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	<title>Portal Cultura PE &#187; crítica</title>
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		<title>Cepe lança obra crítica sobre a produção de Janete Costa</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2021 19:55:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Grande nome da arquitetura pernambucana, Janete Costa (1932-2008) ficou conhecida por inserir em seus sofisticados projetos de interiores a junção perfeita entre arte popular e erudita, aliado ao design pós-modernista, agregando várias épocas a um mesmo ambiente. Mas Janete fez muito mais: foi colecionadora de arte popular, designer de móveis e objetos, curadora; foi vanguardista [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_82992" aria-labelledby="figcaption_attachment_82992" class="wp-caption img-width-342 alignright" style="width: 342px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/JANETE-COSTA.jpg"><img class="size-medium wp-image-82992 " alt="Cepe/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/JANETE-COSTA-342x486.jpg" width="342" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A obra revisita a trajetória profissional da arquiteta Janete Costa</p></div>
<p>Grande nome da arquitetura pernambucana, Janete Costa (1932-2008) ficou conhecida por inserir em seus sofisticados projetos de interiores a junção perfeita entre arte popular e erudita, aliado ao design pós-modernista, agregando várias épocas a um mesmo ambiente. Mas Janete fez muito mais: foi colecionadora de arte popular, designer de móveis e objetos, curadora; foi vanguardista no incentivo à economia criativa ao trabalhar em conjunto com artistas populares, contemporâneos e artesãos; ensinou as classes altas brasileiras a valorizar suas raízes em detrimento ao que vinha da Europa; inseriu plantas tropicais nos ambientes quando ninguém falava em valorizar o verde. Mesmo assim ela ainda não tem o devido reconhecimento nem no Brasil, nem no exterior.</p>
<p><em>“Talvez por ser mulher e nordestina, uma combinação ainda muito subestimada no meio arquitetônico nacional”</em>, acredita o crítico, jornalista e escritor Júlio Cavani, um dos autores do livro de arte Janete Costa &#8211; Arquitetura, Design e Arte Popular, editado pela Cepe. A obra vem para mostrar a contribuição técnica e estética do trabalho de Janete através de um rico material fotográfico e de textos críticos, em inglês e português, assinados também por Adélia Borges, Lauro Cavalcanti, Marcelo Rosenbaum e Marcus Lontra. O lançamento acontece nesta quinta-feira (25), às 19h, em live no canal da Cepe Editora, com a participação de Adélia Borges, Júlio Cavani, da arquiteta e filha de Janete, Roberta Borsoi, e do editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<p><em>“Ao oferecer um panorama de seus principais projetos e criações, esse livro torna-se um importante documento de valorização, divulgação e reparação, que servirá de referência para novos olhares e ressignificações”</em>, declara ainda Júlio Cavani, para quem Janete é uma verdadeira artista, pois <em>“elabora discursos poéticos a partir do cruzamento entre signos visuais e em que transmite uma expressão humana essencialmente criado. Apesar de associada à cultura popular, “suas ambientações nunca caem em uma representação estereotipada”</em>, analisa Júlio.</p>
<p><em>“São ensaios que se aprofundam no legado de uma das maiores arquitetas de Pernambuco. O volume busca não só valorizar a produção de Janete Costa na arquitetura de interiores e no design, mas também refletir, mostrar os caminhos que ela percorreu e abriu. Além disso também ressalta a sua parceria com a arte e os artistas populares, em uma curadoria que ampliava o alcance e o potencial deles”</em>, declara Diogo Guedes.</p>
<p>A crítica, historiadora de design e curadora Adélia Borges escreveu que, para Janete, nascida no município de Garanhuns, ser brasileira foi decisivo como norte de sua atuação. Daí decorreu uma ação determinante em valorizar a criação popular do Brasil, e a procura contínua por induzir a inclusão social através de seus projetos. Ao abrir espaço para a criação popular, Janete Costa estava expressando a cultura de seus clientes e os ajudando a valorizar suas raízes. O caminho foi difícil pois, como lembra Adélia, <em>“a criação popular era associada, em princípio, à pobreza, algo que se quer apagar, esquecer, superar”</em>.</p>
<p>Desbravadora do mundo, Janete viajava tanto pelo Brasil em busca de artesãos como pela Europa à procura do que havia de mais cosmopolita. Nessa caminhada descobriu que o Nordeste é muito mais rico em quantidade de mestres artesãos devido à influência dos contrastes sociais. Precisava desse contraste. <em>“O contraste não é só na cor, na proposta; é também no comportamento, no sentimento. Uma parte feita à mão humaniza o espaço. Porque você terá dentro desse espaço o elemento técnico, o elemento industrial, e também o elemento emocional”</em>, disse a própria Janete, em entrevista a Adélia, para uma revista italiana.</p>
<p>Janete foi vanguardista ao pensar em interação com a natureza dentro de casa quando ninguém se importava com isso, e ao afirmar que o ponto de partida de industriais e designers brasileiros para a criação de peças com identidade própria deveria ser o nosso artesanato.</p>
<p>Desde os anos 1960, a arquiteta projetou centenas de residências e dezenas de hotéis, onde inseriu seus trabalhos com vários materiais como granito, mármore, vime, vidro, madeira, metal, tecidos, acrílico. Criou uma linha de móveis de madeira desmontáveis e modulados que batizou de Senzala. Foram também mais de 50 expografias e curadorias de exposições que Janete assinou, sendo a maior parte em torno da arte popular.</p>
<p>O designer e arquiteto Marcelo Rosenbaum ressalta a importância de Janete na formação de colecionadores de arte popular brasileira, tendo sido ela também uma colecionadora. <em>“Das coisas mais lindas que já ouvi de Janete Costa foi quando contou que seus brinquedos de infância eram a boneca de pano, o pote de barro, objetos cotidianos. Eu a vejo como a fusão do simples com o sofisticado”</em>. Marcelo conheceu Janete pessoalmente na Fenearte, onde a partir de 2002 ela passou a organizar o Espaço Interferência, cuja proposta era selecionar objetos entre os vendidos na feira e apresentá-los com a sua leitura, em ambientações que permitissem ao público o seu (re)conhecimento.</p>
<p>Já o curador Marcus Lontra conta que teve o privilégio de trabalhar com Janete na curadoria da mostra Viva o povo brasileiro, realizada no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, em 1992<em>. “Poucas vezes na minha vida aprendi tanto e em tão pouco tempo com alguém. As obras chegavam de diversas partes do Brasil e encantavam pela sua força e criatividade”. O curador descreve os ambientes criados por Janete como momentos de cultura que refletem sua formação acadêmica modernista de integração entre as artes e recusa de dogmas. “São lugares de convívio, de troca, de festa, mas são também lugares de recolhimento, de silêncio e contemplação”</em>. Para acompanhar o lançamento virtual, é só apertar o play:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/vg9ik16j8cA" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro Janete Costa &#8211; Arquitetura, Design e Arte Popular<br />
Quando: 25 de março, às 19h, no canal da Cepe Editora no YouTube, com participação de Adélia Borges, Júlio Cavani, Roberta Borsoi e Diogo Guedes<br />
Preço do livro: R$ 100 (impresso); R$ 40 (E-book)</p>
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		<title>&#8216;Outros Críticos&#8217; apresenta novo conjunto de colunistas</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Mar 2017 16:23:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O projeto pernambucano Outros Críticos, importante espaço de debates e reflexões sobre arte e as diversas expressões culturais do país, apresenta seu novo conjunto de colunistas. Nesta nova temporada do site, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, personalidades com significativas trajetórias na música, literatura, artes visuais, dança, teatro e cinema [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto pernambucano<strong> Outros Críticos</strong>, importante espaço de debates e reflexões sobre arte e as diversas expressões culturais do país, apresenta seu novo conjunto de colunistas. Nesta nova temporada do site, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, personalidades com significativas trajetórias na música, literatura, artes visuais, dança, teatro e cinema vão contribuir com o projeto.</p>
<p>Ao longo do ano, os seis colunistas irão se revezar na produção de textos, estimulando o pensamento crítico sobre arte e cultura contemporâneas. Pautas podem ser sugeridas ao editor Carlos Gomes, pelo e-mail <em>contato@outroscriticos.com</em></p>
<p><strong>Saiba mais sobre os colunistas e acesse o <a href="http://outroscriticos.com/" target="_blank">site</a><br />
</strong></p>
<div id="attachment_46294" aria-labelledby="figcaption_attachment_46294" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Bruna-Rafaella-Ferrer.jpg"><img class="size-medium wp-image-46294" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Bruna-Rafaella-Ferrer-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Bruna Rafaella Ferrer</p></div>
<p><strong>Bruna Rafaella Ferrer</strong> é artista visual e pesquisadora. Atualmente é professora do curso de Artes Visuais e doutoranda no curso de Design da Universidade Federal de Pernambuco, integrando o grupo de pesquisa i! Laboratório de Inteligência Artística (CNPq). Coordena o grupo de desenho e performance Risco! Em 2017, lançará o aplicativo de geolocalização Guia Comum do Centro do Recife, livro homônimo idealizado e produzido em 2015. Contato: brafaellaster@gmail.com</p>
<div id="attachment_46299" aria-labelledby="figcaption_attachment_46299" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Helder-Vasconcelos-Foto-de-Ricardo-Moura.jpg"><img class="size-medium wp-image-46299" alt="Ricardo Moura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Helder-Vasconcelos-Foto-de-Ricardo-Moura-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Helder Vasconcelos</p></div>
<p><strong>Helder Vasconcelos</strong> é músico, ator e dançarino e um dos fundadores do grupo musical Mestre Ambrósio. Em carreira solo criou os espetáculos “Espiral Brinquedo Meu”, “Por Si Só e “Eu Sou”. É fundador e coordenador do grupo Boi Marinho e junto com a Batebit Artesania Digital, desenvolveu dois instrumentos digitais de música e dança. No cinema, atuou nos longas “Baile Perfumado”, “O Homem que Desafio o Diabo” e “A Luneta do Tempo”. Também desenvolve um trabalho de formação, atua na criação de trilhas sonoras e como consultor, preparador, diretor e palestrante. Contato: hvs@uol.com.br</p>
<div id="attachment_46297" aria-labelledby="figcaption_attachment_46297" class="wp-caption img-width-599 alignnone" style="width: 599px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Paulo-Cunha.jpg"><img class="size-medium wp-image-46297" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Paulo-Cunha-599x486.jpg" width="599" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Paulo Cunha</p></div>
<p><strong>Paulo Cunha</strong> nasceu no Recife, em 1956. Ainda estudante secundarista, participou, a partir de 1973, do ciclo de cinema super-8 do Recife, realizando curtas experimentais. É graduado em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco e foi repórter, crítico de cinema e editor, entre outros, no Jornal da Cidade, Jornal da Tarde [SP], O Estado de S. Paulo e Jornal do Commercio. Também foi editor de criação na Rede Globo de Televisão. Tem Doutorado em Artes na Universidade de Paris I – Panthéon-Sorbonne. Professor na Universidade Federal de Pernambuco, ensina no Bacharelado em Cinema e Audiovisual e no Programa de Pós-graduação em Design. Publicou “A Aventura do Baile Perfumado: vinte anos depois” (2016, com Amanda Mansur), “A Imagem e seus Labirintos: o cinema clandestino do Recife, 1930-1964” (2014) e “A Utopia Provinciana: Recife, Cinema, Melancolia” (2010). Contato: pauloccunha@gmail.com</p>
<div id="attachment_46296" aria-labelledby="figcaption_attachment_46296" class="wp-caption img-width-388 alignleft" style="width: 388px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Renata-Pimentel.jpg"><img class="size-medium wp-image-46296" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Renata-Pimentel-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Renata Pimentel</p></div>
<p><strong>Renata Pimentel</strong> é Bacharel em Letras, com Mestrado e Doutorado em Teoria Literária pela UFPE. Desde 2010 é professora adjunta de literatura na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Publicou Uma lavoura de insuspeitos frutos (ed. Annablumme, São Paulo, 2002); Copi: transgressão e escrita transformista (ed. Confraria do Vento, 2011); Da arte de untar besouros (poesia, ed. Confraria do Vento, 2012) e Denso e leve como o voo das árvores (poesia, ed. Confraria do Vento, 2012); além de diversos artigos em vários periódicos e capítulos de livros. Tem formação também em dança clássica e atua nas áreas criativas da dramaturgia em dança contemporânea e teatro e com curadoria e pesquisa em artes visuais. Foi colunista do JC on-line e, atualmente, da Outros Críticos. Contato: renatapimentel@gmail.com</p>
<div id="attachment_46298" aria-labelledby="figcaption_attachment_46298" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Romulo-Froes.jpg"><img class="size-medium wp-image-46298" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Romulo-Froes-607x454.jpg" width="607" height="454" /></a><p class="wp-caption-text">Romulo Froés</p></div>
<p><strong>Romulo Fróes</strong> é cantor e compositor, tem em sua discografia sete discos solos lançados: Calado (2004), Cão (2006), No Chão Sem O Chão (2009), Um Labirinto Em Cada Pé (2011), Barulho Feio (2014), Por Elas Sem Elas (2015), Rei Vadio_ As Canções de Nelson Cavaquinho (2016). Com o grupo Passo Torto, do qual faz parte junto a Kiko Dinucci, Rodrigo Campos e Marcelo Cabral, lançou três discos: Passo Torto (2011), Passo Elétrico (2013), estes dois álbuns premiados no Prêmio da Música Brasileira e Thiago França (2015), este último uma parceria entre o grupo e a cantora Ná Ozzetti. Romulo também lançou um disco em parceria com o cantor e compositor César Lacerda, intitulado O Meu Nome É Qualquer Um (2016). Atuante na cena musical independente, é um de seus principais interlocutores, tendo publicado textos críticos sobre a música brasileira em diversos veículos da imprensa, realizado documentários, trilhas sonoras, curadorias musicais, além de produzir e dirigir discos e shows de outros artistas como Elza Soares, Rodrigo Campos, Juliana Pedigão, Pipo Pegoraro e Cacá Machado. Além das já citadas Elza Soares, Ná Ozzetti e Juliana Perdigão, suas composições já foram gravadas por diversas cantoras como Juçara Marçal, Nina Becker, Jussara Silveira, entre outras. Contato: romulofroesdecarvalho@gmail.com</p>
<div id="attachment_46295" aria-labelledby="figcaption_attachment_46295" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">José de Holanda</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Rodrigo-Cacapa-Foto-de-Jose-de-Holanda.jpg"><img class="size-medium wp-image-46295" alt="José de Holanda" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Rodrigo-Cacapa-Foto-de-Jose-de-Holanda-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Rodrigo Caçapa</p></div>
<p><strong>Rodrigo Caçapa</strong> é compositor, arranjador, produtor musical e violeiro nascido no Recife (PE) em 1975, e radicado em São Paulo (SP) desde janeiro de 2014. Cursou Licenciatura em Música na Universidade Federal de Pernambuco, entre 1997 e 2001. Durante a gradução (incompleta), participou da fundação do Núcleo de Etnomusicologia da UFPE e da Associação Respeita Januário – Pesquisa e valorização dos cantos e músicas tradicionais do Nordeste. Escreveu artigos para as revistas Sounds and Colours Magazine (Inglaterra), Outros Críticos (PE), +Soma (SP), e para o lançamento do disco “Thiago França”, do Passo Torto e Ná Ozzetti. Atualmente desenvolve o projeto &#8220;O Coco-Rojão e as Violas Eletrodinâmicas: Pesquisa e Criação&#8221; aprovado no edital Rumos Itaú Cultural 2015-2016. Contato: violaocacapa@gmail.com</p>
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		<title>Pablo Villaça ministra curso de crítica cinematográfica na Galeria Janete Costa</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jan 2015 15:19:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um dos principais críticos de cinema do país e diretor do portal Cinema em Cena, Pablo Villaça chega ao Recife, em março, ministrar o curso Teoria, Linguagem e Crítica, entre os dias 9 a 13, na Galeria Janete Costa. O workshop busca oferecer aos alunos ferramentas para que estes possam enxergar os filmes com um olhar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_20240" aria-labelledby="figcaption_attachment_20240" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/grande-pablo_150114.jpg"><img class="size-medium wp-image-20240" alt="Villaça volta à capital pernambucana pela segunda vez para ministrar curso. As inscrições já estão abertas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/grande-pablo_150114-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Villaça volta à capital pernambucana pela segunda vez para oferecer o workshop</p></div>
<p>Um dos principais críticos de cinema do país e diretor do portal <strong><a href="http://www.cinemaemcena.com.br/plus/" target="_blank">Cinema em Cena</a></strong>, Pablo Villaça chega ao Recife, em março, ministrar o curso <em>Teoria, Linguagem e Crítica</em>, entre os dias 9 a 13, na Galeria Janete Costa.</p>
<p>O workshop busca oferecer aos alunos ferramentas para que estes possam enxergar os filmes com um olhar mais aguçado, estabelecendo conceitos importantes de teoria cinematográfica ao mesmo tempo em que os reforça com exemplos retirados das mais variadas produções e que serão exibidos ao longo das aulas. &#8221;Em média, as pessoas captam apenas 20% de um filme. O curso irá expandir a percepção dos alunos e proporcioná-los uma visão diferenciada sobre essa arte&#8221;, diz Pablo sobre o objetivo das atividades desenvolvidas ao longo das aulas.</p>
<p>Esta é a segunda vez que o curso vem ao Recife e os interessados em participar já podem fazer suas inscrições até o dia 6 de março, ou enquanto houver vagas, através de envio de e-mail para: <strong>pablo@cinemaemcena.com.br</strong>. Nesse mesmo endereço eletrônico, será possível obter as informações sobre valores, formas de pagamento e procedimento para matrícula. As oficinas vão acontecer das 19h às 22h, e as vagas são limitadas.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Curso Teoria, Linguagem e Crítica Cinematográficas, com Pablo Villaça<br />
Quando: 9 a 13 de março<br />
Onde: Galeria Janete Costa, Parque Dona Lindu, Av. Boa Viagem, s/n, Boa Viagem.<br />
Horário: das 19h às 22h<br />
Inscrições limitadas: até 6 de março<br />
Pelo e-mail: <strong>pablo@cinemaemcena.com.br</strong><br />
Informações: 3355.9832</p>
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		<title>Curta Taquary e Mostra Canavial de Cinema estão com inscrições abertas para oficinas</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2014 20:42:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dois festivais realizados no interior de Pernambuco estão com inscrições abertas para oficinas: o 7° Curta Taquary – Festival Internacional de Curta-metragem, realizado em Taquaritinga do Norte e Caruaru, e a 4ª Mostra Canavial de Cinema, que acontece em Goiana, Condado, Timbaúba e Nazaré da Mata. As oficinas são oportunidades de iniciação ou aperfeiçoamento profissional [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_15698" aria-labelledby="figcaption_attachment_15698" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Raphael Malta Clasen</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Oficina-Animeco-Credito-Raphael-Malta-Clasen.jpg"><img class="size-medium wp-image-15698" alt="Raphael Malta Clasen" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Oficina-Animeco-Credito-Raphael-Malta-Clasen-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Bruno Cabús ministrará oficina Animeco, onde 15 participantes criarão um filme stop-motion.</p></div>
<p>Dois festivais realizados no interior de Pernambuco estão com inscrições abertas para oficinas: o 7° Curta Taquary – Festival Internacional de Curta-metragem, realizado em Taquaritinga do Norte e Caruaru, e a 4ª Mostra Canavial de Cinema, que acontece em Goiana, Condado, Timbaúba e Nazaré da Mata. As oficinas são oportunidades de iniciação ou aperfeiçoamento profissional nas áreas de animação, interpretação para cinema, preparação de elenco, cineclubismo, crítica e realização audiovisual. As inscrições são gratuitas. Os dois festivais serão realizados em novembro e tem incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco.</p>
<p>O Curta Taquary oferece oficinas de cinema de animação, crítica cinematográfica e atuação entre os dias 17 e 28 de novembro. A oficina “Ator no Cinema” será ministrada pela atriz e diretora Marcélia Cartaxo. Já o criador, construtor, manipulador de bonecos e diretor de cinema de animação Quiá Rodrigues é o responsável pela oficina “Boneco Animado”. Para quem tem vontade de aprende a escrever críticas sobre filmes, vai ter aulas com o jornalista André Dib. Os interessados devem se inscrever até 29 de outubro.</p>
<p>Para se candidatar a uma das vagas disponíveis, é preciso encaminhar email para curtataquary@hotmail.com, contendo nome completo, email e telefone de contato, além de uma carta de intenção (com no máximo 10 linhas) sobre o porquê de fazer a oficina e currículo resumido. O resultado da seleção será divulgado até o dia 10 de novembro.</p>
<p>Já Mostra Canavial de Cinema oferece seis oficinas gratuitas durante a programação, que acontece de 5 a 23 de novembro. São duas atividades sobre animação, duas de preparação de elenco, uma de cineclubismo e uma de realização audiovisual. As inscrições podem ser feitas no site do evento <strong><a href="http://www.mostracanavial.com.br">www.mostracanavial.com.br</a></strong>.</p>
<p>Idealizador e diretor da Mostra, Caio Dornelas diz que as oficinas buscam atender uma demanda reprimida por formação em audiovisual, pois não há nenhum curso regular em audiovisual na Zona da Mata. &#8220;Acredito muito no potencial da Mostra Canavial de Cinema como projeto transformador de realidades. Com as oficinas esperamos colaborar com o refinamento técnico e conceitual dos conteúdos audiovisuais produzidos na região&#8221;.</p>
<p><strong>SERVIÇO</p>
<p>7° Curta Taquary</strong><br />
<strong>Informações e inscrições:</strong> curtataquary@hotmail.com</p>
<p><strong>Oficina Ator no Cinema</strong><br />
<strong>Ministrante:</strong> Marcélia Cartaxo – É atriz e diretora e vem desenvolvendo pesquisa no campo da atuação cinematográfica. Atuou em mais 15 filmes, entre eles: Baixio das Bestas(2007), O Céu de Suely (2006), Madame Satã (2002) e A História da Eternidade (2014).<br />
<strong>Carga horária:</strong> 16 horas<br />
<strong>Público-alvo:</strong> Destina-se às pessoas ou atores que desejam aprender ou aperfeiçoar a técnica de interpretação para cinema.<br />
<strong>Capacidade:</strong> 20 pessoas<br />
<strong>Período:</strong> 24 e 25 de novembro<br />
<strong>Horário:</strong> 8h às 12h / 14h às18h<br />
<strong>Local:</strong> Taquaritinga do Norte</p>
<p><strong>Oficina Boneco Animado</strong><br />
<strong>Ministrante:</strong> Quiá Rodrigues – É criador, construtor, manipulador de bonecos e diretor de cinema de animação. Elaborou bonecos para os programas de televisão como TV Colosso, Flora Encantada, Bambuluá e TV Xuxa (Rede Globo), Mão e Giz (Canal Futura), Animania (TVE). Presta serviços de animação com bonecos, objetos e massinha.<br />
<strong>Objetivo:</strong> Desenvolver uma aproximação pessoal do aluno na técnica claymation, animação com massa de modelar, explorando as possibilidades de desenho de personagem, Construção e animação do boneco.<br />
<strong>Carga Horária:</strong> 30 horas<br />
<strong>Público alvo:</strong> Pessoas Interessadas e com alguma experiência em animação ou com o universo do boneco, cursando ensino médio.<br />
<strong>Capacidade:</strong> 20 pessoas<br />
<strong>Datas:</strong> 21 a 26 de novembro<br />
<strong>Horário:</strong> 13h às 17h<br />
<strong>Local:</strong> Taquaritinga do Norte</p>
<p><strong>Oficina de Crítica Cinematográfica</strong><br />
<strong>Ministrante:</strong> André Dib &#8211; É pesquisador, crítico de cinema e jornalista formado pela Universidade Federal de Pernambuco. Sua experiência inclui a cobertura de festivais brasileiros e estrangeiros. Tem textos publicados em diversos jornais, revistas e sites da internet. Realiza curadorias e consultorias para festivais de cinema. Membro da diretoria da Associação Brasileira dos Críticos de Cinema (Abraccine) e do Congresso Brasileiro de Cinema (CBC). Seu trabalho está reunido emwww.revistacinerama.com.<br />
<strong>Objetivo:</strong> Introdução ao pensamento crítico e às possibilidades de olhar, refletir e imaginar o cinema. Em encontros teóricos e práticos, a oficina pretende proporcionar o desenvolvimento do espírito crítico e da capacidade de se relacionar com os filmes. Para tanto, a partir de exibições de obras e leitura de textos, serão realizados exercícios escritos e orais onde os alunos poderão utilizar técnicas e instrumentos apresentados em sala de aula.<br />
<strong>Carga Horária:</strong> 16 horas<br />
<strong>Público-alvo:</strong> Púbico em geral, acima dos 18 anos, com interesse em cinema.<br />
<strong>Capacidade:</strong> 09 pessoas<br />
<strong>Período:</strong> 17 a 20 de novembro<br />
<strong>Horário:</strong> 14 às 18h<br />
<strong>Local:</strong> Caruaru</p>
<p><strong>4ª Mostra Canavial de Cinema</strong><br />
<strong>Informações e inscrições: <a href="http://www.mostracanavial.com.br" target="_blank">www.mostracanavial.com.br</a></strong></p>
<p><strong>Animação -</strong> Bruno Cabús e Paulo Leonardo, dois dos mais ativos profissionais da animação pernambucana, oferecem em Goiana uma oficina de animação em stop-motion que será realizada de 5 a 9 de novembro e é voltada para 20 participantes acima de 15 anos. As atividades vão desde a criação de roteiros e personagens até a montagem final. Em Timbaúba, de 12 a 14 de novembro, Bruno Cabús também oferece a oficina Animeco, em que com o auxílio de um computador, câmera fotográfica e criatividade, 15 participantes serão desafiados a criar um filme stop-motion.</p>
<p><strong>Preparação de elenco</strong> &#8211; Pela primeira vez a Mostra Canavial promove duas oficinas de preparação de elenco com Vi Brasil, uma em Goiana e outra em Condado. A oficina trabalha a interpretação, tendo como objeto de atenção o corpo e suas potencialidades e é voltada para até 20 participantes acima de 14 anos.</p>
<p><strong>Cineclubismo</strong> &#8211; Atividade definidora da índole cinéfila, o cineclubismo será o foco de outra oficina, a ser realizada no Assentamento Camarazal, na zona rural de Nazaré da Mata. A oficina será conduzida por Amanda Ramos, que tratará da importância de praticar o cineclubismo e refletir o papel da imagem no mundo contemporâneo. A oficina está marcada para os dias 22 e 23 de novembro e pode receber até 25 pessoas.</p>
<p><strong>Realização -</strong> Também em Nazaré da Mata, entre os dias 20 e 23 de novembro será ministrada a oficina Realizando em 1 Minuto. Com o objetivo de estimular a produção audiovisual difundindo as técnicas, teoria e prática, a oficina tem a orientação da professora universitária e diretora audiovisual Alice Gouveia. Podem participar até 25 pessoas de até 16 anos.</p>
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