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	<title>Portal Cultura PE &#187; Cristina Andrade</title>
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		<title>Patrimônios Vivos de Pernambuco reúnem-se em live para celebrar o São João e seus ritmos</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2021 18:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/WhatsApp-Image-2021-06-18-at-14.57.58.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-85525" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/WhatsApp-Image-2021-06-18-at-14.57.58-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Às vésperas do São João, o programa Diálogos Culturais em Rede, exibido pelo canal da Secult-PE no Youtube (<strong><a href="http://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank">www.youtube.com/SecultPE</a></strong>), sempre às terças-feiras, às 19h, traz uma conversa sobre os ritmos que não podem faltar no São João em Pernambuco: o coco, o forró e a ciranda.</p>
<p>Para o bate-papo, que acontece na próxima terça-feira (22), foram convidados Patrimônios Vivos de Pernambuco: Mestra Ana Lúcia Nunes, a coquista de Amaro Branco, em Olinda, a Mestra da ciranda, Cristina de Andrade, e Salatiel D’Camarão, que não é patrimônio vivo, mas filho de um, o já falecido Mestre Camarão. Salatiel é historiador e forrozeiro. Como mediadora, a convidada é a historiadora e pesquisadora na área de cultura popular, Carmem Lélis.</p>
<p><strong>Patrimônio Vivo</strong><br />
<em>“O concurso do registro do Patrimônio Vivo do estado de Pernambuco faz parte de um conjunto de políticas de salvaguarda do patrimônio imaterial e, nessa perspectiva, são valorizados as pessoas e os grupos que mantêm atividades ligadas aos saberes artísticos e tradicionais em diferentes segmentos&#8221;</em>, esclarece Marcelo Renan, historiador, pesquisador e gestor da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p><em>“Esse reconhecimento é direcionado à pessoa, àquele sujeito que, por conta de sua trajetória dentro de diferentes áreas artísticas e dos saberes tradicionais, garante a continuidade desses saberes e a transmissão para novas gerações. Por isso é tão importante reconhecê-los não apenas com o valor financeiro pelas bolsas a que têm direito os Patrimônios Vivos do estado, mas reconhecer o conjunto de atividades que eles realizam nas suas comunidades, apoiando e fomentando também outros momentos em que as tradições culturais deles acabam acontecendo”</em>, completa Renan.</p>
<p>Filho de um dos primeiros Patrimônios Vivos do estado, Mestre Camarão, Salatiel D’Camarão concorda:<em> “A política pública do Patrimônio Vivo proporciona nova formação de plateia, além de formar novos profissionais na área. Tenho muita sorte de ser filho do mestre. Fui filho, amigo e aluno do mestre. Pude usufruir do conhecimento e da vivência, ser ´doutrinado´”</em>.</p>
<p>O São João, para Salatiel, tem cheiro, imagem, som, movimento.<em> “Traz muitas lembranças sensoriais. É o melhor período do ano, quando podemos confraternizar desde com nossos ancestrais até com nossos filhos”</em>, conta ele.</p>
<p>Já a Mestra Cristina de Andrade relata que aprendeu a ser cirandeira <em>“dentro da ciranda”</em>, já que toda a sua família é cirandeira. Ser Patrimônio Vivo é um reconhecimento que vem pra ela depois de muito trabalho.<em> “Valoriza muito o trabalho da gente”</em>. Saudades do São João tem muitas: tinha dia que cantava em cinco lugares diferentes. <em>“Era a época que a gente mais praticava”</em>, relembra.</p>
<p>Quase como se tivesse cantando um coco, Mestra Ana Lúcia diz: <em>“Eu amo o coco e amo o São João. No coco, já encontrei todo mundo trabalhando. Estou aqui pra contar a história pra vocês. Estamos trabalhando por amor”</em>, fala. <em>“Faço tudo por amor à São João Batista e Santo Antônio”</em>. Nascida no meio do coco, disse uma vez pro marido, caso ele implicasse com a escolha dela: <em>“Você pode ir, que o coco é meu!”</em>.</p>
<p>Os Patrimônios Vivos de Pernambuco são o elo entre a cultura e o povo. Em agosto, o Conselho Estadual de Preservação de Patrimônio Cultural divulga novos Patrimônios Vivos.</p>
<p><strong>Diálogos Culturais em Rede</strong><br />
O webprograma “Diálogos Culturais em Rede” está promovendo, em junho, uma série de conversas sobre uma das festas mais tradicionais do Nordeste, o São João. O próximo programa, no dia 29 de junho, será em parceria com a Cepe Editora e tem como tema &#8220;Literatura e Canção Popular: o Forró na berlinda&#8221;.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live &#8220;Coco, forró e ciranda são tradição&#8221;, com Salatiel D&#8217;Camarão, Cristina Andrade e Mestra Ana Lúcia, e mediação de Carmem Lélis<br />
Quando: 22 de junho de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão pelo canal: <a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>youtube.com/secultpe</strong></a></p>
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		<title>Cais do Sertão realiza rodas de conversa sobre mulheres que são Patrimônios Vivos</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2020 21:57:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Para celebrar o mês dedicado às mulheres, o Centro Cultural Cais do Sertão, em parceria com a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e a Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper) promove rodas de conversa para destacar a trajetória das mulheres que são Patrimônio Vivo de Pernambuco, a exemplo da parteira Dona Prazeres e da repentista Mocinha de Passira.</p>
<p>Os encontros acontecem a partir desta quarta (11) e até a próxima sexta (13), sempre começando às 14h30, na Sala Todo Gonzaga, dentro do museu. Outro presente para as mulheres é a entrada gratuita no museu até domingo (15).</p>
<div id="attachment_58371" aria-labelledby="figcaption_attachment_58371" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundaré</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/25769262597_d0a2ddbb38_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-58371" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundaré" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/25769262597_d0a2ddbb38_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Dona dos Prazere, 82 anos, vai compartilhar sua experiência à frente dos mais de cinco mil partos que já realizou</p></div>
<p>Nesta quarta-feira (11), a temática é a atividade de partejar, mantida há mais de 60 anos por Maria dos Prazeres de Souza, a Dona Prazeres, 82 anos. Durante todo este tempo, foram mais de cinco mil partos &#8211; e nenhum óbito no currículo. Além dela, participam da roda de conversa a parteira Dani Siqueira e a psicóloga Dan Gayoso, que atua na preparação e assistência ao parto como educadora perinatal e doula. A mediação é da antropóloga Elaine Müller (UFPE).</p>
<p>Na quinta-feira (12), será a vez das mestras da cultura popular do Estado. O bate-papo vai reunir a repentista Mocinha de Passira, a circense Índia Morena e a brincante Cristina Andrade, mestra de ciranda, pastoril e urso. A conversa será sobre a riqueza das expressões culturais de Pernambuco, além de um pouco da trajetória de cada uma delas e contará com a mediação da jornalista Michelle de Assumpção (assessora da Secult-PE/Fundarpe). Haverá ainda uma homenagem às mulheres que são Patrimônios Vivos de Pernambuco, com um certificado. Selma do Coco e Ana das Carrancas, já falecidas, também serão rememoradas.</p>
<p>Para fechar a semana, na sexta-feira (13), o artesanato pernambucano ganha atenção. O papo será mediado pela coordenadora de Artesanato da AD Diper, Maria do Socorro Leão, e contará com a participação das artesãs Neguinha e Mauricéia Henrique Silva, da Associação de Artesãs Flor de Barro, de Caruaru. A gestora do Museu do Barro de Caruaru, Maria Amélia Carneiro Campello, e a doutora em design Ana Andrade, uma das criadoras do laboratório Imaginário, também participam. O acesso é gratuito.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Rodas de conversa com mulheres Patrimônio Vivo de Pernambuco<br />
De 11 a 13 de março, às 14h30<br />
Onde: Centro Cultural Cais do Sertão (Av. Alfredo Lisboa, s/n, Bairro do Recife)<br />
Informações: (81) 3182-8266<br />
Entrada franca</p>
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		<title>Outras Palavras encerra o ano com balanço positivo nas escolas públicas</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Dec 2019 21:55:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos mais importantes projetos de educação e cultura do Governo do Estado, o projeto Outras Palavras encerra a temporada de 2019, com uma edição especial. Será na quinta-feira (19), no Teatro Fernando Santa Cruz (Mercado Eufrásio Barbosa), em Olinda, com a participação da poeta Luna Vitrolira e do Pastoril Infantil Estrela Brilhante de Dona [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_74049" aria-labelledby="figcaption_attachment_74049" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/cristina-andrade-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-74049" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/cristina-andrade-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônio Vivo do Estado, a mestra Cristina Andrade vai levar seu Pastoril Infantil Estrela Brilhante para se apresentar no Teatro Fernando Santa Cruz, em Olinda</p></div>
<p>Um dos mais importantes projetos de educação e cultura do Governo do Estado, o projeto Outras Palavras encerra a temporada de 2019, com uma edição especial. Será na quinta-feira (19), no Teatro Fernando Santa Cruz (Mercado Eufrásio Barbosa), em Olinda, com a participação da poeta Luna Vitrolira e do Pastoril Infantil Estrela Brilhante de Dona Cristina Andrade.</p>
<p>Realizado por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em parceria com a Secretaria de Educação de Pernambuco, o Outras Palavras é voltado para estudantes da rede pública estadual de ensino. Com quatro anos de existência, o programa já atingiu mais de 640 escolas pernambucanas, beneficiou cerca de 25 mil estudantes e distribuiu mais de seis mil e seiscentos livros nas bibliotecas por onde passou.</p>
<p>O secretário de Cultura, Gilberto Freyre Neto, avalia que este é um dos programas mais estratégicos da Secult-PE. Além de um estímulo à leitura, também contribui para formação de plateias para os artistas que vão até às escola mostrar e falar sobre sua vida e obra. <em>“A arte e a cultura precisam andar alinhadas com um projeto de educação e cidadania. É este o objetivo do projeto Outras Palavras, que já circulou por centenas de escolas, distribuiu milhares de livros, e tem uma demanda que só faz crescer. Este ano, continuará portanto lavando nossos artistas e escritores para contato mais próximo com este público tão importante para nós, que é o jovem estudante”</em>, avalia o secretário.</p>
<div id="attachment_60275" aria-labelledby="figcaption_attachment_60275" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Luna-Vitrolira-3-cópia.jpg"><img class="size-medium wp-image-60275" alt="Jan Ribeiro/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Luna-Vitrolira-3-cópia-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A poeta Luna Vitrolira é uma das convidadas dessa última edição de 2019 do projeto Outras Palavras</p></div>
<p>A artista da vez, a poeta Luna Vitrolira, diz que sua proposta, no encontro especial que terá com os estudantes, será de falar um pouco sobre as temáticas presentes em sua poesia. <em>“Vou falar um pouco sobre quem sou eu, enquanto artista negra de periferia atuante na cena literária e musical, passeando um pouco sobre a minha trajetória para dizer sobre a importância da arte, dos livros, do estudo e da leitura na minha história, sobre a importância da nossa voz, da nossa vida e da consciência sobre o nosso estar no mundo. Também quero falar do meu trabalho com a poesia como lugar político de militância, sensibilização e conscientização sobre algumas pautas como machismo, racismo estrutural e feminicídio”</em>, coloca Luna.</p>
<p>O presidente da Fundarpe Marcelo Canuto destaca a satisfação em colaborar para que os jovens estejam em contato com a cultura de uma maneira tão enriquecedora como a que o Outras Palavras proporciona. <em>“Um contato direto que amplia as experiências escolares e os horizontes dos alunos”</em>, diz o gestor. <em>“O Outras Palavras é um projeto já consolidado no ambiente escolar, sempre deixando estudantes e educadores felizes com a sua chegada. Os nossos artistas também se revigoram no contato com esse público. Para a edição 2019, o que buscamos foi honrar a continuidade de um modelo já testado e aprovado, contribuindo com sua consolidação e evolução”</em>, afirma Andréa Mota, coordenadora do projeto.</p>
<p>Tarciana Portella, gerente de Formação e Projetos Especiais da Secult-PE, explica que o Outras Palavras sempre vai além do objetivo central de divulgar a literatura.<em> “O projeto traz para esses jovens das escolas publicas o contato com as manifestações diversas da nossa cultura, de Patrimônios Vivos a Pontos de Cultura, e de grupos que trabalham com as expressões do patrimônio cultural imaterial de Pernambuco”</em>, detalha.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>Outras Palavras, com as participações de Luna Vitrolira e do Pastoril Infantil Estrela Brilhante de Dona Cristina Andrade<br />
Quando: 19/12 (quinta-feira), às 9h30<br />
Onde: Teatro Fernando Santa Cruz &#8211; Mercado Eufrásio Barbosa (Praça do Varadouro, s/n, Varadouro, Olinda &#8211; PE)<br />
Aberto ao público</p>
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		<title>Sai resultado do 13º Concurso do Patrimônio Vivo de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jul 2018 18:51:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Seis novos Patrimônios Vivos foram eleitos nesta quarta-feira, 18 de julho, por meio do 13º Concurso do Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco. São eles: Gonzaga de Garanhuns (reisado), Mestre Zé de Bibi (cavalo marinho), Cavalo-Marinho Estrela de Ouro (cavalo marinho), Cristina Andrade (ciranda, pastoril, urso), Banda Musical Saboeira (banda filarmônica), e Casa de Xambá (organização religiosa). [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Seis novos Patrimônios Vivos foram eleitos nesta quarta-feira, 18 de julho, por meio do 13º Concurso do Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco. São eles: <strong>Gonzaga de Garanhuns</strong> (reisado), <strong>Mestre Zé de Bibi</strong> (cavalo marinho), <strong>Cavalo-Marinho Estrela de Ouro</strong> (cavalo marinho),<strong> Cristina Andrade</strong> (ciranda, pastoril, urso), <strong>Banda Musical Saboeira</strong> (banda filarmônica), e <strong>Casa de Xambá</strong> (organização religiosa). A eleição dos mestres e dos grupos aconteceu na sede do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC), e, com os novos eleitos, Pernambuco agora conta com 57 titulados.</p>
<p><b>PLEITO -</b> A eleição dos Patrimônios Vivos é composta por várias etapas. Após o período de inscrição, os candidatos passam pela fase de análise documental. Uma vez habilitados, os nome dos inscritos seguem para a Comissão de Análise, que analisa se as candidaturas cumprem os critérios estabelecidos na Lei 12.196/2002 (Registro do Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco), como relevância cultural e transmissão de saberes. Nessa edição, 59 mestres e mestras da cultura pernambucana defenderam suas candidaturas em uma série de audiências públicas promovidas pelo CEPPC (órgão responsável pela outorga do título), no antigo Plenário da Assembleia Legislativa de Pernambuco.</p>
<p>A titulação será entregue no próximo dia 17/8 (Dia Nacional do Patrimônio Histórico), durante a 11ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco.</p>
<p>Confira um breve histórico dos eleitos:</p>
<div id="attachment_62147" aria-labelledby="figcaption_attachment_62147" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Veríssimo/Fundarpe/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Mestre-Gonzaga-de-Garanuns_Foto-Fer-Verissimo-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-62147" alt="Fer Veríssimo/Fundarpe/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Mestre-Gonzaga-de-Garanuns_Foto-Fer-Verissimo-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Gonzaga de Garanhuns</strong><br />No ano que completará 75 anos, Seu Gonzaga de Garanhuns torna-se Patrimônio Vivo de Pernambuco, como um dos ícones do Reisado e da literatura de cordel. Na primeira expressão, que atua desde sua infância, vem ativamente participando do processo de apropriação, difusão e transmissão de saberes, por ininterruptos 63 anos de atividades. Na produção literária atua desde a década de 1970, quando lançou seu primeiro cordel, intitulado “Lampião em Serrinha” (1973). Também é autor e referência de obras sobre a cultura da cidade de Garanhuns. É membro da Academia de Letras do município e reconhecido e premiado mestre do Reisado pernambucano.</p></div>
<div id="attachment_62149" aria-labelledby="figcaption_attachment_62149" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Fundarpe/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Cavalo-Marinho-estrela-de-Ouro_Foto-Jan-Ribeiro-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-62149" alt="Jan Ribeiro/Fundarpe/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Cavalo-Marinho-estrela-de-Ouro_Foto-Jan-Ribeiro-2-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Cavalo-Marinho Estrela de Ouro de Condado</strong><br />O Cavalo-Marinho Estrela de Ouro de Condado tem uma história que se confunde com a história de vida da família do mestre Biu Alexandre. O Mestre atua desde os 12/13 anos de idade na brincadeira que herdou de seu pai, o também mestre Pedro de Quina. O grupo Estrela de Ouro foi fundado em 31/07/1979. Toda a família vem mantendo a brincadeira há quatro gerações. Nesse sentido, existe como elementos básicos para transmissão de saberes e fazeres a observação, a participação e reprodução das falas, cantigas e encenações das figuras vivenciadas ativamente pelos integrantes. O grupo possui sede própria e utiliza o espaço como escola de tradição popular, intitulado: &#8220;Centro Àgora de Tradição e Criação”, além de forte atuação em diferentes projetos artísticos que também ajudam na preservação e difusão da expressão cultural.</p></div>
<div id="attachment_62150" aria-labelledby="figcaption_attachment_62150" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Fundarpe/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Cristina-Andrade-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-62150" alt="Jan Ribeiro/Fundarpe/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Cristina-Andrade-3-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Maria Cristina de Andrade (Cristina Andrade)</strong><br />Representante das manifestações da cultura popular como a ciranda, o pastoril, o urso de Carnaval, a Bandeira de São João, a Lapinha, dentre outras, Cristina Andrade desde criança está ligada à cultura pernambucana. Aos seis anos de idade, começou a dançar pastoril, no bairro do Alto do Pascoal/Recife. Sua mãe teve forte influência para sua interação na cultura popular. Conhecida como Dona Dengosa, a mãe da candidata criou, em 1958, o Pastoril Estrela Brilhante e, dez anos mais tarde, a Ciranda Dengosa, da qual Cristina posteriormente se tornou mestra cirandeira. Cristina também se tornou cantora e organizadora dos corais dos blocos: Após Fun, Bloco do Amor, Diversional da Torre e Urso Cangaçá, colecionando diversos títulos em todos os folguedos que participa. Do mesmo modo, também tem preservado e transmitido seus valores para filhos, netos e bisnetos. Aos 71 anos de idade, a mestra cirandeira e carnavalesca é reconhecida como uma grande liderança dos folguedos.</p></div>
<div id="attachment_62152" aria-labelledby="figcaption_attachment_62152" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Fundarpe/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Banda-Saboeira-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-62152" alt="Jan Ribeiro/Fundarpe/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Banda-Saboeira-2-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Sociedade 12 de Outubro (Banda Saboeira)</strong><br />Banda Saboeira, de Goiana, é a segunda mais antiga do Brasil em atividades, com 169 anos ininterruptos de história. É uma entidade reconhecida no Estado, uma referência para a cultura musical de bandas da Zona da Mata Norte. Tem vasta experiência de atuação com a comunidade, formando jovens, transformando-os em músicos profissionais dos mais diversos instrumentos musicais, projetando talentos da música para todo o Estado. Sua atuação contribui diretamente para a preservação das expressões artístico-culturais do universo da música.</p></div>
<div id="attachment_62154" aria-labelledby="figcaption_attachment_62154" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/casa-de-xambá.jpg"><img class="size-medium wp-image-62154" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/casa-de-xambá-607x239.jpg" width="607" height="239" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Organização Religiosa Africana Santa Bárbara Nação Xambá (Casa Xambá)</strong><br />Nos seus 88 anos de existência, a Nação Xambá modelou o crescimento da comunidade do Quilombo do Portão do Gelo, através de suas ações religiosas (cultos aos orixás de matriz africana) e de suas ações mais representativas como Coco da Xambá, Memorial Severina Paraíso, Afoxé Ylê Xambá, polo afro-carnavalesco, Grupo Bongar, centro cultural bongar, biblioteca xambá, cursos profissionalizantes e campanhas de saúde em geral. Estas ações ajudaram a demarcar o território da Casa Xambá como o primeiro quilombo urbano do norte-nordeste. A importância desta Casa é referendada por ser o único espaço na América Latina de culto xambá, ou seja, temos vários terreiros nagôs, jejes, mas, Xambá, temos apenas o terreiro Santa Bárbara, localizada no Quilombo do Portão do Gelo. Por toda sua história, ações e singularidade, a Nação Xambá se configura hoje como grande guardiã de parte do imaginário afro-brasileiro.</p></div>
<div id="attachment_62155" aria-labelledby="figcaption_attachment_62155" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Fundarpe/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Mestre-Ze-do-Bibi-Cavalo-Marinho.jpg"><img class="size-medium wp-image-62155" alt="Jan Ribeiro/Fundarpe/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Mestre-Ze-do-Bibi-Cavalo-Marinho-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>José Evangelista de Carvalho (Mestre Zé de Bibi)</strong><br />Representante da cultural do Cavalo-Marinho e do Mamulengo, Mestre Zé de Bibi celebra sua arte há mais de 50 anos. Segundo carta de recomendação do IPHAN, o mestre destaca-se por: manter o Sítio Histórico e Museu do Cavalo-Marinho em Glória do Goitá; foi vencedor do Prêmio Culturas Populares, do MinC, em 2007; detém o título de Construtor da Cultura pelo Conselho de Cultural da Cidade de Recife; conquistou o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade do MINC/IPHAN, no ano de 2009, na categoria salvaguarda de bens de natureza imaterial. A solicitação para sambadas, os convites para participação em eventos em vários municípios, formações, concursos e a manutenção são ações pioneiras de um Museu voltado à difusão do Cavalo-Marinho que estão sob sua responsabilidade.</p></div>
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