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	<title>Portal Cultura PE &#187; Daaniel Araújo</title>
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		<title>Mostra ‘Vitrocerâmicos’ lança catálogo com bate-papo no Murillo La Greca</title>
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		<pubDate>Thu, 04 May 2017 14:37:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Está marcado para o próximo sábado (6) o lançamento do catálogo da exposição coletiva Vitrocerâmicos: Pesquisa Artística, projeto que contou com a participação de seis artistas pernambucanos. O evento será realizado no Museu Murillo La Greca (Recife), a partir das 18h, e é aberto ao público. Além disso, a exposição segue aberta para visitação até [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_48428" aria-labelledby="figcaption_attachment_48428" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Nando-ZV-Daaniel-Araújo-Chico-Ludermir-Hassan-Santos-e-Joelson-Gomes-divulgação-Hassan-Santos.jpg"><img class="size-medium wp-image-48428" alt="Hassan Santos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Nando-ZV-Daaniel-Araújo-Chico-Ludermir-Hassan-Santos-e-Joelson-Gomes-divulgação-Hassan-Santos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Nando ZV, Daaniel Araújo, Chico Ludermir, Hassan Santos e Joelson Gomes participaram da exposição</p></div>
<p>Está marcado para o próximo sábado (6) o lançamento do catálogo da exposição coletiva <strong>Vitrocerâmicos: Pesquisa Artística</strong>, projeto que contou com a participação de seis artistas pernambucanos. O evento será realizado no Museu Murillo La Greca (Recife), a partir das 18h, e é aberto ao público. Além disso, a exposição segue aberta para visitação até o dia 26 de maio.</p>
<p><em>“Na ocasião, Chico Ludemir, Daaniel Araújo, Hassan Santos, João Lin, Joelson Gomes e Nando ZV &#8211; participarão de um bate-papo, no Museu Murillo La Greca, para compartilhar com o público os processos criativos, os materiais, as técnicas possíveis em vitrocerâmicos e os desafios da pesquisa artística que durou três meses”,</em> comenta Hassan, idealizador do projeto.</p>
<div id="attachment_48427" aria-labelledby="figcaption_attachment_48427" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Abertura-da-exposição.-Crédito-Hassan-Santos-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-48427" alt="Hassan Santos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Abertura-da-exposição.-Crédito-Hassan-Santos-4-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Visitação no Museu Murillo La Greca pode ser feita de terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h, até o dia 26/05</p></div>
<p><strong>Vitrocerâmicos: Pesquisa Artística</strong> conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, e segundo Hassan, a ideia nasceu quando ele trabalhava na Fábrica Lilou, empresa especializada na impressão digital personalizada em materiais cerâmicos e vítreos.  <em>“Eu era designer da fábrica e o responsável pelo desenho de produtos e experimentações. De repente, me vi cercado de maquinários e profissionais de alta qualidade, especializados na mistura de vidro e cerâmica, com corantes, e os donos de lá sempre foram muito abertos à experimentação. Foi quando tive a ideia de iniciar estes estudos”,</em> explica.</p>
<p>Ao longo de três meses, o projeto levou os seis artistas pernambucanos para conhecer os processos industriais de uma fábrica de vitrocerâmicas do estado. A proposta era realizar um estreitamento da indústria com a arte, na busca por um novo suporte artístico e pelo debate sobre essa relação.</p>
<p>Durante os 90 dias de imersão, os artistas se encontraram semanalmente na Fábrica Lilou e aprenderam a misturar o vidro com a cerâmica, além de adicionar corantes ou imprimir imagens no azulejo.  As matérias primas utilizadas nas pesquisas e peças, como pó de vidro, azulejo cru, corantes, forminhas e caixas de queima, também estarão à vista do público. <em>“Nós, como artistas, devemos viver nosso tempo e fazer uso das novas tecnologias e dos novos suportes. E esse projeto apresenta um novo resultado neste sentido”,</em> opina o idealizador.</p>
<p>Hassan apresenta o trabalho <em>Esquemas</em>, em que expõe gráficos feitos em superfícies de vitrocerâmico e outras peças abstratas. <em>“Passamos por um momento político complicado no ano passado, e isso me inspirou a estudar sobre economia e dominação econômica. A partir daí desenvolvi um gráfico que representa nosso PIB, nossa dívida pública e nosso IDH, em peças diferentes. O trabalho conta também com um poema impresso numa placa sobre a relação piramidal que a gente vive, de exploração”.</em></p>
<div id="attachment_48426" aria-labelledby="figcaption_attachment_48426" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Abertura-da-exposição.-Crédito-Hassan-Santos-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-48426" alt="Hassan Santos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Abertura-da-exposição.-Crédito-Hassan-Santos-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Vitrocerâmicos: Pesquisa Artística conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura</p></div>
<p>Também presente na exposição, o estudo <em>Revestimentos</em>, do fotógrafo e artista Chico Ludermir, dialoga com outras pesquisas realizadas pelo autor nos últimos anos. <em>“Em 2013, por exemplo, também no Murillo La Greca e durante o Spa das Artes, eu já pesquisava essas interferências entre a cidade e o corpo com a pesquisa Entre Prédios e Entre Corpos. Em 2014, desenvolvi o trabalho De Mãos Dadas, na época do Ocupe Estelita, no qual eu também já pensava em como imprimir as texturas do corpo no concreto”,</em> lembra.<em><br />
</em></p>
<p>Ainda de acordo com Chico, <em>Revestimentos</em> foi uma oportunidade de continuar a pesquisa e usar a fotografia como ponto de partida.<em> “Essa relação mútua, entre o corpo e a cidade é algo que me interessa bastante. Para esse estudo, fotografei com uma lente macro as texturas humanas, o que me permitiu chegar muito perto dos detalhes da pele e das nuances que não são vistas a olho nu. Essas texturas foram passadas para o azulejo, que foi o suporte que eu escolhi, numa tentativa de tatuar esse tecido vivo num suporte que comumente é usado para resistir nas paradas e fachadas”,</em> revela.</p>
<div id="attachment_48425" aria-labelledby="figcaption_attachment_48425" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Abertura-da-exposição.-Crédito-Hassan-Santos-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-48425" alt="Hassan Santos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Abertura-da-exposição.-Crédito-Hassan-Santos-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O projeto teve a proposta de realizar um estreitamento da indústria com a arte, na busca de um novo suporte artístico e de uma reflexão sobre essa relação</p></div>
<p>A exposição ainda apresenta trabalhos do ilustrador João Lin, na série <em>Arranhados</em>, que levou ao forno materiais descartados na fábrica por erros de produção, sobrescrevendo, nos pedaços de azulejos quebrados, desenhos de corações feitos à mão livre. Já o artista Joelson Gomes, referência de produção artística em cerâmica, é autor de uma série feita a partir da aplicação da imagem de um pássaro em peças de azulejos revestidas com uma fina camada de vidro.</p>
<p>Daaniel Araújo produziu pinturas de temas cotidianos impressas em azulejos. Uma delas é um grande painel com a imagem de um tubarão e as placas de aviso com a frase <em>“Área sujeita a ataque dos Barão”</em>. Completando a exposição, o ilustrador, grafiteiro e tatuador Nando Zevê apresenta a sua série de tons vivos intitulada <em>Peixe fora d’água</em>, que já foi explorada em adesivos, lambe-lambes e grafites pelo Recife.</p>
<p><strong>SITE</strong><br />
O projeto Vitrocerâmicos ainda conta com um <a href="http://projetovitroceramicos.hotglue.me" target="_blank"><strong>site</strong> </a>no qual estão reunidos todos os processos da pesquisa e os resultados atingidos pelos artistas, com informações sobre o suporte, técnicas e materiais. Através desse espaço, buscam estabelecer contatos com outros artistas que também trabalham com a técnica, com profissionais e com o público interessado em dar novas dimensões ao projeto.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong> </span><br />
<strong> Lançamento do catálogo e bate papo com os artistas participantes do projeto Vitrocerâmicos</strong><br />
Sábado (6) | 18h<br />
Museu Murillo La Greca (R. Leonardo Bezerra Cavalcante, 366 &#8211; Parnamirim, Recife)<br />
Terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h | até o dia 26 de maio de 2017<br />
Gratuito</p>
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		<title>Exposição &#8216;Vitrocerâmicos&#8217; resgata a relação entre a indústria e a arte</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-vitroceramicos-resgata-a-relacao-entre-a-industria-e-a-arte/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2017 16:50:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao longo de três meses, o projeto Vitrocerâmicos: Pesquisa Artística levou seis artistas pernambucanos para conhecer os processos industriais de uma fábrica de vitrocerâmicas do estado. A proposta era realizar um estreitamento da indústria com a arte, na busca de um novo suporte artístico e de uma reflexão sobre essa relação cada vez mais distante. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_45162" aria-labelledby="figcaption_attachment_45162" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Tubarão-de-Garanhuns-peças-de-azulejo-com-impressão-digital-20x20cm-por-Daaniel-Araújo-divulgação-Hassan-Santos1.jpg"><img class="size-medium wp-image-45162" alt="Hassan Santos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Tubarão-de-Garanhuns-peças-de-azulejo-com-impressão-digital-20x20cm-por-Daaniel-Araújo-divulgação-Hassan-Santos1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Tubarão de Garanhuns &#8211; peças de azulejo com impressão digital 20x20cm, por Daaniel Araújo</p></div>
<p>Ao longo de três meses, o projeto <strong>Vitrocerâmicos: Pesquisa Artística</strong> levou seis artistas pernambucanos para conhecer os processos industriais de uma fábrica de vitrocerâmicas do estado. A proposta era realizar um estreitamento da indústria com a arte, na busca de um novo suporte artístico e de uma reflexão sobre essa relação cada vez mais distante. O resultado desta pesquisa será apresentado nesta quarta-feira (15), às 18h, quando acontece a abertura de uma exposição coletiva no Museu Murillo La Greca, envolvendo os trabalhos desenvolvidos ao longo desta imersão. A entrada é gratuita.</p>
<p><strong>Vitrocerâmicos: Pesquisa Artística</strong> conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura. Segundo Hassan Santos, idealizador do projeto, a ideia nasceu quando ele trabalhava na Fábrica Lilou, empresa especializada na impressão digital personalizada em materiais cerâmicos e vítreos.  <em>“Eu era designer da fábrica e o responsável pelo desenho de produtos e experimentações. De repente me vi cercado de maquinários e profissionais de alta qualidade, especializados na mistura de vidro e cerâmica, com corantes, e os donos de lá sempre foram muito abertos à experimentação. Foi quando tive a ideia de iniciar estes estudos”,</em> explica.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/divulgação-Hassan-Santos.jpg"><img class="size-medium wp-image-45159 aligncenter" alt="Hassan Santos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/divulgação-Hassan-Santos-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>Inicialmente, Hassan Santos desenvolveu pesquisas que foram expostas na Casa Cor e no Murillo La Greca, em 2013. “<em>A partir dai outras pessoas se interessaram pelo trabalho e foi isso que determinou a escolha dos outros cinco artistas para participarem do projeto: a aproximação e curiosidade de saber o que eu estava fazendo”.</em> Além do idealizador do projeto, a exposição conta com obras de Chico Ludermir, João Lin, Daaniel Araújo, Nando Zevê e Joelson Gomes.</p>
<p><em>“Nós, como artistas, devemos viver nosso tempo e fazer uso das novas tecnologias e dos novos suportes. E esse projeto apresenta um novo resultado neste sentido”,</em> opina Hasson Santos. Em março, os seis artistas convidados participarão de uma roda de conversa, no Museu Murillo La Greca, sobre os processos criativos, os materiais, as técnicas possíveis e os desafios do processo criativo que durou três meses. No mesmo dia, o catálogo da exposição será lançado e distribuído ao público. Outras informações sobre o projeto estão <a href="www.projetovitroceramicos.hotglue.me." target="_blank">disponíveis na internet</a>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Bangiophyceae-Peça-de-azulejo-com-impressão-digital-e-vitrocerâmico-30x30cm-por-João-Lin-divulgação-Hassan-Santos-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-45158 aligncenter" alt="Bangiophyceae - Peça de azulejo com impressão digital e vitrocerâmico 30x30cm por João Lin - divulgação - Hassan Santos (1)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Bangiophyceae-Peça-de-azulejo-com-impressão-digital-e-vitrocerâmico-30x30cm-por-João-Lin-divulgação-Hassan-Santos-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><br />
Durante os 90 dias de imersão, os artistas se encontraram semanalmente na Fábrica Lilou e aprenderam a misturar o vidro com a cerâmica, além de adicionar corantes ou imprimir imagens no azulejo.  As matérias primas utilizadas nas pesquisas e peças, como pó de vidro, azulejo cru, corantes, forminhas e caixas de queima, também estarão à vista do público.</p>
<p>Hassan Santos, por exemplo, apresentará o trabalho <em><strong>Esquemas</strong></em>, em que expõe gráficos feitos em superfícies de vitrocerâmico e outras peças abstratas. <em>“Passamos por um momento político complicado no ano passado, e isso me inspirou a estudar sobre economia e dominação econômica. A partir daí desenvolvi um gráfico que representa nosso PIB, nossa dívida pública e nosso IDH, em peças diferentes. O trabalho conta também com um poema impresso numa placa sobre a relação piramidal que a gente vive, de exploração”.</em></p>
<div id="attachment_45160" aria-labelledby="figcaption_attachment_45160" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Gráfico-em-Trânsito-Peça-em-vitrocerâmico-com-impressão-digital-70x70cm-por-Hassan-Santos-divulgação-Hassan-Santos.jpg"><img class="size-medium wp-image-45160" alt="Hassan Santos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Gráfico-em-Trânsito-Peça-em-vitrocerâmico-com-impressão-digital-70x70cm-por-Hassan-Santos-divulgação-Hassan-Santos-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Gráfico em Trânsito &#8211; Peça em vitrocerâmico com impressão digital 70x70cm por Hassan Santos</p></div>
<p>Também presente na exposição, o estudo <strong><em>Revestimentos</em></strong>, do fotógrafo e artista Chico Ludermir, dialoga com outras pesquisas realizadas pelo autor nos últimos anos. <em>“Em 2013, por exemplo, também no Murillo La Greca e durante o Spa das Artes, eu já pesquisava essas interferências entre a cidade e o corpo com a pesquisa Entre Prédios e Entre Corpos. Em 2014, desenvolvi o trabalho De Mãos Dadas, na época do Ocupe Estelita, no qual eu também já pensava em como imprimir as texturas do corpo no concreto”.</em></p>
<p>De acordo com Chico Ludermir, <em><strong>Revestimentos</strong> </em>foi a possiblidade de continuar a pesquisa e usar a fotografia como ponto de partida. <em>“Essa relação mútua, entre o corpo e a cidade é algo que me interessa bastante. Para esse estudo,<strong> </strong>fotografei com uma lente macro as texturas humanas, o que me permitiu chegar muito perto dos detalhes da pele e das nuances que não são vistas a olho nu. Essas texturas foram passadas para o azulejo, que foi o suporte que eu escolhi, numa tentativa de tatuar esse tecido vivo num suporte que comumente é usado para resistir nas paradas e faixadas”,</em> revela.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Chico-Ludermir-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-45163 aligncenter" alt="Chico Ludemir/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Chico-Ludermir-1-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>A exposição ainda apresenta trabalhos do ilustrador João Lin, na série <em><strong>Arranhados</strong></em>, que levou ao forno materiais descartados na fábrica por erros de produção, sobrescrevendo, nos pedaços de azulejos quebrados, desenhos de corações feitos à mão livre. Já o artista Joelson Gomes, referência de produção artística em cerâmica, é autor de uma série feita a partir da aplicação da imagem de um pássaro em peças de azulejos revestidas com uma fina camada de vidro.</p>
<p>Daaniel Araújo produziu pinturas de temas cotidianos impressas em azulejos. Uma delas é 0075m grande painel com a imagem de um tubarão e as placas de aviso com a frase “Área sujeita a ataque dos Barão”, em que parodia a especulação imobiliária na cidade do Recife. Completando a exposição, o ilustrador, grafiteiro e tatuador Nando Zevê apresenta a sua série de tons vivos intitulada <em><strong>Peixe fora d’água</strong><strong></strong></em>, que já foi explorada em adesivos, lambe-lambes e grafites pelo Recife.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Abertura da exposição Vitrocerâmicos: Pesquisa artística</em><br />
Quarta-feira (15 de fevereiro), às 18h<br />
Museu Murillo La Greca (Rua Leonardo Bezerra Cavalcante, 366, Parnamirim)<br />
Gratuito</p>
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		<title>Instalação convoca público a compartilhar sonhos na Casa Galeria Galpão</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2015 15:28:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Daaniel Araújo]]></category>
		<category><![CDATA[fig 2015]]></category>
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		<description><![CDATA[Aproveitando a grande movimentação de turistas de todo o país em Garanhuns na época do FIG, o artista visual Daaniel Araújo resolveu expor suas pinturas de um modo diferenciado na Casa Galeria Galpão. A partir de obras da exposição &#8220;Os Sonhadores&#8221;, que reúne imagens diversas retratando o momento do sonhar, ele divulgou através da internet [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Aproveitando a grande movimentação de turistas de todo o país em Garanhuns na época do FIG, o artista visual Daaniel Araújo resolveu expor suas pinturas de um modo diferenciado na Casa Galeria Galpão. A partir de obras da exposição &#8220;Os Sonhadores&#8221;, que reúne imagens diversas retratando o momento do sonhar, ele divulgou através da internet e de panfletos na cidade um número de celular para que, através do aplicativo de mensagens Whatsapp, transeuntes compartilhassem sonhos que seriam projetados durante toda a semana na galeria. &#8220;<em>Comprei um chip na expectativa de que as pessoas expressassem seus desejos como uma forma de entender seus conceitos do que é um sonho, o que também tem me ajudado como inspiração para mais pinturas da série</em>&#8220;, explicou o artista.</p>
<div id="attachment_28116" aria-labelledby="figcaption_attachment_28116" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19858820506_c2f0d547be_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-28116" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19858820506_c2f0d547be_z-607x361.jpg" width="607" height="361" /></a><p class="wp-caption-text">Público do festival enviou mensagens de áudio para o artista</p></div>
<p>A ideia, que deveria atingir desconhecidos nas ruas e alguns amigos próximos, acabou tomando uma dimensão maior. Ao longo da semana, visitantes anotavam o número, escutavam os sonhos e se sentiam dispostos a conversar e enviar mensagens com expectativas, sonhos nonsense e até pensamentos íntimos. <i>&#8220;</i><em>Esperava que as pessoas falassem de algumas expectativas e de sonhos comuns, mas o projeto levou as pessoas a expressar experiências que, com certeza, precisavam que alguém ouvisse. Num dos áudios de sonhos, um dos colaboradores falou sobre seu pai falecido e como ele sentia sua falta. É como se o projeto pudesse dar voz a quem precisa ser escutado</em>&#8220;, celebrou.</p>
<div id="attachment_28117" aria-labelledby="figcaption_attachment_28117" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19890024991_141d0aa120_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-28117" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19890024991_141d0aa120_z-607x425.jpg" width="607" height="425" /></a><p class="wp-caption-text">Instalação de Daaniel Araújo no FIG 2015</p></div>
<p>Com a ação nas ruas, DDDs de outros estados começaram a aparecer no celular comprado especialmente para o projeto. Junto às diversas janelas com números pernambucanos, contatos de outros estados, como São Paulo, resolveram auxiliar Daaniel em seu percurso artístico. &#8220;<em>Essas peças devem se multiplicar a partir do que ouvi. O clima predisposto do FIG faz com que as pessoas se doem mais à arte e, consequentemente, às outras pessoas</em>&#8220;, completou.</p>
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		<title>Dezesseis exposições movimentarão a Casa Galeria Galpão durante o FIG</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2015 22:02:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Bruno Souza Antiga sede do Fórum de Garanhuns, a Casa Galeria Galpão se transforma, durante o Festival de Inverno, em um grande centro das artes neste período do ano. Na programação do espaço deste ano, o público poderá conferir 16 exposições permanentes, que contemplarão artes visuais, fotografia, design e moda, além de uma série de performances [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_27147" aria-labelledby="figcaption_attachment_27147" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Edmar Melo/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Casa-Galeria-Galpao-Foto-Edmar-Melo-Secult-PE.jpg"><img class="size-medium wp-image-27147" alt="Edmar Melo/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Casa-Galeria-Galpao-Foto-Edmar-Melo-Secult-PE-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Além de exposições, a Casa Galeria Galpão será ocupada com performances e uma roda de diálogo</p></div>
<p style="text-align: right;"><a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank"><strong>Bruno Souza</strong></a></p>
<p>Antiga sede do Fórum de Garanhuns, a Casa Galeria Galpão se transforma, durante o Festival de Inverno, em um grande centro das artes neste período do ano. Na programação do espaço deste ano, o público poderá conferir 16 exposições permanentes, que contemplarão artes visuais, fotografia, design e moda, além de uma série de performances e uma roda diálogo sobre arte contemporânea, com os artistas visuais Beth da Mata e Marcelo Silveira, no primeiro dia de funcionamento. A abertura oficial da Casa acontecerá no dia 19/7,  e as atividades vão seguir até o dia 25/7, das 16h às 21h.</p>
<p><strong>Artes Visuais</strong><br />
&#8220;A maioria dos artistas escolhidos para expor na Galeria Galpão foi ranqueada e pontuada pela Comissão de Análise de Mérito &#8211; criada especialmente para o FIG 2015. Convidamos um ou outro participante, como Paulo Meira, para integrar nossas exposições e, dentro da própria Comissão, surgiu a ideia de promover uma atividade de formação com os artistas, que batizamos de <em>Diálogo Ex-Positivo</em>. Esse bate-papo com os artistas Beth da Mata, Marcelo Silveira e o nosso coordenador, Márcio Almeida, tratará sobre temas ligados à arte contemporânea e, prioritariamente, com questões que são primordiais na produção/proposição de um projeto nessa área&#8221;, disse Ellen Meireles, assistente da Coordenadoria de Artes Visuais, sobre a programação.</p>
<p>Nas salas e nos vãos da Casa Galeria Galpão, os visitantes vão poder ver a exposição <em>Sonhadores</em>, de Daaniel Araújo, que apresenta como eixo temático o sonho e a dimensão do sonhador. No espaço, ele irá apresentar uma mostra que trará representação de pessoas adormecidas, em quatro painéis inéditos, e outros elementos que remetem ao ato de sonhar. Além disso, durante o festival, o artista recolherá, através de arquivos de áudio coletados pelo<em> Whatsapp</em>, com os visitantes do FIG, narrativas de histórias sonhadas, que serão reproduzidas durante os dias em que a instalação estiver montada. &#8220;As pessoas podem enviar, desde já, seus sonhos através deste número (81)99814.7335. Como quero que as pessoas partilhem de uma experiência coletiva, esses áudios serão reproduzidos no meio da sala, tal qual fosse uma conversa entre quem mandou o arquivo e quem irá conferir a mostra&#8221;, disse Araújo.</p>
<p>Outro destaque é o intercâmbio que irá acontecer entre os artistas Adones Valença e Paulo Meira, na instalação <em>work in progress</em> <em>Sesibicidades</em>. Iniciada em 2013, o trabalho surgiu a partir de um mapeamento da área central de Garanhuns, e resultou em diversas criações que, através do universo popular, questionam o entendimento do que é arte na contemporaneidade. &#8220;A presença de Paulo Meira, como convidado dessa experimentação artística, visa promover um dialógo entre a obra de cada um deles e também assegurar o conceito work in progress proposto por Adones à curadoria. Eles adoraram a ideia e já estão trocando ideias sobre o que vão exibir por lá&#8221;, adiantou Ellen.</p>
<p>Já os artistas pernambucanos Marcela Camelo, Izidorio Cavalcanti, Charles Martins e Bruno Vieira irão mostrar, em <em>Para vender Utopias</em>,  um combo de exposição, performances, instalações e intervenções urbanas que, com elementos da rua, promoverão uma ponte a Casa Galeria Galpão e os espaços públicos de Garanhuns. &#8220;Somos um grupo de quatro artistas que, embora tenhamos propostas de trabalhos completamente diferentes, encontram na rua e no comércio, por isso o nome <em>Para vender Utopias</em>, substrato para suas artes. Queremos estabelecer uma conexão entre o que acontece na rua e a Casa Galeria Galpão&#8221;, contou Marcela Camelo.</p>
<p>Entre as performances e intervenções programadas, estão: a do artista Roberto Jaffier, que, no dia da abertura do espaço (dia 19/7, às 19h), irá mostrar um extrato de sua instalação <em>Criador de Memórias</em>, a partir de dispositivos sonoros e projetivos; a intervenção urbana de Leandro Iván Oliván, <em>Contato Sonoro</em>, que acontecerá no entorno da Casa Galeria Galpão (dia 19/7, às 18h30), e estabelecerá a condutividade dos corpos humanos, através de contatos na mesma frequência; e <em>Não estou aqui</em>, do artista garanhunense Clóvis Teodorico (dia 19/7, às 16h), que realizará várias intervenções pelas ruas e principais polos da cidade. Destaca-se ainda a exposição <em>Olhar</em>, do artista Rubens Costa, de Garanhuns, que fará um passeio por diversos momentos de sua trajetória artística.</p>
<p><strong>Design e Moda<br />
</strong>A Casa Galeria Galpão também abrigará cinco exposições de Design e Moda: <em>Lendas Vivas</em>, do artista potiguar Andrey Salvador;<em> Estampado na Cidade</em>, de Thalita Medeiros (Goaiana/PE); <em>ContraFluxo</em>, de Caio Lobo (Garanhuns/PE); <em>DÊ-BÔ-TÊ</em>, de Zé Lucas (Garanhuns/PE); <em>Tempo Grão</em>, de Katarina Barbosa (Garanhuns/PE). &#8220;Assim como em Artes Visuais, grande parte dos nossos trabalhos selecionados para o FIG 2015 foram escolhidos pela Comissão (de Análise de Mérito Cultural). Para dar uma equilibrada entre moda e design, o único artista que convidamos foi o jovem garanhunense Caio Lobo, que apresentará uns móveis conceituais que produz desde muito novo&#8221;, disse Ana Lira, assistente da Coordenadoria de Design e Moda.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/design-moda-casa-galeria-galpao.jpg"><img class="size-medium wp-image-27242 aligncenter" alt="Victor Jucá/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/design-moda-casa-galeria-galpao-607x430.jpg" width="607" height="430" /></a></p>
<p>&#8220;Essa é a primeira vez que apresento meu trabalho em Pernambuco. E não vou negar que estou bastante ansioso com a receptividade do público. Espero que os visitantes gostem dos <em>looks</em> que criei inspirados nas lendas contadas no Nordeste&#8221;, disse Andrey Salvador, responsável pela mostra <em>Lendas Vivas</em>. Com dez peças, o designer, que é do Rio Grande do Norte, criou uma exposição baseada em vários contos da cultura popular, como Viúva Machado (RN), a Mulher de Branco, o Carro de Boi, a Coruja da Igreja Matriz (presentes e contadas de diferentes formas em vários Estados nordestinos) e a Cobra da Lagoa de Extremoz (RN). &#8220;Usei penas, tecidos leves e fluídos, como algodão e seda, e tecidos mais estruturados, como organza e camurça, para recriar roupas que, embora não sejam tipicamente características dessas regiões, dialogam bem com o imaginário dos espaços onde essas lendas são contadas&#8221;, disse Salvador.</p>
<p>Em <em>DÊ-BÔ-TÊ</em>, do garanhunense Zé Lucas, os visitantes poderão conferir uma mostra que apresenta a maquiagem não só como uma forma de embelezamento, mas também de adorno e expressão artística. A ação conta com fotos e vídeos das maquiagens criadas para o projeto, assim como uma ferramenta na qual o público poderá interagir.</p>
<p>Também de Garanhuns, a designer Katarina Barbosa criou, para <em>Tempo Grão</em>, uma peça que usa a memória como referência. &#8220;Esse look foi criado a partir de um poema da autora pernambucana Cida Pedrosa, <em>Grace</em>, contido no livro <a href="http://www.interpoetica.com/site/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=1368&amp;catid=0" target="_blank"><strong><em>As Filhas de Lilith</em></strong></a>, que retrata a história de quatro gerações de mulheres, através do café. O café é o link, é o canal da memória afetiva, que liga a vida dessas personagens, desde a colheita do grão ao café expresso servido no copo descartável&#8221;, disse sobre o projeto que pretende transformar numa coleção. &#8220;Essa primeira é parte de um projeto que quero criar e lançar em janeiro do ano que vem. Como sou do interior, pretendo criar um vídeo-fashion do processo de criação dessa coleção e, assim, alcançar mais pessoas e oferecer ao trabalho uma perenidade maior&#8221;, adiantou.</p>
<p>Único convidado da área de Design e Moda, o designer Caio Lobo irá mostrar que é possível misturar artes plásticas à criação de móveis, em <em>ContraFluxo</em>. Com 28 anos, o artista de móveis, como prefere ser definido, exibirá suas peças que utilizam materiais e técnicas pouco comuns ao universo do design de produtos, e mostrará que é possível fugir da convencionalidade quando o assunto é design de produtos.</p>
<p>Na exposição/intervenção<em> Estampado da Cidade</em>, a designer goianense Thalita Medeiros propõe uma ação de vivência em que os participantes poderão observar de maneira mais cuidadosa as peculiaridades e o patrimônio material de Garanhuns, através de uma visita guiada por um morador da cidade. Os participantes irão fotografar os aspectos que lhes chamaram atenção, e que podem ser analisados e transformados em moldes para aplicação em diversas superfícies por meio da técnica de estêncil. Por fim, o resultado desses moldes vão formar um painel que será construído para ser exposto na Casa Galeria Galpão.</p>
<p><strong>Fotografia</strong><br />
Na área de fotografia, a Casa Galeria Galpão receberá três mostras e um projeto interativo: <em>No Sertão dos Gerais</em>, da jornalista e fotógrafa paulista Ana Caroline de Lima; <em>Vivências: Pernambuco &#8211; Alagoas</em>, de Luciana Ourique; <em>A Praia</em>, da pernambucana Marina Feldhues; e o <em><a href="https://instagram.com/FIGmatik" target="_blank"><strong>@FIGmatik</strong></a></em>, do recifense Iezu Kaeru.</p>
<div id="attachment_27246" aria-labelledby="figcaption_attachment_27246" class="wp-caption img-width-546 aligncenter" style="width: 546px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ana Caroline de Lima/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/sertao-dos-gerais-exposicao-casa-galeria-galpao.jpg"><img class="size-medium wp-image-27246" alt="Ana Caroline de Lima/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/sertao-dos-gerais-exposicao-casa-galeria-galpao-546x486.jpg" width="546" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><em>No Sertão dos Gerais</em> retrata a vida dos moradores de seis municípios mineiros</p></div>
<p>Premiado como melhor Ensaio Documental e Melhor Imagem Individual, no 2º Festival Théo Brandão de Fotografias e Filmes, de Alagoas, <em>No Sertão das Gerais</em>, de Ana Caroline de Lima fez um mapeamento imagético dos moradores das regiões Norte e Noroeste de Minas Gerais, a fim de descobrir como eles têm feito para se desvencilhar da seca que tem ultimamente assolado essas áreas. &#8220;Esses moradores viam, nas veredas que haviam nessas regiões, uma garantia de sobrevivência &#8211; caracterizada por solos pantanosos e cercados de vegetação nativa. As veredas costumavam ser conhecidas como as caixas d&#8217;água do Sertão e, hoje, com essa seca, essas áreas estão cada vez mais raras. Os moradores dos municípios de Januária, Urucuia, Bonito de Minas, Arinos e Riachinho e do vilarejo de Ribeirão de Areia, outrora berços de grandes veredas, atualmente têm de andar longas distâncias à procura de água. Quis percorrer esses vilarejos do sertão mineiro para retratar e conhecer personagens que transmitam o espírito sertanejo de resiliência e a forma que eles encontraram para se adaptar à falta d&#8217;água&#8221;, disse Ana Caroline a respeito das 20 imagens que exibirá no FIG.</p>
<p>Pensado especialmente para essa 25ª edição do Festival de Inverno, o projeto interativo <em><strong><a href="https://instagram.com/FIGmatik" target="_blank">@FIGmatik</a></strong></em>, de Iezu Kaeru, revela/apresenta/discute as mudanças pelas quais a fotografia vem passando nesses últimos anos, graças à popularização dos dispositivos móveis, como smartphones e máquinas digitais, e às redes sociais. &#8220;Através do <em>Instagram</em>, rede de compartilhamento de fotos, o <em>FIGmatik</em> irá fotografar as pessoas de um modo criativo, durante o Festival, tanto moradores quanto turistas, utilizando a técnica do retrato. Os muros de Garanhuns servirão como pano de fundo das imagens que serão publicadas diariamente na nossa conta no Instagram. Utilizando um iPhone 6, irei abordar pessoas nas ruas, criar retratos e estabelecer um diálogo explicativo sobre a obra, bem como estimulá-las a compartilhar seus retratos com a <a href="http://www.portugues.com.br/gramatica/para-que-serve-uma-hashtag.html" target="_blank"><em><strong>hastag</strong></em></a> #FIGmatik. A ideia é estimular essa interação entre os moradores de Garanhuns com sua própria cidade, com sua arquitetura, seus habitantes, seus hábitos e, principalmente, sua cultura e identidade&#8221;, afirmou Iezu. Os retratos do projeto serão materializados num catálogo, que será distribuído gratuitamente no dia do encerramento da Casa Galeria Galpão. &#8220;Queremos materializar numa publicação impressa a memória do Festival retratada por vários olhares&#8221;, finalizou o idealizador.</p>
<div id="attachment_27250" aria-labelledby="figcaption_attachment_27250" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marina Feldhues/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/serie-1-A-praia4.jpg"><img class="size-medium wp-image-27250" alt="Marina Feldhues/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/serie-1-A-praia4-607x486.jpg" width="607" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Doze imagens comporão a exposição <em>A Praia</em>, da recifense Marina Feldhues</p></div>
<p>Propondo-se a fugir do que estamos acostumados a ver sobre imagens do mar e lugares paradisíacos, a fotógrafa pernambucana Marina Feldhues, na inédita <em>A Praia</em>, criou uma série fotográfica tal qual a praia se apresenta em seus sonhos: &#8220;densa, misteriosa, quase outro planeta, outra dimensão&#8221;. &#8220;Como se trata de uma mostra cuja temática tem um cunho bem pessoal, criei uma atmosfera bem onírica, da qual a localização de tomada das fotos não são reveladas, justamente para não passar a ideia de um ensaio fotográfico de uma praia específica e, sim, um ensaio que estabelecesse um conceito de praia do qual estamos desabituados a ver por aí&#8221;, afirmou sobre as 12 imagens que compõem sua mostra.</p>
<div id="attachment_27438" aria-labelledby="figcaption_attachment_27438" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Amanda Pietra/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/DSC_0436.jpg"><img class="size-medium wp-image-27438" alt="Amanda Pietra/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/DSC_0436-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A mostra <em>Seu Abílio</em> revela o dia a dia de um agricultor</p></div>
<p>A fotógrafa Amanda Pietra, de Garanhuns, apresentará a exposição <em>Seu Abílio</em> que mostra a compreensão da força do agricultor que se expressa tão forte nas marcas absorvidas em pele, no decorrer do seu envelhecimento e trabalho árduo. &#8220;A exposição tem como objetivo levar aos olhos do público além de calos, enxadas, seca e fome, o entendimento de que homem tem com seu mundo e realidade, a sobrevivência, com um olhar que só ele compreende, onde seus calos são relatos da consciência de sua sabedoria&#8221;, disse.</p>
<div id="attachment_27252" aria-labelledby="figcaption_attachment_27252" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Luciana Ourique/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Vivencias-Pernambuco-Alagoas-Luciana-Ourique.jpg"><img class="size-medium wp-image-27252" alt="Luciana Ourique/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Vivencias-Pernambuco-Alagoas-Luciana-Ourique-607x327.jpg" width="607" height="327" /></a><p class="wp-caption-text">Inédita em nosso Estado, a mostra Vivências: Pernambucos-Alagoas já foi exibida no Museu da Imagem e do Som (MISA)</p></div>
<p>Por fim, a pernambucana Luciana Ourique exibirá a exposição <em>Vivências: Pernambucos-Alagoas</em>. Contemplada pelo Funcultura, em 2011, as 34 imagens revelam a produção de dez anos da fotógrafa entre as rodovias BR 101 Sul, PE-60, AL 101 e AL-435, estradas que ligam e entrecortam os dois Estados. &#8220;Como a mostra só foi exibida em Alagoas, no Museu da Imagem e do Som, acho de extrema importância trazer de volta essa riqueza cultural e fotográfica para que os pernambucanos também possam desfrutar. As fotografias reúnem personagem das duas unidades federativas e, através da pesquisa e catalogação das diversidades culturais de PE e AL, contribuem para o fortalecimento, conhecimento e preservação e visibilidade de nossas culturas&#8221;, disse Luciana.</p>
<p>O acesso à Casa Galeria Galpão é gratuito. Confira a programação completa do espaço durante o FIG 2015:</p>
<p><strong>ARTES VISUAIS</strong></p>
<p>Casa Galeria Galpão<br />
De 19 a 25 de julho | 16h às 21h<br />
Endereço: Av. Dantas Barreto, 34</p>
<p><strong>Sonhadores</strong><br />
Daaniel Araújo<br />
Exposição Work in progress</p>
<p><strong>Criador de Memórias</strong><br />
Roberto Jaffier<br />
Instalação/Performance</p>
<p><strong>Sensibicidade</strong><br />
Adones Valença e Paulo Meira<br />
Instalação Work in progress</p>
<p><strong>Para Vender Utopias</strong><br />
Marcela Camelo Barros, Izidorio Cavalcanti, Charles Martins, Bruno Vieira<br />
Instalação, Performance, Interação e Intervenção Urbana</p>
<p><strong>Diálogo Ex-Positivo</strong><br />
Beth da Mata e Marcelo Silveira</p>
<p><strong>Contato Sonoro</strong><br />
Leandro Oliván<br />
Intervenção Urbana</p>
<p><strong>Olhar</strong><br />
Rubens Costa<br />
Exposição de Pinturas</p>
<p><strong>DESIGN &amp; MODA</strong></p>
<p>Casa Galeria Galpão<br />
De 19 a 25 de julho | 16h às 21h<br />
Endereço: Av. Dantas Barreto, 34</p>
<p><strong>Exposição Lendas Vivas</strong><br />
Andrey Salvador (Natal-RN)</p>
<p><strong>Estampado da Cidade</strong><br />
Thalita Medeiros (Goiana-PE)</p>
<p><strong>DÊ-BÔ-TÊ</strong><br />
Zé Lucas (Garanhuns-PE)</p>
<p><strong>TEMPO GRÃO</strong><br />
Katarina Barbosa (Garanhuns-PE)</p>
<p><strong>Contrafluxo</strong><br />
Caio Lobo (Garanhuns-PE)</p>
<p>Centro de Turismo e Lazer SESC Garanhuns<br />
Rua Manoel Clemente, 185 – Santo Antônio</p>
<p>Sexta-feira, 24/7<br />
19h30 – Desfile do estilista Augusto Alencar</p>
<p><strong>FOTOGRAFIA</strong></p>
<p>Casa Galeria Galpão<br />
De 19 a 25 de julho | 16h às 21h<br />
Endereço: Av. Dantas Barreto, 34</p>
<p><strong>@FIGmatik</strong><br />
Iezu Kaeru</p>
<p><strong>No Sertão dos Gerais</strong><br />
Ana Caroline de Lima</p>
<p><strong>Vivências: Pernambuco – Alagoas</strong><br />
Luciana Ourique</p>
<p><strong>A Praia</strong><br />
Marina Feldhues</p>
<p><strong>Seu Abílio</strong><br />
Amanda Pietra</p>
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		<title>&#8220;Hiato Figurado&#8221; estreia na Galeria Janete Costa</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/hiato-figurado-entra-em-cartaz-na-galeria-janete-costa/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Sep 2014 15:41:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Daaniel Araújo]]></category>
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		<description><![CDATA[Os artistas Daaniel Araújo e Rodrigo Costa inauguram, nesta terça-feira (9), a mostra Hiato Figurado, na Galeria Janete Costa &#8211; localizada no Parque Dona Lindu, em Boa Viagem. Quem visitar o espaço até o dia 19/10, poderá conferir dois trabalhos bem distintos, mas que, ao mesmo tempo, dialogam entre si para falar de pessoas comuns e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os artistas Daaniel Araújo e Rodrigo Costa inauguram, nesta terça-feira (9), a mostra <em>Hiato Figurado</em>, na Galeria Janete Costa &#8211; localizada no Parque Dona Lindu, em Boa Viagem. Quem visitar o espaço até o dia 19/10, poderá conferir dois trabalhos bem distintos, mas que, ao mesmo tempo, dialogam entre si para falar de pessoas comuns e do dia a dia da cidade.</p>
<div id="attachment_13335" aria-labelledby="figcaption_attachment_13335" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/foto-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-13335" alt="Exposição traz pinturas dos artistas Rodrigo Costa e Daaniel Araújo e fica em cartaz até 19 de outubro " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/foto-divulgacao-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição traz pinturas dos artistas Rodrigo Costa e Daaniel Araújo</p></div>
<p>Considerados artistas promissores do Estado de Pernambuco, Araújo e Costa acumulam na bagagem exposições de seus trabalhos tanto em terras pernambucanas, como fora do país. Daniel já expôs duas vezes como artista convidado no Festival de Inverno de Garanhuns, enquanto Rodrigo levou seu trabalho para Inglaterra e Portugal.</p>
<p><strong>ARTISTAS</strong></p>
<p>Com formação em design gráfico, Daaniel Araújo leva para o seu trabalho uma junção do grafismo com a pintura tradicional. Parte de seus quadros retrata o dia a dia da cidade com suas ruas, garis, pessoas no ponto de ônibus, movimentos sociais, enfim, tudo aquilo que está no cotidiano urbano. Ao mesmo tempo em que apresenta o que é público, Daaniel Araújo também navega pelo privado, levando para a exposição algumas pinturas que mostram cenas íntimas, como recortes de partes do corpo, imagens de corpos desnudos, mergulhando na intimidade das pessoas. Aproximadamente 50 telas – produzidas a partir de materiais que ele encontrava no meio da rua como, portas velhas, pedaços de madeira, papelão – vão apresentar aos visitantes o trabalho do artista.</p>
<p>Rodrigo Costa fixou-se em definitivo no Brasil em 2012, depois de anos morando no exterior. A partir daí passou a dedicar-se exclusivamente à pintura, na qual enveredou por incentivo do também artista plástico Bruno Vilela. No Recife, dividiu ateliê no Poço da Panela com Rodrigo Braga. Para a Galeria Janete Costa, Rodrigo vai levar 24 quadros pintados em tela, onde o foco serão retratos criados a partir de fotos de amigos que o acompanham pela rede social Facebook, além de animais. Todos pintados na cor azul marinho, numa proposta de simplificação da imagem.</p>
<p><strong>OFICINAS</strong></p>
<p>Enquanto a exposição Hiato Figurado estiver em cartaz, a Galeria Janete Costa irá oferecer duas oficinas. Aos sábados e domingos, às 16h e às 18h, o Educativo da Galeria realizará oficina de vitral em papel, e nos dias 20 de setembro e 18 de outubro, também com turmas às 16h e às 18h, a oficina será de desenho, com os artistas Daaniel Araújo e Rodrigo Costa. As inscrições custam R$ 10 e podem ser feitas através do número 3355.9832.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Exposição Hiato Figurado, com Daaniel Araújo e Rodrigo Costa<br />
Abertura: terça-feira, 9 de setembro, às 19h<br />
Visitação: até 19 de outubro<br />
Horário: quarta a sexta-feira, das 12h às 20h<br />
sábados e domingos das 14h às 20h<br />
Oficinas nos finais de semana de vitral em papel e de desenho em dois horários: às 16h e às 18h.<br />
Informações: 3355.9832<br />
Entrada franca</p>
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		<title>Pôster de Daaniel Araújo ilustra o FPNC Sertão do Moxotó</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Apr 2013 14:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[FPNC Sertão do Moxotó 2013]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5034" aria-labelledby="figcaption_attachment_5034" class="wp-caption img-width-340 aligncenter" style="width: 340px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/cartaz-moxoto.jpg"><img class="size-medium wp-image-5034" alt="O pôster &quot;Sambada universal&quot; é o vencedor da etapa Moxotó" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/cartaz-moxoto-340x486.jpg" width="340" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O pôster &#8220;Sambada universal&#8221; é o vencedor da etapa Moxotó</p></div>
<p>A peça acima é a obra vencedora do Concurso de Pôster Festival Pernambuco Nação Cultural etapa Moxotó! Sendo o coco uma das principais referências culturais da região sertaneja, o artista plástico e designer Daaniel Araújo prestou uma homenagem aos mestres coquistas com o pôster intitulado “Sambada Universal”.</p>
<p>Além dos cartazes e material de folheteria do festival, a criação de Daaniel também poderá ser apreciada na sinalização de todos os palcos do evento,  que acontece e 16 a 21 e abril nas cidades de Arcoverde, Sertânia, Betânia, Custódia, Ibimirim, Inajá e Manari.</p>
<p>O pôster vencedor foi escolhido pela comissão formada por Leo Antunes, coordenador do Festival Pernambuco Nação Cultural; Ana Lira, assessora de Design e Moda da Fundarpe; e os representantes da sociedade civil: Samuca Andrade, chargista do Diário de Pernambuco e organizador do I Salão Internacional de Humor Gráfico de Pernambuco 2012; Isabela Faria, designer gráfico da FAZ Design; e Daniel Edmundson, designer gráfico e sócio da Mooz. Os inscritos enviam o material sem qualquer informação que identifique o autor da obra, conforme previsto no edital.</p>
<p>“Sambada Universal” conta com uma mistura de estilos em sua composição que vão da pintura impressionista consagrada por nomes do passado até elementos contemporâneos. O principal elemento do pôster é composto por mestres do samba de coco, manifestação característica da região. Segundo o designer autor da obra, “a principal motivação para a realização do desenho está na admiração pelo samba de coco. Um estilo musical de representações estéticas muito particulares”, afirma Daaniel Araújo.</p>
<p><strong>Inscrições abertas<br />
</strong>As inscrições para selecionar a obra que representará a identidade visual da etapa Caruaru seguem abertas até o dia 15 de abril. O vencedor do concurso receberá, como nas edições anteriores, um prêmio de R$ 2,5 mil.</p>
<p>Podem participar do concurso designers gráficos, ilustradores, artistas visuais, publicitários, estudantes e profissionais das áreas afins. Além de Caruaru, as inscrições também estão abertas para o Festival Pernambuco Nação Cultural do Sertão Central, que tem como cidades polo São José do Belmonte e Salgueiro.</p>
<p><a href="http://fpnc.org/site/wp-content/uploads/2013/04/convocatoria-poster-fpnc-moxoto-caruaru-sertao-central.pdf">Convocatória – seleção de Pôster FPNC 2013 regiões do sertão do moxoto caruaru e sertao central</a></p>
<p>Baixe <a href="http://www.fundarpe.pe.gov.br/fundarpe_identidade.php">aqui</a> a assinatura da Fundarpe, Secult e Governo do Estado.<br />
Baixe aqui a <a href="http://fpnc.org/site/wp-content/uploads/2013/03/MARCA-FPNC.pdf">marca</a> do Festival Pernambuco Nação Cultural.</p>
<p>As obras criadas devem dialogar com elementos que constituem a identidade cultural de cada uma das regiões. Ao final do ano, todos os pôsteres selecionados deverão compor uma exposição itinerante, cujos detalhes ainda serão definidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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