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	<title>Portal Cultura PE &#187; Companhia Editora de Pernambuco (CEPE)</title>
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		<title>Cepe e Secult-PE juntas para debater a representação feminina na literatura</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2021 17:31:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A nova edição do Conexões Literárias, programa virtual da Cepe Editora com a Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), leva ao público debate sobre a representação feminina na literatura. Intitulada A mulher por trás da história, a live será realizada nesta terça-feira (30), às 19h, nos canais da Cepe e da Secult-PE no YouTube. O bate-papo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A nova edição do Conexões Literárias, programa virtual da Cepe Editora com a Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), leva ao público debate sobre a representação feminina na literatura. Intitulada A mulher por trás da história, a <i>live</i> será realizada nesta terça-feira (30), às 19h, nos canais da Cepe e da Secult-PE no YouTube. O bate-papo é conduzido pela poeta e artista plástica Jussara Salazar, a escritora e contadora de histórias Kemla Baptista e a jornalista Michelle de Assumpção, autora do livro &#8220;Lia de Itamaracá: Nas Rodas da Cultura Popular&#8221; (Cepe-2020).</p>
<p>“<em>A literatura e também a arte, a vida profissional e a cidadania, até, por muito tempo, foi um terreno proibido às mulheres e praticado (por elas) de modo subterrâneo. Não apenas como objetificação no papel de musa, mas pelo esvaziamento da ideia de que as mulheres podiam expressar e produzir conteúdo e trabalho”</em>, declara Jussara Salazar, uma das vencedoras do 6º Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura, com o livro O dia em que fui Santa Joana dos Matadouros (Cepe-2020).</p>
<p>Pernambucana radicada em Curitiba (PR), Jussara Salazar afirma que, apesar das conquistas femininas, ainda há muito machismo nas áreas de literatura e arte. “Observe grandes prêmios e listas de livros”, destaca. <em>“A presença das mulheres hoje no mundo, e também na literatura, traz consigo uma abordagem do feminino e suas lutas de modo natural e não apenas forjado pela ideia de que ‘agora eu posso’. Defendo o pertencimento às ideias e a essa produção como uma construção que, embora pareça nova, é muito antiga, tão ancestral e necessária como se sempre houvesse existido, o que de fato é a realidade”</em>, avalia a escritora.</p>
<p>Ao falar sobre limites para mulheres na literatura e como valorizar a literatura de autoria feminina, ela ressalta: “O limite para as mulheres na literatura não depende de sermos apenas leitoras, e muitas vezes leitoras de literatura feita por homens. Não há limites, há um processo histórico viciado que deve ser combatido na estrutura. Para isso é preciso ler mulheres. E foi muito pela literatura que o machismo se fortaleceu, não? Então, literatura é espelho, é onde se dá voz, se ganha ressonância. Ler mulheres. Muito”, reforça Salazar. Aperte o <em>play</em> e confira:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/LUU-RZiLs58" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><b>Serviço</b></span><br />
Conexões Literárias &#8211; Live A mulher por trás da história<br />
Participantes: Jussara Salazar (poeta), Kemla Baptista (escritora e contadora de histórias) e Michelle de Assumpção (jornalista)<br />
30 de março, 19h<br />
Canais da Cepe (bit.ly/canalcepe) e da Secult-PE (youtube.com/SecultPE) no Youtube</p>
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		<title>Autores vencedores do Prêmio Hermilo Borba Filho debatem em live com editor da Cepe</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2020 15:36:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A segunda live de apresentação dos livros vencedores do Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura, nesta terça-feira (22), brindou a audiência com um bate-papo tão amplo quanto pode ser o processo criativo de um escritor. João Paulo Parisio e Luís Serguilha abordaram temas que variaram da filosofia à física quântica para falar sobre seus livros [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/1Qg_l9jjmdE" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A segunda <i>live</i> de apresentação dos livros vencedores do Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura, nesta terça-feira (22), brindou a audiência com um bate-papo tão amplo quanto pode ser o processo criativo de um escritor. João Paulo Parisio e Luís Serguilha abordaram temas que variaram da filosofia à física quântica para falar sobre seus livros (Retrocausalidade e Hamartia, respectivamente), na conversa mediada pelo editor das obras ganhadoras da premiação, Diogo Guedes, da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). O encontro aconteceu no YouTube da Secult-PE.</p>
<p>Diogo Guedes começou a transmissão destacando a variedade das obras vencedoras desta edição do Prêmio Hermilo Borba Filho. “São obras maravilhosas, que passam pelos três gêneros literários e cada uma realmente muito particular nas formas de abordagem. Não é um clichê. Até nos pontos de contato são muito fascinantes”, pontuou.</p>
<p>“Hamartia é um livro de poesia, mas em prosa. Traz, o tempo todo, um fluxo poético e também filosófico, o que é uma característica da escrita de Serguilha. Com personagens poéticos que estão sempre em uma mutação paradoxal, se desdobrando em outra coisa”, discorreu. “Retrocausalidade é um romance com uma trama que Maria das Graças, uma mãe que quer comprovar que o filho morreu e que é atendida em um órgão público por um funcionário que é órfão. São duas pessoas em situações contrárias se encontrando e, a partir daí, começa a acontecer a recriação do passado. É um livro resumível facilmente, límpido e reflexivo”, analisou Diogo Guedes.</p>
<p>Com a conversa avançando em direção ao processo criativo, à forma dos livros e ao estilo barroco em que ambos parecem ser apresentados, Parisio falou um pouco sobre como ele próprio enxerga Retrocausalidade. “É um livro que faz questão de contar uma história de uma velha maneira, mas tenta subverter esse mesmo princípio, tanto de uma forma diegética, ou seja, no corpo do texto, como de uma forma metalinguística, que salta para fora do texto e evidencia ele próprio”.</p>
<p>Sobre o título do livro, que inicialmente era Quimera, o autor explicou que a inspiração para o segundo nome teve a ver com a convivência com os irmãos cientistas. Retrocausalidade é um conceito presente na física quântica que trata sobre a possibilidade de um experimento inverter a causalidade, em que a causa precede o efeito. “Eu percebi que o nome Quimera tinha uma carga de significado para mim, mas isso não mudava o lugar-comum que ele representava. Então fui buscar outros nomes e percebi que o conceito de retrocausalidade era uma constante nesse livro”, explicou.</p>
<p>Serguilha continuou a reflexão comentando o aspecto barroco de sua produção literária. “Ninguém consegue produzir arte e poesia sem compreender a natureza. Eu vejo a literatura como uma marchetaria, essa técnica que dobra e desdobra, com conexões intermináveis que tem a ver com esse conceito de barroco. E os críticos que consideram minha arte barroca não a consideram nem barroco ibérico nem barroco da América do Sul. É outro barroco. Talvez inclassificáveis, segundo eles”, disse o autor de Hamartia, lembrando sua origem portuguesa.</p>
<p>Sobre o Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura, João Paulo Parisio, que nunca tinha publicado um romance, falou que ter Retrocausalidade escolhido como um dos vencedores foi o empurrão que faltava para dar esse passo na própria trajetória. Segundo ele, mostrou que as possibilidades criativas são infinitas e surpreendentes. “Lembrando Caetano, posso dizer que onde queres o clássico, sou o anticlássico, onde queres realista, sou fantástico, onde queres objetivo, sou barroco”.</p>
<p>Serguilha finalizou: “Toda a força poética e literária tem um ritmo contagiante que arrasta corpos e partículas. Não é possível tentar construir arte fora do ritmo. O ritmo é um desencadeador de afeições que vai te desviar daquilo que predomina na atualidade. O ritmo vai destruir qualquer origem e qualquer finalidade, vai estimular o pensamento, vai exacerbar a vida. Esses textos em composição transbordantes vão nos forçar a sair de nossos limites. O nosso corpo, como leitor ou como autor, vai extravasar”.</p>
<p><strong>PREMIAÇÃO</strong> - Nessa 6ª edição, o Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura contou com a participação de 162 obras inscritas. O julgamento foi realizado em duas etapas, sendo a segunda a escolha dos vencedores entre 17 finalistas, dos mais diferentes gêneros literários. Os primeiros lugares de cada prêmio recebem R$ 10 mil; os segundos, R$ 5 mil e o Grande Prêmio, R$ 20 mil.</p>
<p>Os títulos vencedores foram publicados pela Cepe Editora com tiragem de 1.200 exemplares, enquanto que os segundos colocados contam com 800 exemplares. A título de direito autoral, cada vencedor ficará com trezentos exemplares do livro e os segundos colocados, 200 exemplares cada.</p>
<p><b>TRANSMISSÕES</b> - Quem quiser conhecer melhor as outras obras premiadas, pode assistir às gravações da apresentação dos autores ocorrida na quarta-feira (16/12) e da cerimônia de lançamento das obras (15/12), também disponíveis no canal da Secult-PE/Fundarpe no Youtube (<a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank"><b>youtube.com/secultpe</b></a>).</p>
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		<title>Cida Pedrosa vence o 62º Prêmio Jabuti com livro de poesia editado pela Cepe</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2020 17:29:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O livro Solo para vialejo da poeta pernambucana Cida Pedrosa, traz o ineditismo de ser o primeiro título pernambucano eleito Livro do Ano pelo Prêmio Jabuti, desde a criação da categoria, em 1991. Publicado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), o poema épico-lírico, de 128 páginas, narra o retorno de Cida  às origens, numa viagem do mar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_80212" aria-labelledby="figcaption_attachment_80212" class="wp-caption img-width-578 alignnone" style="width: 578px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/cida-pedrosa-divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-80212" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/cida-pedrosa-divulgação-578x486.jpg" width="578" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Solo para vialejo&#8221; é um poema épico-lírico que narra as origens da autora, numa viagem do mar ao Sertão</p></div>
<p>O livro <i>Solo para vialejo</i> da poeta pernambucana Cida Pedrosa, traz o ineditismo de ser o primeiro título pernambucano eleito Livro do Ano pelo Prêmio Jabuti, desde a criação da categoria, em 1991. Publicado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), o poema épico-lírico, de 128 páginas, narra o retorno de Cida  às origens, numa viagem do mar ao Sertão.<em> “Solo para Vialejo é o meu Canto Geral (referência  a uma das obras mais importantes sobre os povos da América e suas lutas, escrito pelo poeta chileno Pablo Neruda)”</em>, disse a autora.</p>
<p>A Câmara Brasileira do Livro (CBL), que promove o evento, entregou duas estatuetas na cerimônia do 62º Prêmio Jabuti, uma à Cepe Editora e outra à autora. Cida também foi agraciada com o valor de R$ 100 mil pela escolha de sua obra como Livro do Ano, título que venceu ainda na categoria Poesia, na qual concorria.</p>
<p><em>“Solo para Vialejo é minha entrega total à literatura. É minha grande viagem de volta à Bodocó (cidade em que nasceu, no Sertão do Araripe) e a mim mesma. A Cepe está construindo um belo trabalho de grande importância para os escritores de Pernambuco e de fora do Estado. É um trabalho de resistência”,</em> ressalta.</p>
<p>Para o presidente da Cepe, Ricardo Leitão, o anúncio feito na cerimônia virtual da 62ª edição do Prêmio Jabuti, realizada nesta última quinta-feira (26), tem um significado especial. <em>“É uma grande alegria para a Cepe, uma editora pública e fora do eixo do Sudeste, ter uma publicação premiada pelo Jabuti. Apesar de Cida Pedrosa ser uma poeta que nunca saiu de Pernambuco, ela conseguiu transformar sua poesia em uma temática internacional. O prêmio é um reconhecimento ao grande talento dela. À editora só coube colocar nas páginas do livro o seu grande dom”</em>, destaca.</p>
<p>Tanto o lançamento quanto a premiação de <i>Solo para Vialejo </i>aconteceram em datas especiais para Cida. Foi publicado pela Cepe em 18 de outubro de 2019, no dia do aniversário da escritora. E, nesta quinta-feira (26), ela comemorava o aniversário de 23 anos do filho Vladimir Pedrosa (estudante de medicina e também poeta), quando teve a obra premiada pelo Jabuti.</p>
<p>O título traz referências estéticas da poesia moderna à cultura pop. Trata-se de uma viagem de retorno às memórias da escritora que recorda a diáspora ancestral do negros e negras, índios e índias, homens e mulheres oprimidos que saíram do litoral para o Sertão após a devastadora chegada dos brancos.</p>
<p><strong>SOBRE A AUTORA -</strong> Aos 56 anos, Cida Pedrosa acaba de ser eleita vereadora do Recife pelo PcdoB. Foi uma das militantes do Movimento de Escritores Independentes de Pernambuco e titular das secretarias da Mulher e do Meio Ambiente na capital pernambucana. Nasceu na cidade de Bodocó, Sertão do Araripe, de onde saiu aos 14 anos, em 1978, para morar no Recife. Dos seus dez livros publicados <i>Solo para Vialejo</i> (2019) é o segundo editado pela Cepe. O primeiro foi Gris (2018).</p>
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		<title>Literatura fantástica dá o tom do último dia do Circuito Cultural Digital de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2020 19:47:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Não me empurre para os perdidos]]></category>
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		<description><![CDATA[O Circuito Cultural Digital de Pernambuco está chegando ao fim e o ponto alto do evento literário será o lançamento do livro da Cepe Editora &#8220;Não me empurre para os perdidos&#8221;, de Maurício Melo Júnior. A live será nesta sexta-feira (13), às 19h, com mediação da jornalista e crítica literária Gianni Paula de Melo. A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_79904" aria-labelledby="figcaption_attachment_79904" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/Maurício-de-Albuquerque-Melo-Júnior.jpg"><img class="size-medium wp-image-79904" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/Maurício-de-Albuquerque-Melo-Júnior-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Maurício Melo Júnior lança nesta sexta-feira (13), às 19h, seu livro &#8220;Não me empurre para os perdidos&#8221;</p></div>
<p>O Circuito Cultural Digital de Pernambuco está chegando ao fim e o ponto alto do evento literário será o lançamento do livro da Cepe Editora &#8220;Não me empurre para os perdidos&#8221;, de Maurício Melo Júnior. A <em>live</em> será nesta sexta-feira (13), às 19h, com mediação da jornalista e crítica literária Gianni Paula de Melo. A programação do dia abrange ainda uma variedade de temas: das atividades infantis a lives sobre xilogravura e cordel. O evento é uma realização da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), com curadoria da Fundação Gilberto Freyre. A última edição do ano está agendado para acontecer de 8 a 11 de dezembro.</p>
<p>A narrativa de Maurício Melo Júnior se passa em Pernambuco, na década de 1920. Qualquer recifense ligado em sua própria história reconhece lugares e fatos icônicos do período, enriquecido por supostos diálogos do protagonista da trama, o escritor F., com intelectuais da época. Provavelmente a misteriosa identidade de F. é uma referência ao escritor tcheco Franz Kafka.</p>
<p>Na agenda, a literatura fantástica também ganha força com a participação do escritor, roteirista e dramaturgo André Vianco. O convidado é considerado um dos mais renomados autores do gênero no Brasil. A live &#8220;Fantasia e terror à brasileira&#8221;, com o autor do best-seller &#8220;Os sete&#8221;, será às 17h, mediada pelo jornalista Renato Mota.</p>
<p>Neste bate-papo André falará sobre sua trajetória, como elabora seus personagens e cria as narrativas de suas histórias fantásticas, de terror e suspense.</p>
<p>Mas os destaques do dia começam logo pela manhã, às 11h, com bate-papo sobre &#8220;Xilogravura e Cordel&#8221;, o encontro da rima com o entalhe. Dessa discussão, participarão a poeta e ilustradora de livros infantis e juvenis Nireuda Longobardi, e o poeta e cordelista Marcelo Soares.</p>
<p>De acordo com a mediadora, Érica Montenegro, poeta e mestra em ciências da linguagem, a conversa terá como eixo a relação do poema com a xilogravura e os espaços em que a xilogravura se coloca hoje, além do cordel. Também estará na pauta do encontro a substituição de alguns tipos de xilogravuras pelas formas digitais, assim como a saída dos artistas do Nordeste para outros Estados.</p>
<div id="attachment_78013" aria-labelledby="figcaption_attachment_78013" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/sarau-em-pasargada-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-78013" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/sarau-em-pasargada-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-1-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A gestora do Espaço Pasárgada, Marília Mendes, vai comandar a live &#8220;A poesia das coisas&#8221;, que contará com a participação de Mariana Félix e Akapoeta</p></div>
<p>Às 15h, a gestora do Espaço Pasárgada, Marília Mendes, conversará com a escritora e militante feminista Mariana Félix e Akapoeta, que publica seus versos no Instagram e tem mais de 1 milhão de seguidores. O título instigante da live promete: &#8220;A poesia das coisas&#8221;. A mediadora fará associações com poetas que têm o poder de extrair poesia das coisas, sobretudo as mais simples, como João Cabral de Melo Neto, Manuel Bandeira e Manoel de Barros.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
O conteúdo das lives poderá ser acessado no Portal do Circuito: www.circuitoculturaldepernambuco.com.br. Confira a programação desta sexta-feira, 13 de novembro, último dia do evento:</p>
<p><strong>8h30 -</strong> Ler, muito prazer!<br />
Exibição de vídeos de experiências de leitura de crianças na primeira e segunda infância</p>
<p><strong>9h -</strong> Senta, que lá vem história!<br />
Contação de história do livro Além da Lenda, de Bruno Antônio, Erickson Marinho e Ulisses Brandão. Contação de Joanah Flor</p>
<p><strong>10h -</strong> Oficina infantil História de Pano, com Samantha Pimentel</p>
<p><strong>11h -</strong> Bate-papo ao vivo: Xilogravura e cordel, o encontro da rima com o entalhe. Participação da poeta Nireuda Longobardi e do poeta Marcelo Soares, com mediação de Érica Montenegro</p>
<p><strong>12h -</strong> Prazer de Ler<br />
Exibição de vídeos de experiências de leitura de jovens e adultos</p>
<p><strong>13h -</strong> Circuito em conexão<br />
Atrações oferecidas pelos parceiros do Circuito Cultural Digital de Pernambuco</p>
<p><strong>14h -</strong> Por dentro do livro (Café cultural)<br />
Processo de criação do livro Tereza Costa Rêgo: uma mulher em três tempos (Cepe), de Bruno Albertim. Conversa entre o autor e Sofia Lucchesi</p>
<p><strong>15h -</strong> Bate-papo ao vivo: A poesia das coisas<br />
Participação de Mariana Félix e Akapoeta, com mediação de Marília Mendes</p>
<p><strong>16h -</strong> Show infantil com a Banda Mini Rock</p>
<p><strong>17h -</strong> <em>Live</em> &#8220;Fantasia e terror à brasileira&#8221;<br />
Conversa com o escritor André Vianco e apresentação de Renato Mota</p>
<p><strong>18h -</strong> Cinema no Circuito<br />
Sebá &#8211; face das artes, curta-metragem de Robson Santos. Todas as faces do Sebastião Alves, mais conhecido como Mestre Sebá</p>
<p><strong>19h -</strong> Lançamento &#8211; Ao vivo (Café Cultural)<br />
Não me empurre para os perdidos (Cepe), de Maurício Melo Júnior. Conversa entre o autor e a jornalista Gianni Paula de Melo</p>
<p><strong>20h -</strong> Sarau musical<br />
Enraizado, com Ciel Santos</p>
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		</item>
		<item>
		<title>HQs lançadas pela Cepe são finalistas do 32º Troféu HQ Mix</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2020 22:29:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Troféu HQ Mix]]></category>

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		<description><![CDATA[Os dois livros de história em quadrinho que inauguraram o Selo HQ da Cepe Editora, em 2019, são finalistas da 32ª edição do Troféu HQ Mix.  Polinização concorre à categoria Desenhista Nacional, com o artista plástico Cavani Rosas, e O Obscuro Fichário dos Artistas Mundanos disputa as categorias Edição Especial Nacional (Cepe) e Novo Talento [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_78956" aria-labelledby="figcaption_attachment_78956" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/hqs-cepe-finalistas-prêmio.jpg"><img class="size-medium wp-image-78956" alt="Cepe/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/hqs-cepe-finalistas-prêmio-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;O Obscuro Fichário dos Artistas Mundanos&#8221; e &#8220;Polinização&#8221; marcam a estreia do Selo HQ da Cepe Editora</p></div>
<p dir="ltr">Os dois livros de história em quadrinho que inauguraram o Selo HQ da Cepe Editora, em 2019, são finalistas da 32ª edição do Troféu HQ Mix.  <strong>Polinização</strong> concorre à categoria Desenhista Nacional, com o artista plástico Cavani Rosas, e <strong>O Obscuro Fichário dos Artistas Mundanos</strong> disputa as categorias Edição Especial Nacional (Cepe) e Novo Talento &#8211; Desenhista, com o artista plástico Greg, um dos ilustradores do álbum.</p>
<p dir="ltr">Em 2020, 1.162 trabalhos foram inscritos no prêmio e a lista dos indicados, divulgada nesta terça-feira (29), contempla cerca de dez obras em cada uma das 32 categorias. Os vencedores serão conhecidos durante cerimônia on-line a ser realizada em 12 de dezembro próximo nas redes sociais do Sesc, entidade que apoia a iniciativa. Eles serão escolhidos numa votação nacional feita por desenhistas de HQ e de humor gráfico.</p>
<p dir="ltr"><em>&#8220;O selo Cepe HQ surgiu da vontade de publicar mais obras em quadrinhos, uma linguagem que sempre buscou e mereceu mais espaço em Pernambuco (e no Brasil). Essas indicações no Troféu HQ Mix são um reconhecimento do talento dos artistas &#8211; veteranos ou emergentes no cenário dos quadrinhos &#8211; e das obras que publicamos, e é uma alegria ver os dois primeiros livros do selo recebendo esse destaque nacional mais do que merecido&#8221;</em>, declara o jornalista e editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<p dir="ltr">Com 115 páginas coloridas, <strong>O Obscuro Fichário dos Artistas Mundanos</strong> é o primeiro título lançado pelo Selo HQ da Cepe e traz quatro histórias baseadas em fatos reais ocorridos durante a ditadura de Getúlio Vargas. A publicação, roteirizada por Clarice Hoffmann e Abel Alencar, é ilustrada pelos artistas plásticos Maurício Castro, Paulo do Amparo, Greg e Clara Moreira. Este ano, o livro entrou na lista dos dez melhores quadrinhos publicados no Brasil, segundo o Prêmio Grampo 2020, conferido por jornalistas e críticos especializados no segmento literário.</p>
<p dir="ltr"><strong>Polinização</strong> tem 87 páginas e é a primeira <em>graphic novel</em> do jornalista e crítico de arte Júlio Cavani (roteiro) e de seu pai, o artista plástico Cavani Rosas (desenhos). O projeto foi construído ao longo de uma década e traz, em quase duzentos quadrinhos desenhados e escritos a bico de pena, temáticas como liberdade individual, legalização de substâncias consideradas ilícitas, respeito às culturas de povos tradicionais, repressão política e policial, entre outras questões.</p>
<p dir="ltr">Por tradição, o Prêmio HQ Mix presta homenagem a um personagem brasileiro de história em quadrinho, com o Troféu do Ano. Na edição 2020, quem recebe a homenagem é Radical Chic, criada pelo cartunista carioca Miguel Paiva.</p>
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		<title>Cepe Editora lança biografia do cineasta Celso Marconi</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2020 13:35:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Cepe Editora lançará na próxima sexta-feira (21), em live no seu canal no YouTube, a biografia do jornalista, crítico, professor, programador, curador cinematográfico e cineasta Celso Marconi. Celso, que completará 90 anos de idade no domingo (23), tem trajetória de vida intrinsecamente ligada ao cinema e à formação de gerações de cinéfilos e cineastas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_78179" aria-labelledby="figcaption_attachment_78179" class="wp-caption img-width-323 alignright" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/Capa-CelsoMarconin-Colecao-Perfil.jpg"><img class="size-medium wp-image-78179 " alt="Cepe/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/Capa-CelsoMarconin-Colecao-Perfil-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O livro é o quinto da coleção Perfis, que biografa a vida de grandes personalidades pernambucanas</p></div>
<p>A Cepe Editora lançará na próxima sexta-feira (21), em live no <a href="https://www.youtube.com/channel/UCI9qcytTbfViq_vr7igY6VQ" target="_blank"><strong>seu canal no YouTube</strong></a>, a biografia do jornalista, crítico, professor, programador, curador cinematográfico e cineasta Celso Marconi. Celso, que completará 90 anos de idade no domingo (23), tem trajetória de vida intrinsecamente ligada ao cinema e à formação de gerações de cinéfilos e cineastas em Pernambuco. O livro <em>Celso Marconi, o senhor do tempo</em>, quinto título da Coleção Perfis, leva a assinatura do também jornalista, professor, escritor e realizador Luiz Joaquim. A live começará às 17h30 e contará com a participação do autor, do biografado e do editor da Cepe, Diogo Guedes, na mediação da conversa.</p>
<p>Considerado o mais longevo crítico de cinema em atividade no Brasil, Celso Marconi de Medeiros Lins, recifense nascido no Poço da Panela, que um dia pensou em ser médico, se preparou para cursar Direito e mergulhou na Filosofia, se mantém em plena atividade há 66 anos ininterruptos.</p>
<p>Tempo marcado por vigorosa contribuição, em várias frentes, que sempre convergiu para a democratização do acesso ao cinema. <em>“Formidável é também conhecer a trajetória de Celso Marconi ao longo das quase sete décadas [...] e entender que sua bandeira seguiu flamulando, coerentemente, sob o mesmo vento que sopra a ideia do cinema brasileiro como uma arte popular, para o povo e sobre o povo”</em>, destaca o autor no livro.</p>
<p>Celso Marconi, o senhor do tempo é a primeira biografia de Luiz Joaquim. Autor de Cinema brasileiro nos jornais (Editora Massangana, 2018), ele levou 11 meses em um profundo mergulho no universo pessoal e profissional de Celso Marconi para revelá-lo a partir de extensa pesquisa em livros e acervos jornalísticos, depoimentos de familiares, amigos, colegas de profissão e do próprio biografado.</p>
<p><em>“A experiência foi excitante, e não apenas do ponto de vista intelectual (pela erudição que Celso carrega com ele), mas também por me pôr à prova para tocar um projeto tão valioso em termos pessoais para o biografado &#8211; que tanto admiro &#8211; e para mim. O leitor, claro, também estava nesse horizonte. A ele me propus entregar um material sedutor, rico e, em vários sentidos, inspirador e revelador sobre a trajetória e importância de Celso”</em>, revela Luiz Joaquim.</p>
<p>Em 167 páginas e com fotos do acervo pessoal, o livro evidencia marcos da vida de Celso Marconi, referenciando-os a fatos históricos e cotidianos da cidade, do país e do mundo. Entre tantos balizadores, a infância impactada pela morte da mãe; os sucessivos lares (e cidades) em que viveu sob a guarda de parentes; a adolescência de menino tímido que viu o mundo se revelar em tardes de leituras (Charles Dickens, Dostoievski, Jorge Amado); o envolvimento com a cena cultural recifense (que nos anos 1950 já buscava ressignificar o cinema); a generosa amizade com Jomard Muniz de Brito; as tantas colaborações para a cultura e para o audiovisual; a carreira jornalística estelar; os anos de chumbo e os novos espaços ocupados num mundo essencialmente digital.</p>
<p>Luiz Joaquim acredita que o título chega para reparar lacunas. <em>“Entre os vários méritos que o livro resgata a Celso está a sua contribuição na formação de dezenas (ou centenas) de milhares de interessados por arte no Estado. E não apenas como um jornalista cuja proposta era difundir e promover reflexão sobre esse campo &#8211; e sempre com um pé (ou os dois) fincado(s) na responsabilidade social da arte-, mas também como curador e programador de cinema. Junto a Fernando Spencer (que também carece de uma biografia), Celso sedimentou no morador do Grande Recife, dos anos 1950 aos 2000, o hábito de sair de casa para ver e debater um filme autoral e, assim, afinar sua personalidade com o que havia de melhor no mundo. E isso não é pouco”</em>, conta.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre o autor</strong></span><br />
Jornalista e mestre em comunicação, Luiz Joaquim atuou como repórter e crítico de cinema no Jornal do Commercio (Recife, 1997-2001) e na Folha de Pernambuco (2004- 2015). Coordenou o Cinema da Fundação Joaquim Nabuco entre 2001 e 2017. Atualmente é responsável pelo bacharelado em Cinema e Audiovisual da Uniaeso e vice-presidente da Associação Brasileira de Críticos de Cinema. Criador e editor do site <a href="https://www.cinemaescrito.com/" target="_blank"><strong>cinemaescrito.com</strong></a>, também dirigiu os curtas-metragens Eiffel (2008) e O homem dela (2010).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live de lançamento do livro <em>Celso Marconi, o senhor do tempo</em>, com  a participação de Luiz Joaquim, Celso Marconi e Diogo Guedes<br />
Quando: 21 de agosto (sexta-feira), às 17h30<br />
Onde: Canal da Cepe no Youtube (<a href="https://www.youtube.com/channel/UCI9qcytTbfViq_vr7igY6VQ" target="_blank"><strong>www.youtube.com/watch?v=tHCBSwwWfkk</strong></a>)<br />
Preço do livro: R$ 40 (impresso) e R$ 12 (e-book).</p>
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		<title>Divulgado o resultado do 8º Prêmio Naíde Teodósio de Estudos de Gênero</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2015 17:25:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[8º Prêmio Naíde Teodósio de Estudos de Gênero]]></category>
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		<description><![CDATA[Com 1.028 trabalhos inscritos, a Secretaria da Mulher de Pernambuco divulgou na última quarta-feira (5), o resultado da 8ª edição do Prêmio Naíde Teodósio de Estudos de Gênero. Foram selecionados 28 trabalhos, em modalidades como redações do ensino médio e ensino técnico subsequente, artigos científicos de graduação e pós-graduação, projeto de experiência pedagógica e roteiro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Premio-Naide-Teodosio-de-Estudos-de-Genero.jpg"><img class="wp-image-28822 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Premio-Naide-Teodosio-de-Estudos-de-Genero.jpg" width="297" height="187" /></a>Com 1.028 trabalhos inscritos, a Secretaria da Mulher de Pernambuco divulgou na última quarta-feira (5), o resultado da 8ª edição do Prêmio Naíde Teodósio de Estudos de Gênero. Foram selecionados 28 trabalhos, em modalidades como redações do ensino médio e ensino técnico subsequente, artigos científicos de graduação e pós-graduação, projeto de experiência pedagógica e roteiro para documentário digital de curta-metragem.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira <strong><a title="AQUI" href="http://www.cultura.pe.gov.br/w" target="_blank">AQUI</a></strong> os vencedores desta 8ª edição, que fez parte das comemorações pelo centenário de nascimento da médica, ativista política e pesquisadora Naíde Teodósio. O julgamento foi realizado no período de 27 a 31 de julho, pela Gerência de Formação em Gênero da Secretaria da Mulher de Pernambuco.</p>
<p style="text-align: justify;">A premiação é fruto da parceria realizada entre a Secretaria de Educação (SEE), a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTECI), a Secretaria de Planejamento e Gestão (SEPLAG), a Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (FACEPE), a Companhia Editora de Pernambuco (CEPE), a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (FUNDARPE), Fundação Joaquim Nabuco (FUNDAJ) e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE).</p>
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