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	<title>Portal Cultura PE &#187; Comissão Estadual para as Comemorações do Bicentenário da Declaração de Independência do Brasil</title>
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		<title>Seminário inicia no país debates e diálogos sobre o bicentenário da Independência do Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2022 15:12:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Estadual para as Comemorações do Bicentenário da Declaração de Independência do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
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		<description><![CDATA[A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) promoveu, de terça (29) a quinta-feira (31), o mais importante evento de debates sobre a Independência do Brasil realizado neste ano no país. O Seminário Internacional “Tantos Brasis, Tantas Independências: Os Diversos Sentidos da Emancipação Política Brasileira”, realizado no Museu Cais do Sertão, reuniu dezenas de pesquisadores e docentes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_92405" aria-labelledby="figcaption_attachment_92405" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51972334678_8990a56f0d_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-92405" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51972334678_8990a56f0d_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das mesas teve como tema Escritos e ideias em movimento: impressos na época da Independência (1817-1824)</p></div>
<p style="text-align: left;" align="justify">A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) promoveu, de terça (29) a quinta-feira (31), o mais importante evento de debates sobre a Independência do Brasil realizado neste ano no país. O <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/secult-pe-promove-seminario-internacional-sobre-o-bicentenario-da-independencia-do-brasil/" target="_blank"><strong>Seminário Internacional “Tantos Brasis, Tantas Independências: Os Diversos Sentidos da Emancipação Política Brasileira”</strong></a>, realizado no Museu Cais do Sertão, reuniu dezenas de pesquisadores e docentes de 22 universidades do Brasil, Portugal e Inglaterra, que se dedicam ao estudo do processo de independência, lançando luz sobre os diversos atores e dinâmicas envolvidos nesta trama histórica que comemora 200 anos. Ao longo de três dias, foram realizadas cinco conferências e 11 mesas-redondas, todas com transmissão ao vivo pelo Youtube da Secult-PE/Fundarpe (<strong><a href="http://www.youtube.com/secultpe" target="_blank">www.youtube.com/secultpe</a></strong>).</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">O seminário foi uma realização da Comissão Estadual para as Comemorações do Bicentenário da Declaração de Independência do Brasil, coordenada pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) para celebrar os 200 anos deste momento histórico.</p>
<div id="attachment_92347" aria-labelledby="figcaption_attachment_92347" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51970415864_4a5ee6f2c0_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-92347" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51970415864_4a5ee6f2c0_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das participantes do encontro foi a professora Margarida Cantarelli, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e presidente do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP)</p></div>
<p style="text-align: left;" align="justify">Para isso, a Secult-PE convocou outras instituições para a realização deste evento: Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Núcleo de Estudos do Mundo Atlântico da UFPE (NEMAtl). Além disso, a iniciativa contou com o apoio integral da Fundação de Amparo a Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Facepe).</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">“Faço um agradecimento a todos que participaram da Comissão Estadual para as Comemorações do Bicentenário da Declaração de Independência do Brasil. Uma comissão que tem trabalhado com muito afinco e, por essa razão, também agradeço a todas as instituições que direta ou indiretamente, fazendo parte ou não da comissão, têm apoiado essa iniciativa da gente trazer pra Pernambuco o foco do debate sobre o bicentenário da Independência do Brasil. Bicentenário que não é apenas uma data, mas todo um processo, e que lamentavelmente conhecemos pelo grito do Ipiranga, e não como o processo das independências do Brasil”, celebrou Gilberto Freyre Neto, secretário de Cultura de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_92349" aria-labelledby="figcaption_attachment_92349" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51970126066_c3cc4fab27_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-92349" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51970126066_c3cc4fab27_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Inciativa foi promovida pela Secult-PE, por meio da Comissão Estadual para as Comemorações do Bicentenário da Declaração de Independência do Brasil</p></div>
<p style="text-align: left;" align="justify">Colaboram com a Comissão Estadual para as Comemorações do Bicentenário da Declaração de Independência do Brasi várias outras instituições de Pernambuco, dentre elas as Secretarias Estaduais da Casa Civil; Educação e Esportes; Ciência, Tecnologia e Inovação; Turismo e Lazer; e Imprensa.</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">Além disso, participam a Procuradoria-Geral do Estado; Fundação do Patrimônio Artístico e Histórico de Pernambuco (Fundarpe); Facepe; Empresa Pernambuco de Comunicação (EPC); Empresa Pernambucana de Turismo (Empetur); Companhia Editora de Pernambuco (Cepe); Universidade de Pernambuco (UPE); UFPE; Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP); Instituto Histórico, Arqueológico e Geográfico de Goiana (IHAGGO); IHO; Academia Pernambucana de Letras (APL); Associação de Imprensa de Pernambuco (AIP); Museu da Cidade do Recife/Forte das Cinco Pontas; Gabinete Português de Leitura em Pernambuco (GPL); Prefeitura da Cidade do Recife; Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) e Grande Oriente do Brasil (GOB).</p>
<div id="attachment_92407" aria-labelledby="figcaption_attachment_92407" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51972826330_e2f5df2254_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-92407" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51972826330_e2f5df2254_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das mesas teve como tema &#8220;As múltiplas independências: Grão-Pará e Maranhão, Espírito Santo e Minas Gerais&#8221;</p></div>
<p style="text-align: left;" align="justify">DEBATES &#8211; No primeiro dia do seminário foi realizada, dentre uma série de atividades, <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/seminario-promove-mesa-de-debate-sobre-a-influencia-internacional-na-independencia-do-brasileira/" target="_blank"><strong>uma mesa de debate sobre as influências internacionais no processo de independência do país</strong></a>, intitulada “Dimensões constitucionais e Direito Internacional na Independência”. A mesa contou com a presença da professora Margarida Cantarelli, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e presidente do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP); do professor Samuel Barbosa, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), que participou remotamente; e de Marcelo Casseb, professor da Universidade de Pernambuco (UPE) e vice-presidente do IAHGP, mediador do encontro.</p>
<div id="attachment_92453" aria-labelledby="figcaption_attachment_92453" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/51972794692_970be1efaf_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-92453" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/51972794692_970be1efaf_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Colaboram com a Comissão Estadual para as Comemorações do Bicentenário da Declaração de Independência do Brasi várias outras instituições de Pernambuco, dentre elas as Secretarias Estaduais da Casa Civil; Educação e Esportes; Ciência, Tecnologia e Inovação; Turismo e Lazer; e Imprensa</p></div>
<p style="text-align: left;" align="justify">O segundo dia de programação contou com uma diversidade de encontros, <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/movimentos-emancipadores-no-pais-em-debate-no-seminario-sobre-a-independencia/" target="_blank"><strong>dentre eles dois debates de grande importância para o entendimento da Independência do Brasil</strong></a>: as mesas Escritos e ideias em movimento: impressos na época da Independência (1817-1824) e As múltiplas independências: Grão-Pará e Maranhão, Espírito Santo e Minas Gerais, com participantes de professores e pesquisadores de todo o país.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/BUnvW7Pk3gY" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Já no terceiro dia, destaques como a mesa Historiografia(s) da Independências, com João Paulo Pimenta, da Universidade de São Paulo (USP), apresentando sua pesquisa “As guerras de Independência e o mito de uma história pacífica”; Flávio Cabral, da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), com uma apresentação intitulada &#8220;Pernambuco entre Lisboa e o Rio e a escrita na independência&#8221;; e Jurandir Malerba, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS), com o tema &#8220;Democratizando a Independência: As efemérides e a escrita da história para grandes audiências”.</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">“Tivemos uma série de iniciativas como parte integrante deste evento que, desde o primeiro momento, talvez seja o mais importante evento de debates sobre a Independência do Brasil realizado neste ano no país. Contamos com uma diversidade enorme de assuntos que são fundamentais para se entender esses 200 anos de convivência com esses valores que foram construídos pela sociedade a partir de Pernambuco. É a partir daqui que a ideia da Independência do Brasil ganha fôlego, e isso não vemos nos livros de história”, destacou Gilberto Freyre Neto.</p>
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		<title>Movimentos emancipadores no país em debate no seminário sobre a Independência</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Mar 2022 15:07:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Dois debates de grande importância para o entendimento da Independência do Brasil aconteceram nesta quarta-feira (30), durante o Seminário Internacional “Tantos Brasis, Tantas Independências: Os Diversos Sentidos da Emancipação Política Brasileira”, promovido pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE). Às 16h, os participantes puderam participar, no Museu Cais do Sertão, das mesas Escritos e ideias em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_92405" aria-labelledby="figcaption_attachment_92405" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51972334678_8990a56f0d_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-92405" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51972334678_8990a56f0d_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das mesas teve como tema Escritos e ideias em movimento: impressos na época da Independência (1817-1824)</p></div>
<p align="left">Dois debates de grande importância para o entendimento da Independência do Brasil aconteceram nesta quarta-feira (30), durante o <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/secult-pe-promove-seminario-internacional-sobre-o-bicentenario-da-independencia-do-brasil/" target="_blank"><strong>Seminário Internacional “Tantos Brasis, Tantas Independências: Os Diversos Sentidos da Emancipação Política Brasileira”</strong></a>, promovido pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE). Às 16h, os participantes puderam participar, no Museu Cais do Sertão, das mesas Escritos e ideias em movimento: impressos na época da Independência (1817-1824) e As múltiplas independências: Grão-Pará e Maranhão, Espírito Santo e Minas Gerais, com participantes de professores e pesquisadores de todo o país. Os debates também foram transmitidos pelo Youtube da Secult-PE/Fundarpe (<strong><a href="http://www.youtube.com/secultpe">www.youtube.com/secultpe</a></strong>).</p>
<p align="left">No encontro sobre os escritos e ideias em movimento, participaram o professor Luiz Carlos Villalta, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), como mediador do encontro; a professora Gilda Verri, do programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); e Lucia Bastos Pereira das Neves, professora titular de História Moderna da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UFRJ).</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/nwyYISHR_bE" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p align="left">Na sua fala, Gilda Verri apresentou uma pesquisa com o tema “Entrada de impressos e circulação de ideias em Pernambuco na época da Independência, em 1817”, no qual falou sobre as informações que circularam em Pernambuco na última metade do século 18 e no começo do 19.</p>
<p align="left">“Nesse momento, começaram a fervilhar as ideias revolucionárias e emancipacionistas por conta dos livros que aqui chegaram. Como os personagens locais tinha uma atuação muito importante na área, é possível que os livros tenham chegado exatamente a eles pois, seria muita &#8216;descoincidência&#8217; se assim não o fosse”, opinou a professora.</p>
<div id="attachment_92404" aria-labelledby="figcaption_attachment_92404" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51972334858_89a7dba6fe_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-92404" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51972334858_89a7dba6fe_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Na sua fala, Gilda Verri apresentou uma pesquisa com o tema “Entrada de impressos e circulação de ideias em Pernambuco na época da Independência, em 1817”,</p></div>
<p align="left">“O movimento revolucionário somente se deflagra com a circulação de ideias e ações efetivas, mas uma informação fora do lugar teria precipitado o movimento de 1817, e isso o escrivão da corte constatou ao dizer que a data para a eclosão do movimento teria sido obra do acaso”, explicou Gilda Verri.</p>
<p align="left">Para ela, se a revolução eclodiu de repente, sem um antecedente preparo, com muitos detidos pelas ideias revolucionárias, isso traz algumas perguntas: Quais e ideias e quanto tempo seriam necessários para tecer e organizar o movimento revolucionário? Quais motivos e objetivos vieram à trama? Haveria livros e autores que identificassem a concepção de movimento revolucionário? Quais temas e palavras suscitaram ideias e formas de pensar, de agir, viver e transformar as práticas sociais e culturais.</p>
<p align="left">Alguns dos textos que circularam na época, e destacados pela professora, são obras como Revolução e Estado Actual de França, de Na of de Simao Thaddeo Ferreira; Mercúrio Histórico Político e Literário de Lisboa; e o Almanaque e a História do Futuro, do Padre Antônio Vieira.</p>
<div id="attachment_92407" aria-labelledby="figcaption_attachment_92407" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51972826330_e2f5df2254_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-92407" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51972826330_e2f5df2254_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A outra mesa tem como tema &#8220;As múltiplas independências: Grão-Pará e Maranhão, Espírito Santo e Minas Gerais&#8221;</p></div>
<p align="left">A outra mesa de debates, sobre as múltiplas independências no Brasil, foi formada por Marcelo Cheche, professor da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), pela professora Adriana Campos, da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES); e Renata Fernandes, da Universidade Federal de Goiás.</p>
<p align="left">Neste debate, a noção da multiplicidade das independências se deu a partir de quatro desses espaços: Maranhão, Grão-Pará, Espírito Santo e Minas Gerais.</p>
<p align="left">De acordo com Marcelo Cheche, vem de uma tradição historiográfica a ideia de se pensar as relações sempre a partir dos centros de autoridades. “Pensar a multiplicidade das independências acaba convergindo para centros como Rio de Janeiro e Lisboa. E olhar para os espaços não centrais fica às vezes secundarizado”, avaliou, pontuando a importância de pensar por este caminho tendo como horizonte a independência e os impactos da revolução liberal sobre a poção americana do Reino de Portugal.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/YXUw2B_VpNQ" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p align="left">“A ideia é partir da possibilidade de se olhar pra multiplicidade das independências no território americana do reino unido português, a partir de espaços que não são necessariamente regionais, porque o composto desse reino não poderia estar na lógica de um futuro país”, ressalta Marcelo Cheche.</p>
<p align="left"><strong>SEMINÁRIO –</strong> Promovida pela Secult-PE, por meio da Comissão Estadual para as Comemorações do Bicentenário da Declaração de Independência do Brasil, a iniciativa reúne 38 pesquisadores e docentes de 22 universidades do Brasil, Portugal e Inglaterra, que se dedicam ao estudo do processo de independência a partir de diversas perspectivas metodológicas e teóricas, lançando luz sobre os diversos atores e dinâmicas envolvidos na trama histórica. Ao longo de três dias, os especialistas vão expor suas pesquisas e reflexões em cinco conferências e 11 mesas-redondas.</p>
<p align="left">O Seminário Internacional “Tantos Brasis, Tantas Independências: Os Diversos Sentidos da Emancipação Política Brasileira” é uma realização da Comissão Estadual para as Comemorações do Bicentenário da Declaração de Independência do Brasil, coordenada pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) para celebrar os 200 anos deste momento histórico.</p>
<p align="left">A programação segue até esta quinta-feira (31) e as atividades serão realizadas presencialmente no Museu Cais do Sertão (Bairro do Recife), com transmissão ao vivo pelo Youtube da Secult-PE/Fundarpe (<strong><a href="http://www.youtube.com/secultpe" target="_blank">www.youtube.com/secultpe</a></strong>).</p>
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		<title>Seminário promove mesa sobre a influência internacional na Independência do Brasil</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/seminario-promove-mesa-de-debate-sobre-a-influencia-internacional-na-independencia-do-brasileira/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2022 15:16:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Comissão Estadual para as Comemorações do Bicentenário da Declaração de Independência do Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[Promovido pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), o Seminário Internacional “Tantos Brasis, Tantas Independências: Os Diversos Sentidos da Emancipação Política Brasileira” teve, nesta terça-feira (29), uma importante mesa de debate sobre as influências internacionais no processo de independência do país, intitulada “Dimensões constitucionais e Direito Internacional na Independência”. A mesa contou com a presença da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_92348" aria-labelledby="figcaption_attachment_92348" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51969125252_83cc61c0b5_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-92348" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51969125252_83cc61c0b5_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A atividade foi realizada no Museu Cais do Sertão e transmitida ao vivo pelo Youtube da Secult-PE/Fundarpe (www.youtube.com/secultpe)</p></div>
<p align="left">Promovido pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), o <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/secult-pe-promove-seminario-internacional-sobre-o-bicentenario-da-independencia-do-brasil/" target="_blank"><strong>Seminário Internacional “Tantos Brasis, Tantas Independências: Os Diversos Sentidos da Emancipação Política Brasileira”</strong></a> teve, nesta terça-feira (29), uma importante mesa de debate sobre as influências internacionais no processo de independência do país, intitulada “Dimensões constitucionais e Direito Internacional na Independência”.</p>
<p align="left">A mesa contou com a presença da professora Margarida Cantarelli, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e presidente do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP); do professor Samuel Barbosa, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), que participou remotamente; e de Marcelo Casseb, professor da Universidade de Pernambuco (UPE) e vice-presidente do IAHGP, mediador do encontro.</p>
<p align="left">A atividade foi realizada no Museu Cais do Sertão e transmitida ao vivo pelo Youtube da Secult-PE/Fundarpe (<strong><a href="http://www.youtube.com/secultpe" target="_blank">www.youtube.com/secultpe</a></strong>).</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Q92KsvyyQSM" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p align="left">De acordo com Marcelo Casseb, a ideia do grito do Ipiranga configura um quadro belíssimo, mas que não passa de um fato ficcional.</p>
<p align="left">“Foi atribuído a Dom Pedro I o ato heroico de romper com Portugal, quando sabemos que isso fez parte de um longo processo, que teve sua dimensão internacional e interna prévia. A partir dessa imagem presente no quadro que eu quero jogar luz a esse processo, para que possamos analisar a dimensão constitucional do 7 de Setembro e seu impacto na constituição ou na formação da nova ordem jurídica brasileira e do império”, destacou o mediador.</p>
<p align="left">Segundo Margarida Cantarelli, a Independência do Brasil não está dissociada do contexto das relações e do direito internacional, nem se prende a uma data e a um único local.</p>
<p align="left">“O 7 de setembro de 1822 é uma data símbolo, pois muitos fatos a antecederam, e tantos outros posteriores aconteceram para que ela se consolidasse. Ao associar a Independência ao contexto internacional procuro apenas agregar visões, em nada diminuindo a importância dos fatos internos que foram e serão tratados neste seminário, como rebeliões, revoluções, influências de pessoas, grupos e instituições, que ao longo de anos e em várias partes do Brasil se empenharam na causa da Independência do Brasil”.</p>
<p align="left">“Sendo a sociedade internacional do século 19 eminentemente uma sociedade de Estados, todo o processo de um novo ente, através da independência, com o rompimento do vínculo colonial, está também inserido num contexto internacional”, observou a professora.</p>
<div id="attachment_92347" aria-labelledby="figcaption_attachment_92347" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51970415864_4a5ee6f2c0_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-92347" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51970415864_4a5ee6f2c0_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das participantes do encontro foi a professora Margarida Cantarelli, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e presidente do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP)</p></div>
<p align="left">Até o final do século 18 os EUA era o único país independente das Américas. A Revolução Haitiana, na colônia francesa de São Domingos, levou à sua independência, e em 31 de dezembro de 1803 passou a adotar o nome de Haiti, sendo o único país das Américas a conquistar a independência a partir de uma rebelião de escravizados. Além desses dois casos, todos os movimentos locais eram severamente reprimidos pelas respectivas metrópoles e não tinham êxito.</p>
<p align="left">Nos anos seguintes, a partir de 1810 a 1829, o mapa das Américas se transformaria por completo, com o surgimento de diversos Estados soberanos. “As mudanças no contexto internacional influenciaram os movimentos no continente, acentuando o que eu costumo chamar de &#8216;os ventos da liberdade e o sonho da autodeterminação&#8217;”, avalia Margarida Cantarelli.</p>
<p align="left">Na sua fala, o professor Samuel Barbosa falou sobre o processo de ruptura da antiga constituição brasileira, presente na monarquia, e a formação de uma nova, pós Independência do Brasil e durante o império.</p>
<p align="left">De acordo com o professor da USP, em 1821, foi criada por uma corte constituinte um texto normativo chamado “As bases da constituição da monarquia portuguesa&#8221;, que esboçou um dos poderes e um conjunto de garantias individuais, os tópicos centrais que definem uma constituição em sentido próprio, segundo a Declaração Francesa de 1789.</p>
<div id="attachment_92349" aria-labelledby="figcaption_attachment_92349" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51970126066_c3cc4fab27_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-92349" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/51970126066_c3cc4fab27_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Inciativa é pomovida pela Secult-PE, por meio da Comissão Estadual para as Comemorações do Bicentenário da Declaração de Independência do Brasil</p></div>
<p align="left">“As bases tiveram vigência nas partes da monarquia e continuaria em vigor depois da independência. Sua existência um dos indícios que permite perguntar sobre a crise política de natureza constituinte entre 1821 e 1822, pois a crise instalada em 1820 precipitou movimentos de desconstituição e constitucionalização, no sentido de absorver as experiências dos novos estados, a exemplo dos EUA”, explicou Samuel Barbosa.</p>
<p align="left"><strong>SEMINÁRIO –</strong> Promovida pela Secult-PE, por meio da Comissão Estadual para as Comemorações do Bicentenário da Declaração de Independência do Brasil, a iniciativa reúne 38 pesquisadores e docentes de 22 universidades do Brasil, Portugal e Inglaterra, que se dedicam ao estudo do processo de independência a partir de diversas perspectivas metodológicas e teóricas, lançando luz sobre os diversos atores e dinâmicas envolvidos na trama histórica. Ao longo de três dias, os especialistas vão expor suas pesquisas e reflexões em cinco conferências e 11 mesas-redondas.</p>
<p align="left">O Seminário Internacional “Tantos Brasis, Tantas Independências: Os Diversos Sentidos da Emancipação Política Brasileira” é uma realização da Comissão Estadual para as Comemorações do Bicentenário da Declaração de Independência do Brasil, coordenada pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) para celebrar os 200 anos deste momento histórico.</p>
<p align="left">A programação segue até esta quinta-feira (31) e as atividades serão realizadas presencialmente no Museu Cais do Sertão (Bairro do Recife), com transmissão ao vivo pelo Youtube da Secult-PE/Fundarpe (<strong><a href="http://www.youtube.com/secultpe" target="_blank">www.youtube.com/secultpe</a></strong>).</p>
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		<title>Secult-PE promove seminário internacional sobre o bicentenário da Independência do Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2022 14:36:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), por meio da Comissão Estadual para as Comemorações do Bicentenário da Declaração de Independência do Brasil, promove, entre os dias 29 e 31 de março, o Seminário Internacional “Tantos Brasis, Tantas Independências: Os Diversos Sentidos da Emancipação Política Brasileira”. As atividades serão realizadas presencialmente no Museu Cais do Sertão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="justify"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/CARD_Seminário-Bicentenário-da-Independência.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-92060" alt="CARD_Seminário Bicentenário da Independência" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/CARD_Seminário-Bicentenário-da-Independência-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p style="text-align: left;" align="justify">A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), por meio da Comissão Estadual para as Comemorações do Bicentenário da Declaração de Independência do Brasil, promove, entre os dias 29 e 31 de março, o Seminário Internacional “Tantos Brasis, Tantas Independências: Os Diversos Sentidos da Emancipação Política Brasileira”. As atividades serão realizadas presencialmente no Museu Cais do Sertão (Bairro do Recife) e terão transmissão ao vivo pelo Youtube da Secult-PE/Fundarpe (<a href="http://www.youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>www.youtube.com/secultpe</strong></a>). As inscrições são gratuitas e as vagas são limitadas. Para se inscrever, as pessoas interessadas devem entrar em contato por meio do e-mail <strong><a href="mailto:tantasindependencias@gmail.com">tantasindependencias@gmail.com</a></strong>.</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">A iniciativa reunirá 38 pesquisadores e docentes de 22 universidades do Brasil, Portugal e Inglaterra, que se dedicam ao estudo do processo de independência a partir de diversas perspectivas metodológicas e teóricas, lançando luz sobre os diversos atores e dinâmicas envolvidos na trama histórica. Ao longo de três dias, os especialistas vão expor suas pesquisas e reflexões em cinco conferências e 11 mesas-redondas.</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">O público-alvo são os docentes de história das redes públicas e privada, graduandos e pós-graduandos dos cursos de História e áreas afins, além de pesquisadores de instituições dedicadas aos estudos históricos e o público interessado no tema.</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">O seminário é uma realização da Comissão Estadual para as Comemorações do Bicentenário da Declaração de Independência do Brasil, coordenada pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) para celebrar os 200 anos deste momento histórico.</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">Para isso, a Secult-PE convocou outras instituições para a realização deste evento: Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Núcleo de Estudos do Mundo Atlântico da UFPE (NEMAtl). Além disso, a iniciativa conta com o apoio integral da Fundação de Amparo a Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Facepe).</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">O seminário surge com o objetivo de pluralizar os olhares, de verificar a existência de variada gama de personagens e projetos e de descentrar a narrativa sobre a Independência. “As discussões a respeito da Independência do Brasil se apresenta como uma ação da mais alta relevância para compreendermos a formação de nossa sociedade, uma vez que se trata de debate que toca diretamente em questões cruciais para o nosso tempo, como por exemplo, as questões das desigualdades sociais e regionais”, destaca Gilberto Freyre Neto, secretário Estadual de Cultura.</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">A direção científica do evento ficou a cargo do professor George Cabral de Souza, presidente do Instituto Histórico de Olinda (IHO) e docente do Programa de Pós-Graduação em História da UFPE.</p>
<div id="attachment_87124" aria-labelledby="figcaption_attachment_87124" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Chico Andrade/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/Cais-do-Sertão1-Chico-Andrade.jpg"><img class="size-medium wp-image-87124" alt="Chico Andrade/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/Cais-do-Sertão1-Chico-Andrade-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As atividades serão realizadas presencialmente no Museu Cais do Sertão (Bairro do Recife) e terão transmissão ao vivo pelo Youtube da Secult-PE/Fundarpe (www.youtube.com/secultpe)</p></div>
<p style="text-align: left;" align="justify">“A história da Independência do Brasil foi, quase sempre, contada a partir de uma perspectiva centrada no Rio de Janeiro, que era a sede do nascente império. No entanto, é fundamental compreender que em outras áreas da América portuguesa foram colocados projetos alternativos de independência, e até mesmo, de permanência dos laços políticos com Portugal. Em termos de projetos alternativos, Pernambuco se destaca por ter realizado uma experiência de independência na reforma de república constitucional em março de 1817, mais de cinco anos antes do Grito do Ipiranga”, destaca George Cabral de Souza.</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">Segundo o professor, em 1821, para fazer valer as determinações emanadas pelas Cortes Constitucionais estabelecidas em Lisboa após a Revolução do Porto (24/08/1820), foi preciso derrubar o último governador português, o General Luís do Rego Barreto, que governava Pernambuco com mão-de-ferro desde junho de 1817. “Os habitantes da Mata Norte iniciaram um levante armado em Goiana (em 29/08/1821) que acabou colocando o Recife em cerco e forçou o general governador a partir juntamente com as últimas tropas portuguesas aqui situadas”.</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">A data comemorativa deste fato é o 5 de outubro de 1821, conhecida como Convenção de Beberibe, pois foi nesta localidade que se fez o tratado de paz. Isso significa que, quase um ano antes do 7 de setembro, Pernambuco já estava, na prática, livre do controle de Portugal. “As pressões políticas vindas do Rio de Janeiro e o temor das elites locais de que sem a força de um governo monárquico centralizado não fosse possível manter a escravidão, acabaram levando a adesão de Pernambuco ao imperador. No entanto, essa adesão não foi monolítica e as tensões subsistentes acabaram provocando um período de grande instabilidade política que culminaram na proclamação de uma república independente em julho de 1824, a Confederação do Equador”, complementa o professor.</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">Vale destacar que colaboram com a Comissão Estadual para as Comemorações do Bicentenário da Declaração de Independência do Brasi várias outras instituições de Pernambuco, dentre elas as Secretarias Estaduais da Casa Civil; Educação e Esportes; Ciência, Tecnologia e Inovação; Turismo e Lazer; e Imprensa.</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">Além disso, participam a Procuradoria-Geral do Estado; Fundação do Patrimônio Artístico e Histórico de Pernambuco (Fundarpe); Facepe; Empresa Pernambuco de Comunicação (EPC); Empresa Pernambucana de Turismo (Empetur); Companhia Editora de Pernambuco (Cepe); Universidade de Pernambuco (UPE); UFPE; Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP); Instituto Histórico, Arqueológico e Geográfico de Goiana (IHAGGO); IHO; Academia Pernambucana de Letras (APL); Associação de Imprensa de Pernambuco (AIP); Museu da Cidade do Recife/Forte das Cinco Pontas; Gabinete Português de Leitura em Pernambuco (GPL); Prefeitura da Cidade do Recife; Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) e Grande Oriente do Brasil (GOB).</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">“O envolvimento de vários setores da sociedade nesta comissão reforça a importância deste seminário, uma ótima oportunidade para discutir questões históricas e também para compreender como o que ocorreu naquele momento continua sendo crucial para entender o nosso tempo”, pontua Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe.</p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Seminário Internacional “Tantos Brasis, Tantas Independências: Os Diversos Sentidos da Emancipação Política Brasileira”<br />
De 29 a 31 de março de 2022 (das 8h30 às 18h30)<br />
Local: Museu Cais do Sertão (Armazém 10, Av. Alfredo Lisboa, s/n, Bairro do Recife, Recife-PE)<br />
Inscrições gratuitas. Certificado para ouvintes. Vagas Limitadas.<br />
Inscrição pelo e-mail: <strong>tantasindependências@gmail.com</strong></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira a programação do Seminário Tantos Brasis, Tantas Independências: Os Diversos Sentidos da Emancipação Política Brasileira:</strong></span></p>
<p style="text-align: left;" align="left"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Terça-feira (29/03)</strong></span></p>
<p style="text-align: left;" align="left">MANHÃ</p>
<p style="text-align: left;" align="left">8h30 – Credenciamento</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Sala Pe. João Ribeiro (Auditório)<br />
9h30 &#8211; Abertura oficial</p>
<p style="text-align: left;" align="left">10h30 &#8211; Conferência I: A outra Independência.<br />
Heloisa Starling (UFMG)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">TARDE</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Sala Pe. João Ribeiro (Auditório)<br />
14h30 &#8211; Conferência II: Os direitos do homem nos projetos constitucionais da Independência: a definição dos direitos subjetivos do cidadão.<br />
Arno Wehling (IHGB/ABL)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">16h – Mesa-redonda 01: Leituras e olhares sobre a Independência<br />
Moderador: Arnaldo Martin Szlachta Júnior (UFPE)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">A visão britânica sobre o Brasil no período da transição colônia-império.<br />
Luciana Martins (Birkbeck, University of London)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Independência e representações visuais do século XIX: os nexos entre imagens e saberes sobre a formação histórica do Brasil<br />
Cecília Helena de Salles Oliveira (Museu Paulista da USP)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">As Abreviações Narrativas no Ensino de História do Brasil, uma perspectiva a partir da Didática da História.<br />
Arnaldo Martin Szlachta Júnior (UFPE)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Sala Frei Caneca</p>
<p style="text-align: left;" align="left">16h – Mesa-redonda 02: Dimensões constitucionais e Direito Internacional na Independência<br />
Moderador: Marcelo Casseb Continentino (UPE)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Independência Política ou Dependência Constitucional: percursos para elaboração da Constituição do Império<br />
Marcelo Casseb Continentino (UPE)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">A Independência do Brasil e o contexto internacional à luz do Direito.<br />
Margarida Cantarelli (UFPE/IAHGP)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">“Se revoltaram contra a Constituição actual do Estado”: contingência e indeterminação do constitucionalismo no Reino do Brasil (1821-1822)<br />
Samuel Barbosa (USP)</p>
<p style="text-align: left;" align="left"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quarta-feira (30/03)</strong></span></p>
<p style="text-align: left;" align="left">MANHÃ</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Sala Pe. João Ribeiro (Auditório)<br />
9h30 &#8211; Conferência III: A Independência do Brasil: Revolução e Contra-Revolução<br />
Carlos Guilherme Mota (USP/Mackenzie)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">10h30 &#8211; Mesa-redonda 03: Ideias políticas na Independência do Brasil<br />
Moderadora: Ana Rosa Cloclet da Silva (PUC-Campinas)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">De volta ao passado: o Seminário de Olinda e as ideias na Independência<br />
Guilherme Pereira das Neves (UFF/CNPq /IHGB)</p>
<p style="text-align: left;">A ideia de Império na independência do Brasil: herança e artefato<br />
Ana Rosa Cloclet da Silva (PUC-Campinas)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Cipriano Barata: Uma Biografia Intelectual<br />
Renato Lopes Leite (UFPR)<br />
Profa. Dra. Christiane Marques Szesz/UEPG</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Sala Frei Caneca</p>
<p style="text-align: left;" align="left">10h30 &#8211; Mesa-redonda 04: As Múltiplas Independências: cenários locais e regionais.<br />
Moderadora: Edna Maria Matos Antônio (UFS)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Adesão de Sergipe ao processo de Independência: contexto, dilemas e questões. História e historiografia.<br />
Edna Maria Matos Antônio (UFS)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">A ação dos presos políticos de 1817 na guerra de Independência do Brasil na Bahia (1821-1823).<br />
Pablo Magalhães (UFOB)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Entre revolução e autonomia: a experiência da junta de Goiana e da junta de Gervásio Pires (1821-1822) em governar Pernambuco.<br />
Josemir Camilo de Melo (UFCG)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">TARDE</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Sala Pe. João Ribeiro (Auditório)<br />
14h30 &#8211; Conferência 04: Liberais &amp; Liberais<br />
Socorro Ferraz (UFPE)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">16h – Mesa-redonda 05 – Escritos e ideias em movimento: impressos na época da Independência (1817-1824)<br />
Moderador: Luiz Carlos Villalta (UFMG)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Entrada de impressos e circulação de ideias em Pernambuco na época da Independência (1817)<br />
Gilda Verri (UFPE)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Vendem-se folhetos constitucionais: escritos de opiniões e sua circularidade entre os dois lados do Atlântico (1821-1823)<br />
Lucia Bastos Pereira das Neves (UERJ)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Apropriações da História e das Luzes em Pernambuco (1817-1822)<br />
Luiz Carlos Villalta (UFMG)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">18h30 &#8211; Lançamento de livro</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Sala Frei Caneca</p>
<p style="text-align: left;" align="left">16h &#8211; Mesa-redonda 06: As múltiplas independências: Grão-Pará e Maranhão, Espírito Santo e Minas Gerais.<br />
Moderador: Marcelo Cheche (UEMA)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">As Independências entre o Grão-Pará e o Maranhão<br />
Marcelo Cheche (UEMA)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">“Vosso santo grito Santo de Independência, ou Morte”: nem só de unidade se fez a autonomia na Província do Espírito Santo.<br />
Adriana Campos (UFES)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">O pomo da discórdia: o governo das províncias e a Independência do Brasil nas Minas Gerais (1822-1824).<br />
Renata Fernandes (UFG)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">1830 &#8211; Lançamento dos livros:<br />
- Almanaque do Brasil nos tempos da Independência, de Jurandir Malerba (Ed. Ática).<br />
- Independência do Brasil, de João Paulo Pimenta (Ed. Contexto).</p>
<p style="text-align: left;" align="left"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quinta-feira (31/03)</strong></span></p>
<p style="text-align: left;" align="left">MANHÃ</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Sala Pe. João Ribeiro (Auditório)<br />
8h30 &#8211; Mesa-redonda 07: Independências<br />
Moderador: André Heráclio do Rego (MRE/USP)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Para além das fronteiras do Grão-Pará: o peso das relações entre as províncias no xadrez da independência (1822-25)<br />
André Roberto Arruda Machado (Unifesp)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Francisco Muniz Tavares e a Independência do Brasil em Pernambuco.<br />
Fred Cândido da Silva (UFPE)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Oliveira Lima: historiador das Independências.<br />
André Heráclio do Rego (MRE/USP)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">10h30 &#8211; Mesa-redonda 08: Historiografia(s) da Independência<br />
Moderador: João Paulo Pimenta (USP)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Pernambuco entre Lisboa e o Rio e a escrita da Independência<br />
Flávio Cabral (Unicap)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Democratizando a Independência: as efemérides e a escrita da história para grandes audiências<br />
Jurandir Malerba (UFRGS)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">As guerras de independência e o mito de uma história pacífica<br />
João Paulo Pimenta (USP)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Sala Frei Caneca<br />
10h30 &#8211; Mesa-redonda 09: Agências no processo de Independência do Brasil<br />
Moderadora: Iara Lis Schiavinatto (Unicamp)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Sobre a presença, os sentidos e os usos das imagens nas independências, 1810-1830<br />
Iara Lis Schiavinatto (Unicamp)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Posicionamento político/ideológico da província de Pernambuco no processo de Independência do Brasil<br />
Maria de Lourdes Viana Lyra (IHGB)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">“Nós, que presidimos a magistratura”: a atuação dos desembargadores do Tribunal da Relação de Pernambuco no processo de Independência (1821-1822)<br />
Jeffrey Aislan de Souza Silva (UFPE)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">TARDE</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Sala Pe. João Ribeiro (Auditório)<br />
14h30 &#8211; Mesa-redonda 10: Ideais, paixões e interesses: os motores do processo de nossa Independência<br />
Moderadora: Isabel Lustosa (CHAM/Universidade Nova de Lisboa)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Que Independência foi essa?<br />
Isabel Lustosa (CHAM/Universidade Nova de Lisboa)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Portugueses, Brasileiros natos, brasileiros adotivos e outras identidades de fronteira: questões e divergências no processo de Independência.<br />
Bruno Dornelas Câmara (UPE-Garanhuns)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Por mares tantas vezes navegados: Pedro de Araújo Lima e Holanda Cavalcanti entre Pernambuco e o Atlântico nas décadas de 1810 e 1820.<br />
Paulo Cadena (Unicap)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Sala Frei Caneca<br />
14h30 &#8211; Mesa-redonda 11: Memória, Pensamento e Educação<br />
Moderadora: Maria Celi Chaves Vasconcelos (Proped/UERJ)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">O IHGB, a memória da Independência e o “tribunal da posteridade”<br />
Lúcia Maria Paschoal Guimarães (UERJ/IHGB)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">A Teologia da Ilustração e o Seminário de Olinda<br />
Antônio Jorge Siqueira (UFPE)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Mulheres educadas nas primeiras décadas do oitocentos: a imperatriz Leopoldina e as cartas que decidiram a independência do Brasil<br />
Maria Celi Chaves Vasconcelos (Proped/UERJ)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">Sala Pe. João Ribeiro (Auditório)<br />
18h &#8211; Conferência V: Escravidão, tráfico atlântico e os caminhos da Independência do Brasil: o caso de Pernambuco.<br />
Marcus Carvalho (UFPE)</p>
<p style="text-align: left;" align="left">18h15 &#8211; Encerramento</p>
<p style="text-align: left;" align="left">
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