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	<title>Portal Cultura PE &#187; Cordel</title>
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		<title>Em Buíque, Festival Pernambuco Meu País transforma a Praça Major França em um grande palco da diversidade cultural</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Aug 2025 01:31:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Praça Major França, localizada no Centro de Buíque, foi palco de um dia de programação intensa, diversa e repleta de trocas e energia, que celebrou a oralidade e o encantamento do universo infantil. O local concentra desta sexta (1º) até domingo (3) os países das Brincadeiras, Culturas Populares, Música, Artes Visuais e Conexões Urbanas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">A Praça Major França, localizada no Centro de Buíque, foi palco de um dia de programação intensa, diversa e repleta de trocas e energia, que celebrou a oralidade e o encantamento do universo infantil. O local concentra desta sexta (1º) até domingo (3) os países das Brincadeiras, Culturas Populares, Música, Artes Visuais e Conexões Urbanas do Festival Pernambuco Meu País (PEMP). Com atividades e apresentações para todos os públicos, a praça reuniu um grande público ao longo da tarde e noite deste primeiro dia do PEMP em Buíque</p>
<p>A cordelista e mediadora de leitura Érica Montenegro abriu os trabalhos na lona do País das Brincadeiras com a contação “Nessa mala tem história: o cordel para crianças ganha o mundo”, levando o público mirim a viajar por narrativas rimadas, exaltando a herança nordestina da literatura de cordel e a imaginação sem fronteiras. Em seguida, a trupe paulista Circo do Asfalto apresentou o espetáculo “Show da Percha”, mesclando acrobacias e muitos momentos cômicos com a delicadeza da técnica circense da percha chinesa, ainda pouco explorada no Brasil. A sequência ficou por conta do espetáculo “Respeitável Público”, que manteve o clima de ludicidade e encantamento.</p>
<p>No País das Artes Visuais, a tarde foi de provocações sensoriais com a intervenção urbana das artistas visuais Carolina Noemia e Tabi. Cada uma de um lado de uma grande tela instalada a céu aberto, criando ao vivo com grafitagem e tintas, estimuladas pela curiosidade dos transeuntes. “A ideia é trazer essa tela realmente gigante para o meio da praça, paralela às outras atividades do festival, para que também o público possa ter acesso a essas obras de arte. Artes sendo produzidas, é um live painting e grande mural que vai ficar aqui na cidade. É uma atividade bem aberta realmente, acontece na rua e o público pode ajudar as artistas. Vai acontecer até domingo, a partir do meio-dia até às sete da noite”, explicou o coordenador de Artes Visuais, Mekson Dias.</p>
<p>Já País das Conexões Urbanas ocupou a Praça Major França com o frescor de duas criações cênicas contemporâneas. “Plataforma Beira”, apresentado às 16h, propôs um jogo coreográfico entre corpos e territórios, ativando os limites da cena e da cidade. Logo depois, “Tempo Temporão” deu continuidade à ocupação da praça com uma dramaturgia que entrelaça temporalidades e memórias afetivas, apostando em uma estética fragmentada, porém profundamente conectada ao cotidiano das grandes metrópoles.</p>
<p>Enquanto isso, as tradições populares brilharam no País das Culturas Populares, em uma sequência de apresentações encantadoras e potentes. A Quadrilha Matuta Raio de Luz abriu a programação com seu forró pé de serra, seguida pelo grupo de matrizes africanas Obá Aiye, que trouxe à cena cantos, danças e símbolos das religiões de matriz africana. O mestre rabequeiro Alberone emocionou o público com sua musicalidade espontânea e vigorosa, em um repertório que reverencia a tradição da rabeca pernambucana.</p>
<p>Ao entardecer, o País da Música apresentou ao público de Buíque o grupo Edún Ará Sangô, que reverberou os tambores dos orixás, num espetáculo vibrante de percussão e dança afro-brasileira. E encerrando a noite com frescor e presença, a cantora Maeve, uma das vozes promissoras da nova cena pernambucana, apresentou seu repertório autoral com letras que falam de liberdade, potência feminina e territórios afetivos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Oficina gratuita de cordel chega a Brejinho e Tuparetama com apoio do Funcultura</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 18:35:35 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-13-at-11.14.34.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114464" alt="WhatsApp Image 2024-11-13 at 11.14.34" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-13-at-11.14.34-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O “Ciclo do Cordel” está chegando a mais duas cidades do Sertão do Pajeú: Brejinho e Tuparetama receberão as aulas de Natália Oliveira, Carla Santana, Francisca Araújo, Thaynnara Queiroz, Luna Vitrolira e Nilson Gonçalves entre os dias 18 e 22 de novembro. Com total de 40h, a formação é gratuita e tem como objetivo desenvolver novos cordelistas na região.</p>
<p>Nesta etapa, serão beneficiadas alunas e alunos da rede pública de ensino: Escola São Sebastião (Rua Severino da Costa Nogueira, 36, Centro, Brejinho-PE; com aula das 18h30 a 21h30) e Eref Ernesto de Souza Leite (Rua Bom Jesus S/N, Tuparetama-PE; com aulas das 14h às 17h).</p>
<p>Com proponência de Francisca Araújo e Luna Vitrolira como idealizadora deste Ciclo do Cordel para o Funcultura, o projeto possui produção executiva de Taciana Enes e já passou por cidades como Tabira e Afogados da Ingazeira. Além de uma excelente ferramenta de língua portuguesa e literatura, o conteúdo dos cordéis pode ir de química a matemática, tornando-se uma ferramenta multidisciplinar que pode auxiliar outras disciplinas. Além disso, ainda há uma forte ligação entre a realidade do alunado e elementos socioculturais da história do cordel, engajando ainda mais alunas e alunos:</p>
<p>“O projeto busca refletir a importância da literatura popular em suas múltiplas dimensões. Observamos que ele impacta diretamente a criatividade e o senso crítico das alunas e alunos”, descreve Carla Santana, umas das oficinas. E completa: “É tudo muito próximo da realidade, porque quando passamos as métricas, eles já entendem porque já leem e tem acesso a esse universo. Os alunos se reconhecem e a perspectiva da oficina vai além da sala, já que eles podem se transformar em empreendedores também nessa área, atuando na área da cultura. Sem contar que o cordel transcede a área de língua portuguesa e pode abordar outras áreas de conhecimento. É uma ferramenta multidisciplinar”, destaca.</p>
<p>O “Clube do Cordel”, que coordena o “Ciclo do Cordel”, funciona como uma espécie de clube de assinaturas do cordel, fomentador de eventos e ações direcionadas ao estilo literário, numa perspectiva de fortalecê-lo não apenas no Pajeú, mas por todo o país. No caso da formação, as alunas e alunos experimentam as produções clássicas e contemporâneas do cordel, além de técnicas de métrica e composição, identidade cultural com o nordeste, história do movimento e outros elementos que fortalecem a relação do alunado com o Cordel.</p>
<p>Apesar da formação ser fechada para alunas e alunos da rede pública, o sarau de culminância desta etapa será aberto ao público: realizado no domingo, 24/11, online, por <a href=" https://www.youtube.com/@clubedocordel8022" target="_blank">aqui.</a></p>
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		<title>J. BORGES &#8211; PATRIMÔNIO VIVO</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 18:09:30 +0000</pubDate>
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		<title>Aquele inverno gostoso chega valendo em Bezerros, com direito a boas surpresas</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jul 2024 02:18:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O sábado no povoado de Serra Negra, município de Bezerros (Agreste pernambucano) normalmente já é animado. Imagine com evento. Ainda mais se tratando do Festival Pernambuco Meu País. Os moradores locais encerram a semana de trabalho; os turistas e moradores de temporadas vão chegando. Até o clima parece que entendeu. Frio, garoa, chuva, neblina, cerração. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O sábado no povoado de Serra Negra, município de Bezerros (Agreste pernambucano) normalmente já é animado. Imagine com evento. Ainda mais se tratando do Festival Pernambuco Meu País. Os moradores locais encerram a semana de trabalho; os turistas e moradores de temporadas vão chegando. Até o clima parece que entendeu. Frio, garoa, chuva, neblina, cerração. Todo o pacote para quem queria curtir aquele inverno gostoso. Só faltou nevar. E começou logo cedo. O primeiro polo a encarar o inverno de verdade foi o do palco-caminhão, já na abertura, com o País das Culturas Populares.</p>
<p>No início foi só o friozinho, repare, às 13h. Rolou tranquilo para a primeira atração, o Maracatu Nação Encanto do Dendê. Fundado em 1998, na comunidade de Vista Alegre, município de Jaboatão dos Guararapes (Região Metropolitana do Recife), o Encanto do Dendê é de baque virado e não faz parte da tradição ancestral, como mesmo disse. Porém, faz por merecer o reconhecimento.</p>
<p>Para Bezerros trouxe sua corte e grupo percussivo com integrantes de todas as gerações. O repertório musical contemplou os temas do EP <em>Dendê: Mancha que Não Sai</em>, que o grupo lança nesta segunda-feira (22). A plateia dançou ao lado das personagens-chave da agremiação.</p>
<p>No momento em que Zeca Cirandeiro começou a se apresentar a chuva disse: estou aqui. Infelizmente não houve aquela tradicional roda de ciranda. O público se abrigou sob as cobertas próximas, a maioria dos bares e restaurantes, mas não arredou o pé. Ficou vendo de longe e se balançando ao som das rimas de Zeca, que, com seu grupo, manteve a pisada no palco sem titubear.</p>
<p>Na hora do coco de Mestra Totinha, representante da Ilha de Itamaracá, a coquista entrou logo repetindo o verso &#8220;Cadê o povo daqui?&#8221;. Não deu outra. O povo respondeuse reaproximando aos poucos. A garoa persistiu e a mestra a desafiou com os versos de <em>Cacimba de Beber</em>: &#8220;Chove chuva miudinha/ chuva fina não me molha/ se você não me quiser/ outro quer e você olha./ Chove chuva miudinha/ na cacimba de beber/ esse povo tem inveja desse nosso bem querer.&#8221; Olha para isso. E foi além: &#8220;Está chovendo, mas a gente não deixa o coco morrer não. A gente leva para frente. Com chuva e tudo&#8221;. A plateia entendeu e chegou junto.</p>
<p>Na saideira, o Afoxé Elegbará mostrou a força dos grupos que costumam reverenciar os orixás. Com a bênção de Xangô (ou, no sincretismo religioso, de São Pedro, se preferir), a chuva deu uma trégua e voltou a ter dança com integrantes do Elegbará em meio aos espectadores. A essa altura, com o fim de tarde próximo, a maioria das pessoas já chegava mais prevenida, com guardachuvas, sombrinhas e capas de chuva.</p>
<p><strong>ATRAÇÃO SURPRESA -</strong> Parecia tudo terminado quando o palco foi ocupado por um aluno e cinco alunas do terceiro ano do ensino fundamental da Escola Joaquim Claudiano de Oliveira. As crianças, que participam do projeto literário Cultura na Escola, recitaram versos de literatura de cordel contando a origem da história de Bezerros e de Serra Negra deixando o público bestinha de tão emocionado. Foi lindo.</p>
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		<title>Adriano Marcena lança livro &#8220;Vampiro do Cordel Vs. Cangaceiro Fantasma&#8221; em Pesqueira</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 17:25:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Cangaceiro Fantasma ataca no sertão. Esse é o tema do novo livro de Adriano Marcena, Vampiro do Cordel: O Caçador de Assombração Vs. O Cangaceiro Fantasma, que é lançado nesta sexta-feira (20), às 20h, na Biblioteca Municipal Luís de Oliveira Neves, no município de Pesqueira, no Agreste de Pernambuco. Nos próximos meses o livro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105907" aria-labelledby="figcaption_attachment_105907" class="wp-caption img-width-400 alignnone" style="width: 400px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Eli/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Vampiro-do-cordel-Vs.-Cangaceiro-Fantasma.png"><img class="size-full wp-image-105907" alt="Rodrigo Eli/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Vampiro-do-cordel-Vs.-Cangaceiro-Fantasma.png" width="400" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">Ilustrações do livro Vampiro do Cordel Vs. Cangaceiro Fantasma</p></div>
<p>O Cangaceiro Fantasma ataca no sertão. Esse é o tema do novo livro de Adriano Marcena, Vampiro do Cordel: O Caçador de Assombração Vs. O Cangaceiro Fantasma, que é lançado nesta sexta-feira (20), às 20h, na Biblioteca Municipal Luís de Oliveira Neves, no município de Pesqueira, no Agreste de Pernambuco.<br />
Nos próximos meses o livro é lançado em outras cidades pernambucanas. Voltada para o público infantojuvenil, a obra conta com recursos de acessibilidade para pessoas cegas e com baixa visão e recebeu incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria de Cultura e Governo do Estado.<br />
Como as polícias, guardas municipais e penitenciária não foram treinadas para caçar assombração, o Vampiro do Cordel assume essa escabrosa função dentro do fantástico e agonizante imaginário assombrativo de Pernambuco.<br />
Nessa nova aventura do Vampiro do Cordel, o Caçador de Assombração se embrenha na madruguenta paisagem sertaneja da cidade de Santa Filomena para pegar o terrível e grotesco Cangaceiro Fantasma, que conseguiu escapar do inferno para pegar um cabra que buliu com Dorinha, sua irmã mais nova. O que torna a trama mais interessante e ao mesmo tempo muito hilária é que o Cangaceiro regressa ao Sertão pernambucano, 84 anos após sua morte, na condição de assombração e se depara com uma realidade completamente diferente em que o conflito geracional e as novas conquistas identitárias expõem os anseios e as contradições da contemporaneidade. A greia é grande mesmo.<br />
Dono de um humor acidamente literário, Adriano Marcena publicou As Aventuras do Vampiro do Cordel: Contos Hilários e Razoavelmente Assombrativos, também com o incentivo do Funcultura, em que o Vampiro do Cordel caçou a Perna Cabeluda, no Recife; a Mulher da Sombrinha, em Catende; o Lobisomem de Cajueiro Seco, em Jaboatão dos Guararapes; o Nego d’Água, em Petrolina; a Cumade Fulozinha, em Timbaúba; a Galega da Cadisa, em Caruaru; o Palhaço do Coqueiro, em Paulista; o Papa-figo, em Garanhuns; e a Galega do Banheiro, em Pesqueira.<br />
A curiosa saga do Vampiro do Cordel ganha novo episódio com ilustrações do paulista Rodrigo Eli, orelha assinada por Andréa Galvão, produção de audiodrama de Danilo Lúcio e produção geral de Penha Pimentel.</p>
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		<title>Antônio Lisboa comanda oficina gratuita de repente e cordel na Casa do Carnaval</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Mar 2022 18:49:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para a oficina &#8220;A arte de fazer repente e cordel&#8221;, que o poeta repentista Antonio Lisboa comandará gratuitamente entre os dias 5 de abril e 26 de junho de 2022, na Casa do Carnaval, localizada no Pátio de São Pedro, centro do Recife. Para participar da atividade, que conta com incentivo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/Poeta-Rpentista-Antonio-Lisboa-Divulgação.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-91659" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/Poeta-Rpentista-Antonio-Lisboa-Divulgação-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p>Estão abertas as inscrições para a oficina &#8220;A arte de fazer repente e cordel&#8221;, que o poeta repentista Antonio Lisboa comandará gratuitamente entre os dias 5 de abril e 26 de junho de 2022, na Casa do Carnaval, localizada no Pátio de São Pedro, centro do Recife. Para participar da atividade, que conta com incentivo do Governo do Estado, por meio dos recursos do Funcultura, os interessados deverão se inscrever até o começo de abril pelo Sympla (<a href="https://www.sympla.com.br/a-arte-de-fazer-repente-e-cordel__1489680" target="_blank"><strong>www.sympla.com.br/a-arte-de-fazer-repente-e-cordel__1489680</strong></a>).</p>
<p>O objetivo do curso é que os alunos mergulhem dentro do universo da poesia nordestina, para emergir mais brasileiros, mais inspirados e mais preparados para criar versos de improviso ou escritos. Antônio Lisboa vai despertar e orientar essas faculdades nos alunos utilizando como veículo pedagógico, o traço forte da oralidade da cultura popular brasileira e a elaboração textual da literatura de cordel, dos poemas e canções de viola nordestinas.</p>
<p><em>&#8220;A oficina vai atuar como veículo condutor dessas expressões culturais nordestinas, oferecendo aos participantes, por meio de histórias, improvisos e interação com o grupo como escrever e recitar diversas formas fixas de poesia. Serão apresentadas formas que pertencem tanto ao universo do improviso como estruturações escritas de estrofes que pertencem aos poemas, aos cordéis e as canções. A intenção é que os participantes sintam também que são capazes de fazer os seus próprios versos improvisados ou não. Além disso, queremos quebrar de vez o paradigma de que a criação literária em versos é exclusiva para poucas pessoas&#8221;</em>, conta Lisboa sobre a proposta da atividade.</p>
<p>Para mais informações: lisboarepentista@gmail.com | (81) 99760-9444 | 99249-5745 (WhatsApp).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
“A arte de fazer repente e cordel”, com Antônio Lisboa<br />
De 5 de abril a 26 de junho | 24 aulas de 2h30, totalizando 60 horas/aula<br />
Local: Casa do Carnaval | Pátio de São Pedro | R. São Pedro, 52 &#8211; São José, Recife &#8211; PE<br />
Inscrições gratuitas: <a href="https://www.sympla.com.br/a-arte-de-fazer-repente-e-cordel__1489680" target="_blank"><strong>www.sympla.com.br/a-arte-de-fazer-repente-e-cordel__1489680</strong></a><br />
Para mais informações: lisboarepentista@gmail.com | (81) 99760-9444 | 99249-5745 (WhatsApp)</p>
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		<title>Webprograma &#8220;Conexões literárias&#8221; discute a importância do cordel</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/webprograma-conexoes-literarias-discute-a-importancia-do-cordel/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2021 17:23:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[conexões literárias]]></category>
		<category><![CDATA[Cordel]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/iSNpfKtXUqI" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Ancorado no tema &#8220;Por dentro do verso: o Cordel em perspectiva&#8221;, o programa Conexões Literárias deste mês conversa com o escritor Damião de Andrade Lima, autor do livro Redes de Poesia, recém-lançado pela Cepe, e com a editora Ana Ferraz, da Coqueiro Editora, especializada em cordel. A literatura dos folhetos é Patrimônio Cultural Imaterial desde 2018, porém ainda não é trabalhada devidamente nas escolas, nem é reconhecida como gênero literário pela academia, onde nunca houve nenhum representante do gênero popular e tipicamente nordestino e pernambucano. O bate-papo será mediado pelo coordenador de Literatura da Secult-PE/Fundarpe, Roberto Azoubel. Parceria entre a Secult-PE/Fundarpe e a Cepe, o Conexões Literárias acontece na próxima terça-feira (31), às 19h, nos canais da Cepe e da Secult-PE/Fundarpe, no YouTube.</p>
<p>Um dos mais festejados da nova geração de poetas do sertão do Pajeú, Andrade Lima pretende abordar o surgimento da literatura de cordel e a sua importância no âmbito educativo, <em>“no intuito de fomentar a nossa literatura, tornando-a cada vez mais sólida, ampla e valorizada, principalmente pelas políticas públicas, com projetos culturais”</em>, declara Andrade Lima. Segundo o escritor, a escola é uma das principais portas de entrada para a arte e os artistas, através da poesia popular, <em>“uma leitura prazerosa por meio do cordel”</em>, diz o poeta.</p>
<p><em>&#8220;A literatura de cordel é um veículo de comunicação de extrema importância para uma sociedade mais justa, formadora e plena, diante do cenário literário”</em>, escreveu Andrade Lima na apresentação do livro Redes de Poesia. A obra integra o trio de títulos da Coleção Pajeú, que a Cepe Editora lançou em junho com o objetivo de difundir a poesia produzida naquela região do Estado, bem como a literatura de cordel: a Cepe publicou três cordéis que vão de brinde para o leitor que comprar um dos três títulos da coleção: &#8220;Meu eu sertanejo, Mesas de Glosas&#8221;, da 1ª Feira de Poesia do Pajeú, além do já citado &#8220;Redes de Poesia&#8221;. &#8220;Comadre Florzinha e o Caçador&#8221;, de Wellington Santos Rocha; &#8220;A Incrível História do Menino Mandacaru&#8221;, de Odilia Renata Gomes Nunes; e &#8220;Gênesis&#8221;, a origem do cangaço feminino, de Thaynnara Alice Queiroz Pessoa, são os três cordéis da promoção. As ilustrações foram criadas pelo gráfico, poeta e artífice Lourenço Gouveia. À venda nas lojas físicas e no site: <a href="https://www.cepe.com.br/" target="_blank"><strong>www.cepe.com.br</strong></a>.</p>
<p>Roberto Azoubel considera uma honra falar sobre o cordel. “<em>A literatura de cordel é um universo muito particular, principalmente porque essa expressão se dá sobretudo no Nordeste brasileiro. É também um universo riquíssimo em todas as cadeias de que a literatura pode dispor, desde a criação até a mediação, já que muitos desses folhetos são lidos em feiras públicas”</em>, declara o coordenador de Literatura da Secult-PE/ Fundarpe, que pretende esclarecer ao público como se encontra o cordel atualmente, quais as suas formas mais usuais, e como as escolas abordam esse fascinante gênero literário.</p>
<p>Ana Ferraz, da editora Coqueiro, adianta que os professores não estão preparados para trabalhar essa literatura em sala de aula. Segundo ela, as escolas preferem chamar um cordelista para falar sobre o cordel. <em>“As escolas estão presas a dois ciclos do cordel: o junino e o folclórico”</em>, lamenta a editora, avaliando que é preciso, portanto, maior reconhecimento do cordel através de políticas públicas, editais culturais voltados para o cordel e espaços para discutir o gênero, que não é folclórico, ao contrário do que as escolas ainda difundem. <em>“É preciso oferecer mais oficinas literárias para os educadores e tornar o cordel matéria obrigatória em sala de aula”</em>, sugere a editora, ressaltando a importância atual do cordel institucional.<em> &#8220;As empresas querem contar suas histórias na linguagem popular&#8221;</em>, diz ela.</p>
<p>Ana também analisa que não há espaço nas livrarias para o gênero literário nordestino e principalmente pernambucano<em>. “Isso dificulta a cadeia produtiva, o xilogravador, os poetas, as editoras, o distribuidor”</em>. Segundo Ana, as academias brasileiras de letras ignoram essa literatura, que não é reconhecida como gênero literário <em>“criativo, inventivo e em consonância com o imaginário”</em>. <em>“Não há nenhum cordelista membro da academia”, destaca Ana, lembrando também a maior representatividade atual da mulher cordelista. “Ao longo de décadas, era uma literatura só para homens, apesar da cordelista pioneira, a paraibana Maria das Neves Baptista (1913-1994), que tinha que usar pseudônimo masculino”</em>, ressalta Ana.</p>
<p>Atualmente, segundo a editora,<em> &#8220;temos dois tipos de cordelistas: os mais tradicionais, que mantêm todo o cuidado com a literatura do ponto de vista das origens, da forma fixa, e os contemporâneos, que trazem o cordel com formato diferenciado, folhetos mais curtos”, explica Ana, ressaltando as três formas fixas mais trabalhadas no cordel hoje: sextilhas, setilhas e os decassílabos&#8221;</em>.</p>
<p><strong>HISTÓRIA - </strong>Também conhecido como folheto ou literatura popular em verso, o cordel teve origem no século XVI, época do Renascimento na Europa, em que se popularizou o registro impresso de relatos orais. Seu nome se origina da forma como tradicionalmente os folhetos eram expostos para vendas em Portugal, pendurados em cordas, cordéis ou barbantes.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Programa Conexões Literárias Por dentro do verso: o cordel em perspectiva, com Damião Andrade Lima, Ana Ferraz e Roberto Azoubel<br />
Quando: 31 de agosto de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão pelos canais: <b><a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://youtube.com/secultpe&amp;source=gmail&amp;ust=1624802865675000&amp;usg=AFQjCNFFHBtehVBZd436NBVQBJHxfisx7g">youtube.com/secultpe</a> </b>| <b><strong><a href="http://youtube.com/cepeoficial" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://youtube.com/cepeoficial&amp;source=gmail&amp;ust=1624802865675000&amp;usg=AFQjCNFx98uzvJ8j6jgBBGtzos3Gnric-Q">youtube.com/cepeoficial</a></strong></b></p>
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		<title>Cordelando em Sua Casa realiza segunda live neste sábado (27) com apoio da Lei Aldir Blanc</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2021 00:37:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc]]></category>
		<category><![CDATA[Cordel]]></category>
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		<description><![CDATA[Projeto cultural apoiado pela Lei Aldir Blanc, Cordelando em Sua Casa realiza a segunda live neste sábado (27). Nesta edição o projeto contará com a participação dos repentistas Gonzaga Neto e Zé Francisco, Luiz Gustavo Sanfoneiro Cantador e o poeta José Aldo Paulino, além de aboiadores e poetas. A transmissão começa às 17h no youtube.com\nacaocoripos. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/cordelando-em-sua-casa-8.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-82412" alt="cordelando em sua casa  (8)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/cordelando-em-sua-casa-8-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Projeto cultural apoiado pela Lei Aldir Blanc, Cordelando em Sua Casa realiza a segunda live neste sábado (27). Nesta edição o projeto contará com a participação dos repentistas Gonzaga Neto e Zé Francisco, Luiz Gustavo Sanfoneiro Cantador e o poeta José Aldo Paulino, além de aboiadores e poetas. A transmissão começa às 17h no youtube.com\nacaocoripos.</p>
<p>O projeto nasce das experiências do Projeto Cordelando no São Francisco, realizado desde 2010 levando recitais de literatura de cordel a escolas públicas do Sertão do são Francisco. Em 2020, por força da pandemia causada pelo Covid-19, as atividades foram interrompidas. Agora, retorna em formato virtual.</p>
<p>Para Raimundo Nascimento, produtor cultural e cordelista, esta é uma iniciativa de valorização da poesia de cordel. “Em tempos considerados normais, estaríamos realizando encontros, recitais presenciais. Mas no período de pandemia, o Cordelando em Sua Casa é a forma que os poetas da região encontraram de espalhar sua cultura”, afirmou.</p>
<p>Serviço<br />
Recital Cordelando em Sua Casa<br />
Data: 27 de fevereiro de 2021<br />
Horário: 17h<br />
Endereço: youtube.com\nacaocoripos</p>
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		<title>Pasárgada abriga lançamento dos livros “O Mapa da Rima” e “O Cordel de Escrita Feminina”</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Sep 2019 19:53:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cordel]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Pasárgada]]></category>

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		<description><![CDATA[O Espaço Pasárgada, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, recebe nesta sexta-feira (6), às 19h, o lançamento de dois livros que utilizam a metalinguagem como ferramenta para contar a história da literatura de cordel. A memória da linguagem, que é Patrimônio Imaterial Cultural Brasileiro, é resgatada sob o ponto de vista da participação das mulheres como [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_71359" aria-labelledby="figcaption_attachment_71359" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/foto-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-71359" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/foto-1-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Eulina Fraga e Shirley Rodrigues contam história do cordel</p></div>
<p>O Espaço Pasárgada, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, recebe nesta sexta-feira (6), às 19h, o lançamento de dois livros que utilizam a metalinguagem como ferramenta para contar a história da literatura de cordel. A memória da linguagem, que é Patrimônio Imaterial Cultural Brasileiro, é resgatada sob o ponto de vista da participação das mulheres como autoras e contada, em muitos trechos, a partir da própria estética retratada nos textos. Os dois livros, “O Mapa da Rima” e “O Cordel de Escrita Feminina em Pernambuco”, que contam com incentivo do Governo do Estado, por meio dos recursos do Funcultura, são assinados pelas pesquisadoras Eulina Fraca e Shirley Rodrigues e já foram lançados em Portugal, França e Espanha.</p>
<p>As pesquisas para escrever os dois livros duraram um ano e oito meses. O processo de levantamento de dados incluiu visitas a arquivos de cordéis e entrevistas com cordelistas de Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Rio de Janeiro. O resultado final é a conclusão de uma ideia desde os tempos de graduação da dupla de pesquisadoras, quando elas se interessaram pela literatura de cordel e decidiram se dedicar a projetos com este tema.</p>
<p>“Nesse tempo de atividade, percebemos a ausência de memória em nossa literatura que retratasse a trajetória do cordel, seus escritores pioneiros e também a presença feminina nesse universo”, conta Shirley.</p>
<p>As autoras escolheram um formato metalinguístico para apresentar o conteúdo reunido. O livro traz alguns versos e trechos alternando poesia e informação descritiva, acompanhados de arte desenvolvida pelo cordelista Leandro de Barros. A publicação foi editada pela Editora Coqueiros, especializada em cordéis. “É um trabalho pioneiro e necessário porque documenta quem somos e reconhece os principais nomes que deram origem a essa expressão”, comenta Eulina.</p>
<p>Em 84 páginas, “O Mapa da Rima” (R$ 20) resgata a história e as obras dos poetas pernambucanos que escrevem, ou seja, de bancada, como Silvino Piruá, criador do romance, e João Matias de Ataíde, um dos maiores tipógrafos brasileiros. No entanto, o mapeamento se volta, em especial, a Leandro Gomes de Barros. Foi ele quem identificou o potencial mercadológico do cordel e deu início à produção da arte impressa no formato já familiar da cultura nordestina.</p>
<p>A soberania masculina encontrada ainda no cordelismo é o mote do livro “O Cordel de Escrita Feminina em Pernambuco” (R$15), concebido a partir da inquietação das escritoras ao perceber a ausência das mulheres em encontros culturais. Na obra, de 40 páginas, elas descortinam a autoria dos cordéis de Maria das Neves Batista. Primeira cordelista brasileira, ela utilizava o nome de seu esposo – Altino Alagoano – para assinar suas criações. Sua primeira produção foi “Violino do diabo e o valor da honestidade”. Ao todo, são aproximadamente 13 mulheres que ganham o reconhecimento por suas obras e têm suas vidas apresentadas aos leitores.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><b>Serviço</b></span><br />
Lançamento dos livros <b>“O Mapa da Rima”</b> e<b> “O Cordel de Escrita Feminina”</b><br />
Quando: 6/9 (sexta-feira), às 19h<br />
Onde: Espaço Pasárgada (Rua da União, 263 &#8211; Boa Vista &#8211; Recife/PE)<br />
Acesso gratuito</p>
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		<item>
		<title>Museu do Trem promove atividades sobre a atuação feminina na cultura</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/museu-do-trem-promove-atividades-sobre-a-atuacao-feminina-na-cultura/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Mar 2019 18:03:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<category><![CDATA[dona prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Estação Central Capiba/Museu do Trem]]></category>
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		<category><![CDATA[Mariane Bigio]]></category>
		<category><![CDATA[Marília Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[museu do trem]]></category>

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		<description><![CDATA[Para celebrar o mês das mulheres, a Estação Central Capiba/Museu do Trem conta com uma programação especial durante esta semana para debater e incentivar a atuação das mulheres nas artes. A primeira atividade será a “Vivência em cordel – protagonismo e empoderamento feminino na cultura”, que acontece nesta terça-feira (26), das 14h às 16h, e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_67632" aria-labelledby="figcaption_attachment_67632" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tom Cabral</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/7568805678_2b825d1efb_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-67632" alt="Tom Cabral" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/7568805678_2b825d1efb_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A coordenadora de literatura da Secult-PE, Mariane Bigio, ministrará a vivência em cordel.</p></div>
<p>Para celebrar o mês das mulheres, a Estação Central Capiba/Museu do Trem conta com uma programação especial durante esta semana para debater e incentivar a atuação das mulheres nas artes. A primeira atividade será a “Vivência em cordel – protagonismo e empoderamento feminino na cultura”, que acontece nesta terça-feira (26), das 14h às 16h, e será ministrada pela coordenadora de literatura da Secult-PE, Mariane Bigio.</p>
<p>A ação será realizada por meio da apresentação de um cordel criado por Mariane Biggio sobre o papel das heroínas que atuaram em momentos históricos do nosso legado de revoluções e emancipação e são pouco lembradas. A tarde ainda contará com a “sessão pipoca”, que exibirá vídeos selecionados, abordando questões relativas à construção de um cordel, como métrica, rima e gravuras. “Através dessa atividade, temos a intenção de aproximar o Museu do público infantil feminino e repassar esse legado que valoriza a importância da mulher e suas conquistas na sociedade”, explica a gestora do Museu do Trem, Márcia Chamixaes.</p>
<div id="attachment_67633" aria-labelledby="figcaption_attachment_67633" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/40640143491_d817bba607_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-67633" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/40640143491_d817bba607_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Parteira e Patrimônio Vivo de Pernambuco, Dona Prazeres participará da roda de diálogos.</p></div>
<p>A segunda atividade será a roda de diálogos e troca de saberes sobre protagonismo e empoderamento feminino na cultura, que acontecerá nesta quinta-feira (28), das 14h às 16h. O encontro contará com as participações da parteira Dona Prazeres, que é Patrimônio Vivo de Pernambuco; Marília Mendes, que é gestora do Espaço Pasárgada; e Maria Paula Costa Rêgo, que é coordenadora de dança da Secult-PE.</p>
<p>“São experiências distintas do nosso gênero que vão tratar de aspectos diferentes sobre a mulher na cultura, mas, ao mesmo tempo, comuns. A gente viu há pouco tempo que as estatísticas mostram que a cada dois segundos uma mulher é vítima de violência e, diante de números tão dramáticos, é cada vez mais importante reunir mulheres para valorizar suas conquistas, inclusive na cultura”, observa Marília Mendes.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO:</span></b><br />
Protagonismo e empoderamento feminino na cultura<br />
Onde: Museu do Trem (Rua Floriano Peixote, s/n, São José – Recife/PE)<br />
Entrada gratuita</p>
<p><b>Vivência em cordel</b>, com Mariane Bigio<br />
Quando: Nesta terça-feira (26), das 14h às 16h</p>
<p><b>Roda de diálogos e troca de saberes</b>, com Dona Prazeres, Marília Mendes e Maria Paula Costa Rêgo<br />
Quando: Nesta quinta-feira (28), das 14h às 16h</p>
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