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	<title>Portal Cultura PE &#187; cromosoma x</title>
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		<title>Exposição no Recife discute visibilidade e protagonismo das mulheres</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2016 12:53:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
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		<description><![CDATA[Com informações da assessoria do evento A produção artística recifense estabelece neste sábado, 20/2, um diálogo com a fotografia do Chile. Com produção do coletivo 7Fotografia, será aberta a exposição Cromosoma X, do coletivo feminista chileno Las Niñas. O evento gratuito conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura. Realizada em parceria com a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Com informações da assessoria do evento</em></p>
<p style="text-align: left;"><em></em>A produção artística recifense estabelece neste sábado, 20/2, um diálogo com a fotografia do Chile. Com produção do coletivo 7Fotografia, será aberta a exposição <em><strong>Cromosoma X</strong></em>, do coletivo feminista chileno Las Niñas. O evento gratuito conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/Captura-de-tela-2016-02-18-09.59.30.png"><img class="size-medium wp-image-33919 aligncenter" alt="LAS NINÃS" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/Captura-de-tela-2016-02-18-09.59.30-607x211.png" width="607" height="211" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-align: left;">Realizada em parceria com a Art.Monta Design, a Casa da Rua e o ADI &#8211; Atelier de Impressão, a exposição problematiza a mulher hoje, inserida num contexto cultural de opressões de identidade, comportamento, mas em que também reside uma potencialidade individual e política para a reafirmação das memórias, dos desejos, das suas histórias, de sua existência. A exposição traz imagens fotografadas por Pilar Diaz, Jocelyne Rodríguez, Marcela Bruna e Macarena Peñaloza, em quatro ensaios que discutem os estereótipos que submetem as mulheres em seu dia a dia, a memória e a identidade entre as tentativas de subverter os contextos de opressão cotidiana, a posse da mulher sob o seu próprio corpo e a luta pelo direito à saúde e a sexualidade como tema demonizado e silenciado.</span></p>
<p style="text-align: left;"><em>“Uma boa forma de entender essa exposição é fazer o paralelo com as fotomontagens. A mulher, conceitualmente falando, como a conhecemos, é uma fotomontagem. Ela não existe. Ela não tem espaço de fala. A sociedade criou e mantém diversas expectativas culturais em torno do que seria &#8216;ser&#8217; mulher, se comportar como tal”</em>, afirma Isabella Valle, fotógrafa do coletivo 7Fotografia. <em>“Esse trabalho caminha sintonizado com diversas iniciativas recentes de nos levar à visibilidade da mulher, de fazer entender que ela tem existência legítima</em>”, completa.</p>
<p>A abertura da exposição, no entanto, não encerra a ação de protagonismo e visibilidade da produção artística de mulheres no Recife e em articulação com outras cidades. No sábado, o evento estará promovendo o trabalho de outras moças engajadas na fala sobre os processos criativos femininos. <em>“Dar visibilidade a trabalhos de outras mulheres é uma ação estratégica porque sabemos que os espaços do mercado artístico cultural ainda são muito protagonizados por homens”</em>, comenta Maíra Gamarra, membro do coletivo 7Fotografia e uma das realizadoras do evento. <em>“Abrimos esse espaço para conhecer o trabalho de outras que estão no Recife ou dialogam com a arte e a cultura local”,</em> completa.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/CROMOSOMA.jpg"><img class="size-medium wp-image-33915 alignright" alt="divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/CROMOSOMA-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>No sábado, o evento começará às 16h com o Nanquimparede, uma intervenção da artista visual Nathália Queiroz. A poesia será representada por Mariana de Matos, poeta mineira, que trabalha processos entre poesia, intervenção urbana e mediação. No campo da música, a Casa da Rua receberá às 20h a apresentação da percussionista olindense Aishá Lourenço. <em>“Aishá é uma musicista que que já tocou com Comadre Fulôzinha, Nitin Sawnneye-UK, Amadou e Marian -Mali, Grupo Bongar e Naná Vasconcelos. A arte dela e de Nathália Queiroz representam a multiplicidade de contextos em que as mulheres têm trabalhado, em áreas que predominantemente são dominadas por homens”</em>, completa Joana Pires, membro do 7 e realizadora do evento na Casa da Rua. <em>“Nosso objetivo é articular esses trabalhos com outras mulheres do Recife e de fora, a exemplo de Mariana de Matos e conhecermos os trabalhos umas das outras”</em>, reforça Joana. Além das artistas citadas, o evento vai contar com a presença-performance do Vaca Profana, grupo comandado pela produtora cultural Dandara Pagu, que saiu em bloco no Carnaval de Olinda pautando a relação que a sociedade tem com o corpo feminino. Para encerrar a programação, Pri Buhr completa a trilha sonora do sábado comandando as pick-ups.</p>
<p>O evento contará com venda de cerveja artesanal com o Brisa Cervejaria Móvel e comidinhas assinadas por Germana Accioly com o projeto Segredo.</p>
<p><strong><a href="https://issuu.com/lasninascolectivo/docs/cromosoma_x" target="_blank">Cromosoma X</a></strong>- Cromosoma X é uma exposição de ensaios fotográficos que abordam questões como identidade, estereótipo, autonomia, sexualidade dentro de um contexto que compreende, muitas vezes, o corpo da mulher como espaço de inscrição cultural e opressão. O <a href="https://issuu.com/lasninascolectivo/docs/portafolio_colectivo_las_ni__as" target="_blank"><strong>coletivo Las Niñas</strong></a> foi criado em 2012 e é composto pelas fotógrafas Jocelyne Rodríguez Droguett, Macarena Peñaloza Villarroel, Marcela Bruna Castro e Pilar Diaz. Desde sua formação, o grupo se reúne regularmente para falar sobre fotografia e para desenvolver projetos com foco em temática feminista. “<em>Trabalhar como coletivo nos permite fortalecer nosso espaço e nosso meio, através de diversas metodologias de trabalho, que abrangem desde o desenvolvimento de projetos fotográficos até a realização de encontros de fotografia”</em>. Las Niñas abriu um espaço de reflexão sobre a posição histórica e atual que a mulher ocupa na fotografia chilena, dando visibilidade ao tema em iniciativas como o FOCOM – Primer Festival de Mujeres Fotógrafas, realizado em 2013.</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/setefotografia" target="_blank"><strong>7Fotografia</strong> </a>- A busca da identidade é um norte, é o que define, de forma comum, quase toda a construção humana. Caminhar para encontrar, entender, aquilo que se é. Num trecho de um poema, o escritor moçambicano Mia Couto lança: “existo onde me desconheço”. E é nesse exercício de tensionamento das bases da própria existência que o 7Fotografia se pauta, numa inesgotável busca de identidade. Inesgotável porque a compreensão de quem somos é tarefa de sísifo, já que, no momento mesmo em que se dá a autocompreensão, a pessoa já está transformada. E uma nova necessidade de se compreender se instaura, inquietando. O 7, longe da pretensão de se autoafirmar, se firma no constante e instável caminho de busca. É um croqui, hoje rascunhado por cinco mulheres que, mais do que ter a fotografia como ponto de definição, tem na fotografia um ponto de partida. A matéria prima para suas buscas é o vínculo com a imagem. O 7Fotografia é produzido por Bella Valle, Maíra Gamarra e Joana Pires.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Abertura da exposição Cromosoma X, do coletivo Las Niñas</strong><br />
16h às 22h na Casa da Rua (Rua Dona Ada Vieira, 112 &#8211; Casa Forte)<br />
Intervenção artística com Nathalia Queiroz, mediação poética com Mariana de Matos, performance com Vaca Profana, DJ Pri Buhr.<br />
20h – Show de Aishá</p>
<p>&nbsp;</p>
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