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	<title>Portal Cultura PE &#187; comunidade quilombola</title>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe lançam Catálogo de Registro dos Patrimônios Vivos 2023</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jan 2024 19:42:37 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107501" aria-labelledby="figcaption_attachment_107501" class="wp-caption img-width-415 alignnone" style="width: 415px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/capa_catalogo_patrimoniovivo2023.jpg"><img class="size-medium wp-image-107501" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/capa_catalogo_patrimoniovivo2023-415x486.jpg" width="415" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Catálogo de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2023</p></div>
<p>Uma publicação com pesquisas biográficas, fotografias e textos que reúnem detalhes sobre a trajetória dos dez novos Patrimônios Vivos de Pernambuco foi lançada, nesta quarta-feira (3), pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). O <em>Catálogo de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco</em> reúne informações sobre os dez mestres, mestras e grupos culturais selecionados no 18º Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco e anunciados em agosto deste ano. Clique <strong><a title="Catálogo de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2023" href="https://fliphtml5.com/rabfh/nvmd/" target="_blank">aqui</a></strong> e confira a publicação.</p>
<p>Os dez Patrimônios Vivos de Pernambuco titulados este ano são: As Cantadeiras do Povo Indígena Pankararu, de Tacaratu (Sertão de Itaparica); Afoxé Alafin Oyó, de Olinda (Região Metropolitana do Recife); Assisão, de Serra Talhada (Sertão do Pajeú); Caboclinho Canindé de Goiana (Zona da Mata Norte); Coco de Roda Negros e Negras do Leitão da Carapuça, de Afogados da Ingazeira (Sertão do Pajeú); Ilé Axé Oxalá Talabi, de Paulista (RMR); Mestra Nilza Bezerra da Bonequinha da Sorte de Gravatá (Agreste Central); Mestra Vera Brito, de Vicência (Zona da Mata Norte); Reisado da Comunidade Quilombola do Saruê, de Santa Maria da Boa Vista (Sertão do São Francisco); e Troça Carnavalesca Mista Pitombeira dos Quatro Cantos, de Olinda (RMR).</p>
<p>A publicação, elaborada pela Unidade Gerencial do Registro dos Patrimônios Vivos da Fundarpe, em parceria com a Assessoria de Comunicação da Secult-PE/Fundarpe, traz dados biográficos imagens e textos descritivos sobre os Patrimônios Vivos de Pernambuco, além de curiosidades e indicações de leituras, sites, vídeos, plataformas e redes sociais em que estão disponíveis mais informações sobre os(as) registrados(as). Cada edição anual traz uma cor presente na bandeira de Pernambuco, sendo amarela a cor de 2023.</p>
<p><strong>LEI DO PATRIMÔNIO VIVO -</strong> A Lei de Registro do Patrimônio Vivo significa um grande avanço das políticas públicas para salvaguardar os patrimônios culturais de natureza imaterial do Estado. Ao longo dos últimos anos o incremento das inscrições de candidaturas em todas as regiões de Pernambuco levou à necessidade de ampliar mais uma vez o número de bolsas concedidas.</p>
<p>Já a Lei nº 17.489, de 25 de novembro de 2021, aumentou de seis para dez o quantitativo máximo de candidatos contemplados no RPV-PE. Atualmente, para pessoa física, a bolsa é de R$ 2.041,53; e para pessoa jurídica, de R$ 4.083,10.</p>
<p>A última atualização legislativa para a política pública foi a Lei nº 18.126, de 28 de dezembro de 2022, que alterou a Lei nº 12.196, de 2 de maio de 2002, para possibilitar a autoindicação de candidaturas para concorrer ao processo de inscrição do RPV-PE.</p>
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		<title>Comunidades quilombola e indígena recebem curso de videoarte para crianças</title>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2022 11:34:41 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="alignnone size-medium wp-image-94169 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/videoarte3-607x466.jpeg" width="607" height="466" /></p>
<p style="text-align: left;">A comunidade Quilombo Jardim, em Mirandiba, e o Território Indígena Fulni-ô, em Águas Belas, recebem, entre os dias 6 e 14 de junho, o curso &#8220;Videoarte para Crianças&#8221;. Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recurso do Funcultura, a atividade propõe um espaço de experimentação audiovisual para crianças indígenas e quilombolas, considerando o fazer artístico como prática educacional, no qual o aprender se dá através da brincadeira e na busca das histórias de cada comunidade visitada.</p>
<p>No curso, as novas tecnologias são as ferramentas e também brinquedos, usadas a partir de um viés artístico e assentas num saber tradicional e ancestral, o da história oral. Uma das características principais é a equipe principal do projeto ser formada por educadores quilombolas e indígenas, que se unem à artista visual, educadora e cineasta, criadora do projeto, Lia Letícia, para ministrar as oficinas. Segundo a artista, a presença de mediadores e profissionais de cada comunidade garante que “efetivem na pratica da sala de aula das escolas de suas respectivas comunidades o direito de suas crianças e jovens a uma educação escolar especifica e diferenciada assegurado por lei&#8221;.</p>
<p>Para Angela Sheep, produtora local do projeto no Quilombo Jardim, ressalta: &#8220;nossas comunidades estão sendo afetadas cada dia na educação, a partir de 2017 vem sendo fechado as escolas nas comunidades quilombolas, o nosso maior desafio esta sendo manter os educadores quilombolas na luta pela “educquilombo”, ou seja, uma educação quilombola&#8221;.</p>
<p>Hugo Fulni-ô, fundador do Coletivo Fulni-ô de Cinema, destaca que “é relevante trazer e dialogar com a cultura local, inserindo desta forma os indígenas no processo de execução do projeto. Nós estamos à frente de várias inciativas culturais dentro da aldeia e, só assim, fazendo parte ativa do projeto, podemos garantir a melhor estratégia a ser posta com as crianças da educação escolar indígena Fulni-ô.”</p>
<p>Ao final do curso, em cada localidade, haverá uma celebração com a exibição das produções realizadas pelas crianças, fortalecendo os laços com a comunidade e partilhando os processos como forma de aprendizado. Ao final do curso, esses trabalhos poderão ser acessados gratuitamente on-line e na página do projeto <a href="https://www.instagram.com/videoarteparacriancas/" target="_blank"><strong>@videoarteparacriancas</strong></a>.</p>
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