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	<title>Portal Cultura PE &#187; coletivo recbeats crew</title>
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		<title>Coletivos de hip hop investem na formação do público e de artistas locais</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2016 14:13:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Marcus Iglesias No universo do Hip Hop, o grafitti, o rap e a dança urbana resistem como expressões artísticas mais difundidas. Estilos como break dance, freestyle e ragga/dacehall são algumas das modalidades que ganham cada vez mais evidência em todo o Brasil. Em Pernambuco, não tem sido diferente. Fundado em 2013, no Recife, o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Marcus Iglesias<br />
</em></p>
<div id="attachment_43671" aria-labelledby="figcaption_attachment_43671" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/31773751691_2057ce97b2_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-43671 " alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/31773751691_2057ce97b2_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Aulas gratuitas de iniciação às danças urbanas movimentam a cena no Recife</p></div>
<p>No universo do Hip Hop, o grafitti, o rap e a dança urbana resistem como expressões artísticas mais difundidas. Estilos como break dance, freestyle e ragga/dacehall são algumas das modalidades que ganham cada vez mais evidência em todo o Brasil. Em Pernambuco, não tem sido diferente.</p>
<p>Fundado em 2013, no Recife, o <a href="https://www.facebook.com/coletivorecbeats/" target="_blank"><strong>Coletivo RecBeats</strong> </a>surgiu com a proposta de reunir alguns dançarinos qualificados em danças urbanas do estado, para a partir daí desenvolver ações que disseminassem a expressão e contribuíssem para a profissionalização dos artistas locais. O grupo é formado por Will Oliveira, Duda Serafim, Wellington José (Blawder), Gessy Félix, Carlos Alberto, Paula Dri, e Rany Hilston, que também dirige as atividades.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/X6tj4GnZfnQ" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Atualmente, uma das iniciativas promovidas pela RecBeats é o <strong>Oficinão RecBeats Crew</strong>, projeto que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, e que oferece oficinas gratuitas de iniciação em danças urbanas para jovens e adultos da Região Metropolitana do Recife. Até o final do cronograma, a oficina terá atendido a seis turmas, em três modalidades distintas.</p>
<p>Algumas aulas já foram realizadas em dezembro e, a partir de janeiro estão programadas as segundas turmas de <strong>Break Dance</strong>, com o B.boy Calot (16 a 20 de janeiro), e de <strong>Hip Hop Freestyle,</strong> com Blawder (23 a 27 de janeiro), além da primeira turma de <strong>Ragga/DaceHall</strong>, com Rany Hilston (9 a 13 de janeiro). Neste último caso, o segundo encontro de aulas será realizado de 30 de janeiro a 3 de fevereiro. As inscrições seguem abertas e podem ser feitas através do e-mail recbeatscrewofficial@gmail.com (os interessados devem solicitar a ficha de inscrição).</p>
<p><em>“Como o coletivo já vem se capacitando em eventos ligados a este tipo de dança há algum tempo, queremos dar a oportunidade à comunidade pernambucana de conhecer e praticar as danças da cultura Hip Hop e da cultura jamaicana. Serão oficinas práticas e teóricas, totalmente gratuitas, para jovens a partir de sete anos de idade e adultos. E temos como meta a formação, a difusão e a valorização destas culturas”,</em> explica Rany Hilston, diretora do RecBeats.</p>
<div id="attachment_43669" aria-labelledby="figcaption_attachment_43669" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/31742646202_0af5f4da2c_k-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-43669 " alt="31742646202_0af5f4da2c_k (1)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/31742646202_0af5f4da2c_k-1-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Fundado em 2013, no Recife, o Coletivo RecBeats surgiu com a proposta de reunir alguns dançarinos qualificados em danças urbanas do estado</p></div>
<p>Ainda segundo Rany, a ideia da oficina surgiu como uma espécie de braço de projeto social que o grupo já desenvolve desde 2014, chamado <strong>Vem Dançar</strong>. <em>“A proposta é levar aulas de dança pras comunidades e já fomos pra diversos bairros do Recife, como Jordão e Areias. Pensamos, então, em realizar uma grande oficina com uma preocupação mais profissionalizante, num local mais propicio pra aulas de dança”.</em> As aulas estão acontecendo no Carvalho Studio de Dança, que fica no Edifício  Ébano, na Rua da Aurora (nº 235 &#8211; loja 3), de segunda a sexta, das 9h às 12h30.</p>
<p>As aulas são práticas e teóricas e trabalham alguns fundamentos básicos para iniciantes. <em>“Normalmente, em cada turma temos 15 alunos inscritos, e o perfil deles é bem variado. Tem dançarinos e tem iniciantes de várias idades. </em><em>Lembrando que este projeto é oficina de iniciação, ou seja, é direcionado para pessoas que estão começando agora na dança, mas abraçamos todos que desejam conhecer mais sobre o mundo das danças urbanas”</em>, detalha a dançarina.</p>
<div id="attachment_43670" aria-labelledby="figcaption_attachment_43670" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/31742741592_a2385f9379_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-43670 " alt="31742741592_a2385f9379_k" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/31742741592_a2385f9379_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Algumas turmas já foram realizadas em dezembro, e a partir de janeiro estão programadas as segundas turmas dos três módulos</p></div>
<p>Ela conta que a cena da dança urbana em Pernambuco ainda é bem diferente daquelas de outras regiões do país, mas que isso tem mudado aos poucos. <em>“A primeira vez que eu fui ao Rio de Janeiro, em 2012, percebi essa diferença gritante. Lá existe em cada esquina um grupo de dança urbana. E todos de qualidade. Aqui na Região Metropolitana do Recife eu só conheço três grupos focados em pesquisa e profissionalização da dança urbana, nós da RecBeats Crew, a Funknáticos e Lastigha, e estamos sempre trocando ideias sobre este processo de profissionalização no nosso estado”</em>, comenta.</p>
<p><em>“Outro ponto positivo é que o Nordeste é muito forte na questão da qualidade dos dançarinos. Sempre que a gente participa dos encontros a gente surpreende com os resultados, porque estamos sempre inovando. Um ponto positivo é que temos muita cultura pra mesclar com a dança urbana. Nós da RecBeats Crew, por exemplo, gostamos muito de misturar com danças populares. A primeira vez que fomos para o Rio Grande do Sul, dancei passos do cavalo marinho durante uma apresentação e o público e jurados gostaram bastante”.</em></p>
<p>A diretora do RecBeats conta que toda a articulação em torno nas turmas tem se dado por meio de uma rede de alunos que participam dos eventos promovidos pelo coletivo. “<em>Muitos deles são iniciantes e querem se desenvolver como um profissional em danças urbanas. Usamos muito as redes sociais e o &#8216;boca a boca&#8217; pra divulgar nossas ações e tem funcionado muito bem, as turmas sempre estão com uma boa procura”.</em></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/LXJd2A9T9pc" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Blawder, professor do módulo de Hip Hop Freestyle do Oficinão, há seis anos também dança break e outros estilos, como funk style. Foi durante esses percursos que conheceu Rany Hilston. <em>“Antigamente no Geraldão eram oferecidas aulas de break e outros tipos de dança urbana. A partir desses encontros a gente passou um tempo dançando juntos e viramos amigos, foi quando decidimos junto a outras pessoas criar o Coletivo RecBeats”.</em></p>
<p>Na opinião de Blawder, há um grande interesse por parte do público pernambucano em torno das danças urbanas. <em>“Os alunos e alunas que participam dos encontros sempre vem falar comigo depois pra me pedir que eu envie outros materiais”,</em> conta ele. A dançarina Nayara Ramos, do Recife, foi uma das pessoas que participou das oficinas. Segundo ela, foi buscando aulas de break dance no Recife que ela chegou até o Coletivo RecBeats.<em> “Os valores das aulas que encontrei eram muito altos. Essa oportunidade de ter encontros gratuitos me deixou conhecer mais a fundo e agora posso dizer que gosto muito deste estilo de dança”,</em> avalia Nayara Ramos, que ficou sabendo das aulas pelo Facebook.</p>
<div id="attachment_37705" aria-labelledby="figcaption_attachment_37705" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/DSC_5837.jpg"><img class="size-medium wp-image-37705 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/DSC_5837-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Além da oficina, Coletivo RecBeats já aprovou outros projetos no Funcultura. Num deles, integrantes foram participar do Rio Hip Hop Kemp 2016, no Rio de Janeiro (RJ)</p></div>
<p><em>“Eu adorei, especialmente, porque não foram apenas aulas de dança. A gente também aprendeu sobre o surgimento dos estilos na sociedade americana, o contexto histórico, os passos base, além de algumas variações deles. É muito bom você saber de toda uma cultura e desenvolvimento social por trás do movimento, você se sente mais próximo da dança porque sabe o que ela representa”.</em></p>
<p>Além deste projeto, o RecBeats já realizou outros dois com incentivo do Funcultura. O primeiro deles chama-se <em>Capacitação em Danças Urbanas para o Grupo RecBeats Crew</em>, e levou três integrantes do grupo para participar dos workshops e batalhas de danças urbanas do evento Open Extreme 2015, em Santa Cruz do Sul (RS). No segundo caso, um projeto de mesmo nome garantiu a participação de mais três integrantes do coletivo no festival de danças urbanas Rio Hip Hop Kemp 2016, no Rio de Janeiro (RJ).</p>
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