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	<title>Portal Cultura PE &#187; culinária</title>
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		<title>Cena Nordeste Festival proporciona segunda tarde repleta de experiências gastronômicas em Olinda</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Sep 2024 22:10:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A tarde deste domingo (1º) foi enriquecida pelas aulas-show gratuitas que integraram a programação do Cena Nordeste Festival, realizado no Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda, durante este final de semana. A culinária nordestina ganhou destaque com a participação dos chefs Rafhael Diniz, Heleno Júnior e Amanda Escobar, que conduziram uma intervenção gastronômica promovida pelo Pernambuco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">A tarde deste domingo (1º) foi enriquecida pelas aulas-show gratuitas que integraram a programação do Cena Nordeste Festival, realizado no Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda, durante este final de semana. A culinária nordestina ganhou destaque com a participação dos chefs Rafhael Diniz, Heleno Júnior e Amanda Escobar, que conduziram uma intervenção gastronômica promovida pelo Pernambuco Bom de Mesa.</p>
<div id="attachment_113029" aria-labelledby="figcaption_attachment_113029" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/IMG_9688.jpg"><img class="size-medium wp-image-113029" alt="Chef Rafhael Diniz - Foto: Morgana Narjara/.Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/IMG_9688-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Chef Rafhael Diniz &#8211; Foto: Morgana Narjara/.Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">O chef Rafhael Diniz encontrou sua verdadeira paixão na charcutaria. Com mais de 10 anos de experiência no setor, ele iniciou sua jornada culinária na cozinha do chef Andreas Schmaller, no Clube Alemão, onde aprendeu técnicas e receitas autênticas da culinária alemã. Desde então, tem explorado uma vasta gama de embutidos, carnes curadas e defumadas. Atualmente, Raphael comanda dois estabelecimentos: Quina da Linguiça e Quina da Várzea, além de oferecer consultoria e ministrar cursos na área de gastronomia.</p>
<p dir="ltr">Para o Cena Nordeste Festival, Rafhael preparou um saboroso arroz vermelho ao leite com linguiça de carneiro. “Escolhi esse prato devido à minha conexão com a charcutaria e com o interior pernambucano, que fazem parte de quem eu sou. Estou aproveitando muito a participação e todo o festival”, comentou o chef.</p>
<div id="attachment_113063" aria-labelledby="figcaption_attachment_113063" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/IMG_9712.jpg"><img class="size-medium wp-image-113063" alt="Chef Heleno Júnior - Foto: Morgana Narjara/.Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/IMG_9712-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Chef Heleno Júnior &#8211; Foto: Morgana Narjara/.Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">O chef Heleno Júnior está há 14 anos na gastronomia, destacando e valorizando os melhores ingredientes brasileiros, com especial atenção para os produtos pernambucanos. Apaixonado pela arte da confeitaria, ele tem dedicado sua carreira a explorar e realçar os sabores autênticos que o Brasil, especialmente Pernambuco, oferece. Sua paixão pela confeitaria resultou na criação de sobremesas que não apenas encantam o paladar, mas também celebram a rica cultura gastronômica local.</p>
<p dir="ltr">Na tarde deste domingo, Heleno apresentou uma irresistível torta de queijo coalho com geleia de nego bom, que encantou os participantes da aula-show com seu sabor único. “Sou de Caruaru, então essa receita, com ingredientes regionais, reflete muito a minha trajetória. Estou imensamente grato por este dia”, disse.</p>
<p dir="ltr">Amanda Escobar, formada em gastronomia desde 2013 e chef da Comadre Coxinha, tem uma trajetória de 10 anos no mercado, além de atuar como Personal Chef há 12 anos. Para o Cena Nordeste Festival, ela preparou uma caldeirada com farofa de cebola tostada. “Sou apaixonada por frutos do mar, por isso decidi trazer esse prato para a aula-show. Adoro preparar, servir e saborear essa receita”, afirmou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>O FESTIVAL -</strong> O Cena Nordeste é uma iniciativa artístico-cultural do Consórcio Nordeste que tem mobilizado toda a região e ao longo deste ano (2024) em encontros voltados para o intercâmbio cultural, para a promoção da produção popular, a formação de plateia da região e o incentivo à economia criativa. O projeto começou a ser planejado e articulado em 2023 pela Câmara Temática da Cultura da entidade. Neste ano, o festival começou pela Paraíba e já passou por Alagoas, Maranhão e Piauí.</p>
<p dir="ltr">Em Pernambuco, o projeto é promovido pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), a Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), pela Agência de Empreendimento de Pernambuco (Age), pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PE), pela Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura de Pernambuco (Semobi-PE) e a Secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco (Setur-PE). Além de contar com o apoio da Secretaria de Cultura da Bahia, Secretaria de Cultura do Ceará, Secretaria de Cultura do Piauí, Secretaria de Cultura da Paraíba, Secretaria de Cultura do Maranhão, Secretaria de Educação e Cultura de Sergipe, Secretaria de Cultura e Economia Criativa de Alagoa e da Secretaria Extraordinária de Cultura do Rio Grande do Norte.</p>
<p dir="ltr">Depois da parada em Pernambuco, o Cena Nordeste Festival segue  para Rio Grande do Norte (21 e 22 de setembro), Sergipe (11 e 12 de outubro), Ceará (16 e 17 de novembro) e Bahia (7 e 8 de dezembro).</p>
<p dir="ltr"><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p dir="ltr">Cena Nordeste Festival</p>
<p dir="ltr">Onde: Mercado Eufrásio Barbosa &#8211; Largo do Varadouro, S/N &#8211; Varadouro, Olinda.</p>
<p dir="ltr">Quando: 31 de agosto e 1º de setembro, das 9h às 22h.</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
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		<title>Cena Nordeste Festival promove tarde repleta de sabores em Olinda</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 22:06:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A tarde deste sábado (31), foi temperada pelos ingredientes das aulas-show gratuitas que fizeram parte da programação do Cena Nordeste Festival, realizado no Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda, durante este final de semana. A culinária nordestina foi representada pelos chefs Charles Assis (Koletivo Gastrô), Lúcia Soares e Vânia Elihimas durante a intervenção gastronômica promovida pelo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">A tarde deste sábado (31), foi temperada pelos ingredientes das aulas-show gratuitas que fizeram parte da programação do Cena Nordeste Festival, realizado no Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda, durante este final de semana. A culinária nordestina foi representada pelos chefs Charles Assis (Koletivo Gastrô), Lúcia Soares e Vânia Elihimas durante a intervenção gastronômica promovida pelo Pernambuco Bom de Mesa.</p>
<div id="attachment_112969" aria-labelledby="figcaption_attachment_112969" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-31-at-18.57.30.jpeg"><img class="size-medium wp-image-112969" alt="Foto: Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-31-at-18.57.30-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Chef Charles de Assis &#8211; Foto: Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">O chef consultor Charles de Assis, que também é personal food stylist e sócio do Koletivo Gastrô, trouxe a tradicional Moqueca para abrir a saborosa tarde. Formado pelo Senac PE, Assis passeia pelas mais diversas cozinhas, mas tem uma paixão declarada por frutos do mar e comida boa, cheia de detalhes e afeto. “Esse é um prato que eu venho fazendo já há algum tempo, é um prato muito versátil. A gente consegue mudar o peixe pelo camarão ou fazer um caldinho de moqueca. Por isso, eu trouxe o passo a passo desse prato maravilhoso”, explicou.</p>
<div id="attachment_112968" aria-labelledby="figcaption_attachment_112968" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-31-at-18.57.27.jpeg"><img class="size-medium wp-image-112968" alt="Foto: Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-31-at-18.57.27-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lúcia Soares &#8211; Foto: Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Depois foi a vez de Lúcia Soares, alagoana residente em Pernambuco há mais de 30 anos, trazer todo o seu carisma para a aula-show. Entoando a canção “Olinda quero cantar” de Alceu Valença, a chef trouxe o prato Bacalhau Arretado para quem estava passando pelo Mercado Eufrásio Barbosa, prato criado exclusivamente para o festival. “Confesso que eu trouxe sem provar a mistura da carne de sol com o bacalhau, apenas confiei na minha intuição”, confessou. Lúcia também disse que “eventos como esse deveriam acontecer todos os meses”.</p>
<div id="attachment_113066" aria-labelledby="figcaption_attachment_113066" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-31-at-19.50.43.jpeg"><img class="size-medium wp-image-113066" alt="Foto: Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-31-at-19.50.43-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Para finalizar a tarde, Vânia Elihimas ensinou a todos como se deve fazer uma deliciosa massa base para biscoitos. Fonoaudióloga de formação, Vânia se encontrou na confeitaria. Hoje, é uma das integrantes da Associação da Confeitaria Pernambucana (Assucar). De acordo com a chef, a receita dá certo com qualquer sabor, por isso, é ótima para ser comercializada. “Quando a gente vem fazer uma aula dessa, o intuito também é ajudar. Por isso, pensei em um produto fácil e barato que uma confeiteira profissional ou uma pessoal que está começando agora consiga fazer sem problema”, disse.</p>
<p dir="ltr">O FESTIVAL &#8211; O Cena Nordeste é uma iniciativa artístico-cultural do Consórcio Nordeste que tem mobilizado toda a região e ao longo deste ano (2024) em encontros voltados para o intercâmbio cultural, para a promoção da produção popular, a formação de plateia da região e o incentivo à economia criativa. O projeto começou a ser planejado e articulado em 2023 pela Câmara Temática da Cultura da entidade. Neste ano, o festival começou pela Paraíba e já passou por Alagoas, Maranhão e Piauí.</p>
<p dir="ltr">Em Pernambuco, o projeto é promovido pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), a Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), pela Agência de Empreendimento de Pernambuco (Age), pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PE), pela Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura de Pernambuco (Semobi-PE) e a Secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco (Setur-PE). Além de contar com o apoio da Secretaria de Cultura da Bahia, Secretaria de Cultura do Ceará, Secretaria de Cultura do Piauí, Secretaria de Cultura da Paraíba, Secretaria de Cultura do Maranhão, Secretaria de Educação e Cultura de Sergipe, Secretaria de Cultura e Economia Criativa de Alagoa e da Secretaria Extraordinária de Cultura do Rio Grande do Norte.</p>
<p dir="ltr">Depois da parada em Pernambuco, o Cena Nordeste Festival segue  para Rio Grande do Norte (21 e 22 de setembro), Sergipe (11 e 12 de outubro), Ceará (16 e 17 de novembro) e Bahia (7 e 8 de dezembro).</p>
<p dir="ltr"><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p dir="ltr">Cena Nordeste Festival</p>
<p dir="ltr">Onde: Mercado Eufrásio Barbosa &#8211; Largo do Varadouro, S/N &#8211; Varadouro, Olinda.</p>
<p dir="ltr">Quando: 31 de agosto e 1º de setembro, das 9h às 22h.</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
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		<title>País da Cultura Alimentar abre Festival PE Meu País em Arcoverde com muita tradição e conhecimento</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 17:34:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_112518" aria-labelledby="figcaption_attachment_112518" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Silla Cadengue/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/foto-14-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-112518" alt="Foto: Silla Cadengue/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/foto-14-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">País da Cultura Alimentar Bolo de noiva</p></div>
<p dir="ltr">O País da Cultura Alimentar abriu as atividades do Festival Pernambuco Meu País, em Arcoverde, Sertão do estado, nesta sexta-feira (23). O evento, organizado pelo Governo do Estado através da Secretaria de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), no Centro de Gastronomia e Artesanato, trouxe à cidade uma intervenção gastronômica dedicada ao Bolo de Noiva, reconhecido recentemente como Patrimônio de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">O professor de gastronomia, Rodrigo Rossetti conduziu uma oficina especial, onde apresentou técnicas tradicionais e segredos da receita do Bolo de Noiva, que é um símbolo da culinária pernambucana. Durante a oficina, Rossetti destacou a importância da preservação das tradições culinárias e a transmissão desses conhecimentos para as novas gerações.&#8221;Diferente do Bolo de Rolo, que precisa obrigatoriamente ter goiabada, o Bolo de Noiva pode ser feito de várias maneiras, seja com cacau, com refrigerante, ou sem nenhum desses ingredientes, todas as opções são válidas&#8221;, explicou.</p>
<p dir="ltr">Com papel e caneta na mão, o público presente teve a oportunidade de participar ativamente, acompanhando as diferentes etapas do preparo e degustando o resultado final do bolo. A confeiteira Maria do Socorro, residente na cidade, compartilhou que aprendeu bastante durante a oficina. “Faço esse bolo desde quando era moça e foi maravilhoso saber que existem outros ingredientes para fazer o bolo. Não precisa de refrigerante para ficar gostoso, amei. Além disso, o professor transmitiu muito bem os seus conhecimentos”, comentou.</p>
<p>“O Festival Pernambuco meu País é muito especial, ele promove o acesso à cultura em várias regiões do estado. Abriu espaço para a gastronomia e várias outras linguagens, eu fico muito feliz”, afirmou Rodrigo Rossetti.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Coalho, um queijo pernambucano: exposição chega a Caruaru; veja detalhes</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 19:09:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tema da primeira edição da Fenearte – Sabores do Patrimônio de Pernambuco, com uma exposição que ocupou o Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa por cerca de um mês, o queijo de coalho e suas histórias chegam, agora, em forma de uma mostra multimídia a Caruaru. Nesta sexta feira (9), a partir das 11h, dentro da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_111838" aria-labelledby="figcaption_attachment_111838" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-08-at-21.32.03.jpeg"><img class="size-medium wp-image-111838" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-08-at-21.32.03-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição temática acontecerá na cidade e Caruaru</p></div>
<p>Tema da primeira edição da Fenearte – Sabores do Patrimônio de Pernambuco, com uma exposição que ocupou o Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa por cerca de um mês, o queijo de coalho e suas histórias chegam, agora, em forma de uma mostra multimídia a Caruaru.</p>
<p>Nesta sexta feira (9), a partir das 11h, dentro da programação do Fórum de Gastronomia promovido pela FUNDARPE com apoio da Agência de desenvolvimento de Pernambuco (ADEPE), entra em cartaz a exposição Coalho &#8211; Um queijo de Pernambuco. Às 16:30h, o evento conta com uma oficina para crianças sobre a produção caseira de queijo com a historiadora e especialista Joana Dark Souza.</p>
<p>A mostra quer convidar o público a mergulhar no universo do queijo de coalho para além de sua importância como alimento ritualmente cotidiano.</p>
<p>A chegada do gado, ainda no século 16, abriu caminhos entre o litoral e o sertão, mudou radicalmente o panorama alimentar nesta margem do Oceano atlântico e, para além de corpos, passou a nutrir também identidades. Nesta exposição sob curadoria de Bruno Albertim e Lúcio Omena, o queijo de coalho se apresenta em suas dimensões materiais e simbólicas.</p>
<p>O objeto, já dizia Lévi-Strauss, mais que sua utilidade, tem por função guardar a memória de seu tempo: prensas e formas rudimentares, utensílios contemporâneos, imagens de arquivo e do tempo corrente; além de peças importantes do artesanato e da arte popular mostram como, além da mesa, o queijo de coalho e sua cultura leiteira têm morada no imaginário pernambucano.</p>
<p>A chamada região da bacia leiteira de Pernambuco produz cerca de dois milhões de litros de leite por dia, base do trabalho de 60 mil famílias envolvidas na produção do queijo de coalho. Desde 2000, há uma constante articulação entre atores de importantes setores para o reconhecimento de um selo de Indicação Geográfica para o queijo de coalho do Agreste de Pernambuco. Um queijo com características únicas, intransferíveis.</p>
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		<title>Aos olhos do agricultor, oficina no Festival Pernambuco Meu País aborda culinária afetiva e regional</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/aos-olhos-do-agricultor-oficina-no-festival-pernambuco-meu-pais-aborda-culinaria-afetiva-e-regional/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Jul 2024 23:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os traços de afeto e regionalidade que podem surgir a partir da arte da culinária foram abordados ao longo da manhã deste sábado (27), durante uma oficina com o chefe de cozinha Thiago das Chagas. O momento esteve incluído na grade de programação do País da Cultura Alimentar, no Mercado Cultural de Gravatá, e pôde [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os traços de afeto e regionalidade que podem surgir a partir da arte da culinária foram abordados ao longo da manhã deste sábado (27), durante uma oficina com o chefe de cozinha Thiago das Chagas. O momento esteve incluído na grade de programação do País da Cultura Alimentar, no Mercado Cultural de Gravatá, e pôde ser acompanhado de perto pelo agricultor Cícero da Silva, que participou de todo o processo de cultivo dos alimentos utilizados até a chegada à mesa.</p>
<p>Além disso, o artista plástico Cris Lenhardt fez esculturas de animais a partir de vegetais, a exemplo do alface.</p>
<p>Durante a oficina, Thiago das Chagas apresentou algumas dicas que podem ser levadas sem medo à cozinha, como a junção entre alface e grelha, e também a adição de cal na confecção de doces e durante receitas com abóbora.</p>
<p>“A comida diz muito de quem a gente é e como a gente se reconhece, da mesma forma que é com música, escultura e obra de arte. Ela tem um valor social e abrange diversas áreas. Tem que estar imerso no processo e conhecer, seja visitando, viajando ou estudando”, listou, antes de citar a presença do agricultor Cícero da Silva durante a oficina.</p>
<p>“Hoje estávamos aqui com o agricultor que viu as pessoas comendo o que ele plantou e se embelezando com a arte, esse reconhecimento se faz da cadeia produtiva toda. Engrandece a gente”, frisou.</p>
<p>Para o agricultor, que assistiu ao momento bastante emocionado, essa era uma cena que, antes do contato com Thiago das Chagas, dificilmente chegaria à sua realidade. Agora, ele espera poder reproduzir os ensinamentos junto aos seus filhos, perpetuando o amplo conhecimento através da comida.</p>
<p>“Eu nunca imaginei que isso pudesse acontecer. Fico muito feliz em ver o meu produto divulgado dessa forma aqui hoje. A satisfação é muito grande, assim como o aprendizado. A gente que é agricultor só pensa em plantar e vender, aí fui aprendendo com Thiago o valor da culinária. Hoje saio daqui com um aprendizado para fazer em casa com os meus filhos”, iniciou.</p>
<p>O cuidado dele com o cultivo longe de produtos químicos passa por tanto zelo e apego, que pode ser considerado até mesmo como um bebê humano em desenvolvimento.</p>
<p>“A gente tem cuidado com a planta, porque ela é mais delicada. Não precisa de agrotóxico nem pega adubo químico. Ela é mais frágil, porque não tem produto, aí a gente tem que fazer igual um bebê recém-nascido, com resguardo, que é o nascimento da planta, o berçário, que são os 30 dias e depois o crescimento e a adolescência para ir ao mercado. Gravatá foi a primeira cidade aqui a produzir orgânico em Pernambuco. A primeira feira foi aqui, e expandimos para Recife”, relembrou.</p>
<p>Defendendo a bandeira de que comida também é arte, o artista plástico Cris Lenhardt se aventurou profissionalmente no desafio de produzir em “telas” que nunca tinha usado. Durante a oficina, ele expôs animais montados a partir de vegetais.</p>
<p>“É um desafio, porque nunca fiz com outros vegetais além do cará, já que a cor e a textura já parecem de um animal. Alface foi um desafio na hora. Os próprios vegetais me deram essa dica de confecção, através da forma deles, de como eles me olhavam e eu olhava para eles. Eles pareciam seres que tinham consciência, talvez pelo formato que identificamos rostos e braços em alguns. Isso me fez ter essa noção de que poderia construir outros seres a partir dele”, concluiu.</p>
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		<title>Série documental narra memórias da culinária do Sertão do São Francisco</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2022 20:20:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
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		<category><![CDATA[culinária]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem gosta de gastronomia e de ouvir histórias não pode perder a segunda temporada da série documental &#8220;Na Ponta da Língua&#8221;, que conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco. Em seus novos cinco episódios, o programa valoriza a diversidade gastronômica e os personagens da culinária do Sertão do São Francisco. Os documentários [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/m0zseMQh4ok" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Quem gosta de gastronomia e de ouvir histórias não pode perder a segunda temporada da série documental &#8220;Na Ponta da Língua&#8221;, que conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco. Em seus novos cinco episódios, o programa valoriza a diversidade gastronômica e os personagens da culinária do Sertão do São Francisco. Os documentários podem ser assistidos no <a href="https://www.youtube.com/channel/UC4zccdG_cKz8_TpjlTrQAwQ" target="_blank"><strong>YouTube</strong></a> e no <a href="https://www.instagram.com/portalculturama/" target="_blank"><strong>IGTV</strong></a> do Portal Culturama.</p>
<p>‘Na Ponta da Língua’ narra histórias de pessoas que fazem da cozinha seu lar. A cada bate-papo, uma nova visita é realizada e o convidado do episódio demonstra o passo a passo de uma receita que lhe traz afetividade. No primeiro episódio, Solange Soares apresenta seu Café de Bule.</p>
<p>Solange teve ainda na infância a primeira vontade de viajar pela gastronomia, já trilhou caminhos como produtora cultural no Sertão pernambucano e hoje dedica-se a uma cozinha que mistura comida afetiva, cultura e inovação. A empreendedora busca na arte da cozinha proporcionar experiências únicas aos clientes de sua cafeteria, marcando a memória de quem passa por lá. <em>“A gente propõe impactar as pessoas com essas sensações”</em>, afirma.</p>
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		<title>V Mostra da Culinária de Terreiro de Pernambuco acontece em Olinda</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Oct 2018 20:51:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
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		<category><![CDATA[culinária]]></category>
		<category><![CDATA[culinária de terreiro]]></category>
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		<description><![CDATA[O Candomblé é uma religião em que rituais e gastronomia estão sempre de mãos dadas. Nos terreiros, pratos tradicionais como o caruru são feitos de forma ritualística para serem servidos aos orixás. Para apresentar esses sabores, símbolos e significados, a V Mostra da Culinária de Terreiro de Pernambuco reúne 13 terreiros de Candomblé na Praça [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Candomblé é uma religião em que rituais e gastronomia estão sempre de mãos dadas. Nos terreiros, pratos tradicionais como o caruru são feitos de forma ritualística para serem servidos aos orixás. Para apresentar esses sabores, símbolos e significados, a <strong>V Mostra da Culinária de Terreiro de Pernambuco</strong> reúne 13 terreiros de Candomblé na Praça do Carmo, em Olinda, nos dias 20 e 21 de outubro. Com produção da Aurora 21 e incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, o evento é aberto ao público.</p>
<div id="attachment_63890" aria-labelledby="figcaption_attachment_63890" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Luiz Santos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/credito-luiz-santos-Culinaria1-2-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-63890" alt="Luiz Santos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/credito-luiz-santos-Culinaria1-2-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra chega à sua quinta edição com incentivo do Governo de Pernambuco</p></div>
<p>Entre os pratos desta edição estão um Efó para a orixá Oxum (à base de repolho, camarão, ovos); um Amalá para Nanã (frango e camarão); um Axé Yá para Iemanjá (pato, milho de munguzá e manjericão); e um Isú Dogum para Ogum (inhame e camarão). Na mostra, além da degustação das comidas, o público terá acesso a informações sobre a história e significação da gastronomia de origem africana na culinária pernambucana e brasileira.</p>
<p>O evento inclui ainda a exposição de Folhas Sagradas, na Barraca de Ossain – orixá detentor do segredo das folhas. As comidas de cada orixá serão preparadas na forma da tradição da nação a que pertence a respectiva barraca – Nagô, Ketu, Xambá e Jeje. “Haverá um espaço especial para a atividade ‘Conversando com quem sabe’. Encontro Babalorixás e Yalorixás com o público em geral transmitindo fundamentos da comida de ritual afro-brasileiro”, explica o produtor Felipe Cabral.</p>
<div id="attachment_63891" aria-labelledby="figcaption_attachment_63891" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Luis Santos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/Arroz-para-Oxalá.-Crédito-Luiz-Santos.jpg"><img class="size-medium wp-image-63891" alt="Luis Santos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/Arroz-para-Oxalá.-Crédito-Luiz-Santos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Arroz para Oxalá é um dos pratos para apreciação</p></div>
<p>Os terreiros participantes foram selecionados pelo Babalorixá Manoel Papai, do Centro de Cultura Afro – Pai Adão. Ele faz parte do tradicional Sítio do Pai Adão, que tem quase 150 anos de existência, e é conhecido por praticar o culto nagô de forma ortodoxa. “A cozinha do terreiro é parte do seu espaço sagrado, e as cozinheiras adquirem um conhecimento ancestral, passado de geração em geração”, explica o religioso.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>5ª Mostra de Culinária de Terreiro de Pernambuco</strong><br />
Exposição para o público: 20 e 21 de outubro, das 16h às 21h<br />
Praça do Carmo, Olinda-PE<br />
Aberto ao público</p>
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