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	<title>Portal Cultura PE &#187; culturas populares</title>
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		<title>Palco Pernambuco Meu País celebra manifestações afro-brasileiras em noite dedicada às culturas populares e ao samba</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Aug 2025 19:23:51 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119913" aria-labelledby="figcaption_attachment_119913" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.32-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119913" alt="Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.32-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p><strong>Na palma da mão e no gingado dos pés</strong> – Neste sábado (23), em Gravatá, o palco Pernambuco Meu País celebrou as manifestações afro-brasileiras ao dedicar sua programação às culturas populares e ao samba. Com shows do Afoxé Omim Sabá, Lucas dos Prazeres, Gerlane Lops, Diogo Nogueira e Alexandre Pires, a noite foi marcada por ritmos tradicionais, fazendo o público do Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar cair na dança e cantar junto.</p>
<p>Abrindo os caminhos do segundo dia de atividades no coração do festival, diretamente de Recife, o Afoxé Omim Sabá encantou os espectadores ao trazer a cultura afro-religiosa ao palco, ecoando os sons dos agbês, atabaques, agogôs e mais. Com um figurino em tons de azul, verde, branco e prata, em referência à Iemanjá, o grupo apresentou faixas que trabalham temas como a ancestralidade, as lendas dos Orixás e a luta do povo negro por igualdade.</p>
<p>“O Festival Pernambuco Meu País se torna um marco de valorização da cultura popular e coloca o nosso Estado à frente de todo o processo de luta contra a discriminação racial e a intolerância religiosa”, destacou o babalorixá Marcos Silva, fundador do afoxé, em coletiva.</p>
<p>Em seguida, hasteando a bandeira “Pernambuco Nação Percussiva”, do Morro da Conceição, no Recife, Lucas dos Prazeres emocionou ao incorporar no seu show diferentes manifestações da cultura popular local. Com grande orquestra – também montada com agbês, atabaques, percussão e metais – e um corpo de canto e baile único, a apresentação convidou todo mundo para entrar na roda em um passeio em ritmos como o ijexá, coco, maracatu e o samba, além de reverenciar grandes nomes, como Solano Trindade, Aurinha do Coco, Conceição dos Prazeres, matriarca da sua família, e Naná Vasconcelos, um dos homenageados na edição 2024 do festival.</p>
<p>“Nós vivemos uma noite de celebração à diversidade cultural. Acredito e sinto o palco Pernambuco Meu País como um espaço do ineditismo, onde as surpresas acontecem, revelando um futuro ancestral de novas possibilidades. Por isso, vida longa!”, desejou Lucas dos Prazeres, em entrevista à imprensa.</p>
<div id="attachment_119914" aria-labelledby="figcaption_attachment_119914" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.31.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119914" alt="Do Morro da Conceição, no Recife, Lucas dos Prazeres emocionou ao incorporar no seu show diferentes manifestações da cultura popular local. Com grande orquestra – também montada com agbês, atabaques, percussão e metais – e um corpo de canto e baile único, a apresentação convidou todo mundo para entrar na roda em um passeio em ritmos como o ijexá, coco, maracatu e o samba" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.31-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Do Morro da Conceição, no Recife, Lucas dos Prazeres emocionou ao incorporar no seu show diferentes manifestações da cultura popular local. Com grande orquestra – também montada com agbês, atabaques, percussão e metais – e um corpo de canto e baile único, a apresentação convidou todo mundo para entrar na roda em um passeio em ritmos como o ijexá, coco, maracatu e o samba</p></div>
<p>No meio da noite, a virada do pandeiro se deu com o show da intérprete, compositora e percussionista pernambucana, Gerlane Lops, representando a influência e força do samba em Pernambuco. Com um repertório recheado de clássicos, como “Conselho”, de Almir Guineto, e autorais, a apresentação encantou por diversos momentos de coro do público e por trazer passistas ao palco.</p>
<p>Em sequência ritmada, foi a vez do cantor e compositor Diogo Nogueira abrilhantar a noite. Homenageando grandes artistas do ritmo, como Beth Carvalho, Arlindo Cruz, Zeca Pagodinho, Alcione e seu próprio pai, João Nogueira, o artista carioca emocionou e chamou o público para cantar junto. No setlist, faixas de sucesso nacional, como “Andanças”, “Será Que É Amor”, “Meu Lugar”, “Maneiras”, “Não Deixe o Samba Morrer” e mais. Destaque para demais canções em versão de samba, como “Sangrando”, de Gonzaguinha, e a homenagem a Pernambuco, ao entoar “Frevo Mulher”, de Zé Ramalho.</p>
<div id="attachment_119915" aria-labelledby="figcaption_attachment_119915" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.32.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119915" alt="Com um repertório recheado de clássicos, como “Conselho”, de Almir Guineto, e autorais, a apresentação de Gerlane Lops encantou por diversos momentos de coro do público e por trazer passistas ao palco" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.32-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Com um repertório recheado de clássicos, como “Conselho”, de Almir Guineto, e autorais, a apresentação de Gerlane Lops encantou por diversos momentos de coro do público e por trazer passistas ao palco</p></div>
<p><em><strong>Em entrevista ao Cultura PE</strong></em>, o sambista destacou a importância da cultura comunitária, popular e ancestral – pilares que atravessam sua trajetória e se conectam diretamente com os valores do festival, como a valorização, a imersão e o resgate das diferentes manifestações culturais.</p>
<p>“Reverenciar os ancestrais é de uma importância imensa. Acredito que, se eu estou aqui, é porque os ancestrais construíram toda uma história para estarmos aqui. Então, para mim, a força ancestral é o que faz a diferença para a gente ter o povo cantando, feliz, curtindo todo o nosso trabalho e tudo aquilo que a gente faz. A importância é gigantesca, maior de todas!”, destacou.</p>
<p>Questionado sobre a sua relação com Pernambuco – que inclui a sua participação no Festival Pernambuco Meu País na edição 2024, em Pesqueira –, Diogo foi enfático: “Pernambuco é um país maravilhoso, multicultural! Um lugar mais lindo de se ver, estar presente. Eu amo Pernambuco e espero voltar todo ano!”, finalizou, com emoção.</p>
<p>Encerrando com chave de ouro, o show de Alexandre Pires foi um verdadeiro espetáculo de celebração ao samba. Logo na abertura, o público entoou em coro a clássica “Domingo”. Na sequência, o repertório passeou por grandes sucessos da carreira solo e da época do Só Pra Contrariar (SPC), com hits como “Essa Tal Liberdade”, “Tá Por Fora” e “Quando É Amor”, fazendo a plateia cantar do início ao fim.</p>
<div id="attachment_119916" aria-labelledby="figcaption_attachment_119916" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.33.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119916" alt="Alexandre Pires trouxe um repertório que passeou por grandes sucessos da carreira solo e da época do Só Pra Contrariar (SPC), com hits como “Essa Tal Liberdade”, “Tá Por Fora” e “Quando É Amor”, fazendo a plateia cantar do início ao fim" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.33-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Alexandre Pires trouxe um repertório que passeou por grandes sucessos da carreira solo e da época do Só Pra Contrariar (SPC), com hits como “Essa Tal Liberdade”, “Tá Por Fora” e “Quando É Amor”, fazendo a plateia cantar do início ao fim</p></div>
<p>Alexandre também apresentou o projeto Pagonejo Bão, que mistura o samba com influências sertanejas. A apresentação contou com uma formação afiada, incluindo três backing vocals que, além de cantar, dançavam em sintonia com o cantor – destaque também para as trocas de figurino que acompanharam cada bloco musical. O ponto alto da noite foi a participação especial de Gerlane Lops, que voltou ao palco para cantar “Não Deixe o Samba Morrer”, em uma emocionante homenagem a Alcione, finalizando a noite em reverência ao samba e às suas grandes vozes.</p>
<p>Neste domingo (24), terceiro e último dia de programação do palco Pernambuco Meu País, sobem ao palco a Família Salustiano e a Rabeca Encantada, Chico Chico, Lenine, Biquini e Marcelo Falcão, além do DJ 440 com o Som na Rural nos intervalos. Toda a programação está disponível no Instagram oficial do festival, o <a href="instagram.com/festivalpernambucomeupais">@festivalpernambucomeupais</a>, e no <a href="instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
<p><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País é uma iniciativa do Governo do Estado de Pernambuco, promovida por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empetur, em parceria com os municípios-sedes participantes. O evento tem como propósito valorizar e difundir a diversidade cultural pernambucana, fortalecendo a economia criativa, estimulando o turismo e promovendo o acesso democrático à arte em suas múltiplas linguagens.</p>
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		<title>Gravatá vira cenário da cultura pernambucana com o Festival Pernambuco Meu País nesta semana</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/gravata-vira-cenario-da-cultura-pernambucana-com-o-festival-pernambuco-meu-pais-nesta-semana/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 16:03:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Entre os dias 20 e 24 de agosto, Gravatá se transforma em palco de um dos maiores encontros culturais do Estado com a chegada do Festival Pernambuco Meu País. A cidade serrana receberá mais de 130 atividades e mais de 10 polos de vivência cultural espalhados, celebrando a diversidade artística e as tradições de Pernambuco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119796" aria-labelledby="figcaption_attachment_119796" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Alexandre-Pires-Divulgacao.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119796" alt="Alexandre Pires / Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Alexandre-Pires-Divulgacao-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Alexandre Pires / Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Entre os dias 20 e 24 de agosto, Gravatá se transforma em palco de um dos maiores encontros culturais do Estado com a chegada do Festival Pernambuco Meu País. A cidade serrana receberá mais de 130 atividades e mais de 10 polos de vivência cultural espalhados, celebrando a diversidade artística e as tradições de Pernambuco com acessos totalmente gratuitos.</p>
<p dir="ltr">Shows, cortejos, espetáculos, oficinas, cinema, exposições, feiras criativas, debates e apresentações de culturas populares compõem a extensa programação. Pela primeira vez, o festival chega à cidade antes mesmo do início oficial, com ações formativas do Forma PE a partir do dia 20 de agosto. O evento reforça o protagonismo dos artistas e produtores culturais pernambucanos: mais de 75% das atrações são do Estado, e mais de 80% das contratações foram feitas via edital público.</p>
<p dir="ltr">“O Festival Pernambuco Meu País desembarca em seu quinto município-sede com adesão total pelo Estado, reafirmando o compromisso do Governo de Pernambuco em democratizar o acesso à cultura, valorizando os artistas locais e fortalecendo os laços com a população. Gravatá agora se une a esse movimento que celebra a diversidade e a potência da cultura pernambucana, mostrando para o país e para o mundo a força criativa que nasce aqui. É mais um momento de encontro, reconhecimento e orgulho de quem somos”, destaca a Secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p dir="ltr">No palco Pernambuco Meu País, montado no Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar, grandes nomes da música nacional e local se apresentam entre os dias 22 e 24 de agosto. Entre os destaques estão Lenine, Alexandre Pires, Diogo Nogueira, Marcelo Falcão, Mara Pavanelly, Dorgival Dantas, Tarcísio do Acordeon e Chico Chico. Além disso, as culturas populares também sobem ao palco principal, com o Afoxé Omim Sabá e a Família Salustiano e a Rabeca Encantada. Nos intervalos, o Som na Rural mantém o público no clima com sets dos DJs Armandinho Reggae, João Guerra e DJ 440.</p>
<p dir="ltr">A programação ocupa espaços como o Mercado Municipal, Praça Joaquim Didier, Memorial de Gravatá, Rua do Norte (Santa Luzia), Paróquia Sant’Anna, EREM Devaldo Borges, além dos bairros de Mandacaru e Alto do Cruzeiro, que recebem o Pernambuco Meu País Descentralizado. Cada polo traz recortes específicos de linguagem: música, forró, culturas populares, audiovisual, economia criativa, teatro, literatura, artes visuais e muito mais.</p>
<p dir="ltr">Além dos espetáculos, o festival abre espaço para a reflexão, com o Fórum Cadeia Produtiva da Cultura, da Criação ao Mercado, que em Gravatá traz nomes como Cynthia Falcão, Chico Ludermir e Franciele Sottero para discutir caminhos de sustentabilidade e circulação para a produção artística em audiovisual, artes visuais e fotografia. O evento também oferece formações gratuitas e ações de cidadania em parceria com diversas secretarias estaduais.</p>
<p dir="ltr">O Festival Pernambuco Meu País é uma realização do Governo de Pernambuco, em parceria com o Sesc, Secretaria de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo, Secretaria da Mulher, Secretaria de Desenvolvimento Agrário, Agricultura, Pecuária e Pesca, Detran/PE, Secretaria de Comunicação, Conservatório Pernambucano de Música, Secretaria da Criança e Juventude e Secretaria de Desenvolvimento Econômico. Toda a programação e cobertura está disponível no perfil do Instagram do festival, o <a href="http://instagram.com/festivalpernambucomeupais">@festivalpernambucomeupais</a> e no <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
<p dir="ltr"><strong>CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA:</strong></p>
<p dir="ltr">Palco Pernambuco Meu País</p>
<p dir="ltr">Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar, a partir das 18h30 (sexta e sábado) e das 17h30 (domingo)</p>
<p dir="ltr">22/8</p>
<p dir="ltr">18h30 &#8211; Espetáculo Pernambuco Meu País</p>
<p dir="ltr">19h20 &#8211; Fagner Chagas</p>
<p dir="ltr">20h20 &#8211; PV Calado</p>
<p dir="ltr">21h20 &#8211; Mara Pavanelly</p>
<p dir="ltr">23h00 &#8211; Dorgival Dantas</p>
<p dir="ltr">01h00 &#8211; Tarcísio do Acordeon</p>
<p dir="ltr">Som na Rural com DJ Armandinho Reggae (nos intervalos)</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">23/8</p>
<p dir="ltr">18h30 &#8211; Afoxé Omim Sabá</p>
<p dir="ltr">19h20 &#8211; Lucas dos Prazeres</p>
<p dir="ltr">20h50 &#8211; Gerlane Lops</p>
<p dir="ltr">22h40 &#8211; Diogo Nogueira</p>
<p dir="ltr">00h30 &#8211; Alexandre Pires</p>
<p dir="ltr">Som na Rural com DJ João Guerra (nos intervalos)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">24/8</p>
<p dir="ltr">17h30 &#8211; Família Salustiano e a Rabeca Encantada</p>
<p dir="ltr">18h20 &#8211; Chico Chico</p>
<p dir="ltr">19h50 &#8211; Lenine</p>
<p dir="ltr">21h40 &#8211; Biquini</p>
<p dir="ltr">23h30 &#8211; Marcelo Falcão</p>
<p dir="ltr">Som na Rural com DJ 440 (nos intervalos)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Trupe Pernambuco Meu País</p>
<p dir="ltr">Concentração a partir das 16h30</p>
<p dir="ltr">21/8</p>
<p dir="ltr">Orí Cia. de Dança</p>
<p dir="ltr">Trupe Vivarte</p>
<p dir="ltr">Pernaltas da Trupe, da ASSARTIC</p>
<p dir="ltr">Performance de Charlene dos Santos e Guilherme Milleron</p>
<p dir="ltr">Som na Rural</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">País das Brincadeiras</p>
<p dir="ltr">Praça Joaquim Didier, a partir das 15h (sexta e sábado) e a partir das 14h (domingo)</p>
<p dir="ltr">22/8</p>
<p dir="ltr">15h | História de Vó &#8211; Doce Chuva</p>
<p dir="ltr">16h |Espetáculo Bumba Meu Boi Bumbá</p>
<p dir="ltr">17h | Espetáculo Trovoada Vem Aí</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">23/8</p>
<p dir="ltr">15h | Igbá Itan &#8211; Teatro Lambe Lambe</p>
<p dir="ltr">16h | Grupo Guerreiros do Passo</p>
<p dir="ltr">17h | Espetáculo Acroshow</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">24/8</p>
<p dir="ltr">14h | Vivências de Técnicas Circenses, com Boris Trindade Júnior</p>
<p dir="ltr">15h | Espetáculo HRWJXN!</p>
<p dir="ltr">16h | Espetáculo Referências do Fuzuê &#8211; Mestras, Mestres e Terreiros</p>
<p dir="ltr">17h | Espetáculo Acroshow</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">País das Conexões Visuais</p>
<p dir="ltr">Estação do Artesão, a partir das 12h</p>
<p dir="ltr">22 a 24/8</p>
<p dir="ltr">12h | Mural: O Começo do Mundo</p>
<p dir="ltr">12h | Rainhas do Sertão: Alma, Força e Fé</p>
<p dir="ltr">12h | Exposição Xilogravura de Pernambuco, Meu País &#8211; Osmar Jorge</p>
<p dir="ltr">15h | Rostos do Silêncio: Máscaras para Ver por Dentro</p>
<p dir="ltr">15h | Além do Olhar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">País do Cinema</p>
<p dir="ltr">Memorial de Gravatá, a partir das 14h (sexta) e a partir das 9h (sábado)</p>
<p dir="ltr">22/8</p>
<p dir="ltr">14h | Elas Têm Rosto, Nome e Sobrenome, de Wesley Lima</p>
<p dir="ltr">14h30 | Intervenção de Audiovisual: Que Negras São Essas nos Afoxés?&#8221;, com Renata Mesquita</p>
<p dir="ltr">15h | Mostra de Cinema – A Multiplicidade na Criação Audiovisual</p>
<p dir="ltr">16h | Debate</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">23/8</p>
<p dir="ltr">9h | Mostra Curta na Serra Itinerante</p>
<p dir="ltr">11h30 | Buchada, de PV Ferraz</p>
<p dir="ltr">12h | Debate</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">País das Culturas Populares</p>
<p dir="ltr">Praça Joaquim Didier, a partir das 15h</p>
<p dir="ltr">22/8</p>
<p dir="ltr">15h | Junina Traquejo</p>
<p dir="ltr">16h | Afoxé Aféfé Lagbará</p>
<p dir="ltr">17h | Mestre Liu Dias</p>
<p dir="ltr">18h | As Filhas de Baracho</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">23/8</p>
<p dir="ltr">15h | Cavalo Marinho Estrela Brilhante</p>
<p dir="ltr">16h | Maracatu Leão de Ouro</p>
<p dir="ltr">17h | Mestre João Limoeiro</p>
<p dir="ltr">18h | Cila do Coco</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">24/8</p>
<p dir="ltr">15h | Quadrilha Junina Zé Matuto</p>
<p dir="ltr">16h | O Bonde Bloco Carnavalesco Lírico</p>
<p dir="ltr">17h | Maracatu de Baque Solto Estrela Brilhante de Nazaré da Mata</p>
<p dir="ltr">18h | Mestre Ciriaco do Coco</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">País da Economia Criativa</p>
<p dir="ltr">Praça Joaquim Didier, a partir das 15h</p>
<p dir="ltr">22 a 24/8</p>
<p dir="ltr">Comercialização de produtos de artesanato e gastronomia</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">País Matrizes do Forró</p>
<p dir="ltr">Mercado Municipal, a partir das 12h</p>
<p dir="ltr">22/8</p>
<p dir="ltr">12h | Beto Hortis</p>
<p dir="ltr">13h20 | Leleka Costa</p>
<p dir="ltr">14h40 | Azulinho</p>
<p dir="ltr">16h | Ed Carlos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">23/8</p>
<p dir="ltr">12h | Raminho do Acordeon</p>
<p dir="ltr">13h20 | Maurício Menezes</p>
<p dir="ltr">14h40 | Pecinho Amorim</p>
<p dir="ltr">16h | Klever Lemos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">24/8</p>
<p dir="ltr">12h | Zelyto Madeira</p>
<p dir="ltr">13h20 | Forró Casamarela</p>
<p dir="ltr">14h40 | Berinho Lima</p>
<p dir="ltr">16h | Nonô Germano</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">País da Música</p>
<p dir="ltr">Rua do Norte, Santa Luzia, a partir das 18h</p>
<p dir="ltr">22/8</p>
<p dir="ltr">18h | Márcio Oliveira</p>
<p dir="ltr">19h20 | Zendo</p>
<p dir="ltr">20h40 | Caetana</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">23/8 &#8211; Festival do Blues de Gravatá</p>
<p dir="ltr">18h | Vintage Boys</p>
<p dir="ltr">19h20 | Lorenzo Thompson &amp; Bruno Marques Band</p>
<p dir="ltr">20h40 | Prado Brothers</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">24/8</p>
<p dir="ltr">18h | Alessandra Leão</p>
<p dir="ltr">19h20 | Karynna Spinelli</p>
<p dir="ltr">20h40 | Gabi do Carmo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">País da Música Instrumental</p>
<p dir="ltr">Paróquia Sant’anna, a partir das 20h</p>
<p dir="ltr">23/8</p>
<p dir="ltr">20h | Coro de Câmara CPM</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">24/8</p>
<p dir="ltr">20h | Sexta Justa</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Pernambuco Meu País Descentralizado</p>
<p dir="ltr">Ações de literatura, artes circenses, teatro, música, cultura popular</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">23/8</p>
<p dir="ltr">Alto do Cruzeiro, a partir das 15h</p>
<p dir="ltr">Lona &#8211; Rua Alcides Teixeira</p>
<p dir="ltr">14h | Família Galopinho, O Cavalinho que Virou Unicórnio</p>
<p dir="ltr">15h | Espetáculo Riso Interior</p>
<p dir="ltr">16h | Espetáculo Borbulhando</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Mandacaru, a partir das 17h</p>
<p dir="ltr">Rua João Francisco de Lemos</p>
<p dir="ltr">17h | Espetáculo O Número Mais Díficil do Circo</p>
<p dir="ltr">19h | Banda Rossi Original</p>
<p dir="ltr">20h20 | Coco do Pneu</p>
<p dir="ltr">21h20 | Brunessa França</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">24/8</p>
<p dir="ltr">Alto do Cruzeiro, a partir das 15h</p>
<p dir="ltr">Lona &#8211; Rua Alcides Teixeira</p>
<p dir="ltr">15h | A Criança e as Parlendas</p>
<p dir="ltr">16h | Cia Moleza e Gentileza Show</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Rua Alcides Teixeira</p>
<p dir="ltr">18h | Agremiação Cultural Ciranda Flor do Luar</p>
<p dir="ltr">19h | Allan Carlos</p>
<p dir="ltr">20h20 | Erisson Porto</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">23 e 24/8</p>
<p dir="ltr">Mandacaru, a partir das 14h</p>
<p dir="ltr">Rua João Francisco de Lemos</p>
<p dir="ltr">BiblioSesc</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Cortejo Brincantes</p>
<p dir="ltr">22/8</p>
<p dir="ltr">A partir das 17h</p>
<p dir="ltr">Boi Tira Teima</p>
<p dir="ltr">Escola Rebeldes do Samba</p>
<p dir="ltr">Maracatu Estrela de Ouro de Aliança</p>
<p dir="ltr">Maracatu Nação Estrela Brilhante do Recife</p>
<p dir="ltr">Maracatu Xililique</p>
<p dir="ltr">Tribo Indígena Carijós do Recife</p>
<p dir="ltr">Troça Carnavalesca Mista Olinda Frevo e Folia</p>
<p dir="ltr">Urso Branco Cangaçá</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">23/8</p>
<p dir="ltr">A partir das 16h</p>
<p dir="ltr">Bloco das Flores</p>
<p dir="ltr">Boi Cara Branca de Limoeiro</p>
<p dir="ltr">Maracatu Carneiro da Serra</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">24/8</p>
<p dir="ltr">A partir das 16h</p>
<p dir="ltr">Associação de Bacamarteiros de São João</p>
<p dir="ltr">Bloco de Caboclinhos do Sítio Melancia de João Alfredo</p>
<p dir="ltr">Maracatu Leão Misterioso de Nazaré da Mata</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Forma PE (inscrição na bio do instagram @festivalpernambucomeupaís)</p>
<p dir="ltr">EREM Devaldo Borges &#8211; Av. Joaquim Didier, 153 &#8211; Centro</p>
<p dir="ltr">20 a 22/08 | 14h às 17h &#8211; Gestão e Elaboração de Projetos, com Elza Medeiros | 20 vagas</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">21/08 | 9h às 12h e 14h às 17h (teórica) e 22/08 | 9h às 12h (prática) &#8211; Experimento Audiovisual via Celular, com Thayná Almeida | 20 vagas</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">22/08 | 9h às 12h e 14h às 17h (teórica) e 19h às 22h (prática) &#8211; Fotografia de Shows Musicais, com Pablo de Luca | 20 vagas</p>
<p dir="ltr">Fórum Cadeia Produtiva da Cultura, da Criação ao Mercado</p>
<p dir="ltr">EREM Devaldo Borges &#8211; Av. Joaquim Didier, 153 &#8211; Centro</p>
<p dir="ltr">23/8 | 14h -  Fórum Cadeia Produtiva da Cultura, da Criação ao Mercado: Audiovisual, Artes Visuais e Fotografia &#8211; Cynthia Falcão, Chico Ludermir e Franciele Sottero</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Rede PE</p>
<p dir="ltr">Funcultura (inscrição na bio do instagram @festivalpernambucomeupaís)</p>
<p dir="ltr">EREM Devaldo Borges &#8211; Av. Joaquim Didier, 153 &#8211; Centro</p>
<p dir="ltr">23/8 | 14h às 18h &#8211; Tira dúvidas sobre prestação de contas e cadastro do CPC (Cadastro de Produtor Cultural)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">23/8 | 16h às 18h &#8211; Oficinas sobre construção de projetos e inscrição em editais estaduais</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Pátio de Eventos</p>
<p dir="ltr">22 e 23/8 | 18h &#8211; Panfletagem Campanha Secretaria da Mulher</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Agência de Empreendedorismo de Pernambuco (AGE)</p>
<p dir="ltr">20 e 21/8 | 9h às 15h &#8211; Crédito facilitado com a AGE</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Secretaria de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo (SEDEPE)</p>
<p dir="ltr">20 e 21/8 |9h às 15h &#8211; Ações para o Empreendedor</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Secretaria de Desenvolvimento Agrário, Agricultura, Pecuária e Pesca</p>
<p dir="ltr">Auditório do ESMU do IPA em Gravatá &#8211; Av. Cleto Campelo, 109, Centro</p>
<p dir="ltr">22/8 | 9h às 11h &#8211; Palestra: Uso Racional de Agrotóxico</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Detran/PE</p>
<p dir="ltr">Escola Estadual Cleto Campelo &#8211; AV. Agamenon Magalhães, s/nº, Prado</p>
<p dir="ltr">22/8 | 9h às 11h &#8211; Palestra sobre Educação no Trânsito</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar</p>
<p dir="ltr">22/8 | 18h às 23h &#8211; Caminhão Simulador</p>
<p dir="ltr">22/8 | 18h às 23h &#8211; Caminhão Itinerante, com atendimento ao cidadão</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Secretaria de Comunicação</p>
<p dir="ltr">EREM Devaldo Borges &#8211; Av. Joaquim Didier, 153 &#8211; Centro</p>
<p dir="ltr">22 a 24/8 | 9h às 21h &#8211; Estande da Cepe, com venda de livros</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Secretaria da Criança e Juventude</p>
<p dir="ltr">Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar</p>
<p dir="ltr">22/8| 18h &#8211; Campanha de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescente</p>
<p dir="ltr">EREM Devaldo Borges &#8211; Av. Joaquim Didier, 153 &#8211; Centro</p>
<p dir="ltr">22/8| 15h &#8211; Oficina Direitos da Juventude</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDEC-PE) &#8211; ADEPE</p>
<p dir="ltr">22 a 24/8 | 16h &#8211; Unidade Móvel do Centro de Artesanato de Pernambuco</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Serra Negra vibra com cultura popular e música autoral no Festival Pernambuco Meu País</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 17:09:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O distrito de Serra Negra, em Bezerros, viveu um fim de semana de celebração intensa à diversidade cultural de Pernambuco com o Festival Pernambuco Meu País. No último sábado (9) e no domingo (10), os polos País das Culturas Populares, com apresentações iniciadas às 15h, e País da Música, a partir das 18h, reuniram tradição [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O distrito de Serra Negra, em Bezerros, viveu um fim de semana de celebração intensa à diversidade cultural de Pernambuco com o Festival Pernambuco Meu País. No último sábado (9) e no domingo (10), os polos País das Culturas Populares, com apresentações iniciadas às 15h, e País da Música, a partir das 18h, reuniram tradição e contemporaneidade em uma série de shows que ocuparam o entorno da Igreja São Francisco Xavier, próximo ao pórtico luminoso, ponto central do distrito.</p>
<p>Só neste domingo foram três apresentações no palco Culturas Populares e quatro no País da Música. De tarde, reisado, coco e afoxé ditaram o ritmo com o Reisado Imperial, Coco de Zé Teté e o Afoxé Babá Orixalá Funfun.</p>
<p>O Clube Carnavalesco Misto Reisado Imperial, fundado como troça, no dia 11 de janeiro de 1951, passando para categoria de clube no ano de 1993. Inicialmente, o presidente da agremiação iniciou as atividades como folclore, entre eles: Reisado, Marujada, Ciranda, Pastoril e Coco de Roda, com a colaboração de quinze pessoas.</p>
<p>O Reisado Imperial é uma referência na promoção das tradições carnavalescas da cidade, celebrando a rica cultura popular de Pernambuco. Já o Afoxé Babá Orixalá Funfun, é oriundo de Olinda, vem do Ilê Axé Oxum Karê, Terreiro de Matriz Africana, Nação Nagô, integra o grupo artístico do Ponto de Cultura Coco de Umbigada, trazendo jovens negros e afro­descendentes com autoestima na matriz africana e na cultura popular, Babá Orixalá Funfun significa Pai Orixalá Funfun, o termo funfun quer dizer, orixás ligados à criação do mundo e que vestem branco.</p>
<p>“Foi a nossa segunda vez aqui no Festival Pernambuco Meu País, fazendo esse show maravilhoso e trazendo a cultura negra, a cultura de terreiro, tão diversa, trazendo alegria e muito axé aqui pra Serra Negra”, disse Pablo Orixalá, babalorixá e cantor do afoxé.</p>
<p>Encerrando o Culturas Populares, o mestre Zé de Teté trouxe seu coco pisado para sambar em Serra Negra. Narrando o cotidiano de sua gente e seu lugar, embalando num ritmo de genuína tradição de brasilidade, com o coco de roda. A música de Zé de Teté reforça as tradições ancestrais de qualquer indivíduo pernambucano comprometido com suas origens e formação cultural.</p>
<p>No palco do País da Música, o protagonismo foi das mulheres. Isadora Melo, Isabela Moraes e Larissa Lisboa encantaram o público com suas vozes, composições e presença. Isadora apresentou o show “Festança”, com versões autorais e releituras de sucessos do pop e do forró, levando o público a cantar junto, dançar e se emocionar. Isabela, com mais de 20 anos de carreira, emocionou com canções sobre o amor, acompanhada de uma formação intimista, com sanfona e guitarra. Encerrando a noite e o festival, Larissa Lisboa mostrou por que é um dos nomes mais promissores da nova cena musical pernambucana, misturando forró e composições autorais com carisma e potência.</p>
<p>“Estou muito feliz, tocando pela primeira vez aqui em Bezerros. É um privilégio tocar minhas músicas aqui em uma cidade que eu não conhecia. Só tenho a agradecer!”, disse a cantora.</p>
<p>Países também agitaram o sábado (9)</p>
<p>No sábado (9), o festival já havia movimentado a cidade com apresentações que mesclaram e reverenciaram diferentes manifestações populares e musicais. A tarde começou com o Maracatu de Baque Solto Cambinda Brasileira, grupo centenário de Nazaré da Mata, que levou para Serra Negra toda a força da sua batida e do colorido de seus personagens. O som ancestral ecoou com a força de um legado cultural que atravessa gerações.</p>
<p>“Ações como o Pernambuco Meu País mostram que a nossa cultura está sendo mais valorizada, integrando a programação de um evento que vem para enriquecer a nossa história e trazer as culturas de diversas localidades, como a nossa, a da Zona da Mata, para outros lugares. Aqui, tivemos a oportunidade de brincar, de trazer crianças, jovens e adultos &#8211; que ainda não conheciam Serra Negra e, agora, conhecem e assistem outras manifestações -, para se apresentarem”, comentou o porta-estandarte Josivaldo, mais conhecido pelo grupo como “Picolé”.</p>
<p>Em seguida, a Banda de Pífanos Zabumba do Mestre Chimba, do Cabo de Santo Agostinho, subiu ao palco para apresentar sua mistura de coco de roda, zabumba e o som único do pífano. A apresentação teve ainda a participação especial de um trio de bacamarteiros, promovendo um encontro entre diferentes expressões populares. O momento mais emocionante veio com a execução do Hino de Pernambuco nos pífanos, encerrando a apresentação sob aplausos.</p>
<p>Fechando o País das Culturas Populares no sábado, o Afoxé Oxum Pandá encantou o público com uma apresentação de forte beleza cênica e espiritual. Fundado em 1995 nas ladeiras de Olinda e hoje radicado em Recife, o grupo trouxe o ritmo do Ijexá e reverenciou Oxum, orixá da fertilidade e do amor, com bailarinos vestidos de branco e dourado em uma performance carregada de axé.</p>
<p>À noite, no País da Música, Nika Macedo abriu os trabalhos com um forró pé de serra enérgico, misturando violão, triângulo e zabumba com uma levada envolvente. Em seguida, Gabi da Pele Preta e Revoredo emocionaram com o espetáculo “Encruzilhada Agreste”, um encontro poético e musical que homenageia o Agreste e suas raízes culturais, com canções autorais e releituras marcadas por resistência e identidade.</p>
<p>Fechando a noite de sábado, o cantor, compositor e instrumentista Luciano Magno trouxe um show que transita por diversos gêneros musicais. Em sua apresentação, homenageou grandes nomes da música pernambucana e destacou a pluralidade sonora que caracteriza sua carreira.</p>
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		<title>Pernambuco Meu País Descentralizado estreia no Vale do Catimbau com ação sobre cultura alimentar e saberes tradicionais</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Aug 2025 13:09:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119415" aria-labelledby="figcaption_attachment_119415" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/foto-161.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119415" alt="Fotos: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/foto-161-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Teve início na tarde desta sexta-feira (1º), no Vale do Catimbau, a programação do Pernambuco Meu País Descentralizado, mais um polo inédito do Festival Pernambuco Meu País 2025, que reúne gastronomia, literatura, culturas populares e música. A abertura aconteceu às 14h, no salão paroquial da Capela São José, no centro da vila de moradores, em uma atividade integrada com o País da Cultura Alimentar, que conectou memória da terra, tradições orais e o protagonismo feminino.</p>
<p>A vivência de estreia foi a “Semente Crioula: Plantando História, Alimentando o Futuro”, ação que articulou temas como agroecologia, alimentação saudável, história dos grãos e oralidade ancestral, e contou com a participação de jovens estudantes, moradores e profissionais da educação da região, e visitantes do evento.</p>
<p>A nutricionista e técnica em agroecologia Wilka Araújo, que conduziu a atividade, destacou a força simbólica das sementes crioulas. “Toda semente é pequena, mas carrega um mundo. Falar de sementes crioulas é falar de ancestralidade, de herança viva. Quando a gente semeia, está cultivando memórias e modos de vida. Estou aqui por mim, mas também por quem veio antes e pelas pessoas que continuam plantando, semeando, cozinhando e tentando fazer com que a terra seja mais saudável”, destacou.</p>
<p>Wilka também ressaltou o envolvimento dos estudantes locais na atividade. “Eles são o solo mais fértil para essa troca e um público essencial quando falamos de preservar cultura. É neles que a gente planta o futuro”, enfatizou.</p>
<div id="attachment_119416" aria-labelledby="figcaption_attachment_119416" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/foto-17.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119416" alt="A vivência de estreia foi a “Semente Crioula: Plantando História, Alimentando o Futuro”, ação que articulou temas como agroecologia, alimentação saudável, história dos grãos e oralidade ancestral" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/foto-17-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A vivência de estreia foi a “Semente Crioula: Plantando História, Alimentando o Futuro”, ação que articulou temas como agroecologia, alimentação saudável, história dos grãos e oralidade ancestral</p></div>
<p>A ação ainda reforçou o compromisso do projeto com práticas sustentáveis, inclusão e protagonismo das mulheres. De acordo com Dianne Sousa, assessora de Gastronomia da Secult-PE, toda a curadoria foi pensada a partir das especificidades do território. “O Vale do Catimbau tem uma relação profunda com a agroecologia. Direcionamos as atividades para que dialogassem com a realidade local, incentivando a troca de técnicas e o uso de insumos da própria terra, como o licuri. Especialmente, reconhecendo o protagonismo do território, queremos que as mulheres das cooperativas possam replicar esses saberes nos seus ofícios cotidianos, por exemplo”, explicou.</p>
<p>Mais ações voltadas ao fortalecimento de práticas comunitárias e à difusão de expressões culturais conectadas à terra acontecem até este sábado, com o “Bora Fermentar” e a “Oficina de Panificação &#8211; Quintais Produtivos”. Já a programação do polo segue até este domingo (3), com diversas ações e muita música, com shows de Coco Santiago, Valdi Afonjah, Paulo Matricó, Gean Ramos e mais. Toda a programação está disponível no Instagram oficial do festival, o <a href="http://instagram.com/festivalpernambucomeupais">@festivalpernambucomeupais </a>e o <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
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		<title>Em Salgueiro, concentração dos países das Brincadeiras, Culturas Populares, Música e Economia Criativa atrai público de todas as idades, neste sábado (26)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/em-salgueiro-concentracao-dos-paises-das-brincadeiras-culturas-populares-musica-e-economia-criativa-atrai-publico-de-todas-as-idades-neste-sabado-26/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Jul 2025 06:21:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No Pernambuco Meu País 2025, todos os caminhos se encontram. Em Salgueiro, primeiro município-sede da 2ª edição do festival, a concentração dos países das Brincadeiras, Culturas Populares, Música e Economia Criativa, às margens do Açude Velho, no Museu do Couro, é um elo entre a diversidade de linguagens. Neste sábado (26), o ponto de encontro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119299" aria-labelledby="figcaption_attachment_119299" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-6.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119299" alt="Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-6-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">No Pernambuco Meu País 2025, todos os caminhos se encontram. Em Salgueiro, primeiro município-sede da 2ª edição do festival, a concentração dos países das Brincadeiras, Culturas Populares, Música e Economia Criativa, às margens do Açude Velho, no Museu do Couro, é um elo entre a diversidade de linguagens. Neste sábado (26), o ponto de encontro reuniu uma programação de espetáculos, apresentações de mestres da cultura do Estado, músicos e feira de artesanato e gastronomia, atraindo público de todas as idades.</p>
<p dir="ltr">“O Governo do Estado de Pernambuco acredita numa política cultural, democrática e representativa. O Pernambuco Meu País é uma grande ação que valoriza os segmentos culturais. Então, aqui, onde estamos, conseguimos valorizar, potencializar e curtir dança, música, teatro, circo e mais. Assim, momentos como esse não só potencializam essas linguagens, mas também dão local, voz e vez”, ressaltou a secretária executiva de Cultura de Pernambuco, Yasmim Neves.</p>
<p dir="ltr">A partir das 15h, os países deram início à programação do dia. No País das Brincadeiras, que conta com um palco-picadeiro, o espetáculo “Versos e Passos” promoveu uma imersão nos ritmos e danças populares pernambucanas. Com um corpo de baile jovem e com vestes tradicionais das expressões, a apresentação também saudou artistas do Estado, como a “Rainha da Ciranda”, Lia de Itamaracá.</p>
<p dir="ltr">No polo, a tarde ainda recebeu mais destaque ao contar com a presença do Mestre Calú &#8211; Patrimônio Vivo de Pernambuco -, mamulengueiro e natural de Vicência, que trouxe o “Presépio Mamulengo Flor de Jasmim”, espetáculo que reúne teatralidade, trilha sonora ao vivo e contação de histórias, encantando espectadores de todas as faixas etárias.</p>
<p dir="ltr">A programação seguiu encantando toda a família, com o encerramento do dia feito pelo espetáculo “Um Curto-Circuito de Risos!”, do Palhaço Gambiarra, que contagiou o público e o levou às gargalhadas ao unir o improviso, números de equilíbrio no monociclo, malabarismo com claves e interações, com direito à contação de histórias com o “traca-traca”, brinquedo popular feito artesanalmente de madeira com fitas de cetim.</p>
<div id="attachment_119300" aria-labelledby="figcaption_attachment_119300" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119300" alt="Patrimônio Vivo de Pernambuco, Mestre Calú encantou o público com espetáculo que reuniu teatralidade, trilha sonora ao vivo e contação de histórias " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônio Vivo de Pernambuco, Mestre Calú encantou o público com espetáculo que reuniu teatralidade, trilha sonora ao vivo e contação de histórias</p></div>
<p dir="ltr">Simultaneamente, o País das Culturas Populares promoveu um show ao ar livre, com uma apresentação ritmada pela tradicional sonoridade do ijexá e da percussão, feita pelo Afoxé Raízes de Zumbi, grupo que valoriza a influência dos ritmos africanos nas expressões culturais locais.</p>
<p dir="ltr">Em seguida, foi a vez da Banda de Pife e Zabumba São Sebastião, de Arcoverde, que reúne anos de preservação do ritmo, formada por nomes de referência, como o Mestre Dão do Pife. Com 83 anos e 70 dedicados à expressão, o músico manifestou a sua felicidade em integrar a programação. “Vim aqui apresentar essa cultura, que eu adoro, e saio bem aplaudido, apoiado, sendo ouvido. Isso me deixa feliz, por entender que o pife é uma cultura que precisa ser valorizada, por ser símbolo da cultura do Estado e estar na identidade, está no povo”, defendeu.</p>
<p dir="ltr">O final da tarde foi marcado pela apresentação de mais um Patrimônio Vivo de Pernambuco, com o Samba de Véio da Ilha de Massangano, de Petrolina, que reúne a tradição oral e a influência indígena, africana e portuguesa, ao condensar o samba de roda, coco e o reisado em sua expressão única. A apresentação foi convidativa à interação do público presente, com todos os espectadores dançando junto com o grupo, encerrando a programação do polo.</p>
<div id="attachment_119301" aria-labelledby="figcaption_attachment_119301" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-33.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119301" alt="O Samba de Véio da Ilha do Massangano convidou o público para dançar canções que condensam o samba de roda, coco e o reisado em uma expressão única " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-33-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Samba de Véio da Ilha do Massangano convidou o público para dançar canções que condensam o samba de roda, coco e o reisado em uma expressão única</p></div>
<p dir="ltr">Já no início da noite, a partir das 18h, foi a vez do País da Música ganhar as atenções do público. Com a multiartista Luna Vitrolira como mestre de cerimônia, o polo contou com apresentações de Sarah Leandro, natural de Bodocó, e Anchieta Dali, de Tacaratu, que encerraram a programação do ponto de encontro das linguagens, ao celebrar o forró e suas raízes. Contemplando a potência da composição autoral pernambucana, também dando espaço à homenagem aos clássicos, os repertórios foram um convite a entrar na dança.</p>
<p dir="ltr"><strong>ECONOMIA CRIATIVA</strong></p>
<p dir="ltr">Toda a programação do dia contou com o giro do público por uma amostragem do comércio local independente, com a presença de diversos comerciantes do artesanato e gastronomia, que se concentraram no País da Economia Criativa – em formato de feira ao ar livre.</p>
<p dir="ltr">Moradora da Zona Rural de Salgueiro há 47 anos e expositora nesta edição do festival, Corrinha Silva considerou a ação como uma vitrine para os pequenos empreendedores. “Para a gente, é uma oportunidade tanto para divulgar, como para vender. Aqui, temos a chance de apresentar a nossa produção para que mais pessoas, daqui e de fora da cidade, conheçam. Ações como essa são muito boas para que a nossa cultura seja conhecida e levada a mais lugares”, destacou.</p>
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		<title>Inscrições para a Convocatória Nacional Pernambuco Meu País entram nas últimas semanas</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Apr 2025 17:47:30 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/PEMEUPAIS-_-Convocatória-Nacional.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-117393" alt="PEMEUPAIS _ Convocatória Nacional" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/PEMEUPAIS-_-Convocatória-Nacional-388x486.png" width="388" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">As inscrições das propostas artísticos-culturais na Convocatória Nacional Pernambuco Meu País chegam às últimas semanas. O edital público do Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco &#8211; FUNDARPE e da Secretaria de Cultura de Pernambuco &#8211; SECULT, lançado no último dia 2 de abril, segue aberto até às 16h59 do dia 30 deste mês, exclusivamente pela plataforma <a href="http://www.mapacultural.pe.gov.br">Mapa Cultural</a> de Pernambuco. Poderão participar da seleção artistas individuais, grupos, companhias, coletivos culturais e pessoas reconhecidas com notório saber nas devidas áreas de atuação.</p>
<p dir="ltr">Em sua primeira edição, a convocatória nacional visa fortalecer e difundir o cenário cultural,  incentivando a circulação de agentes culturais em diferentes territórios, promovendo intercâmbios entre artistas, comunidades e saberes. Ao todo, 13 categorias estão disponíveis para submissão, sendo elas artesanato, artes circenses, artes visuais, atividade formativa, audiovisual, culturas populares, dança, design e moda, fotografia, gastronomia, literatura, música e teatro e ópera.</p>
<p dir="ltr">Para seleção, serão contemplados projetos que contribuam para a valorização e difusão das expressões culturais em eventos realizados e/ou que contenham ação própria da Fundarpe/Secult-PE e que compõem os Ciclos Turístico e Cultural do Estado de Pernambuco, incluindo o Festival Pernambuco Meu País, no período de 12 (doze) meses, exceto os Ciclos Carnavalesco e Junino, que possuem editais próprios.</p>
<p dir="ltr">Em reta final da fase de submissões, a diretora de Ações Culturais da Fundarpe, Carla Pereira, atenta às etapas de confirmação de envio das documentações e reforça o convite a todo o setor cultural do país. “É importante que todos leiam atentamente ao edital, fiquem atentos aos prazos, à lista de documentos e, principalmente, ao e-mail de confirmação da inscrição, ao finalizar o processo. Com isso, convidamos a todos a participarem do processo para que tenhamos um ciclo cultural diverso e com entregas incríveis”, destaca.</p>
<p dir="ltr"><strong>Dúvidas e esclarecimentos </strong></p>
<p dir="ltr">As informações, dúvidas e outros esclarecimentos sobre a documentação exigida são prestados por meio do e-mail contactacaofundarpe@gmail.com e pelo telefone (81) 3184-3015, das 9h às 17h, de segunda a sexta-feira. O número também funciona como contato direto através do WhatsApp.</p>
<p dir="ltr">A Fundarpe também está realizando atendimento presencial, exclusivamente para dúvidas sobre documentação, na sede da Fundação, na Rua da Aurora, nº 463, bairro da Boa Vista, Recife, de segunda a sexta- feira, das 9h às 12h e das 13h às 17h. A entrada acessível a pessoas com dificuldade de locomoção ou com deficiência física será realizada pela Rua da União, 273, no bairro da Boa Vista.</p>
<p dir="ltr"><strong>Próximas etapas</strong></p>
<p dir="ltr">Após o período de finalização das inscrições, o Núcleo de Documentação da Fundarpe segue para a Análise Documental, que acontecerá a partir do dia 02 de maio até o dia 10 do mesmo mês.</p>
<p dir="ltr">Em seguida, um Resultado Preliminar será disponibilizado no dia 13/05 através do Diário Oficial do Estado (extrato), do Mapa Cultural de Pernambuco (<a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/">https://www.mapacultural.pe.gov.br/</a>) e pelo Portal Cultura PE (<a href="https://www.cultura.pe.gov.br/">https://www.cultura.pe.gov.br/</a>).</p>
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		<title>Culturas Tradicionais de Pernambuco dão o tom no País das Culturas Populares</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 23:40:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Saudar a riqueza da cultura popular pernambucana em seus ritmos, cores e linguagens é o propósito do País das Culturas Populares no Festival Pernambuco Meu País e neste último dia de festa em Arcoverde não foi diferente. Mestre Galo Preto, Xaxado Raízes do Amanhã Pedra e Samba de Coco Trupé de Arcoverde trouxeram, cada um em seu estilo, o melhor das culturas pernambucanas.</p>
<p>Abrindo o palco: Tomaz Aquino Leão, ou como todos o conhecem Mestre Galo Preto levou a tradição do coco e do repente para o palco-caminhão em Arcoverde. Com muito improviso, elegância e irreverência, Galo Preto trouxe um repertório eclético e bastante conhecido da sua longa. “Bate o pandeiro”, “Coco do idoso” e “Pernambucana” foram algumas das entoadas que fizeram todos os pés dançarem ao ritmo do coco no portal do sertão de Pernambuco.</p>
<p>Patrimônio Vivo de Pernambuco, Mestre Galo Preto com seu pandeiro continua difundindo a poética e melodia do coco e da embolada pelos quatro cantos do Estado. O músico continua com uma vitalidade invejável e domina o palco com sua presença magnética. “Foi muito bom estar aqui em Arcoverde, eu fiquei feliz de tocar aqui depois de algum tempo e é sempre uma alegria pra mim”, disse o mestre.</p>
<p>Logo em seguida, descendo do palco e se apresentando no chão lado a lado do público, integrantes Raízes do Amanhã fizeram uma performance evocando a tradição do xaxado. Cerca de 90% deles são alunos e alunas da Escola de Referência em Ensino Médio Professor Brasiliano Donino da Costa Lima que fazem parte da Associação Cultural homônima. A Raízes do Amanhã é um movimento de aproximadamente 500 membros que mantêm vivas, além do xaxado, expressões culturais como frevo, pastoril, quadrilha e até a Paixão de Cristo.</p>
<p>Por último, encerrando o dia do palco-caminhão o Samba de Coco Trupé de Arcoverde levou toda a tradição do coco de Arcoverde para o público local. Criado em maio de 2009 pelo mestre Cícero Gomes, o Samba de Coco Trupé de Arcoverde se dedica há 11 anos a manter viva essa tradição do coco na cidade com eventos, palestras e oficinas para crianças, jovens e idosos sobre a importância dessa cultura para a região.</p>
<p>Da criança ao adulto, ninguém deixou de arrastar os pés com o coco do tradicional grupo. O País das Cultura Populares encerrou suas atividades em Arcoverde cumprindo sua missão de exaltar a riqueza das artes pernambucanas e já ligou as turbinas com rumo a Buíque.</p>
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