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	<title>Portal Cultura PE &#187; curso</title>
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		<title>&#8220;Destravar Ideias&#8221;: Curso para uso de incentivos estaduais chega a Serra Talhada com apoio do Funcultura</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 17:55:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Funcultura, o curso “Destravar Ideias, Elaborar Projetos”, realizado pelo produtor cultural Alexandre Melo, inicia a fase final da sua circulação por Pernambuco em Serra Talhada, no Sertão do estado. As atividades acontecem de 8 a 13 de abril, no turno da manhã e da tarde, e são totalmente gratuitas. A iniciativa tem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_117181" aria-labelledby="figcaption_attachment_117181" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Flávia-Benevides-crédito-da-foto-Alexandre-Melo-reúne-na-produção-cultural-mais-de-50-projetos-aprovados-no-Funcultura.jpeg"><img class="size-medium wp-image-117181" alt="Produtor cultural Alexandre Melo realiza  formações voltadas para produção cultural com incentivo estadual. O projeto “Destravar Ideias, Elaborar Projetos”  realiza sua etapa final em Serra Talhada. Imagem: Flávia Benevides." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Flávia-Benevides-crédito-da-foto-Alexandre-Melo-reúne-na-produção-cultural-mais-de-50-projetos-aprovados-no-Funcultura-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Produtor cultural Alexandre Melo realiza formações voltadas para produção cultural com incentivo estadual. O projeto “Destravar Ideias, Elaborar Projetos” realiza sua etapa final em Serra Talhada. Imagem: Flávia Benevides.</p></div>
<p>Com incentivo do Funcultura, o curso “Destravar Ideias, Elaborar Projetos”, realizado pelo produtor cultural Alexandre Melo, inicia a fase final da sua circulação por Pernambuco em Serra Talhada, no Sertão do estado. As atividades acontecem de 8 a 13 de abril, no turno da manhã e da tarde, e são totalmente gratuitas. A iniciativa tem o apoio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundarpe.</p>
<p>Voltado para quem quer entender melhor como criar, planejar e inscrever propostas culturais em editais públicos, o curso oferece duas turmas presenciais. A segunda, de 11 a 13 de abril, será preferencial para pessoas surdas e contará com intérprete de Libras. As inscrições estão abertas no <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeBAreyA4w6wm__3yMCmgQjAZ2VTMkDgSHB8Nzfg_ZuA8GahA/viewform" target="_blank"><strong>link</strong></a>.</p>
<p><strong>Formação com linguagem simples e foco no interior</strong></p>
<p>Desde 2023, Alexandre vem levando o curso para cidades do Agreste, Sertão e também comunidades quilombolas e tradicionais. A proposta é mostrar, de maneira clara e acessível, como funciona a captação de recursos para projetos culturais por meio de leis de incentivo. “O curso é reconhecido pela forma descomplicada com que falo sobre esse assunto. A ideia é democratizar o acesso aos editais e fortalecer quem muitas vezes ainda não teve essa oportunidade”, conta Alexandre.</p>
<p>Com mais de 50 projetos aprovados no Funcultura e mais de 15 anos de atuação, ele também já foi capacitador nos Ciclos de Capacitações do Funcultura entre 2016 e 2019. O conteúdo do curso é o mesmo em todas as cidades, com adaptações específicas para públicos com deficiência visual ou auditiva.</p>
<p><strong>Etapa final da circulação</strong></p>
<p>A parada em Serra Talhada marca a reta final do projeto, que já passou por Garanhuns, Buíque e por comunidades como Castainho e Curuquinha dos Negros. Além do incentivo do Funcultura, a realização também conta com apoio da Fundação Cultural Cabras de Lampião, da Ser.tão Libras e da Mayara Contabilidade. Uma nova cidade ainda será confirmada para encerrar a rota.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>Curso “Destravar Ideias, Elaborar Projetos” – Alexandre Melo<br />
Data: 8 a 13 de abril de 2025<br />
Turma 1: 8 a 10/04<br />
Turma 2: 11 a 13/04 – preferencial para pessoas surdas Local: Museu do Cangaço – Vila Ferroviária, s/n, bairro São Cristóvão, Serra Talhada – PE Turnos: manhã e tarde<br />
Inscrições: <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeBAreyA4w6wm__3yMCmgQjAZ2VTMkDgSHB8Nzfg_ZuA8GahA/viewform" target="_blank">bit.ly/3XNUHrf</a><br />
Gratuito | Com intérprete de Libras</p>
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		<title>Curso Ficcionalizar abre inscrições gratuitas para formação audiovisual no Quilombo Onze Negras</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Dec 2024 15:06:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115122" aria-labelledby="figcaption_attachment_115122" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Ficcionalizar.jpg"><img class="size-medium wp-image-115122" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Ficcionalizar-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Curso Ficcionalizar</p></div>
<p>O curso Ficcionalizar oferece aulas de direção, roteiro, direção de arte, captação de som, produção, preparação de elenco e edição no município do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife. A atividade está com inscrições abertas até esta sexta-feira (20) para aulas de formação audiovisual na Escola Municipal Quilombola Onze Negras. A iniciativa é gratuita e oferece 40 vagas para adolescentes a partir de 16 anos e jovens de todas as idades, com preferência para moradores da comunidade e demais residentes da cidade. A iniciativa conta com o incentivo da Lei Paulo Gustavo (LPG).</p>
<p>A formação oferece acessibilidade comunicacional nas aulas, com interpretação em libras, e inclui oficinas nas áreas supracitadas com profissionais especializados. Com o apoio de facilitadores que vivem a essência da comunicação popular, os participantes do curso vão fazer um filme cumprindo todas as etapas do processo cinematográfico, desde o roteiro até a exibição.</p>
<p>Com o lema Só a Ficção Pode Salvar a Realidade, o curso tem como objetivo proporcionar uma vivência completa no processo de criação audiovisual permitindo que participantes desenvolvam habilidades práticas e teóricas para se tornarem profissionais no campo do cinema a partir das experiências da realidade local.</p>
<p>A formação é dividida em dois módulos que acontecem no início de 2025: Módulo 1 &#8211; Contar: Criação de um Documentário, que acontece de 7 a 21 de janeiro (terças, quartas e quintas-feiras), das 8h às 12h e das 14h às 18h; Módulo 2 &#8211; Recontar: Criação de uma Docuficção, que ocorre de 28 de janeiro a 23 de fevereiro (sábados e domingos), das 8h às 12h e das 14h às 18h. As inscrições podem ser realizadas no <a title="Ficcionalizar na Comunidade Quilombola Onze Negras" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd_jDJtRwDRD3WCcz4Zqsf63Y3Qsisof2YL9-btdY_7j6p4CA/viewform?pli=1" target="_blank"><strong>formulário</strong></a> on-line, ou diretamente na Escola Municipal Quilombo Onze Negras.</p>
<p>Reconhecido pela Fundação Palmares, o Quilombo Onze Negras está localizado no Engenho Trapiche, no município do Cabo de Santo Agostinho e é um dos dois quilombos existentes na Região Metropolitana do Recife, junto com o Xambá, em Olinda.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Pôster-Ficcionalizar.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-115123" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Pôster-Ficcionalizar-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
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		<title>Trinta Tons de Azul revisita três décadas de arte em porcelana no Mepe</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 18:21:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) e a Sociedade dos Amigos do Museu, apresentam a exposição Trinta Tons de Azul, em celebração aos 30 anos do curso de pintura em porcelana, sob a orientação da professora Marisa Varella. Com inauguração no dia 19 de novembro, a exposição fica aberta ao público de 20 a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) e a Sociedade dos Amigos do Museu, apresentam a exposição Trinta Tons de Azul, em celebração aos 30 anos do curso de pintura em porcelana, sob a orientação da professora Marisa Varella. Com inauguração no dia 19 de novembro, a exposição fica aberta ao público de 20 a 24 de novembro.</p>
<p>Todos os anos, o Mepe e a Sampe oferecem aos alunos do curso um espaço para expor suas criações. Em 2024 o tema escolhido, Trinta Tons de Azul, faz alusão à primeira cor utilizada na arte da porcelana. Esta tradição secular, que remonta às origens da porcelana oriental, encontra novas formas de expressão nas mãos habilidosas dos alunos, que reinterpretam técnicas clássicas com uma perspectiva contemporânea.</p>
<p>O curso, iniciado há três décadas, é um marco na história do Mepe e sua relevância vai além da técnica. Ao longo dos anos as turmas de pintura em porcelana têm promovido a preservação desse legado artístico mantendo viva a tradição e fomentando a criatividade dos participantes.</p>
<p>A escolha do azul como tema é carregada de simbolismo. Além de ser a primeira cor a adornar a porcelana, evoca serenidade, profundidade e ao mesmo tempo representa um universo vasto de possibilidades. Cada obra exposta traduz a dedicação, a paciência e o esmero dos alunos que, sob a tutela de Marisa Varella, têm cultivado um olhar artístico singular e uma habilidade técnica refinada.</p>
<p>Marisa, que está à frente do curso desde sua criação, é uma figura essencial no cenário artístico de Pernambuco. Ao longo de mais de 30 anos sua paixão pela arte e seu compromisso com o ensino têm sido fundamentais para a formação de novas gerações de artistas. Aos 83 anos de idade, Marisa segue inspirando e compartilhando seu conhecimento com entusiasmo e maestria, sempre fiel a seu amor pela porcelana.</p>
<p>A exposição Trinta Tons de Azul é um convite para explorar a beleza e a complexidade dessa forma de arte ao mesmo tempo que celebra a trajetória de sucesso do curso e o legado inspirado por Marisa Varella no Museu do Estado de Pernambuco.</p>
<p>Fazem parte do curso 14 participantes: Ada Magalhães, Alzi Amorim, Arlete Pedrosa, Celina Aguiar, Clara Gaia, Daise Barreto, Geruza Araújo, Goretti Magalhães, Iranilde Brissant, Karina Lisboa, Maisa Duarte, Marise B. Rêgo, Patricia Arruda.</p>
<p>Os admiradores dessa arte milenar estão convidados a visitar a exposição e ter a oportunidade de levar consigo um pouco desses trinta tons dessa arte.</p>
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		<title>Curso gratuito ensina a criar carreira artística, elaborar projetos e captar recursos para viver de cultura</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/curso-gratuito-ensina-a-criar-carreira-artistica-elaborar-projetos-e-captar-recursos-para-viver-de-cultura/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Oct 2024 13:34:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113903" aria-labelledby="figcaption_attachment_113903" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Empreender-na-cultura.-Crédito-Liga-Criativa-Divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-113903" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Empreender-na-cultura.-Crédito-Liga-Criativa-Divulgação-607x340.jpg" width="607" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">Curso Empreender na Cultura: O Jogo, com Eliz Galvão, da Liga Criativa</p></div>
<p>Inúmeros projetos culturais e incursões artísticas mofam na gaveta da desistência ou no breu da desesperança porque falharam na tentativa de estabelecer uma ponte entre sonho e realidade. Os tropeços englobam de fragilidade na condução da carreira a dificuldade de fazer planejamentos consistentes para captar recursos e finalmente conseguir tirar as ideias do papel. A reversão desse emaranhado de frustrações não é uma hipótese impossível &#8211; e um curso gratuito oferecido no interior de Pernambuco se propõe a ensinar o caminho profissional para quem deseja ser um empreendedor criativo e bem-sucedido na área da cultura.</p>
<p>Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), do Governo de Pernambuco, e apoio do Sesc Arcoverde e da Giral Desenvolvimento Humano e Local, o curso Empreender na Cultura: O Jogo oferece aulas para guiar a trajetória de aspirantes a profissionais da cultura por meio do aprimoramento pessoal, da estruturação da carreira, da habilidade de formular projetos e do conhecimento sobre as fontes e os mecanismos de acesso aos financiamentos no setor.</p>
<p>As aulas são ministradas em duas modalidades: física (para as cidades de Arcoverde, no Sertão, e Glória do Goitá, na Zona da Mata Norte) e on-line (destinadas a todas as regiões de Pernambuco, à exceção da Região Metropolitana do Recife). As inscrições já estão abertas para selecionar 25 alunos em cada turma das atividades presenciais. O treinamento ocorre, este mês, nos dias 22 e 23 (em Arcoverde, das 9h às 17h) e 29 e 30 (em Glória do Goitá, das 9h às 17h).</p>
<p>O treinamento utiliza jogos, dinâmicas em grupo, exercícios estratégicos, relatos de casos e técnicas baseadas em experiências exitosas nos módulos de ensino organizados em conteúdo informativo para artistas, produtores, técnicos, agentes culturais e outros interessados. O foco da etapa inicial é municiar os participantes com ferramentas relevantes para dar consistência ao desenvolvimento pessoal e à construção da carreira ou do modelo de negócio artístico a partir da avaliação das próprias experiências e de situações profissionais com valor pedagógico importante.</p>
<p>O conteúdo contempla de autoconhecimento, técnicas de organização, análise de crenças limitantes e produção artística a manejo da tecnologia, noções de economia criativa, precificação, finanças, formalização, vendas, marketing nas redes sociais, negociação com cliente, vendas e posicionamento no mercado.</p>
<p>As atividades fazem parte do projeto Empreender na Cultura É um Negócio Viável e são conduzidas pela produtora, consultora e empreendedora cultural Eliz Galvão, da Liga Criativa, empresa com ampla expertise na capacitação de profissionais para tocar iniciativas no mercado artístico. A especialista tem mais de 15 anos de experiência nacional na área, acumula mais de cinco mil pessoas atendidas em todo o Brasil e 80 turmas formadas e liderou, produziu ou atuou em cerca de 120 planejamentos culturais.</p>
<p>“O maior desejo dos artistas é conseguir viver de sua arte e o maior desafio que encontrei ao realizar essa formação é também seu principal diferencial. Desburocratizar e facilitar o entendimento de assuntos mercadológicos e trazer isso para o universo artístico tem resultado em retornos palpáveis sobre a formação. Temos artistas se formalizando de maneira correta, fazendo o registro de suas marcas, conseguindo captar recursos para seus sonhos culturais e conseguindo planejar melhor suas vidas e suas carreiras”, diz Eliz. Esse treinamento da Liga Criativa ocorre desde 2022 e já passou por várias cidades do Estado.</p>
<p>A primeira fase da formação na cidade sertaneja é ministrada no Sesc Arcoverde, mira primordialmente a linguagem musical e conta com participação especial do Coco Raízes de Arcoverde e do Samba de Coco Irmãs Lopes &#8211; grupos conhecidos na região pela trajetória notória na arte que compartilham nuances da carreira com os participantes. Em Glória do Goitá, a vertente artística principal é a arte visual e os convidados são o Galpão das Artes de Limoeiro e o produtor cultural Pablo Dantas. O curso ocorre na sede da OSC Giral, no bairro Santa Felicidade. Ambas as turmas contam com reserva de vaga para pessoas com mobilidade reduzida, baixa visão ou deficiência motora.</p>
<p><strong>ON-LINE -</strong> As atividades virtuais complementam as aulas presenciais, desdobram-se em quatro encontros e reúnem tanto quem participou da primeira etapa quanto outros 40 alunos &#8211; divididos em dois grupos de 20 e incorporados às turmas originais &#8211; de qualquer região do Estado (excluída a Região Metropolitana do Recife). As inscrições são abertas em 4 de novembro e as aulas ocorrem nos dias 11, 12, 13 e 14 do mesmo mês, por meio da plataforma Zoom e com suporte do aplicativo WhatsApp para esclarecimento de dúvidas e orientações extras durante o período do curso.</p>
<p>A fase virtual se debruça sobre o ecossistema de financiamento aos projetos culturais, as fontes formais de captação de receita, a elaboração do planejamento em sintonia com as determinações, regras e especificidades previstas em editais de entes públicos ou instituições privadas. A metodologia se dedica a ensinar o bê-a-bá para garantir o aporte de recursos fundamentais à viabilização das propostas de empreendimento cultural &#8211; da receita à execução do orçamento.</p>
<p>As aulas focam preferencialmente em artistas e produtores culturais cis ou trans, pessoas negras, pardas, em situação de vulnerabilidade socioeconômica, com deficiência auditiva, motora, mobilidade reduzida ou baixa visão e têm recurso de intperprete de libras para permitir o acesso a pessoas surdas. Todas as inscrições podem ser feitas pelo <a title="@ligacriativa" href="https://www.instagram.com/ligacriativa/" target="_blank">Instagram</a> da Liga Criativa.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span></p>
<p><strong>Curso Empreender na Cultura: O Jogo, com Eliz Galvão, da Liga Criativa</strong><br />
<em>Aulas presenciais: Arcoverde (dias 22 e 23 de outubro) e Glória do Goitá (29 e 30 de outubro)</em><br />
Inscrições: abertas<br />
Vagas: 25 para cada turma<br />
Horário das aulas: das 9h às 17h<br />
<em>Aulas on-line: dias 11, 12, 13, 14 de novembro</em><br />
Inscrições: abertura em 4 de novembro<br />
Vagas: 40 (divididas em dois grupos de 20 incorporados às turmas presenciais)<br />
Plataforma: Zoom, com suporte pelo WhatsApp<br />
Horários: das 14h às 16h30 (turma da Zona da Mata e Agreste) e das 19h às 21h30 (turma do Sertão) &#8211; ambas com intérprete de libras<br />
Inscrições: <a title="@ligacriativa" href="https://www.instagram.com/ligacriativa/" target="_blank">Liga Criativa</a></p>
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		<title>Torre Malakoff recebe exposição Fundação Terra: 40 Anos de Solidariedade</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 14:18:05 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113696" aria-labelledby="figcaption_attachment_113696" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Pedro Henrique Torquato/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Foto-de-Pedro-Henrique-Torquato.jpg"><img class="size-medium wp-image-113696" alt="Pedro Henrique Torquato/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Foto-de-Pedro-Henrique-Torquato-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Manifestações culturais envolvem jovens e adultos no fortalecimento da identidade local</p></div>
<p>Alguém já definiu com propriedade que fotografar é congelar o tempo e preservar memórias. Gratificante no nosso caminhar do dia a dia, portanto, gerar lembranças e com elas contar nossas histórias. A Fundação Terra e a coordenação do curso de fotografia da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) uniram-se, nessa perspectiva, em torno da exposição fotográfica Fundação Terra: 40 Anos de Solidariedade para revelar os feitos da Instituição fincada em Arcoverde, Sertão de Pernambuco que tem promovido nas últimas quatro décadas o essencial serviço que é cuidar do próximo, sobretudo no amparo irrestrito aos mais vulneráveis.</p>
<p>“Fundação Terra: 40 Anos de Solidariedade vai além de uma mostra de fotos: é um convite para sentir, para se emocionar, para enxergar que, por trás de cada rosto, de cada sorriso, há uma história de superação e amor”, destaca a fotógrafa Renata Victor, curadora da mostra.</p>
<p>Com o apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), a mostra ocupa a Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, Bairro do Recife) até o dia 27 de outubro. A visitação é gratuita, de terça a sexta-feira, das 10h às 17h; e aos domingos, das 14h às 18h. Além da Unicap, a mostra tem patrocínio de Arcádia e Rei dos Acessórios.</p>
<p>Ao longo de sua permanência, a mostra conta com uma agenda cultural paralela, o que retrata a preocupação e o apoio da Fundação Terra também para com a preservação das nossas manifestações culturais. Nesta quinta-feira (3), das 10h às 12h, é realizada mais uma edição do Curso de Fotografia para Celular, com a fotógrafa Gisele Carvallo; no dia 10, no mesmo horário, ocorre a palestra Promoção Social na Fundação Terra, com Christiane Casal, coordenadora do Setor Social da Fundação; no dia 17, também das 10h às 12h, acontece a Oficina de Produção de Fuxico, com as Mulheres Grupo Artes da Terra apoiadas pela instituição; e no dia 27, das 15h às 17h, há a Oficina Samba de Coco, com arte-educadores da Fundação Terra.</p>
<p>“A exposição celebra 40 anos de solidariedade retratando, por meio de 40 imagens, o cotidiano das nossas atividades nas áreas de saúde, educação e ação social. As fotos capturadas por talentosos autores refletem com sensibilidade o impacto do trabalho da Fundação Terra. Esperamos que essa mostra inspire e permita a quem a visita um vislumbre do que foi construído ao longo dessas quatro décadas de serviços aos mais necessitados&#8221;, diz a presidente da Fundação, Ana Bretas de Vasconcellos.</p>
<p>A iniciativa expõe imagens do conjunto de mais de 200 fotos registradas pelos inscritos em concurso realizado pela instituição, juntamente com o curso de fotografia da Unicap, em etapa anterior à mostra. São registros de profissionais ou não, feitos por quem ama a arte de fotografar. “Cada fotografia revela uma história de luta, superação e esperança que renasce”, lembra Renata Victor, que também é coordenadora do curso da Unicap e uma das idealizadoras do projeto envolvendo concurso e exposição.</p>
<p>Integram a mostra 16 autores: Afonso Gutemberg, Américo Nunes, Arthur Botelho, Claudia Dalla Nora, Eulália Giles, Jacira Nascimento, Kalan Alves, Laura Cavalcanti, Luciana Dantas, Noélia Brito, Pedro H. Torquato, Roberta Tavares, Silvana Andrade, Thayná Virgínio, Valkíria Santos e Zarela Dias. A seleção das imagens foi feita por um júri composto pela presidente da Fundação Terra, Ana Flávia Bretas; os fotógrafos Thiago Medeiros, Renata Victor e Mariangela Chiari, que também é artista plástica, além da cerimonialista Tatiana Marques.</p>
<p>“Ao chegar na Torre Malakoff o visitante é envolvido por obras distribuídas em duas salas: uma dedicada aos projetos sociais e a outra à saúde e educação. Por meio das imagens as pessoas vislumbram atos de amor, trabalho árduo e dedicação. A Fundação Terra é isso: feita por pessoas que acreditam no poder do cuidado, que todos os dias escolhem mudar o mundo a seu redor. Cada foto é um fragmento dessa missão silenciosa e incansável, que transforma o impossível em realidade”, define Renata Victor.</p>
<p><strong>EDUCAÇÃO, SAÚDE E AÇÕES SOCIAIS -</strong> A educação gratuita e de qualidade é o alicerce da Fundação Terra, que atende mais de 900 crianças em suas duas escolas. Segundo Silvia Julião, coordenadora da área, além do currículo tradicional os alunos têm a oportunidade de participar de projetos inovadores, como robótica, informática e aulas de idiomas, incluindo inglês e francês.</p>
<p>Na sala que retrata o segmento, a exposição conta com objetos que simbolizam o compromisso com a formação integral das crianças: quimono, cordão de autismo, representando a inclusão na educação, medalhas conquistadas em competições de robótica, desenhos criativo e um poema especial escrito pelos estudantes em celebração aos 40 anos da Fundação. Uma pequena mesa com um prato simboliza o compromisso da instituição de garantir tanto a educação quanto a alimentação para as crianças. Um instrumento musical remete à Orquestra Sons da Terra, formada pelos alunos. Essa composição traz à mostra o clima de esperança e dedicação que permeia a atuação da Fundação no campo da educação.</p>
<p>Com relação a seu Setor Social, a Fundação vai além da promoção assistencial, facilitando iniciativas que valorizam a cultura local e abordam a importância da segurança alimentar para as famílias que assiste. A exposição mostra essa potencialidade, por meio das imagens, com foco na diversidade de serviços e projetos e a força da promoção social. O visitante é tocado pela intensidade dos projetos culturais, ancorados nas linguagens e manifestações do samba de coco, do maracatu e do boi, que envolvem jovens e adultos no fortalecimento da identidade local. Também conhece a arte das mulheres e o artesanato que impulsionam a geração de renda transformando suas vidas e contribuindo para seu processo de autonomia e empoderamento.</p>
<p>“Os projetos de base territorial, a exemplo dos Quintais Produtivos, são exemplos de incentivo e fortalecimento do desenvolvimento comunitário, com base na segurança alimentar e geração de renda, a partir da sustentabilidade e convivência com o semiárido”, lembra Chistiane Casal, coordenadora do Setor Social. Ela destaca ainda o Lar Domus Christi, com seu acolhimento integral a idosos em situação de vulnerabilidade. As imagens falam por si, transmitindo carinho e proteção no cuidado diário e mostrando o envelhecer com altivez, com os idosos também produzindo arte e cultura. “A exposição também revela as pinturas feitas por eles. É uma mostra dessa celebração do poder transformador da comunidade, com a Fundação Terra resgatando a dignidade e abrindo portas para o desenvolvimento sustentável e inclusivo.&#8221;</p>
<p>A Fundação desempenha ainda um papel crucial na área da saúde por meio do Centro Especializado em Reabilitação Mens Sana (CER-IV), que atende pacientes de 35 municípios oferecendo reabilitação física, auditiva, visual e intelectual. Com mais de 120 mil procedimentos anuais, o centro é um pilar de acolhimento e recuperação, promovendo inclusão e dignidade para pessoas com deficiência.</p>
<p>“Dez fotografias da mostra capturam a essência do Mens Sana. Bilhetes emocionantes escritos por pacientes cujas vidas foram transformadas pelo cuidado recebido podem ser lidos pelos visitantes. As mensagens, repletas de gratidão e histórias de superação, estão disponíveis criando um diálogo direto entre quem chega à exposição e aqueles que foram beneficiados pelo centro”, destaca Liege Nogueira, coordenadora de Saúde da Instituição. “Um ambiente sonoro oferece também depoimentos de pacientes e profissionais do Centro de Reabilitação permitindo que as pessoas ouçam como o trabalho da Fundação tem sido capaz de devolver autonomia, esperança e qualidade de vida a tantos pacientes”, reflete.</p>
<p>A exposição fotográfica Fundação Terra: 40 Anos de Solidariedade também movimenta outro espaço especial, onde cada visitante tem a oportunidade de se conectar diretamente com as crianças, jovens ou idosos atendidos pela instituição em Arcoverde. Cada um deles escreveu, com muito carinho, um recadinho especial. Os que forem conhecer mais sobre o trabalho da Fundação vão poder também mandar suas mensagens para eles. Cada recadinho carinhoso muito acrescentará a essa corrente de solidariedade, afeto e esperança.</p>
<p>A instituição aproveita ainda este momento de celebração com a mostra para promover reflexão sobre a importância e dificuldades nas realizações de seus trabalhos, incentivando a prática das doações que muito faz a diferença na ampliação dos projetos que impactam milhares de vidas. Para contribuir, os visitantes da exposição podem escanear o QR code disponibilizado na mostra e realizar sua doação de forma rápida e segura.</p>
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		<title>Palmares (PE) recebe curso gratuito com foco na preservação do patrimônio</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 18:26:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Abordar o conceito de preservação do patrimônio em sala de aula pode ser uma tarefa desafiadora. Para apoiar professores dos ensinos fundamental e médio e disseminar ferramentas e conhecimento a respeito da importância da preservação dos patrimônios material e imaterial das cidades foi desenvolvido o curso gratuito Quem Conhece, Protege. Em sua terceira edição, o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113603" aria-labelledby="figcaption_attachment_113603" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Antonilma Alves/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Cineteatro-Apolo_Crédito-Antonilma-Alves.jpg"><img class="size-medium wp-image-113603" alt="Antonilma Alves/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Cineteatro-Apolo_Crédito-Antonilma-Alves-607x427.jpg" width="607" height="427" /></a><p class="wp-caption-text">Cine-Teatro Apolo de Palmares (PE)</p></div>
<p>Abordar o conceito de preservação do patrimônio em sala de aula pode ser uma tarefa desafiadora. Para apoiar professores dos ensinos fundamental e médio e disseminar ferramentas e conhecimento a respeito da importância da preservação dos patrimônios material e imaterial das cidades foi desenvolvido o curso gratuito Quem Conhece, Protege. Em sua terceira edição, o curso chega à cidade de Palmares, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, e está com inscrições abertas até 6 de outubro.</p>
<p>A formação tem como objetivo difundir nas escolas a temática da preservação patrimonial, por meio da qualificação de professores dos ensinos fundamental e médio, pedagogos e estudantes de pedagogia. Realizado pela produtora Arkhé Cultural, com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) e apoio da Faculdade Aemasul, o curso compartilha conhecimentos e ferramentas didático-pedagógicas relacionados às temáticas dos bens culturais, do patrimônio, da memória e da cidadania.</p>
<p>Em Palmares as aulas ocorrem de 14 de outubro a 4 de novembro. As inscrições podem ser feitas gratuitamente no site da <strong><a title="Arkhé Cultural" href="https://arkhecultural.com.br/" target="_blank">Arkhé Cultural</a></strong>. O curso possui uma carga horária de 40 horas dividida entre encontros presenciais e on-line. São disponibilizadas 30 vagas, sendo 20% delas ofertadas a pessoas com deficiência (PcDs).</p>
<p>&#8220;O curso, em sua terceira edição, chega ao município de Palmares após haver passado por Arcoverde e Triunfo (Sertão) onde obteve uma excelente adesão e envolvimento dos participantes. Nossa proposta é apresentar referenciais teóricos que ampliem a percepção dos alunos sobre a temática principal da formação — patrimônio cultural e memória — e combiná-los com metodologias de trabalho que sirvam como guia para o desenvolvimento de iniciativas de reconhecimento e promoção do patrimônio cultural em cada território&#8221;, explica Jamille Barbosa, produtora cultural responsável pela Arkhé Cultural.</p>
<p>As vagas são prioritariamente preenchidas por professores dos ensinos fundamental e médio das escolas públicas e privadas de Palmares, mas também podem se inscrever pedagogos e estudantes de pedagogia com residência na cidade e em municípios vizinhos. A partir do curso, os participantes aprendem a aplicar a temática da preservação do patrimônio de forma transversal e multidisciplinar relacionando em sala de aula as práticas culturais e o exercício da cidadania sob a ótica da preservação.</p>
<p>No fim da semana de aulas presenciais os alunos têm a oportunidade de participar de uma aula de campo chamada Arruar por Palmares. Por meio dela aplicam os conceitos aprendidos em sala de aula a partir de uma vivência prática de visitação aos principais edifícios ou casas que compõem o patrimônio histórico-cultural da cidade. O percurso é estruturado de maneira a incluir também a passagem por locais que exemplifiquem as manifestações culturais que simbolizam o patrimônio imaterial de Palmares.</p>
<p>Todo o curso é ministrado pelo professor Thiago Nunes Soares, mestre e doutor em história pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), respectivamente. Especialista em docência, ele possui formação em educação patrimonial e é professor titular da Universidade de Pernambuco (UPE).</p>
<p>Durante o curso Thiago Nunes faz uma abordagem associativa com os conteúdos das disciplinas já trabalhadas em sala de aula, como história, literatura, geografia e português. “A educação patrimonial é um dos fios condutores para a construção de identidades individuais e coletivas. Possibilita que a comunidade escolar se envolva no processo de identificação, valorização e preservação dos bens culturais. Assim é possível promover o engajamento social, a cidadania e a formação de uma consciência crítica para os estudantes e para os sujeitos e as instituições que com eles se relacionam, como é o caso dos familiares e grupos culturais, entre outros”, resume o professor.</p>
<p><strong>PATRIMÔNIO DE PALMARES –</strong> Além de disseminar os conceitos em torno do patrimônio, o curso pretende identificar junto aos alunos quais são os principais patrimônios materiais e imateriais da cidade, como o Cine-Teatro Apolo que é o primeiro teatro a funcionar no interior de Pernambuco e o terceiro mais antigo do Estado. A cidade também abriga a primeira loja maçônica de Pernambuco e é o berço de nomes como os do poeta Ascenso Ferreira e do escritor e teatrólogo Hermilo Borba Filho, mantendo em funcionamento a Fundação Casa da Cultura Hermilo Borba Filho.</p>
<p><strong>ACESSIBILIDADE –</strong> As aulas contam com acessibilidade para pessoas cegas e surdas ou ensurdecidas. Do total de vagas, 20% são reservadas para pessoas com deficiência (PcDs) e são disponibilizados os recursos de audiodescrição e intérprete de libras. A Faculdade Aemasul, em que será ministrado o curso, também oferece todos os requisitos para a acessibilidade física.</p>
<p><strong>SOBRE A ARKHÉ CULTURAL –</strong> A Arkhé Cultural é uma produtora que atua na realização de cursos e projetos desde 2017 em Pernambuco. Já realizou formações nas áreas de mediação cultural, acessibilidade e patrimônio em diversas cidades pernambucanas como Recife, Nazaré da Mata, Goiana, Caruaru, Garanhuns, Palmares, Arcoverde e Triunfo. Cerca de 200 profissionais das áreas de educação, produção cultural e patrimônio já realizaram os cursos. Instituições como a Academia Pernambucana de Letras (APL), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan-PE) e a Fundação Gilberto Freyre já foram beneficiadas por seus projetos.</p>
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		<title>Curso de Introdução à Produção Fonográfica para Etnia Xucuru está com inscrições abertas</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jan 2024 14:48:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Bastidores da Memória Sonora: Curso de Introdução à Produção Fonográfica para Etnia Xucuru é oferecido de 15 a 19 de janeiro para moradores do município de Pesqueira e todo Agreste pernambucano. Criativa, de forma presencial, das 19h às 22h, a formação cultural conta com 40 vagas para residentes da etnia xucuru da cidade, preferencialmente músicos(as), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107627" aria-labelledby="figcaption_attachment_107627" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Danilo-Lucio1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-107627" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Danilo-Lucio1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Danilo Lucio</p></div>
<p>Bastidores da Memória Sonora: Curso de Introdução à Produção Fonográfica para Etnia Xucuru é oferecido de 15 a 19 de janeiro para moradores do município de Pesqueira e todo Agreste pernambucano. Criativa, de forma presencial, das 19h às 22h, a formação cultural conta com 40 vagas para residentes da etnia xucuru da cidade, preferencialmente músicos(as), técnicos(as) e produtores(as) culturais e interessados em entender o conteúdo oferecido. As inscrições estão abertas até este sábado (13).</p>
<p>O curso é realizado no Vórtex – Núcleo Colaborativo de Entretenimento com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e do Governo de Pernambuco.</p>
<p>Do total de vagas, 40% são destinadas a pessoas que se identificam como LGBTQIA+, negras e indígenas; 20% exclusivamente para mulheres; e outros 40% para ampla concorrência. O certificado é entregue a quem participar, no mínimo, de 80% da carga horária.</p>
<p>O curso é introdutório sobre técnicas de áudio para gravação, mixagem de áudio, direitos autorais e procedimentos para cadastro nas plataformas de streaming musical, voltado para fomentar o registro e a difusão da tradição oral da tribo Xucuru do Ororubá. As inscrições podem ser realizadas via <a title="Formulário de inscrição para o curso: Bastidores da Memória Sonora. Curso de Introdução à Produção Fonográfica para Etinia Xucuru" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeBseMHcztEsizujen-mef5TJfN1BOIhBayOQyf72AK7aXyyQ/viewform?pli=1" target="_blank">formulário eletrônico</a>, pela internet, ou presencialmente na sede do Vórtex.</p>
<p>O facilitador é Danilo Lucio, bacharel em comunicação social, com habilitação em rádio e TV, e mestre em música pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Pesquisador de heavy metal, áudio e produção audiovisual, Danilo também é professor na UniAeso, Unibra e Escola Técnica Porto Digital, no Recife, e produtor fonográfico e audiovisual com mais de 20 anos de experiência em produções musicais e cinematográficas. A coordenação do curso é de Penha Pimentel e a produção executiva de Kelly Mendonça.</p>
<p>Mais informações pelo telefone: (87) 996163750 ou pelo perfil no <a title="@vortex.nucec" href="https://www.instagram.com/vortex.nucec/" target="_blank">Instagram</a>.</p>
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		<title>Jornada VerOuvindo prorroga prazo de inscrições até esta sexta-feira (10)</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 14:05:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em paralelo ao VerOuvindo, festival de filmes com acessibilidade comunicacional do Recife, a Jornada VerOuvindo reúne especialistas em acessibilidade e audiovisual e oferece formação bilíngue &#8211; em libras e português &#8211; durante dez dias de evento. Nesta edição a Jornada oferece cursos com duração de até 10 horas. As inscrições são gratuitas e seguem até [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em paralelo ao VerOuvindo, festival de filmes com acessibilidade comunicacional do Recife, a Jornada VerOuvindo reúne especialistas em acessibilidade e audiovisual e oferece formação bilíngue &#8211; em libras e português &#8211; durante dez dias de evento. Nesta edição a Jornada oferece cursos com duração de até 10 horas. As inscrições são gratuitas e seguem até o dia 10 no <a title="Jornada VerOuvindo" href="https://www.verouvindo.com.br/jornada" target="_blank">site oficial</a>.<br />
O evento é realizado pela Com Acessibilidade Comunicacional e recebe o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) do Governo de Pernambuco. São cinco cursos/oficinas presenciais ministrados por especialistas nas três áreas de acessibilidade comunicacional e audiovisual. Todos os encontros ocorrem na Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) do Derby (Rua Henrique Dias, nº 609, Recife).<br />
A Jornada VerOuvindo também conta com um seminário, espaço de discussão composto por painéis que visam estimular a troca de ideias e experiências sobre os conceitos e práticas envolvendo discussões sobre produção da técnica e da estética das acessibilidades no audiovisual com apresentação de trabalhos de especialistas de Estados como Bahia, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo, além do Distrito Federal. O seminário é aberto ao público de forma gratuita sem necessidade de inscrição.<br />
A programação reúne trabalhos que abordam as três principais áreas de acessibilidade no audiovisual: audiodescrição (AD), língua brasileira de sinais (libras) e legenda para surdos e ensurdecidos (LSE) com participantes de vários Estados. O seminário acontece de forma híbrida &#8211; presencial e online.<br />
&#8220;A Jornada é uma oportunidade para capacitar profissionais da área de acessibilidade e do audiovisual. É também o momento de reunir especialistas para aprofundar conhecimento, além de proporcionar rodadas importantes de diálogo com os participantes e impactando diretamente na construção de saberes&#8221;, destaca Liliana Tavares, idealizadora do Festival VerOuvindo. &#8220;Realizar a Jornada VerOuvindo em paralelo ao Festival que leva o mesmo nome é uma forma de vivenciar a prática com o público, o que está sendo discutido nas aulas&#8221;, complementa.<br />
A Jornada possibilita o encontro entre profissionais e estudantes da área da acessibilidade e do audiovisual para aprofundar as práticas e conceitos relacionados às tecnologias assistivas que atendem às pessoas com deficiências visuais, auditivas e sensoriais, além de pessoas do espectro autista, com TDAH e com trissomia 21 (T21), consideradas neurodivergentes.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação de cursos e oficinas:</strong></span></p>
<p>Introdução à Linguagem do Cinema, de 21 a 23 de novembro, das 14h às 17h &#8211; ministrado por Rodrigo Carreiro (PE), professor e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e do Bacharelado em Cinema e Audiovisual da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).</p>
<p>Oficina de Produção Textual para Audiodescrição, de 21 a 23 de novembro, das 18h às 21h &#8211; ministrada por Luís Reis (PE), jornalista, dramaturgo, professor, pesquisador da UFPE e autor de diversos livros, incluindo <em>Teatro Popular do Nordeste: O Palco e o Mundo de Hermilo Borba Filho</em>.</p>
<p>Curso de Produção de Janela de Libras para o Cinema, nos dias 25 de novembro, das 9h às 12h e das 14h às 18h; e 26 de novembro, das 15h às 18h &#8211; ministrado por Mirella Cavalcanti (PE), mestre em direito pela Unicap, especialista em libras, pessoa surda e que atua como consultora para o audiovisual.</p>
<p>Oficina de Introdução à Legendagem para Surdos e Ensurdecidos (LSE), nos dias 25 e 26 de novembro, das 15h às 20h &#8211; ministrada por Deise Medina (BA), doutora em educação pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), audiodescritora e legendista, especialista em LSE.</p>
<p>Oficina de Desenho Universal e Acessibilidade Audiovisual, no dia 28 de novembro, das 15h às 20h &#8211; ministrada por Flávia Mayer (MG/PB), doutora em linguística pela PUC Minas, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e professora adjunta do Departamento de Comunicação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação do seminário:</strong></span></p>
<p><strong>Painel remoto | Dia 27/11, às 19h</strong><br />
- Acessibilidade e Processos Visuais Icônicos na Tradução de Cipriano (Douglas Machado) para a Língua Brasileira de Sinais &#8211; Anderson Almeida e Douglas Machado;<br />
- A Surdez Encenada na Ficção Seriada: A Participação de Consultores Surdos e TILs nos Processos Criativos &#8211; Amanda Azevedo;<br />
- Cine AD: Um Cineclube Acessível para Pessoa com Deficiência Visual &#8211; Keilla Salvador da Silva e Guilherme Machado de Oliveira;<br />
- Produção Audiovisual Acessível no Ensino Superior &#8211; Kelly Scoralick.</p>
<p><strong>Painel presencial | Dia 30/11, das 9h às 12h</strong><br />
- A Audiodescrição Batendo no Ritmo de Coração &#8211; Brisa Teixeira de Oliveira e Felipe Vieira Monteiro;<br />
- Coautoria no Roteiro de Audiodescrição de Documentário Musical &#8211; Rafael Braz;<br />
- O Audiodescritor Narrador com Deficiência Visual &#8211; Rafael Braz;<br />
- O Gênero Cinematográfico como Mobilizador de Sentidos na Audiodescrição &#8211; Samuel Marinho Rodrigues de Pontes e Flávia Affonso Mayer;<br />
- O Som Fílmico na Pré-Produção Audiovisual: A Busca por Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Visual na Lógica do Desenho Universal &#8211; Marcos Antonio Fernandes Veloso e Flávia Affonso Mayer;<br />
- Todos os Sons de Mergulhão &#8211; Deise Mônica Medina Silveira e Felipe Vieira Monteiro.</p>
<p><strong>Painel presencial | Dia 1º/12, das 10h às 12h</strong><br />
- LSE e Libras em Tela de Smartphone: Uma Crítica à Individualização da Experiência do Cinema Acessível &#8211; Mariana Marques da Hora e Caio Mattos Baeta Neves;<br />
- Sincronização entre Motion Graphic de Videoclipes e Tons Graves: Um Estudo Exploratório de Design Direcionado para o Público Surdo &#8211; Leonardo Rodrigues Cabral;<br />
- Surdos e o Cinema: Uma Proposta de Oficina Cineclubista &#8211; Aroma Bandeira e Ana Beatriz Gomes Carvalho.</p>
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		<title>Território Quilombola Águas do Velho Chico recebe oficina de audiovisual</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Nov 2023 16:58:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Até o dia 11 de novembro está sendo realizado o 3º Movimento Videoarte Comunidade, curso de formação em cinema e audiovisual exclusivo e gratuito para a comunidade quilombola da Mata de São José, que fica localizada nas proximidades do município de Orocó, no Sertão do São Francisco pernambucano. O 3º Movimento Videoarte Comunidade recebe o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106255" aria-labelledby="figcaption_attachment_106255" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Fernanda-Walentina.jpg"><img class="size-medium wp-image-106255" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Fernanda-Walentina-607x344.jpg" width="607" height="344" /></a><p class="wp-caption-text">A diretora, roteirista e fotógrafa Fernanda Walentina</p></div>
<p>Até o dia 11 de novembro está sendo realizado o 3º Movimento Videoarte Comunidade, curso de formação em cinema e audiovisual exclusivo e gratuito para a comunidade quilombola da Mata de São José, que fica localizada nas proximidades do município de Orocó, no Sertão do São Francisco pernambucano.<br />
O <a title="3movimentovideoarte" href="https://www.instagram.com/3movimentovideoarte/" target="_blank">3º Movimento Videoarte</a> Comunidade recebe o incentivo do Funcultura Audiovisual do Estado de Pernambuco, por meio do Edital de Fomento 2021/2022, e conta com o apoio do Território Quilombola da Mata de São José. A iniciativa é realizada em parceria com a Alternativa B Filmes.<br />
O programa da oficina consiste em oito encontros presenciais, com uma carga horária de 40 horas, para um grupo de até 30 pessoas. A equipe que conduz a formação é composta por Aluan Braga (diretor, fotógrafo e ator), Fernanda Walentina (diretora, roteirista e fotógrafa) e Robério Brasileiro (diretor, roteirista e fotógrafo), com Pedro Lacerda encarregado da produção. Representando a comunidade, Maria Senhora (representante das mulheres) e Daniely Gonçalves (responsável pela mídia social), facilitam a comunicação entre a comunidade e os participantes da oficina.<br />
Nesta edição especial, por ser a primeira na região, o projeto visa à realização de duas produções inéditas, com temáticas diversas, valorizando a perspectiva das pessoas da comunidade que desejam aprimorar o conhecimento na linguagem audiovisual. “O movimento já formou e beneficiou mais de 80 jovens e adultos em todas as comunidades por onde passou. Desta vez o curso é focado na formação de mulheres e homens remanescentes quilombolas”, afirma Robério Brasileiro, idealizador do curso.<br />
O Movimento Videoarte Comunidade já atendeu a jovens e adultos da periferia do bairro Rio Corrente, em Petrolina (PE), no espaço cultural Céu das Águas, nos anos de 2018 e 2020.</p>
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		<title>Curso gratuito Acessibilidade Comunicacional tem inscrições abertas</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Oct 2023 14:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Qualificação gratuita para quem deseja trabalhar com Acessibilidade Comunicacional nos projetos financiados pela Lei Paulo Gustavo. Essa é a proposta do projeto Comunica, que vai abrir o primeiro módulo, Audiodescrição para Filmes. As inscrições seguem abertas, até o dia 14, neste link. O projeto Comunica: Curso de Acessibilidade Comunicacional para Projetos Audiovisuais é uma produção [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Qualificação gratuita para quem deseja trabalhar com Acessibilidade Comunicacional nos projetos financiados pela Lei Paulo Gustavo. Essa é a proposta do projeto Comunica, que vai abrir o primeiro módulo, Audiodescrição para Filmes. As inscrições seguem abertas, até o dia 14, neste <a title="Inscrição: COMUNICA - Curso de Acessibilidade Comunicacional para Produções Audiovisuais" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf-fmBJgsbyEKo12Q53EJ72CkMhIHck5Cr6JxWKSD4hN3_ABg/viewform?pli=1" target="_blank">link</a>.<br />
O projeto Comunica: Curso de Acessibilidade Comunicacional para Projetos Audiovisuais é uma produção da Pajeú Filmes, com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura e Governo do Estado.<br />
O curso é composto por três módulos: 1 &#8211; Audiodescrição para Filmes; 2 &#8211; Libras no Cinema; e 3 &#8211; Legendagem para Surdos e Ensurdecidos no Cinema. As aulas são presenciais e online.<br />
Presencialmente as aulas acontecem no município de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú. No primeiro módulo, as aulas são ministradas pelos audiodescritores Liliana Tavares, Michell Platini e Tulio Rodrigues: presencial dias 20, 21 e 22 de outubro, em Afogados da Ingazeira; e online de 23 de outubro a 7 de novembro (ao vivo apenas nos dias 24 e 31 de outubro e 7 de novembro).<br />
Podem participar pessoas maiores de 18 anos, com e sem deficiência, com disponibilidade para acompanhar as aulas. Para mais informações basta dialogar com o Comunica no <a title="@comunica.pajeu" href="https://www.instagram.com/comunica.pajeu/" target="_blank">Instagram</a>.<br />
“Com a leis de incentivo do audiovisual o número de produções tende a crescer e será necessária a qualificação profissional para garantir a acessibilidade dos filmes. Vemos no Comunica não só uma oportunidade para fortalecer a inclusão, mas também uma possibilidade de gerar renda para pessoas da região por meio da qualificação para um mercado que avança”, explica Bruna Tavares, coordenadora pedagógica do projeto.</p>
<p><strong>FORMADORES DO MÓDULO 1 -</strong> Doutora em Comunicação pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Liliana Tavares é audiodescritora, idealizadora, coordenadora do premiado festival VerOuvindo e gestora da COM Acessibilidade Comunicacional. Já produziu acessibilidade para mais de 50 filmes, curtas e longas-metragens. É autora do livro <em>VerOuvindo: Audiodescrição e o Som do Cinema</em> (Editora Massangana, 2019).<br />
Analista em acessibilidade, na função audiodescritor, com cargo efetivo na Prefeitura do Recife, Michell Platini é publicitário com formação na área de acessibilidade comunicacional, em audiodescrição e em tiflologia. Atua na área de acessibilidade comunicacional, desde 2015, e como consultor em acessibilidade em projetos culturais. Também está à frente da assessoria de comunicação da Associação Pernambucana de Cegos.<br />
Produtor e pesquisador nos campos do cinema, do audiovisual, da acessibilidade cultural e da audiodescrição, Tulio Rodrigues é bacharel em cinema e audiovisual pela UFPE. Foi chefe da Divisão de Projetos Especiais e Acessibilidade do Cinema da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). também é produtor do Projeto Alumiar &#8211; Sessão Acessível na Fundaj e do VerOuvindo &#8211; Festival de Filmes com Acessibilidade Comunicacional do Recife; coordenador do Plano Conjunto &#8211; Laboratório de Cinema, Educação e Acessibilidade; e pesquisador colaborador do grupo de pesquisa Acessibilidade em Produções Audiovisuais e no Cinema: Análise e Desenvolvimento de Protocolos para a Audiodescrição (Decom/UFPB).</p>
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