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	<title>Portal Cultura PE &#187; cores femininas</title>
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		<title>Festival O Canto da Sereia marca 80 anos de ciranda e resistência de Lia de Itamaracá</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 19:39:37 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107611" aria-labelledby="figcaption_attachment_107611" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ytallo Barreto/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Lia-de-Itamaracá-foto-Ytallo-Barreto-7.jpg"><img class="size-medium wp-image-107611" alt="Ytallo Barreto/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Lia-de-Itamaracá-foto-Ytallo-Barreto-7-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lia de Itamaracá</p></div>
<p>Artista icônica da cultura popular brasileira, Lia de Itamaracá chega plena e gloriosa a seus 80 anos de vida. Uma longevidade que a consagra decana da cultura popular de Pernambuco. Uma artista que carrega os símbolos de um Brasil profundo e que nos fala de identidade, cultura popular, celebração, raça, feminismo e da sabedoria que só recebemos quando ouvimos os mais velhos. A nova idade de Dona Lia é comemorada com uma festa à altura das dimensões que sua arte carrega. O aniversário, nesta sexta-feira (12), marca a abertura do festival O Canto da Sereia, que segue até o domingo (14), na Praia de Jaguaribe, em Itamaracá (PE), no Litoral Norte do Estado. Em sua terceira edição, o festival chega em um formato especial que dialoga com todas as linguagens artísticas que Lia inspira com sua ciranda: música, dança, religiosidade, audiovisual, moda, literatura e muita festa.</p>
<p>O Festival O Canto da Sereia conta com incentivo do 6º Edital do Programa de Fomento à Produção em Música de Pernambuco do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) 2021/2022 e apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Também conta com apoio da Prefeitura de Itamaracá, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, do Sesc Pernambuco, e da Prefeitura de Natal (RN).</p>
<p>“Eu estou achando tudo uma maravilha. Estou muito feliz, alegre e me sentindo muito amada, porque estou recebendo em vida essa homenagem e esse reconhecimento de todos que conhecem minha luta e minha história”, afirma Lia de Itamaracá.</p>
<p>As atrações acontecem em pelo menos três polos instalados na Praia de Jaguaribe: Palco Som na Rural, Palco Lia de Itamaracá, Palco Estrela de Lia (instalado no palhoção em que funciona o Centro Cultural Estrela de Lia). A abertura, na sexta, conta com um mutirão de grafitagem com os grupos Cores do Amanhã e Cores Femininas, a partir das 10h, no Centro Cultural Estrela de Lia, na areia da Praia de Jaguaribe.</p>
<p>Um grande cortejo de cultura popular &#8211; com afoxés, maracatus, caboclinhos e orquestras de frevo &#8211; toma as ruas de Jaguaribe, ainda na sexta, a partir das 15h. Desfilam os grupos Afoxé Alafin Oyó, Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu, Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo de Santo Agostinho, Caboclinho União 7 Flexas de Goiana. Com Lia de Itamaracá, esses grupos são titulados Patrimônios Vivos de Pernambuco.</p>
<p>Também integram o cortejo outros conceituados representantes da Cultura Popular de Pernbambuco: Maracatu de Baque Solto Estrela Dourada de Buenos Aires, Caboclinho Tribos Carijós Recife, Bloco de Samba Reggae Obirim, Bonecos Gigantes Mestres da Cultura, Grupo Cores Sonoras e Grupo de Dança 30+. Após os desfiles, os grupos começam a subir no Palco Estrela de Lia a partir das 17h para suas apresentações.</p>
<p>Também na sexta, no Palco Som na Rural, a partir das 20h, o público confere o show dos cirandeiros Mestre Bi e Ciranda Bela Rosa e Mestre Anderson Miguel e a Ciranda Raiz da Mata Norte. A noite se encerra com a aniversariante e anfitriã do festival, Lia de Itamaracá. No palco que leva seu nome, a partir das 21h, ela apresenta o show Ciranda de Ritmos recebendo convidados especiais como As Filhas de Baracho, Fuxico de Feira com o flautista Carlos Zen, a cantora Daúde e o cantor e multi-instrumentista, Sérgio Pererê.</p>
<p>O sábado é marcado por mais apresentações da cultura popular. A programação começa às 8h, no Palco Som da Rural, em que é realizada a cerimônia Odoyá Iemanjá, conduzida pelo babalorixá Pai Milton de Xangô, do Centro Espírita Baba Ogodô (SP). Na sequência há a apresentação do projeto Cafurnas Fulni-Ô, dedicado a divulgar cantos tradicionais desse povo originário. O evento conta ainda com a presença da cacica Valquíria Kyalonan Karaxuwanassu, do povo karaxuwanassu, de Igarassu.</p>
<p>No palhoção do Centro Cultural Estrela de Lia, às 11h, o Coletivo ZeKeu de palhaçaria apresenta o espetáculo Circuson. No palco do Som na Rural, a partir das 10h, começam as apresentações musicais com o Afoxé Oyá Alaxé, comandado pela ialorixá Maria Helena Sampaio. Na sequência há a apresentação de Dona Totinha do Coco, Os Netos de Anjinha, Nossa Cultura tem Som e As Netas de Selma.</p>
<p>No Palco Lia de Itamaracá, a partir das 13h, apresentam-se Coco do Amaro Branco, Viola Luz, Maracatu Nação Pernambuco e um espetáculo especial para o lançamento da <em>Coletânea de Cirandas de Pernambuco</em>, com a participação de Noé da Ciranda e convidados, e Josivaldo Caboclo e convidados. O encerramento da noite ocorre com o show de Natascha Falcão. Recifense radicada no Rio de Janeiro, Natascha teve seu álbum <em>Ave Mulher</em> indicado na 24º edição do Grammy Latino na Categoria Artista Revelação. Seu show, que transita por gêneros como coco, ciranda, maracatu, frevo e manguebeat, conta no festival com a participação de Lia.</p>
<p>Ainda no sábado, o festival conta com uma sessão do Cineclube O Canto da Sereia, no Palco Estrela de Lia, a partir das 17h30. As sessões trazem diversas produções de audiovisual, em especial videoclipes e documentários que têm Lia de Itamaracá e sua ciranda como protagonistas. Em cartaz estão as produções <em>Encantada, Dorme Pretinho e Pescador e Lia</em> (Lia Leticia), <em>Mar de Lia</em> (Hannah Godoy), <em>Ciranda Feiticeira</em> (Lula Gonzaga &amp; Tiaggo Delácio), <em>Mar de Fogo</em> (Bárbara Ramona), <em>Janaína</em> (Ytallo Barreto), <em>Lia Azul</em> (Ytallo Barreto &amp; Michelle Assumpção) e <em>África de Itamaracá</em> (Hilton Lacerda).</p>
<p>O domingo (14), último dia do festival, começa com uma atividade formativa. A Oficina Construção de Maraca com Coletivo Chama Griô é oferecida no palhoção do Centro Cultural Estrela de Lia. A partir do meio-dia, o Palco Som na Rural começa a festa com uma apresentação do Trans Coco de Igarassu. O grupo foi criado no terreiro de candomblé Ilê Axé Oxum Opará, em Igarassu (PE), combate a transfobia e luta pelo respeito às diferenças por meio da religião e da cultura. A programação da Rural inclui ainda, às 14h, um espetáculo de teatro da Trupe do Patrimônio de caráter pedagógico de educação para o patrimônio cultural no intuito de despertar e provocar nas pessoas um olhar para o patrimônio cultural de seu próprio lugar.</p>
<p>Também está na programação o desfile de moda Manto de Lia, produzido pela Cabrochas. O desfile, que começa às 16h, conta com trilha sonora do músico alemão Henri Schappert e com figurinos de Lia de Itamaracá. A ideia é exibir a produção de diversos estilistas que criaram suas produções inspirados na rainha da ciranda. O encerramento do palco, a partir das 18h, acontece com a DJ, cantora e compositora Catarina Dee Jah.</p>
<p>No palco Lia de Itamaracá os shows começam, às 11h, com o novo projeto musical que junta Isaar e Waldir Afonjah. Lia volta ao palco do festival mais uma vez, às 14h, para apresentar o show <em>Ciranda do Mundo</em>, baseado no disco mais recente da artista, <em>Ciranda sem Fim</em>, produzido por DJ Dolores, que participa mais uma vez do show, com uma pegada mais eletrônica em que Lia ousa por outros gêneros e sonoridades. A cirandeira ainda convida o artista Novíssimo Edgar, músico, compositor, poeta, artista visual e performer, que também dialoga com a música de Lia na medida em que seu trabalho sonoro explora futurismos a partir das identidades negras e indígenas.</p>
<p>O DJ Macaxeira, do Club Metrópole, coloca o povo para dançar enquanto aguarda o encerramento do festival com a banda Nação Zumbi. O show da NZ dentro do Festival O Canto da Sereia representa a ligação de Lia com o movimento manguebeat que, a partir dos anos 1990, levou a artista a tocar para plateias cada vez mais diversas e circular por palcos de todo o País fazendo com que a ciranda ultrapassasse os limites geralmente colocados para a chamada cultura popular. Lia vem mostrando ao mundo que a ciranda é um gênero da MPB como todos os demais e ela sua representante mais constante, fiel e ao mesmo tempo que não teme experimentar, dialogar com artistas de outras matrizes e gerações.</p>
<p><strong>CAMPANHA -</strong> Lia merece, né minha gente?! Não é qualquer artista que chega tão poderosa aos 80 anos, dominando lindamente o palco, com uma voz impecável e um porte imponente que tanto nos ensina sobre resiliência e ancestralidade. O Festival Canto da Sereia é o primeiro em 2024 que traz a marca da homenagem a essa artista tão gigante de nossa cultura. Por esse motivo, durante o festival, é inaugurada uma campanha em apoio às ações culturais e sociais promovidas por Lia de Itamaracá por meio de seu Centro Cultural Estrela de Lia.</p>
<p>O Festival O Canto da Sereia inaugura a campanha Celebre com Lia: 80 anos. Diversos motes compõe a campanha, que está sendo feita para ajudar na manutenção de dois espaços culturais importantes que celebram sua história: O Centro Cultural Estrela de Lia e a Embaixada da Ciranda, em Itamaracá. Na página da artista no <strong><a title="@liadeitamaracaoficial" href="https://www.instagram.com/liadeitamaracaoficial/" target="_blank">Instagram</a></strong> as pessoas podem encontrar as informações sobre a doação.</p>
<p><strong>OUTRAS CELEBRAÇÕES -</strong> Outros grandes eventos e homenagens marcam o ano de Lia 80. Até o Carnaval sua agenda é marcada por diversas celebrações. Grande homenageada do Carnaval do Recife, junto a Chico Science, Lia encerra, no dia 12 de fevereiro, o Carnaval da capital pernambucana com um novo espetáculo repleto de convidados especiais no Palco do Marco Zero.</p>
<p>A presença da cirandeira também já é certa no Baile Municipal do Recife, após vir do Rio de Janeiro e de São Paulo, onde será tema do samba enredo de duas escolas de samba – respectivamente Império da Tijuca, no dia 9 de fevereiro, e Nenê de Vila Matilde, no dia 11. Este ano ela também abre o Carnaval de Natal e é homenageada do Carnaval da Ilha de Itamaracá e do Carnaval do Estado de Pernambuco junto aos cantores Alceu Valença e Claudionor Germano.</p>
<p>Todas essas celebrações multifacetadas não apenas honram a vida e a carreira da renomada artista, mas também proporcionam momentos de cultura e entretenimento para todos os participantes. Enriquece a experiência dos presentes e deixa uma marca inesquecível em todos que tiverem a oportunidade de presenciar tais eventos, presencialmente ou pela cobertura da mídia.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">FESTIVAL O CANTO DA SEREIA<br />
</span></strong><br />
<em><strong>SEXTA-FEIRA, 12</strong></em></p>
<p><strong>PALCO ESTRELA DE LIA &#8211; Palhoção do Centro Cultural Estrela de Lia</strong></p>
<p>10h &#8211; Mutirão de grafite com Cores do Amanhã e Cores Femininas<br />
15h &#8211; Início dos cortejos de cultura popular com apresentação no palco, a partir das 17h<br />
Afoxé Alafin Oyó<br />
Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu<br />
Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo de Santo Agostinho<br />
Maracatu de Baque Solto Estrela Dourada de Buenos Aires (Zona da Mata PE)<br />
Caboclinho União 7 Flexas de Goiana<br />
Caboclinho Tribos Carijós Recife<br />
Bonecos Gigantes Mestres da Cultura<br />
Bloco de Samba Reggae Obirim<br />
Grupo Cores Sonoras<br />
Grupo de Dança 30+<br />
18h30 &#8211; Abertura oficial do festival com corte do bolo para Lia de Itamaracá</p>
<p><strong>PALCO SOM NA RURAL &#8211; Praia de Jaguaribe, em frente ao Centro Cultural Estrela de Lia</strong></p>
<p>20h &#8211; Mestre Anderson Miguel e Ciranda Raiz da Mata Norte e Ciranda do Mestre BI</p>
<p><strong>PALCO LIA DE ITAMARACÁ &#8211; em frente à Embaixada da Ciranda</strong></p>
<p>21h &#8211; Lia de Itamaracá com show Ciranda de Ritmos. Participação: Fuxico de Feira com Carlos Zens, Daúde, Sérgio Pererê e As Filhas de Baracho}</p>
<p><em><strong>SÁBADO, 13</strong></em></p>
<p><strong>PALCO ESTRELA DE LIA</strong></p>
<p>11h &#8211; Coletivo ZeKeu de palhaçaria no espetáculo Circuson<br />
17h30 &#8211; Cine Clube</p>
<p><strong>PALCO SOM NA RURAL</strong></p>
<p>8h &#8211; Cerimônia Odoya Yemanjá<br />
9h30 &#8211; Cafurnas Fulni-Ô<br />
10h &#8211; Afoxé Oya Alaxé<br />
14h30 &#8211; Dona Totinha do Coco<br />
16h30 &#8211; Os Netos de Anjinha<br />
20h &#8211; Nossa Cultura Tem Som<br />
21h30 &#8211; As Netas de Selma</p>
<p><strong>PALCO LIA DE ITAMARACÁ</strong></p>
<p>13h &#8211; Coco do Amaro Branco<br />
15h30 &#8211; Viola Luz<br />
19h &#8211; Maracatu Nação Pernambuco<br />
20h30 &#8211; Ciranda do Mestre Josivaldo Caboclo e convidados e Noé da Ciranda e convidados no lançamento da Coletânea Cirandas de Pernambuco<br />
22h &#8211; Natascha Falcão com participação de Lia de Itamaracá</p>
<p><em><strong>DOMINGO, 14</strong></em></p>
<p><strong>PALCO ESTRELA DE LIA</strong></p>
<p>11h &#8211; Oficina Construção de Maraca com Coletivo Chama Grio</p>
<p><strong>PALCO SOM NA RURAL</strong></p>
<p>12h &#8211; Trans Coco de Igarassu<br />
14h &#8211; Trupe do Patrimônio<br />
16h &#8211; Desfile de Moda com peças da coleção de Lia de Itamaracá<br />
18h &#8211; Catarina Dee Jah</p>
<p><strong>PALCO LIA DE ITAMARACÁ</strong></p>
<p>11h &#8211; Isaar e Valdir Afonjah<br />
14h &#8211; Lia de Itamaracá Banda com a banda Ciranda do Mundo, DJ Dolores e Novíssimo Edgar<br />
17h &#8211; DJ Macaxeira (Club Metrópole)<br />
19h &#8211; Nação Zumbi</p>
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		<title>Grafite pelo fim da violência contra a mulher</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2016 14:09:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<description><![CDATA[Com informações da assessoria do evento As cores produzidas pelas mãos de mulheres que atuam em diversas áreas das artes se unem para pedir um basta à violência contra a mulher durante a 6ª edição do Cores Femininas. O encontro, que acontece desta terça (25) até o próximo domingo (30), reúne grafiteiras e artistas urbanas, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_41362" aria-labelledby="figcaption_attachment_41362" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Andreza Eglenn /Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/GRAFITEIRAS.jpg"><img class=" wp-image-41362 " alt="Andreza Eglenn /Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/GRAFITEIRAS-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Jouse Barata (camiseta branca), coordenadora da ONG Cores do Amanhã, conta com o empenho de voluntárias para organização do encontro</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Com informações da assessoria do evento<br />
</em></p>
<p>As cores produzidas pelas mãos de mulheres que atuam em diversas áreas das artes se unem para pedir um basta à violência contra a mulher durante a 6ª edição do <strong>Cores Femininas</strong>. O encontro, que acontece desta terça (25) até o próximo domingo (30), reúne grafiteiras e artistas urbanas, além de representantes dos elementos que formam o movimento Hip Hop para trocar experiências e dar visibilidade à produção das minas. Rodas de conversas, mutirões de grafitti, oficinas, batalhas de MC’s, recital de poesia e ações sociais que vão movimentar a comunidade do Jardim Planalto, no Totó, localizada ao lado do Complexo Prisional do Curado, onde fica a sede da organização não governamental Cores do Amanhã, que realiza o encontro pelo sexto ano consecutivo.</p>
<p style="text-align: left;">A programação também se estende para outras áreas da cidade, onde as minas vão deixar suas marcas em muros previamente autorizados. “#JuntasSomosMaisfortes Pelo Fim da Violência Contras as Mulheres” é o lema da edição deste ano, que vai reunir artistas pernambucanas e de outros 10 Estados, além de grafiteiras de fora do país, que realizaram suas inscrições via internet. Mais de 150 mulheres já confirmaram presença. Este ano, o encontro também receberá representantes do México, Chile e Argentina. Esse intercâmbio já vem ocorrendo em outras edições e tem possibilitado a troca de referencias e o fortalecimento dos diversos expoentes da arte urbana produzida pelas mulheres.</p>
<p>O encontro conta com apoio das prefeituras de Rio Formoso e do Recife, além da Secretaria da Mulher do Estado, mas todo planejamento e organização são assumidos pelas voluntárias. São mulheres de diversas áreas de atuação (artistas, comunicadoras, arte educadoras, etc) que se revezam entre várias funções numa demonstração de união que nasceu com o objetivo de fortalecer as minas que atuam no campo das artes, principalmente as que vivem na periferia. “A arte também é uma forma de expressar o que pensamos e sentimos. Queremos que mais mulheres tenham espaço para mostrar o que pensam e sentem a respeito do país ou de suas próprias vidas”, diz Jouse Barata, grafiteira e coordenadora do encontro.</p>
<p>A abertura oficial do evento acontece na noite da terça (25), no auditório do CEDIM (Rua Alfredo Lisboa, 188 &#8211; 1º andar &#8211; Recife Antigo) e será fechada para as artistas inscritas por causa da limitação de capacidade do espaço. Ao longo de toda semana, uma vasta programação vai discutir o empoderamento feminino por meio da arte, além de promover ações para os moradores da comunidade do Totó. Na sexta (28), quando será o encerramento das atividades no Recife, haverá uma festa aberta ao público no Museu de Artes Afro-Brasil Rolando Toro, no Recife Antigo, que contará com apresentações de b´girls, MC’s e uma feira de arte. A entrada é franca.</p>
<p><strong>Inclusão social e sororidade</strong><br />
Como em todas as edições, o Cores Femininas usa a arte produzida pelas artistas participantes para promover a inclusão social de mulheres e adolescentes. Este ano, as artistas vão realizar um dia de atividades na Unidade Prisional Feminina de Abreu e Lima. As reeducandas vão participar de uma roda de conversa sobre violência, oficina de graffiti e dança e haverá a pintura de um mural com o tema “Por uma cultura de paz”. As mulheres que cumprem pena na Colônia Penal Feminina Bom Pastor também serão presenteadas. Os muros que ficam em frente à unidade prisional vão abrigar o painel oficial do encontro e receberão as cores femininas pedindo o fim da violência contras as mulheres e a união entre todas. “A ideia é deixar uma mensagem tanto para os familiares que passam diariamente pela penitenciaria como provocar a reflexão na comunidade local sobre a importância de se respeitar a mulher”, explica Jouse.</p>
<p>Após o encerramento no Recife, as artistas viajam para Rio Formoso, onde vão passar o fim de semana numa comunidade ribeirinha da cidade, localizada há 88 km da capital. Haverá uma roda de conversa com as pescadoras e marisqueiras da região, levando informações sobre saúde e autoestima, além de presenteá-las colorindo os barcos que usam para a pesca. “Todos os anos, escolhemos uma comunidade para promover ações e contribuir para o empoderamento das mulheres. É uma forma de usar a nossa arte em prol de pessoas que vivem em áreas de vulnerabilidade social”, completa Jouse, fundadora da ONG Cores do Amanhã, que realiza um trabalho de inclusão por meio da arte com crianças e adolescentes do Totó.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong> Cores Femininas 2016</strong><br />
De 25 a 30 de outubro<br />
Sede Cores do Amanhã (Rua Garota de Ipanema, Box 2, Totó)<br />
Mutirões de graffiti, rodas de conversa, cine debate, oficinas, batalhas de MC’s, apresentações de b’girls, feira de artesanato e muito mais.<br />
Informações: 81 8876.3593<br />
PROGRAMAÇÃO COMPLETA</p>
<p>⦁ 25.10 &#8211; Terça (Sede do Cores do Amanhã)<br />
8:30 &#8211; Boas vindas com café da manhã coletivo<br />
Apresentação inicial com a fala da coordenadora do encontro, Jouse Barata e roda de diálogo promovida pelo coletivo de mulheres negras “Filhas do Vento” com o tema: &#8220;Mulheres negras e suas lutas&#8221;;</p>
<p>13:30h às 17h- Tarde de Oficinas na Comunidade do Totó (Sede do Cores do Amanhã)<br />
Atividades: Oficinas de Tranças (com Raquel Araújo); Yoga (Rosália); Pintura em garrafa (Nathe); Poesia (MC Bellator); Beleza (Embeleze); Serviços de saúde (Sec. de Saúde e Alunos do Grau Técnico); Secretaria de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas.;<br />
Apresentação com alunas da Casa Menina Mulher.</p>
<p>19h &#8211; Abertura Oficial do Cores Femininas 2016 (Auditório do CEDIM &#8211; Rua Alfredo Lisboa,188 &#8211; 1º andar &#8211; Recife Antigo)</p>
<p>⦁ 26.10 &#8211; Quarta (Recife)<br />
Das 9h às 17h – Ação na Unidade Prisional Feminina de Abreu e Lima<br />
Atividades:<br />
Roda de dialogo sobre &#8220;Saúde &#8211; Outubro Rosa&#8221; e &#8220;Cultura de Paz&#8221;<br />
Oficinas: break dance, música, graffiti em camisas e dança popular; Pintura do painel interno (Mulheres e suas lutas);</p>
<p>⦁ 27.10 &#8211; Quinta (Em Recife)<br />
8h &#8211; Pintura do Muro Oficial do Cores Femininas 2016<br />
(Local: Escola e Creche em frente ao Presidio Bom Pastor &#8211; no Engenho do Meio)<br />
TEMA: &#8220;Pelo fim da violência contra as mulheres&#8221;.</p>
<p>⦁ 28.10 &#8211; Sexta (Recife)<br />
8h &#8211; Finalização do Muro em frente ao Bom Pastor<br />
18h &#8211; Cine Debate com Rebecca França (Coletivo Marcha das Vadias)<br />
Apresentações com Mc´s , DJ, Bgir´s e feirinha de arte</p>
<p>29.10 &#8211; Sábado (Rio Formoso)<br />
8h &#8211; Pintura dos barcos na Vila dos Pescadores e Pescadoras<br />
Almoço coletivo;<br />
19h &#8211; Noite de Confraternização com Mc&#8217;s, Bgirls e Maracatu Flores do Monte</p>
<p>30.10 &#8211; Domingo (Rio Formoso)<br />
8h &#8211; Conhecendo a comunidade Ribeirinha e seus Encantos<br />
Vivência &#8211; Resistência das Mulheres na Pesca;</p>
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