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	<title>Portal Cultura PE &#187; contos</title>
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		<title>A Moranga Sagrada, um livro de contos para pensar a pós-modernidade</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 14:48:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Onze contos entrelaçados pela temática da pós-modernidade integram o próximo lançamento da Cepe Editora, A Moranga Sagrada, do pernambucano J.C. Marçal. O livro, que fala de empoderamento feminino, superação, resiliência, de tecnociência em nossas vidas, do terror da ditadura e dos efeitos da pandemia da covid-19, é apresentado na próxima terça-feira (14), das 19h às [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115347" aria-labelledby="figcaption_attachment_115347" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/J.C.Marçal-Divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-115347" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/J.C.Marçal-Divulgação-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor pernambucano J.C. Marçal</p></div>
<p>Onze contos entrelaçados pela temática da pós-modernidade integram o próximo lançamento da Cepe Editora, <em>A Moranga Sagrada</em>, do pernambucano J.C. Marçal. O livro, que fala de empoderamento feminino, superação, resiliência, de tecnociência em nossas vidas, do terror da ditadura e dos efeitos da pandemia da covid-19, é apresentado na próxima terça-feira (14), das 19h às 22h, no Orora Bar de Esquina, no bairro de Santo Amaro, na área central do Recife.</p>
<p>De acordo com o autor, os textos têm duas origens. A primeira, a partir de 2017, quando ele formou na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) o grupo de pesquisa Pós-Modernidade e Tecnociência e o grupo de estudos Marxismo e Pós-Modernidade. E a segunda, a partir de 2020, quando teve início o distanciamento social como uma das medidas de controle da pandemia de covid-19. Apenas em maio de 2023 a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o fim da Emergência de Saúde Pública.</p>
<p>“Travando conhecimento com Lélia Gonzalez (escritora e ativista brasileira, 1935-1994), escrevi o conto <em>Obá</em> em que aparece o título do livro. A ideia era compor uma história que remetesse à força dessa orixá, ao empoderamento feminino e ao poder da escrita como forma de superação e resiliência. Em seguida, inspirado em uma escultura de Luciano Garbati (artista argentino), escrevi <em>Medusa</em>, que segue a mesma temática”, relata J.C. Marçal, escritor e professor na UFRPE.</p>
<p>Sob o impacto da pandemia ele criou <em>Nós, os Infectados</em>. “Além da pandemia em si, o conto discute o poder da arte como forma de dar sentido à vida. No caso foi a poesia e a pintura. Com esses três contos prontos decidi elaborar um livro que pensasse a pós-modernidade”, explica. No livro, J.C. Marçal estabelece um diálogo com a mitologia, a filosofia, as artes e a literatura.</p>
<p>Os textos <em>Tortura</em> e <em>Fezes</em> alertam para a necessidade de “mantermos a lembrança do terror da ditadura militar e os riscos de apostarmos em governos fascistas e ditatoriais”, destaca o autor. “<em>Limite</em> trata da tecnociência e o que isso poderá afetar nossas vidas. E <em>O Caligrafista</em> fala da importância da escrita como elemento essencial da humanidade e que se vê ameaçada com a IA”, diz.</p>
<p>“Com <em>A Moranga Sagrada</em>, a Cepe segue reforçando seu compromisso com a publicação de autores pernambucanos contemporâneos que se arriscam a investigar temas, formatos e questões de linguagem que ressoam no cenário atual”, declara a editora-assistente da Cepe, Gianni Gianni. A obra tem 110 páginas e é o mais recente livro do escritor.</p>
<p><strong>O AUTOR -</strong> J.C. Marçal nasceu no Recife, tem graduação, mestrado e doutorado em Filosofia e atualmente é professor na UFRPE. Temas como solidão, morte, busca pelo sentido da vida, potência e impotência da existência e as diversas dimensões da realidade estão presentes em seus livros. Ele já tem publicados <em>Diário de um Percurso Absurdo</em> (romance, Edições Odisseu), <em>Os Ciclos Tebanos</em> (poesia, Edições Odisseu), <em>Antologia da Novíssima Poesia Pernambucana</em> (poesia, Edições Alighieri), <em>Saga Cruciatus</em> (contos, Edições Alighieri), <em>A Tempestade</em> (romance, Scortecci) e <em>Mauristaad</em> (romance, Editora Urutau).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro <em>A Moranga Sagrada</em> -</strong> <em>terça-feira (14), das 19h às 22h, no Orora Bar de Esquina (Rua da Aurora, nº 1.139, Santo Amaro, Recife-PE). Preço do livro: R$ 45 (impresso). Entrada gratuita</em></p>
<div id="attachment_115348" aria-labelledby="figcaption_attachment_115348" class="wp-caption img-width-331 alignnone" style="width: 331px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/A-moranga-sagrada-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-115348" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/A-moranga-sagrada-capa-331x486.jpg" width="331" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro A Moranga Sagrada</p></div>
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		<title>Marcelo Peixoto lança livro no Mepe nesta terça-feira (19)</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Sep 2023 14:11:12 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105242" aria-labelledby="figcaption_attachment_105242" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Marcelo-Peixoto.jpeg"><img class="size-medium wp-image-105242" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Marcelo-Peixoto-607x332.jpeg" width="607" height="332" /></a><p class="wp-caption-text">O autor Marcelo Peixoto</p></div>
<p>Ao ler a indicação Contos Gays na capa do novo livro do pernambucano Marcelo Peixoto – <em>Ava Gardner Nunca Disse Te Amei</em> –, o leitor pode ser provocado por uma efervescente imaginação de sentidos. No entanto, esteja preparado: a fetichização e exotificação que frequentemente são associadas aos corpos gays não têm lugar na obra. Também não encontrará os estereótipos decorrentes das representações na mídia, que ao longo do tempo moldaram uma percepção distorcida da identidade gay reduzindo-a a aspectos eróticos. É necessário abandonar os preconceitos para ler Marcelo Peixoto e, ao mesmo tempo, libertar-se da estrutura formal das análises sintáticas e morfológicas. Nesse ato de inventar um novo modo de expressar o que raramente é dito, pelo menos na literatura, Marcelo nos envolve em suas tramas, ou melhor, na trama de seus personagens.<br />
Publicado pela Editora Mirada, o livro teve um lançamento no Rio de Janeiro e agora chega a vez de divulgá-lo no Recife. A noite de autógrafos acontece nesta terça=feira (19), a partir das 19h, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe). Posteriormente o livro estará disponível para venda em alguns sites e também pode ser adquirido diretamente com o editor e produtor executivo do livro, Léo Asfora, pelo WhatsApp (81) 99379-7711.<br />
O livro surgiu a partir de três contos já escritos por Marcelo, em períodos distintos, e que abordam a homossexualidade. &#8220;Quando reli os contos que tinha escrito percebi que eles poderiam formar uma ótima temática, especialmente considerando o momento de violência, principalmente contra pessoas que expressam livremente opiniões sobre sua sexualidade e que pagam um preço muito alto por isso. Vi que havia muitas coisas a serem ditas e muitas a serem conhecidas&#8221;, diz o escritor.<br />
As quatro estações são marcos simbólicos na estrutura de <em>Ava Gardner Nunca Disse Te Amei</em>, que é o terceiro livro de contos de Marcelo. A sugestão poética da passagem do tempo é usada para organizar as memórias em torno das várias referências do autor, que reuniu textos de diferentes épocas e personagens: histórias que viveu, as que lhe foram contadas, outras que testemunhou e ainda aquelas que imaginou haver acontecido. Todas giram em torno de uma condição que acompanhou Peixoto ao longo de sua vida, sendo motivo de alegria e drama, prazer e sofrimento. <em>Ava Gardner Nunca Disse Te Amei</em> é um livro de contos gays, descrito exatamente assim em sua capa, para não deixar dúvidas para quem o procura nas prateleiras das livrarias.<br />
&#8220;Existe ainda muito preconceito, inclusive em expor um livro gay na vitrine. Quando eu perguntava se havia livros gays ao entrar em uma livraria apontavam para uma prateleira apertada, pequena, com uns cinco livros. Mas em destaque, exposto na vitrine, nunca vi. Mesmo quando eu morava no Rio, nos últimos dez anos. Estou agora assumindo isso, tendo a coragem de mostrar para as pessoas o que elas vão ler&#8221;, conta Marcelo.<br />
<em>Ava Gardner</em> reúne 16 contos que se desenvolvem a partir das histórias de personagens diversos: jovens, velhos, prostitutos, castos, decadentes ou glamourosos; de Paris, Rio de Janeiro, Recife e Nova Iorque. São amores que se concretizam, os sufocados, os reprimidos, os erotizados e os simplesmente fantasiados. Há amores fáceis e difíceis, verdadeiros e tóxicos, dos que podem até matar. O livro é escrito sem pudores, com doses certas de sarcasmo e ousadia.<br />
É um livro que nos provoca ainda pela linguagem. Marcelo Peixoto faz uso do método literário que ficou conhecido como fluxo de consciência, quando as falas ou ideias dos personagens surgem descritas sem edição, linearidade, mas de forma muitas vezes desordenada tal como como os pensamentos nos acometem. Ao abdicar de uma linha ordenada de raciocínio as rupturas de sintaxe e de pontuação acontecem para permitir que, ao ler a história, o leitor penetre nessa consciência de fluxo ininterrupto das razão humana.<br />
O resultado pode ser lido ainda como se Marcelo transferisse a linguagem da poesia para a prosa, um modo de contar por meio de silêncios. As ausências verbais também comunicam implicitamente. Isso se torna um exercício para o leitor, que ao longo das narrativas aprende a ler Marcelo Peixoto não apenas por meio das palavras, mas abrindo-se a novos sentidos, perspectivas e reflexões que, ao final, estimulam o entendimento de que a literatura pode ser &#8211; e é bela quando é &#8211; uma ferramenta de confronto e posicionamento político.<br />
O escritor Raimundo Carrero já definiu sobre Marcelo: para o escritor, o conto não é apenas uma história, mas também uma experiência de linguagem. O professor Anco Márcio Tenório Vieira, no prefácio do livro, sentencia: &#8220;Essas limitações na expressão, seja na forma ou no conteúdo, exploradas pelo narrador, resultam ao longo desses 16 contos em um silêncio longo e inquietante; um silêncio entre palavras, frases, diálogos, parágrafos, ações e, sobretudo, entre o narrador e o leitor. Esse silêncio, de maneira explícita ou implícita, convoca o leitor deste livro a sair de sua posição passiva e se inscrever, como se também fosse narrador, nas tramas e ações puramente textuais que se desenrolam diante de seus olhos. É responsabilidade dele, o leitor, suprir as elipses e insuficiências linguísticas deste <em>Ava Gardner Nunca Disse Te Amei</em>”, analisa o professor.<br />
Após lançar o livro em duas capitais brasileiras, Marcelo e seu editor, Léo Asfora, já consideraram uma versão em inglês. &#8220;Acredito que essa temática realmente desperta interesse em todo o mundo. Acho que isso é extremamente benéfico para contribuir com a disseminação de informações. É importante que as pessoas percebam que não se trata apenas de sofrimento e dor. Muitos dos contos são alegres. Afinal, pensar que os gays são apenas infelizes é um equívoco. Assim como qualquer pessoa de qualquer orientação sexual os gays também podem ser felizes. No entanto, o preconceito&#8230; O preconceito é algo que continua causando muita violência. Mesmo nos dias de hoje, por causa do preconceito, vidas são perdidas. E tudo isso por causa da escolha de orientação sexual de outra pessoa. Nunca consegui entender e aceitar isso&#8221;, desabafa Marcelo.</p>
<p><strong>SOBRE O ESCRITOR –</strong> Marcelo Peixoto é recifense e escreve desde a juventude. Aos 17 anos de idade apresentou dois de seus poemas à poetisa Maria do Carmo Barreto Campelo de Mello que, reconhecendo a qualidade dos textos, compartilhou-os com um editor do Suplemento Cultural do Jornal do Commercio. Impressionado pela pouca idade e maturidade poética do escritor, o jornal publicou os poemas com destaque intitulados <em>Dois Poemas de Marcelo Peixoto</em>. Foi assim que estreou na poesia.<br />
Ele cursou sociologia e política na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Participou do Movimento de Cultura da Ribeira em Olinda. Foi proprietário do bar Senzala, que se tornou um ponto de encontro da cena cultural do Recife e de Olinda. Também atuou no teatro no Recife e no Rio de Janeiro. Foi professor de desenvolvimento da criação na Organização Brasileira de Ensino Pedagógico e trabalhou na TV Educativa nos anos 1970. Em 1978, ao retornar para o Recife, criou o Baile dos Artistas, que completou 45 anos de existência.<br />
Fez parte da equipe da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), período em que produziu diversos documentários na Massangana Multimídia, sendo premiado com Melhor Curta-Metragem Documentário por <em>Axexe</em> no Festival Nacional de Curitiba. Criou a Galeria Vicente do Rego Monteiro, também da Fundaj. Quando trabalhou no setor de artes plásticas atuou como curador em diversos projetos, como <em>Espaço Aberto</em>, <em>Riscos e Rabiscos</em> e <em>Um Olhar sobre os Trópicos</em> (exposição de artistas nordestinos realizada na cidade do Porto, em Portugal).<br />
É autor dos livros: <em>Pastor da Solidão</em> (poesia), <em>Ai, Quem Me Dera Beijar os Lábios de Dorothy Lamour</em> (contos), <em>Cemitério Canários</em> (contos) e <em>Solidão Quebrada</em> (uma retrospectiva de sua poesia dos anos 1960 até 2010).</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro <em>Ava Gardner Nunca Disse Te Amei</em> (Editora Mirada), de Marcelo Peixoto –</strong> <em>terça-feira (19), a partir das 19h, no Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, 960, Graças. Telefone: (81) 3184-3110). Aquisição do livro pelo WhatsApp: (81) 99379-7711. Valor: R$ 40</em></p>
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		<title>Cepe edita a coletânea &#8220;Corpo Desvelado &#8211; Contos Eróticos Brasileiros&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2022 16:17:26 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/O-corpo-desvelado.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97685" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/O-corpo-desvelado-322x486.jpg" width="322" height="486" /></a></p>
<p>O &#8220;Corpo Desvelado &#8211; Contos Eróticos Brasileiros&#8221; (1922-2022) é a mais nova publicação da Companhia Editora de Pernambuco. Com 598 páginas que passeiam da pornografia escancarada à pornografia insinuada, o livro reúne 71 histórias de 63 autores consagrados, como Hilda Hilst e Nelson Rodrigues, e de uma geração mais nova, como Ana Paula Maia e José Falero. O título tem organização da crítica literária Eliane Robert Moraes, professora da Universidade de São Paulo (USP), e será lançado no próximo dia 12 de dezembro (segunda-feira), na Livraria Megafauna (SP), às 19h, pelo Selo Pernambuco da Cepe Editora.</p>
<p>Logo na primeira frase do livro, Eliane Robert, intelectual conhecida pela produção sobre literatura erótica, provoca o leitor com um questionamento<em>: “O que se sabe do corpo erótico além daquilo que não se sabe?”. E responde em seguida: “O que se sabe desse corpo é, de fato, muito pouco. Tão pouco que o empenho em desvelá-lo atravessa as mais distantes paisagens e os mais remotos tempos, para se repor continuamente sem jamais encontrar termo. Talvez caiba afirmar até mesmo que, quanto mais se acumulam as inventivas para se constituir um saber sobre a vida sexual, mais e mais insondável ela permanece”</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/Eliane_Robert_Moraes-Foto-Renato_Parada.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97686" alt="Renato Parada/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/Eliane_Robert_Moraes-Foto-Renato_Parada-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Para desvelar esse corpo por meio da literatura produzida nos últimos cem anos, ela selecionou textos de Sérgio Sant’Anna, Otto Lara Resende, Dalton Trevisan, Nivaldo Tenório, Ronaldo Correia de Brito, Lygia Fagundes Telles, Vilma Arêas, Helena T, Chrysanthème, Raduan Nassar, Olga Savary, Elvira Vigna, Veronica Stigger e Ferreira Gullar, entre outros. O livro está dividido em nove tópicos, traz histórias narradas por 45 homens e 18 mulheres, sem seguir ordem cronológica, e apresenta autores que não são associados ao erotismo, como o crítico literário Silviano Santiago, com o seu insinuante Futebol Americano.</p>
<p>Os contos, ora picantes, ora cheios de volúpia, ora sensuais, dão vida a um homem obcecado por melancia (Vereda Tropical, Pedro Maia Soares), um aposentado que retorna ao lugar das primeiras ilusões em busca de um tempo perdido e irrecuperável (Viagem aos seios de Duília, Aníbal Machado), uma manicure incomparável (Gilda, Ivana Arruda Leite), uma mulher recatada à espera do carteiro (Obscenidades para uma dona de casa, Ignácio de Loyola Brandão), uma mãe numa animada aula de dança com um amigo do filho (Episódio coreográfico, Marques Rebelo).</p>
<p><em>“Em meio a um período de ascensão do fascismo e a uma pandemia em que o contato físico virou questão de vida ou morte, essa seleção de textos eróticos feita por Eliane Robert Moraes é um excelente exercício de reflexão. Robert Moraes lança luzes sobre zonas cinzentas da história da atrapalhada República brasileira ao observar como nossos autores trataram a questão do corpo. Além, claro, de &#8216;desmascarar&#8217; pornógrafos insuspeitos&#8221;</em>, declara Schneider Carpeggiani, jornalista e editor do Pernambuco, jornal literário da Cepe.</p>
<p><em>“O corpo desvelado faz par com outro livro, lançado em 2018 também pela Cepe Editora sob o título O corpo descoberto – Contos eróticos brasileiros (1852-1922). Considerados lado a lado, os dois volumes compõem uma Antologia do conto erótico brasileiro, que cobre 170 anos da literatura do país no período que vai de 1852 a 2022”</em>, informa ao leitor a nota editorial publicada no início da obra.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro O Corpo Desvelado &#8211; Contos Eróticos Brasileiros (1922-2022)<br />
Quando: 12 de dezembro de 2022 (segunda-feira), às 19h<br />
Local: Livraria Megafauna (Avenida Ipiranga, 200, loja 53, Centro Histórico de São Paulo)<br />
Preço: R$ 90 (impresso) e R$ 32 (e-book)</p>
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		<title>Cícero Belmar lança &#8220;O livro das personagens esquecidas&#8221; na Academia Pernambucana de Letras</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cicero-belmar-lanca-o-livro-das-personagens-esquecidas-na-apl/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Mar 2022 17:59:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Jornalista, romancista, autor de peças teatrais, de biografias e de obras infantis, Cícero Belmar Siqueira Rodrigues apresenta seu mais novo trabalho: &#8220;O livro das personagens esquecidas&#8221;. A publicação reúne 25 contos e será lançada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) na quinta-feira (17), às 19h, na sede da Academia Pernambucana de Letras, localizada no Recife [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/CiceroBelmar2-FotoDeCarlosLima.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-91881" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/CiceroBelmar2-FotoDeCarlosLima-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Jornalista, romancista, autor de peças teatrais, de biografias e de obras infantis, Cícero Belmar Siqueira Rodrigues apresenta seu mais novo trabalho: &#8220;O livro das personagens esquecidas&#8221;. A publicação reúne 25 contos e será lançada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) na quinta-feira (17), às 19h, na sede da Academia Pernambucana de Letras, localizada no Recife e onde ele ocupa a cadeira de nº 33. Com um jogo equilibrado entre realidade e ficção, o livro retrata as múltiplas faces do Brasil e nas personagens esquecidas caberiam muitos brasileiros.</p>
<p>Cícero Belmar explorou sua experiência profissional para escrever os contos, que passeiam por questões de natureza política, social, religiosa e urbanístic<em>a. “Como sou jornalista, tenho um defeito de fábrica, de não criar as histórias a partir de uma ficção. Todas elas têm um pé na realidade. Até mesmo aquela cujo título é Esquecidos por deus. Essa, eu criei a partir de um caso jornalístico. De um recorte de jornal. Eu invento a partir de elementos do fato jornalístico. Digamos que em cada conto eu usei 50% de realidade. É a minha ‘técnica’ de criação”</em>, declara o escritor.</p>
<p>As histórias narradas nas 144 páginas do livro foram escritas ao longo de vários anos, diz ele, entrelaçadas pelo tema do esquecimento e da memória. <em>“Eu levo isso às últimas consequências, como se o fazer literário dependesse da própria memória para ser contada. A memória é prima-irmã da literatura, na minha opinião”</em>, destaca. Nesse cenário, nascem a mulher que vai se desligando da vida por causa de uma doença neurodegenerativa, o comunista que esquece para continuar vivo e um velho casarão derrubado em nome da modernidade.</p>
<p><em>“Quero apenas contar histórias que se pareçam com a vida real”</em>, afirma Belmar, pernambucano de Bodocó, no Sertão. Não à toa, muitos leitores, ao fechar o livro, poderão ficar com a impressão de que já viram alguns desses personagens, como a criança que engraxa sapatos em bares numa presença quase invisível. O livro leva a reflexões sobre a vida e o tempo. E como diz o protagonista do conto Dente de Ouro:<em> “Eternidade é uma coisa que ninguém tem prova de que existe. O que existe é um lugar nas nossas lembranças para a gente guardar a história das almas”</em>.</p>
<p>Os contos selecionados para compor &#8220;O livro das personagens esquecidas&#8221; passaram pelo crivo de Raimundo de Moraes, Cleyton Cabral, Gerusa Leal e Lúcia Moura (falecida em 2021 por complicações da covid), escritores do grupo de oficina permanente Autoajuda Literária, do qual Belmar também faz parte. Cleyton, Gerusa e Raimundo participarão da solenidade de lançamento da publicação e vão dividir a mesa com o autor num bate-papo sobre o livro. <em>“O título, inclusive, nasceu a partir de uma sugestão de Cleyton”</em>, acrescenta o jornalista.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento da publicação &#8220;O livro das personagens esquecidas&#8221; &#8211; Cícero Belmar<br />
Quando: 17 de março de 2022 (quinta-feira), às 19h<br />
Local: Academia Pernambucana de Letras (Avenida Rui Barbosa, 1596, Graças &#8211; Recife/PE)<br />
Preço do livro: R$ 25 (impresso) e R$ 10 (e-book)</p>
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		<title>Editora Vacatussa lança coleção de contos &#8220;Abrigo&#8221; em prol da ONG Samaritanos Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2020 22:31:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A editora pernambucana Vacatussa lança, nesta semana, mais um livro pelo seu selo Coleção Solidária. Trata-se da coletânea de contos Abrigo, que reúne em torno da ação social a produção de dez contistas, numa seleção entre autores veteranos, nomes premiados e promessas ainda inéditas da literatura brasileira, dentre eles: Renata Santana, Marcelino Freire, Camilla Inojosa, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_78700" aria-labelledby="figcaption_attachment_78700" class="wp-caption img-width-340 alignright" style="width: 340px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/celular-01.jpg"><img class=" wp-image-78700 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/celular-01-486x486.jpg" width="340" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">O e-book reúne textos de dez contistas</p></div>
<p>A editora pernambucana Vacatussa lança, nesta semana, mais um livro pelo seu selo Coleção Solidária. Trata-se da coletânea de contos <a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B08HR6Y4W9/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B08HR6Y4W9&amp;linkCode=as2&amp;tag=vacatussa-20&amp;linkId=060044f124f02e5c88e80adb9a9a6737" target="_blank"><em><strong>Abrigo</strong></em></a>, que reúne em torno da ação social a produção de dez contistas, numa seleção entre autores veteranos, nomes premiados e promessas ainda inéditas da literatura brasileira, dentre eles: Renata Santana, Marcelino Freire, Camilla Inojosa, Oscar Nestarez, Débora Ferraz, Gilvan Lemos, Joana Rozowykwiat, Diogo Monteiro, Carol Rodrigues, Sidney Rocha; e organização de Cristhiano Aguiar e Thiago Corrêa Ramos. A edição já está disponível para venda na <a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B08HR6Y4W9/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B08HR6Y4W9&amp;linkCode=as2&amp;tag=vacatussa-20&amp;linkId=060044f124f02e5c88e80adb9a9a6737" target="_blank"><strong>Amazon</strong></a> e, assim como nas publicações anteriores, toda a renda obtida com as vendas será convertida em doações à ONG Samaritanos Recife.</p>
<p>Em meio à crise que enfrentamos por conta da pandemia do novo coronavírus, a literatura se tornou um refúgio para preencher os vazios criados pelas ausências do isolamento social e pelas já quase 130 mil mortes provocadas pelo Covid-19 no Brasil. A coletânea de contos <em><strong><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B08HR6Y4W9/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B08HR6Y4W9&amp;linkCode=as2&amp;tag=vacatussa-20&amp;linkId=060044f124f02e5c88e80adb9a9a6737" target="_blank">Abrigo</a> </strong></em>foi pensada nesse contexto, como um lugar de proteção, acolhimento, amparo. Tanto num guarda-chuva para agregar autores de diferentes gerações e dicções no mesmo volume, como numa união em defesa de uma causa social, que visa o cuidado de pessoas em situação de rua.</p>
<p>Com organização de Cristhiano Aguiar e Thiago Corrêa Ramos, Abrigo reúne histórias sobre mudanças e os efeitos do tempo. Nas páginas da coletânea é possível encontrar um dos primeiros contos publicados pelo escritor pernambucano Gilvan Lemos (1928-2015), lá em 1948, na revista Alterosa. Nele, Gilvan promove um diálogo com o tempo, através da jornada de retorno ao mundo rural de sua infância, após três anos distante.</p>
<p>Também participam da coleção três vencedores do Prêmio Jabuti na categoria de contos: Marcelino Freire, Sidney Rocha e a escritora carioca Carol Rodrigues. Todos, cada um do seu jeito, trazem histórias sobre despedidas e suas consequências, como saudades e mudanças. Marcelino (que conquistou o prêmio com <em>Contos Negreiros</em>) traz um conto bem característico da sua prosa tão pessoal. Carol Rodrigues (do premiado <em>Sem vista para o mar</em> e atual semi-finalista do Prêmio Oceanos com <em>O melindre nos dentes da besta</em>), por sua vez, explora o viés aleatório da vida, que envolve a vontade dos outros em nosso destino, numa oferta de pontes e abismos.</p>
<p>Já Sidney Rocha (do premiado <em>O destino das metáforas</em> e recém-agraciado com o Prêmio Literário Guerra Junqueiro) apresenta uma história de despedida situada nos recentes vazamentos de óleo que atingiram as praias do Nordeste. O uso de fatos históricos também é visto nos contos de Renata Santana e Diogo Monteiro, ambos se mostraram rápidos em ambientar suas narrativas no mundo pandêmico. Renata (autora de <em>Na terceira margem do agora</em>) se vale de um tom mais realista, observando o passo-a-passo do vírus e suas implicações num grupo de amigos que se reuniam pra jogar na praça.</p>
<p>Já Diogo Monteiro, que prepara seu primeiro livro de contos e um título infantil, opta pelo fantástico, construindo uma metáfora em névoa para falar sobre o medo, a distância de amigos e familiares. O fantástico também está no conto do escritor paulista Oscar Nestarez, desta vez na vertente das histórias de terror, numa narrativa em que o desconhecido soa como convite.</p>
<p>Num viés mais realista, as escritoras Joana Rozowykwiat, Débora Ferraz e Camilla Inojosa, bordam histórias marcadas pela violência. Enquanto Joana e Camilla trazem reflexões sobre os abusos sofridos pelas mulheres, expondo conflitos entre o urbano e o rural, classes sociais e de gênero; Débora Ferraz (Prêmio Sesc e Prêmio São Paulo de Literatura) mostra que nem sempre as mulheres se encaixam no papel da inocência.</p>
<p><strong>COLEÇÃO SOLIDÁRIA -</strong> A coletânea de contos <em>Abrigo</em> é o terceiro volume da Coleção Solidária, uma ação social da editora Vacatussa. A Coleção Solidária foi lançada no início de julho com o lançamento do livro <em>Restos de Família</em>, do escritor Diogo M. de Almeida. Também no mês de julho, foi lançada a <em>Trilogia da Febre</em> de Cristhiano Aguiar. Na sequência ainda virá um novo volume de contos, desta vez da escritora paulista Nathalie Lourenço (autora do livro Morri por educação). Até o momento, a ação já arrecadou mais de R$ 900 com os royalties das vendas, que serão integralmente destinados à ONG Samaritanos Recife.</p>
<p>Por acreditar que a literatura pressupõe diálogo, capaz de promover a conversa entre seres de diferentes épocas, culturas, espaços e classes sociais; a Coleção Solidária foi pensada como vetor de transformação, não apenas no campo das ideias, mas também como forma de arrecadação de fundos a serem destinados para doação a iniciativas que visam assistir pessoas em situação de rua, na tentativa de amenizar as consequências da pandemia, na distribuição de quentinhas, roupas e utensílios de higiene pessoal.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em><strong>Abrigo</strong></em>, coletânea com contos de Renata Santana, Marcelino Freire, Camilla Inojosa, Oscar Nestarez, Débora Ferraz, Gilvan Lemos, Joana Rozowykwiat, Diogo Monteiro, Carol Rodrigues, Sidney Rocha; e organização de Cristhiano Aguiar e Thiago Corrêa Ramos.<br />
No Instagram: <a href="https://www.instagram.com/vacatussa.editora/" target="_blank"><strong>@vacatussa.editora</strong></a><br />
Vendas: <strong><a href="http://vacatussa.com/" target="_blank">vacatussa.com</a></strong> ou direto pelo link: <a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B08HR6Y4W9/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B08HR6Y4W9&amp;linkCode=as2&amp;tag=vacatussa-20&amp;linkId=060044f124f02e5c88e80adb9a9a6737" target="_blank"><strong>amzn.to/3hj07Ci</strong></a><br />
Preço do livro: R$ 9,90</p>
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		<title>&#8220;Saraus em Pasárgada&#8221; recebem o lançamento do livro &#8220;Cem anos de amor, loucura &amp; morte&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Dec 2017 14:06:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
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		<description><![CDATA[A última edição do ano do projeto Saraus em Pasárgada &#8211; que acontece sexta-feira (15), às 18h, no Espaço Pasárgada (R. da União, 263 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE) &#8211; contará com o lançamento da coletânea de contos Cem anos de amor, loucura &#38; morte. Organizada por Bruno Ribeiro e Wander Shirukaya, sob edição da Editora [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56098" aria-labelledby="figcaption_attachment_56098" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/Cem-anos-de-amor-loucura-morte.jpg"><img class="size-medium wp-image-56098" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/Cem-anos-de-amor-loucura-morte-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">O livro é organizado por Bruno Ribeiro e Wander Shirukaya</p></div>
<p>A última edição do ano do projeto <em>Saraus em Pasárgada</em> &#8211; que acontece sexta-feira (15), às 18h, no Espaço Pasárgada (R. da União, 263 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE) &#8211; contará com o lançamento da coletânea de contos <a href="https://editoramoinhos.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Trecho-de-Cem-anos.pdf" target="_blank"><strong><em>Cem anos de amor, loucura &amp; morte</em></strong></a>. Organizada por Bruno Ribeiro e Wander Shirukaya, sob edição da Editora Moinhos, a publicação é uma coletânea de 15 textos que celebram o centenário da obra <em>Contos de amor, de loucura e de morte</em>, primeiro volume de contos do autor uruguaio Horacio Quiroga, um dos mestres do conto latino-americano.</p>
<p>O livro foi editado, pela primeira vez, em 1917, quando o autor vivia em Buenos Aires. <em>&#8220;Quiroga foi um escritor de vida trágica e vibrante, dândi, aventureiro, homem da cidade e da selva, que conseguiu suprimir suas experiências em um material literário potente e vívido. Ele teve a loucura e a morte tocando na sua porta inúmeras vezes. Sua vida esteve repleta de mortes trágicas que o marcaram, como a do pai, padrasto, irmãos, melhor amigo e esposa. Habitante dessa atmosfera soturna, findou sua própria vida aos 58 anos, ao tomar cianureto em um hospital de Buenos Aires, no dia 19 de fevereiro de 1937, quando já sabia que o seu câncer de próstata era terminal&#8221;</em>, contam os organizadores da sobre a biografia do autor de <em>Contos de amor, de loucura e de morte</em>.</p>
<p>Segundo Ribeiro e Shirukaya, a coletânea visa celebrar os 100 anos da obra com uma proposta ousada: uma antologia onde autores reescreveriam os quinze relatos que compõem a publicação de Quiroga. <em>&#8220;Quinze contistas aceitaram o desafio e imprimiram nestas páginas suas leituras do escritor uruguaio. O amor, a loucura e a morte ganham novas cores nos relatos dos escritores do século 21.  Assim, o leitor encontrará escritores e escritoras do Pará ao Rio Grande do Sul, passando pela Paraíba, Rio de Janeiro e até outros países, como Rússia, Inglaterra e Argentina. LGBTs, mulheres, negros, brancos, mestiços. Autores novos, outros com certa bagagem e premiações. Esperamos que as pessoas que vão ler o livro gostem e consigam adentrar na imaginação peculiar desses autores que, com empenho e criatividade, conseguiram recriar um dos livros mais importantes da literatura latino-americana&#8221;</em>, dizem entusiasmados.</p>
<p><em>Cem anos de amor, loucura &amp; morte</em> reúne textos de Alexandre Willer Melo; Tadeu Sarmento; Márcia Barbieri; André Ricardo Aguiar; Matheus Borges; Cristina Judar; André Timm; Irka Barrios; Nara Vidal; Janailson Macêdo; Tiago Germano; Astier Basílio; Mariana Travacio; Fabio Fernandes; Rinaldo de Fernandes.</p>
<p>A obra custa R$ 35 e ficará disponível para venda durante o lançamento no Espaço Pasárgada. Além de um bate-papo com o autores, o público também poderá recitar seus versos no tradicional sarau com microfone aberto.</p>
<p><b>Saraus em Pasárgada</b> – O projeto teve início em outubro de 2016, com a poetisa Jussara Salazar falando sobre o tema <em>Vida e Morte na Poesia</em>. Em um ano, recebeu mais de 600 pessoas como público e convidados notáveis no cenário contemporâneo da poesia pernambucana como Miró, Zizo, Meca Moreno e o grupo Profundanças.</p>
<p><strong>Sobre os organizadores</strong><br />
Bruno Ribeiro nasceu em 1989, um mineiro radicado na Paraíba. Escritor, tradutor e roteirista. Já publicou em diversos jornais, revistas, blogues e antologias. Autor do livro de contos Arranhando Paredes (Bartlebee, 2014) traduzido para o espanhol pela editora argentina Outsider e do romance Febre de Enxofre (Penalux, 2016). Mestre em Escrita Criativa pela <em>Universidad Nacional de Tres de Febrero</em>, editor da Revista Sexus, foi um dos vencedores do concurso Brasil em Prosa, promovido pelo jornal O Globo e pela Amazon, também foi finalista do Prêmio Sesc de Literatura 2016 e do Prêmio Kindle de Literatura. Edita o blog: <a href="https://brunoribeiroblog.wordpress.com/" target="_blank"><strong>brunoribeiroblog.wordpress.com</strong></a>.</p>
<p>Nascido em 1980, Wander Shirukaya é Mestre em Literatura e Cultura pela Universidade Federal da Paraíba &#8211; UFPB, onde estudou o fantástico na obra de Lygia Fagundes Telles. É também desenhista, músico, revisor de textos e escritor; publicou Balelas (2011, Ed. Mutuus – RJ) e Ascensão e queda (2015, Cepe Companhia Editorial), vencedor do Prêmio Pernambuco de Literatura de 2014; participou das antologias Contos de Sábado (2012, Manufatura – PB); Goiana Revisitada (2012, Silêncio Interrompido Edições – PE) e O demônio de cada um (2016, Penalux). Colabora com o coletivo Silêncio Interrompido (Goiana-PE). Site: <a href="http://shirukaya.wixsite.com/shirukaya" target="_blank"><strong>shirukaya.wixsite.com/shirukaya</strong></a>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Saraus em Pasárgada &#8211; Lançamento do livro Cem anos de amor, loucura &amp; morte (Org. Bruno Ribeiro e Wander Shirukaya)<br />
Quando: 15/12 (sexta-feira), às 18h<br />
Onde: Espaço Pasárgada (R. da União, 263 – Boa Vista, Recife – PE)<br />
Acesso gratuito</p>
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