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	<title>Portal Cultura PE &#187; Cosmo Grão</title>
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		<title>Funcultura da Música incentivou, nos últimos anos, mais de 40 discos de artistas pernambucanos</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2020 17:04:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_76519" aria-labelledby="figcaption_attachment_76519" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/49517718077_fa0a4b0409_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-76519" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/49517718077_fa0a4b0409_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Formada por vários músicos da nova cena pernambucana, a Orquestra Malassombro teve a gravação de seu disco contemplada no 3º Funcultura da Música</p></div>
<p>Nos últimos três anos, por meio dos editais do Funcultura da Música, foram aprovados, anualmente, uma média de cinquenta projetos culturais. Além dos videoclipes, festivais, ocupação de espaços, de circulação, pesquisa e capacitação, vários destes projetos incentivados pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), envolveram a gravação de discos de artistas pernambucanos que puderam produzir seus trabalhos autorais.</p>
<p>Ao todo, foram mais de 40 discos produzidos, e vários destes álbuns ou canções estão disponíveis para audição em plataformas de streaming como o Spotify. Uma playlist produzida pelo Cultura.PE pode ser uma opção de lazer em casa, neste período de quarentena, em cumprimento ao <a href="https://legis.alepe.pe.gov.br/texto.aspx?id=49469&amp;tipo=" target="_blank"><strong>Decreto nº 48.832</strong></a>, com recomendações do Governo de Pernambuco para enfrentamento do coronavírus (COVID-19).</p>
<p><iframe src="https://open.spotify.com/embed/playlist/0HWlz3ILRzoXDipxsk0NIS" height="380" width="300" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Até 2016, os projetos culturais na área da música ainda eram incentivados pelo Funcultura Geral. Atendendo a uma demanda da sociedade e da classe artística do estado, o Governo de Pernambuco decidiu naquele ano criar um edital específico que contempasse a realidade do mercado da música a nível estadual.</p>
<p>“Foi uma grande conquista para o setor da música de Pernambuco um edital específico do Funcultura, que está no seu quarto ano. Com ele, temos um orçamento maior, quase o dobro do que era disponibilizado no Funcultura Geral. Ganhamos também um novo formato na questão da análise dos projetos, e a defesa oral dos projetos habilitados, auxiliando os pareceristas a definirem as iniciativas a serem selecionadas”, destaca Andreza Portella, coordenadora de Música da Secult-PE.</p>
<p>Segundo Andreza Portella, a categoria de gravação de disco é uma das que tem um dos maiores orçamentos. “É também uma das mais demandadas, com o maior número de inscritos nessa categoria, o que ressalta a importância do CD para os artistas no mercado fonográfico. Lembrando que a categoria de gravação não é só para disco físico, como EP, LP e DVD, mas também em formato digital”, explica a coordenadora de Música da Secult-PE.</p>
<p>No <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/RESULTADO-DO-3-EDITAL-FUNCULTURA-DA-MUSICA-2018_2019-atualizado-em-13.03.20.pdf">3º edital do Funcultura da Música (2018/2019)</a></strong>, 12 artistas foram contemplados e puderam lançar seus trabalhos autorais, músicos pernambucanos como Hugo Lins, Mestre Bi e Ciranda Bela Rosa, e a Orquestra Malassombro, entre outros.</p>
<p>Já na <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/PROJETOS-APROVADOS-DO-2%C2%BA-EDITAL-FUNCULTURA-DA-M%C3%9ASICA-2017-2018-ATUALIZADO-EM-17-06-2019.pdf" target="_blank"><strong>segunda edição do Funcultura da Música (2017/2018)</strong></a>, foram aprovados 15 projetos de gravação de disco, envolvendo nomes como Tonfil, Mestre Zé Negão e Mestre Santino Cirandeiro, além de várias compilações como os álbuns “Samba de Erasto” (com canções de Erasto Vasconcelos), e “O que é que o Araripe tem” (apresentando vários forrozeiros do sertão pernambucano).</p>
<div id="attachment_60859" aria-labelledby="figcaption_attachment_60859" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Branco Produções/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Thiago-Martins_Branco-Producoes.jpg"><img class="size-medium wp-image-60859" alt="Branco Produções/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Thiago-Martins_Branco-Producoes-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Thiago Martins foi um dos artistas pernambucanos que produziu seu disco autoral (Martins) com incentivo do Funcultura</p></div>
<p>Lançado em 2016, o <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/Projetos-Aprovados-I-Edital-Funcultura-M%C3%BAsica-2016-2017.pdf">primeiro edital do Funcultura da Música (2016/2017)</a></strong> teve 19 gravações de CDs aprovadas, revelando o trabalho autoral de artistas como Thiago Martins, Cosmo Grão e Alexandre Revoredo.</p>
<p>Primeiro artista do Agreste a aprovar um projeto de gravação de disco no Funcultura, <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/funcultura/alexandre-revoredo-lanca-novo-disco-nas-plataformas-digitais/" target="_blank"><strong>Alexandre Revoredo lançou seu disco “Revoredo” na última sexta-feira (27)</strong></a>. De acordo com o músico, o Fundo de Incentivo à Cultura deu a ele a possibilidade de fazer um disco de uma forma mais profissional.</p>
<p>“Pude contratar uma equipe de assessoria de imprensa, design, fotografia, de impressão de discos, e ficou um trabalho muito primoroso, além de poder pagar alguns músicos, estúdios e produtores envolvidos no projeto. Sem o Funcultura, eu teria lançado, em 2016, um EP digital com quatro canções, e não um álbum produzido dessa forma mais elaborada e com as participações que eu queria que estivessem comigo”, disse o artista.</p>
<div id="attachment_76465" aria-labelledby="figcaption_attachment_76465" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Breno César/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Alexandre_Rindonometrô.png"><img class="size-medium wp-image-76465" alt="Breno César/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Alexandre_Rindonometrô-607x341.png" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Na última sexta-feira (27) o músico Alexandre Revoredo também lançou um disco incentivado pelo Funcultura</p></div>
<p><b>4º Funcultura da Música</b> &#8211; <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/funcultura/comunicado-prorrogacao-das-inscricoes-dos-editais-do-funcultura/" target="_blank"><strong>As inscrições para o Funcultura da Música 2019/2020 foram prorrogadas para o período de 15 a 29 de junho de 2020</strong></a>. Serão investidos R$ 4,16 milhões em projetos de música, o que garante o desenvolvimento da cadeia produtiva da música em suas diversas áreas. <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/editais/4o-edital-do-funcultura-da-musica-2019-2020/" target="_blank"><strong>Clique aqui</strong></a> e confira o edital e seus anexos.</p>
<p>Os recursos são distribuídos em nove categorias: Circulação; Festivais; Gravação; Produtos e Conteúdos; Economia da Cultura; Difusão Da Rede de Equipamentos do Estado, Geridos pela Secult/Fundarpe; Manutenção de Escolas de Bandas de Música e Corais; Formação e Capacitação; e Pesquisa.</p>
<p>A Unidade de Atendimento ao Produtor Cultural funcionará, durante o <a href="https://legis.alepe.pe.gov.br/texto.aspx?id=49469&amp;tipo=" target="_blank"><strong>Decreto nº 48.832</strong></a>,  por meio do e-mail <strong>atendimentosic@fundarpe.pe.gov.br</strong>, e pelos números (81) 9.8327.0979 e (81) 3184.3026, de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h, e das 13h às 17h.</p>
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		<title>Câmbio Sonoro na Rua promove sua primeira edição neste fim de semana</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2015 17:08:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_20450" aria-labelledby="figcaption_attachment_20450" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Mayara Menezes</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/cosmo-grão-foto-de-Mayara-Menezes.jpg"><img class="size-medium wp-image-20450" alt="Mayara Menezes" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/cosmo-grão-foto-de-Mayara-Menezes-607x389.jpg" width="607" height="389" /></a><p class="wp-caption-text">Cosmo Grão é uma das atrações do evento</p></div>
<p>Em épocas de escassez de casas de show e de condições dignas de trabalho, o jeito é remar contra a maré da crise e criar oportunidades de visibilidade. A ocupação de espaços públicos nas cidades tem se mostrado uma boa saída dos músicos para agregar público e promover seu som. Seguindo essa premissa, mais uma iniciativa do tipo estreia no estado, empenhada em movimentar o circuito musical independente. O <strong>Câmbio Sonoro na Rua</strong> promove, neste fim de semana, a sua primeira edição. Domingo (6), a partir das 14h, a orla da Candeias (próximo à Peixaria) será palco de quatro bandas – Cosmo Grão, Jef Jones, Ostrajam e Valdez (DF) – num evento que é, antes de tudo, uma mostra da garra e disposição daqueles que querem apresentar ao público a sua arte.</p>
<p>O Câmbio Sonoro #1 é uma realização da Quarto Astral Produções, com o apoio do Uforia Bar e do Coletivo Jangadeiro. O evento é inspirado em outros do gênero, como o Duna Jam, que acontece em várias países da Europa, e o F.O.D.A Pública (Festa de Ocupação Dinâmica de Áreas Públicas), de Brasília (DF). O objetivo é usufruir do potencial de espaços públicos com a vocação para agregar iniciativas culturais e, assim, arregaçar as mangas, promovendo eventos, agregando bandas, artistas e público, numa ação coletiva e independente. “<em>A nossa ideia é fazer com que várias bandas possam mostrar seu trabalho, já que hoje em dia a gente quase não tem lugares pra tocar e os que têm impõem condições surreais e ridículas de pagamentos dos artistas, com mixaria. Além disso, queremos fazer essa movimentação na cena independente, pois vejo que temos tantas bandas, mas que não aparecem, não tem visibilidade para apresentar sua música</em>”, comenta Thiago Brandão, da Quarto Astral Produções.</p>
<p>Ele conta que essa primeira edição começa justamente na zona Sul da Região Metropolitana do Recife (RMR) justamente por ser uma área farta de bandas, mas que ainda não têm a devida visibilidade e que carece de locais próximos para essas bandas mostrarem seu trabalho. “<em>Falando como público, agora, eu que moro em Candeias e tanta gente que mora aqui, tem que se deslocar pro Recife ou Olinda pra assistir a shows de bandas legais, quando, na verdade, a gente tem várias por aqui</em>”, ressalta. Por isso, duas das atrações do Câmbio Sonoro na Rua # 1 – Ostrajam e Jef Jones – são de Jaboatão. O Câmbio Sonoro, segundo Brandão, será itinerante, e, cada edição deverá apresentar sempre alguma atração originária do local onde acontecerá, além de alguma banda de maior visibilidade em Pernambuco e mais uma de outro estado brasileiro, promovendo esse intercâmbio. As próximas edições deverão acontecer na Praia do Pina,a na Rua da Aurora. Após uma pausa de fim de ano, o Câmbio Sonoro na Rua volta em janeiro de 2016, com edições de Verão, percorrendo o litoral pernambucano.</p>
<p>Tudo isso sendo feito de forma aguerrida e com a disposição da produção e músicos. A Quarto Astral irá bancar toda a estrutura do evento, com gerador, toldo, equipamentos de som, além da realização da cobertura audiovisual do evento, que será disponibilizada para as bandas participantes. Com os parceiros, serão oferecidos serviços de bar e venda de comidas. “<em>A gente está correndo atrás pra fazer tudo isso e consolidar esse evento, com a intenção de fortalecer as bandas e agregar público, criar essa sinergia</em>”, comenta Thiago, que ressalta a importância da contribuição desse mesmo público com a “caixinha do músico”, que estará disponível no evento para as contribuições como forma de sustentabilidade financeira do evento e das bandas participantes. Ou seja, um evento de caráter coletivo, onde a movimentação é de todos e, com sua afirmação, ganham todos: músicos, público, as cadeias criativa e produtiva, a nossa cultura.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Câmbio Sonoro na Rua # 1</em><br />
<em> com Cosmo Grão (PE), Jef Jones (PE), Ostrajam (PE) e Valdez (DF)</em><br />
Domingo (6), a partir das 14h<br />
Orla de Candeias (próximo à Peixaria), Jaboatão dos Guararapes-PE<br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>O Rec-Beat Apresenta #2 traz rock instrumental e afrobeat ao Estelita</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2015 19:57:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[De olhos e ouvidos antenados com as novidades da cena musical do estado, chega à sua segunda edição o Rec-Beat Apresenta, uma espécie de “esquenta” pro festival que acontece durante os quatro dias de Folia de Momo. A prévia será nesta quinta (29), a partir das 22h, na casa de shows Estelita (Cabanga), com quatro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>De olhos e ouvidos antenados com as novidades da cena musical do estado, chega à sua segunda edição o Rec-Beat Apresenta, uma espécie de “esquenta” pro festival que acontece durante os quatro dias de Folia de Momo. A prévia será nesta quinta (29), a partir das 22h, na casa de shows Estelita (Cabanga), com quatro atrações: as bandas <a href="https://soundcloud.com/abeokutaafrobeat" target="_blank"><strong>Abeokuta</strong></a>, <a href="https://soundcloud.com/mabombe" target="_blank"><strong>Mabombe</strong></a> e <a href="https://soundcloud.com/cosmo-grao" target="_blank"><strong>Cosmo Grão</strong></a> e o DJ Soma, que comandará as picapes. Na ocasião, também será exibido o documentário “Festival Rec-Beat 2014”, de Pedro Bayeux, que registrou trechos de shows, imagens de backstage e depoimentos de artistas que participam da última edição do Rec-Beat. A entrada custa R$ 25 (vinte e cinco reais).</p>
<div id="attachment_20443" aria-labelledby="figcaption_attachment_20443" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tiago Calazans/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Mabombe.credito_Tiago.Calazans01-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-20443" alt="Tiago Calazans/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Mabombe.credito_Tiago.Calazans01-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A banda de rock instrumental Mabombe vai apresentar as faixas do seu disco &#8220;Udubio&#8221;</p></div>
<p>Dado o grande número de bandas e artistas que surgem na cena musical independente, a proposta do Rec-Beat Apresenta é abrir espaço para outras atrações que não entrado na grade do evento durante o carnaval, mas que merecem destaque. Em 2015, quando se comemora 20 anos do festival, entram em cena bandas com uma ainda curta trajetória, mas já consistente proposta musical a apresentar.</p>
<p>A Abeokuta traz a verve do afrobeat, tendo como inspiração o “dândi” do gênero, o nigeriano Fela Kuti, também dialogando com elementos da música popular nordestina. A formação da banda – trompete, trombone, saxofone, guitarras, baixo e percussão – dialogam com a configuração típica do afrobeat. No repertório do show, canções próprias, além de música de Fela, que ganham versões em português.</p>
<div id="attachment_20450" aria-labelledby="figcaption_attachment_20450" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Mayara Menezes</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/cosmo-grão-foto-de-Mayara-Menezes.jpg"><img class="size-medium wp-image-20450" alt="Mayara Menezes/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/cosmo-grão-foto-de-Mayara-Menezes-607x389.jpg" width="607" height="389" /></a><p class="wp-caption-text">Cosmo Grão flerta com a sonoridade mais metaleira do rock e também é atração do Rec-Beat Apresenta</p></div>
<p>O rock instrumental marca presença no Rec-Beat Apresenta #2 com as bandas Cosmo Grão e Mabombe. A primeira transita por referências como Black Flage, Kyuss e Chinese Cookie Poets, e traz uma vertente mais metaleira em seu som. No show, eles apresentam músicas que estão no seu primeiro EP, “Mas para quê esperar”, além de outras canções do grupo e de algumas bandas que são influência do quarteto Rafael Gadelha (baixo), Chico Rocha (guitarra), Thiago Menezes (guitarra) e Cássio Sales (bateria).</p>
<p>Já a Mabombe, formada pelo trio Antônio Marques (bateria), Carlos Carvalho (guitarra) e Victor Giovanni (contrabaixo), apresentará as quatro faixas do seu primeiro disco, “Udubio”, outras composições da banda, que flerta com o rock de uma forma experimental, e uma releitura da Budas Bad.</p>
<p>O DJ Soma ficará responsável pelas picapes, com um set list que vai do afrobeat, ao rock progressivo e o jazz.</p>
<p><strong>SERVIÇO<br />
</strong><em>Rec-Beat Apresenta #2 | Abeokuta, Mabombe e Cosmo Grão, com participação de DJ Soma. + Exibição do filme “Festival Rec-Beat 2014”<br />
</em>Quinta (29), às 22h<br />
Estelita | Avenida Saturnino de Brito, 385, Cabanga – Recife/PE<br />
R$ 25 (vinte e cinco reais)</p>
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