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	<title>Portal Cultura PE &#187; Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco</title>
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		<title>Resultado final   do edital de convocação do CEPPC</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Sep 2024 14:02:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Edital do Programa de Fomento à Produção Audiovisual de Pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), divulga o resultado final  do edital de convocação do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) nos segmentos de Arqueologia, História e Museologia; e Antropologia, Sociologia e Turismo. Ele pode ser [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), divulga o resultado final  do edital de convocação do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) nos segmentos de Arqueologia, História e Museologia; e Antropologia, Sociologia e Turismo. Ele pode ser conferido <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/RESULTADO_FINAL___02_SEGMENTOS___ELEICOES_CEPPC_2024_2026__1_.pdf">aqui</a>.</p>
<p dir="ltr">De caráter permanente, o CEPPC é composto, de forma paritária, por 14 representantes do Poder Público e da sociedade civil, sendo designados por ato da governadora do Estado. O Conselho será formado por sete segmentos, sendo eleitos um membro titular e um membro suplente para cada segmento. Os Conselheiros serão designados para mandato de dois anos podendo ser reconduzidos uma única vez, por igual período, mediante nova eleição.</p>
<p dir="ltr">Já estão definidos(as) os(as) representantes nos segmentos Arquitetura, Urbanismo, Geografia e Engenharia; Movimentos Sociais de Urbanismo e Meio Ambiente; Centros de Documentação e Memória, Arquivos, Bibliotecas, Espaços de Memória e Museus; Comunidades Tradicionais e/ou Religiosas, Costumes, Saberes e Formas de Expressão; e Expressões Culturais de Pernambuco Registradas como Patrimônio Cultural e Imaterial.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>CEPPC-PE decide pelo tombamento das Casas de Câmara e Cadeia de Flores e de Sirinhaém</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Mar 2024 17:17:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Conselho Estadual de Preservação e Patrimônio Cultural (CEPPC-PE) aprovou o tombamento das antigas Casas de Câmara e Cadeia de Flores e de Sirinhaém, localizadas, respectivamente, no Sertão do Pajeú e no Litoral Sul de Pernambuco. As decisões foram tomadas durante reunião realizada nesta quinta-feira (29), na Academia Pernambucana de Letras (APL), por unanimidade dos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_108615" aria-labelledby="figcaption_attachment_108615" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Site da prefeitura</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/Prefeitura-de-Flores.jpg"><img class="size-medium wp-image-108615" alt="Reprodução/Site da prefeitura" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/Prefeitura-de-Flores-607x436.jpg" width="607" height="436" /></a><p class="wp-caption-text">As Casas de Câmara e Cadeia de Flores (foto) e Sirinhaém são equipamentos importantes para Pernambuco, não só pelo seu valor histórico, mas também pela sua utilização e pelo seu formato que ainda é preservado, tendo sido construído com o mesmo projeto arquitetônico estrutural das câmaras e cadeias de antigamente</p></div>
<p>O Conselho Estadual de Preservação e Patrimônio Cultural (CEPPC-PE) aprovou o tombamento das antigas Casas de Câmara e Cadeia de Flores e de Sirinhaém, localizadas, respectivamente, no Sertão do Pajeú e no Litoral Sul de Pernambuco.</p>
<p>As decisões foram tomadas durante reunião realizada nesta quinta-feira (29), na Academia Pernambucana de Letras (APL), por unanimidade dos conselheiros.</p>
<p>A iniciativa da abertura dos processos de tombamento foi da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em 2013, que apresentou ao Conselho exames técnicos contendo informações históricas sobre o surgimento das casas de câmara e cadeia no período colonial, bem como seu funcionamento e a importância para a sociedade da época.</p>
<div id="attachment_108801" aria-labelledby="figcaption_attachment_108801" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/03/Reunião-do-CEPPC-PE_Tombamento-das-Casas-de-Câmara-e-Cadeia-de-Flores-e-Sirinhaém_Foto-de-Eduardo-Cunha_Secult_PE_Fundarpe-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-108801" alt="Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/03/Reunião-do-CEPPC-PE_Tombamento-das-Casas-de-Câmara-e-Cadeia-de-Flores-e-Sirinhaém_Foto-de-Eduardo-Cunha_Secult_PE_Fundarpe-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As decisões foram tomadas durante reunião realizada nesta quinta-feira (29), na Academia Pernambucana de Letras (APL), por unanimidade dos conselheiros</p></div>
<p>O processo de tombamento da Casa de Câmara e Cadeia de Flores teve como relatoras as conselheiras Ana Barbosa, vice-presidente do CEPPC-PE, e Cláudia Rodrigues, presidente do Conselho e vice-presidente da Fundarpe.</p>
<p>Já o tombamento da Casa de Câmara e Cadeia de Sirinhaém teve como relatores os conselheiros Augusto Ferrer, titular do segmento Arquitetura, Urbanismo, Geografia e Engenharia; e Joana D’arc, titular do segmento Centros de Documentação e Memória: Arquivos, Bibliotecas, Espaços de Memória e Museus.</p>
<p>Os exames técnicos, assim como todo o processo de tombamento dos dois casos, encontram-se disponíveis para consulta no Sistema Eletrônico de Informação SEI e, fisicamente, na sede da Fundarpe.</p>
<p>“Um detalhe importante é que existem poucas casas como essas ainda de pé. Temos o privilégio de ter essas edificações em pleno uso e, salvo algumas alterações, por questão do tempo e a adaptação das necessidades com a evolução da sociedade, as Casas de Câmara e Cadeia continuam com suas características originais preservadas fazendo jus a essa recomendação de ser considerado um bem tombado em Pernambuco”, destaca Ana Barbosa.</p>
<p>“A Casa de Câmara e Cadeia de Sirinhaém datada do século XVIII, com seu tombamento estadual, resguarda histórias de nosso passado, precisando urgente de restauro e de um uso social junto àquela comunidade. São memórias que devem ser socializadas, sobretudo, com a população de Sirinhaém e da Mata Sul do estado de Pernambuco. Importante zelar e usufruir do seu espaço, além de suas histórias”, explica a conselheira Joana D’Arc.</p>
<div id="attachment_108802" aria-labelledby="figcaption_attachment_108802" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/03/Reunião-do-CEPPC-PE_Tombamento-das-Casas-de-Câmara-e-Cadeia-de-Flores-e-Sirinhaém_Foto-de-Eduardo-Cunha_Secult_PE_Fundarpe-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-108802" alt="Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/03/Reunião-do-CEPPC-PE_Tombamento-das-Casas-de-Câmara-e-Cadeia-de-Flores-e-Sirinhaém_Foto-de-Eduardo-Cunha_Secult_PE_Fundarpe-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das relatoras do processo de tombamento da Casa de Câmara e Cadeia de Sirinhaém foi Joana D’arc, titular do segmento Centros de Documentação e Memória: Arquivos, Bibliotecas, Espaços de Memória e Museus</p></div>
<p>Os processos agora retornam à Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e em sequência serão enviados a governadora do Estado, responsável pela assinatura do decreto de tombamento. Após a publicação do decreto, o processo é devolvido ao CEPPC/PE, para a inscrição dos tombamentos nos respectivos Livros do Tombo.</p>
<p>A reunião desta quinta-feira (29) também contou com a <b><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/canal/conselhodepreservacao/mocao-de-aplauso-do-ceppc-pe-tecnicos-do-iphan-pe/">aprovação de uma Moção de Aplausos</a></b>, proposta pelo conselheiro Augusto Ferrer, aprovada pelo plenário e referendada pela presidente do Conselho, pela atuação do corpo técnico do IPHAN-PE na salvaguarda da paisagem cultural do Bairro do Recife.</p>
<p><strong>CASAS DE CÂMARA E CADEIA -</strong> São equipamentos importantes para Pernambuco, não só pelo seu valor histórico, mas também pela sua utilização e pelo seu formato que ainda é preservado, tendo sido construído com o mesmo projeto arquitetônico estrutural das câmaras e cadeias de antigamente. O piso térreo geralmente era utilizado para essa função prisional, e o primeiro andar era usado como uma casa de administração, onde ficava a administração do município e a equipe de apoio, inclusive com juízes.</p>
<p>As obras da Cadeia de Flores foram concluídas no dia 17 de setembro de 1881, de forma provisória, e finalizadas em 1882. Na época, era considerada a maior prisão do Sertão, período em que havia uma necessidade de estabelecimentos prisionais mais sólidos no interior da província. Desde a década de 1930, o edifício passou a servir como sede da prefeitura municipal de Flores.</p>
<div id="attachment_108800" aria-labelledby="figcaption_attachment_108800" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/03/Reunião-do-CEPPC-PE_Tombamento-das-Casas-de-Câmara-e-Cadeia-de-Flores-e-Sirinhaém_Foto-de-Eduardo-Cunha_Secult_PE_Fundarpe-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-108800" alt="Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/03/Reunião-do-CEPPC-PE_Tombamento-das-Casas-de-Câmara-e-Cadeia-de-Flores-e-Sirinhaém_Foto-de-Eduardo-Cunha_Secult_PE_Fundarpe-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os exames técnicos, assim como todo o processo de tombamento dos dois casos, encontram-se disponíveis para consulta no Sistema Eletrônico de Informação SEI e, fisicamente, na sede da Fundarpe</p></div>
<p>Em 1899, foi descrita como a prisão mais significativa do interior da província, e apresentava compartimentos para acomodar homens, mulheres, adultos e menores, separando detentos acusados e detentos condenados. Por ser uma edificação representativa do poder da coroa portuguesa, tinha um rigor estético e formal, projetada por engenheiros militares, sendo, em sua maioria, sobrados coloniais em estilo neoclássico, seguindo o estilo lusitano imposto à colônia.</p>
<p>Já a antiga Casa da Câmara e Cadeia de Sirinhaém localiza-se na rua Sebastião Chaves, nº 342, Centro, e é um imóvel de propriedade da Prefeitura Municipal, servindo atualmente como depósito de material de decoração de festividades. Sua arquitetura resguarda importantes elementos históricos, que remontam à trajetória da edificação, que passou por transformações em sua conformação ao longo dos séculos.</p>
<p>A implantação da antiga Casa de Câmara e Cadeia de Sirinhaém segue os moldes das cidades coloniais, locada segundo uma lógica militar, em uma região topograficamente favorecida, ao longo de um eixo estruturante da cidade, implantado em uma esquina de quadra, delimitada pelas ruas: Sebastião Chaves, Estácio Coimbra, 11 de abril e Marquês de Olinda.</p>
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		<title>Com cerimônia no Teatro Santa Isabel, Pernambuco celebra o Dia Nacional do Patrimônio</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/com-cerimonia-no-teatro-santa-isabel-pernambuco-celebra-o-dia-nacional-do-patrimonio/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2022 18:58:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_52162" aria-labelledby="figcaption_attachment_52162" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/teatro-santa-isabel-foto-jan-ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-52162" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/teatro-santa-isabel-foto-jan-ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O Teatro Santa Isabel será palco da solenidade do Dia Nacional do Patrimônio</p></div>
<p>O Dia Nacional do Patrimônio, nesta quarta-feira (17), é a maior celebração da <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/15a-semana-do-patrimonio-cultural-traz-debates-sobre-resistencias-e-perspectivas-do-patrimonio/" target="_blank"><strong>15ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco</strong></a>. As atividades vão se concentrar na Praça da República (em frente ao Palácio do Campo das Princesas) e no Teatro Santa Isabel. As ações terão início com a inauguração da obra Monumento aos Mártires de Pernambuco, na Praça da República, às 9h30. A iniciativa foi do Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco (CEPPC/PE), em parceria com a Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>A obra conta com os nomes dos mártires pernambucanos que dedicaram suas vidas por Pernambuco na Revolução de 1710, em Olinda; na Revolução Pernambucana, em 1817; e a Confederação do Equador, em 1824. Os projetos arquitetônico e artístico da placa são de autoria da arquiteta Fátima Tigre, da Fundarpe.</p>
<p>A proposta, apresentada pelo historiador e então conselheiro do CEPPC/PE Leonardo Dantas Silva, foi pensada como uma ação para as comemorações do bicentenário da Revolução de 1817. O debate foi retomado pelo atual conselheiro Roberto Pereira, que ocupa a cadeira de Notório Saber no CEPPC-PE.</p>
<p><em>“A peça é mais uma homenagem do Governo de Pernambuco, em parceria com o Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural, aos heróis das revoluções pernambucanas, somando-se à obra Monumento aos Heróis da Revolução de 1817, de Abelardo da Hora, com o acréscimo da homenagem com os nomes dos que dedicaram a vida pela causa republicana e movimentos libertários no Estado”</em>, destaca Oscar Barreto, secretário Estadual de Cultura e presidente do CEPPC/PE.</p>
<p><em>&#8220;Reconhecer os mártires pernambucanos através do clamor deste Conselho de Preservação é defender a conclamação popular em torno de suas referências históricas e culturais. Tantas outras placas podem ser estampadas nas vias públicas, se recuperarmos da história homens e mulheres que foram invisibilizados em suas lutas ao defenderem uma sociedade mais justa e igualitária&#8221;</em>, ressalta Cássio Raniere, vice-presidente do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural.</p>
<p><em>“Pernambuco, ao contrário das outras províncias, desde 1710 que ele esboça movimentos para a libertação e independência do Brasil. Enquanto outros estados iam pelo caminho da inconfidência, movimentos só de pensamentos, aqui em Pernambuco nós pegamos em armas por três vezes. E não se trata apenas de um ou dois heróis, mas temos 30 nomes registrados nessa homenagem”</em>, pontua o historiador Leonardo Dantas.</p>
<p><strong>MONUMENTO -</strong> A obra de 2,15m de altura e 0,90m de largura é feita de granito natural com textura e cor similar à existente no Monumento aos Heróis da Revolução Pernambucana de 1817. O projeto foi apreciado por um grupo técnico do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que considerou que a peça não interfere na ambiência da praça, um bem cultural tombado pelo Iphan.</p>
<p>Estão gravados na placa os nomes: André Dias Figueiredo, André Vieira de Melo, Bernardo Vieira de Melo, Cosme Bezerra Monteiro, João Luis Correia, Manuel Bezerra, Cavalcanti, Manuel Cavalcanti Bezerra e Matias Coelho Barbosa (Revolução de 1710); Amaro Coutinho, Antônio Henrique Rabelo, Antônio Pereira de Albuquerque, Domingos Teotônio Jorge Martins Pessoa, Ignácio Albuquerque Maranhão, João Ribeiro Pessoa de Melo Montenegro (Padre João Ribeiro), José de Barros Lima (Leão Coroado), José Peregrino Xavier Carvalho, Domingos José Martins, José Inácio de Abreu e Lima (Padre Roma), José Luis de Mendonça e Miguel Joaquim D&#8217;Almeida (Frei Miguelinho), (1817); e Agostinho Bezerra Cavalcanti, Antônio Fragoso, Francisco Antônio de Monte, James Heide Rodgers, João Guilherme Ractcliff, João Metrowich, Joaquim da Silva Loureiro, Joaquim do Amor Divino Caneca (Frei Caneca), e Nicolau Martins Pereira (1824).</p>
<p><strong>OUTRAS HOMENAGENS -</strong> O Dia Nacional do Patrimônio segue suas atividades, no dia 17, com diversas celebrações, desta vez no Teatro de Santa Isabel, às 10h. Após a inauguração da placa, na Praça da República, haverá a entrega de placas de agradecimento aos homenageados do 30º Festival de Inverno de Garanhuns, que não puderam receber a homenagem durante o festival. Além de Índia Morena, que é Patrimônio Vivo de Pernambuco, também receberão a reverência: Vicente Jorge Espíndola, Henrique Annes, Quinteto Violado, Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), André Madureira (in memoriam), Rubinho Valença (<em>in memorian</em>), e o governador Joaquim Francisco (<em>in memoriam</em>).</p>
<p>Na sequência, haverá a entrega de certificado aos seis vencedores da <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/servico/secult-e-fundarpe-divulgam-relacao-dos-vencedores-do-7-premio-ayrton-de-almeida-carvalho/" target="_blank"><strong>7ª Edição do Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural</strong></a> e a diplomação dos <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/secult-pe-fundarpe-e-conselho-de-preservacao-divulgam-os-dez-novos-patrimonios-vivos/" target="_blank"><strong>dez novos Patrimônios Vivos</strong></a> registrados em Pernambuco.</p>
<p><strong>PATRIMÔNIOS VIVOS -</strong> Na última sexta-feira (12), em reunião na Academia Pernambucana de Letras (APL), o Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco (CEPPC/PE) elegeu os dez novos Patrimônios Vivos de Pernambuco. São eles: Mãe Dora (parteira e liderança religiosa, de Tacaratu); Samba de Véio da Ilha de Massangano (segmento Cultura Popular, coco de roda, de Petrolina); Tata Raminho de Oxossi (Mestre de Cultura Popular e Tradicional, Babalorixá, de Olinda); Banda de Pífano Folclore Verde (Cultura Popular, banda de pífanos, de Garanhuns); Cavalo Marinho Boi Pintado (Cultura Popular, de Aliança), Mestre Calú (Cultura Popular e Tradicional, mamulengueiro, de Vicência); Mágico Alakazan (Circo, Palmares), Associação Grupo Cultural Heroínas de Tejucupapo (Teatro ao ar livre e apresentações culturais, artes cênicas, de Goiana), Cambinda Velha (espetáculo performático musical de matriz afroindígena, religião de matriz afro-brasileiras) e Leonardo Dantas Silva (jornalista e escritor, do Recife).</p>
<p><strong>SEMANA DO PATRIMÔNIO -</strong> Com o tema “Patrimônio Cultural: Resistências e Perspectivas”, a 15ª edição da Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco acontece de 15 a 30 de agosto, com a participação de 31 municípios pernambucanos e mais de 209 atividades, tais como ações educativas, cursos, exposições, lançamento de livros, oficinas, palestras, rodas de diálogo, seminários e visitas guiadas. Clique <a href="https://drive.google.com/file/d/1eI7-Pgrf8ZLQ0RW7JmPQLQzV0s_TtXXp/view" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> e confira a programação.</p>
<p>Realizada desde 2008, a iniciativa tem o objetivo de comemorar o Dia Nacional do Patrimônio Histórico e estabelecer um amplo espaço de reflexão e debates sobre questões essenciais para a compreensão das formas de constituição, valorização, reconhecimento e preservação dos patrimônios culturais em sua diversidade.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
15ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco<br />
De 15 a 30 de agosto, em 31 municípios pernambucanos<br />
Atividades remotas no YouTube da Secult-PE/Fundarpe (<a href="https://www.youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>www.youtube.com/secultpe</strong></a>)<br />
Mais informações: ascomculturape@gmail.com ou pelo perfil do Instagram <strong><a href="https://www.instagram.com/culturape/" target="_blank">@culturape</a></strong></p>
<p>Confira abaixo a programação do dia 17 de agosto (quarta-feira), na 15ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco:</p>
<p><strong>9h30 &#8211; Inauguração da placa aos Mártires de Pernambuco</strong><br />
Local: Praça da República &#8211; Santo Antônio, Recife</p>
<p><strong>10h &#8211; Celebração do Dia Nacional do Patrimônio Histórico</strong><br />
- Entrega de placas aos homenageados do 30º Festival de Inverno de Garanhuns<br />
- Entrega dos certificados aos vencedores do 7º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco<br />
- Diplomação dos 10 novos Patrimônios Vivos de Pernambuco<br />
Local: Teatro de Santa Isabel (Praça da República, s/n &#8211; SantoAntônio, Recife)</p>
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		<title>CEPPC/PE aprova, por unanimidade, pedido de tombamento do Teatro do Parque</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/ceppcpe-aprova-por-unanimidade-pedido-de-tombamento-do-teatro-do-parque/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2022 17:45:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por unanimidade, o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultura de Pernambuco (CEPPC/PE) decidiu, na manhã desta quinta-feira (17), pela aprovação do parecer conclusivo sobre o tombamento do Teatro do Parque, equipamento cultural localizado no centro do Recife, na Rua do Hospício. Um dos únicos teatros-jardim ainda existentes no Brasil, o Parque conta com mais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_91129" aria-labelledby="figcaption_attachment_91129" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/51887345221_0f98b7820e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-91129" alt="Danilo Souto Maior/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/51887345221_0f98b7820e_k-607x486.jpg" width="607" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A reunião pela aprovação do parecer conclusivo contou com a presença de vários conselheiros e foi realizada no próprio Teatro do Parque</p></div>
<p style="text-align: left;" align="justify">Por unanimidade, o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultura de Pernambuco (CEPPC/PE) decidiu, na manhã desta quinta-feira (17), pela aprovação do parecer conclusivo sobre o tombamento do Teatro do Parque, equipamento cultural localizado no centro do Recife, na Rua do Hospício. Um dos únicos teatros-jardim ainda existentes no Brasil, o Parque conta com mais de cem anos de história e foi reinaugurado no ano passado pela Prefeitura do Recife. A reunião pela aprovação do parecer conclusivo contou com a presença de vários conselheiros e foi realizada no próprio Teatro do Parque.</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">O pedido de parecer conclusivo ao tombamento chegou ao CEPPC/PE em outubro do ano passado, tendo as conselheiras Mônica Siqueira e Cláudia Pinto designadas para a relatoria. Considerando o conjunto histórico e patrimonial do Teatro do Parque, o CEPPC/PE concluiu pelo parecer favorável ao pedido de tombamento por apresentar todas as prerrogativas para adquirir a condição de bem tombado pelo Estado e ser inscrito no livro de Tombo de Edifícios e Monumentos Isolados.</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">O processo agora retorna à Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), que encaminharão para o governador do Estado, responsável pela assinatura do decreto de tombamento. Depois de publicado, o decreto é despachado ao CEPPC/PE, que inscreve o imóvel no seu livro de tombo.</p>
<div id="attachment_91130" aria-labelledby="figcaption_attachment_91130" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/51887674609_1683bd8f4b_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-91130" alt="Danilo Souto Maior/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/51887674609_1683bd8f4b_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Parecer foi aprovado por unanimidade pelos conselheiros e conselheiras do CEPPC/PE</p></div>
<p style="text-align: left;" align="justify">De acordo com Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe, o Teatro do Parque sempre foi um equipamento de uma importância cultural enorme na cidade. “É um espaço que resgata a arquitetura do século passado, de 1929, mas com toda a modernidade em relação a equipamentos que um teatro pode ter, sendo de grande importância para Recife e Pernambuco, pois faz parte do imaginário e do afeto de boa parte da população”.</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">“O Teatro do Parque é palco da efervescência cultural, cinematográfica e teatral de Pernambuco, e agrega qualidades históricas e sociológicas que fazem dele um espaço potente e de grande valor patrimonial”, pontua Gilberto Freyre Neto, secretário de Cultura de Pernambuco.</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">“Como todo patrimônio histórico, o Teatro do Parque compõe parte da herança cultural do Recife. Garantir a preservação de sua memória e cultura, por meio da ratificação do seu tombamento, assegura juridicamente que seu estado físico, bem como sua memória seja transferida para as próximas gerações, que poderão usufruir desse espaço consagrado da arte”, avalia Cássio Raniere, presidente do CEPPC/PE.</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">“O Teatro do Parque traz consigo a energia e a beleza de um patrimônio especial, porque, além de construído como espaço cultural que é parte da história recifense, também se fez símbolo afetivo, erguido nas trajetórias vividas por um povo. A cada vez que alguém descobre ou reencontra a experiência de estar no Parque, memórias e sonhos se concretizam, em um lugar há muito tombado no coração de quem o conhece. Uma porta aberta a múltiplas artes e a infinitas possibilidades, reafirmação da força identitária e transformadora da cultura”, celebra o secretário de Cultura do Recife, Ricardo Mello.</p>
<p style="text-align: left;">Antes da reunião do CEPPC/PE que decidiu pela aprovação do tombamento do equipamento cultural, os conselheiros foram recebidos na sede do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico de Pernambuco (IAHGP), instituição que conta com quatro cadeiras no Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural. Para Margarida Cantarelli, presidente do IAHGP, o tombamento do Teatro do Parque faz parte de um projeto maior de preservação daquele entorno, considerado um polo cultural e histórico.</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">&#8220;Esse entorno conta com o Teatro do Parque, a Casa de Clarice Lispector, a sede do IAHGP, a Casa de Joaquim Nabuco e a fonte da Praça Maciel Pinheiro. Há muita coisa pra se valorizar nessa região, que foi um núcleo da imigração judia do século XX. Por isso que Clarice Lispector morou por aqui e que há uma sinagoga por perto. E essa é uma história que precisa ser preservada”, avalia Margarida Cantarelli.</p>
<div id="attachment_91128" aria-labelledby="figcaption_attachment_91128" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/51886384227_e91a1c9807_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-91128" alt="Danilo Souto Maior/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/51886384227_e91a1c9807_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">m dos únicos teatros-jardim ainda existentes no Brasil, o equipamento cultural conta com mais de cem anos de história</p></div>
<p style="text-align: left;" align="justify"><strong>TEATRO DO PARQUE –</strong> Localizado na Rua do Hospício, no Bairro da Boa Vista, no Recife, foi construído pelo comendador Bento Aguiar no início do século XX, sendo inaugurado em 24 de agosto de 1915.</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">Um dos únicos teatros-jardim ainda existentes no Brasil, o Parque passou por intervenções ao longo de mais de cem anos de história. Foram quatro desde a inauguração do equipamento, em 1915. A primeira delas data de 1929, quando o Teatro foi ampliado e adaptado para a função de cine-teatro.</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">Na década de 1950, na gestão do prefeito Pelópidas da Silveira, o teatro fechou as portas, que foram reabrir em 1959, quando o foco das suas atividades voltou novamente ao teatro – para reabertura ocorreu apresentação da peça “Onde Canta o Sabiá”, de direção de Hermilo Borba Filho.</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">A segunda reforma do Teatro do Parque aconteceu em 1968, quando o espaço recebeu ajustes para conferir a ele características modernistas. A penúltima grande intervenção deu-se em 1986, quando foram observados alguns pequenos indícios de obras de restauração. Por fim, no ano de 2000, foram realizadas obras para instalação de sistema de climatização.</p>
<p style="text-align: left;" align="justify">Em 2010, o Teatro do Parque fecha novamente para reformas, desta vez por causa de graves problemas de infiltração que danificaram a estrutura física, hidráulica e elétrica. A reforma, iniciada em 2013, chegou ao fim em novembro de 2020, trazendo restauro de toda a estrutura predial e dos elementos decorativos, devolvendo as características do projeto arquitetônico original de 1929.</p>
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		<title>NOTA DE PESAR &#8211; José Floriano de Arruda Neto</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2021 19:02:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conselho de Preservação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[josé floriano de arruda neto]]></category>
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		<description><![CDATA[A construção da beleza tem etapas indiscutivelmente importantes. Em um retábulo, primeiro vem seu desenho, a proposta, depois os entalhes e finalmente a iluminação com as cores e o ouro. Em uma obra de um telhado, as primeiras traves trabalhadas suportam as telhas e lhes dá vida. Geralmente os que por último são os elogiados [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A construção da beleza tem etapas indiscutivelmente importantes. Em um retábulo, primeiro vem seu desenho, a proposta, depois os entalhes e finalmente a iluminação com as cores e o ouro. Em uma obra de um telhado, as primeiras traves trabalhadas suportam as telhas e lhes dá vida. Geralmente os que por último são os elogiados é que ganham a fama. Na carpintaria a elaboração do trabalho exige competência e dedicação. José Floriano de Arruda Neto. Mestre em carpintaria, ocupava tal posição naquela construção da beleza. Dedicado, Arruda estava sempre atuando, não somente na execução de um trabalho, mas o ensinando aos que dele necessitavam, enquanto profissão. Perdemos, ao atravessar seu umbral da morte, um dedicado servidor do nosso patrimônio cultural. O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural presta homenagem e agradece ao Mestre Arruda por exercer a nobre função de oficial de carpintaria, grandiosa na sua simplicidade. Nosso elogio pela forma como viveu e transmitiu seu conhecimento aos que dele necessitavam.</p>
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		<title>Fundarpe entrega exame técnico para tombamento da Casa de Clarice Lispector</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/fundarpe-entrega-exame-tecnico-para-tombamento-da-casa-de-clarice-lispector/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 16:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Clarice Lispector]]></category>
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		<category><![CDATA[Recife]]></category>
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		<description><![CDATA[A Gerência de Patrimônio Cultural da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (GPPC-Fundarpe) entregou, na manhã desta quinta-feira (10), durante a reunião ordinária do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC), o exame técnico para tombamento da Casa de Clarice Lispector, ligado à Santa Casa da Misericórdia. É de responsabilidade do CEPPC [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_76762" aria-labelledby="figcaption_attachment_76762" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/claricelispector.jpg"><img class="size-medium wp-image-76762" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/claricelispector-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Há 100 anos, nascia Clarice Lispector, uma das referências da literatura brasileira</p></div>
<p>A Gerência de Patrimônio Cultural da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (GPPC-Fundarpe) entregou, na manhã desta quinta-feira (10), durante a reunião ordinária do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC), o exame técnico para tombamento da Casa de Clarice Lispector, ligado à Santa Casa da Misericórdia.</p>
<p>É de responsabilidade do CEPPC deliberar sobre o tombamento e o registro de bens, materiais e imateriais em Pernambuco, e o documento irá fundamentar a defesa de relevância cultural da edificação onde viveu a escritora, que hoje completaria 100 anos.</p>
<p>Os responsáveis pelo documento são os técnicos da GPPC-Fundarpe, Cristiane Feitosa, Nilson Cordeiro e Rosa Bomfim. Já as relatoras indicadas para acompanhar o processo foram as conselheiras do CEPPC Margarida Cantarelli, Cláudia Pinto e Joana d’Arc.</p>
<p>O exame técnico é formado por um levantamento histórico, gráfico e fotográfico, visando o embasamento técnico e documental para o tombamento do bem. O próximo passo será a elaboração de um parecer por parte das conselheiras relatoras do processo. Caso haja parecer favorável ao tombamento, o Conselho enviará a decisão para publicação de decreto pelo governador de Pernambuco.</p>
<p>Clarice Lispector no Recife &#8211; Há 100 anos, nascia na Ucrânia pós-guerra civil Clarice Lispector, uma das referências da literatura brasileira. Por conta da perseguição aos judeus na época, a escritora veio com sua família ao Nordeste do Brasil, com apenas dois anos de idade, onde viveu até os 14 anos de idade. Maceió (AL) foi o primeiro destino da família na região e, poucos meses depois, se instalaram na capital pernambucana.</p>
<p>Clarice Lispector integra o conjunto de estátuas do Circuito da Poesia, homenagem feita aos escritores e escritoras que tiveram suas obras ligadas ao Recife. A estátua fica em frente ao um sobrado em processo de tombamento, na Praça Maciel Pinheiro, ligado à Santa Casa da Misericórdia, onde Clarice Lispector aprendeu a ler e escreveu os primeiros poemas durante parte de sua infância e adolescência.</p>
<p>No dia de seu centenário, celebrado nesta quinta-feira (10), a autora se torna cidadã pernambucana, título concedido pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), num projeto de lei solicitado pela Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). Neste ano, ela também foi reconhecida como patrona da literatura de Pernambuco, num projeto de autoria do deputado estadual Professor Paulo Dutra (PSB).</p>
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		<title>Conselho de Preservação dá continuidade ao processo de tombamento do Edifício Oceania</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2016 19:31:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[edifício oceania]]></category>
		<category><![CDATA[Márcia Souto]]></category>
		<category><![CDATA[presidente]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
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		<description><![CDATA[O Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco (CPPC-PE) decidiu, por unanimidade, em reunião realizada nesta última quinta-feira (20), deferir o pedido de continuidade do processo de tombamento do Edifício Oceania, localizado em Boa Viagem (Recife). A decisão atende uma solicitação do arquiteto Milton Botler que, no último dia 7/10, apresentou à Fundarpe um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_41335" aria-labelledby="figcaption_attachment_41335" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/conselho-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-41335" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/conselho-1-607x330.jpg" width="607" height="330" /></a><p class="wp-caption-text">O CPPC-PE acolheu o pedido por unanimidade</p></div>
<p>O Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco (CPPC-PE) decidiu, por unanimidade, em reunião realizada nesta última quinta-feira (20), deferir o pedido de continuidade do processo de tombamento do Edifício Oceania, localizado em Boa Viagem (Recife).</p>
<p>A decisão atende uma solicitação do arquiteto Milton Botler que, no último dia 7/10, apresentou à Fundarpe um requerimento solicitando a retomada da ação de salvaguarda do prédio, cujo pleito havia sido negado em 2006.</p>
<p>“Os conselheiros acataram o requerimento, considerando o pedido inicial, feito em 2003. O processo será encaminhado à Fundarpe para que seja expedido um parecer técnico”, afirmou a presidente do CPPC-PE, Márcia Souto.</p>
<p>Cumprida essa etapa, o processo retornará ao CPPC-PE para ser distribuído a um relator que, após a análise, deverá incluí-lo em pauta novamente.</p>
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