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	<title>Portal Cultura PE &#187; condado</title>
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		<title>Teatro ao ar livre em Condado: Pelo Avesso convida o público a viver os bastidores da cena</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 20:18:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pelo Avesso não é apenas uma peça teatral. É uma experiência sensorial e cultural que transforma o ordinário em extraordinário. O espetáculo tem o incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), e foi idealizado pelo artista condadense Rafael Anaroli. O público é convidado a explorar os bastidores da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115491" aria-labelledby="figcaption_attachment_115491" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-11-at-10.42.31.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115491" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-11-at-10.42.31-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O diretor Leo de Paula</p></div>
<p><em>Pelo Avesso</em> não é apenas uma peça teatral. É uma experiência sensorial e cultural que transforma o ordinário em extraordinário. O espetáculo tem o incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), e foi idealizado pelo artista condadense Rafael Anaroli. O público é convidado a explorar os bastidores da criação teatral em uma proposta inovadora de encenação que explora as múltiplas possibilidades do trabalho do ator. A obra transforma o ato de fazer teatro em um evento acessível, inclusivo, dinâmico e envolvente, por meio da metalinguagem e da ressignificação de elementos artísticos.</p>
<p>A montagem parte da ideia de mostrar o lado avesso da criação cênica destacando os bastidores e o trabalho dos profissionais que fazem a mágica do teatro acontecer. O público chega ao espaço cênico e acompanha a composição do cenário ao longo da apresentação junto ao artista na construção de suas personagens. Esse recurso não apenas desmitifica o processo teatral, mas também aproxima e inspira o espectador pela experiência criativa.</p>
<p>O processo de ensaio, conduzido pelo diretor capixaba Leo de Paula, busca novas formas de criar cenas e narrativas a partir de objetos e materiais comuns à região. Além disso, explora caminhos emocionais e comportamentais do artista mergulhando na dramaturgia do poeta manauara Rafael César, que revela diferentes nuanças da existência humana com profundidade e observação.</p>
<p>A sonoplastia é outro destaque do espetáculo, com a presença do músico Micael Silva em cena. Ele utiliza instrumentos característicos da cultura local, como a rabeca, o atabaque, a cuíca e a maraca, trazendo a sonoridade do folguedo do cavalo marinho e do maracatu rural. A iluminação também segue uma proposta artesanal reforçando a ideia de criação acessível e aproximando universos distintos.</p>
<p>A inspiração nas tradições locais também se reflete nas indumentárias, que remetem ao maracatu rural, e no estudo corporal dos quase cem personagens que compõem o folguedo do cavalo marinho. Esses elementos tornam-se parte essencial da narrativa criando uma ligação autêntica entre o teatro e as manifestações culturais da região.</p>
<p><em>Pelo Avesso</em> é um convite para que o público vivencie a magia do teatro, de uma forma inédita, rompendo barreiras físicas e emocionais entre palco e plateia. A proposta celebra a simplicidade, criatividade e riqueza cultural brasileira enquanto estimula a reflexão sobre o fazer artístico e suas múltiplas possibilidades. A obra é um presente do artista Rafael Anaroli para sua cidade e região aproximando ainda mais a arte do teatro da sociedade.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica</span>:</strong></p>
<p>• Concepção e atuação: Rafael Anaroli<br />
• Direção: Leo de Paula<br />
• Dramaturgia: Rafael César<br />
• Sonoplastia: Micael Silva<br />
• Iluminação: Leo de Paula e Rafael Anaroli<br />
• Cenário e figurinos: Leo de Paula e Rafael Anaroli<br />
• Preparação corporal: Amazonas Silva<br />
• Supervisão cênica: Andala Quituche<br />
• Fotos e vídeos: Fred Penna e Leo de Paula<br />
• Redes sociais: Fred Penna<br />
• Identidade visual: Juliana Barbosa &#8211; Crio<br />
• Assessoria de imprensa: Noelly Silveira<br />
• Produção local: Maria do Carmo (Mara)<br />
• Produção executiva: Julianna Mota<br />
• Realização: Filmes da Mãe<br />
• Apoio: Xão Criatividade e Desenvolvimento Humano, Dias Construtora<br />
• Incentivo: Governo de Pernambuco, Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura)</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p>• 18 de janeirio, 20h &#8211; sede do Cavalo Marinho Estrela Brilhante (Rua Nilo Jerônimo de Souza, nº 799, Condado-PE)<br />
• 24 de janeiro, 20h &#8211; Praça São Cristóvão, Condado-PE</p>
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		<title>Cais do Sertão recebe Primeira Sambada de Cavalo Marinho da Capital</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Dec 2024 19:10:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115252" aria-labelledby="figcaption_attachment_115252" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Mestre-Agnaldo-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115252" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Mestre-Agnaldo-2-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Agnaldo</p></div>
<p>Pela primeira vez no Recife acontece uma sambada de cavalo marinho genuína e tradicional, do anoitecer até “quebrar a barra do dia” (amanhecer). A atividade, que ocorre no Cais do Sertão, neste sábado (28), a partir das 20h, é conduzida pelo Cavalo Marinho Estrela de Ouro de Condado, da Zona da Mata Norte pernambucana, Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco, comandado por mestre Agnaldo. O acesso é gratuito.</p>
<p>O projeto foi contemplado nos editais da Lei Paulo Gustavo Pernambuco e tem apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), via LPG, direcionada pelo Ministério da Cultura (MinC) do governo federal.</p>
<p>A Primeira Sambada de Cavalo Marinho da Capital é uma realização da Sambaqui Criações, com corodução do Instituto Casa Astral e conta com o apoio do Centro Cultural Cais do Sertão e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur).</p>
<p>É uma oportunidade para recifenses, turistas e todos os admiradores e amantes da cultura popular explorarem e celebrarem a rica tradição cultural da sambada de cavalo marinho, uma manifestação cultural única, com raízes na Zona da Mata Norte de Pernambuco, e que mistura música, poesia, teatro e dança. Contemplando e preservando o folguedo, brincantes e admiradores da cultura, com o tempo ideal para manifestar as expressões corporais e cotidianas da brincadeira em seu formato mais tradicional.</p>
<p>O evento conta também com duas oficinas de cavalo marinho, que são realizadas nesta sexta-feira (27), no mesmo local, também por mestre Agnaldo. As atividades são gratuitas e abertas para todos os interessados e conta com intérprete de libras.</p>
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		<title>Condado recebe a 1ª Sambada de Maracatu: uma celebração à cultura popular pernambucana</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Dec 2024 18:44:47 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114926" aria-labelledby="figcaption_attachment_114926" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/SecultPE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Maracatu-Leão-de-Ouro.jpg"><img class="size-medium wp-image-114926" alt="Morgana Narjara/SecultPE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Maracatu-Leão-de-Ouro-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu Leão de Ouro</p></div>
<p>O município de Condado (PE) é palco de um marco histórico na cultura popular com a realização da 1ª Sambada de Maracatu. O evento, organizado pelo Ponto de Cultura Maracatu Leão de Ouro, celebra a riqueza do maracatu de baque solto oferecendo oficinas gratuitas de música, poesia e dança, além de apresentações que seguem as tradições dessa manifestação única da Zona da Mata Norte pernambucana.</p>
<p>A iniciativa conta com o incentivo da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Governo de Pernambuco, Lei Paulo Gustavo (LPG), Ministério da Cultura (MinC) e governo federal e visa fortalecer a memória e identidade cultural da região promovendo o diálogo entre as gerações.</p>
<p>Com foco na inclusão social e na preservação cultural, o projeto garante acessibilidade para todos os públicos e convida a comunidade a mergulhar em uma experiência autêntica e transformadora. As oficinas acontecem na próxima terça-feira (10), nos períodos da tarde (a partir das 14h) e noite (às 19h). Ambas são ministradas por Mestre Letinho. A sambada comemorativa está programada para a próxima quinta-feira (14), às 21h, em frente à sede do Maracatu Leão de Ouro.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>1ª Sambada de Maracatu –</strong> <em>de 10 a 14 de dezembro, no Ponto de Cultura Maracatu Leão de Ouro, no município de Condado (PE). Acesso gratuito</em></p>
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		<title>Ciclo natalino resgata as tradicionais Terreiradas de Cavalo Marinho</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 15:58:16 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114770" aria-labelledby="figcaption_attachment_114770" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Cavalo-Marinho-Boi-Pintado.jpg"><img class="size-medium wp-image-114770" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Cavalo-Marinho-Boi-Pintado-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cavalo Marinho Boi Pintado, de Aliança (PE)</p></div>
<p>As tradicionais Terreiradas de Cavalo Marinho de Pernambuco ocorrem, este ano, de 7 a 31 de dezembro, em Olinda (Região Metropolitava do Recife) e em cinco municípios da Zona da Mata Norte do Estado (Aliança, Camutanga, Condado, Glória do Goitá e Itambé), cidades que reúnem a maior parte dos grupos dessa manifestação popular, entre eles o Cavalo Marinho Boi Pintado (Aliança) e Estrela de Ouro (Condado), Patrimônios Vivos estaduais. O evento conta com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>As festas de terreiro marcam o momento principal de reunião de brincantes de cavalo marinho, que durante toda a noite realizam o auto natalino em sua totalidade com a presença de seus mais de 70 personagens alternando-se entre músicas, encenações, improvisos e coreografias chegando a uma duração de aproximadamente oito horas até o amanhecer do dia.</p>
<p>O apoio à realização das festas nos terreiros e sedes dos grupos de cavalo marinho, expressão cultural registrada como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco e do Brasil, faz parte das ações fomentadas por meio da Politica Estadual de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial (Decreto nº 47.129 de 14 de fevereiro de 2019).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programação</span>:</strong></p>
<p><strong>Dia 7</strong><br />
Cavalo Marinho Boi Brasileiro (Condado)</p>
<p><strong>Dia 14</strong><br />
Cavalo Marinho Estrela Brilhante (Condado)<br />
Cavalo Marinho Estrela do Oriente (Camutanga)<br />
Cavalo Marinho Boi Maneiro (Itambé)</p>
<p><strong>Dia 21</strong></p>
<p>Cavalo Marinho de Mestre Batista (Aliança)</p>
<p><strong>Dia 22</strong><br />
Cavalo Marinho Boi Pintado (Aliança)<br />
Cavalo Marinho Boi Tira-Teima (Glória do Goitá)</p>
<p><strong>Dia 25</strong><br />
Cavalo Marinho Boi Matuto (Olinda)<br />
Cavalo Marinho Boi da Luz (Olinda)<br />
Cavalo Marinho Flor de Manjerona (Olinda)</p>
<p><strong>Dia 31</strong><br />
Cavalo Marinho Estrela de Ouro (Condado)</p>
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		<title>Terreiradas de Cavalo Marinho marcam ciclo natalino</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 19:05:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107036" aria-labelledby="figcaption_attachment_107036" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/32773585788_68d1fc2f3e_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-107036" alt="Jan Ribeiro/Secult PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/32773585788_68d1fc2f3e_o-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Encontro de Cavalo Marinho de Pernambuco na Casa da Rabeca</p></div>
<p>As tradicionais Terreiradas de Cavalo Marinho de Pernambuco acontecem em Aliança e Condado, na Zona da Mata Norte, municípios que reúnem a maior parte dos grupos tradicionais, entre eles o Cavalo Marinho Boi Pintado (Aliança) e Estrela de Ouro (Condado), Patrimônios Vivos do Estado de Pernambuco. O evento tem apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>Além das terreiradas na Mata Norte, acontece na Região Metropolitana do Recife, também com o apoio da Fundarpe, o 28º Encontro de Cavalo Marinho de Pernambuco 2023, na Casa da Rabeca, em Olinda, espaço mantido pela família de Mestre Salustiano (Patrimônio Vivo de Pernambuco, in memoriam), que reúne grupos de cavalo marinho para celebrar o Natal no dia 25 de dezembro.</p>
<p>As festas de terreiro marcam o momento principal de reunião de brincantes de Cavalo Marinho, que durante toda a noite, realizam o auto natalino em sua totalidade com a presença de seus mais de 70 personagens alternando-se entre músicas, encenações, improvisos e coreografias chegando a uma duração de aproximadamente oito horas até o amanhecer do dia. Cada terreirada tem um grupo convidado, que faz a abertura do evento, além do anfitrião do terreio, que se apresenta e celebra com os convidados por toda a noite.</p>
<p>O apoio à realização das festas nos terreiros e sedes dos grupos de cavalo marinho, expressão cultural registrada como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco e do Brasil, faz parte das ações fomentadas por meio da Politica Estadual de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial (Decreto nº 47.129 de 14 de fevereiro de 2019).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programação:</span></strong></p>
<p><strong>Dia 16 &#8211; Chã de Camará (Aliança)</strong></p>
<p>20h &#8211; Boi Matuto de Olinda<br />
21h &#8211; Cavalo Marinho de Mestre Batista</p>
<p><strong>Dia 23 &#8211; Terreiro do Boi Pintado – Chã do Esconso (Aliança)</strong></p>
<p>20h – Boi Tira-Teima de Glória do Goita, do mestre Zé de Bibi (Patrimônio Vivo de Pernambuco)<br />
21h – Cavalo Marinho Boi Pintado (Patrimônio Vivo de Pernambuco)</p>
<p><strong>Dia 23 &#8211; Terreiro do Cavalo Marinho Estrela Brilhante (Condado)</strong></p>
<p>20h – Cavalo Marinho Boi da Luz de Olinda<br />
21h – Cavalo Marinho Estrela Brilhante</p>
<p><strong>Dia 25 &#8211; Casa da Rabeca (Olinda)</strong></p>
<p>28º Encontro de Cavalo Marinho de Pernambuco</p>
<p><strong>Dia 31 &#8211; Terreiro do Cavalo Marinho Estrela de Ouro (Condado)</strong></p>
<p>20h – Cavalo Marinho Boi Brasileiro<br />
21h &#8211; Cavalo Marinho Estrela de Ouro (Patrimônio Vivo de Pernambuco)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/EVOZAf4vucY?si=A4APPECDQw3e5eDU" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Festa em Aliança comemora aniversário em dose dupla</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 15:20:43 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106639" aria-labelledby="figcaption_attachment_106639" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/SecultPE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/52872877974_f7cd06745b_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-106639" alt="Felipe Souto Maior/SecultPE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/52872877974_f7cd06745b_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Sede do Boi Pintado e do Museu das Tradições do Cavalo Marinho</p></div>
<p>O Cavalo Marinho Boi Pintado, 30 anos, e o Museu das Tradições do Cavalo Marinho, 3 anos, comemoram aniversário em dose dupla neste sábado (25), a partir das 19h, em sua sede na Chã do Esconso, no município de Aliança, na Zona da Mata Norte Pernambucana.<br />
O Cavalo Marinho Boi Pintado é Patrimônio Vivo de Pernambuco e foi fundado pelo Mestre Grimário em 18 de novembro de 1993. Já o Museu das Tradições do Cavalo Marinho foi fundado por Andala Quituche em 22 de novembro de 2020 e traz em seu acervo peças de variados grupos de cavalo marinho da Mata Norte.<br />
A programação de aniversário conta com grupos de cultura popular como Emboladores de Coco Antônio da Ingazeira e Barra Branca do município da Aliança, Gilmar Leite, Forró Geração, Luiz Paixão de Condado, Coco Raio de Luz de Lagoa de Itaenga e o aniversariante Cavalo Marinho Boi Pintado.<br />
Já a Escola das Tradições do Cavalo Marinho, projeto do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), promove a Brincadeira de Terreiro com a sambada do Maracatu de Baque Solto Piaba de Ouro de Olinda, de Mestre Cleiton Salu, e o Maracatu de Baque Solto Estrela Brilhante de Nazaré da Mata, de Mestre Bi, até o sol raiar. Na ocasião também há o início da arrecadação de alimentos não perecíveis para o Natal Solidário.<br />
A comemoração de 30 anos do Boi Pintado celebra um marco de resistência e identidade das tradições de cultura popular de Pernambuco. É realizada pelo cavalo marinho, Museu das Tradições e pela Escola das Tradições. Conta com financiamento do Funcultura, da Secretaria Estadul de Cultura (Secult-PE) e do Governo do Estado, além do apoio da Prefeitura Municipal da Aliança.</p>
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		<title>Grupo Grial tem sua história armorial registrada em livro da Cepe</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 13:35:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em 1997, o escritor Ariano Suassuna (1927-2014) e a bailarina e coreógrafa Maria Paula Costa Rêgo criaram um grupo de dança contemporânea com base nas tradições populares nordestinas. O Grupo Grial, representação em baile do movimento armorial idealizado por Ariano, completou 25 anos de existência em 2022 e agora celebra a data com a publicação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106510" aria-labelledby="figcaption_attachment_106510" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Grupo-Grial-2-reduzida.jpg"><img class="size-medium wp-image-106510" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Grupo-Grial-2-reduzida-607x411.jpg" width="607" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Grial</p></div>
<p>Em 1997, o escritor Ariano Suassuna (1927-2014) e a bailarina e coreógrafa Maria Paula Costa Rêgo criaram um grupo de dança contemporânea com base nas tradições populares nordestinas. O Grupo Grial, representação em baile do movimento armorial idealizado por Ariano, completou 25 anos de existência em 2022 e agora celebra a data com a publicação de um livro para registrar sua história.<br />
<em>Poeira, Sagrado e Festa: 25 Anos do Grupo Grial</em> (R$ 150) é lançado pela Cepe Editora, neste sábado (25), às 17h, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe – Avenida Rui Barbosa, Nº 960, bairro das Graças, Recife). Em seguida há a apresentação do cavalo marinho Estrela de Ouro, do município de Condado (PE). Às 16h, Maria Paula, organizadora do livro, conversa com o brincante Pedro Salustiano sobre a dança armorial na programação Diálogos Petrobras da Mostra Movimento Armorial 50 Anos, em cartaz no Mepe.<br />
No título da Companhia Editora de Pernambuco a trajetória do Grial é resgatada em textos do professor Carlos Newton Júnior, da crítica em dança Helena Katz, do intérprete e coreógrafo Kleber Lourenço, do jornalista Mateus Araújo e de Maria Paula. Também é contada por fotos dos 13 espetáculos de dança encenados pelo grupo em um quarto de século.<br />
“O Grial aprofundou o mergulho no universo da dança e dos espetáculos populares conseguindo promover finalmente a fusão do erudito com o popular com a qual Suassuna tanto sonhava”, escreve Carlos Newton Júnior. Para Helena Katz, “o Grial se tornou uma escola não formal de experimentações preciosas passando a alfabetizar o Brasil de viés colonial – que se entendia como ‘de formação erudita’ e não reconhecia a força nefasta do colonialismo interno que fortalecia o peso do Sudeste e enfraquecia o das outras regiões.”<br />
Maria Paula costuma dizer que o Grial teve três fases e é assim que ela apresenta o grupo no livro. A primeira reuniu seis dançarinos intérpretes, de 19 de março de 1997 – com o espetáculo de estreia, <em>A Demanda do Graal Dançado</em>, roteirizado por Ariano – até 2004. A segunda, com 11 dançarinos e brincantes, vai de 2004 a 2010 (<em>Brincadeira de Mulato</em> é um dos espetáculos dessa etapa). E a terceira, de 2010 a 2014, trouxe solo, duo e equipes de oito integrantes em apresentações como <em>Castanho sua Cor e Terra</em>.<br />
O livro, de acordo com Maria Paula, é um importante registro da dança armorial. “Memória é algo tão precioso para um povo. Devemos ter consciência dessa riqueza e importância sempre. Toda peça cultural, material ou imaterial, nos traz indícios de caminhos feitos e de mundos existentes no passado longínquo ou não. Para além de representar pontos de partidas representam também continuidades.”</p>
<p><strong>PRÊMIOS –</strong> O Grial recebeu indicações de Melhor Espetáculo, pela Folha de S.Paulo, por <em>Castanho sua Cor e Travessia</em>; o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) de Intérprete Criadora, com <em>Terra</em>; e o prêmio de Melhor Espetáculo, Melhor Espetáculo pelo Júri Popular, Melhor Figurino, Melhor Cenário, Melhor Iluminação e Melhor Bailarina pelo festival Janeiro de Grandes Espetáculos.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Entrevista com Maria Paula Costa Rêgo:</span></strong></p>
<p><strong>CEPE – <em>Levando em consideração o conceito armorial do grupo, como é/era feita a seleção dos integrantes?</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>A primeira equipe do Grupo Grial foi escolhida pelo próprio Ariano Suassuna, quando fui convidada para criar o Grial com o espetáculo </em>A Demanda do Graal Dançado<em>, em 1997. Depois desse espetáculo criamos o </em>Auto do Estudante que se Vendeu ao Diabo<em> e com o tempo saíram alguns dançarinos. Tive algumas indicações de pessoas próximas que conheciam nosso trabalho e com essa equipe eu segui por sete anos. Quando o Grupo Grial resolveu aprofundar sua pesquisa junto ao cavalo marinho e maracatu rural eu me aproximei da família de Mestre Biu (</em>in memoriam<em>). Todos os participantes dessa época (até hoje) eram escolhidos por convite, porque eu os via se mover durante as sambadas. Mesmo não sendo brincantes (no espetáculo Travessia havia dançarinos que não eram brincantes) eu sempre os convidava por tê-los visto atuar em algum lugar.</em></p>
<p><strong>CEPE – <em>O Grial apresentou 13 espetáculos coreográficos em 25 anos. Tem alguma criação nova sendo preparada? Se sim, há previsão de estreia?</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>O Grupo Grial teve um intervalo de cinco anos devido a minha escolha de vivenciar a gestão pública. Diante dos fatos políticos daquele momento era evidente que o setor cultural iria ser cancelado e foi exatamente nesse momento que fui convidada a participar da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) como responsável pelo setor da Dança. Aceitei o convite. Me retirei da gestão pública em julho de 2022 e desde então venho construindo o retorno do Grupo Grial. No momento o que me interessa é a retomada com releituras de algumas peças antigas, como por exemplo </em>Uma Mulher Vestida de Sol<em>, que acaba de receber o Prêmio do Banco do Nordeste para remontá-la e circular por cidades pernambucanas. Acho a possibilidade de releitura de peças antigas uma oportunidade maravilhosa até porque eu acredito na movência das minhas obras. Os intérpretes do Grial estão mais maduros, dançando melhor, mais intensamente. Temos novos intérpretes, inclusive Bruna, uma dançarina/cantora artista PCD visual. Estou muito feliz com essa nova fase do Grupo Grial. Quanto a nossa nova criação coreográfica ainda é um segredo (risos). Mas estou absolutamente sem pressa. Acredito ter amadurecido e o livro é mais uma constatação do trabalho do tanto de feito. Agora é continuar reverberando novos mundos, com novos intérpretes e apontando novos coreógrafos.</em></p>
<p><strong>CEPE – <em>Queria que você falasse sobre a importância da publicação do livro para a arte/dança armorial pernambucana/brasileira.</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>Memória é algo tão precioso para um povo. Devemos ter consciência dessa riqueza e importância sempre. Toda peça cultural, material ou imaterial, nos traz indícios de caminhos feitos e de mundos existentes no passado longínquo ou não. Para além de representar pontos de partidas representam também continuidades. Continuar algo é adentrar no âmago da história, refletir, criticar e propor algo que avance. Acredito que deve ser assim a construção de sociedades incríveis. Eu poderia usar o termo civilizada no lugar de incríveis, mas diante dos fatos atuais no mundo o que é ser uma sociedade civilizada, não é mesmo?</em></p>
<p><strong>CEPE – <em>Como avalia os 25 anos de vida do grupo Grial? Os maiores desafios, as dificuldades, os momentos de alegria, as recompensas.</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>Quando olho para o livro vejo o tanto que construímos. O tamanho do que construímos. As tantas conquistas. Inclusive o livro é a própria recompensa. Mas é sempre surpreendente toda essa estrada feita sem apoio de uma empresa patrocinadora. Porque a ausência de patrocínio significa sacrifícios para além dos esforços dos intérpretes, mas de todas as famílias envolvidas. É sempre muito difícil defender uma entrega total em algo que não traz retorno financeiro e esse foi sempre nosso desafio maior. Agradecemos aos prêmios e apoios de todas as instâncias públicas, mas agora necessitamos de apoio estruturante por períodos longos (de quatro a seis anos) e fazer avançar e reverberar essa experiência de resultados concretos aos quatro cantos do mundo. Os momentos de alegrias foram muitos. Aliás, quase todos. Não sei se foi a minha formação em improvisação, em que todo o percalço é apenas um novo traçado, ou se foi minha mãe, que nunca titubeou diante de situações difíceis. Ou até mesmo meu compromisso com Ariano em relação à defesa de uma dança armorial. Mas o fato é que tive sim tristezas e muitos desafios durante estes quase 30 anos do Grial. Mas tudo confirma a razão da caminhada e me impulsiona para a frente.</em></p>
<div id="attachment_106511" aria-labelledby="figcaption_attachment_106511" class="wp-caption img-width-410 alignnone" style="width: 410px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Capa-Poeira-sagrado-e-festa.jpg"><img class="size-medium wp-image-106511" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Capa-Poeira-sagrado-e-festa-410x486.jpg" width="410" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Poeira, Sagrado e Festa: 25 Anos do Grupo Grial</p></div>
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		<title>Cultura popular movimenta Mata Norte com mostra de música regional</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2023 18:11:05 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_74164" aria-labelledby="figcaption_attachment_74164" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/MestreBi_NazarédaMata2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-74164" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/MestreBi_NazarédaMata2-607x438.jpeg" width="607" height="438" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Bi é uma das atrações da programação da &#8220;AMATA na Mata&#8221;</p></div>
<p>Teve início no último sábado (21), na cidade de Vicência, a programação ‘AMATA na Mata’, projeto de circulação regional que leva apresentações culturais inéditas de dança, música e poesia do maracatu rural, coco de roda e ciranda. Com incentivo do Governo do Estado, por meio dos recursos do Funcultura, a iniciativa vai circular ainda por mais duas cidades da zona canavieira: Condado, dia 27/1 (sexta-feira), às 21h; e Aliança, dia 2/2 (quinta-feira), às 21h.</p>
<p>Todas as apresentações culturais vão ser realizadas dentro dos eventos tradicionais dos municípios da Mata Norte. “É um espaço para reunir a família, festejar a cultura popular e reverenciar nossos artistas. É tudo de graça, para o público aproveitar à vontade”, destaca a coordenadora e produtora cultural do evento, Joana D’Arc Ribeiro</p>
<p>Em Vicência, conhecida como a terra dos engenhos de cana de açúcar, os shows aconteceram dentro da Festa de São Sebastião da Vila Murupé, localizada na Zona Rural da cidade. Já na cidade do Condado, terra do cavalo-marinho, o ponto de encontro da celebração cultural é na Festa de São Sebastião, padroeiro do município. Por fim, na cidade de Aliança, berço do maracatu rural, as apresentações culturais se somam à Festa de Nossa Senhora do Bom Despacho, no Distrito de Upatininga.</p>
<p>A mostra conta com a participação de Mestre Bi, que é cirandeiro e mestre de maracatu, da cidade de Nazaré da Mata. Além dele, participa o poeta, mestre de maracatu, cirandeiro e embolador de coco, Josivaldo Caboclo, do município de Lagoa do Itaenga. Há, ainda, as participações do instrumentista Nino Alves, a dançarina Juçara, e os músicos: Guilherme Otávio, Valdir Félix, Victor Seabra, Larissa Michele e Karlos Davy.</p>
<p>Dentro do projeto, também estão previstas aulas espetáculos em escolas estaduais de ensino integral dos três municípios envolvidos na circulação regional, com a participação especial dos mestres envolvidos na mostra regional de música da cultura popular. Ao todo, estão programadas seis aulas-espetáculos. Os encontros serão realizados no retorno do ano letivo. “Será um momento rico para fortalecer a educação patrimonial junto ao público estudantil”, finaliza Joana D’Arc. Confira a agenda:</p>
<p><strong>Festa de São Sebastião (Condado-PE)</strong><br />
27 de janeiro (sexta-feira), às 21h<br />
Praça de São Cristóvão</p>
<p><strong>Festa de Nossa Senhora do Bom Despacho (Distrito de Upatininga, Aliança-PE)</strong><br />
2 de fevereiro (quinta-feira), às 21h<br />
Ao lado da Igreja de Nossa Senhora do Bom Despacho</p>
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		<item>
		<title>Condado recebe o Festival Na Pisada do Cavalo Marinho</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/condado-recebe-o-festival-na-pisada-do-cavalo-marinho/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Jun 2022 13:17:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Festival Na Pisada do Cavalo Marinho]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Localizado na Zona da Mata Norte, Condado recebe neste sábado (11), a partir das 18h, o Festival Na Pisada do Cavalo Marinho. O evento, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, é comandado pelo Cavalo Marinho Estrela de Ouro que, ao longo de 2021, realizou uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_28028" aria-labelledby="figcaption_attachment_28028" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Normando Siqueira/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Cavalo-Marinho-Estrela-de-Ouro-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Foto-Normando-Siqueira-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-28028" alt="Normando Siqueira/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Cavalo-Marinho-Estrela-de-Ouro-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Foto-Normando-Siqueira-01-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônio Vivo do Estado, o Cavalo Marinho Estrela de Ouro é quem capitaneia o evento</p></div>
<p>Localizado na Zona da Mata Norte, Condado recebe neste sábado (11), a partir das 18h, o Festival Na Pisada do Cavalo Marinho. O evento, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, é comandado pelo Cavalo Marinho Estrela de Ouro que, ao longo de 2021, realizou uma série de ações relacionadas ao projeto &#8220;Na Pisada do Cavalo Marinho&#8221;, como roda de diálogo com mestres, por meio de live; oficinas de bordado de peitorais, confecção de máscaras, danças, músicas e interpretação de figuras (personagens). Com um ano de duração, o projeto encerra suas atividades com uma grande festa na Praça São Cristóvão, no centro do Condado, que contará com exposições dos resultados das oficinas e uma sambada.</p>
<p>Com performances dramáticas, musicais e coreográficas, o Cavalo Marinho Estrela de Ouro, do município do Condado, é um folguedo tradicional da cultura popular de teatro de rua da Mata Norte. Patrimônio Vivo de Pernambuco, título outorgado em 2018 pelo Governo do Estado, comemora no próximo mês 43 anos de um contínuo trabalho de perpetuação da brincadeira e da salvaguarda cultural.</p>
<p>Ao todo, no decorrer do ano de atividades, cerca de 550 pessoas participaram das ações de forma presencial, e mais de 5 mil de forma online.<em> “Esse momento, por mais doloroso e difícil para a cultura, principalmente a popular, fez com que muitos grupos descobrissem novas formas de alcançar um público, até então inacessível com as atividades presenciais”</em>, pontua Mestre Pino, um dos coordenadores do Cavalo Marinho Estrela de Ouro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Festival Na Pisada do Cavalo Marinho<br />
Quando: 11 de junho de 2022 (sábado), às 18h<br />
Praça São Cristóvão, no centro de Condado<br />
Aberto ao público</p>
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		<title>Curta-metragem retrata trajetória do brincante Martelo</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2021 21:33:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<description><![CDATA[Está disponível no YouTube o curta-metragem &#8220;Martelo&#8221;. Dirigido por Tiago Delácio, o filme foi contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Perambuco e retrata trajetória de Martelo, um dos brincantes mais antigos do Cavalo Marinho do Estado, que mora na cidade de Condado (Zona da Mata). Aperte o play e confira.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="600" height="400" src="https://www.youtube.com/embed/Mr4qTw18Y70" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Está disponível no YouTube o curta-metragem &#8220;Martelo&#8221;. Dirigido por Tiago Delácio, o filme foi contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Perambuco e retrata trajetória de Martelo, um dos brincantes mais antigos do Cavalo Marinho do Estado, que mora na cidade de Condado (Zona da Mata). Aperte o<em> play</em> e confira.</p>
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