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	<title>Portal Cultura PE &#187; Companhia Editora de Pernambuco</title>
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		<title>Governo de Pernambuco realiza solenidade de doação de kits literários na Biblioteca Pública do Estado</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 19:32:56 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123321" aria-labelledby="figcaption_attachment_123321" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_7357.JPG.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123321" alt="Fotos: Simon Filmes/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_7357.JPG-607x367.jpeg" width="607" height="367" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Simon Filmes/Secult-PE</p></div>
<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), realiza na próxima terça-feira (17), às 16h, na Biblioteca Pública do Estado, no Recife, a ‘Solenidade de Doação de Kits Literários’, com a presença da vice-governadora Priscila Krause. A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à produção literária pernambucana, democratizar a circulação de títulos publicados no estado, valorizar autores locais e fortalecer as bibliotecas públicas como espaços estratégicos de formação cultural e cidadã.</p>
<p dir="ltr">Ao todo, serão destinados 140 kits literários, compostos por obras vencedoras do Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura – responsável por reconhecer talentos de todas as regiões do Estado –, títulos contemplados pelo Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) e publicados pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), editora vinculada à Secretaria da Casa Civil.</p>
<p dir="ltr">“Essa ação ajuda a fazer a literatura pernambucana circular mais e reforça o compromisso da gestão da governadora Raquel Lyra com a democratização do acesso ao livro, a valorização da nossa produção literária e a sua diversidade, além do fortalecimento das bibliotecas públicas como espaços de conhecimento, cultura e cidadania”, destaca a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<div id="attachment_123323" aria-labelledby="figcaption_attachment_123323" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_7358.JPG.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123323" alt="A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à produção literária pernambucana, democratizar a circulação de títulos publicados no estado, valorizar autores locais e fortalecer as bibliotecas públicas como espaços estratégicos de formação cultural e cidadã. " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_7358.JPG-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à produção literária pernambucana, democratizar a circulação de títulos publicados no estado, valorizar autores locais e fortalecer as bibliotecas públicas como espaços estratégicos de formação cultural e cidadã.</p></div>
<p dir="ltr">Em consonância com o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), a solenidade ainda integra um conjunto de ações estruturantes do Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (PELLLB), instituído pela Lei nº 16.991/2020 – Lei Suzana Timóteo, que estabelece diretrizes para a promoção do acesso ao livro, o estímulo às práticas leitoras e o fortalecimento do sistema de bibliotecas públicas no estado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><em>&gt; Serviço</em></p>
<p dir="ltr"><strong>Solenidade de Doação de Kits Literários</strong></p>
<p dir="ltr">Data: 17 de março de 2026</p>
<p dir="ltr">Horário: 16h</p>
<p dir="ltr">Local: Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco I R. João Líra, s/n &#8211; Santo Amaro, Recife &#8211; PE</p>
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		<title>Livro da Cepe ganha edição em polonês</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 13:57:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; O livro As memórias de Krzysztof Arciszewski (1630-1637): um polonês a serviço da Companhia das Índias Ocidentais no Brasil, lançado pela Cepe Editora, ganhará uma edição polonesa. O lançamento acontecerá no dia 3 de setembro, em Posnânia, cidade natal do militar Arciszewski, que assim como o conde Maurício de Nassau foi um importante personagem [...]]]></description>
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<div id="attachment_119065" aria-labelledby="figcaption_attachment_119065" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-11-at-10.53.56.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119065" alt="Da esquerda para a direita:  Bruno Miranda, a cônsul Marta Olkowska e Lucia Xavier. Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-11-at-10.53.56-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda para a direita: Bruno Miranda, a cônsul Marta Olkowska e Lucia Xavier. Foto: Divulgação</p></div>
<p>O livro As memórias de Krzysztof Arciszewski (1630-1637): um polonês a serviço da Companhia das Índias Ocidentais no Brasil, lançado pela Cepe Editora, ganhará uma edição polonesa. O lançamento acontecerá no dia 3 de setembro, em Posnânia, cidade natal do militar Arciszewski, que assim como o conde Maurício de Nassau foi um importante personagem histórico do período da ocupação holandesa no Brasil, no século 17.</p>
<p>Por sua erudição e conhecimento, Krzysztof Arciszewski foi requisitado pela Companhia das Índias Ocidentais para ser o comandante das tropas que, em 1630, conquistaram a Vila de Olinda e o Recife. Sua atuação foi fundamental para a consolidação da colônia neerlandesa no Brasil antes mesmo da chegada de Maurício de Nassau &#8211; apontado por alguns historiadores como rival do nobre polonês.</p>
<p>Organizada pelos especialistas em história do Brasil holandês Bruno Miranda e Lucia Xavier, o livro é resultado de uma pesquisa financiada pelo Consulado Geral da República da Polônia em Curitiba e pelo Arquivo Nacional da Haia, nos Países Baixos. A obra, que reúne documentos inéditos, está dividida em duas partes , trazendo a análise crítica dos autores, o processo de produção do livro, e a reprodução do memorial escrito por Krzysztof &#8211; material de grande valor histórico.</p>
<p>A edição polonesa do livro era desejada desde que a edição brasileira foi lançada (2022) e contou com a participação direta da cônsul geral da República da Polônia em Curitiba (hoje atuando no México), Marta Olkowska e da Prefeitura da cidade de Poznań para ser viabilizada. A Cepe Editora autorizou o uso do projeto gráfico da edição nacional.</p>
<p>A tradução para o polonês foi feita por Sylwia Mikołajczak, professora do Instituto de Línguas Românicas da Universidade Adam Mickiewicz. Para que os moradores conheçam a história do conterrâneo histórico, o livro (digital e impresso) será distribuído gratuitamente.</p>
<p>Para os organizadores, a nova edição é um fato a ser comemorado. “Para mim é um passo importante na carreira, pois é meu primeiro livro publicado em língua estrangeira”, assegurou Bruno Miranda. Para Lúcia, uma oportunidade de destacar um personagem quase menosprezado. “A edição polonesa representa, para mim, o reconhecimento de um trabalho de muitos anos feito a quatro mãos e, ao mesmo tempo, a oportunidade de devolver a Arciszewski sua voz &#8211; uma voz que permaneceu esquecida nas estantes de arquivos holandeses e que agora pode ser ouvida novamente em sua terra natal” , destacou.</p>
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		<title>Três títulos da Cepe Editora na semifinal da 65º edição do Prêmio Jabuti</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 18:01:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Três títulos da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe Editora) estão entre os semifinalistas da 65º edição do Prêmio Jabuti. A lista com as dez obras selecionadas por categoria (21 categorias distribuídas em quatro eixos) foi anunciada nesta quinta-feira (9) pela Câmara Brasileira do Livro (CBL). Extremo-Oeste, do paranaense Paulo Fehlauer, romance vencedor do 6º Prêmio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106320" aria-labelledby="figcaption_attachment_106320" class="wp-caption img-width-324 alignnone" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leonardo Wen/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Foto-de-Paulo-fehlauer-autor-de-Extremo-Oeste-credLeonardoWen-Romance.jpg"><img class="size-medium wp-image-106320" alt="Leonardo Wen/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Foto-de-Paulo-fehlauer-autor-de-Extremo-Oeste-credLeonardoWen-Romance-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Paulo Fehlauer &#8211; autor de Extremo Oeste</p></div>
<p>Três títulos da <a title="COMPANHIA EDITORA DE PERNAMBUCO - CEPE" href="https://editora.cepe.com.br/" target="_blank">Companhia Editora de Pernambuco (Cepe Editora)</a> estão entre os semifinalistas da 65º edição do <a title="Prêmio Jabuti" href="https://www.premiojabuti.com.br/" target="_blank">Prêmio Jabuti</a>. A lista com as dez obras selecionadas por categoria (21 categorias distribuídas em quatro eixos) foi anunciada nesta quinta-feira (9) pela Câmara Brasileira do Livro (CBL).<br />
<a title="EXTREMO-OESTE" href="https://editora.cepe.com.br/livro/extremo-oeste" target="_blank"><em>Extremo-Oeste</em></a>, do paranaense Paulo Fehlauer, romance vencedor do 6º Prêmio Cepe Nacional de Literatura concorre na categoria Autor Estreante (Eixo Inovação). O livro, escrito ao longo dos últimos dez anos, é ambientado em Guaíra, cidade do extremo-oeste do Paraná, ocupada pelos indígenas, invadida pelos espanhóis e impactada pela hidrelétrica de Itaipu. O autor aborda traumas históricos, memórias e as buscas pessoais empreendidas pelo personagem principal.<br />
<a title="O ENCONTRO DE MÁRIO" href="https://www.cepe.com.br/lojacepe/o-encontro-de-mario" target="_blank"><em>O Encontro de Mário</em></a>, de Marcia Cristina Silva, que na semana passada conquistou o 3º lugar do Prêmio Sylvia Orthof/Prêmio Literário da Biblioteca Nacional 2023, concorre na categoria Literatura Infantil (Eixo Literatura). Ilustrado por Catarina Bessell, o livro narra a história de amizade entre um menino em situação de rua e um homem que conserta relógios para tratar de temas sensíveis como adoção, preconceitos, diferenças, superação, aceitação e pertencimento.<br />
<a title="DICIONÁRIO DOS NEGACIONISMOS NO BRASIL" href="https://www.cepe.com.br/lojacepe/dicionario-dos-negacionismos-no-brasil" target="_blank"><em>Dicionário dos Negacionismos no Brasil</em></a>, título organizado por José Luiz Ratton e José Szwako, está indicado para a categoria Ciências (Eixo Não Ficção). Publicado em 2022, traz 112 verbetes com assuntos levantados pela onda de negacionismo que espalha informações falsas para confundir as pessoas. Os autores exploram temas nas áreas de ciências, história, educação, cultura e meio ambiente.<br />
Ao todo, o Jabuti &#8211; considerado o mais importante prêmio literário do Brasil &#8211; recebeu inscrições de 4.245 obras. A próxima etapa acontece no dia 21 de novembro, quando são anunciados os cinco finalistas por categoria. Os vencedores serão revelados, no dia 5 de dezembro, em cerimônia no Theatro Municipal de São Paulo.</p>
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		<title>NOTA DE PESAR</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Nov 2023 18:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) recebeu com profundo pesar a notícia do falecimento de Leocádia Alves da Silva – Leda Alves, 92 anos, ícone da cultura popular, partícipe, ainda jovem, das pastorais da Igreja Católica e, na sequência, atriz no seu início de vida, gestora pública exemplar, escritora, formada em Arte [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) recebeu com profundo pesar a notícia do falecimento de Leocádia Alves da Silva – Leda Alves, 92 anos, ícone da cultura popular, partícipe, ainda jovem, das pastorais da Igreja Católica e, na sequência, atriz no seu início de vida, gestora pública exemplar, escritora, formada em Arte Dramática pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que fundou, juntamente com o marido, Hermilo Borba Filho, o Movimento Teatro Popular do Nordeste (TPN).</p>
<p><em id="__mceDel">Leda Alves também foi diretora do Teatro de Santa Isabel, presidente da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), diretora do Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), diretora executiva da Fundação de Cultura Cidade do Recife (FCCR) e presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), sempre se destacando por sua elevada competência e extremada dedicação à ingente causa das artes e da cultura.<br />
O seu aprofundado saber esplendia a cada iniciativa da gestora incansável, da mesma forma que ganhava força e magia a sua identidade afetiva e efetiva com os fazedores da cultura popular, em que reside, hoje, a chama do seu inapagável legado.<br />
Leda Alves, após extensa e intensa trajetória, deixa a marca indelével dos seus exemplos, sobretudo no plano da cultura popular, a ponto de, em vida, ser considerada “Mãe dos artistas da cultura popular&#8221;.<br />
Por seu exemplo de trabalho tenaz, árdua defensora das brincadeiras e dos brincantes, nas suas diversas linguagens e leituras, Leda Alves viverá enquanto formos dignos dos seus legados e fiéis às suas lições magistrais.</em></p>
<p>Cláudia Regina de Farias Rodrigues<br />
Presidente<br />
Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural</p>
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		<title>Livro editado pela Cepe conta a história do Brasil holandês antes da chegada de Nassau</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2022 16:19:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) lança, nesta terça-feira (22), a partir das 19h, o livro &#8220;As memórias de Krzysztof Arciszewski (1630-1637): Um polonês a serviço da Companhia das Índias Ocidentais no Brasil&#8221;, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe). Organizada e traduzida pelos especialistas em história do Brasil holandês Bruno Miranda e Lucia Xavier, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/As-Memorias-de-Krzysztof-Arciszewski.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97323" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/As-Memorias-de-Krzysztof-Arciszewski-395x486.jpg" width="395" height="486" /></a></p>
<p>A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) lança, nesta terça-feira (22), a partir das 19h, o livro &#8220;As memórias de Krzysztof Arciszewski (1630-1637): Um polonês a serviço da Companhia das Índias Ocidentais no Brasil&#8221;, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe). Organizada e traduzida pelos especialistas em história do Brasil holandês Bruno Miranda e Lucia Xavier, a publicação conta com textos inéditos com tradução do neerlandês para o português. A pesquisa que resultou no livro foi financiada pelo Consulado Geral da República da Polônia em Curitiba, e pelo Arquivo Nacional da Haia, nos Países Baixos. O lançamento contará com bate-papo entre os autores e o professor George Cabral (UFPE), membro da Academia Pernambucana de Letras (APL), e do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico de Pernambuco (Iphan).</p>
<p><em>“As Memórias de Arciszewski constituem um documento de interesse para historiadores e amantes da História que se dedicam ao estudo da presença neerlandesa no Brasil e a temas relativos à história do Brasil colonial e a expansão ultramarina europeia. O texto evidencia também antigos vínculos históricos do Brasil com os Países Baixos e a Polônia no século XVII”</em>, declara a historiadora.</p>
<p>A publicação de 222 páginas é inédita em língua portuguesa, e traz duas partes, a primeira com a análise crítica dos autores e o processo de produção do livro, e a segunda reproduz o memorial escrito por Krzysztof, sob encomenda dos comandantes da companhia, como é comum numa troca de comandos. Ainda que não fosse Arciszewski o governador no período, ele foi escolhido para o relato devido à sua erudição e amplo conhecimento de nossas terras, do litoral ao interior.</p>
<p>Em seu memorial, o polonês revela detalhes sobre os erros das ações militares; sugere a melhor forma de administrar o território; esmiúça as relações entre os holandeses e os outros europeus que por aqui já haviam se estabelecido, e entre estes e os índios e os escravos. E chega a defender que Itamaracá seria melhor região para fixar residência do que Recife. <em>“É um importante relato para entender a história e a logística e o impacto das guerras na sociedade”</em>, resume Bruno que, ao lado de Lucia, trabalhou três mil horas em dez meses para finalizar a obra, cuja importância se reflete na dificuldade de sua feitura.</p>
<p>Os autores já haviam utilizado trechos do memorial de Arciszewski em suas pesquisas. Mas para compilar tudo em um livro, foi necessário contar com tradução do neerlandês arcaico para o contemporâneo, e deste para o português. Uma tradução difícil também porque, dada a erudição de Krzysztof, não era incomum encontrar palavras mais rebuscadas e citações políticas em latim. Os historiadores tiveram ainda que traduzir as três versões do relato existentes &#8211; duas manuscritas e uma impressa -, pois há divergências em alguns fatos. Daí a presença essencial das diversas notas explicativas que o livro apresenta, como forma de esclarecer iniciados e iniciantes no assunto.</p>
<p>Figura amarga e extremamente sincera, Krzysztof desde cedo já demonstrava interesse em treinos militares. Tanto é que conquista admiração de seus superiores, mas não é muito apreciado no trato pessoal. Assim foi com o conde Nassau. A história oficial diz que Nassau e Arciszewski tinham boas relações, tanto que foi ele quem guiou o nobre quando de sua chegada ao Brasil. Mais tarde, em 1639, o polonês foi expulso da colônia. O motivo é que é um mistério.<em> “Sabe-se somente que Nassau pediu ao conselho para escolher entre ele e o militar. Quanto à causa, só especulações. Há quem diga, por exemplo, que Arciszewski era um espião”</em>, conta Lucia.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SOBRE OS AUTORES</strong></span></p>
<p><strong>Bruno Miranda</strong> é licenciado (2003) e mestre (2006) em História pela Universidade Federal de Pernambuco e doutor em História pela Universidade de Leiden, Países Baixos (2011). É professor do Departamento de História da Universidade Federal Rural de Pernambuco, membro associado do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano e editor da revista do instituto, desde 2014. Tem publicado sobre o Brasil holandês e outros temas em revistas especializadas do Brasil e do exterior e é autor de livros como Peter Hansen Hajstrup: Viagem ao Brasil, 1644-1654 (Cepe, 2016). A obra, finalista do Prêmio Jabuti 2017 na categoria Ciências Humanas, foi escrita em conjunto com o professor emérito da Universidade de Leiden, Benjamin NicolaasTeensma, e por Lucia Furquim Werneck Xavier.</p>
<p><strong>Lucia Xavier</strong> é licenciada em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (1995), mestre em História Social pela Universidade Erasmus em Roterdã (2007) e doutora em Arqueologia pela Universidade de Leiden, Países Baixos (2018). Atuou como pesquisadora do Projeto Resgate de Documentação Barão do Rio Branco, da Secretaria Especial da Cultura e do Ministério do Turismo, em parceria com a Universidade de Leiden, entre 2007 e 2018. Atualmente é pesquisadora associada no projeto Modus Scribendi (UFBA – CNPQ) e no Laboratório de Humanidades Digitais (USP).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro &#8220;As memórias de Krzysztof Arciszewski (1630-1637): Um polonês a serviço da Companhia das Índias Ocidentais no Brasil (Cepe Editora)&#8221;<br />
Quando: 22 de novembro de 2022 (terça-feira), às 19h<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco &#8211; MEPE (Avenida Rui Barbosa, 960, Graças &#8211; Recife/PE)<br />
Preço: R$ 60 (livro impresso); R$ 24 (e-book)</p>
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		<title>Silviano Santiago vence o Prêmio Camões 2022</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2022 18:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ensaísta, contista e crítico literário mineiro Silviano Santiago, 86 anos, acaba de ganhar a 34º edição do Prêmio Camões, considerado o prêmio mais prestigiado da literatura portuguesa, que contempla o autor com valor em dinheiro de 100 mil euros pelo conjunto de sua obra. O escritor, que possui mais de 30 livros publicados, é [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Silviano-Santiago-13.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-96993" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Silviano-Santiago-13-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>O ensaísta, contista e crítico literário mineiro Silviano Santiago, 86 anos, acaba de ganhar a 34º edição do Prêmio Camões, considerado o prêmio mais prestigiado da literatura portuguesa, que contempla o autor com valor em dinheiro de 100 mil euros pelo conjunto de sua obra. O escritor, que possui mais de 30 livros publicados, é colaborador assíduo do jornal literário Pernambuco, da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). Pelo Selo Suplemento Pernambuco, da Cepe, Silviano já publicou três títulos: &#8220;Genealogia da ferocidade&#8221; (2017), &#8220;Uma literatura nos trópicos&#8221; (2019) e &#8220;Fisiologia da composição: Gênese da obra literária e criação em Graciliano Ramos e Machado de Assis&#8221; (2020). Recentemente, em comemoração aos 80 anos de Caetano Veloso, foi lançado o e-book gratuito Caetano enquanto superastro, mesmo título do ensaio que integra a coletânea Uma Literatura nos trópicos. Seu último título, Menino sem passado: 1936-1948 (2021), saiu pela Companhia das Letras.</p>
<p>Silviano Santiago recebeu a notícia com satisfação por sua dedicação à literatura, porém com ressalvas ao momento difícil pelo qual passamos. <em>“Apesar de o Brasil estar atravessando um período triste da nossa história, não deixa de ser uma satisfação, do ponto de vista individual, receber essa notícia como um clarão que dá sentido a uma vida dedicada à literatura. É forte, muito forte a emoção que sinto por ser reconhecido através de um prêmio com a grandeza do Camões pelas várias atividades a que me entreguei na dedicação, no exercício e no amor à literatura. A sala de aula, as páginas de jornal ou revista e os livros eram todos, são todos a melhor maneira que encontrei para dialogar com o tempo presente sobre os percalços de vidas que sobressaem no redemoinho infernal do cotidiano. Literatura é vida para mim”</em>, declara o grande escritor.</p>
<p>Com essa premiação, Silviano se torna o mais premiado autor de língua portuguesa. O mineiro natural de Formiga, no interior de Minas Gerais, já conta na bagagem com os prêmios Machado de Assis, Oceanos, Casa de Las Américas, além de diversos Jabutis.<em> &#8220;É uma alegria para uma editora pública ter em seu catálogo alguns dos títulos mais importantes do Prêmio Camões 2022, o maior de língua portuguesa. Silviano Santiago é tanto um dos grandes ficcionistas contemporâneos do Brasil quanto um dos nossos ensaístas mais originais”</em>, declara o coordenador do Selo Pernambuco, Schneider Carpeggiani, que adianta novo projeto com o escritor mineiro. <em>“Estamos preparando um projeto inédito ainda para este ano, em que Silviano se debruça sobre Machado de Assis e Marcel Proust, pelos 100 anos da morte do escritor francês&#8221;</em>, revela Schneider.</p>
<p>Criada por Portugal e Brasil em 1989, a premiação realiza revezamento anual para a nacionalidade dos vencedores, entre brasileiros, portugueses e autores africanos de países de língua portuguesa. Ano passado, a premiação foi para a moçambicana Paulina Chiziane. O último brasileiro a vencer o Camões foi Chico Buarque, em 2019.</p>
<p><strong>O AUTOR -</strong> Nascido em 1936, Silviano Santiago é doutor em letras pela Sorbonne e já foi professor de conceituadas universidades norte-americanas e europeias. No Brasil, lecionou na PUC-RJ, e atualmente é professor da Universidade Federal Fluminense (UFF). Eleito membro da Academia Mineira de Letras em 2021, Silviano chegou a ser favorito para ocupar o lugar de Lygia Fagundes Telles na cadeira 16 da Academia Brasileira de Letras, mas retirou a candidatura por se sentir “desestimulado e triste”, como declarou em junho deste ano.</p>
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		<title>Cepe relança o livro &#8220;Estrelas de couro: a estética do cangaço&#8221;, no Cais do Sertão</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2022 23:49:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esgotado nas livrarias, com exemplares raros vendidos por cerca de R$ 1 mil, o livro &#8220;Estrelas de couro: a estética do cangaço&#8221;, do historiador Frederico Pernambucano de Mello ganha 4ª edição revista pela Cepe Editora. O lançamento acontece dia 13 de abril, às 18h, no mezanino do Museu Cais do Sertão, Espaço Todo Gonzaga, no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/Capa_Estrelas-de-couro.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-92623" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/Capa_Estrelas-de-couro-378x486.jpg" width="378" height="486" /></a></p>
<p>Esgotado nas livrarias, com exemplares raros vendidos por cerca de R$ 1 mil, o livro &#8220;Estrelas de couro: a estética do cangaço&#8221;, do historiador Frederico Pernambucano de Mello ganha 4ª edição revista pela Cepe Editora. O lançamento acontece dia 13 de abril, às 18h, no mezanino do Museu Cais do Sertão, Espaço Todo Gonzaga, no Bairro do Recife.</p>
<p>O livro aborda os símbolos da estética do cangaço, com seus trajes, armas e utensílios domésticos adornados com muitas cores e signos característicos, e é resultado de mais de 40 anos de pesquisa do historiador sobre o tema. A obra também cobre uma lacuna literária brasileira. “Não há muitas publicações sobre estética no Brasil. Quase sempre o que se encontra são absorções locais de temáticas estrangeiras”, afirma Frederico.</p>
<p>A grande importância da obra é ressaltada pelo escritor Ariano Suassuna (1927- 2014), no prefácio mantido desde a primeira edição, em 2010.<em>“E se há no cangaço um elemento épico, este é ainda exacerbado pelos trajes e equipagem dos cangaceiros, com os seus anéis e medalhas, seus lenços coloridos, seus bornais cheios de bordaduras, os chapéus de couro enfeitados com estrelas e moedas — tudo isso que se coaduna perfeitamente com o espírito dionisíaco de dança e de festa dos nossos espetáculos populares e compõe uma estética peculiar, rica e original, agora minuciosamente estudada por Frederico Pernambucano”</em>, escreveu Ariano.</p>
<p>Intercalado por vasto repertório ilustrado, o livro traz fotografias de Lampião e seus asseclas, notas explicativas ao final de cada um dos sete capítulos que compõem a obra de 300 páginas, com direito a apêndice em inglês e extensa bibliografia. Além das fotos do acervo de objetos da coleção particular do autor &#8211; considerada<em> “a mais completa, rigorosa e rica dentre quantas existem no país sobre o assunto”</em>, diz o próprio Frederico. O livro traz ainda xilogravuras de Jota Borges, capas de revista e obras de arte sobre a temática do cangaço.</p>
<p>A escrita dos textos se deu após muitos estudos e viagens ao Sertão, onde Frederico recolheu depoimentos de remanescentes do que ele chama de “ciclo histórico do cangaço”, ocorrido entre as décadas de 1920 até 1938, ano em que Lampião e os cangaceiros foram mortos. Ao iniciar a pesquisa, Frederico formou sua coleção particular, já apresentada em São Paulo, Rio de Janeiro, Chile e Inglaterra. Como resultado do trabalho, o historiador destaca a necessidade de ampliar o conceito de banditismo que se utilizava até então.</p>
<p><em>&#8220;Por muitos anos, o cangaço foi apenas sinônimo de &#8220;banditismo rural&#8221;, como a ação dos beatos sertanejos foi apenas uma expressão de &#8220;fanatismo religioso&#8221;. Os antigos soldados de volantes policiais que escreveram memórias demonizavam o Cangaço sem atenuantes. Os marxistas o exaltavam como &#8220;resposta aos excessos do coronelismo&#8221;, esquecidos de que coronel e cangaceiro formavam no sertão uma simbiose, auxiliando-se mutuamente, apenas se desentendendo de forma episódica&#8221;</em>, explica o autor.</p>
<p>Símbolo de resistência, o cangaço é o repúdio à adoção dos valores ditados pelo europeu colonizador à custa de sangue &#8211; o que ocorreu igualmente em muitas revoltas pelo país, como o massacre ocorrido em Canudos. <em>“Com efeito, houve um Brasil que, desde a origem, não se dobrou aos valores europeus trazidos pelas caravelas &#8211; ao mercantilismo, à pontualidade, ao tempo linear, à acumulação de riquezas e de alimentos &#8211; e se manteve irredento. Arredio a tudo isso, por atitude ou militância até mesmo armada”</em>, reflete Frederico, que no livro aponta a destruição da cultura dos insurgentes pelo governo brasileiro, ato que apaga a história e, portanto, a memória.<em> “Quantos dos nossos museus não estão rindo com dentadura postiça?”</em>, escreve o especialista.</p>
<p>O capricho que o cangaceiro confere a suas vestes é comparado ao dos cavaleiros medievais europeus e aos samurais orientais.<em> “O traje do cangaceiro é um dos exemplos demonstrativos do comportamento arcaico brasileiro. Ao invés de procurar camuflagem para a proteção do combatente, é adornado de espelhos, moedas, metais, botões e recortes multicores, tornando-se um alvo de fácil visibilidade até no escuro”. Essa contradição se explica pela crença no sobrenatural “em nome do qual ele exerce uma missão, lidera um grupo, desafia porque se acredita protegido e inviolável e, de fato, desligado do componente da morte”</em>, explica o historiador. Ele acrescenta também que Lampião e seus companheiros eram afeitos a itens de luxo, como lenços de seda, perfume francês e óculos alemão.</p>
<p>As primeiras representações do cangaço na arte, porém, contrariam sua aparência colorida e cuidadosa, confeccionada pelo próprio cangaceiro em máquina de costura. Frederico cita como exemplo dessa distorção a série de quadros de Portinari, a qual chamou de ideologicamente bem-comportada. Para Frederico, Portinari foi <em>“um crédulo nas cores castradas com que os mexicanos deram as costas à realidade festiva do povo, sem exclusão de seus bandidos celebrados, para se manterem fiéis ao ideal político de dar vida a um guerrilheiro supostamente sofredor e opaco, substitutivo proposto à exuberância plástica do bandoleiro real cheio de cores, no afã de produzir o ícone de que os marxistas necessitavam no campo”</em>, critica o historiador. Para ele o cangaceiro na arte só ganha sua fiel representação no final dos anos 1950, com nomes Aldemir Martins e Raul Córdula. <em>“Ganhará cores mais fortes com Carybé, chegando ao detalhe estético apenas em 1984, com José Cláudio”</em>.</p>
<p>No momento, Frederico atua como consultor da Globoplay, que está desenvolvendo a série &#8220;Guerreiros do Sol&#8221;, sobre Lampião e Maria Bonita. A previsão de estreia é para 2023.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro &#8220;Estrelas de couro: a estética do cangaço&#8221; &#8211; Frederico Pernambucano de Mello<br />
Quando: 13 de abril de abril de 2022 (quarta-feira), às 18h<br />
Onde: Mezanino do Museu Cais do Sertão, no Espaço Todo Gonzaga (Bairro do Recife)<br />
Preço: R$ 120 (livro impresso); R$ 48 (e-book)</p>
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		<title>Cícero Belmar lança &#8220;O livro das personagens esquecidas&#8221; na Academia Pernambucana de Letras</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Mar 2022 17:59:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Jornalista, romancista, autor de peças teatrais, de biografias e de obras infantis, Cícero Belmar Siqueira Rodrigues apresenta seu mais novo trabalho: &#8220;O livro das personagens esquecidas&#8221;. A publicação reúne 25 contos e será lançada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) na quinta-feira (17), às 19h, na sede da Academia Pernambucana de Letras, localizada no Recife [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/CiceroBelmar2-FotoDeCarlosLima.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-91881" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/CiceroBelmar2-FotoDeCarlosLima-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Jornalista, romancista, autor de peças teatrais, de biografias e de obras infantis, Cícero Belmar Siqueira Rodrigues apresenta seu mais novo trabalho: &#8220;O livro das personagens esquecidas&#8221;. A publicação reúne 25 contos e será lançada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) na quinta-feira (17), às 19h, na sede da Academia Pernambucana de Letras, localizada no Recife e onde ele ocupa a cadeira de nº 33. Com um jogo equilibrado entre realidade e ficção, o livro retrata as múltiplas faces do Brasil e nas personagens esquecidas caberiam muitos brasileiros.</p>
<p>Cícero Belmar explorou sua experiência profissional para escrever os contos, que passeiam por questões de natureza política, social, religiosa e urbanístic<em>a. “Como sou jornalista, tenho um defeito de fábrica, de não criar as histórias a partir de uma ficção. Todas elas têm um pé na realidade. Até mesmo aquela cujo título é Esquecidos por deus. Essa, eu criei a partir de um caso jornalístico. De um recorte de jornal. Eu invento a partir de elementos do fato jornalístico. Digamos que em cada conto eu usei 50% de realidade. É a minha ‘técnica’ de criação”</em>, declara o escritor.</p>
<p>As histórias narradas nas 144 páginas do livro foram escritas ao longo de vários anos, diz ele, entrelaçadas pelo tema do esquecimento e da memória. <em>“Eu levo isso às últimas consequências, como se o fazer literário dependesse da própria memória para ser contada. A memória é prima-irmã da literatura, na minha opinião”</em>, destaca. Nesse cenário, nascem a mulher que vai se desligando da vida por causa de uma doença neurodegenerativa, o comunista que esquece para continuar vivo e um velho casarão derrubado em nome da modernidade.</p>
<p><em>“Quero apenas contar histórias que se pareçam com a vida real”</em>, afirma Belmar, pernambucano de Bodocó, no Sertão. Não à toa, muitos leitores, ao fechar o livro, poderão ficar com a impressão de que já viram alguns desses personagens, como a criança que engraxa sapatos em bares numa presença quase invisível. O livro leva a reflexões sobre a vida e o tempo. E como diz o protagonista do conto Dente de Ouro:<em> “Eternidade é uma coisa que ninguém tem prova de que existe. O que existe é um lugar nas nossas lembranças para a gente guardar a história das almas”</em>.</p>
<p>Os contos selecionados para compor &#8220;O livro das personagens esquecidas&#8221; passaram pelo crivo de Raimundo de Moraes, Cleyton Cabral, Gerusa Leal e Lúcia Moura (falecida em 2021 por complicações da covid), escritores do grupo de oficina permanente Autoajuda Literária, do qual Belmar também faz parte. Cleyton, Gerusa e Raimundo participarão da solenidade de lançamento da publicação e vão dividir a mesa com o autor num bate-papo sobre o livro. <em>“O título, inclusive, nasceu a partir de uma sugestão de Cleyton”</em>, acrescenta o jornalista.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento da publicação &#8220;O livro das personagens esquecidas&#8221; &#8211; Cícero Belmar<br />
Quando: 17 de março de 2022 (quinta-feira), às 19h<br />
Local: Academia Pernambucana de Letras (Avenida Rui Barbosa, 1596, Graças &#8211; Recife/PE)<br />
Preço do livro: R$ 25 (impresso) e R$ 10 (e-book)</p>
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		<item>
		<title>Marcelo Pereira é o novo presidente do Conselho Editorial da Cepe</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2022 18:06:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O jornalista Marcelo Pereira assume a presidência do Conselho Editorial da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). Ele ficará na função até dezembro de 2022, quando também chega ao fim sua participação no colegiado. Marcelo Pereira assume o lugar deixado pelo escritor Sidney Rocha, que presidiu o conselho nos últimos dois anos. Um dos caminhos para [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/marcelo-pereira-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-90720" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/marcelo-pereira-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-554x486.jpg" width="554" height="486" /></a></p>
<p>O jornalista Marcelo Pereira assume a presidência do Conselho Editorial da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). Ele ficará na função até dezembro de 2022, quando também chega ao fim sua participação no colegiado. Marcelo Pereira assume o lugar deixado pelo escritor Sidney Rocha, que presidiu o conselho nos últimos dois anos.</p>
<p>Um dos caminhos para publicação de livros pela Cepe, o Conselho Editorial é formado por cinco integrantes e tem como missão avaliar obras originais apresentadas por autores e autoras. É ainda atribuição do grupo julgar títulos submetidos a prêmios de concursos literários promovidos pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE).</p>
<p>Integram a atual composição, além de Marcelo Pereira, a professora da Universidade Federal de Pernambuco Brenda Carlos, a escritora e pesquisadora Maria Alice Amorim, o médico e escritor Luiz Cláudio Arraes e o jornalista Evaldo Costa. Recém-empossado, Evaldo substitui Sidney Rocha, que concluiu seu período de contribuição ao conselho.</p>
<p>Marcelo Pereira é o conselheiro mais antigo, em tempo de participação, e começa agora o quarto e último ano como membro do colegiado. <em>“Depois de analisar livros enviados por escritores e escritoras, o conselho recomenda ou não as obras à editora, para publicação”</em>, diz ele. <em>“Fazemos a leitura de livros voltados para o público infantil e para adultos”</em>.</p>
<p>O presidente só vota quando há empate, informa Marcelo Pereira. Ano passado, 112 livros receberam parecer do conselho e 20 obras foram julgadas para o Prêmio Hermilo Borba Filho, da Secult-PE. Afora o Conselho Editorial, há mais duas formas de se publicar pela Cepe: ser vencedor do Prêmio Cepe Nacional (garante a edição sem custo, assim como as obras aprovadas pelo colegiado) ou bancar a própria publicação.</p>
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		<item>
		<title>Livro editado pela Cepe reúne depoimentos de pessoas que conviveram com Dom Helder</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Nov 2021 12:19:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[O Dom que vive em nós - Helder Camara e a igreja no meio do povo]]></category>
		<category><![CDATA[pedro eurico]]></category>

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		<description><![CDATA[A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) lança, dia 23 de novembro (terça-feira), às 18h, na Arquidiocese de Olinda e Recife, o livro &#8220;O Dom que vive em nós &#8211; Helder Camara e a igreja no meio do povo&#8221;, assinado pelo secretário de Justiça e Direitos Humanos de Pernambuco, Pedro Eurico. A obra se destaca por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/O-Dom-que-vive-em-nos.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-89178" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/O-Dom-que-vive-em-nos-352x486.jpg" width="352" height="486" /></a></p>
<p>A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) lança, dia 23 de novembro (terça-feira), às 18h, na Arquidiocese de Olinda e Recife, o livro &#8220;O Dom que vive em nós &#8211; Helder Camara e a igreja no meio do povo&#8221;, assinado pelo secretário de Justiça e Direitos Humanos de Pernambuco, Pedro Eurico. A obra se destaca por reunir 23 entrevistas com pessoas que de alguma forma conviveram e colaboraram, direta ou indiretamente, com o trabalho de dom Helder (1909-1999). Tais relatos &#8211; alguns inéditos &#8211; revelam que ideias e atitudes defendidas por dom Helder permanecem vivas, como a defesa da liberdade e dos direitos humanos e a luta contra injustiças. O livro é um importante resgate e registro dessas memórias.</p>
<p>Um desses testemunhos é do próprio autor, que iniciou sua carreira de advogado na Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de Olinda e Recife, na década de 1970, a convite de Dom Helder, defendendo presos políticos e moradores de ocupações de terra. <em>“Dom Helder é uma presença decisiva em minha vida. Falo no presente porque ele continua vivo em mim e em tantos outros que conviveram com ele. Por isso esse livro, um projeto que me acompanha há muito tempo, e que agora será lançado pela Cepe, com o relato testemunhal de tantos que estiveram ao seu lado. São memórias que possivelmente estariam restritas a quem conviveu com o Dom e que, com essa publicação, vão ser registradas para os leitores e para a história. Revelar esse Dom vivo como muitos dos valores e ideias que sempre defendeu em vida e que continuam tão urgentes é falar sobre temas muito pertinentes e necessários para a defesa dos direitos humanos. Dom Helder foi um grande líder do movimento da não violência ativa, o que está mais atual do que nunca”</em>, declara Pedro Eurico.</p>
<p><em>“Se dom Helder Camara estivesse entre nós, sem dúvida, estaria nos fazendo ver que a pandemia tem feito tanto mal e provocado tanta morte não apenas por causa do coronavírus e sim pela indiferença social, pela insensibilidade de governantes diante da dor do povo e, principalmente, pela forma de organizar a sociedade, na qual a solidariedade e o bem comum não são prioridades”</em>, escreveu no prefácio o Arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido.</p>
<p>Editado pela jornalista Danielle Brito Alves, o livro começou a nascer em 2019, quando se iniciaram as pesquisas e entrevistas nos municípios pernambucanos de Jaboatão dos Guararapes e Glória de Goitá, e em Brasília. As conversas resultaram em 23 horas e quarenta e nove minutos de depoimentos que revelam experiências e reflexões a partir de acontecimentos das vidas de irmã Aurieta, Lucinha Moreira, Roberto Franca, padre Reginaldo, irmã Carla, frei Aloísio Fragoso, padre Ernannes Pinheiro, irmã Consuelo, Iêda e padre Jayme, frei Tito, dom Sebastião Armando, Chico de Assis, padre Vito Miracapillo, Socorro Ferraz, Gilbraz Aragão, Abdalaziz de Moura, Henrique Mariano, Leda Alves, Teresa Duere, Divane Carvalho, João Bosco e Marcelo Barros.</p>
<p><em>“Sem nenhum roteiro pré-estabelecido, numa linguagem simples, como o Dom, registramos cada conversa, muitas vezes emocionada , da forma mais fiel possível. Esses depoimentos se somaram às memórias de Pedro Eurico, num processo marcado pelo resgate do Dom como esse pastor da igreja no meio do povo. Falar sobre esse momento é não só revelar o passado, mas estimular o debate sobre o que ele tão bem defendeu e lutou. É também uma brisa de esperança em tempos tão difíceis como os atuais”</em>, diz Danielle.</p>
<p>Com 492 páginas recheadas por rico acervo fotográfico pertencente à Arquidiocese, o livro relata, através das entrevistas, fatos e reflexões sobre temas como a morte do padre Antônio Henrique (1940-1969), sequestrado, torturado e brutalmente assassinado pela ditadura militar; a atuação no Recife da Comissão de Justiça e Paz; a luta por moradia defendida por dom Helder; a relação da política com a religião e a igreja Católica; a importância dos pobres serem evangelizados pelos pobres. <em>“Ele era um &#8216;agitador&#8217; social, um Luther King, Gandhi, um Mandela, hoje seria Malala Yousafzai”</em>, compara Pedro Eurico.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro O Dom que vive em nós &#8211; Helder Camara e a igreja no meio do povo (Cepe Editora), de Pedro Eurico<br />
Quando: 23 de novembro de 2021 (terça-feira), às 18h<br />
Onde: Cúria da Arquidiocese de Olinda e Recife (Avenida Rui Barbosa, 409, Graças)</p>
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