo Sena e Renata Vieira investigaram durante um ano as possibilidades de exploração estética entre a dança e o som, dando continuidade a um processo de pesquisa já existente na companhia como metodologia de suas criações. Na programação, haverá também uma roda de conversa sobre a acessibilidade e o pensamento artístico: <em>A sua arte é para todos? Quem são todos?</em> O acesso é gratuito e o evento é aberto a outros artistas interessados no tema.</p>
<div id="attachment_31917" aria-labelledby="figcaption_attachment_31917" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Olga Wanderley/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/ensaio-aberto_foto-de-olga-wanderley4.jpg"><img class="size-medium wp-image-31917 " alt="Olga Wanderley/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/ensaio-aberto_foto-de-olga-wanderley4-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O encontro pretende discutir a ideia de acessibilidade nas artes</p></div>
<p>O projeto <em>Multiplicando olhares sobre o corpo que dança</em>, das artistas Renata Muniz, Maria Agrelli e Silvia Góes, do pernambucano Coletivo Lugar Comum, foi criado para acordar sentidos, vastos, muitos, outros e também nossos, compartilhados. Incentivado pelo Funcultura, a ação principal é a realização de uma oficina de iniciação em dança. Ao todo, são quatro meses de aulas práticas, de agosto a dezembro, dedicadas ao desenvolvimento de um trabalho de conscientização pelo movimento em que a sensibilização aconteça também pela troca em sala de aula entre pessoas cegas e outras pessoas sem deficiência aparente interessadas na experiência de compartilhar descobertas corporais a partir deste encontro. O projeto engloba também a realização de eventos artísticos, com ensaios abertos de obras já apresentadas na cidade do Recife, com recursos de audiodescrição, instalações e debates e discussões focadas prioritariamente no público cego, cuja voz é o norte para novas propostas que possam transformar a relação de sua presença nos espetáculos de dança com acessibilidade oferecidos em Pernambuco.</p>
<p>A proposta é que o encontro seja um espaço aberto para troca de saberes entre profissionais das artes cênicas que têm interesse em investir em acessibilidade, profissionais da área de acessibilidade propriamente dita e o público cego da cidade, criando um território onde dar e receber se misturem, proporcionando assim um melhor conhecimento das necessidades e desejos particulares e compartilhados no sentido de impulsionar a presença das pessoas cegas nos espetáculos e teatros locais.</p>
<p>Além de aproximar o público cego da vivência corporal em dança trazendo elementos de técnicas diversificadas, o projeto <em>Multiplicando olhares sobre o corpo que dança</em>, através das discussões presenciais e do blog <a href="https://multiplicandoolhares.wordpress.com/" target="_blank"><strong>multiplicandoolhares.wordpress.com</strong></a>, vai traçar um panorama sobre facilidades e dificuldades, acertos e erros na busca pela garantia da acessibilidade aos espetáculos como direito do público cego e prioridade de investimento dos grupos e artistas. Tudo isso poderá servir de instrumento para qualquer artista, produtor, grupo ou entidade pública ou privada que pretenda ampliar a presença do público cego às obras criadas e apresentadas no Estado, fazendo com que o desejo da troca se realize e os equipamentos de audiodescrição nos espetáculos sejam mais do que recursos silenciosos esperando ansiosamente por um público que não chegou ainda.</p>
<p><strong>Coletivo Lugar Comum</strong><br />
O Coletivo Lugar Comum (Recife, Pernambuco, Brasil) atua desde agosto de 2007, reunindo artistas de diferentes linguagens (dança, teatro, música, artes visuais, literatura). É um espaço para troca de saberes diversos na busca de propostas que tenham a potência de transformar(nos), esteticamente, politicamente, culturalmente e artisticamente. Hoje agrega 14 artistas, que se revezam, dando aulas uns para os outros, colaborando nas criações, na produção de projetos, na discussão de textos e ideias, entre outras atividades artístico-culturais. Lugar Comum, segundo o escritor Edouard Glissant, é quando um “pensamento do mundo” encontra outro “pensamento do mundo”, criando um espaço de reforço a uma compreensão que é assim ratificada. Para ele, é através da identificação dos novos “lugares comuns”, daqueles que emergem conectados a uma realidade multiétnica, plurivocal, não etnocêntrica, que é possível construir novos parâmetros para a arte e para a vida na contemporaneidade.</p>
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		<title>Performance, eclipse lunar e exposições na programação do final de semana da Torre Malakoff</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/performance-eclipse-lunar-e-exposicoes-na-programacao-do-final-de-semana-da-torre-malakoff/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2015 16:20:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Torre Malakoff, equipamento cultural da Fundarpe, localizado no Bairro do Recife, terá neste final de semana três ações culturais de destaque. Uma delas é a performance Corpo Ambiente, dirigida por Aline Bernardi, marcada para este sábado (26/09) e que faz parte da programação do Contato Coletivo &#8211; II Encontro de Contato Improvisação de Pernambuco. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_29176" aria-labelledby="figcaption_attachment_29176" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Lais Domingues/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/16507481570_d63c1585f7_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-29176" alt="Lais Domingues/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/16507481570_d63c1585f7_o-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Observatório astronômico da Torre Malakoff vai funcionar neste domingo (27/09) para que o público possa apreciar o eclipse lunar</p></div>
<p>A Torre Malakoff, equipamento cultural da Fundarpe, localizado no Bairro do Recife, terá neste final de semana três ações culturais de destaque. Uma delas é a performance Corpo Ambiente, dirigida por Aline Bernardi, marcada para este sábado (26/09) e que faz parte da programação do Contato Coletivo &#8211; II Encontro de Contato Improvisação de Pernambuco. A segunda atividade será a abertura do Observatório Astronômico da Torre para visualização do eclipse lunar, que acontecerá neste domingo (27/09). Por fim, o público poderá conferir os últimos dias da exposição CO-MOVER, uma realização do Programa Oi Kabum! Escola de Arte e Tecnologia, que se despede do espaço cultural no domingo (27/09).</p>
<p>Realizado pelo Coletivo Lugar Comun, o <a href="http://www.contatocoletivo.com.br/">Contato Coletivo &#8211; II Encontro de Contato Improvisação de Pernambuco</a> acontece simultaneamente em outros espaços culturais da cidade, como o Espaço Vila, Espaço Experimental e a sede do próprio Coletivo Lugar Comum.</p>
<div id="attachment_30481" aria-labelledby="figcaption_attachment_30481" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/corpo-ambiente-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-30481" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/corpo-ambiente-4-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Corpo Ambiente &#8216;</p></div>
<p>A performance itinerante Corpo Ambiente, que interage com a Torre Malakoff, deseja propor a abertura do corpo para o exercício de forças e fluxos de intensidade no tecido social das ruas de Recife. A encenação terá início às 17h30, em frente à sede do Coletivo Lugar Comum, na Rua do Capitão Lima, e finaliza na Malakoff.</p>
<p><strong>Observação do Eclipse Lunar<br />
</strong></p>
<p>Conhecida pelo público em geral como um espaço cultural, a Torre Malakoff também respira muita ciência. Excepcionalmente este próximo domingo (27/09), o equipamento estará com seu observatório astronômico, instalado na cúpula do prédio, aberto ao público das 16h às 19h30 e das 22h às 2h para apreciar o eclipse lunar marcado para este dia.</p>
<p>A visitação guiada é possível graças a uma parceria da Torre Malakoff com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), sob a coordenação do astrofísico Antônio Carlos Miranda. As atividades deste domingo incluem ainda palestras e vídeos sobre temas atuais da astronomia como, por exemplo, chuva de meteoritos, cometas e asteroides.</p>
<p><strong>Despedida da ‘CO-MOVER’</strong></p>
<div id="attachment_28954" aria-labelledby="figcaption_attachment_28954" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/IMG_2611.jpg"><img class="size-medium wp-image-28954" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/IMG_2611-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">CO-MOVER</p></div>
<p>Arte e tecnologia seguem unidas na Torre Malakoff, numa exposição até então inédita no Recife. A CO-MOVER, uma realização do Programa Oi Kabum! Escola de Arte e Tecnologia, reúne obras de estudantes de comunidades carentes do todo o país, com idade entre 16 e 20 anos, e que participaram do programa.</p>
<p>Ao todo, 123 criações artísticas compõem a exposição, cujo objetivo é marcar os 12 anos da Oi Kabum! e celebrar a formação de mais de 1.200 jovens moradores de comunidades populares urbanas para o campo cultural e artístico no país.  As obras estão divididas nas quatro unidades do programa, localizadas no Recife, Salvador, Belo Horizonte e no Rio de Janeiro. No caso da Torre Malakoff, 36 destas obras estarão abertas para visitação até o próximo domingo (27/09)</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Torre Malakoff<br />
(Rua do Bom Jesus S/N – Bairro do Recife)<br />
Visitação: Terça a sexta, das 10h às 18h | Sábados, das 15h às 18h | Domingos, das 15h às 19h<br />
Mais informações: (81) 3184 3118</p>
<p><em>&#8216;Corpo Ambiente&#8217;</em><br />
Sábado (26/09) | 17h30 às 19h30<br />
Local: início na frente sede do Coletivo Lugar Comum e finaliza na Torre Malakoff Endereço: inicia na Rua Capitão Lima, 210 e termina na Rua do Bom Jesus, s/nº, Recife Antigo – Recife – PE<br />
Gratuito</p>
<p><em>‘CO-MOVER, Programa Oi Kabum!’</em><br />
Visitação até o dia 27 de setembro<br />
Gratuito</p>
<p><em>&#8216;Observatório astronômico – eclipse lunar&#8217;</em><br />
Domingo (27/09) | 16h às 19h30<br />
Gratuito</p>
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		<title>Doutores da Alegria abre inscrições para o curso &#8220;O palhaço pelo buraco da fechadura&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2015 13:43:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arilson Lopes]]></category>
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		<category><![CDATA[Doutores da Alegria]]></category>
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		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
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		<description><![CDATA[A Escola dos Doutores da Alegria está com inscrições abertas para o curso &#8220;O palhaço pelo buraco da fechadura&#8221;, que acontecerá entre os dias 15 e 16 de agosto, das 9h às 18h, no Coletivo Lugar Comum. Voltado para pessoas que têm curiosidade sobre os princípios que regem o jogo do palhaço, o workshop inclui jogos relacionais, princípios [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: left;">A Escola dos Doutores da Alegria está com inscrições abertas para o curso &#8220;O palhaço pelo buraco da fechadura&#8221;, que acontecerá entre os dias 15 e 16 de agosto, das 9h às 18h, no Coletivo Lugar Comum. Voltado para pessoas que têm curiosidade sobre os princípios que regem o jogo do palhaço, o <em>workshop</em> inclui jogos relacionais, princípios de improvisação e criações em grupo. O objetivo é uma aproximação com os temas próprios do palhaço, sua lógica incomum e a liberdade com que se relaciona com a vida. Ao todo, serão oferecidas 25 vagas. O investimento é R$ 300, e as inscrições podem ser feitas <a href="http://www.doutoresdaalegria.org.br/escola/inscreva-se-pe/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p style="text-align: right;">
<p>O curso será ministrado por dois artistas formadores que integram o elenco e a Escola dos Doutores da Alegria: Arilson Lopes e Roberta Calza. Os cursos da Escola dos Doutores da Alegria não se destinam a formar palhaços para a atuação em hospitais, e toda a receita obtida é destinada à manutenção dos projetos da organização.</p>
<p style="text-align: right;">
<p><strong>Serviço</strong><br />
Curso O palhaço pelo buraco da fechadura, da Escola dos Doutores da Alegria<br />
Vagas: 25. Para maiores de 18 anos<br />
Quando: 15 e 16/8, das 9h às 18h<br />
Quanto: R$ 300 (pode ser dividido em duas vezes de R$ 150)<br />
Onde: Coletivo Lugar Comum &#8211; Rua Capitão Lima, 210 &#8211; Santo Amaro &#8211; Recife/PE.</p>
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		<item>
		<title>Oficina de iniciação em dança oferece vagas para pessoas cegas</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 18:56:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[formação]]></category>
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		<description><![CDATA[O Coletivo Lugar Comum está com inscrições abertas até 12 de agosto para oficina &#8220;Multiplicando olhares sobre o corpo que dança&#8221;. O curso  de iniciação vai abordar aspectos teóricos sobre o movimento, anatomia e diferentes técnicas presentes no universo e na história da dança através da leitura de textos e discussões, além de exercícios práticos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_28484" aria-labelledby="figcaption_attachment_28484" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/foto_leve_foto-de-Silvia-Goes.jpg"><img class="wp-image-28484 " alt="Silvia Goes" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/foto_leve_foto-de-Silvia-Goes-324x486.jpg" width="227" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Leve&#8221;, do Coletivo Lugar Comum, foi o primeiro espetáculo a realizar uma temporada inteira com acessibilidade.</p></div>
<p>O Coletivo Lugar Comum está com inscrições abertas até 12 de agosto para oficina &#8220;Multiplicando olhares sobre o corpo que dança&#8221;. O curso  de iniciação vai abordar aspectos teóricos sobre o movimento, anatomia e diferentes técnicas presentes no universo e na história da dança através da leitura de textos e discussões, além de exercícios práticos desenvolvidos a partir da experiência corporal das artistas Maria Agrelli, Renata Muniz e Silvia Góes, integrantes do Coletivo Lugar Comum. A atividade conta 20 vagas, sendo dez vagas para pessoas cegas. O curso é voltado para alunos iniciantes, a partir dos 16 anos, interessados em compartilhar experiências e novos olhares sobre o corpo e o movimento. A iniciativa tem incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco.</p>
<p>As aulas terão início no dia 19 de agosto e acontecerão sempre às quartas-feiras, durante quatro meses, na sede do Coletivo Lugar Comum, na Rua Capitão Lima, 210, no bairro de Santo Amaro, no Recife. Para se inscrever basta enviar breve currículo e carta de intenção (com 10 linhas no máximo) destacando também a disponibilidade de horário nas quartas pela manhã, à tarde ou nos dois turnos. O endereço para envio é multiplicando.olhares@gmail.com. Os selecionados receberão retorno por e-mail até o dia 16 de agosto. As aulas e a inscrição são gratuitas.</p>
<p>O curso terá aulas práticas e teóricas dedicadas ao desenvolvimento de um trabalho de conscientização pelo movimento. A ideia é possibilitar a troca entre pessoas cegas e pessoas sem deficiência aparente interessadas em descobertas corporais a partir deste encontro. O projeto, incentivado pelo Funcultura, engloba também a realização de eventos artísticos na sede do Coletivo Lugar Comum, debates e discussões focados prioritariamente no público cego, cuja voz será o norte para novas propostas que possam transformar a relação de sua presença nos espetáculos de dança com acessibilidade oferecidos em Pernambuco.</p>
<p>A cada mês, grupos e artistas que já apresentaram espetáculos com áudio-descrição ao longo de sua trajetória serão convidados para um evento artístico, com apresentações seguidas de debates. A proposta é que o encontro se consolide como um espaço aberto para troca de saberes entre profissionais das artes cênicas que têm interesse em investir em acessibilidade, profissionais da área de acessibilidade propriamente dita e o público cego da cidade, proporcionando assim um melhor conhecimento das necessidades e desejos no sentido de impulsionar a presença das pessoas cegas nos espetáculos e teatros locais.</p>
<p>O projeto &#8220;Multiplicando olhares sobre o corpo que dança&#8221; terá um blog para registro das atividades,  traçando um panorama sobre facilidades e dificuldades, acertos e erros na busca pela garantia da acessibilidade aos espetáculos como direito do público cego e prioridade de investimento dos grupos e artistas de Pernambuco.</p>
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		<item>
		<title>Pesquisa de dança leva performances a estações de metrô e ônibus</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/pesquisa-de-danca-leva-performances-a-estacoes-de-metro-e-onibus/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2015 20:39:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Coletivo Lugar Comum]]></category>
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		<category><![CDATA[performance]]></category>
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		<description><![CDATA[O Coletivo Lugar Comum circula por espaços públicos de grande fluxo de passageiros, com “ocupações artísticas” no Recife, em João Pessoa e Maceió. As apresentações compõe os resultados da pesquisa &#8220;Trânsito Coletivo&#8221;, desenvolvida no ano de 2014. Nesta quinta-feira (26/03), os artistas estarão no metrô e Terminal Integrado de Passageiros (TIP) do Recife para ensaio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Transito_Coletivo_2Foto_JuBrainer.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-22871" alt="Ju Brainer" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Transito_Coletivo_2Foto_JuBrainer-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a>O Coletivo Lugar Comum circula por espaços públicos de grande fluxo de passageiros, com “ocupações artísticas” no Recife, em João Pessoa e Maceió. As apresentações compõe os resultados da pesquisa &#8220;Trânsito Coletivo&#8221;, desenvolvida no ano de 2014. Nesta quinta-feira (26/03), os artistas estarão no metrô e Terminal Integrado de Passageiros (TIP) do Recife para ensaio aberto. A partir da próxima semana iniciam a as performances coletivas e individuais. As apresentações serão sempre a partir das 10h30, horário do primeiro embarque, e seguem entre partidas, chegadas até o pôr-do-sol. O projeto Trânsito Coletivo tem incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco e tem versão expandida com ações na Paraíba e Alagoas, por ter siso contemplado nacionalmente pelo Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna.</p>
<p>Na terça-feira (31/03), a ocupação artística parte da Estação Central do Metrô no Recife, passando pela Estação Joana Bezerra e chegando ao Aeroporto Internacional dos Guararapes Gilberto Freyre. No dia 02 de abril, o grupo partirá da Estação Central em direção à Estação Barro e chegará ao TIP Recife. No dia 03 de abril sai do TIP Recife no início da manhã e chegará à rodoviária de João Pessoa. No dia 05 de abril, o itinerário será do TIP Recife à rodoviária de Maceió.</p>
<p>Trânsito Coletivo é uma pesquisa prático-teórica, desenvolvida a partir do estudo da presença cênica experimentada em lugares onde a atenção dos passantes normalmente não é fixada em estímulos externos por muito tempo, justamente pela característica de transitoriedade. Na investigação, a arte da dança e da performance se torna um elemento provocativo na paisagem cotidiana em pontos estratégicos e representativos da correria e do vai e vem das pessoas.</p>
<p>Durante a pesquisa, os integrantes do coletivo fizeram a leitura de textos, assistiram filmes e desenvolveram ações nos espaços públicos. O projeto também envolveu duas mini residências artísticas com a participação de integrantes do Lugar Comum, além de artistas independentes e atores e bailarinos de outros grupos em atuação nas artes cênicas, como a pernambucana Duas Companhias, o baiano/pernambucano CoMteMpu´s, a Compassos Cia. de Danças e o Grupo Totem, promovendo a troca entre estes e duas artistas reconhecidas nacionalmente na arte da performance: Michelle Moura e Micheline Torres.</p>
<p><strong>SERVIÇO:<br />
Ocupações artísticas do projeto &#8220;Trânsito Coletivo&#8221;, sempre das 10h30 ao pôr-do-sol</strong><br />
26/03 &#8211; ensaio aberto &#8211; Metrô/TIP (Recife/PE)<br />
31/03 &#8211; apresentação de performances &#8211; Metrô/Aeroporto (Recife/PE)<br />
02/04 &#8211; apresentação de performances &#8211; Metrô/TIP (Recife/PE)<br />
03/04 – apresentação de performances – saída do TIP Recife com apresentações na Rodoviária de João Pessoa/PB<br />
05/04 – apresentação de performances – saída do TIP Recife com apresentações na Rodoviária de Maceió/AL<br />
<strong>Mais informações:</strong> <a href="https://transitocoletivo.wordpress.com/" target="_blank">https://transitocoletivo.wordpress.com/</a></p>
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