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	<title>Portal Cultura PE &#187; Contando o Rio Opará – Histórias para navegar</title>
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		<title>Professores utilizam a websérie &#8220;Contando o Rio Opará&#8221; como recurso didático</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2021 21:45:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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<p>Em meio à pandemia do novo coronavírus, com as escolas ministrando aulas remotas ou em formato híbrido, os professores estão buscando recursos que ajudem a dar mais dinâmica para a rotina com suas turmas. Nesse cenário, a websérie “Contando o Rio Opará &#8211; Histórias para navegar” vem conquistando educadores de diversas áreas, que perceberam no projeto uma maneira de relacionar o conteúdo pedagógico com o cotidiano do semiárido, onde vivem seus alunos.</p>
<p>A websérie, produzida com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, coloca em cena o imaginário ribeirinho e a discussão sobre identidade. Esse é um dos diferenciais apontados pelos educadores para utilização do material. <em>“Como recurso didático, ela possibilita não só o reconhecimento das narrativas, como oferece elementos estéticos e simbólicos que, além de poéticos, trazem familiaridade com o que já está sendo contado”</em>, avalia a professora de Arte do Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IFSertão), Edneide Torres, ressaltando os elementos narrativos e a representatividade que as histórias trazem. <em>“Nos vídeos é possível explorar o cenário, as marionetes de papel, a forma como os narradores vão se transformando em personagens e também a trilha sonora, de Carlos Hiury e Moésio Belfort, que possibilita uma experiência rica pelas diversas sonoridades”</em>, completa.</p>
<p>Edneide ainda dá dicas de como os professores e arte-educadores podem utilizar o conteúdo<em>. “Usar a websérie nas aulas é uma forma de trabalhar as lendas para além do folclore e apreciar as histórias como uma forma de ampliar o repertório das crianças”</em>. Nessa perspectiva, segundo a professora, cabem atividades como o reconto, pesquisas com a família e a invenção de outras histórias inspiradas nos recursos usados na série.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Experiências</strong></span><br />
Para o professor de artes, Paulo de Melo a inserção do conteúdo no seu planejamento enriqueceu a aula. <em>“Eu recomendei que os alunos assistissem à série. Eles teriam que escolher um episódio e comentar o que assistiu. A maioria assistiu todos e alguns fizeram produção artística a partir das histórias”, conta educador. Paulo revela também a sua motivação em usar a websérie como ferramenta didática. Eles estão acostumados com histórias da cinderela, mas as lendas da terra eram desconhecidas. No final, além de gerar assunto para o caderno de artes deles, conseguimos fazer uma reflexão sobre o lugar”</em>, relata Paulo.</p>
<p>Professora de<em> ballet</em> desde os 18 anos, Lara Rabelo conta que há alguns anos começou a refletir sobre a diversidade dos referenciais que são ofertados às crianças. “Observo que, muitas vezes, professores e professoras de ballet focam somente em ‘mundos encantados da Disney’ e esquecem a riqueza e o encanto da nossa cultura, e em como podemos transformar e resignificar a dança dentro desse lugar. Utilizei um dos contos da websérie com alunas de 3 a 6 anos, para conhecermos a história, identificarmos elementos e transformá-los em dança. A troca foi muito interessante, elas fizeram perguntas, falaram sobre o rio e suas experiências com suas famílias nesse lugar tão nosso, o rio São Francisco”.</p>
<p>A websérie está disponível gratuitamente no canal da Cia Biruta no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/user/ciabiruta" target="_blank"><strong>www.youtube.com/ciabiruta</strong></a>).</p>
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