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	<title>Portal Cultura PE &#187; coletivo</title>
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		<title>Comunidade do coco legitima processo de registro como patrimônio imaterial nacional</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Oct 2024 19:09:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Expressão afro-indígena, o coco do Nordeste vive, com sua comunidade, a retomada de seu processo de registro, abrangendo suas variações nos nove Estados da região. Neste sábado (19), Pernambuco foi o primeiro a sediar uma reunião de mobilização dos detentores dos cocos. O evento faz parte da instrução técnica para registro dos cocos do Nordeste [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Expressão afro-indígena, o coco do Nordeste vive, com sua comunidade, a retomada de seu processo de registro, abrangendo suas variações nos nove Estados da região. Neste sábado (19), Pernambuco foi o primeiro a sediar uma reunião de mobilização dos detentores dos cocos. O evento faz parte da instrução técnica para registro dos cocos do Nordeste como patrimônio imaterial do Brasil (Processo Iphan/SEI: 01408.000146/2023-30).</p>
<p>A inscrição do coco no Livro de Registro das Formas de Expressão tem sido uma demanda de mestres e grupos detentores. O evento tem como objetivos tornar público o processo de registro, bem como promover a discussão e a participação dos detentores desse bem cultural sobre o tema. Por meio de um Termo de Colaboração, o Coletivo Jaraguá, da Paraíba, está à frente da instrução técnica do processo de registro após seleção em chamamento público em 2023.</p>
<p>Em Pernambuco, o encontro aconteceu na Escola Técnica Estadual Porto Digital, no Bairro do Recife, na manhã e tarde deste sábado (19), com produção do Coletivo Jaraguá e realização do governo federal, por meio do Ministério da Cultura (MinC) e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), e com apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>A reunião foi conduzida pela coordenadora geral do Coletivo Jaraguá, Marcela de Oliveira Muccillo e pela antropóloga Nina Vincent Lannes, técnica do Iphan na Superintendência da Paraíba. Também participaram Laetitia Valadares Jourdan, consultora técnica do Coletivo Jaraguá; o antropólogo Thiago Santos, responsável pela pesquisa em Pernambuco; a historiadora Thamires Neves, do Iphan-PE; Wanessa Santos, gerente de Política Cultural da Secult-PE; e Marcelo Renan, gerente de Patrimônio Imaterial da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe.</p>
<p>Com recursos do Iphan, a pesquisa para a elaboração do dossiê dos cocos do Nordeste inclui coleta de material fotográfico e audiovisual para realização de um documentário. O estudo faz um levantamento histórico sobre o coco na região, além de pesquisa de campo para mapeamento de grupos e comunidades, nos nove Estados, com a mobilização de uma equipe interdisciplinar de áreas como antropologia, etnomusicologia e história e a participação fundamental de mestres e mestras, músicos, dançarinos e outros membros de comunidades que realizam rodas de coco.</p>
<p>Após a finalização, prevista para junho de 2025, o dossiê e o documentário serão apresentados ao Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural (CCPC), que avaliará a possibilidade de efetuar o registro dos cocos do Nordeste como patrimônio imaterial do Brasil. O CCPC é o órgão colegiado de decisão máxima do Iphan para as questões relativas ao patrimônio brasileiro, material e imaterial, criado pela Lei nº 378, de 13 de janeiro de 1937, a mesma que instituiu o então Serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Sphan), atual Iphan.</p>
<p>Os cocos do Nordeste compreendem encontros e grupos tradicionais, constituídos de elementos como música tocada e cantada, instrumentos de percussão, dança, improviso, corporalidade, sendo incluído na família do samba, ao lado do samba-de-roda, do caxambu, da umbigada e da embolada, entre outros. A manifestação é uma forma de expressão de ludicidade e religiosidade, com muitos de seus cantos sendo entoados como pontos na jurema, religião de origem indígena com forte presença no Nordeste e que se aproximou da umbanda.</p>
<p>&#8220;Estamos falando de uma questão burocrática, mas com objetivo prático, de manter uma prática cultural viva&#8221;, lembrou Marcela Muccillo. &#8220;Quando começamos a pesquisa parecia que alguns Estados não tinham a brincadeira. Hoje podemos afirmar que o coco está presente em todos os Estados do Nordeste&#8221;, confirmou. Ainda segundo a coordenadora, mais importante do que a elaboração do dossiê é conseguir do Estado uma política nacional que se coloque responsável pela salvaguarda do coco; e, dos fazedores dessa expressão, manter a mobilização.</p>
<p>&#8220;As pessoas já sabem que o coco é patrimônio&#8221;, contou Nina Lannes. &#8220;Mas, com o registro, passa a ser dever do Estado proteger, difundir e incentivar a transmissão dessa prática. Permite que as pessoas que trabalham com essa prática sejam respeitadas&#8221;, projetou. A antropóloga explicou ainda que o registro abre caminho para a criação do plano de salvaguarda do coco e desenvolvimento de ações como difusão em escolas, projetos de memória, acervos e criação de um centro de referência, sempre com os fazedores dizendo quais são suas demandas para manter o brinquedo vivo.</p>
<p>Após a rodada de apresentação do processo de registro, foi aberta a rodada de interação com o público na qual mestres e mestras, músicos, dançarinos, produtores e outros membros de comunidades que realizam rodas de coco apresentaram suas demandas. E, como não poderia ser diferente, em se tratando da cultura popular, à tarde, além de discutir questões peculiares de suas comunidades, os fazedores deram diversas demonstrações de sua expressão, com muita música e dança.</p>
<p>&#8220;Conseguimos, num mesmo momento, unir tantos saberes de detentores de vários territórios do Estado de Pernambuco&#8221;, comemorou Wanessa Santos. &#8220;Mestres e mestras, brincantes, coquistas, da Zona da Mata, do Agreste, da Região Metropolitana, em sua grande diversidade de cocos de roda, mestre de Alagoas que também veio presenciar esse importante momento, pontuando em cada fala suas diversidades e singularidades e trazendo os desafios desse segmento para que possa ser levantado, junto ao registro de salvaguarda, e, posteriormente, a construção de um plano para o coco de roda&#8221;, sintetizou a gerente.</p>
<p>&#8220;Momentos como este são importantes para publicizar o papel do Estado na identificação, pesquisa e documentação sobre as tradições culturais&#8221;, avaliou Marcelo Renan. &#8220;E para explicar, tornar público, para os detentores do patrimônio cultural, quais são os efeitos de uma política de registro, que repercute no apoio financeiro, no acompanhamento dos grupos e das comunidades e no fortalecimento daquilo que já é feito pelos próprios detentores tendo o Estado como parceiro&#8221; considerou.</p>
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		<title>Mobilização pelo registro dos cocos do Nordeste como patrimônio nacional tem reunião</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 18:36:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Neste sábado (19), das 9h às 16h, é realizada a reunião de mobilização dos detentores dos cocos do Estado de Pernambuco. O evento faz parte da instrução técnica para registro dos cocos do Nordeste como patrimônio imaterial do Brasil (Processo Iphan/SEI: 01408.000146/2023-30). O encontro, que acontece na Escola Técnica Estadual Porto Digital (Avenida Rio Branco, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-113982" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/1-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Neste sábado (19), das 9h às 16h, é realizada a reunião de mobilização dos detentores dos cocos do Estado de Pernambuco. O evento faz parte da instrução técnica para registro dos cocos do Nordeste como patrimônio imaterial do Brasil (Processo Iphan/SEI: 01408.000146/2023-30).</p>
<p>O encontro, que acontece na Escola Técnica Estadual Porto Digital (Avenida Rio Branco, nº 193, Bairro do Recife), é produzido pelo Coletivo Jaraguá, em uma realização do governo federal, por meio do Ministério da Cultura (MinC) e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), e com apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>O evento tem como objetivos tornar público o processo de registro, bem como promover a discussão e a participação dos detentores desse bem cultural sobre o tema.</p>
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		<title>Festival Natora lança edital de seleção de artistas para sua 25ª edição</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Nov 2023 12:46:27 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106242" aria-labelledby="figcaption_attachment_106242" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Adriana Preta/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/1.-Foto-Adriana-Preta-Natora-23ª-Edição-no-Teatro-do-Bom-Sucesso-em-Olinda.jpg"><img class="size-medium wp-image-106242" alt="Adriana Preta/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/1.-Foto-Adriana-Preta-Natora-23ª-Edição-no-Teatro-do-Bom-Sucesso-em-Olinda-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Festival Natora em Olinda</p></div>
<p>O Festival Natora nasceu em 2006 com a missão de ser um palco livre para artistas pernambucanos de todas as vertentes musicais e lança seu edital para escolha de artistas, grupos e bandas para sua 25ª edição. O festival acontece nos dias 19 e 20 de janeiro de 2024, na cidade de Olinda (PE), com realização do Coletivo Natora, produção da Pro 4 e incentivo da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), por meio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).<br />
Por meio do edital são selecionadas oito atrações de todo o Estado de Pernambuco. As seis primeiras atrações são escolhidas pela curadoria do festival, sendo 50% delas compostas por artistas da Zona da Mata, Agreste e Sertão. As duas últimas são escolhidas por votação popular nas redes sociais do festival.<br />
Nesta edição, o Festival Natora aborda o tema Periferia É Tecnologia Ancestral. A programação, que é divulgada no dia 14 de dezembro 2023, traz dois dias de muita música, artes, vivências, oficinas e palestras com oportunidades para artistas, músicos, produtores, empresários e investidores da cadeia produtiva da música e da cultura.<br />
A inscrição é gratuita e já pode ser feita, até às 23h59 de 25 de novembro, no <a title="Inscrição 25ª Edição Festival Natora - 2024" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfc9piO5q97T-m8KB3XFT3p3k-wrZtnyFQgloIawckjX9COVg/viewform" target="_blank">link</a> disponível. O edital seleciona um total de oito artistas para a composição da programação do Festival Natora 2024. São pré-selecionados dez artistas, grupos ou bandas com as maiores notas de acordo com os critérios do edital. Os seis primeiros são classificados diretamente, escolhidos por votação popular nas redes sociais; As outras duas atrações são escolhidas por votação popular nas redes sociais no canal do YouTube do festival.<br />
No momento da inscrição os artistas interessados devem enviar links com acesso livre da curadoria do festival contendo release em texto, mapa de palco, portfólio artístico e vídeo com a apresentação do trabalho inscrito. Os oito artistas recebem uma ajuda de custo de R$ 1 mil para auxiliar na produção.<br />
Todos os artistas selecionados ainda compõem a <em>Coletânea Natora Volume 5</em>. O álbum conta com um total de 16 faixas, sendo duas de cada atração. As faixas também são disponibilizadas nas principais plataformas de streaming de música.<br />
O festival é transmitido ao vivo pelo canal oficial do Festival Natora no <a title="Festival Natora" href="https://www.youtube.com/@festivalnatora" target="_blank">YouTube</a>. A produtora Mangcrew encabeça a transmissão.<br />
Em 2004 um grupo de músicos, amigos e moradores de Olinda se juntaram e construíram um estúdio de ensaios em um barraco, na beira do mangue da comunidade da Giriquiti, em Peixinhos, Olinda. O estúdio foi batizado de Beira-Mar. Em 2006 nasceu a ideia de juntar seus equipamentos e sair pelas ruas, becos e vielas de Peixinhos levando música, arte, poesia e informação para a população. Desse movimento surgiu o Festival Natora de artistas, grupos e bandas independentes. Após 18 anos e 24 edições, o Natora se consolida como uma plataforma aberta de música e arte para novos artistas, grupos e bandas de todas as tribos e cores de Pernambuco.<br />
Ao longo dos 18 anos de existência do Festival Natora já se apresentaram mais de 200 bandas e 300 shows, com mais de oito mil horas de músicas tocadas, contemplando artistas da Zona da Mata Norte, Agreste e Região Metropolitana do Recife.<br />
Para saber mais acesse o <a title="festivalnatora" href="https://www.instagram.com/festivalnatora/" target="_blank">Instagram</a>, <a title="Festival Natora" href="https://www.youtube.com/@festivalnatora" target="_blank">YouTube</a>, <a title="Festival Natora" href="https://www.facebook.com/natorafestival" target="_blank">Facebook</a> e <a title="Natora Artistas 2024" href="https://chat.whatsapp.com/4A43h1c07cuFCZlRmNMM5R" target="_blank">WhatsApp</a>.</p>
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		<title>Exposições &#8216;Corpos em Risco&#8217; e &#8216;Coreo Grafias&#8217; seguem em cartaz em Petrolina</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 18:57:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As exposições &#8220;Corpos em Risco&#8221; e &#8220;Coreo Grafias&#8221;, da Confraria 27, foram prorrogadas e seguem abertas para visitação do público até o dia 15 de janeiro. Instaladas no Coletivo Casa, localizada na cidade de Petrolina, as obras são resultados de uma pesquisa que une dança e artes visuais em desenhos e outras técnicas. A entrada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_81055" aria-labelledby="figcaption_attachment_81055" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Abajur Soluções/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/04.12.2020_Confraria-27_Foto-Abajur-Soluções_1.jpg"><img class="size-medium wp-image-81055" alt="Abajur Soluções/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/04.12.2020_Confraria-27_Foto-Abajur-Soluções_1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O público poderá conferir a exposição até o próximo dia 15 de janeiro (sexta-feira), no Coletivo Casa</p></div>
<p>As exposições &#8220;Corpos em Risco&#8221; e &#8220;Coreo Grafias&#8221;, da Confraria 27, foram prorrogadas e seguem abertas para visitação do público até o dia 15 de janeiro. Instaladas no Coletivo Casa, localizada na cidade de Petrolina, as obras são resultados de uma pesquisa que une dança e artes visuais em desenhos e outras técnicas. A entrada é gratuita e pode ser feita de segunda a sexta-feira, das 14h às 20h.</p>
<p>Durante a visitação, o público pode entender melhor a relação entre o movimento da Dança e as linhas das Artes Visuais. Para garantir a segurança de todas e todos por conta da pandemia da Covid-19, estão disponíveis luvas para utilizar nas obras táteis, álcool em gel, o uso de QR Code para acessar os materiais das obras, além da redução da capacidade do espaço e com uso de máscara obrigatório.</p>
<p><strong>&#8220;CORPOS EM RISCO&#8221; E &#8220;COREO GRAFIAS&#8221; -</strong> Durante oito meses, o grupo Confraria 27 dedicou-se a estudos e encontros de pesquisa para investigar como o movimento do corpo dialogava com os desenhos. <em>“A proposta surge a partir de uma inquietação individual em investigar as possibilidades de conhecimentos que poderiam surgir a partir da interseção entre Dança e Artes visuais. Por fazer parte dos dois universos, sendo intérprete-criador e artista visual, essa possibilidade se rascunhou como terreno fértil para as investigações”</em>, explica Rafael Sisant, um dos curadores da mostra.</p>
<p>Os projetos contam com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, sendo as primeiras pesquisas da Confraria 27 financiadas. Sisant diz que esse incentivo é muito importante para a manutenção da classe artística.<em> “Poder ter verba para a manutenção do grupo modifica a lógica de mercado desse grupo, isso é fato. Mas pensamos também para além de nós, pois “nenhum grupo é um ilha”, poder garantir o primeiro trabalho artístico com pagamento mensal para jovens artistas e estudantes de arte da região mostrando para essas pessoas que é possível viver de Arte no interior de Pernambuco é de extrema importância para a manutenção da economia criativa de Petrolina”</em>, pontua o artista. Confira abaixo um vídeo sobre o projeto:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/LtlhltTIKfE" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposições &#8216;Corpos em Risco&#8217; e &#8216;Coreo Grafias&#8217;<br />
Local: Coletivo Casa, R. das Umburanas, 155 &#8211; Areia Branca, Petrolina &#8211; PE (ao lado do Bodódromo)<br />
Visitação: Até o dia 15 de janeiro (sexta-feira), de segunda a sexta-feira, das 14h às 20h<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>Isaar é a convidada da edição de novembro do &#8220;ExcentriCidades&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2015 16:31:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A edição de novembro do projeto ExcentriCidades, do Coletivo Sexto Andar, celebra o mês da Consciência Negra e a força feminina. Nesta quarta-feira (18), o evento recebe o show da cantora Isaar, com a participação de Negrita MC (Carpina). O público também pode conferir a intervenção Tatuagens Efêmeras, de Ianah Maia, e discotecagem da DJ [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_31750" aria-labelledby="figcaption_attachment_31750" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/execentricidades.jpg"><img class="size-medium wp-image-31750" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/execentricidades-607x424.jpg" width="607" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Isaar, DJ Kilty e Negrita MC integram a programação do evento</p></div>
<p>A edição de novembro do projeto <em>ExcentriCidades</em>, do Coletivo Sexto Andar, celebra o mês da Consciência Negra e a força feminina. Nesta quarta-feira (18), o evento recebe o show da cantora Isaar, com a participação de Negrita MC (Carpina). O público também pode conferir a intervenção <em>Tatuagens Efêmeras</em>, de Ianah Maia, e discotecagem da DJ KYLT (Paraíba).</p>
<p>Inspirada pela cidade do Recife em seu novo CD, Isaar apresenta canções do álbum <em>Todo Calor</em> (2014), no <em>ExcentriCidades</em>. A cantora, que possui uma carreira extensa e respeitada, recebe Negrita MC em seu show.</p>
<p>Nascida em Carpina, Débora Leão (conhecida como Negrita MC), é uma das poucas mulheres a participarem de Batalhas de MC&#8217;s com homens no Estado. Negrita está no início de sua carreira e já vem conquistando respeito e admiração de quem gosta e entende de rap.</p>
<p>Com o nome <em>Tatuagens Efêmeras</em>, a artista Ianah Maia desenha sobre as pessoas, com a ajuda de um projetor. Em um espaço exclusivo para a ação, o público pode se fotografar a vontade com os desenhos sobre o corpo. Durante toda a noite, a DJ KYLT celebra a música brasileira com um setlist dançante e nacional, além de influências latinas e africanas.</p>
<p><strong>Artesanal</strong><br />
A criatividade e o talento também se unem também na Lojinha do Sexto Andar, que continua oferecendo itens exclusivos feitos por artistas e designers de Pernambuco. Cadernos, ilustrações, cartazes e outros itens estarão à venda durante o evento. Já os lanches desta edição são da <em>TransVegan</em>, com um cardápio influenciado pela cultura africana.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
ExcentriCidades Temporada 2015 #8<br />
Com Isaar, Negrita MC, intervenção &#8216;Tatuagens Efêmeras&#8217; de Ianah Maia e DJ KYLT.<br />
Quando: Quarta-feira (18), às 19h<br />
Onde: Sexto Andar (Edf. Pernambuco | Av. Dantas Barreto, 324)<br />
Ingressos: R$ 10<br />
Ingressos antecipados: Vendas antecipadas no Sexto Andar dia 17/09 (terça-feira) das 14h às 18hs e no dia do evento a partir das 14h. Sujeito a lotação e com limite de dois ingressos por pessoa.</p>
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