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	<title>Portal Cultura PE &#187; comunidades</title>
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		<title>NaPerifa: Secult-PE lança formulário para mapear produção cultural nas comunidades</title>
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		<pubDate>Thu, 15 May 2025 14:43:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um movimento que valoriza a riqueza cultural e a criatividade das periferias da Região Metropolitana do Estado. Este é o NaPerifa: Circuito Gastronômico e Criativo, projeto &#8211; em formação -, que pretende oferecer experiências gastronômicas e criativas, apoiando a produção local e promovendo o intercâmbio entre diferentes públicos. Como primeiro passo, a Secretaria de Cultura [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/NaPerifa_Arte_Divulgacao.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-117930" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/NaPerifa_Arte_Divulgacao-607x341.png" width="607" height="341" /></a></p>
<p dir="ltr">Um movimento que valoriza a riqueza cultural e a criatividade das periferias da Região Metropolitana do Estado. Este é o NaPerifa: Circuito Gastronômico e Criativo, projeto &#8211; em formação -, que pretende oferecer experiências gastronômicas e criativas, apoiando a produção local e promovendo o intercâmbio entre diferentes públicos. Como primeiro passo, a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) convoca uma consulta pública e lança um formulário para mapear a produção cultural destas comunidades. As contribuições já podem ser feitas através do <a href="https://qualtricsxm7x898lkqw.qualtrics.com/jfe/form/SV_eQCp2arDWqdyMGa">link</a>.</p>
<p dir="ltr">Em primeiro momento, o preenchimento do formulário servirá para ajudar a coleta de maiores informações sobre estabelecimentos, organizações, coletivos, centros culturais e pessoas que movimentam a cena artístico-cultural em diferentes frentes, como Gastronomia, Artes Visuais, Música, Design e Moda, em cada comunidade.</p>
<p dir="ltr">A coordenadora de Música da Secult-PE, Isaar, destaca que a ação deverá fortalecer o empreendedorismo e geração de renda na área da economia criativa, além de ampliar o pertencimento e a compreensão do papel social e simbólico das mais diversas  linguagens e expressões culturais da periferia. “O NaPerifa, além de identificar as potencialidades das comunidades, é um projeto que aproxima essas potências entre si e das propostas de incentivo, inclusive. Acreditamos que a ação funcionará como uma forma de ampliação da visão da periferia sobre possibilidades de desenvolvimento. É isso que estamos buscando trazer”, detalha.</p>
<p dir="ltr">Para tirar dúvidas e/ou saber mais sobre as inscrições, um canal foi criado e já está disponível. Os contatos poderão ser feitos através do e-mail dedicado exclusivamente ao projeto: <a href="mailto:naperifa@secult.pe.gov.br">naperifa@secult.pe.gov.br</a>.</p>
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		<title>Potência e riqueza da Caatinga são temas da série documental “Natureza Forte”</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2025 17:30:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A segunda temporada da série documental &#8220;Natureza Forte&#8221; está no ar, levando aos espectadores uma visão inspiradora e inovadora do Semiárido Brasileiro. Exibida às sextas-feiras, às 22h, no Canal Futura, e com todos os episódios disponíveis no Globoplay, a produção revela a inventividade e a força das comunidades pernambucanas que convivem harmoniosamente com a Caatinga, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_117892" aria-labelledby="figcaption_attachment_117892" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/Natureza-Forte-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-117892" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/Natureza-Forte-1-607x458.jpg" width="607" height="458" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: divulgação</p></div>
<p dir="ltr">A segunda temporada da série documental &#8220;Natureza Forte&#8221; está no ar, levando aos espectadores uma visão inspiradora e inovadora do Semiárido Brasileiro. Exibida às sextas-feiras, às 22h, no Canal Futura, e com todos os episódios disponíveis no Globoplay, a produção revela a inventividade e a força das comunidades pernambucanas que convivem harmoniosamente com a Caatinga, único bioma exclusivamente brasileiro. Realizada pela Abajur Soluções, em coprodução com a WW Filmes, a obra conta com o incentivo do Fundo Setorial do Audiovisual &#8211; FSA/ANCINE, por meio do 14º Edital do Programa de Fomento à Produção Audiovisual de Pernambuco &#8211; Funcultura/FUNDARPE 2020/2021.</p>
<p dir="ltr">Desta vez, a série adentra as fronteiras mais extremas do sertão nordestino, abordando temas como cultura, educação, sustentabilidade, tradição, agricultura, empreendedorismo e igualdade de gênero. Com imagens e narrativas emocionantes, &#8220;Natureza Forte&#8221; apresenta histórias reais de superação, protagonismo e amor pela terra e pela arte, desconstruindo estereótipos e revelando um sertão criativo e plural. Para os realizadores, contar as próprias histórias, a partir das vozes de artistas, agricultores, mestres da cultura e empreendedores locais, é um gesto político e afetivo de afirmação da identidade sertaneja.</p>
<p dir="ltr">Dirigida por Geisla Fernandes, Fernando Pereira e Wllyssys Wolfgang, a segunda temporada foi captada após uma extensa viagem pelo interior de Pernambuco. &#8220;Foram mais de três mil quilômetros rodados, conhecendo histórias que mostram a inventividade do sertanejo e sua forma única de conviver com a Caatinga&#8221;, relata Wllyssys Wolfgang, diretor da série e da WW Filmes.</p>
<p dir="ltr">Geisla Fernandes, também diretora, destaca a diversidade de personagens retratados. &#8220;São histórias de artistas, agricultores, empreendedores que transformam seus ofícios em exemplos de superação e resistência. Essa série revela um outro lado do sertão, pouco conhecido fora da região, mas que merece ser celebrado”, ressalta.</p>
<p dir="ltr">A equipe por trás dessa jornada também inclui Camila Rodrigues (produtora executiva), Byanquera (assistente de direção), Robério Brasileiro (diretor de fotografia), Jota Souza (assistente de fotografia), Pedro Lacerda (produtor), Wyvys Reis (coordenador de logística), Wanderson Oliveira (still e assistente de produção) e Guterres (técnico de som).</p>
<p dir="ltr"><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>&gt; “Natureza Forte” I 2ª temporada</strong></p>
<p dir="ltr">Sinopse: “Natureza Forte” retrata a força, criatividade e diversidade dos sertanejos na Caatinga, com histórias de superação que revelam a resiliência do Semiárido Brasileiro.</p>
<p dir="ltr">Onde assistir: Canal Futura (às sextas-feiras, 22h) e Globoplay (todos os episódios disponíveis)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Em Garanhuns, comunidades de Castainho e Timbó recebem oficina de patrimônio cultural</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/em-garanhuns-comunidades-de-castainho-e-timbo-recebem-oficina-de-patrimonio-cultural/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Jun 2023 14:07:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), realiza, respectivamente, nos dias 14 e 15 de junho, das 14h às 17h, duas oficinas de patrimônio cultural nas comunidades quilombolas Castainho e Timbó, ambas localizadas no munícipio de Garanhuns, no Agreste. A ação formativa “Diálogos para a preservação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), realiza, respectivamente, nos dias 14 e 15 de junho, das 14h às 17h, duas oficinas de patrimônio cultural nas comunidades quilombolas Castainho e Timbó, ambas localizadas no munícipio de Garanhuns, no Agreste.</p>
<p>A ação formativa “Diálogos para a preservação do patrimônio cultural das comunidades quilombolas de Timbó e Castainho” propõe-se a estabelecer o diálogo com representantes de cada localidade, a fim de entender os desafios e as necessidades desses territórios e, a partir desse mapeamento, garantir a salvaguarda dos bens culturais reconhecidos ou em processo situados nesses espaços, que são a Capela das Almas de Castainho e a Igreja de Nossa Senhora de Nazaré, em Timbó.</p>
<p>&#8220;Vamos tentar compreender quais são os usos, as atividades relacionadas desenvolvidas e ações voltadas à conservação dos bens em questão que hoje são promovidas pela população. Com base nessa escuta, serão elaboradas, de forma coletiva, estratégias de preservação e salvaguarda. Os resultados desses primeiros encontros servirão de base para as próximas ações de orientação à população a serem realizadas em seguida&#8221;, conta André Cardoso, assessor de Educação Patrimonial da Fundarpe.</p>
<p>Em Castainho, a oficina será realizada na Capela das Almas. Já em Timbó, a atividade acontecerá na Igreja de Nossa Senhora de Nazaré.</p>
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		<title>Projeto &#8220;Prazer, Arte Contemporânea&#8221; retoma atividades e circula por comunidades do Recife</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2021 17:47:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Trocas e relações estreitas entre adolescentes e artistas pernambucanos consagrados, para um mergulho no mundo da arte. Esta é a proposta central do Prazer, Arte Contemporânea, que retomou suas atividades essa semana, após ter tido o seu cronograma interrompido pela pandemia do novo Coronavírus. Os encontros com cerca de 30 moradores das comunidades de Entra [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_81645" aria-labelledby="figcaption_attachment_81645" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/projeto-prazer-arte-contemporanea.jpeg"><img class="size-medium wp-image-81645" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/projeto-prazer-arte-contemporanea-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A ação é itinerante e conta com atividades em vários espaços do Recife</p></div>
<p>Trocas e relações estreitas entre adolescentes e artistas pernambucanos consagrados, para um mergulho no mundo da arte. Esta é a proposta central do <i>Prazer, Arte Contemporânea</i>, que retomou suas atividades essa semana, após ter tido o seu cronograma interrompido pela pandemia do novo Coronavírus. Os encontros com cerca de 30 moradores das comunidades de Entra Apulso e Brasília Teimosa, com os artistas pernambucanos Bruno Faria, Kilian Glasner, Marcelo Silveira e arte- educadores do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam) voltam a acontecer de forma adaptada e híbrida, para proteção de todos os participantes e em respeito aos protocolos de segurança.</p>
<p>O projeto é realizado pela Proa Cultural e incentivado pelo Governo de Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e conta com apoio do Instituto Memaker, Instituto JCPM de Compromisso Social e Centro Escola Mangue.</p>
<p>Os adolescentes participantes estão sendo apresentados aos conceitos e territórios da arte, em visitas presenciais, divididos em pequenos grupos guiados e monitorados ao Mamam e à Galeria Amparo 60. Além disso, por meio de conversas virtuais com os 03 artistas, devem conhecer seus portfólios e ateliês.</p>
<p><em>“A ideia é utilizar a arte tanto como ferramenta de desmitificação do que vem a ser a Arte Contemporânea, como instrumento de aproximação territorial, já que temos comunidades as mais diversas no Recife. São várias cidades em uma só”</em>, explica Maria Chaves, sócia-diretora da Proa Cultural. Segundo a idealizadora do projeto, a proposta original previa ainda vivências de cocriação artística nas comunidades dos jovens e resultaria em uma exposição aberta ao público, que não devem acontecer devido às medidas de distanciamento social. Um vídeo de registro dos encontros com depoimentos será disseminado na rede pública de ensino por meio de parceria com o Mamam e cumprirá tanto o papel de divulgação da iniciativa, como o objetivo de despertar em outros jovens da rede pública o interesse pelo fazer artístico.</p>
<p><em>“Esta parceria é muito importante para o museu, porque contribui com a sua missão de formação, divulgação e fruição da produção artística contemporânea de Pernambuco. Muitas vezes essa produção é restrita a certos ambientes, então devemos levá-la até onde outros públicos estão”</em>, pontua Rebeka Monita, vice- diretora do Mamam.</p>
<p>Os participantes, com idade entre 10 e 17 anos, representam a faixa etária de maior vulnerabilidade na realidade das comunidades em questão. Eles foram selecionados por meio de parcerias com duas entidades: o Centro Escola Mangue &#8211; instalada em Brasília Teimosa e liderada por Lu do Mangue, valoriza o saber ancestral das comunidades ribeirinhas, trabalhando protagonismo, sustentabilidade e cidadania &#8211; e o Instituto Memaker &#8211; idealizador do projeto social homônimo, com metodologia inovadora que une Robótica e Expressão Criativa. Para Monica Bouqvar, coordenadora do Memaker, <em>“a oportunidade de levar os jovens a um museu, muitos deles pela primeira vez, mostrá-los o processo criativo do artista e fazê-los cocriar junto é de uma riqueza sem fim”</em>. Além dos selecionados, jovens surdos das comunidades citadas estão sendo convidados a participar com a mediação e articulação da COMacessibilidade Comunicacional.</p>
<p><strong>Rompendo Fronteiras -</strong> As comunidades de Brasília Teimosa e Entra Apulso são marcadas por uma intensa luta de moradores em defesa de seus anseios, conseguindo resistir em uma área de grande especulação imobiliária. Nesse projeto, a arte contemporânea também pretende ajudar a enxergar o território, e a relação dos indivíduos com ele, em várias camadas: física, conceitual, social e econômica. Tudo isso por meio de diálogos e práticas criativas.</p>
<p><strong>Riqueza das Trocas -</strong> No mundo da arte, vive-se um momento importante de reflexões e revisão de conceitos por parte das instituições e do meio artístico, totalmente pertinente à dinamicidade e complexidade do tecido cultural. Prazer, Arte Contemporânea tenta seguir esta tendência por meio da inversão de espaços, deslocamento de papéis, diversificação de cenários e reinvenção dos processos. Nesse sentido, a seleção dos artistas foi balizada pelas suas práticas artísticas envolvendo “o outro”, pela característica da generosidade, e pelas experiências com diferentes suportes, linguagens, pedagogias, metodologias, personagens e lugares. Segundo os realizadores, esses componentes devem garantir a qualidade das trocas com os adolescentes e ampliarão a capacidade de vivenciar uma percepção do outro e de si.</p>
<p>Segundo Marcelo Silveira, &#8220;<em>vai ser muito especial me apresentar como artista para um grupo, que, ao mesmo tempo, está se apresentando enquanto futuros apreciadores, produtores e pensadores do mundo arte. Essa relação de encontros e acesso ao pensamento do outro é um grande laboratório que trará muitas descobertas, trabalhará a dúvida e tratará o que está fora da caixa, pois é isso que faz a Arte Contemporânea&#8221;</em>.</p>
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